Copa Sul-Americana

competição continental de clubes de futebol da América do Sul

A Copa Sul-Americana (em espanhol: Copa Sudamericana), cujo nome oficial atual é CONMEBOL Sul-Americana,[1] é uma competição continental de clubes de futebol da América do Sul, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) desde 2002. É a competição secundária em relação a Copa Libertadores da América.[2]

CONMEBOL Sudamericana
Copa Sul-Americana
Conmebol Sudamericana logo.png
Logotipo atual
Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 20
Local de disputa América do Sul
Sistema Grupos e eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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Substituiu, em 2002, as copas Mercosul e Merconorte (1998–2001), sendo que estas substituíram a Supercopa Sul-Americana (1988–1997) e Copa Conmebol (1992–1999).[3] A Copa Sul-Americana resultou da tentativa frustrada de se disputar uma Copa Pan-Americana de clubes, incluindo competidores das Américas Central e do Norte entre 2002 e 2008.[4]

Até 2010, era patrocinada pela montadora japonesa Nissan, e em 2011 e 2012, pela fabricante de pneus japonesa Bridgestone.[5] Em 2013 e 2014 foi patrocinada pela petroquímica francesa Total.[6]

Após escândalo na CONMEBOL em 2015,[7] a Copa Sul-Americana perdeu patrocinadores,[8] embora tenha sido garantida até 2018 por aumento na cota de participação dos direitos de transmissão ao canal de TV Fox Sports.[9] Em 8 de maio de 2017 a CONMEBOL anunciou a Bumbet, site de apostas, como novo patrocinador premium da entidade para as edições de 2017 e 2018.[10]

HistóriaEditar

 
Logotipo com o patrocínio da Nissan (2003–2010).
 
Logotipo com o patrocínio da Bridgestone (2011–2012).
 
Logotipo com o patrocínio da Total (2013–2014).

A primeira tentativa de uma competição secundária a Libertadores foi a Recopa Sul-Americana de Clubes, que teve apenas uma edição oficial (reconhecida em 2005),[11] no ano de 1970, e outra amistosa, no ano seguinte. Visava reunir os terceiros colocados nos campeonatos nacionais (alguns países criaram copas nacionais para indicar o representante), não contando com a presença de Brasil e Colômbia em sua edição principal.

A Copa CONMEBOL, disputada de 1992 a 1999, é considerada sua precursora pelas formas muito similares de classificação para o certame: os melhores do campeonato nacional que não haviam se classificado para a Libertadores era o critério mais usado, em que pese outras formas de classificação (como viria a ocorrer na Sul-Americana), dependendo do interesse de cada associação;[12][13][14] a maior diferença era o número de participantes, apenas 16 ou 18.[15][16][17] No entanto, durante sua vigência, a segunda competição em relevância era a Supercopa Sul-Americana (1988–1997) e, posteriormente, as copas Mercosul e Merconorte (1998–2001). Apesar de anteceder na vaga da Recopa Sul-Americana, a afirmação de que a Supercopa é antecessora da Sul-Americana enfrenta certos limites: era uma competição que reunia os campeões da Libertadores (critério de classificação histórico: direito de participação "eterno" a quem ganhasse ao menos uma), com objetivo e finalidade diferentes da Sul-Americana, permitindo o paralelo de disputa com a taça mais importante. Não obstante ser a competição terciária, a Copa Conmebol, dado o número de vagas para a CLA da época ser expressivamente menor que o atual, tinha, com exceção das duas últimas edições, times melhores ranqueados e considerados mais tradicionais que os da Sul-Americana (o Botafogo, por exemplo, campeão de 1993, classificou-se por ser vice do Brasileirão de 1992), embora muitas vezes estes optassem por elencos mais jovens. A Copa Mercosul e a Copa Merconorte (1998–2001), que ofuscaram a Copa Conmebol, são tidas como antecessoras imediatas (principalmente a primeira, por ter as grandes forças sul-americanas), com as ressalvas de que cada uma só contava com times de cinco países da confederação sul-americana; tiveram sistema de grupos nas 4 edições; não davam vaga na Recopa, não tendo havido um jogo unificador das duas com esse intento (a Recopa ficou fora de disputa nesse tempo); não impediam a participação na Libertadores (vide o Palmeiras em 1999, campeão em uma e vice na outra); e de que a participação era por convite.[18] A Merconorte (que reunia equipes de países menos fortes da Conmebol, à exceção talvez da Colômbia), tinha uma forte semelhança com as edições de 2005 a 2008: a presença de times da Concacaf (mexicanos, estadunidenses e costarriquenhos).[12]

