Abrir menu principal

Emmanuel Macron

empresário e político francês
Emmanuel Macron
25.º Presidente da França
Período 14 de maio de 2017
até a atualidade
Primeiro-ministro Édouard Philippe
Antecessor(a) François Hollande
Co-Príncipe de Andorra
Período 14 de maio de 2017
até a atualidade
Co-Príncipe Joan Enric Vives i Sicília
Primeiro-ministro Antoni Martí
Antecessor(a) François Hollande
Joan Enric Vives i Sicília
Ministro da Economia, Indústria
e Assuntos Digitais
Período 26 de agosto de 2014
a 30 de agosto de 2016
Primeiro-ministro Manuel Valls
Antecessor(a) Arnaud Montebourg
Sucessor(a) Michel Sapin
Secretário-geral adjunto
da Presidência da República
Período 15 de maio de 2012
a 15 de julho de 2014
Presidente François Hollande
Antecessor(a) Jean Castex
Sucessor(a) Laurence Boone
Dados pessoais
Nome completo Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron
Nascimento 21 de dezembro de 1977 (40 anos)
Amiens, Picardia, França
Alma mater Universidade Paris Nanterre
Instituto de Estudos Políticos
Escola Nacional de Administração
Esposa Brigitte Trogneux (2007–presente)
Partido Socialista (2006–2009)
Independente (2009–2016)
Em Marcha! (2016–presente)
Religião Catolicismo
Profissão Funcionário público e banqueiro
Assinatura Assinatura de Emmanuel Macron

Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron (Amiens, 21 de dezembro de 1977) é um político, funcionário público e banqueiro francês, atual presidente do seu país.[1] Macron estudou filosofia na Universidade de Paris X - Nanterre, concluiu um mestrado em políticas públicas no Instituto de Estudos Políticos de Paris, e depois se formou na Escola Nacional de Administração em 2004. Em seguida, passou a trabalhar na Inspeção-Geral de Finanças antes de se tornar um sócio do banco Rothschild.

Membro do Partido Socialista entre 2006 e 2009, foi nomeado secretário-geral adjunto da Presidência da República por François Hollande em 2012, e se tornou ministro da economia em 2014 no governo Valls. Como ministro, apoiou reformas pró-empresariado. Ele saiu do governo em agosto de 2016 para lançar sua candidatura à presidência na eleição de 2017, a qual anunciou oficialmente em novembro de 2016, poucos meses após fundar seu próprio partido político, o Em Marcha!.

Durante a campanha presidencial, Macron dizia-se disposto a harmonizar “eficiência” – reformas econômicas liberais que dinamizassem a economia francesa – com “justiça” – manutenção do Estado de bem-estar social e apoio a medidas consideradas progressistas, tal como o casamento igualitário.[2]

Em 7 de maio de 2017, foi eleito Presidente da França com 66,10% dos votos, derrotando a candidata de extrema-direita Marine Le Pen. Uma semana depois, foi empossado o 25.º presidente francês.

Índice

Início de vida e educaçãoEditar

Emmanuel Macron nasceu em Amiens em 21 de dezembro de 1977, sendo filho de Jean-Michel Macron, professor de neurologia da Universidade de Picardia, e da médica Françoise Macron-Noguès.[3][4][5][6] Macron estudou na escola jesuíta de Amiens, tendo boas notas, até ser enviado por seus pais para estudar seu último ano do ensino secundário em Lycée Henri-IV, de Paris.[7][8][9]

Macron não foi aprovado nas provas de admissão da Escola Normal Superior de Paris, e então matriculou-se na Universidade de Paris X - Nanterre, onde recebeu um Diploma de Estudos Avançados na área da filosofia.[10][11] Sua dissertação de conclusão abordou o limite e a noção do bem comum nos pensamentos de Georg Hegel e Nicolau Maquiavel.[12]

Dando continuidade aos seus estudos, obteve um mestrado em políticas públicas pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris; enquanto estudou nesta instituição, foi assistente do filósofo Paul Ricœur. Em 2002, foi admitido na Escola Nacional de Administração, graduando-se em 2004.[13][14]

