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Club Social y Deportivo Colo-Colo

Disambig grey.svg Nota: Se procura o time baiano de futebol, veja Colo Colo de Futebol e Regatas.

O Club Social y Deportivo Colo-Colo é um clube chileno de futebol, da cidade de Santiago. Foi fundado em 19 de Abril de 1925, por um grupo de ex-jogadores do Club Social y Deportivo Magallanes, liderados por David Arellano. Desde 2005, é administrado pela sociedade anônima Blanco y Negro S.A. sob um sistema de concessão.

Colo-Colo
SCDColoColo.png
Nome Club Social y Deportivo Colo-Colo
Alcunhas Cacique
El Popular
Mascote Índio
Fundação 19 de abril de 1925 (92 anos)
Estádio Monumental David Arellano
Capacidade 47.017 pessoas
Localização Santiago, Chile
Presidente Chile Fernando Monsalve
Treinador Argentina Pablo Guede
Patrocinador Estados Unidos DirecTV
Material (d)esportivo Estados Unidos Under Armour
Competição Chile Campeonato Chileno (Apertura)
Chile Copa Chile
Chile Campeonato Chileno (Clausura)
Chile 2017
Chile 2017
Chile 2017
A disputar
A disputar
A disputar
Website colocolo.cl
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Suas cores são o preto e o branco, as quais utiliza em seu uniforme desde sua fundação. No que respeita a seu escudo tem mantido as cores da bandeira do Chile e desde princípio dos anos 1950, incorporou a figura dum mapuche como emblema da instituição.

O Colo-Colo é a equipe chilena com o maior número de títulos nacionais, com 31 conquistas. Foi também a primeira e única equipe chilena a conquistar a Copa Libertadores da América, no ano de 1991.

Seu arquirrival é o Universidad de Chile, com quem faz o confronto chamado de Superclássico, rivalizando também com outro clube de Santiago, a Universidad Católica, com quem faz o clássico Albo-Cruzado.

Índice

HistóriaEditar

Começou sua atividade futebolística no mesmo ano de sua constituição como parte da Liga Metropolitana, e entre 1927 e 1933, formou parte da Asociación de Football de Santiago, depois da reunificação das federações responsáveis da organização do futebol chileno em 1926. Também é considerado o clube mais popular de seu país.

Em 1933, foi um dos oito clubes fundadores da Liga Profesional de Football de Santiago, antecedente da Prima División de Chile. Desde então tem sido o único time que disputou todos os campeonatos oficiais.

1925: origensEditar

 
David Arellano, um dos fundadores do clube.

Fundado em 19 de Abril de 1925, na cidade de Santiago do Chile por David Arellano, que seria um de seus grandes jogadores, primeiro capitão da equipe e líder indiscutível. As cores escolhidas para esse então novo clube foram o branco, que simboliza a pureza, e o preto que representa a seriedade. O nome é uma homenagem ao cacique Colo-Colo, herói indígena da tribo Mapuche na luta contra os espanhóis durante o século XVI e que era conhecido por sua grande inteligência. Seu símbolo é a figura de um índio.

1926: primeiro título e revoluçãoEditar

O Colo-Colo venceu seu primeiro campeonato em 1926 apresentando uma verdadeira revolução para o futebol chileno: o chamado estilo de jogo "uruguaio" ou "científico", com passes rasteiros e jogadas ensaiadas e que surpreendia seus adversários. Além disso, foi a primeira equipe do país a ter treinamentos pré-estabelecidos para uma semana inteira. Foi o primeiro time do futebol chileno a ter um comportamento profissional. Com tudo isso, não foi difícil vencer seu primeiro campeonato e de forma invicta. Nesse mesmo ano, fez uma excursão ao sul do país, o que aumentou sua popularidade.

1927: Europa, glórias e lutoEditar

 
O Colo-Colo jogou contra a Real Unión Deportiva de Valladolid na España, em 2 de maio de 1927.

David Arellano foi o artilheiro do campeonato Sulamericano de Santiago e o Colo-Colo embarcou em uma turnê para a Europa tornando-se o primeiro clube chileno a pisar em solo europeu. Os países europeus visitados foram Espanha e Portugal. Além da Europa, foram também visitados México, Cuba, Uruguai e Argentina. O Colo-Colo consegue grandes e expressivos resultados e se transforma no clube chileno por excelência. Porém uma tragédia iria se abater sobre o clube: em 3 de maio de 1927, David Arellano morre de peritonite devido a um golpe que havia recebido no dia anterior em um jogo diante do Real Valladolid. A morte do fundador, capitão da equipe e ídolo comove a todos e faz aumentar o número de admiradores do clube. Desde então, o Colo-Colo tem uma faixa negra sobre seu escudo em sinal de luto para recordar eternamente a tragédia de seu grande jogador.