Antes de 2017, apesar de não ser muito comum, a disputa da Sul-Americana após ter jogado a Libertadores (esta ocorria no primeiro semestre, aquela, no segundo), além do caso do atual campeão, podia ocorrer a depender dos critérios das confederações nacionais. O Atlético Nacional disputaria a final de 2016, não ocorrida por razão do acidente no voo da Chapecoense, como campeão da principal competição do continente daquele mesmo ano.

 
Ao conquistar a edição de 2011, a Universidad de Chile tornou-se a primeira equipe chilena a vencer a Copa Sul-Americana e com a melhor campanha da competição até hoje.
 
O paraguaio Claudio Morel Rodríguez é o futebolista que mais vezes ganhou a Copa Sul-americana, com conquistas em 2002 (pelo San Lorenzo), 2004 e 2005 (pelo Boca Juniors).

Desde sua criação, em 2002, o campeão se classifica para disputar a Recopa Sul-Americana no ano seguinte contra o campeão da Copa Libertadores do mesmo ano. Até o presente momento, a maior série de conquistas do seu representante no tira-teima é de 2004 a 2006. Desde 2007, o campeão também se classifica para disputar no ano seguinte, no Japão, a J.League YBC Levain Cup/CONMEBOL Sudamericana Final (nomeada de 2008 a 2018 de Copa Suruga Bank), contra o campeão da Copa da Liga Japonesa do mesmo ano. A partir da edição de 2010,[19] a CONMEBOL incluiu uma vaga para o campeão da Copa Sul-Americana na edição seguinte da Libertadores.[20]

Entre 2005 e 2008 clubes da CONCACAF participaram como convidados. Nesse período chegaram a participar equipes do México, Estados Unidos, Costa Rica e Honduras. Na edição de 2006 o Pachuca tornou-se o primeiro clube não sul-americano a vencer uma competição organizada pela CONMEBOL.

O Internacional (2008), a Universidad de Chile (2011), o São Paulo (2012) e o River Plate (2014) foram os únicos campeões invictos na história da Copa; o primeiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos,[21][22] o segundo com dez vitórias e dois empates em doze jogos;[23] o terceiro com cinco vitórias e cinco empates em dez jogos[24] e o quarto com oito vitórias e dois empates em dez jogos.[25]

Em novembro de 2011, a CONMEBOL e os representantes das confederações participantes do torneio decidiram pela abertura de mais 8 vagas para a edição de 2012. Os países que até então tinham apenas 3 vagas, passaram a contar com 4 representantes a partir daquela edição, com exceção de Argentina e Brasil (6 e 8 vagas respectivamente, sendo que a CBF perderia duas vagas em 2017).[26] Em 2015 e 2016 teve o seu campeão participando da Supercopa Euroamericana, competição amistosa contra o campeão da Liga Europa da UEFA.[27]

Até o momento, apenas uma vez o vencedor da Sul-Americana venceu a Copa Libertadores do ano seguinte: o River Plate, campeão de 2014, na edição de 2015. El Millonario ganharia ainda a Recopa[28] e a Copa Suruga de 2015, sendo o único a ganhar estas duas taças no mesmo ano. O time ainda ganhou a amistosa Supercopa Euroamericana, feito não obtido no ano seguinte pelo Santa Fe.

