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Club Nacional de Football

O Club Nacional de Football é um clube de futebol do Uruguai, fundado em 14 de maio de 1899, após a fusão, por iniciativa de jovens universitários da época, dos clubes Uruguay Athletic Club e Montevideo Football Club.

Nacional
Escudo del Club Nacional de Football.svg
Nome Club Nacional de Football
Alcunhas Bolsos
Bolsilludos
Decano
Albos
Tricolores
Rey de Copas
Fundação 14 de maio de 1899 (119 anos)
Estádio Gran Parque Central
Capacidade 30.000 pessoas[1]
Localização Montevidéu, Uruguai
Presidente José Luis Rodríguez
Treinador Alexander Medina
Patrocinador Antel
Material (d)esportivo Umbro
Competição Campeonato Uruguaio
Copa Sul-Americana
Copa Libertadores
Website nacional.com.uy
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O clube pratica diversas modalidades esportivas, sendo a mais importante delas o futebol, esporte pelo qual tem obtido importantes vitórias em nível nacional e internacional, ganhando assim um considerável reconhecimento em nível mundial. Foi três vezes campeão da Copa Libertadores da América, e nas três vezes que foi à Copa Intercontinental, não perdeu nenhuma.

O Nacional faz com o seu rival tradicional Peñarol, um dos maiores clássicos do futebol mundial.

Índice

HistóriaEditar

Fundação e primeiros anos[2]Editar

Em 14 de maio de 1899 na casa do Dr. Ernesto Caprario, ao lado do atual Teatro Verdi, sócios, jogadores e dirigentes dos clubes Uruguay Athletic Club, com sede em La Unión, e Montevideo Football Club fundem-se para criar o Club Nacional de Football, primeira equipe criolla da América Latina.

Tem inspiração no nome escolhido e nas cores da bandeira de José Artigas: camisa vermelha, com gola, extremo da manga e calção azuis. Para a bandeira, se mantiveram as cores e o desenho da insígnia tricolor do herói uruguaio.

Seu primeiro campo foi em Punta de las Carretas, onde disputou a primeira partida amistosa em 18 de junho de 1899 contra o Internacional.

Em 1900 cria-se The Uruguay Association Football League e o Nacional recebe em usufruto o Estádio Gran Parque Central. Já, em 1901, a liga aceita a incorporção do Nacional para disputar a Primera Copa Uruguaya quando o clube é convidado a ingressar na liga Argentina de futebol.

Contribuições para a Seleção UruguaiaEditar

Em 1903, todo o time do Nacional representa a Seleção Uruguaia em um confronto com a Argentina que culmina com a vitória da celeste (de NACIONAL) por 3 a 2, que é a primeira vitória internacional do futebol uruguaio.

Em 1924, a seleção uruguaia campeão dos Jogos Olímpicos, tinha grande parte dos seus jogadores formados no Nacional. O mesmo se aplica as equipes de 1928 e 1930, campeões olímpicos e mundiais, respectivamente, dos quais Nacional foi também a base.

O clube das conquistasEditar

O Nacional é o clube que mais ganhou campeonatos uruguaios na época amadora, com 11 títulos, o primeiro em 1902.

Nos anos como amador, o Nacional consegue dois tricampeonatos, um em 1915-1916-1917 e o outro em 1922-1923-1924.

Na era profissional, ganha 34 campeonatos nacionais uruguaios, o último em 2015.

Dos 5 campeonatos ganhos, em sequência, o de 1941 é mais lembrado para os tricolores, uma vez que o clube venceu o torneio com uma invencibilidade impressionante, ganhando todos os jogos disputados, sem perder nenhum ponto sequer. Algo que dava inveja aos rivais.

Entre os anos 1955 e 1957, obtém seu terceiro tricampeonato uruguaio (o primeiro na era profissional).

Entre os anos 1969 e 1972 obtém seu primeiro tetracampeonato uruguaio.

Entre 2000 e 2002 obtém seu quarto tricampeonato uruguaio (segundo na era profissional).

As excursões internacionaisEditar

Em 1925, o Nacional excursionou pela Europa, excursão considerada a mais bem sucedida de uma equipe de futebol de todos os tempos.

Durante esse passeio, jogou contra equipes profissionais de nível superior na Europa (onde Nacional, ainda um time amador), tendo ganho a grande maioria dos jogos. Em seis meses, o Nacional passou por 9 países e foi visto por um total de 800.000 espectadores. Disputou 38 jogos, vencendo 26, empatando 5 e perdendo 7.

Em 1927, o Nacional fez uma turnê americana, com resultados semelhantes aos da turnê europeia de 1925.

