Club Social y Deportivo Colo-Colo

Disambig grey.svg Nota: Se procura o time baiano de futebol, veja Colo Colo de Futebol e Regatas.

O Club Social y Deportivo Colo-Colo é um clube chileno de futebol, da cidade de Santiago. Foi fundado em 19 de Abril de 1925, por um grupo de ex-jogadores do Club Social y Deportivo Magallanes, liderados por David Arellano[1]. Desde 2005, é administrado pela sociedade anônima Blanco y Negro S.A. sob um sistema de concessão.

Colo-Colo
SCDColoColo.png
Nome Club Social y Deportivo Colo-Colo
Alcunhas Cacique
El Popular
Mascote Índio
Principal rival Universidad de Chile
Universidad Católica
Fundação 19 de abril de 1925 (95 anos)
Estádio Monumental David Arellano
Capacidade 47.017 pessoas
Localização Santiago, Chile
Presidente Chile Aníbal Mosa
Treinador Bolívia Gustavo Quinteros
Patrocinador Inglaterra MG
Material (d)esportivo Inglaterra Umbro
Competição Campeonato Chileno de Futebol
Website [1]
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Suas cores são o preto e o branco, as quais utiliza em seu uniforme desde sua fundação. No que respeita a seu escudo tem mantido as cores da bandeira do Chile e desde princípio dos anos 1950, incorporou a figura de um mapuche como emblema da instituição.

O Colo-Colo é a equipe chilena com o maior número de títulos nacionais, com 32 conquistas. Foi também a primeira e única equipe chilena a conquistar a Copa Libertadores da América, no ano de 1991.

Seu arquirrival é o Universidad de Chile, com quem faz o confronto chamado de Superclássico, rivalizando também com outro clube de Santiago, a Universidad Católica, com quem faz o clássico Albo-Cruzado.

HistóriaEditar

Começou sua atividade futebolística no mesmo ano de sua constituição como parte da Liga Metropolitana, e entre 1927 e 1933, formou parte da Asociación de Football de Santiago, depois da reunificação das federações responsáveis da organização do futebol chileno em 1926. Também é considerado o clube mais popular de seu país.

Em 1933, foi um dos oito clubes fundadores da Liga Profesional de Football de Santiago, antecedente da Prima División de Chile. Desde então tem sido o único time que disputou todos os campeonatos oficiais.

1925: origensEditar

 
David Arellano, um dos fundadores do clube.

Fundado em 19 de Abril de 1925, na cidade de Santiago do Chile por David Arellano, que seria um de seus grandes jogadores, primeiro capitão da equipe e líder indiscutível. As cores escolhidas para esse então novo clube foram o branco, que simboliza a pureza, e o preto que representa a seriedade. O nome é uma homenagem ao cacique Colo-Colo, herói indígena do povo Mapuche na luta contra os espanhóis durante o século XVI e que era conhecido por sua grande inteligência. Seu símbolo é a figura de um índio.

1926: primeiro título e revoluçãoEditar

O Colo-Colo venceu seu primeiro campeonato em 1926 apresentando uma verdadeira revolução para o futebol chileno: o chamado estilo de jogo "uruguaio" ou "científico", com passes rasteiros e jogadas ensaiadas e que surpreendia seus adversários. Além disso, foi a primeira equipe do país a ter treinamentos pré-estabelecidos para uma semana inteira. Foi o primeiro time do futebol chileno a ter um comportamento profissional. Com tudo isso, não foi difícil vencer seu primeiro campeonato e de forma invicta. Nesse mesmo ano, fez uma excursão ao sul do país, o que aumentou sua popularidade.

1927: Europa, glórias e lutoEditar

 
O Colo-Colo jogou contra a Real Unión Deportiva de Valladolid na España, em 2 de maio de 1927.