Carreira profissionalEditar

Em 2004, Macron juntou-se a equipe da Inspeção-Geral de Finanças, tornando-se um dos protegidos de Jean-Pierre Jouyet, diretor da instituição.[15][16] Ele trabalhou em tarefas relacionadas ao desenvolvimento de pesquisas, a distribuição da carga tributária entre as gerações, a equidade intergeracional e a carga tributária.[12]

Em agosto de 2007, foi nomeado vice-relator da Comissão para a Libertação do Crescimento Francês, cujos membros eram indicados pelo presidente Nicolas Sarkozy. Sua passagem pela comissão, chefiada pelo influente economista Jacques Attali, permitiu-lhe relacionar-se com personalidades de grandes empresas privadas europeias e, como resultado, foi contratado em 2008 pelo banco de investimentos Rothschild.[17][18][19][12]

Em 2010, Macron tornou-se sócio do Rothschild na França.[20] O período de Macron como banqueiro foi curto, porém intenso. No início de 2012, conduziu uma das maiores negociações do ano, a aquisição de uma filial da Pfizer pela Nestlé. A transação, estimada em 12 bilhões de euros, fez com que se tornasse um milionário.[21][22][12] No período em que foi sócio-gerente do banco, até 2012, Macron indicou ter ganho 2 milhões de euros, recebendo um total de 3,3 milhões de euros entre 2009 a 2013. Em 2012, entretanto, declarou possuir apenas 200 mil euros.[23][24]

Carreira políticaEditar

Macron foi um membro ativo do Movimento de Cidadãos por quase dois anos.[25] Enquanto estudou no Instituto de Estudos Políticos de Paris, fez um estágio no escritório de Georges Sarre, prefeito do 11.º arrondissement de Paris.[26] Macron votou para Jean-Pierre Chevènement no primeiro turno da eleição presidencial de 2002 e, após a eleição daquele ano transformar-se em um segundo turno com apenas candidatos da direita, ele afirmou acreditar que a derrota do socialista Lionel Jospin era explicada pela incapacidade da esquerda em conseguir um discurso firme sobre questões de segurança.[25] Macron integrou o Partido Socialista de 2006 a 2009.[27]

Macron conheceu François Hollande em 2006 através de Jean-Pierre Jouyet. Durante a eleição presidencial de 2007, fez parte do grupo Gracques, um think tank social liberal que pregava a renovação da esquerda francesa, e apelou por uma aliança entre Ségolène Royal e François Bayrou. Em meados daquele ano, Macron tentou obter a indicação do Partido Socialista para concorrer nas eleições parlamentares em Picardia. No entanto, os socialistas de Picardia recusaram-se a o escolherem como candidato. Esta derrota, combinada com a vitória de Sarkozy na eleição presidencial, encorajou-o a dar uma reviravolta em sua carreira.[carece de fontes?]

Em 2007, enquanto era apoiado pela maioria dos comerciantes de Le Touquet-Paris-Plage, Macron recusou-se a concorrer nas eleições municipais e enfrentar o candidato da União por um Movimento Popular. Em 2010, embora não houvesse sido um membro ativo do Partido Socialista no ano anterior, recusou o convite da UMP para se tornar o vice-chefe de gabinete do primeiro-ministro François Fillon. Em 2011, aproximou-se do círculo de François Hollande, a quem apoiou nas prévias presidenciais socialistas.[carece de fontes?]

Secretário-geral adjunto da Presidência da RepúblicaEditar

Em maio de 2012, Macron aceitou a oferta feita por Hollande, o novo presidente da França, que o convidou para ser o secretário-geral adjunto da Presidência da República, tendo funções consultivas em matérias econômicas e financeiras e auxiliando o secretário-geral Pierre-René Lemas.[28] O jornalista Nicolas Prissette observou que "nas primeiras semanas, o secretário-geral adjunto de 34 anos chamou a atenção do microcosmo: jovem, espirituoso, atípico, não muito de esquerda... os jornais dedicaram-lhe artigos. Ele está mais interessado em caráter do que o secretário-geral [...]."[29]

Macron mostrou suas habilidades tecnocráticas como arquiteto do plano de Hollande para baixar impostos corporativos para aumentar a competitividade e criar empregos. Ele também moldou o Pacto de Responsabilidade e Solidariedade, apresentado pelo presidente em dezembro 2013 e focado em aumentar a competitividade da economia. Macron envolveu-se de forma muito ativa nos bastidores, em várias reuniões internacionais de alto nível, particularmente os encontros da União Europeia e do G20.[12][30]

Ministro da EconomiaEditar

 
Macron durante conferência econômica em Toulouse, em 2 de julho de 2015.