1971: A primeira Copa LibertadoresEditar

No ano 1971 o Nacional venceu a sua primeira Copa Libertadores da América ao derrotar na final o clube argentino Estudiantes.

Nesse mesmo ano, em sua primeira Taça Intercontinental, jogou contra o Panathinaikos da Grécia e derrotou o clube europeu trazendo o inédito título para o Nacional. Nesta época, a Taça Intercontinental era a competição de maior nível do futebol de clubes.

No ano seguinte, ele obteve sua primeira Copa Interamericana, derrotando o mexicano Cruz Azul, sendo o único clube uruguaio a ter esse troféu.

1980: A segunda LibertadoresEditar

O Nacional, durante a presidência de Dante Iocco, voltou à Taça Libertadores da América em 1980, e venceu um clube brasileiro na final: o Internacional de Porto Alegre. Na partida de ida, disputada no dia 30 de julho em Porto Alegre, um empate sem gols. No jogo decisivo, dia 6 de agosto, em Montevidéu, o Estádio Centenário recebeu aproximadamente 65 mil torcedores, que viram o atacante Waldemar Victorino marcar o único gol da partida, decretando a segunda conquista da Libertadores para o Nacional. A equipe do Nacional entrou em campo com: Rodolfo Rodríguez; José Moreira, Juan Blanco, Hugo de León e Washington González; Eduardo de la Peña, Víctor Espárrago e Arsenio Luzardo; Alberto Bica, Waldemar Victorino e Julio César Morales. O time foi comandado por Juan Martín Mujica.

No ano seguinte, obtém a Taça Intercontinental pela segunda vez, batendo o Nottingham Forest da Inglaterra por 1 a 0, novamente com gol decisivo de Waldemar Victorino.

1988: A terceira LibertadoresEditar

A terceira Copa Libertadores da América chega em 1988, após perder por 1 a 0 fora de casa e depois vencer por 3 a 0 o Newell's Old Boys da Argentina, no Estádio Centenário, com gols de Ernesto "Pinóquio" Vargas, Hugo de León e Santiago Ostolaza.

No mesmo ano, obteve a Taça Intercontinental pela terceira vez, com uma heróica vitória por 7 a 6 nos pênaltis sobre o PSV Eindhoven dos Países Baixos,após empate por 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação.

Com este triunfo sobre a equipe liderada por Guus Hiddink, consagrou-se como o primeira equipe Tricampeã do Intercontinental invicta.

No ano seguinte, venceu a segunda Copa Interamericana, desta vez ganhando do Olimpia de Honduras.

Também em 1989, obteve a Recopa Sul-Americana, derrotando o Racing Club da Argentina, o Nacional ganhava uma Tríplice Coroa, porque venceu a Libertadores 1988, a Copa Intercontinental 1988 e a Recopa Sul-Americana de 1989. Além disso, este foi o último título internacional oficial ganhado por um clube uruguaio até hoje.

Em 2002, o Nacional chegou perto de conseguir o inédito título da Copa Sul-Americana 2002, ao perder nos pênaltis por 5 a 3 para o Atlético Nacional nas semi-finais da competição, o Nacional ficou em 3º. Caso conseguisse esse título, o Nacional seria junto com o Boca Juniors, LDU de Quito,São Paulo Futebol Clube e o Internacional os únicos times que venceram todas as competições ainda ativas da Conmebol (Copa Libertadores, Recopa Sul-Americana e Copa Sul-Americana).

O clássico Nacional vs. PeñarolEditar

 Ver artigo principal: Nacional vs. Peñarol

Quanto a confrontos com o Peñarol, adversário do tricolor, a equipe do Nacional detém o recorde de invencibilidade de 16 clássicos (entre os anos 1971 e 1974).

Da mesma forma, detém o recorde por ter 10 vitórias em clássicos seguidos (entre os anos 1939 e 1942). Entre estes 10 clássicos apareceu a maior goleada dos clássicos entre Nacional e Peñarol: Em 14 de dezembro de 1941 o Peñarol foi derrotado pelo Nacional por 6 a 0.

O Nacional tem o maior artilheiro da história do clássico: o argentino Atilio García, com 34 gols.

Também é a equipe que mais venceu clássicos em finais e a que mais venceu nos jogos de volta (jogos em que iniciou em desvantagem e na partida de volta triunfou).

Foi a equipe que ganhou todos os clássicos que foram jogados no exterior (o primeira em La Plata, Argentina em 1960 por 4 a 0, o segundo na Corunha, Espanha, em 2005, por 3 a 1)

Recentemente o Nacional teve uma sequência de invencibilidade de 10 clássicos: entre 27 de janeiro de 2004 e 26 de novembro de 2006.