David Arellano foi o artilheiro do campeonato Sulamericano de Santiago e o Colo-Colo embarcou em uma turnê para a Europa tornando-se o primeiro clube chileno a pisar em solo europeu. Os países europeus visitados foram Espanha e Portugal. Além da Europa, foram também visitados México, Cuba, Uruguai e Argentina. O Colo-Colo consegue grandes e expressivos resultados e se transforma no clube chileno por excelência. Porém uma tragédia iria se abater sobre o clube: em 3 de maio de 1927, David Arellano morre de peritonite devido a um golpe que havia recebido no dia anterior em um jogo diante do Real Valladolid. A morte do fundador, capitão da equipe e ídolo comove a todos e faz aumentar o número de admiradores do clube. Desde então, o Colo-Colo tem uma faixa negra sobre seu escudo em sinal de luto para recordar eternamente a tragédia de seu grande jogador.

1931-1932: crise econômicaEditar

Após a excursão à Europa, o Colo-Colo torna-se indiscutivelmente o clube mais popular e importante do país. Porém, após o sucesso e a fama repentina, o clube passa por um período de crise econômica, o que seria uma constante na sua história e faria minguar os títulos.

1937-1939: os primeiros títulos na era profissionalEditar

 
Elenco do Colo-Colo que conseguiu o Campeonato Chileno de 1937.

O Colo-Colo foi um dos responsáveis para que se criasse definitivamente um campeonato profissional no Chile, que começou em 1933. Porém, ainda sob os efeitos da crise econômica, o time não foi bem. O primeiro título profissional veio somente em 1937, mas, em compensação, veio de forma espetacular: campeão invicto. O segundo título veio em 1939 e ainda teve o artilheiro do campeonato, o atacante Alfonso Domínguez, com 32 gols em 24 jogos.

1941: novo título e nova táticaEditar

Em 1941, o Colo-Colo consegue seu terceiro título e, novamente, de forma invicta. Dirigidos pelo treinador húngaro Francisco Platko, "Los Albos" ("Os Brancos", em espanhol) se utilizaram em seu sistema de jogo uma tática até então desconhecida e que se tornaria famosa: o WM.

1944-1947: mais títulos e o Campeonato Sul-Americano de CampeõesEditar

O Colo-Colo voltaria a vencer os campeonatos de 1944 e 1947 sendo que este último seria de grande transcendência, já que serviu de base para que o clube organizasse, em 1948, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, que contou com as melhores equipes da América do Sul daquela época: o River Plate, da Argentina; o Vasco da Gama (que seria o campeão), do Brasil; o Nacional, do Uruguai; o Litoral, da Bolívia; o Municipal, do Peru; o Emelec, do Equador.

1953-1956: os irmãos RobledoEditar

Vieram anos de "vacas magras", mas, em 1953, uma nova revolução foi liderada pelo Colo-Colo, comparada a de Arellano em 1925 e Platko em 1941. Esse ano marcou a chegada ao clube dos irmão Ted e Jorge Robledo, provenientes do time do Newcastle, da Inglaterra, aonde haviam sido campeões em 1952. Chilenos de nascimento, sua chegada ao clube marcou uma nova era, com um novo estilo de jogo, maior profissionalismo, além de um aumento enorme de espectadores aos estádios. Com Jorge Robledo à frente, o Colo-Colo venceria os campeonatos nacionais de 1953 e 1956.

1960-1963: o ataque dos 103 gols e o fim de uma tradiçãoEditar

O Colo-Colo só voltaria a vencer o campeonato nacional em 1960. Em 1963, voltaria a ser campeão com uma linha de ataque que fez história marcando o incrível número de 103 gols, um feito ainda não igualado e, de quebra, ainda teve o artilheiro do campeonato, o atacante Luis Hernán Álvarez, com 37 gols, uma marca que também perdura. Nesse mesmo ano, termina uma tradição que vinha desde 1944: a "chilenização" da equipe. Até então, no Colo-Colo só atuavam jogadores chilenos, a ponto do time chamar orgulhosamente a si mesmo de "a equipe do Chile".

1970: período difícilEditar

Os anos que se seguiram foram dos mais negros para "El Cacique" ("O Cacique", em espanhol). Além de sete anos sem títulos, houve uma crise institucional que culminou com uma intervenção no clube em 1968. Esse período difícil só terminou com a conquista do campeonato de 1970, com uma heróica vitória contra o time da Unión Española por 2x1, com um gol do brasileiro Elson Beyruth.

