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Liga dos Campeões da UEFA

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A Liga dos Campeões da UEFA, oficialmente UEFA Champions League (UCL), sucessora da Copa dos Clubes Campeões Europeus (o mesmo nome atribuído ao troféu até aos dias atuais: Coupe des Clubs Champions Européens), é uma competição organizada pela UEFA desde a temporada 1955–56 (desde 1992–93 no seu atual formato) para os clubes de futebol que obtiverem as melhores classificações nos torneios domésticos. O prémio, a European Champion Clubs Cup (mais conhecida por European Cup), é o troféu mais prestigiado do futebol europeu.

UEFA Champions League
Liga dos Campeões da UEFA
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Logótipo da Liga dos Campeões da UEFA
Dados gerais
Organização UEFA
Edições 63
Outros nomes Copa dos Campeões da Europa
Local de disputa União Europeia Europa
Sistema Grupos e Eliminatórias
Soccerball current event.svg Edição atual
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O torneio consiste em várias fases. Nos moldes atuais, a competição começa na segunda metade de julho, com três eliminatórias de qualificação (knockout). As 16 equipes sobreviventes juntam-se a outras 16, que estavam previamente qualificadas, formando assim oito grupos de quatro equipes cada. Os primeiros e segundos classificados entram na fase final de knockout, que acaba com a Final em maio, e os terceiros lugares entram na Liga Europa da UEFA.

No passado, apenas o campeão de cada liga nacional podia participar na competição; contudo, isto foi mudado em 1998 com o fim de deixar os seguintes classificados das ligas mais fortes participarem também.

O título já foi ganho por 22 clubes diferentes, de 21 cidades, das quais apenas Milão com dois clubes,[1] sendo que 12 clubes já venceram o título mais do que uma vez. A taça foi conquistada de forma invicta apenas 12 vezes, por 10 clubes diferentes. Destes 10, somente, FC Porto, Ajax, Benfica, Liverpool e Manchester United conseguiram por mais de 1 vez. O clube com mais títulos é o Real Madrid, que ganhou a competição em doze ocasiões. Entre os países, apenas a Inglaterra relaciona mais de 3 clubes campeões, 5 no total (Aston Villa, Chelsea, Liverpool, Manchester United e Notthingham Forest), tendo ainda o escocês Celtic, como o sexto clube britânico campeão e Arsenal e Leeds United como outros finalistas.

Índice

EstruturaEditar

Originalmente conhecida como Taça dos Clubes Campeões Europeus (em Portugal, já que no Brasil era conhecida como Copa dos Clubes Campeões Europeus), ou simplesmente como Copa da Europa, a competição começou em 1955/1956 (Em 1955, Santiago Bernabéu, presidente do Real Madrid, junto a Gusztáv Sebes, criaram um torneio com base na Copa Latina e na Mitropa.

Ao longo dos tempos, este torneio teve sucesso e tornou-se a Liga dos Campeões, hoje administrado pela UEFA), na forma de eliminatórias, com dois jogos, onde as equipes jogavam uma partida em casa e outra na casa do adversário.

A equipe que tivesse melhores resultados passava para a próxima eliminatória.

O formato e o nome foram mudados em 1992/1993.[2] Com a mudança e evolução radical do sistema ao longo dos anos, a competição atualmente consiste em três fases de classificação, um estágio com disputa em grupos (onde os clubes jogam um contra o outro, no sistema de "ida-e-volta") e então quatro fases de finais a eliminar. Todas as fases de classificação e disputas de eliminação consistem em dois jogos, exceto pela final, que é uma partida simples jogada num local predefinido.

A entrada nesta competição é limitada de acordo com o coeficiente da UEFA dos últimos 5 anos, sem contar o anterior,[3] sendo que cada confederação tem direito, pelo menos, a uma vaga na primeira fase de classificação. Quanto melhor for o coeficiente, mais vagas abrirão; O Real Madrid CF lidera o ranking de conquistas da competição, com doze títulos. Depois dele, as equipes mais bem-sucedidas foram o AC Milan (sete títulos), o Liverpool FC, FC Bayern Munique, e o FC Barcelona (cinco títulos) e o Ajax Amsterdam (quatro títulos).

ClassificaçãoEditar

A classificação para esta competição é decidida através das posições dos clubes nos respectivos países, através de um sistema de cotas. Os países com os campeonatos mais fortes têm mais vagas na competição.

Por exemplo, as três ligas nacionais mais fortes, pelos rankings da UEFA, o 1º e 2º classificado têm classificação direta e o 3º e 4º entram numa pré-eliminatória. As ligas mais fracas não têm acesso direto à fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo os seus campeões de competirem nas pré-eliminatórias.

Existe uma exceção a esta regra: o atual vencedor da Liga dos Campeões, normalmente tem acesso direto à fase de grupos.

Para a temporada de 2005/2006, o Liverpool conseguiu o direito de entrar na primeira eliminatória, já que foi campeão da temporada anterior, e apesar de ter ficado na quinta colocação na Liga Inglesa. Ao contrário do que aconteceu em 2000 (relato abaixo), o quarto colocado, Everton também se classificou para a competição (porém foi eliminado na fase pré-eliminatória). Por causa disso a Inglaterra teve 5 equipes na disputa.

A última vez que uma situação como essa havia acontecido foi em 2000, quando o Real Madrid conquistou o título, mas terminou o Campeonato Espanhol na sexta colocação. Por causa disso, o Real Zaragoza foi obrigado a disputar a Taça UEFA. Dois anos mais tarde, o Zaragoza foi rebaixado, numa infeliz reviravolta de acontecimentos que alguns fãs acreditaram ser uma consequência direta da perda de prestígio e renda monetária.

HistóriaEditar

A Taça dos Clubes Campeões Europeus foi inspirada no Campeonato Sul-Americano de Campeões e na Copa Rio.[4] Aquele foi coberto por Jacques Ferran, esta por Gabriel Hanot, ambos jornalistas franceses do L'Équipe.[5] O documento da UEFA sobre a história da Copa dos Campeões da Europa confirma que Jacques Ferran e Gabriel Hanot foram os idealizadores da competição continental europeia.[6] Em entrevista à reportagem do Globo Esporte de 10 de maio de 2015, Jacques Ferran confirmou que o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 foi a inspiração da Copa dos Campeões da Europa: "como a Europa, que queria estar à frente do resto do mundo, não era capaz de realizar uma competição nos moldes do Campeonato Sul-Americano de 1948? Precisávamos seguir este exemplo.", disse Ferran à reportagem do Globo Esporte.[7]

Nos 50 anos de competições existem vencedores e perdedores em todas as partes da Europa.

Seguindo a história desde do inicio até agora, é possível ver os períodos em que as equipes ou países dominam a competição.

1955 a 1960: a primeira era Real MadridEditar

O Real Madrid dominou as cinco primeiras competições. A equipe que era conduzida por Alfredo Di Stefano, Ferenc Puskás, Francisco Gento, Lenk e José Santamaría venceu as cinco finais confortavelmente. Enquanto este se tornava definitivamente o maior, Manchester United e muitos clubes Italianos ofereciam pouca resistência durante a década de 1950. Entretanto, os fatores combinados de 1958, Desastre aéreo de Munique e o estilo ortodoxo e cavaleiro do Real jogar resultaram numa pouca competitividade para derrotarem esta equipe.

Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da Liga dos Campeões, na Escócia, Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7 x 3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision com audiência de 135.000 espectadores, a maior audiência numa final da Liga dos Campeões da época.