Em 15 de julho de 2014, Macron demitiu-se de seu cargo como secretário-geral adjunto, tendo planos de voltar para a iniciativa privada.[31] Um mês depois, no entanto, aceitou o cargo de ministro da economia, indústria e assuntos digitais no novo governo de Manuel Valls.[32]

Em dezembro de 2014, apresentou perante o Conselho de Ministros um projeto de lei voltado ao crescimento e oportunidades econômicas iguais, também chamado de "Lei Macron", que tinha como objetivo "destravar a economia francesa" e incluía a liberalização do código de trabalho. Com receio de não conseguir a maioria necessária para aprovar o projeto, o governo recorreu ao artigo 49 do parágrafo 3 da Constituição, que permitiu a aprovação do projeto sem uma votação.[33]

Macron esteve na vanguarda de reformas favoráveis aos negócios. Ele manteve publicamente discordâncias sobre algumas medidas do governo, e sua permanência como ministro foi seriamente ameaçada em janeiro de 2016, quando opôs-se veementemente a um projeto de lei apresentado por Valls. Macron começou a conceber planos para seu próprio futuro político e, em abril de 2016, fundou seu próprio partido, o Em Marcha!.[34][35][36]

Candidatura presidencial em 2017Editar

 
Eleitores comemoram vitória de Macron no Louvre em 7 de maio.

Macron deixou o governo em 30 de agosto de 2016, poucos meses após fundar o Em Marcha!, um partido político progressista. Em 16 de novembro de 2016, anunciou formalmente sua candidatura à presidência após meses de especulação. Em seu discurso de anúncio, pediu uma "revolução democrática" e prometeu "desbloquear a França". Macron acumulou uma ampla gama de apoiadores, garantindo endossos de François Bayrou e muitos políticos socialistas, como Valls, mas também um número significativo de políticos centristas e da centro-direita.[carece de fontes?]

Macron advogava em favor do livre-mercado, da redução do défice das finanças públicas e de refugiados.[37][38] Foi descrito como eurófilo e federalista, enquanto ele se descreveu como "nem pro-europeu, eurocéptico nem federalista no sentido clássico", classificando seu partido como "a única força política pró-européia na França"[39][40][41][42]

A 7 de maio de 2017, ganhou com 65,8% dos votos o 2ª turno das eleições presidenciais francesas face a Marine Le Pen.[43]

Presidente da FrançaEditar

Macron se tornou presidente em 14 de maio e escolheu Édouard Philippe como o novo primeiro-ministro.[44] Nas eleições legislativas do mês seguinte, seu partido e aliados de Macron conseguiram uma confortável maioria, ganhando 350 dos 577 assentos.[45]

Uma vez empossado presidente, Macron afirmou que pretendia passar um pacote de reformas nas áreas de ética pública, leis trabalhistas, impostos e segurança. Em agosto de 2017, uma lei anti-corrupção proposta pela presidência passou no Senado, embora tenha sido altamente contestada devido a sua constitucionalidade.[46] Macron, durante a campanha, prometeu lutar contra o nepotismo. Mesmo assim, uma vez eleito, tentou dar um cargo para sua esposa no seu gabinete, mas a pressão popular o forçou a recuar.[47]

 
Emmanuel Macron, como presidente da França, discursando no Fórum Econômico Mundial, em 2018.