1972-1974: mais um título, primeira final de Libertadores e Copa do MundoEditar

Em 1972, a torcida "colocolina" voltou a celebrar. Sob o comando do treinador Luis Álamos, a classe em campo de Francisco Valdés, a explosão de Carlos Caszely no ataque e outros nomes de igual quilate, o Colo-Colo era uma equipe que dava espetáculo toda a semana, chegando a estabelecer um recorde de média de público de 40.000 pessoas por partida. Esse quadro seria a base do time que chegaria pela primeira vez a uma final de Copa Libertadores da América em 1973 contra o Independiente, da Argentina, que seria o campeão daquele ano. Foi a primeira vez que uma equipe chilena chegava à final de um torneio internacional. O Colo-Colo também foi a base da seleção chilena de futebol que disputaria a Copa do Mundo de 1974.

1979-1983: mais sete anos de azar e mais títulosEditar

Vieram mais sete anos sem nenhuma conquista agravada com outra intervenção no clube que pretendia realizar um "futebol-empresa" com resultados nefastos. Essa má fase só terminou com as conquistas dos campeonatos de 1979, 1981 e 1983.

1986-1989: novos dirigentes, novos conceitos, novo estádio e novas conquistasEditar

Em 1986, um novo grupo de dirigentes assume a direção do clube levando novos conceitos empresariais. Sob a direção do treinador Arturo Salah, o Colo-Colo conquista o título daquele ano. Em 1989, é inaugurado o estádio Monumental David Arellano. O novo estádio traz sorte, pois "Los Albos" conquistam o campeonato daquele ano, também sob a direção de Salah.

1990-1991: Copa Libertadores da AméricaEditar

Assume a direção técnica da equipe o croata Mirko Jozic trazendo profundas mudanças para "El Cacique": é adotado um sistema de jogo europeu, com marcação homem-a-homem, com uma dinâmica acima da média. Com esse sistema de jogo e contando com talentos como Lizardo Garrido, o Colo-Colo pela primeira vez conquista um tricampeonato nacional (os títulos de 1990 e 1991 somados ao de 1989) e, principalmente, conquista também pela primeira vez a Copa Libertadores da América[2] em partidas memoráveis contra gigantes do futebol sul-americano como o Nacional, do Uruguai; o Boca Juniors, da Argentina e o Olimpia, do Paraguai, com quem fez a grande final. Em 5 de junho de 1991, o Colo-Colo conquista o tão ambicionado título continental. Porém, na disputa da Copa Intercontinental, não é tão feliz e é derrotado pela a equipe do Estrela Vermelha da então Iugoslávia.

1992-1993: o fim da era Jozik: Recopa Sul-Americana e Copa InteramericanaEditar

A chamada "era Jozik" terminaria de forma triunfal com mais dois títulos internacionais e um nacional: o Colo-Colo conquista a Recopa Sul-Americana contra o Cruzeiro, do Brasil; a Copa Interamericana contra o Puebla, do México e, por fim, o campeonato chileno de 1993.

1996-1998: instabilidade e tricampeonatoEditar

Após os triunfos internacionais, veio um período de instabilidade devido a uma crise gerada por disputas internas pela presidência da instituição e uma dívida financeira que crescia perigosamente. Porém, a contratação do treinador paraguaio Gustavo Benítez, em 1995, fez com que o Colo-Colo conquistasse aquele que a torcida considera como o seu segundo tricampeonato: os títulos de 1996, 1997 (torneio Clausura) e 1998.

2002: a quebraEditar

A saída inesperada de Benítez foi o início de uma crise sem par com compromissos financeiros insustentáveis e que culminou com a quebra do clube determinado pela justiça chilena em 2002.

2002-: a volta por cima até hojeEditar

 
A equipe do Colo-Colo levanta a copa do Torneo Clausura 2006.