1961 a 1966: Benfica e rivais de Milão dominam, e Real Madrid vence pela sexta vezEditar

O domínio do Real Madrid chega ao fim através de seu maior rival local, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final nesse ano no Estádio Wankdorf em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica, comandado pelo atacante José Águas, de Angola, tendo como líder no meio-campo Mário Coluna e no gol Costa Pereira, ambos de Moçambique. Juntamente com Eusébio, na temporada seguinte, defenderiam o troféu vencendo o Real Madrid por 5 x 3 na final no Olympisch Stadion, Amesterdã, Países Baixos, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League; O Benfica, vindo de Portugal, país que ainda possuía à data uma vasta população devido às suas possessões coloniais, conseguiu surpreender o mundo numa fantástica reconquista do título de campeão Europeu de clubes e tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.

O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em 1963, mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milan. Esta conquista grandiosa do Benfica trouxe evolução ao futebol de Portugal, dando assim a Seleção Portuguesa de Futebol condições de chegar ao terceiro lugar na Copa do Mundo composta toda pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colônias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipe titular na Copa do Mundo FIFA de 1966… Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival de Milão, Internazionale que venceria o troféu em 1964 e 1965 ganhando do Real Madrid e do Benfica, respectivamente. A semifinal de 1965 foi memorável devido a controvérsia entre a Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e o resultado combinado para a equipe italiana que a jogar em San Siro venceu por 3 a 0.

Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre a Inter na semifinal de 1966. O outro finalista foi o Partizan Belgrado que saiu derrotado por 2 x 1 no estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquistou assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas Paco Gento jogou todas as finais.

1967 e 1968: Vitórias britânicasEditar

Em 1967, o Celtic se tornou o primeiro time da Grã-Bretanha a vencer a competição, batendo a Internazionale no Estádio Nacional, em Lisboa, Portugal. O time, que passou a ser conhecido como os Leões de Lisboa, treinada por Jock Stein, tinha todos os jogadores nascidos num raio de 25 milhas do Celtic Park, em Glasgow, o que permanece incomum pela longa tradição do evento em atrair os melhores e mais cosmopolitanos jogadores de todo o planeta. Para comparar, enquanto o Real Madrid tinha vários espanhóis nos anos 1950, suas maiores estrelas eram de outros países - Alfredo Di Stefano veio da Argentina, enquanto Ferenc Puskás veio da Hungria na Revolução Húngara de 1956.

Um ano depois, o Manchester United se tornou o primeiro time da Inglaterra a vencer a competição, batendo o Benfica por 4 x 1 na prorrogação no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra. Esse jogo foi incrivelmente equilibrado e apesar do Manchester ter feito três gols no tempo extra, o Benfica poderia ter ganhado o jogo no tempo normal quando Eusébio perdeu uma chance incrível nos segundos finais.

Apesar de se passarem dez anos do desastre aéreo de Munique, vários fãs de todo o continente ficaram muito felizes por Matt Busby (treinador do Manchester United por longo tempo), que depois foi tornado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido, por serviços ao futebol.

1969 a 1973: Título italiano e domínio holandêsEditar

A Taça dos Campeões Europeus passaria então uma década e meia propriedade de apenas três clubes - cada um vencendo pelo menos três finais, e surgindo regularmente nas últimas eliminatórias da competição.

O primeiro clube a dominar foi o Ajax, que primeiro perdeu a final de 1969 para o Milan e teve de ver os seus rivais do Feyenoord conquistarem o título em 1970. Depois deste episódio, o Futebol total de Johan Cruijff, Barry Hulshoff, Ruud Krol, Johan Neeskens, Arie Haan, Gerrie Mühren e Piet Keizer dominou por três confortáveis anos, despachando Panathinaikos de Atenas, Internazionale e Juventus de Turim em uma rápida sucessão.

Cada jogador podia se adaptar para jogar em qualquer número de posições e funções - artilheiros se revezando com defensores por conta própria, Krol criando tantas oportunidades quanto Mühren, Cruijff parando tanto quanto Hulshoff. Criado por Rinus Michels e refinado por Ştefan Kovács, o Ajax parecia imbatível até Cruijff optar por ir para o Barcelona do técnico Michels, em 1973. Com isso, o rápido envelhecimento de vários jogadores e a posterior perda de Neeskens, o Ajax não brigou mais pela principal competição da Europa por 20 anos.

1974 a 1976: O domínio triplo do BayernEditar

O Bayern Munique foi o clube seguinte a dominar a competição, vencendo-a três vezes consecutivas na década de 1970.

Liderado por Franz Beckenbauer, com Sepp Maier, Gerd Müller, Uli Hoeneß e Paul Breitner, o Bayern continuou o Futebol total, acrescentando-lhe rigidez e organização, criando igualmente uma receita vencedora.

Derrotando primeiro o Atlético Madrid após um replay em 1974, o Bayern venceu então o Leeds United por 2 x 0 numa final com problemas com o público no Parc des Princes, Paris, França em 1975; e finalmente o Saint-Étienne, em Hampden Park, Glasgow, em 1976. Novamente, com o envelhecimento da equipe, o Bayern não teve mais vitórias na era da Taça Europeia.

1977 a 1985: Hegemonia inglesa e festa italiana com fim trágicoEditar

Em 1977, ao obter o título derrotando na final o Borussia Mönchengladbach por 3 x 1 em Roma, o Liverpool iniciou uma época de supremacia dos clubes ingleses, que ganhariam seis títulos consecutivos, num total de sete títulos em oito anos. O próprio Liverpool, em 1978, foi campeão, ao ganhar do Club Brugge em Wembley.

O Liverpool perdeu na primeira fase do campeonato de 1979 para o também inglês Nottingham Forest, que acabou ganhando o torneio no que foi uma das mais impressionantes ascensões ao topo do futebol continental na história futebolística da Europa. O Nottingham derrotou a equipe sueca Malmö por 1 x 0 na final em Munique; e pelo mesmo placar derrotou o Hamburgo, no ano seguinte, na final em Madrid. O Liverpool voltou novamente a sagrar-se campeão em 1981 quando venceu o Real Madrid, em Paris, pelo placar de 1 x 0, conquistando assim seu terceiro troféu.

Mostrando a força do futebol inglês no período, o Aston Villa ganhou a competição em 1982 com uma vitória simples sobre o Bayern em Roterdã. Em 1983 o Hamburgo surpreendeu a Europa após vencer a Juventus de Michel Platini e se tornar Campeão europeu. No entanto, o Liverpool regressou à final do campeonato no ano seguinte para derrotar a Roma na cidade do adversário, após uma disputa de pênaltis, ganhando o título pela quarta vez. O Liverpool voltaria a defender o título em Bruxelas, no ano seguinte, mas a derrota para a Juventus por 1 x 0 tornou-se irrelevante frente à Tragédia de Heysel, onde 39 torcedores da Juventus morreram. Como punição, os clubes ingleses ficaram 5 anos impedidos de jogar na Liga, sendo o Liverpool impedido por 6 anos.

1986 a 1988: Steaua Bucareste, Porto e PSVEditar

Com o banimento dos clubes ingleses das competições europeias por um período de 5 anos, o domínio inglês deu lugar a uma sequência de conquistas inéditas por parte de três clubes; Steaua Bucareste, Porto e PSV Eindhoven.

Tanto Steaua Bucareste, como o PSV ganharam as suas finais através das penalidades, após um empate sem gols no tempo regulamentar e prorrogação.

O Steaua Bucareste derrotou o Barcelona por 2 x 0 em 1986 e o PSV derrotou o Benfica por 6 x 5 em 1988.

Em 1987, o Porto, depois de ter sido derrotado 3 anos antes pela Juventus na Final da Taça das Taças de 1984, iria vencer a sua primeira competição europeia.

Derrotou o Bayern Munique, na final da então Taça dos Campeões por 2 x 1 num jogo marcado pelo gol sui generis apontado de calcanhar pelo jogador Argelino do ano de 1987, Rabah Madjer.