A partir de 2017, passou por uma nova reformulação. Antes disputada apenas no segundo semestre, passou a ocorrer durante toda a temporada em paralelo com a Copa Libertadores, sendo que 12 equipes (dez de 2017 a 2020) eliminadas desta competição antes das oitavas de final são transferidas para a Copa Sul-Americana.[29] Desde aquela temporada, foi vetada a dupla classificação e a possibilidade de título no mesmo ano das duas competições continentais.[30] Em 2021, deixou de ser apenas mata-mata, tendo uma fase nacional preliminar (de 32 continuam 16, sendo dois de cada país; nessa não jogam times de Brasil e Argentina), a fase de grupos (8 grupos de 4: dos 32 times, 16 vêm da anterior, 6 do Campeonato Argentino, 6 do Campeonato Brasileiro e 4 da eliminação na terceira preliminar da Libertadores) e o mata-mata a partir das oitavas (o primeiro lugar de cada grupo e os 8 que ficaram em terceiro lugar nos grupos da Libertadores).[31] Com exceção da final, que desde 2019 é disputada em jogo único, os demais confrontos ocorrem em ida-e-volta.

O único time a ser bicampeão consecutivo da competição foi o Boca Juniors (2004, 2005). Um novo time bicampeão, mas de forma interruptiva, só surgiria em 2017, quando o Club Atlético Independiente, campeão em 2010, voltou a levantar a taça. Juntos com o Athlético-PR, vencedor em 2018 e 2021, são os maiores campeões. O torneio conta com 17 campeões de 7 países (sendo um da Concacaf), tendo tido uma sequência de 12 campeões diferentes em 12 anos: 2005 a 2016.

No BrasilEditar

 
A Chapecoense conquistou a Copa Sul-Americana de 2016 de forma póstuma.

O Brasil não participou da primeira Copa Sul-Americana (2002) alegando problemas de calendário. O torneio não foi muito valorizado nos primeiros anos de disputa pelos grandes clubes brasileiros.[32][33] A classificação de brasileiros para a Sul-Americana envolveu o Ranking de Clubes da CONMEBOL nas edições de 2003 e 2004; atualmente ela se dá apenas ao mérito esportivo obtido na temporada anterior.

Até o ano de 2012 classificavam-se para a competição oito clubes: os que ocupassem da quinta à décima segunda posição no Campeonato Brasileiro. A presença de outros clubes já classificados para a Libertadores entre os doze primeiros do Campeonato Brasileiro abria vagas na Sul-Americana para os próximos clubes mais bem posicionados.

Em 2013, o critério de classificação de clubes brasileiros para a Copa Sul-Americana mudou. Os representantes brasileiros eram os perdedores da Copa do Brasil até a terceira fase que tivessem o melhor desempenho na edição do Brasileirão do ano anterior, o que poderia incluir os quatro clubes promovidos da segunda divisão.[34] Tal critério foi utilizado até 2016.

Entre 2014 e 2016 a Copa do Nordeste passou a distribuir uma vaga ao seu campeão na Sul-Americana, desde que os clubes não estivessem na disputa da Copa do Brasil no segundo semestre.[35] Em 2015 e 2016 o campeão da Copa Verde, competição que envolve clubes do Norte, Centro-Oeste e Espírito Santo, também garantiam uma vaga na competição sul-americana.[36]

Na disputa da Sul-Americana os oito clubes passavam por duas fases: a primeira, nacional, eliminava em jogos de ida e volta quatro equipes em confrontos envolvendo apenas clubes nacionais. A segunda incluía as demais equipes do continente, também em jogos eliminatórios, das oitavas de final até a final.