Jaime Pizarro, um ex-jogador do Colo-Colo, assumiu a direção técnica do time, e fez com que a equipe recuperasse a velha mística com a conquista do título de 2002 (torneio Clausura). Em 2005, um grupo de gerenciamento chamado Blanco & Negro S.A. assumiu a administração do clube e o fim da quebra foi decretada em março de 2006. Os resultados logo se fizeram sentir: tendo à frente a dupla Matías Fernandez e Humberto Suazo, nesse mesmo ano o Colo-Colo conquistou o campeonato chileno (torneios Apertura e Clausura) e chegou à final da Copa Sul-Americana contra a equipe do Pachuca, do México. Apesar da derrota na final dessa competição para o time mexicano, não são poucos aqueles que vêem o futuro da equipe mais popular do Chile com otimismo. Tanto que, em 2007, conseguiu o tetracampeonato do campeonato chileno (torneio apertura e clausura).

Futebol FemininoEditar

 
A equipe feminina do Colo-Colo exibe o troféu da Copa Libertadores da América de Futebol Feminino juntamente com o então presidente do Chile, Sebastián Piñera

A equipe feminina do Colo-Colo conquistou de forma inédita e invicta a Copa Libertadores da América de Futebol Feminino de 2012.[3] É também o maior vencedor do Campeonato Chileno Feminino.

SímbolosEditar

MascoteEditar

O seu mascote é um índio, fazendo referência a um Mapuche chamado Colo Colo, que lutou contra os espanhóis durante a Guerra de Arauco .

HinoEditar

Letra

Cantemos todos, de Arica a Magallanes

por Colo-Colo, ejemplo de valor

por su hidalguía no hay nadie quien lo gane

porque defiende con gloria el tricolor

Es Colo-Colo como el gran araucano

que va a la lucha jamás sin descansar

porque el recuerdo de David Arellano

siempre lo guía por la senda triunfal

(coro) Colo-Colo, Colo-Colo,

el equipo que ha sabido ser campeón

y en las lides deportivas pone siempre su chileno corazón

Colo-Colo, Colo-Colo

representa nuestra raza sin igual

por su empuje y coraje

en las canchas como el Colo-Colo no hay

Es Colo-Colo valiente, fuerte y grande

de sangre altiva y noble corazón

su nombre vibra desde el mar a los Andes

y hay en sus triunfos esfuerzo y emoción

Laureles deja por todos los caminos

que virilmente luchando conquistó Antorcha inmensa de gloria es su destino

que alumbra siempre con fuego de campeón

(coro) Colo-Colo, Colo-Colo,

el equipo que ha sabido ser campeón

y en las lides deportivas pone siempre su chileno corazón

Colo-Colo, Colo-Colo representa nuestra raza sin igual

por su empuje y coraje

en las canchas como el Colo-Colo no hay

TítulosEditar

INTERCONTINENTAL
Competição Títulos Temporadas
  Copa Interamericana 1 1992 
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
Copa Libertadores da América 1 1991
81x81px Recopa Sul Americana 1 1992 
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Chileno 32 1937, 1939, 1941, 1944, 1947, 1953, 1956, 1960, 1963, 1970, 1972, 1979, 1981, 1983, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1996, 1997, 1998, 2002, 2006, 2006, 2007, 2007, 2008, 2009, 2014, 2015 e 2017
  Copa Chile 12 1958, 1974, 1981, 1982, 1985, 1988, 1989, 1990, 1994, 1996 , 2016 e 2019
  Supercopa do Chile 2 2017 e 2018
  Campeonato de Apertura 4 1933, 1938, 1940 e 1945
 
Colo-Colo ganhou a honra de usar o escudo do Chile nos anos 2003, 2006, 2007, 2009 e 2010.

Legenda:

A (Apertura)
C (Clausura)

Distinções
  •   Brasão do Chile (7): 2003, 2006, 2007, 2009, 2010, 2014, 2016
Brasão para o campeão em sua camisa.

Futebol FemininoEditar

CONTINENTAIS (Feminino)
Competição Títulos Temporadas
Copa Libertadores da América de Futebol Feminino 1 2012 
NACIONAIS (Feminino)
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Chileno 9 2010 , 2011 (A), 2011 (C), 2012 (A) , 2012 (C) , 2013 (A) , 2013 (C) , 2014 (A), 2014 (C) 

Legenda:

A (Apertura)
C (Clausura)

  Campeão Invicto

Elenco atualEditar

  Atualizado em 19 de Junho de 2020.