1989 a 1991: AC Milan e Estrela Vermelha de BelgradoEditar

O Milan conquistou o bicampeonato em 1989 e 1990. Porém, falhou na tentativa do tri quando foi derrotado ainda nas quartas de final para o Olympique de Marselha com um placar agregado de 4 x 1. Os 56.000 torcedores presentes no estádio Estádio San Nicola, em Bari, viram a equipe iugoslava do Estrela Vermelha vencer nos pênaltis os franceses do Olympique de Marselha, na final de 1991, após um jogo sem gols. Neste ano, os clubes ingleses já poderiam voltar a competir nas competições europeias, mas o Liverpool, que venceu o campeonato inglês tinha mais um ano para cumprir.

A esta altura o Benfica encararia a sua sétima final na Champions League, perdendo em 1990 para o Milan por 1 x 0. Esta foi a última vez que o Benfica chegou a uma final do torneio até hoje.

1992 a 1996: Domínio espanhol, francês, italiano e holandêsEditar

Clubes ingleses voltaram à Liga no início dos anos 1990, mas nenhum deles conseguiu chegar sequer às quartas de final. O Arsenal (1991-92), Leeds United (1992-93), Manchester United (1993-94 e 1994-95) e o Blackburn Rovers (1995-96) lutavam para fazer alguma diferença na Europa e eram frequentemente derrotados por equipes bem mais fracas. Isso acontecia em grande parte pela lei inglesa que só permitia que três jogadores fossem estrangeiros, fazendo com que as equipes não pudessem escalar seus melhores jogadores.

A coroa europeia, então, continuou na cabeça dos clubes continentais. Na final de 1992, jogada no Estádio de Wembley, a vitória foi do Barcelona. O Olympique Marselha venceu a final de 1993, mas foram proibidos de defender o título no que foi apenas o início de um colapso que surgiu pelo descobertas de denúncias de partidas locais arranjadas por um de seus cartolas, Bernard Tapie. O clube eventualmente perdeu o status de clube da primeira divisão do campeonato francês quando foi descoberto que Tapie havia alterado a contabilidade do clube. Enquanto isso, a final de 1994 foi vencida com uma goleada do Milan sobre o Barcelona por 4 x 0. O Milan ainda chegou à final no ano de 1995, mas perdeu por 1 x 0 para um empolgante Ajax que possuía o jovem atacante Patrick Kluivert, autor do gol do título e até hoje, o jogador mais jovem a marcar um gol numa final do principal torneio de clubes do planeta, feito alcançado quando tinha apenas 18 anos, 10 meses e 23 dias de vida. O Ajax chegou novamente na final de 1996, mas não conseguiu defender o título contra a equipe da Juventus após decisão por pênaltis.

Nessa época, a Lei Bosman, que mudaria radicalmente o futebol europeu, já estava em vigor.

1997 e 1998: Muralha amarela e Os GalácticosEditar

O Borussia Dortmund entrou na lista dos campeões da liga europeia em 1997 quando derrotou os até então atuais campeões do torneio, o time da Juventus na final, depois de ter derrotado os campeões ingleses do Manchester United na semifinal. Mas a temporada de 1996-97 foi uma temporada de progresso para o futebol inglês na liga europeia, porque o Manchester United era então a primeira equipe inglesa a chegar entre os oito melhores na era pós-Heysel.

Em 1997-98, os vice campeões de algumas ligas europeias foram autorizados a disputar o torneio. O título de 1998 foi para o Real Madrid, que levantou a taça pela sétima vez na história, sendo a primeira desde 1966.

1999: Manchester United volta a levar o títuloEditar

Numa final emocionante, o Manchester United conquistou o título de Campeão da Europa. O Manchester foi a primeira equipe inglesa a conquistar a "tríplice coroa": ganhou a Liga dos Campeões, a Premier League e a Copa da Inglaterra.

A decisão, disputada em Barcelona (Espanha), é considerada a final mais emocionante de todos os tempos na Liga dos Campeões, já que o Manchester perdia por 1 x 0 para o Bayern de Munique até aos 45 minutos do segundo tempo. Mas após uma virada espetacular com gols de Teddy Sheringham, aos 46 minutos, e Ole Gunnar Solskjær, um minuto depois, os "diabos vermelhos" conquistaram o título europeu.

2000 a 2005: Cinco campeões de cinco países diferentesEditar

A última Liga Europeia do século XX foi vencida pelo Real Madrid, campeão espanhol, que venceu o também espanhol Valencia por 3-0. A temporada 1999-2000 também viu algumas ligas tradicionais, incluindo a liga inglesa, classificar três equipes para participar na liga milionária.

A Liga dos Campeões, nos primeiros cinco anos do 3º Milênio, foi conquistada pelos clubes das cinco maiores potências do futebol europeu da atualidade: Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Inglaterra. Dessas, 3 foram disputadas nos pênaltis.

O gigante alemão Bayern de Munique ganhou a primeira do Século XXI, em 2001 sobre o Valencia. O jogo terminou 1 x 1, e o clube alemão venceu o clube espanhol nos pênaltis por 5 x 4. A partida foi disputada no San Siro, em Milão.

Em 2002, o Real Madrid foi campeão pela nona vez, vencendo o Bayer Leverkusen por 2 x 1, no Hampden Park em Glasgow, na Escócia. A partida ficou marcada pelo espetacular voleio do francês Zinedine Zidane, tornando-se um dos gols mais bonitos da história da Liga dos Campeões da UEFA.

A final de 2003 foi italiana, mas jogada em Inglaterra, e o vencedor foi o Milan, que venceu a Juventus nos pênaltis por 3 x 2, após empate de 0 x 0 no tempo normal. A partida foi disputa em Old Trafford, estádio do Manchester United.

Em 2004, o Porto derrotou o Monaco por 3 x 0 (Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev) no estádio Arena AufSchalke em Gelsenkirchen, na Alemanha. Depois de eliminar candidatos como Manchester United, Deportivo La Coruña, Lyon, entre outros, a equipe de José Mourinho venceu a final contra o Monaco, que por sua vez tinha eliminado equipes como Chelsea e Real Madrid. Vítor Baía foi considerado o melhor goleiro da Europa nessa temporada pela UEFA.

Em 2005, quando todos apontavam o Milan como favorito, o Liverpool de Luis García, Xabi Alonso e Steven Gerrard, surpreendeu o time italiano e levantou o troféu. Numa das finais mais emocionantes da história da Liga dos Campeões, o primeiro tempo terminou com uma vitória de 3 x 0 do Milan. A equipe inglesa conseguiu o empate nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Após a prorrogação sem gols, o Liverpool conquistou o seu quinto título europeu na disputa por pênaltis.

2006 a 2008: Vitória catalã, revanche à milanesa e festa inglesaEditar

Em 2006, o Arsenal, de Thierry Henry, da Inglaterra, e que nunca foi campeão europeu, chegou à final, depois de eliminar Real Madrid, Juventus e o surpreendente Villarreal. No entanto, precisava vencer em Paris o favorito Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho, Deco, Samuel Eto'o e Henrik Larsson. O clube inglês saiu na frente com um gol de cabeça de Sol Campbell, mas os catalães viraram o placar no segundo tempo com uma magnífica participação de Henrik Larsson, que havia entrado durante o jogo, nos dois gols (de Eto'o e Belletti) e conquistaram pela segunda vez a Liga dos Campeões, coroando uma nova grande fase no clube azulgrená.

Em 2007, o Milan consegue a revanche depois de 2 anos após vencer o Liverpool, vencendo o jogo por 2 x 1 com 2 gols do "iluminado" Filippo Inzaghi. Seus destaques na competição foram os meias Kaká (artilheiro da competição), Seedorf e Gattuso, além do capitão Paolo Maldini, que levantou a taça pela quinta vez, na sua sétima final. A equipe italiana eliminou nas fases decisivas Celtic, Bayern de Munique e Manchester United, enquanto os ingleses bateram Barcelona, PSV e Chelsea.