Com a reformulação da competição em 2017, o Brasil perdeu duas vagas, passando a contar com seis clubes, e os critérios para classificação passaram a ser unicamente através das colocações no Campeonato Brasileiro.[37] Acabaram as fases nacionais e os clubes brasileiros enfrentaram equipes estrangeiras desde a primeira fase. No novo formato adotado desde 2021, os classificados pelos nacionais de Brasil e Argentina entram já na segunda fase (fase de grupos).

ClassificaçãoEditar

A competição é integrada por clubes qualificados graças a critério desportivo, embora até 2009 os clubes argentinos Boca Juniors e River Plate fossem convidados pela AFA independentemente de desempenho técnico.

Em 2017, dez equipes desclassificadas na Copa Libertadores da América ganharam o direito de disputar a Sul-Americana no mesmo ano.[38] O número foi ampliado para doze em 2021. Também em 2017, a CONMEBOL proibiu a classificação de equipes por meio de competições subnacionais, como ocorria no Brasil com os campeões da Copa Verde e da Copa do Nordeste.[39] Além disso, devido a mudança nas datas do torneio, que passou a durar o ano inteiro e coincidir com a Copa Libertadores, extinguiu-se a vaga do atual campeão (que só poderá ganhar novamente se estiver entre as equipes transferidas da Libertadores).

Após as mudanças de 2017 e 2021, a distribuição das vagas pelas confederações se dá da seguinte maneira:

Vagas País Classificação
12
  • Equipes terceiro colocadas na fase de grupos Copa Libertadores (8)
  • Equipes eliminadas na terceira preliminar da Copa Libertadores (4)
6   Argentina
4   Bolívia
6   Brasil
4   Chile
  • Perdedor do play-off entre os vice-campeões da temporada (1)
  • Terceiro e quarto lugar do Torneio Apertura do Campeonato Chileno (2)
  • Vice-campeão da Copa Chile (1)
4   Colômbia
4   Equador
4   Paraguai
4   Peru
  • Quarto lugar do Campeonato Peruano (1)
  • Três melhores colocados não classificados aos play-offs do Campeonato Peruano (3)
4   Uruguai
4   Venezuela
  • Vice-campeão da Copa Venezuela (1)
  • Vice-campeão do Torneio Clausura do Campeonato Venezuelano (1)
  • Dois melhores colocados do Campeonato Venezuelano não classificados à Copa Libertadores (2)

CampeõesEditar


Ano Final Semifinalistas
Campeão Placares Vice Eliminado pelo campeão Eliminado pelo vice-campeão
2002
Detalhes
 
San Lorenzo
4 – 0
0 – 0
 
Atlético Nacional
 
Bolívar
 
Nacional
2003
Detalhes
 
Cienciano
3 – 3
1 – 0
 
River Plate
 
Atlético Nacional
 
São Paulo
2004
Detalhes
 
Boca Juniors
0 – 1
2 – 0
 
Bolívar
 
Internacional
 
LDU Quito
2005
Detalhes
 
Boca Juniors
1 – 1
1 – 1
4 – 3 (pen)
 
Pumas UNAM
 
Universidad Católica
 
Vélez Sarsfield
2006
Detalhes
 
Pachuca
1 – 1
2 – 1
 
Colo-Colo
 
Atlético Paranaense
 
Toluca
2007
Detalhes
 
Arsenal de Sarandí
3 – 2
1 – 2
 
América
 
River Plate
 
Millonarios
2008
Detalhes
 
Internacional
1 – 0
1 – 1 (pro)
 
Estudiantes
 
Chivas Guadalajara
 
Argentinos Juniors
2009
Detalhes
 
LDU Quito
5 – 1
0 – 3
 
Fluminense
 
River Plate
 
Cerro Porteño
2010
Detalhes
 
Independiente
0 – 2
3 – 1
5 – 3 (pen)
 