Goleiros
N.º Jogador
1   Brayan Cortés
12   Miguel Pinto
25   Julio Fierro
33   Darío Melo
Defensores
N.º Jogador Pos.
2   Jeysson Rojas Z
4   Matías Zaldívia Z
5   Julio Barroso Z
6   Juan Insaurralde Z
13   Pedro Navarro Z
16   Óscar Opazo LD
28   Felipe Campos LD
23   Brayan Véjar LE
32   Ronald De la Fuente LE
Meio-campistas
N.º Jogador Pos.
3   Williams Alarcón V
17   Gabriel Suazo V
21   Ethan Espinoza V
22   Bryan Soto V
24   César Fuentes V
29   Carlos Carmona V
34   Vicente Pizarro V
10   Leonardo Valencia M
14   Matías Fernández M
26   Carlo Villanueva M
27   Branco Provoste M
31   Matías Colossi M
35   Joan Cruz M
Atacantes
N.º Jogador
7   Esteban Paredes  
8   Gabriel Costa
9   Javier Parraguez
11   Marcos Bolados
15   Pablo Mouche
18   Iván Morales
20   Nicolás Blandi
30   Nicolás Maturana
32   Luciano Arriagada
Comissão técnica
Nome Pos.
  Gustavo Quinteros T


Nota: Bandeiras indicam equipe nacional, conforme definido pelas regras de elegibilidade da FIFA. Os jogadores podem ter mais de uma nacionalidade não-FIFA.

N.º Posição Jogador
1   G Agustín Orión
2   D Fernando Meza
3   M Bryan Carvallo
4   D Matías Zaldívia
5   D Julio Barroso
6   D Juan Insaurralde
7   A Esteban Paredes
8   M Carlos Carmona
9   M Esteban Pavez
10   M Jorge Valdivia
11   D Gonzalo Fierro
12   G Brayan Cortés
14   M Nicolás Maturana
15   D Damián Pérez
16   D Óscar Opazo
N.º Posição Jogador
17   M Gabriel Suazo
18   A Iván Morales
19   M César Pinares
20   M Jaime Valdés
21   D Brayan Véjar
23   M Claudio Baeza
24   M Jorge Araya
25   G Pablo Soto
26   M Carlo Villanueva
27   M Branco Provoste
28   D Felipe Campos
29   M Benjamín Berríos
30   A Danny Pérez
31   M Ricardo Álvarez
32   D Sebastián Valencia
33   A Lucas Barrios
34   D Benjamín Jerez
35   M José Aguilera
36   M Williams Alarcón

Jogadores destacadosEditar

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Colo-Colo:

CoresEditar

 
Camiseta utilizada por Leonel Herrera na final da Copa Libertadores da América de 1991, onde marcou o último dos três gols na vitória do Colo-Colo sobre o Olimpia.

Desde o dia de sua fundação Colo-Colo tem mantido seu uniforme titular e, durante sua história, as modificações em seu desenho tem sido mínimas. O uniforme do clube foi definido o mesmo dia 19 de abril de 1925 por Juan Quiñones. Camisa branca, que representaria a pureza; calções inteiramente negros, como símbolo de seriedade; meias negras com uma faixa branca, não como um homenagem ao uniforme dos marinhos da Armada do Chile como se assinala tradicionalmente, senão porque Guillermo Cáceres, quem propôs esse desenho, conhecia vendedores clandestinos de apetrechos da marinha em Valparaíso; e sapatos negros com uma faixa cor vermelha, conforme proposição de David Arellano. Nos anos 1940 Colo-Colo trocou a cor de suas meias, do negro passaram ao branco, ainda em alguns anos voltou-se a utilizar a cor negro.

Desde a trágica morte de David Arellano em Valhadolide em 1927, a camisa de Colo-Colo leva uma fita cor negro, que representa o luto eterno da instituição à partida de seu fundador. Ao princípio, esta faixa ia na manga esquerda da camisa, áte que em 1974 foi situada sobre o escudo do clube.