Na temporada 2007-2008, o Liverpool bateu o recorde da maior goleada no formato atual, quando bateu o clube turco Besiktas no Anfield, na cidade de Liverpool, por 8 x 0. O recorde pertencia à Juventus que em 2003 bateu o Olympiakos da Grécia por 7 x 0 e também ao Arsenal, que também na temporada 2007-2008, venceu o Slavia Praga por 7 x 0.

As semifinais da temporada 2007-2008 foram entre Barcelona x Manchester United e Chelsea x Liverpool. Os vencedores foram Chelsea e Manchester United, que se enfrentaram na final. Pela terceira vez na história dois clubes do mesmo país se enfrentam na final da Champions League, e pela primeira vez, dois ingleses. A final foi no Estádio Luzhniki em Moscou, Rússia, e terminou nos pênaltis, após empate no tempo normal e prorrogação em 1 x 1. Cristiano Ronaldo (artilheiro da competição) e John Terry (capitão do Chelsea) erraram as suas cobranças, e o goleiro Edwin Van Der Sar garantiu o título dos Red Devils ao defender a cobrança de Anelka.

2009 e 2010: Barcelona outra vez e fim do tabu nerazzurriEditar

Foi a 54ª edição do torneio Europeu de clubes de futebol e a 17ª edição com o atual formato. O grande favorito era a equipe inglesa do Chelsea, detentora de um elenco milionário, mas os ingleses foram derrotados nas semifinais diante do poderoso Barcelona, em casa, quando nos últimos minutos o Barcelona empatou o jogo, e classificou-se nos critérios de gols marcados fora de casa, já que haviam empatado por 0 x 0 a primeira partida no Camp Nou. A partida final da competição foi disputada no Stadio Olimpico de Roma, no dia 27 de maio, entre Barcelona e Manchester United, com vitória do clube espanhol por 2 x 0, golos de Eto'o, aos 9 minutos do primeiro tempo e Messi, aos 24 do segundo tempo.

Com dois gols do argentino Diego Milito, a Internazionale bateu o Bayern de Munique por 2 x 0 no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, e foi campeão após 45 anos de jejum da equipa italiana, tendo eliminado na semifinal o atual campeão e favorito ao título Barcelona. Além disso, a equipe comandada pelo técnico José Mourinho fez história ao garantir uma inédita tríplice coroa em seu país. Antes de triunfar na Liga, a Inter já havia levantado os troféus do Campeonato Italiano e da Copa da Itália.

2011: Consagração azul e grenáEditar

A 56ª edição do torneio foi vencida pelo Barcelona, na decisão contra o Manchester United, repetindo a final de 2009 em pleno Wembley Stadium, Londres. Com um gol de Lionel Messi, um de David Villa e outro de Pedro, contra um de Wayne Rooney, a equipe catalã venceu o Manchester United Esta edição contou com uma semifinal envolvendo os dois grandes times da Espanha, Real Madrid e Barcelona, com um duelo entre os então melhores jogadores em atividade Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Lionel Messi (Barcelona). O argentino se destacou mais que o português e levou a que foi considerada a melhor equipe que o Barcelona já formou à próxima etapa.

2012: Festa inglesa em MuniqueEditar

Na edição de número 57, foi a vez do Chelsea vencer pela primeira vez na sua história o torneio. A decisão foi no estádio Allianz Arena, em Munique, casa do seu adversário, Bayern de Munique. De um lado vinha o Chelsea, cuja presença era dita como um milagre, já que não havia conseguido classificação para a liga da temporada seguinte pela Premier League e vinha de uma vitória inesperada contra o Barcelona (clube tido como favorito a ganhar a competição naquela oportunidade) nas semifinais; do outro o Bayern de Munique, que jogava em casa, após derrotar o Real Madrid na Espanha. No tempo regulamentar, o Bayern abriu o marcador depois do cruzamento feito por Toni Kroos, passando pela zaga do clube londrino que apenas assistiu Thomas Müller cabecear a bola que, após tocar no chão, confundiu o goleiro Petr Čech. O jogo estava praticamente definido, mas o Chelsea ainda tinha esperanças colocando Fernando Torres para jogar, que nos acréscimos do segundo tempo conseguiu um escanteio em jogada na linha de fundo. Juan Mata cruzou, conseguindo encontrar o jogador costa-marfinense Didier Drogba que colocou na rede após cabeçada fulminante em Manuel Neuer. Na prorrogação, Frank Ribéry foi derrubado por Drogba na área, porém a oportunidade foi desperdiçada pelo holandês Arjen Robben do Bayern de Munique. Na decisão por pênaltis, embora o espanhol Juan Mata tenha perdido o pênalti pelo Chelsea, Petr Čech defendeu a cobrança do croata Ivica Olić e Bastian Schweinsteiger do Bayern de Munique acertou a trave. Tranquilamente, o jogador que na prorrogação cometeu falta dentro da área, Didier Drogba, converteu a última cobrança, dando para o Chelsea seu primeiro troféu na competição. Fato interessante é que o arqueiro bávaro Manuel Neuer também se mostrou eficaz em cobrança de pênaltis além de ter sangue frio, cobrando o terceiro pênalti do Bayern e convertendo, ao contrário dos seus companheiros de linha que desperdiçaram as suas cobranças.

2013: Final alemã em WembleyEditar

Depois de 58 anos de competição, enfim ocorria uma final alemã na Liga dos Campeões. O tetracampeão Bayern de Munique, após eliminar Arsenal, Juventus e Barcelona (com 7 x 0 no placar agregado, incluindo uma acachapante vitória por 3 x 0 na casa do rival) enfrentava o também campeão Borussia Dortmund, mas que era a grande surpresa da competição. Após anos no calvário, a equipe amarela havia retornado ao torneio na temporada passada, mas decepcionou ao cair na fase de grupos. Com a faixa de campeão alemão (conquistado sobre o próprio Bayern), passaram em primeiro lugar no chamado "grupo da morte", com Real Madrid, Ajax e Manchester City. Nas oitavas e quartas, eliminaram as zebras Shakhtar Donetsk e Málaga respectivamente. Para voltar a final, precisaram eliminar o Real Madrid novamente.

O palco do grande jogo era o lendário Wembley, em Londres. Ambas as torcidas fizeram um show nas arquibancadas, com destaque para a "muralha amarela". Após um primeiro tempo sem gols, o croata Mandzukic teve a honra de abrir o placar para os bávaros. O Borussia, que estava desfalcado de Mario Gotze, empatou em cobrança de pênalti de Ilkay Gundogan. E quando o jogo estava prestes a ir para a prorrogação, Arjen Robben recebeu passe de Franck Ribéry e tocou na saída do goleiro, para marcar o gol da 5ª conquista bávara da Liga dos Campeões. No duelo alemão, a festa ficou para o lado vermelho.

O Francês Franck Ribéry, campeão com o Bayern, foi eleito o melhor jogador da competição.

2014: Final madrilenha em Lisboa, com "La Décima" conquista merengueEditar

12 anos depois da sua última conquista, a sonhada "La Décima" do Real Madrid finalmente aconteceu. Após uma fase de grupos espetacular, com 100% de aproveitamento, os merengues eliminaram três times alemães para chegar à final, em Lisboa: Os rivais Schalke 04 e Borussia Dortmund e o atual campeão Bayern de Munique. O adversário no Estádio da Luz seria o rival local: O Atlético de Madrid, que estava apenas na sua segunda final. E quase que os colchoneros conseguem estragar a festa dos rivais: até os 48 minutos do segundo tempo, Godín dava a vitória para o Atlético, mas o também zagueiro Sergio Ramos empatou e levou o jogo para a prorrogação. No tempo extra, não deu: Bale, Marcelo, e o artilheiro da competição Cristiano Ronaldo (que marcava o seu gol número 17, recorde na competição) marcaram e deram a vitória de 4 x 1 e o sonhado décimo título para os merengues.