Goiás
 
LDU Quito
 
Palmeiras
2011
Detalhes
 
Universidad de Chile
1 – 0
3 – 0
 
LDU Quito
 
Vasco da Gama
 
Vélez Sarsfield
2012
Detalhes
 
São Paulo
0 – 0
2 – 0
 
Tigre
 
Universidad Católica
 
Millonarios
2013
Detalhes
 
Lanús
1 – 1
2 – 0
 
Ponte Preta
 
Libertad
 
São Paulo
2014
Detalhes
 
River Plate
1 – 1
2 – 0
 
Atlético Nacional
 
Boca Juniors
 
São Paulo
2015
Detalhes
 
Santa Fe
0 – 0
0 – 0
3 – 1
(pen)
 
Huracán
 
Sportivo Luqueño
 
River Plate
2016
Detalhes
 
Chapecoense
[nota 1]  
Atlético Nacional
 
San Lorenzo
 
Cerro Porteño
2017
Detalhes
 
Independiente
2 – 1
1 – 1
 
Flamengo
 
Libertad
 
Junior Barranquilla
2018
Detalhes
 
Atlético Paranaense
1 – 1
1 – 1
4 – 3
(pen)
 
Junior Barranquilla
 
Fluminense
 
Santa Fe
Sistema com final em jogo único
Ano Sede da final Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice Eliminado pelo campeão Eliminado pelo vice-campeão
2019
Detalhes
 
General Pablo Rojas
 
Independiente del Valle
3 – 1  
Colón
 
Corinthians
 
Atlético Mineiro
2020
Detalhes
 
Mario Alberto Kempes
 
Defensa y Justicia
3 – 0  
Lanús
 
Coquimbo Unido
 
Vélez Sarsfield
2021
Detalhes
 
Centenario
 
Athletico Paranaense
1 – 0  
Red Bull Bragantino
 
Peñarol
 
Libertad
2022
Detalhes
 
Mané Garrincha[44]
 
A definir
 
A definir
 
A definir
 
A definir


Títulos por clubesEditar

Clube País Títulos Vices Semifinais Aprov.
Boca Juniors   Argentina 2 (2004 e 2005) 0 1 (2014) 100%
Athletico Paranaense   Brasil 2 (2018 e 2021) 0 1 (2006) 100%
Independiente   Argentina 2 (2010 e 2017) 0 0 100%
LDU Quito   Equador 1 (2009) 1 (2011) 2 (2004 e 2010) 50%
River Plate   Argentina 1 (2014) 1 (2003) 2 (2007 e 2015) 50%
Lanús   Argentina 1 (2013) 1 (2020) 0 50%
São Paulo   Brasil 1 (2012) 0 3 (2003, 2013 e 2014) 100%
Internacional   Brasil 1 (2008) 0 1 (2004) 100%
San Lorenzo   Argentina 1 (2002) 0 1 (2016) 100%
Santa Fe   Colômbia 1 (2015) 0 1 (2018) 100%
Cienciano   Peru 1 (2003) 0 0 100%
Pachuca   México 1 (2006) 0 0 100%
Arsenal de Sarandí   Argentina 1 (2007) 0 0 100%
Universidad de Chile   Chile 1 (2011) 0 0 100%
Chapecoense   Brasil 1 (2016) 0 0 100%
Independiente del Valle   Equador 1 (2019) 0 0 100%
Defensa y Justicia   Argentina 1 (2020) 0 0 100%
Atlético Nacional   Colômbia 0 3 (2002, 2014 e 2016) 1 (2003) 0%
Bolívar   Bolívia 0 1 (2004) 1 (2002) 0%
Fluminense   Brasil 0 1 (2009) 1 (2018) 0%
Junior Barranquilla   Colômbia 0 1 (2018) 1 (2017) 0%
Pumas UNAM   México 0 1 (2005) 0 0%
Colo-Colo   Chile 0 1 (2006) 0 0%
América   México 0 1 (2007) 0 0%
Estudiantes   Argentina 0 1 (2008) 0 0%
Goiás   Brasil 0 1 (2010) 0 0%
Tigre   Argentina 0 1 (2012) 0 0%
Ponte Preta   Brasil 0 1 (2013) 0 0%
Huracán   Argentina 0 1 (2015) 0 0%
Flamengo   Brasil 0 1 (2017) 0 0%
Colón   Argentina 0 1 (2019) 0 0%
Red Bull Bragantino   Brasil 0 1 (2021) 0 0%
Vélez Sarsfield   Argentina 0 0 3 (2005, 2011 e 2020) 0%
Libertad   Paraguai 0 0 3 (2013, 2017 e 2021) 0%
Universidad Católica   Chile 0 0 2 (2005 e 2012) 0%
Millonarios   Colômbia 0 0 2 (2007 e 2012) 0%
Cerro Porteño   Paraguai 0 0 2 (2009 e 2016) 0%
Nacional   Uruguai 0 0 1 (2002) 0%
Toluca   México 0 0 1 (2006) 0%
Argentinos Juniors   Argentina 0 0 1 (2008) 0%
Chivas Guadalajara   México 0 0 1 (2008) 0%
River Plate   Uruguai 0 0 1 (2009) 0%
Palmeiras   Brasil 0 0 1 (2010) 0%
Vasco da Gama   Brasil 0 0 1 (2011) 0%
Sportivo Luqueño   Paraguai 0 0 1 (2015) 0%
Atlético Mineiro   Brasil 0 0 1 (2019) 0%
Corinthians   Brasil 0 0 1 (2019) 0%
Coquimbo Unido   Chile 0 0 1 (2020) 0%
Peñarol   Uruguai 0 0 1 (2021) 0%