UniformesEditar

Uniformes atuaisEditar

     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme

Uniformes anterioresEditar

  • 2017
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
  • 2016
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
  • 2015
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
  • 2014
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme

Sedes e estádiosEditar

Sede socialEditar

 
Casona Cienfuegos 41, sede do Colo-Colo entre 1953 e 2004.

A primeira reunião dos sócios do Colo-Colo efetuou-se nas dependências do Diário Ilustrado, localizado na Calle Morandé esquina com Moneda. Não obstante, entre 1925 e 1928 utilizou numerosos lugares como sede, sendo habitualmente a casa da família Arellano Moraga localizada em Covadonga 143 e o Estádio El Llano as mais usadas.

EstádioEditar

 Ver artigo principal: Estádio Monumental David Arellano
 
Estádio do Colo-Colo.

O Colo-Colo atua como mandante no Estádio Monumental David Arellano, do qual é proprietário. O estádio foi inaugurado em 20 de abril de 1970, mas devido as poucas comodidades que oferecia não voltou a ser utilizado até setembro de 1989. Depois de diversas remodelações, entre elas a instalação de poltronas no setor de arquibancadas em 2007, estima-se a capacidade do Estádio Monumental entre entre 45.000 e 50.000 torcedores. Está localizado na cidade de Santiago, especificamente na comuna de Macul. Seu campo principal recebe o nome de David Arellano.

Durante seus primeiros anos, o Colo-Colo usou vários recintos que não pertenciam ao clube, como o Estádio El Llano, os Campos Sports de Ñuñoa, Estádio de Carabineros e Estádio Santa Laura. Em 10 de maio de 1946 o Colo-Colo comprou o Estádio de Carabineros -melhor conhecido como "o Fortim Mapocho"-, o qual estava fechado por problemas de segurança. A ideia era fazer um novo estádio com capacidade para 30.000 torcedores, mas o projeto foi descartado depois já que os terrenos não eram apropriados para a construção. Finalmente, o Colo-Colo vendeu o estádio no ano 1947, dinheiro que financiou em parte a compra do terreno onde posteriormente foi edificado o Monumental.

Com a inauguração do Estádio Nacional, em 3 de dezembro de 1938, fez-se cada vez mais habitual que o time disputasse seus jogos nesse recinto até a inauguração definitiva do Monumental em 1989, o qual então contava com uma capacidade de 62.500 espectadores, a que foi reduzida gradualmente por motivos de segurança. Desde então, o Colo-Colo utiliza o Estádio Nacional só quando não pode usar seu estádio.

Museu do Colo-ColoEditar

 Ver artigo principal: Museu do Colo-Colo
 
Entrada do Museu do Colo-Colo.

Inaugurado em junho de 2009, o Museu do Colo-Colo se encontra no setor "Oceania" do Estádio Monumental David Arellano. Conta com uma superfície de 250 m², que permite uma lotação máxima de 50 pessoas por visita.

No museu se encontra os troféus dos campeonatos nacionais, a réplica da Copa Libertadores da América conquistada pelo clube em 1991, as camisetas usadas pela equipe e uma maquete do Estádio Monumental David Arellano.

FiliaisEditar

Colo-Colo BEditar

 Ver artigo principal: Club Social y Deportivo Colo-Colo B

No ano de 2011 a ANFP anunciou a criação de uma nova Segunda División,[4] com a participação de cinco filiais de equipes da Primera División (entre elas a filial do Colo-Colo), mais seis equipes da ANFA. Seu primeiro torneio começou na temporada 2012.

NotasEditar

Referências

  1. «LA FUNDACIÓN DEL CLUB (1920-1930)». 13 de dezembro de 2015. Consultado em 19 de dezembro de 2018 
  2. «Os 25 anos da maior glória de um clube chileno: O Colo-Colo campeão da Libertadores». Trivela. 5 de junho de 2016. Consultado em 4 de setembro de 2019 
  3. Colo Colo se proclamó campeón de la Cola Libertadores Femenina
  4. Manuel Rojas Díaz (22 de novembro de 2011). «ANFP aprueba la Segunda División Profesional, pero se viene una pelea con ANFA». Emol (em espanhol). emol.com. Consultado em 29 de março de 2012 

Ligações externasEditar


 
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