2015: O pentacampeonato catalãoEditar

Realizada no Estádio Olímpico de Berlim, a edição de 2015 daria a Tríplice Coroa ao seu vencedor, pois tanto a Juventus quanto o Barcelona tinham conquistado o campeonato e a copa nacional na temporada (Itália e Espanha, respetivamente). A Velha Senhora voltava a final da competição após 12 anos, e trazia o futebol italiano de volta a uma final 5 anos após o título da Internazionale. Já a equipe blaugrana chegava à sua quarta final em nove anos.

Embalado pelo trio de ataque MSN, composto por Messi, Neymar e Suárez, o Barça eliminou o Manchester City, PSG e Bayern de Munique para chegar a Berlim (com direito a 11 gols do trio). Já a Juve, embalada por Tévez, Pirlo e Pogba, classificou-se em segundo no seu grupo e passou por Borussia Dortmund, Monaco e o atual campeão Real Madrid, na semifinal.

A grande final começou logo com um gol aos quatro minutos: Rakitić abriu o placar para o Barcelona. O clube italiano empatou no começo da segunda etapa, gol de Morata. Mas o uruguaio Luis Suárez e o artilheiro da competição, Neymar, marcaram e sacramentaram o quinto título aos culés.

2016: A revanche fracassada do Atlético de Madrid e "La Undécima" do RealEditar

O técnico Zidane comandou o trio BBC (Bale, Benzema e Cristiano Ronaldo) e cia rumo a consagração em Milão. Depois de 120 minutos de um jogo muito difícil no qual terminou de 1 x 1 com gols de Sergio Ramos - que já havia feito um gol importante na final de 2014 também contra o Atlético de Madrid para os blancos - e Carrasco para colchoneros, o jogo foi para os pênaltis, na qual o Real Madrid foi perfeito e venceu por 5 x 3 com Cristiano Ronaldo convertendo a última cobrança. Ele também conseguiu um marca de 16 gols na competição. Zidane entrou para o grupo de campeões como treinador e jogador a conquistarem a "orelhuda". Também é o único a ser campeão da Liga dos Campeões da UEFA como jogador, treinador e assistente técnico.

2017: "La Duodécima" e primeiro bicampeonato da era modernaEditar

O Real Madrid do trio BBC chegou mais uma vez a final. Eliminando times como Napoli (oitavas de final), Bayern de Munique (quartas de final) e seu rival Atlético de Madrid (semifinal), o Real Madrid iria enfrentar a poderosíssima Juventus de Daniel Alves, Gianluigi Buffon e Paulo Dybala que eliminou times como Porto (oitavas de final), Barcelona(quartas de final) e Monaco (semifinal). A final foi realizada no Millenium Stadium em Cardiff, onde o Real Madrid ganhou por 4 x 1 da Juventus, com Cristiano Ronaldo abrindo o placar para os merengues aos vinte minutos, logo depois aos vinte e sete minutos Mario Mandžukić empatou para a Juve com um golaço de bicicleta, na metade da segunda etapa não deu para o time italiano, aos sessenta minutos, Casemiro desempatou com um chute de fora da área que desviou na zaga, sete minutos depois, Cristiano Ronaldo fez 3 x 1 e nos acréscimos, Asensio ampliou para 4 x 1 após bela jogada de Marcelo. Após o apito final o time de Madrid conquistou o seu 12º título e também conquistou o primeiro bicampeonato consecutivo da era moderna da Liga dos Campeões da UEFA.

Lista de finais e campeõesEditar

Como Copa dos Campeões da EuropaEditar

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1955-56
Detalhes
  Parc des Princes, Paris  
Real Madrid
4 – 3  
Stade Reims
 
Milan
 
Hibernian
1956-57
Detalhes
  Santiago Bernabéu, Madrid  
Real Madrid
2 – 0  
Fiorentina
 
Manchester United
 
Estrela Vermelha
1957-58
Detalhes
  Heysel, Bruxelas  
Real Madrid
3 – 2 (pro)  
Milan
 
Vasas
 
Manchester United
1958-59
Detalhes
  Neckarstadion, Stuttgart  
Real Madrid
2 – 0  
Stade Reims
 
Atlético de Madrid
 
Young Boys
1959-60
Detalhes
  Hampden Park, Glasgow  
Real Madrid
7 – 3  
Eintracht Frankfurt
 
Barcelona
 
Rangers
1960-61
Detalhes
  Wankdorf, Berna  
Benfica
3 – 2  
Barcelona
 
Rapid Viena
 
Hamburgo
1961-62
Detalhes
  Olímpico de Amsterdã, Amsterdã  
Benfica
5 – 3  
Real Madrid
 
Tottenham
 
Standard Liège
1962-63
Detalhes
  Wembley, Londres  
Milan
2 – 1  
Benfica
 
Dundee
 
Feyenoord
1963-64
Detalhes
  Praterstadion, Viena  
Internazionale
3 – 1  
Real Madrid
 
Borussia Dortmund
 
Zürich
1964-65
Detalhes
  Giuseppe Meazza, Milão  
Internazionale
1 – 0  
Benfica
 
Liverpool
 
Győri ETO
1965-66
Detalhes
  Heysel, Bruxelas  
Real Madrid
2 – 1  
Partizan
 
Internazionale
 
Manchester United
1966-67
Detalhes
  Nacional do Jamor, Lisboa  
Celtic
2 – 1  
Internazionale
 
Dukla Praga
 
CSKA Sófia
1967-68
Detalhes
  Wembley, Londres  
Manchester United
4 – 1 (pro)  
Benfica
 
Real Madrid
 
Juventus
1968-69
Detalhes
  Santiago Bernabéu, Madrid  
Milan
4 – 1  
Ajax
 
Manchester United
 
Spartak Trnava
1969-70
Detalhes
  San Siro, Milão  
Feyenoord
2 – 1 (pro)  
Celtic
 
Légia Varsóvia
 
Leeds United
1970-71
Detalhes
  Wembley, Londres  
Ajax
2 – 0  
Panathinaikos
 
Atlético de Madrid
 
Estrela Vermelha
1971-72
Detalhes
  De Kuip, Roterdã  
Ajax
2 – 0  
Internazionale
 
Benfica
 
Celtic
1972-73
Detalhes
  Estrela Vermelha, Belgrado  
Ajax
1 – 0  
Juventus
 
Real Madrid
 
Derby County
1973-74
Detalhes
  Heysel, Bruxelas  
Bayern de Munique
1 – 1 (pro)
4 – 0
 
Atlético de Madrid
 
Újpest
 
Celtic
1974-75
Detalhes
  Parc des Princes, Paris  
Bayern de Munique
2 – 0  
Leeds United
 
Saint-Étienne
 
Barcelona
1975-76
Detalhes
  Hampden Park, Glasgow  
Bayern de Munique
1 – 0  
Saint-Étienne
 
Real Madrid
 
PSV Eindhoven
1976-77
Detalhes
  Olímpico de Roma, Roma  
Liverpool
3 – 1  
Borussia Mönchengladbach
 
Zürich
 
Dínamo de Kiev
1977-78
Detalhes
  Wembley, Londres  
Liverpool
1 – 0  
Club Brugge
 
Borussia Mönchengladbach
 
Juventus
1978-79
Detalhes
  Olímpico de Munique, Munique  
Nottingham Forest
1 – 0  
Malmö
 
Colônia
 
Austria Viena
1979-80
Detalhes
  Santiago Bernabéu, Madrid  
Nottingham Forest
1 – 0  
Hamburgo
 
Ajax
 
Real Madrid
1980-81
Detalhes
  Parc des Princes, Paris  
Liverpool
1 – 0  
Real Madrid
 
Bayern de Munique
 
Internazionale
1981-82
Detalhes
  De Kuip, Roterdã  
Aston Villa
1 – 0  
Bayern de Munique
 