Títulos por paísesEditar

País Títulos Vices Aprov. Clubes campeões
  Argentina 9 6 66,7% 7
  Brasil 5 5 50% 4
  Equador 2 1 66,7% 2
  Colômbia 1 4 20% 1
  México 1 2 33,3% 1
  Chile 1 1 50% 1
  Peru 1 0 100% 1
  Bolívia 0 1 0% 0
  Paraguai 0 0 0% 0
  Uruguai 0 0 0% 0
  Venezuela 0 0 0% 0

Por confederaçõesEditar

Confederação Títulos Vices
CONMEBOL 19 18
CONCACAF 1 2

ParticipaçõesEditar

Equipes com mais participaçõesEditar

Por paísEditar

País Clube Participações
  Argentina River Plate 11
  Bolívia Bolívar 9
  Brasil São Paulo 11
  Chile Universidad Católica 9
  Colômbia Atlético Nacional 7
  Equador LDU Quito 11
  Paraguai Libertad 13
  Peru Universitario 7
  Uruguai Danubio 9
  Venezuela Deportivo Anzoátegui 7

ArtilheirosEditar

 
O futebolista chileno Eduardo Vargas é o maior artilheiro em uma única edição da Copa Sul-Americana com 11 gols marcados, em 2011.
Edição Futebolista(s) Clube Gols
2002   Rodrigo Astudillo   San Lorenzo 4
  Gonzalo Galindo   Bolívar
  Pierre Webo   Nacional
2003   Germán Carty   Cienciano 6
2004   Horacio Chiorazzo   Bolívar 5
2005   Bruno Marioni   Pumas UNAM 7
2006   Humberto Suazo   Colo-Colo 10
2007   Ricardo Ciciliano   Millonarios 6
2008   Alex   Internacional 5
  Nilmar
2009   Claudio Bieler   LDU Quito 8
2010   Rafael Moura   Goiás 8
2011   Eduardo Vargas   Universidad de Chile 11
2012   Carlos Núñez   Liverpool 5
  Fábio Renato   LDU Loja
  Jonathan Fabbro   Cerro Porteño
  Michael Ríos   Universidad Católica
  Wason Rentería   Millonarios
2013   Enner Valencia   Emelec
2014   Carlos Núñez   Huachipato
  Miler Bolaños   Emelec
2015   José Ariel Núñez   Olimpia
  Miller Bolaños   Emelec
  Ramón Ábila   Huracán
  Wilson Morelo   Santa Fe
2016   Cecilio Domínguez   Cerro Porteño 6
  Miguel Borja   Atlético Nacional
2017   Felipe Vizeu   Flamengo 5
  Jhon Cifuentes   Universidad Católica
  Luis Rodríguez   Atlético Tucumán
2018   Nicolás Benedetti   Deportivo Cali
  Pablo   Athletico Paranaense
2019   Silvio Romero   Independiente
2020   Braian Romero   Defensa y Justicia 9
2021   Agustín Álvarez Martínez   Peñarol 10