Tentou alterar as leis trabalhistas, tornando-as mais flexíveis e tirando poderes dos sindicatos. Ele também queria tornar mais difícil para empresas contratarem mão-de-obra barata do leste europeu ao invés de franceses nativos.[48] Macron afirmou que as mudanças nas leis trabalhistas miravam gerar emprego e impulsionar a economia.[49] Os grandes sindicatos e uma boa parcela dos trabalhadores se opuseram as reformas, realizando protestos em várias cidades.[50] Em agosto, o Senado aprovou as reformas do presidente de afrouxar as leis trabalhistas,[51] Entre as mudanças, estavam uma lei que dava mais flexibilidade para empresas admitirem e demitirem funcionários e reduzia o número de situações em que um empregado poderia exigir pagamento de compensação caso demitido sem justa causa. O governo afirmou que o impacto da lei foi positivo, com o desemprego reduzindo em 1,8% em um ano.[52] Ainda em questões internas, afirmou que pretendia ver a língua corsa reconhecida pela constituição, em meio a um crescente movimento separatista na Córsega.[53] Ele também anunciou que pretendia "reorganizar" a religião islâmica na França, para aumentar sua integração com o restante da população e coloca-los dentro do conceito de Laïcité francês ("Estado laico"), o que ele afirma ser melhor para a coesão e estabilidade nacional.[54] Na economia, para estabilizar as contas públicas, anunciou uma série de cortes orçamentários e medidas de austeridade. No setor de defesa, o corte de €850 milhões gerou inquietação nos militares. O general Pierre de Villiers, chefe do Estado-Maior, renunciou após vazarem áudios onde ele, enfurecido, xingou a situação.[55] O general François Lecointre o substituiu como comandante do exército.[56] Na área de impostos, Macron afirmou que os baixaria. Ele disse que, junto com o corte de gastos, isso equilibraria o orçamento e viabilizaria o crescimento econômico desejado.[57] Ao fim de 2017, anunciou um programa de "demissão voluntária" para servidores públicos.[58]

Com relação a imigração, afirmou que a crise migratória na Europa estaria levando a uma crise política no continente e que a tendência seria piorar.[59] Disse que pretendia simplificar e agilizar as leis de admissão de refugiados e também as de deportação. Ainda afirmou que pretendia construir melhores habitações para tais refugiados e migrantes.[60]

No âmbito externo, teve choques com os Estados Unidos quando estes, liderados pelo presidente Donald Trump, saíram do Acordo nuclear com o Irã e do Acordo Climático de Paris. Condenou os testes com armas nucleares da Coreia do Norte, taxou o governo de Nicolás Maduro na Venezuela como uma "ditadura" e afirmou que combater o terrorismo islâmico na França e pelo mundo era uma de suas prioridades.[61]

Em maio de 2017, se encontrou com Vladimir Putin no Palácio de Versalhes e exortou por maior cooperação na luta contra o grupo terrorista ISIS. Em 14 de abril de 2018, como uma retaliação pelo suposto Ataque químico de Douma, Macron ordenou um ataque militar aeronaval contra o regime Assad na Síria, coordenando a ação com os Estados Unidos e o Reino Unido.[62][63]

Como é comum para presidentes na França, Macron começou seu governo com a popularidade em alta, atingindo um índice de aprovação de 64% dois meses após ser empossado. Estes números, porém, foram declinando com o tempo. Em setembro de 2017, sete em cada dez franceses afirmavam que o presidente estava respeitando suas promessas de campanha,[64][65] embora a maioria afirmava que suas politicas eram "injustas."[66] Em setembro de 2018, a popularidade do seu governo havia despencado para 31%, enquanto 64% afirmavam desaprovar sua administração.[67]

Visões políticasEditar

No geral, Macron é visto como um centrista.[68][69][70][71][72][73] Alguns observadores o qualificam como um social liberal,[74][75][76] enquanto outros o descrevem como um social democrata.[77][78] Durante seu tempo no Partido Socialista Francês, ele pertencia a ala centrista do movimento,[79] cujo as politicas eram descritas como de "terceira via", uma visão normalmente associada a políticos como Bill Clinton, Tony Blair e Gerhard Schröder.[80][81]