Anderlecht
 
CSKA Sófia
1982-83
Detalhes
  Olímpico de Atenas, Atenas  
Hamburgo
1 – 0  
Juventus
 
Real Sociedad
 
Widzew Łódź
1983-84
Detalhes
  Olímpico de Roma, Roma  
Liverpool
1 – 1
4 – 2 (pen)
 
Roma
 
Dínamo de Bucareste
 
Dundee United
1984-85
Detalhes
  Heysel, Bruxelas  
Juventus
1 – 0  
Liverpool
 
Bordeaux
 
Panathinaikos
1985-86
Detalhes
  Ramón Sánchez Pizjuán, Sevilla  
Steaua Bucareste
0 – 0
2 – 0 (pen)
 
Barcelona
 
Anderlecht
 
IFK Göteborg
1986-87
Detalhes
  Praterstadion, Viena  
Porto
2 – 1  
Bayern de Munique
 
Dínamo de Kiev
 
Real Madrid
1987-88
Detalhes
  Neckarstadion, Stuttgart  
PSV Eindhoven
0 – 0
6 – 5 (pen)
 
Benfica
 
Real Madrid
 
Steaua Bucareste
1988-89
Detalhes
  Camp Nou, Barcelona  
Milan
4 – 0  
Steaua Bucareste
 
Real Madrid
 
Galatasaray
1989-90
Detalhes
  Praterstadion, Viena  
Milan
1 – 0  
Benfica
 
Bayern de Munique
 
Olympique de Marselha
1990-91
Detalhes
  San Nicola, Bari  
Estrela Vermelha
0 – 0
5 – 3 (pen)
 
Olympique de Marselha
 
Bayern de Munique
 
Spartak Moscou
1991-92
Detalhes
  Wembley, Londres  
Barcelona
1 – 0 (pro)  
Sampdoria
 
Sparta Praga
 
Estrela Vermelha

Como Liga dos Campeões da UEFAEditar

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1992-93
Detalhes
  Olímpico de Munique, Munique  
Olympique de Marselha
1 – 0  
Milan
 
Rangers
 
IFK Göteborg
1993-94
Detalhes
  Olímpico de Atenas, Atenas  
Milan
4 – 0  
Barcelona
 
Monaco
 
Porto
1994-95
Detalhes
  Ernst-Happel, Viena  
Ajax
1 – 0  
Milan
 
Bayern de Munique
 
Paris Saint-Germain
1995-96
Detalhes
  Olímpico de Roma, Roma  
Juventus
1 – 1
4 – 2 (pen)
 
Ajax
 
Nantes
 
Panathinaikos
1996-97
Detalhes
  Olímpico de Munique, Munique  
Borussia Dortmund
3 – 1  
Juventus
 
Manchester United
 
Ajax
1997-98
Detalhes
  Amsterdam Arena, Amsterdã  
Real Madrid
1 – 0  
Juventus
 
Borussia Dortmund
 
Monaco
1998-99
Detalhes
  Camp Nou, Barcelona  
Manchester United
2 – 1  
Bayern de Munique
 
Juventus
 
Dínamo de Kiev
1999-00
Detalhes
  Stade de France, Paris  
Real Madrid
3 – 0  
Valencia
 
Bayern de Munique
 
Barcelona
2000-01
Detalhes
  San Siro, Milão  
Bayern de Munique
1 – 1
5 – 4 (pen)
 
Valencia
 
Real Madrid
 
Leeds United
2001-02
Detalhes
  Hampden Park, Glasgow  
Real Madrid
2 – 1  
Bayer Leverkusen
 
Barcelona
 
Manchester United
2002-03
Detalhes
  Old Trafford, Manchester  
Milan
0 – 0
3 – 2 (pen)
 
Juventus
 
Internazionale
 
Real Madrid
2003-04
Detalhes
  Arena AufSchalke, Gelsenkirchen  
Porto
3 – 0  
Monaco
 
Deportivo La Coruña
 
Chelsea
2004-05
Detalhes
  Olímpico Atatürk, Istambul  
Liverpool
3 – 3
3 – 2 (pen)
 
Milan
 
Chelsea
 
PSV Eindhoven
2005-06
Detalhes
  Stade de France, Paris  
Barcelona
2 – 1  
Arsenal
 
Milan
 
Villarreal
2006-07
Detalhes
  Olímpico de Atenas, Atenas  
Milan
2 – 1  
Liverpool
 
Manchester United
 
Chelsea
2007-08
Detalhes
  Lujniki, Moscou  
Manchester United
1 – 1
6 – 5 (pen)
 
Chelsea
 
Barcelona
 
Liverpool
2008-09
Detalhes
  Olímpico de Roma, Roma  
Barcelona
2 – 0  
Manchester United
 
Chelsea
 
Arsenal
2009-10
Detalhes
  Santiago Bernabéu, Madrid  
Internazionale
2 – 0  
Bayern de Munique
 
Barcelona
 
Lyon
2010-11
Detalhes
  Wembley, Londres  
Barcelona
3 – 1  
Manchester United
 
Real Madrid
 
Schalke 04
2011-12
Detalhes
  Allianz Arena, Munique  
Chelsea
1 – 1
4 – 3 (pen)
 
Bayern de Munique
 
Barcelona
 
Real Madrid
2012-13
Detalhes
  Wembley, Londres  
Bayern de Munique
2 – 1  
Borussia Dortmund
 
Barcelona
 
Real Madrid
2013-14
Detalhes
  Estádio da Luz, Lisboa  
Real Madrid
4 – 1 (pro)  
Atlético de Madrid
 
Bayern de Munique
 
Chelsea
2014-15
Detalhes
  Olímpico de Berlim, Berlim  
Barcelona
3 – 1  
Juventus
 
Bayern de Munique
 
Real Madrid
2015-16
Detalhes
  Giuseppe Meazza, Milão  
Real Madrid
1 – 1
5 – 3 (pen)
 
Atlético de Madrid
 
Manchester City
 
Bayern de Munique
2016-17
Detalhes
  Millennium Stadium, Cardiff  
Real Madrid
4 – 1  
Juventus
 
Atlético de Madrid
 
Monaco
2017-18 Detalhes   Olímpico de Kiev, Kiev
2018-19
Detalhes
  Wanda Metropolitano, Madrid