TítulosEditar

 
Sala de troféus do clube.
 
A equipe do Nacional que conquistou a Copa Libertadores da América de 1971
Mundiais
Competição Títulos Temporadas
  Copa Intercontinental 3 1971, 1980, 1988
Intercontinentais
Competição Títulos Temporadas
  Copa Interamericana 2 1971, 1988
Continentais
Competição Títulos Temporadas
  Copa Libertadores da América 3 1971, 1980, 1988
  Recopa Sul-Americana 1 1989
AUF   x   AFA
Competição Títulos Temporadas
  Copa Aldao 3 1916, 1919, 1920
  Copa de Honor Cousenier 4 1905, 1915, 1916, 1917
  Cup Tie Competition 2 1913, 1915
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Uruguaio 47 1902, 1903, 1912, 1915, 1916, 1917, 1919, 1920, 1922, 1923, 1924, 1933, 1934, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1946, 1947, 1950, 1952, 1955, 1956, 1957, 1963, 1966, 1969, 1970, 1971, 1972, 1977, 1980, 1983, 1992, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005, 2005/06, 2008/09, 2010/11, 2011/12, 2014/15, 2016
  Liga Pré-Libertadores da América 8 1982, 1990, 1992, 1993, 1996, 1999, 2007, 2008
  Copa Competencia 8 1903, 1912, 1913, 1914, 1915, 1919, 1921, 1923
  Torneo Competencia 10 1934, 1945, 1948, 1952, 1958, 1959, 1961, 1962, 1963, 1989
  Copa de Honor 7 1905, 1906, 1913, 1914, 1915, 1916, 1917
  Torneo de Honor 14 1935, 1938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1943, 1946, 1948, 1955, 1957, 1958, 1961, 1963

Outras conquistas:

Torneio Intermédio: 2017/2018

Torneio Clausura: 1995/1996/1998/2001/2006/2011

Torneio Apertura: 1997/1998/1999/2000/2002/2003/2004/2009/2011/2014/2018

Torneio da Costa do Sol: 1972/2006

Troféu Teresa Herrera: 1958

Copa Bimbo: 2010/2011/2014/2015

Copa Antel: 2013/2014/2015/2016

Estatísticas:

Temporadas na Primeira Divisão: 109

  • Temporadas na Segunda Divisão: 0
  • Melhor lugar na Primeira Divisão: 1 (46 vezes)
  • Pior posição na Primeira Divisão: 7 º (1988)
  • Maior goleada conseguida:
    • Nos campeonatos nacionais: 11-0 no Charley, em 1920
  • Mais anos no clube: Hector Scarone (21 anos, 1917 a 1939)
  • Mais jogos pela Copa Libertadores da América: Julio Cesar Morales (76 jogos)
  • Maior Artilheiro: Atilio Garcia (468 metas)
  • Goleiro que mais tempo ficou sem tomar gol: Gustavo Munúa, 963 minutos sem receber gols (2003)
  • Jogador com mais campeonatos nacionais: Alfredo Foglino (9 campeonatos)

Categorias de BaseEditar

CONTINENTAL (Juvenil)
Competição Títulos Temporadas
  Copa Libertadores da América Sub-20 1 2018 

  Campeão Invicto

Elenco atualEditar


Goleiros
Jogador
1   Esteban Conde
26   Franco Israel
12   Luis Mejía
Defensores
Jogador Pos.
2   Sebastián Gorga Z
5   Erick Cabaco Z
23   Diego Polenta   Z
21   Guzmán Corujo Z
4   Jorge Fucile LD
'   Alejandro Cavanna LD
6   Mathías Olivera LE
22   Alfonso Espino LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
8   Sebastián Eguren V
14   Gonzalo Porras V
15   Nicolás Prieto V
33   Rafael García V
17   Christian Oliva M
18   Felipe Carballo M
19   Santiago Romero M
31   Alejandro Bárbaro M
'   Álvaro González M
Atacantes
Jogador
7   Kevin Ramírez
11   Leandro Barcia
13   Juan Mascia
21   Rodrigo Amaral
24   Gonzalo Bergessio
29   Cristian Tabó
30   Sebastián Fernández
33   Sebastián Sosa
10   Tabaré Viudez
Comissão técnica
Nome Pos.
  Alexander Medina T
  Juan Carlos Blanco AS
Legenda
  •  : Capitão
  •  : Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  •  : Jogador suspenso

TransferênciasEditar

Clausura 2016

Legenda


Jogadores destacadosEditar

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Nacional:

TreinadoresEditar

Sedes e estádiosEditar

Gran Parque Central
 Ver artigo principal: Estádio Gran Parque Central

Localizado no bairro La Blanqueada, em Montevidéu, o estádio Gran Parque Central, remodelado no começo de 2005, é o campo do Nacional.