Vida pessoalEditar

Macron é casado com Brigitte Trogneux,[82] que é 24 anos mais velha que ele e era sua professora em Amiens.[83][84][85] O casal se conheceu quando Macron tinha 15 anos de idade e era aluno de Brigitte, mas eles se tornaram oficialmente um casal quando ele completou 18 anos.[86]

Seus pais inicialmente tentaram dividir o casal ao enviá-lo a Paris para terminar o último ano de colégio, pois achavam que sua juventude tornava esta relação inapropriada. Eles, entretanto, permaneceram juntos e casaram-se em 2007. O casal vive com os três filhos de Trogneux de seu casamento anterior.[87][88][89]

Referências

  1. Helena Tecedeiro (24 de abril de 2017). «O filho de médicos que deve à avó a vocação de esquerda». Diário de Notícias.pt. Consultado em 24 de abril de 2017.. Cópia arquivada em 24 de abril de 2017 
  2. GAVIÃO, Leandro (3 de abril de 2017). «O crescimento da extrema-direita e o cenário eleitoral francês.». Le Monde Diplomatique Brasil. Consultado em 13 de maio de 2018. 
  3. «[PICARDIE] Emmanuel Macron, un Amiénois à l'Élysée - Le Courrier Picard». Courrier Picard. 16 de maio de 2012. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  4. Vincent Delorme (27 de outubro de 2014). «Emmanuel Macron ministre : un Amiénois à Bercy». Francebleu. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  5. Anne Fulda (15 de novembro de 2013). «Emmanuel Macron : Le cerveau droit de Hollande». Le Figaro. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  6. «Emmanuel Macron : les femmes de sa vie». Planet. 1 de dezembro de 2016. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  7. «Emmanuel Macron». Gala. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  8. Angelique Chrisafis (11 de julho de 2016). «Will France's young economy minister – with a volunteer army – launch presidential bid?». The Guardian. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  9. «Emmanuel Macron, un ex-banquier touche-à-tout à Bercy». France 24. 27 de agosto de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  10. Vincent de Féligonde (26 de agosto de 2014). «Emmanuel Macron, ancien conseiller du prince aux manettes de Bercy». La Croix. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  11. «Emmanuel Macron». Ouest France. 27 de agosto de 2014. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  12. a b c d e «Emmanuel Macron». Barcelona Center for International Affairs. 21 de abril de 2017. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  13. Renée Kaplan (2 de setembro de 2014). «Who is the Hot New French Economy Minister?». Frenchly. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  14. Odile Benyahia-Kouider (28 de dezembro de 2012). «Ils ont marqué 2012 : Emmanuel Macron, l'enfant prodige de l'Elysée». L'Obs. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  15. Claire Guélaud (16 de maio de 2012). «Emmanuel Macron, un banquier d'affaires nommé secrétaire général adjoint de l'Elysée». Le Monde. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  16. Sophie Coignard (22 de abril de 2016). «Coignard - Derrière Macron, l'ombre de Jouyet». Le Point. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  17. «Décret n°2007-1272 du 27 août 2007 instituant une commission pour la libération de la croissance française». Legifrance. 27 de agosto de 2007. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  18. «Décret n° 2010-223 du 4 mars 2010 relatif à la commission pour la libération de la croissance française». Legifrance. 4 de março de 2010. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  19. Rémi Noyon (30 de outubro de 2016). «Au fait, il faisait quoi chez Rothschild, Emmanuel Macron ?». L'Obs. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  20. Elsa Conesa (16 de dezembro de 2010). «Rothschild & Cie coopte trois nouveaux associés». Les Echos. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  21. Grégoire Biseau (17 de setembro de 2012). «Avec Macron, l'Elysée décroche le poupon». Libération. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  22. David Bensoussan (4 de setembro de 2012). «Macron, ce chouchou des patrons qui succède à Montebourg». Challanges. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  23. Corinne Lhaïk, Marcelo Wesfreid e Marie Simon (2 de setembro de 2014). «La bombe Macron». L'Express. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  24. Assma Maad e Susie Armitage (5 de abril de 2017). «Tudo o que você precisa saber sobre o homem de 39 anos que pode ser o próximo presidente da França». BuzzFeed. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  25. a b «Macron, ce jeune chevènementiste». Marianne. 12 de novembro de 2015. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  26. Prissette 2016, p. 79.