TítulosEditar

Por equipeEditar

Clube Títulos Vices Aprov.
  Real Madrid 12 (1955–56, 1956–57, 1957–58, 1958–59, 1959–60, 1965–66, 1997–98, 1999–00, 2001–02, 2013–14, 2015–16 e 2016–17) 3 (1961–62, 1963–64 e 1980–81) 80%
  AC Milan 7 (1962–63, 1968–69, 1988–89, 1989–90, 1993–94, 2002–03 e 2006–07) 4 (1957–58, 1992–93, 1994–95 e 2004–05) 63.3%
  FC Bayern München 5 (1973–74, 1974–75, 1975–76, 2000–01 e 2012–13) 5 (1981–82, 1986–87, 1998–99, 2009–10 e 2011–12) 50,0%
  FC Barcelona 5 (1991–92, 2005–06, 2008–09, 2010–11 e 2014–15) 3 (1960–61, 1985–86 e 1993–94) 62,5%
  Liverpool FC 5 (1976–77, 1977–78, 1980–81, 1983–84 e 2004–05) 2 (1984–85 e 2006–07) 71.4%
  Ajax 4 (1970–71, 1971–72, 1972–73 e 1994–95) 2 (1968–69 e 1995–96) 66.6%
  Manchester United 3 (1967–68, 1998–99 e 2007–08) 2 (2008-09 e 2010-11) 60%
  Internazionale 3 (1963–64, 1964–65 e 2009–10) 2 (1966-67 e 1971-72) 60%
  Juventus 2 (1984–85 e 1995–96) 7 (1972-73, 1982-83, 1996-97, 1997-98, 2002-03, 2014–15 e 2016–17) 22.2%
  Benfica 2 (1960–61 e 1961–62) 5 (1962-63, 1964-65, 1967-68, 1987-88 e 1989-90) 28.5%
  Porto 2 (1986–87 e 2003-04) 0 100%
  Nottingham Forest 2 (1978–79 e 1979–80) 0 100%
  Chelsea 1 (2011-12) 1 (2007-08) 50%
  Celtic 1 (1966–67) 1 (1969-70) 50%
  Borussia Dortmund 1 (1996–97) 1 (2012-13) 50%
  Hamburgo 1 (1982–83) 1 (1979-80) 50%
  Steaua Bucareste 1 (1985–86) 1 (1988-89) 50%
  Olympique de Marselha 1 (1992–93) 1 (1990-91) 50%
  Estrela Vermelha 1 (1990–91) 0 100%
  PSV 1 (1987–88) 0 100%
  Feyenoord 1 (1969–70) 0 100%
  Aston Villa 1 (1981-82) 0 100%
  Atlético de Madrid 0 3 (1973-74, 2013-14 e 2015-16) 0%
  Stade de Reims 0 2 (1955-56 e 1958-59) 0%
  Valencia 0 2 (1999-00 e 2000-01) 0%
  Monaco 0 1 (2003-04) 0%
  Panathinaikos 0 1 (1970-71) 0%
  Leeds United 0 1 (1974-75) 0%
  Saint-Etienne 0 1 (1975-76) 0%
  Borussia Mönchengladbach 0 1 (1976-77) 0%
  Arsenal 0 1 (2005-06) 0%
  Fiorentina 0 1 (1956-57) 0%
  Eintracht Frankfurt 0 1 (1959-60) 0%
  Partizan 0 1 (1965-66) 0%
  Club Brugge 0 1 (1977-78) 0%
  Malmö 0 1 (1978-79) 0%
  Roma 0 1 (1983-84) 0%
  Sampdoria 0 1 (1991-92) 0%
  Bayer Leverkusen 0 1 (2001-02) 0%

Por paísEditar

País Títulos Vices Aprov.
  Espanha 17 11 66.6%
  Itália 12 16 46.1%
  Inglaterra 12 7 63.1%
  Alemanha 7 10 46.6%
  Países Baixos 6 2 75%
  Portugal 4 5 44.4%
  França 1 5 16.6%
  Sérvia 1 1 50%
  Roménia 1 1 50%
  Escócia 1 1 50%
  Bélgica 0 1 0%
  Grécia 0 1 0%
  Suécia 0 1 0%

Locais das finaisEditar

País Finais Cidades
  Itália
9
Milão (4), Roma (4), Bari (1)
  Inglaterra
8
Londres (7), Manchester (1)
  Alemanha
8
Munique (4), Estugarda (2), Gelsenkirchen (1), Berlim (1)
  Espanha
8
Madrid (5), Barcelona (2), Sevilha (1)
  França
5
Paris (5)
  Bélgica
4
Bruxelas (4)
  Áustria
4
Viena (4)
  Países Baixos
4
Roterdão (2), Amesterdão (2)
  Escócia
3
Glasgow (3)
  Grécia
3
Atenas (3)
  Portugal
2
Lisboa (2)
  Iugoslávia
1
Belgrado (1)
  Suíça
1
Berna (1)
  Turquia
1
Istambul (1)
  Rússia
1
Moscovo (1)
  País de Gales
1
Cardiff (1)
  Ucrânia
1
Kiev (1)

Por JogadorEditar

Jogador Titulos Anos que venceu
  Francisco Gento
6
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
  Alfredo Di Stéfano
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Héctor Rial
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Juan Alonso
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Juan Santisteban
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Marcos Alonso Imaz
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Rafael Lesmes
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  José María Zárraga
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  Paolo Maldini
5
1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-032006-07
  Alessandro Costacurta
5
1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-032006-07
  Joseíto
4
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59
  Enrique Mateos
4
1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
  José Santamaría
4
1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
  Phil Neal
4
1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84
  Clarence Seedorf
4
1994-95, 1997-98, 2002-03, 2006-07
  Cristiano Ronaldo
4
2007-08, 2013-14, 2015-16, 2016-17
  Xavi
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
  Lionel Messi
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
  Andrés Iniesta
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
  Gerard Piqué
4
2007-08, 2008-09, 2010-11, 2014-15
  Ramón Marsal Ribó
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
  Becerril Minguela
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
  Miguel Muñoz
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
  Angel Atienza
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
  Raymond Kopa
3
1956-57, 1957-58, 1958-59
  Rogelio Domínguez
3
1957-58, 1958-59, 1959-60
  Ferenc Puskás
3
1958-59, 1959-60, 1965-66
  Heinz Stuy
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Wim Surbier
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Barry Hulshoff
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Horst Blankenburg
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Johan Neeskens
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Arnold Mühren
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Gerrie Mühren
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Arie Haan
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Johan Cruijff
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Piet Keizer
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
  Sepp Maier
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Johnny Hansen
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Hans-Georg Schwarzenbeck
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Franz Beckenbauer
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Bernd Dürnberger
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Franz Roth
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Hans-Josef Kapellmann
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Gerd Müller
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Ulrich Hoeness
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Rainer Zobel
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Conny Torstensson
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
  Steve Highway
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
  Ray Clemence
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
  Terry McDermott
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
  Ray Kennedy
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
  Jimmy Case
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
  Alan Hansen
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
  Graeme Souness
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
  Kenny Dalglish
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
  Franco Baresi
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
  Mauro Tassotti
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
  Filippo Galli
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
  Roberto Donadoni
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
  Frank Rijkaard
3
1988-89, 1989-90, 1994-95
  Sávio
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Fernando Hierro
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Roberto Carlos
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Raúl
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Fernando Morientes
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Guti
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Aitor Karanka
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Fernando Redondo
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
  Iker Casillas
3
1999-00, 2001-02, 2013-14
  Víctor Valdés
3
2005-06, 2008-09, 2010-11
  Carles Puyol
3
2005-06, 2008-09, 2010-11
  Samuel Eto'o
3
2005-06, 2008-09, 2009-10
  Daniel Alves
3
2008-09, 2010-11, 2014-15
  Pedro Rodríguez
3
2008-09, 2010-11, 2014-15
  Sergio Busquets
3
2008-09, 2010-11, 2014-15
  Toni Kroos
3
2012-13, 2015-16, 2016-17
  Sergio Ramos
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Nacho
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Daniel Carvajal
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Isco
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Raphaël Varane
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Karim Benzema
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Pepe
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Marcelo
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Casemiro
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Luka Modrić
3
2013-14, 2015-16, 2016-17
  Gareth Bale
3
2013-14, 2015-16, 2016-17