1931-1932: crise econômicaEditar

Após a excursão à Europa, o Colo-Colo torna-se indiscutivelmente o clube mais popular e importante do país. Porém, após o sucesso e a fama repentina, o clube passa por um período de crise econômica, o que seria uma constante na sua história e faria minguar os títulos.

1937-1939: os primeiros títulos na era profissionalEditar

 
Elenco do Colo-Colo que conseguiu o Campeonato Chileno de 1937.

O Colo-Colo foi um dos responsáveis para que se criasse definitivamente um campeonato profissional no Chile, que começou em 1933. Porém, ainda sob os efeitos da crise econômica, o time não foi bem. O primeiro título profissional veio somente em 1937, mas, em compensação, veio de forma espetacular: campeão invicto. O segundo título veio em 1939 e ainda teve o artilheiro do campeonato, o atacante Alfonso Domínguez, com 32 gols em 24 jogos.

1941: novo título e nova táticaEditar

Em 1941, o Colo-Colo consegue seu terceiro título e, novamente, de forma invicta. Dirigidos pelo treinador húngaro Francisco Platko, "Los Albos" ("Os Brancos", em espanhol) se utilizaram em seu sistema de jogo uma tática até então desconhecida e que se tornaria famosa: o WM.

1944-1947: mais títulos e o Campeonato Sul-Americano de CampeõesEditar

O Colo-Colo voltaria a vencer os campeonatos de 1944 e 1947 sendo que este último seria de grande transcendência, já que serviu de base para que o clube organizasse, em 1948, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, que contou com as melhores equipes da América do Sul daquela época: o River Plate, da Argentina; o Vasco da Gama (que seria o campeão), do Brasil; o Nacional, do Uruguai; o Litoral, da Bolívia; o Municipal, do Peru; o Emelec, do Equador.

1953-1956: os irmãos RobledoEditar

Vieram anos de "vacas magras", mas, em 1953, uma nova revolução foi liderada pelo Colo-Colo, comparada a de Arellano em 1925 e Platko em 1941. Esse ano marcou a chegada ao clube dos irmão Ted e Jorge Robledo, provenientes do time do Newcastle, da Inglaterra, aonde haviam sido campeões em 1952. Chilenos de nascimento, sua chegada ao clube marcou uma nova era, com um novo estilo de jogo, maior profissionalismo, além de um aumento enorme de espectadores aos estádios. Com Jorge Robledo à frente, o Colo-Colo venceria os campeonatos nacionais de 1953 e 1956.

1960-1963: o ataque dos 103 gols e o fim de uma tradiçãoEditar

O Colo-Colo só voltaria a vencer o campeonato nacional em 1960. Em 1963, voltaria a ser campeão com uma linha de ataque que fez história marcando o incrível número de 103 gols, um feito ainda não igualado e, de quebra, ainda teve o artilheiro do campeonato, o atacante Luis Hernán Álvarez, com 37 gols, uma marca que também perdura. Nesse mesmo ano, termina uma tradição que vinha desde 1944: a "chilenização" da equipe. Até então, no Colo-Colo só atuavam jogadores chilenos, a ponto do time chamar orgulhosamente a si mesmo de "a equipe do Chile".

1970: período difícilEditar

Os anos que se seguiram foram dos mais negros para "El Cacique" ("O Cacique", em espanhol). Além de sete anos sem títulos, houve uma crise institucional que culminou com uma intervenção no clube em 1968. Esse período difícil só terminou com a conquista do campeonato de 1970, com uma heróica vitória contra o time da Unión Española por 2x1, com um gol do brasileiro Elson Beyruth.

1972-1974: mais um título, primeira final de Libertadores e Copa do MundoEditar

Em 1972, a torcida "colocolina" voltou a celebrar. Sob o comando do treinador Luis Álamos, a classe em campo de Francisco Valdés, a explosão de Carlos Caszely no ataque e outros nomes de igual quilate, o Colo-Colo era uma equipe que dava espetáculo toda a semana, chegando a estabelecer um recorde de média de público de 40.000 pessoas por partida. Esse quadro seria a base do time que chegaria pela primeira vez a uma final de Copa Libertadores da América em 1973 contra o Independiente, da Argentina, que seria o campeão daquele ano. Foi a primeira vez que uma equipe chilena chegava à final de um torneio internacional. O Colo-Colo também foi a base da seleção chilena de futebol que disputaria a Copa do Mundo de 1974.