  27. «Macron, militant PS depuis 2006, n'est plus à jour de cotisation depuis 5 ans». L'Obs. 29 de outubro de 2014. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  28. «Arrêté du 15 mai 2012 portant nomination à la présidence de la République». Legifrance. 15 de maio de 2012. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  29. Prissette 2016, p. 142-143.
  30. Prissette 2016, p. 144-145.
  31. Visot, Marie (10 de Junho de 2014). «Laurence Boone, une forte tête à l'Élysée» (em francês). Le Figaro. Consultado em 25 de Agosto de 2017. 
  32. Carmarans, Christophe (29 de Agosto de 2014). «Emmanuel Macron: son adversaire, c'est la défiance» (em francês). Les Voix du Monde. Consultado em 25 de Agosto de 2017. 
  33. Graça Andrade Ramos (16 de junho de 2015). «Governo francês força aprovação da controversa Lei Macron». RTP. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  34. «Emmanuel Macron lance un mouvement politique nouveau baptisé En marche !» (em francês). Le Monde. 6 de Abril de 2016. Consultado em 25 de Agosto de 2017. 
  35. Santigado, David (7 de Abril de 2016). «Ministro francês da Economia lança movimento político a um ano das presidenciais». Jornal de Negócios. Consultado em 25 de Agosto de 2017. 
  36. Chrisafis, Angelique (6 de Abril de 2016). «France's economy minister Emmanuel Macron launches political movement» (em inglês). Consultado em 25 de Agosto de 2015. 
  37. Gabriel Brust (20 de abril de 2017). «França dividida: terreno fértil para Macron». Veja. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  38. Anne-Sylvaine Chassany (23 de fevereiro de 2017). «Emmanuel Macron proposes Nordic economic model for France». Financial Times. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  39. Aline Robert (13 de julho de 2016). «Emmanuel Macron se pose en europhile assumé». Euractiv. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  40. «Macron veut une Europe à deux vitesses». Europe1 LeJdd. 31 de maio de 2015. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  41. «A Berlin, Macron veut « restaurer la confiance avec les Allemands en faisant des réformes sérieuses »». LeMonde. 10 de janeiro de 2017. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  42. «Macron l'Européen prône la « transgression »». Les Echos. 19 de abril de 2016. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  43. «Résultats présidentielle : Emmanuel Macron remporte largement l'élection avec 65,5% des voix face à Marine Le Pen, selon une estimation Ipsos/Sopra Steria». Franceinfo (em francês). 7 de maio de 2017 
  44. «France's Macron names Republican Philippe as PM». BBC. 15 de maio de 2017. Consultado em 29 de junho de 2017. 
  45. «Elections législatives 2017». Ministére de L'Intérieur. Consultado em 29 de junho de 2017. 
  46. «France's parliament approves bill to clean up politics». Reuters. 9 de agosto de 2017 
  47. «France: Macron to abandon plans for official first lady». BBC News (em inglês). 8 de agosto de 2017. Consultado em 9 de agosto de 2017. 
  48. Pierre Briacon, Emmanuel Macron plunges head-first into labor reform: France's new president is counting on divisions in the labor movement and fast-track legislation, Politico (17 de maio de 2017).
  49. «France Unveils Contentious Labor Overhaul in Big Test for Macron». New York Times. Consultado em 7 de setembro de 2018. 
  50. Jennifer Thompson & Madison Marriage, Macron's reform agenda faces resistance, Financial Times.
  51. «French parliament approves Macron's labour reforms - France 24». France 24 (em inglês). 3 de agosto de 2017. Consultado em 9 de agosto de 2017. 
  52. «France sees big drop in unemployment rate in boost for Macron». Consultado em 27 de outubro de 2017. 