ArtilhariaEditar

Edição Jogador Clube Gols
1955-56
  Miloš Milutinović Partizan Belgrado
8
1956-57
  Dennis Viollet Manchester United
9
1957-58
    Alfredo Di Stéfano Real Madrid
10
1958-59
  Just Fontaine Stade Reims
10
1959-60
    Ferenc Puskás Real Madrid
12
1960-61
  José Águas Benfica
11
1961-62
  Heinz Strehl Nuremberg
8
1962-63
    José Altafini AC Milan
14
1963-64
  Vladica Kovačević /   Sandro Mazzola /     Ferenc Puskás Partizan Belgrado / Internazionale / Real Madrid
7
1964-65
  Eusébio /   José Torres Benfica / Benfica
9
1965-66
  Eusébio /   Flórián Albert Benfica / Ferencváros
7
1966-67
  Paul van Himst /   Jürgen Piepenburg Anderlecht / Vorwärts Berlim
6
1967-68
  Eusébio Benfica
6
1968-69
  Denis Law Manchester United
9
1969-70
  Mick Jones /   Ove Kindvall Leeds United / Feyenoord
8
1970-71
  Antonis Antoniadis Panathinaikos
10
1971-72
  Johan Cruijff /   Antal Dunai /   Lou Macari /   Silvester Takač Ajax / Újpest / Celtic / Standard Liège
5
1972-73
  Gerd Müller Bayern Munique
12
1973-74
  Gerd Müller Bayern Munique
8
1974-75
  Gerd Müller /   Edoward Markarov Bayern Munique / Ararat Erevan
5
1975-76
  Jupp Heynckes Borussia Mönchengladbach
6
1976-77
  Franco Cucinotta /   Gerd Müller Zurique / Bayern Munique
5
1977-78
  Allan Simonsen Borussia Mönchengladbach
5
1978-79
  Claudio Sulser Grasshopper
11
1979-80
  Søren Lerby Ajax
10
1980-81
  Karl-Heinz Rummenigge /   Terry McDermott /   Graeme Souness Bayern Munique / Liverpool / Liverpool
6
1981-82
  Dieter Hoeneß Bayern Munique
7
1982-83
  Paolo Rossi Juventus
6
1983-84
  Viktor Sokol Dínamo Minsk
6
1984-85
  Michel Platini /   Torbjörn Nilsson Juventus / IFK Göteborg
7
1985-86
  Torbjörn Nilsson IFK Göteborg
6
1986-87
  Borislav Cvetković Estrela Vermelha
7
1987-88
  Rui Águas/  Jean-Marc Ferreri/  Ally McCoist /   Míchel /   Gheorghe Hagi /   Rabah Madjer Benfica / Bordeaux / Glasgow Rangers / Real Madrid / Steaua Bucareste / Porto
4
1988-89
  Marco van Basten AC Milan
10
1989-90
  Jean-Pierre Papin /   Romário Olympique Marselha / PSV Eindhoven
6
1990-91
  Jean-Pierre Papin /   Peter Pacult Olympique Marselha / Tirol Innsbruck
6
1991-92
  Jean-Pierre Papin /       Serhiy Yuran Olympique Marselha / Benfica
7
1992-93
  Romário PSV Eindhoven
7
1993-94
  Ronald Koeman /   Wynton Rufer Barcelona / Werder Bremen
8
1994-95
  George Weah Paris Saint-Germain
8
1995-96
  Jari Litmanen Ajax
9
1996-97
  Ally McCoist Glasgow Rangers
6
1997-98
  Alessandro del Piero Juventus
10
1998-99
  Andriy Shevchenko /   Dwight Yorke Dínamo Kiev / Manchester United
8
1999-00
  Rivaldo /   Jardel /   Raúl /   Serhiy Rebrov Barcelona / Porto / Real Madrid / Dínamo Kiev
10
2000-01
  Jardel /   Raúl Galatasaray / Real Madrid
7
2001-02
  Ruud van Nistelrooy Manchester United
10
2002-03
  Ruud van Nistelrooy Manchester United
12
2003-04
  Fernando Morientes Monaco
9
2004-05
  Ruud van Nistelrooy Manchester United
8
2005-06
  Andriy Shevchenko AC Milan
9
2006-07
  Kaká AC Milan
10
2007-08
  Cristiano Ronaldo Manchester United
8
2008-09
  Lionel Messi Barcelona
9
2009-10
  Lionel Messi Barcelona
8
2010-11
  Lionel Messi Barcelona
12
2011-12
  Lionel Messi Barcelona
14
2012-13
  Cristiano Ronaldo Real Madrid
12
2013-14
  Cristiano Ronaldo Real Madrid
17
2014-15
  Cristiano Ronaldo /   Lionel Messi /   Neymar Real Madrid / Barcelona / Barcelona
10
2015-16
  Cristiano Ronaldo Real Madrid
16
2016-17
  Cristiano Ronaldo Real Madrid
12

Artilharia Histórica:

Negrito:jogadores em atividade
Posição Jogador gols
1 Cristiano Ronaldo 109
2 Lionel Messi 96
3 Raúl González 71
4 Ruud Van Nistelrooy 56
5 Karim Benzema 51
6 Thierry Henry 50
7 Di Stéfano 49
8 Shevchenko 48
9 Zlatan Ibrahimovic 47
10 Inzaghi e Eusébio 46

Notas:

  • os ex-iugoslavos Milutinović, Kovačević e Katač são sérvios, assim como os times do Partizan e do Estrela Vermelha; Cvetković é croata.
  • dentre os ex-soviéticos, Markarov é azerbaijano de origem armênia que jogava em clube armênio (o Ararat Erevan); Sokal e seu clube (Dínamo Minsk) são bielorrussos; e Yuran, ucraniano (mas jogou pela Rússia), sendo que a URSS se desintegrou quando a edição em que foi artilheiro estava em andamento.

Transmissão no BrasilEditar

No início dos anos 1990, a TV Cultura transmitia a Liga dos Campeões em TV aberta para o Brasil.[carece de fontes?] Desde a temporada 2003/2004, os direitos de transmissão pertencem à empresa de marketing e mídia TopSports Ventures. As temporadas 2003/2004 e 2004/2005 foram transmitidas pela RedeTV!. Por causa de uma briga judicial envolvendo Topsports e RedeTV!, a temporada 2005/2006, por sua vez, foi transmitida pela Band. A Rede Record transmitiu as temporadas 2006/2007,2007/2008 e 2008/2009 juntamente com a outra emissora do grupo, a Record News.

Com realização de acordo histórico junto à UEFA, a Rede Globo adquiriu os direitos de transmissão para os jogos de quarta-feira para as temporada 2009/2010, 2010/2011, 2011/2012 e 2012/2013, sem necessidade de veicular na programação as publicidades dos parceiros da entidade. Em 2011 a emissora renovou seu contrato até a temporada 2014/2015. Ela só transmitirá os jogos a partir das quartas de final, os outros ela repassará a Rede Bandeirantes. Os direitos desta temporada também foram comercializados com o Esporte Interativo para transmissão de um jogo de terça-feira, e para a ESPN no sistema de TV fechada. No dia 21 de novembro de 2014, foi anunciada a compra dos direitos para a TV fechada pelos canais Esporte Interativo, sendo anunciada também a transmissão de todos os jogos, seja na televisão como na internet até a temporada 2017/2018.

Transmissão em PortugalEditar

Desde o lançamento do canal, os direitos de transmissão da Liga dos Campeões na televisão paga foram sempre pertencentes à Sport TV, embora Pais do Amaral (em 2011) e a BTV (em 2014) já tenham tentado tirar os direitos de transmissão, mas sem sucesso. Por sua vez, os direitos de transmissão em sinal aberto foram pertencentes à RTP desde a sua primeira edição até 2012, ano em que os direitos para o triénio 2012/2015 foram adquiridos pela TVI, tendo as transmissões começado com o jogo Braga x Udinese. Durante a sua exibição no canal de Queluz de Baixo, as transmissões foram extremamente criticadas por diversas razões, entre as quais a falta de imparcialidade dos comentadores e o facto do canal emitir os jogos em 4:3. No final de 2014, a estação pública recuperou os direitos da competição de forma controversa, principalmente pelo valor oferecido pela reaquisição dos direitos, o que causou a destituição de Alberto da Ponte. Por outro lado, a reaquisição dos direitos foi bem recebida pelos telespectadores, especialmente pelo facto dos jogos passarem a ser emitidos em 16:9 em sinal aberto e em HD nas plataformas pagas. As transmissões da Liga dos Campeões para o triénio 2015/2018 contam com transmissão em direto na RTP1, na Antena 1 e na RTP Play, tendo sido retomadas com o jogo Sporting CP x CSKA Moscovo.

Ver tambémEditar

Referências

Ligações externasEditar