Este estádio, com capacidade para 26.500 pessoas, foi recentemente reconhecido pela FIFA por ter sido sede da primeira partida da história das Copas do Mundo (disputado em 13 de Julho de 1930, entre Estados Unidos e Bélgica, pelo Grupo D da Copa do Mundo, com resultado favorável para os americanos por 3 a 0). Simultaneamente, outra partida foi disputada no atualmente inexistente Estádio Pocitos.

No terreno onde atualmente se localiza o Parque Central, José Artigas foi nomeado Chefe dos Orientais, em 1811. Esta data não faz mais que afirmar o sentimento oriental do Nacional, o forte vínculo do clube com as raízes históricas do Uruguai, que também se reflete no nome, escudo e uniforme do clube.

Para encontros que se possam ter um maior público que do Parque Central, utiliza-se o Estádio Centenário.

EscudoEditar

As cores do clube são azul, branco e vermelho, que se reflectem nas suas sociais e os símbolos foram formados a partir da bandeira de independência uruguaia.

A bandeira do clube, é composta da seguinte forma: azul sobre um fundo branco em listra diagonal, da esquerda para a direita e de baixo para cima, o que inclui, em vermelho, as iniciais C. N. de F.

UniformesEditar

Uniformes atuaisEditar

  • 1º uniforme: Camisa branca, calção e meias azuis;
  • 2º uniforme: Camisa vermelha, calção e meias vermelhas;
  • 3º uniforme: Camisa azul, calção e meias azuis;
  • 4º uniforme: Camisa azul celeste, calção e meias brancas;
     
 
 
1º Uniforme
     
 
 
2º Uniforme
     
 
 
3º Uniforme
     
 
 
4º Uniforme

Uniformes dos goleirosEditar

  • Camisa azul, calção e meias azuis;
  • Camisa azul celeste, calção e meias azuis celeste;
  • Camisa laranja, calção e meias laranjas.
     
 
 
'
     
 
 
'
     
 
 
'

Uniformes anterioresEditar

  • 2016
     
 
 
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'
     
 
 
'
     
 
 
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  • 2015
     
 
 
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'
     
 
 
'
  • 2014
     
 
 
'
     
 
 
'
     
 
 
'
  • 2013
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo
     
 
 
Terceiro
  • 2012
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo
     
 
 
Terceiro
     
 
 
Quarto
  • 2011
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo
     
 
 
Terceiro
     
 
 
Quarto
  • 2010
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo
     
 
 
Terceiro
  • 2009
     
 
 
Primeiro
     
 
 
Segundo

TorcidaEditar

 
Torcida do Nacional en A Corunha.

O Uruguai está dividido por dois gigantes, torcedores do Nacional e do Peñarol.

Um inquérito nacional conduzido pelo consultor em dados de 1997, publicado pelo diário El Pais, põe o Nacional como preferência de 45% da população uruguaia e o Peñarol com 42%. Outro estudo feito em 2006, contrasta com o primeiro dando 45% para o Peñarol e 35% para o Nacional.

A Barra Brava do Nacional é conhecida como La Banda del Parque.

Presidentes ao longo do tempoEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Un Parque Central de 30.000 espectadores» 
  2. Trayectoria de Club Nacional de Montevideo. Disponível em: http://www.nacional.com.uy/mvdcms/uc_21_1.html, acessado em 23 de junho de 2010
  3. a b «Pablo Álvarez y Andrés Scotti ya son de Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 3 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012. 
  4. «Bava arriba hoy "a pelear el puesto"» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 12 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012. 
  5. «Gallardo le había echado el ojo y Aguirre llegó a Colonia» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 12 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012. 
  6. «Vicente Sánchez es jugador de Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 13 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  7. «Es definitivo: Damonte llega hoy a Nacional» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 19 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  8. «Juan Cruz Mascia será tricolor» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 19 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  9. «Porta rescindió y se vuelve a jugar la Copa» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 22 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  10. «Rodrigo Muñoz es jugador del Libertad» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 9 de janeiro de 2012. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  11. «Dicen que Charquero ya es del Alianza» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 27 de dezembro de 2011. Consultado em 17 de junho de 2012. 
  12. a b c d «No siguen Godoy, Anderson, Peralta y Marques» (em espanhol). Ovaciondigital.com.uy. 3 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012. 
  13. a b «Matías Sosa también sería baja» (em espanhol). El Observador. 9 de janeiro de 2012. Consultado em 16 de junho de 2012. 

Ligações externasEditar


 
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