1979-1983: mais sete anos de azar e mais títulosEditar

Vieram mais sete anos sem nenhuma conquista agravada com outra intervenção no clube que pretendia realizar um "futebol-empresa" com resultados nefastos. Essa má fase só terminou com as conquistas dos campeonatos de 1979, 1981 e 1983.

1986-1989: novos dirigentes, novos conceitos, novo estádio e novas conquistasEditar

Em 1986, um novo grupo de dirigentes assume a direção do clube levando novos conceitos empresariais. Sob a direção do treinador Arturo Salah, o Colo-Colo conquista o título daquele ano. Em 1989, é inaugurado o estádio Monumental David Arellano. O novo estádio traz sorte, pois "Los Albos" conquistam o campeonato daquele ano, também sob a direção de Salah.

1990-1991: Copa Libertadores da AméricaEditar

Assume a direção técnica da equipe o croata Mirko Jozic trazendo profundas mudanças para "El Cacique": é adotado um sistema de jogo europeu, com marcação homem-a-homem, com uma dinâmica acima da média. Com esse sistema de jogo e contando com talentos como Lizardo Garrido, o Colo-Colo pela primeira vez conquista um tricampeonato nacional (os títulos de 1990 e 1991 somados ao de 1989) e, principalmente, conquista também pela primeira vez a Copa Libertadores da América em partidas memoráveis contra gigantes do futebol sul-americano como o Nacional, do Uruguai; o Boca Juniors, da Argentina e o Olimpia, do Paraguai, com quem fez a grande final. Em 5 de junho de 1991, o Colo-Colo conquista o tão ambicionado título continental. Porém, na disputa da Copa Intercontinental, não é tão feliz e é derrotado pela a equipe do Estrela Vermelha da então Iugoslávia.

1992-1993: o fim da era Jozik: Recopa Sul-Americana e Copa InteramericanaEditar

A chamada "era Jozik" terminaria de forma triunfal com mais dois títulos internacionais e um nacional: o Colo-Colo conquista a Recopa Sul-Americana contra o Cruzeiro, do Brasil; a Copa Interamericana contra o Puebla, do México e, por fim, o campeonato chileno de 1993.

1996-1998: instabilidade e tricampeonatoEditar

Após os triunfos internacionais, veio um período de instabilidade devido a uma crise gerada por disputas internas pela presidência da instituição e uma dívida financeira que crescia perigosamente. Porém, a contratação do treinador paraguaio Gustavo Benítez, em 1995, fez com que o Colo-Colo conquistasse aquele que a torcida considera como o seu segundo tricampeonato: os títulos de 1996, 1997 (torneio Clausura) e 1998.

2002: a quebraEditar

A saída inesperada de Benítez foi o início de uma crise sem par com compromissos financeiros insustentáveis e que culminou com a quebra do clube determinado pela justiça chilena em 2002.

2002-: a volta por cima até hojeEditar

 
A equipe do Colo-Colo levanta a copa do Torneo Clausura 2006.

Jaime Pizarro, um ex-jogador do Colo-Colo, assumiu a direção técnica do time, e fez com que a equipe recuperasse a velha mística com a conquista do título de 2002 (torneio Clausura). Em 2005, um grupo de gerenciamento chamado Blanco & Negro S.A. assumiu a administração do clube e o fim da quebra foi decretada em março de 2006. Os resultados logo se fizeram sentir: tendo à frente a dupla Matías Fernandez e Humberto Suazo, nesse mesmo ano o Colo-Colo conquistou o campeonato chileno (torneios Apertura e Clausura) e chegou à final da Copa Sul-Americana contra a equipe do Pachuca, do México. Apesar da derrota na final dessa competição para o time mexicano, não são poucos aqueles que vêem o futuro da equipe mais popular do Chile com otimismo. Tanto que, em 2007, conseguiu o tetracampeonato do campeonato chileno (torneio apertura e clausura).

Futebol FemininoEditar

 
A equipe feminina do Colo-Colo exibe o troféu da Copa Libertadores da América de Futebol Feminino juntamente com o então presidente do Chile, Sebastián Piñera

A equipe feminina do Colo-Colo conquistou de forma inédita e invicta a Copa Libertadores da América de Futebol Feminino de 2012.[1] É também o maior vencedor do Campeonato Chileno Feminino.