Máximos goleadoresEditar

 
O futebolista argentino Hernán Barcos é o maior artilheiro em todas as edições da Copa Sul-Americana, com 19 gols marcados
Jogador Gols Partidas disputadas Média de gols Estreia Clubes
  Hernán Barcos 19 32 0.59 2005 Liga de Quito (15), Palmeiras (2), Atlético Nacional (2)
  Rodrigo López 16 33 0.48 2006 Libertad (8), América (5), Vélez Sarsfield (3)
  Rafael Moura 14 18 0.78 Corinthians (1), Atlético Paranaense (2), Goiás (8), Figueirense (3)
  Rodrigo Mora 13 27 0.48 2008 Defensor Sporting (6), River Plate (7)
  Miler Bolaños 33 0.39 2009 Liga de Quito (2), Emelec (11)
  Claudio Bieler 12 34 0.35 2007 Liga de Quito (8), Belgrano (4)
  Eduardo Vargas 11 13 0.85 2011 Universidad de Chile (11)
  Bruno Marioni 14 0.79 2003 Independiente (2), Pumas UNAM (7), Toluca (2)
  Braian Romero 10 9 1.11 2020 Defensa y Justicia (10)
  Humberto Suazo 12 0.83 2006 Colo-Colo (10)
  Wilson Morelo 33 0.30 2007 Santa Fe (7), Colón (3)

Maiores goleadasEditar

Ver tambémEditar

Notas

  1. No dia 5 de dezembro, por solicitação do próprio Atlético Nacional, a CONMEBOL declarou a Chapecoense como a campeã da Copa Sul-Americana de 2016 após reunião virtual do conselho da entidade.[40][41] A final da competição foi suspensa após o acidente de avião, que levaria a equipe brasileira para o primeiro jogo da decisão, em Medellín, deixar 71 mortos, dentre eles dezenove atletas e dezesseis membros da equipe técnica da Chapecoense, além de oito integrantes da diretoria, 21 jornalistas e sete tripulantes.[42][43] Assim, o Atlético Nacional foi declarado como vice-campeão e recebeu o prêmio "Centenário da Conmebol ao Fair Play".[41]

Referências

  1. «CONMEBOL SUL-AMERICANA apresenta seu novo emblema». CONMEBOL. 31 de janeiro de 2017. Consultado em 1 de fevereiro de 2017 
  2. «Sete times brasileiros disputam a Copa Sul-Americana». EBC. 5 de abril de 2022. O torneio é uma competição secundária da Conmebol 
  3. «Copa CONMEBOL» (em espanhol). CONMEBOL. Consultado em 21 de julho de 2014 
  4. «Historia de la Copa Sudamericana» (em espanhol). Taringa. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 
  5. «Fue sorteada la Copa Sudamericana» (em espanhol). CONMEBOL.com. 28 de junho de 2011. Consultado em 28 de junho de 2011 
  6. «Total é a nova patrocinadora da Copa Sul-Americana». Terra. 29 de julho de 2013. Consultado em 30 de julho de 2013 
  7. BETING, Erich (24 de junho de 2015). «Conmebol começa a pagar conta do escândalo de corrupção». UOL. Consultado em 13 de fevereiro de 2017 
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