TítulosEditar

INTERCONTINENTAL
Competição Títulos Temporadas
  Copa Interamericana 1 1992 
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
  Copa Libertadores da América 1 1991
  Recopa Sul Americana 1 1992 
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Chileno 31 1937, 1939, 1941, 1944, 1947, 1953, 1956, 1960, 1963, 1970, 1972, 1979, 1981, 1983, 1986, 1989, 1990, 1991, 1993, 1996, 1997, 1998, 2002, 2006, 2006, 2007, 2007, 2008, 2009, 2014 e 2015
  Copa Chile 11 1958, 1974, 1981, 1982, 1985, 1988, 1989, 1990, 1994, 1996 e 2016
  Supercopa do Chile 1 2017
  Campeonato de Apertura 4 1933, 1938, 1940 e 1945
 
Colo-Colo ganhou a honra de usar o escudo do Chile nos anos 2003, 2006, 2007, 2009 e 2010.

Legenda:

A (Apertura)
C (Clausura)

Distinções
  •   Brasão do Chile (7): 2003, 2006, 2007, 2009, 2010, 2014, 2016
Brasão para o campeão em sua camisa.

  Campeão Invicto

Futebol FemininoEditar

CONTINENTAIS (Feminino)
Competição Títulos Temporadas
  Copa Libertadores da América de Futebol Feminino 1 2012 
NACIONAIS (Feminino)
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Chileno 9 2010 , 2011 (A), 2011 (C), 2012 (A) , 2012 (C) , 2013 (A) , 2013 (C) , 2014 (A), 2014 (C) 

Legenda:

A (Apertura)
C (Clausura)

  Campeão Invicto


Elenco atualEditar

  • Atualizado em 19 de setembro de 2017.


Goleiros
Jogador
1   Agustín Orión
12   Omar Carabalí
13   Álvaro Salazar
25   Pablo Soto
Defensores
Jogador Pos.
2   Fernando Meza Z
4   Matías Zaldívia Z
5   Julio Barroso Z
22   Diego Ohlsson Z
38   Hardy Cavero Z
11   Gonzalo Fierro   LD
16   Óscar Opazo LD
28   Felipe Campos LD
3   Ángel Rojas LE
21   Brayan Véjar LE
'   Luis Pavez LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
8   Jaime Valdés V
17   Gabriel Suazo V
23   Claudio Baeza V
24   Jorge Araya V
37   Benjamin Jérez V
6   Christofer Gonzales M
7   Nicolás Maturana M
10   Jorge Valdivia M
14   Ramón Fernández M
15   Michael Ríos M
33   Branco Provoste M
Atacantes
Jogador
9   Octavio Rivero
18   Andrés Vilches
19   Marcos Bolados
26   Luis Salas
27   Zederick Vega
30   Iván Morales
'   Nicolás Orellana
Comissão técnica
Nome Pos.
  Pablo Guede T
  Marcelo Ramírez TG

Jogadores destacadosEditar

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Colo-Colo:

UniformesEditar

 
Camiseta utilizada por Leonel Herrera na final da Copa Libertadores da América de 1991, onde marcou o último dos três gols na vitória do Colo-Colo sobre o Olimpia.

Desde o dia de sua fundação Colo-Colo tem mantido seu uniforme titular e, durante sua história, as modificações em seu desenho tem sido mínimas. O uniforme do clube foi definido o mesmo dia 19 de abril de 1925 por Juan Quiñones. Camisa branca, que representaria a pureza; calções inteiramente negros, como símbolo de seriedade; meias negras com uma faixa branca, não como um homenagem ao uniforme dos marinhos da Armada do Chile como se assinala tradicionalmente, senão porque Guillermo Cáceres, quem propôs esse desenho, conhecia vendedores clandestinos de apetrechos da marinha em Valparaíso; e sapatos negros com uma faixa cor vermelha, conforme proposição de David Arellano. Nos anos 1940 Colo-Colo trocou a cor de suas meias, do negro passaram ao branco, ainda em alguns anos voltou-se a utilizar a cor negro.

Desde a trágica morte de David Arellano em Valhadolide em 1927, a camisa de Colo-Colo leva uma fita cor negro, que representa o luto eterno da instituição à partida de seu fundador. Ao princípio, esta faixa ia na manga esquerda da camisa, áte que em 1974 foi situada sobre o escudo do clube.

Categorias de BaseEditar

Sub-18Editar

Elenco atualEditar


Goleiros
Jogador
  Rayo
  Jara
  Soto
Defensores
Jogador Pos.
  Poblete Z
  Vivallo Z
  Carvajal Z
  Caballero Z
  Aravena LD
  Rojas LD
  Sánchez LE
  Manuel Bravo LE
  Cabrera LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
  Baeza V
  Ramírez V
  Caroca V
  Lizama V
  Riffo V
  González V
  Yévenes M
Atacantes
Jogador
  Miranda
  Lara
  Pontigo
  Sergio Bravo
Comissão técnica
Nome Pos.
  Hugo González T
Legenda
  •  : Capitão
  •  : Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  •  : Jogador suspenso

TransferênciasEditar