  53. Editorial, Reuters. «Macron backs Corsica mention in French constitution, rejects other dem». U.K. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  54. «Emmanuel Macron to propose reorganization of Islam in France». POLITICO. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  55. «French army chief resigns over Macron spat». POLITICO. 19 de julho de 2017. Consultado em 22 de julho de 2017. 
  56. «Macron names François Lecointre new armed forces chief». France 24. 19 de julho de 2017. Consultado em 7 de setembro de 2018. 
  57. Dyson, Richard; Meadows, Sam. «British expats among those benefiting as Macron slashes French wealth tax». The Telegraph (em inglês). ISSN 0307-1235. Consultado em 27 de outubro de 2017. 
  58. Samuel, Henry. «Emmanuel Macron takes France by surprise by unveiling 'voluntary redundancy' plan for bloated state sector». The Telegraph (em inglês). ISSN 0307-1235. Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  59. Editorial, Reuters. "Italy says 'arrogant' France could become main enemy on migration". Página acessada em 7 de setembro de 2018.
  60. «Subscribe to read». Financial Times (em inglês). Consultado em 11 de fevereiro de 2018. 
  61. «Emmanuel Macron: Fighting Islamist terror is France's top priority». Deutsche-Welle. Consultado em 7 de setembro de 2018. 
  62. Statements by Theresa May and Emmanuel Macron on the Syria Strike, New York Times (13 de abril de 2018).
  63. Helene Cooper, Thomas Gibbons-Neff & Ben Hubbard, U.S., Britain and France Strike Syria Over Suspected Chemical Weapons Attack, New York Times (13 de abril de 2018).
  64. «Regain de popularité pour Emmanuel Macron et Édouard Philippe». Consultado em 27 de outubro de 2017. 
  65. «L'action d'Emmanuel Macron». ELABE. 27 de setembro de 2017. Consultado em 27 de outubro de 2017. 
  66. «Réformes: 69% des Français jugent "injuste" la politique menée par Macron». LExpress.fr. 27 de setembro de 2017. Consultado em 27 de outubro de 2017. 
  67. «L'Observatoire politique» (PDF). Elabe. Consultado em 7 de setembro de 2018. 
  68. «France's Macron Joins Presidential Race to 'Unblock France'». BBC, UK. 16 de novembro de 2016. Consultado em 26 de abril de 2017. 
  69. «French election: Far right Marine Le Pen and centrist Emmanuel Macron through to final round». London Evening Standard. 24 de abril de 2017. Consultado em 25 de abril de 2017. 
  70. «France's Fillon overtakes centrist Macron in election ratings – poll». Reuters. 21 de fevereiro de 2017 
  71. «Centrist Macron and far-right Le Pen in French presidency fight». The Scotsman. Consultado em 25 de abril de 2017. 
  72. «France election: Centrist rising star Macron urges unity». BBC News. 4 de fevereiro de 2017. Consultado em 25 de abril de 2017. 
  73. «Right-wing Le Pen claims victory alongside centrist Macron for French presidential runoff, with E.U. future at stake». The Washington Post. Consultado em 25 de abril de 2017. 
  74. «Macron ou la "révolution passive" des élites françaises». Slate (em francês). 29 de maio de 2016. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  75. «Valls II: social-démocrate ou social-libéral ?». Libération (em francês). 27 de agosto de 2014. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  76. Jalabert, Pascal. «La ligne social libérale passe par Macron». Est Républicain (em francês). Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  77. «Nommé à Bercy, l'ancien banquier Emmanuel Macron fait consensus». Le Point. 27 de agosto de 2014. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  78. Biseau, Grégoire; Allemagna, Lilian (26 de agosto de 2014). «Valls et les jeunes loups hollandais». Libération. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  79. «Gauche, droite, centre... qui peut s'allier à Macron?». Bfmtv.com. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  80. «C'est la confiance des entreprises que Manuel Valls doit vraiment obtenir». Slate. 17 de setembro de 2014. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. 
  81. «Manuel Valls, c'est le blairisme, mais plus à droite encore». Tempsreel.nouvelobs.com. 29 de agosto de 2014. Consultado em 7 de setembro de 2018. 
  82. Point.fr, Le (9 de maio de 2017). «Les images émouvantes du mariage d'Emmanuel et Brigitte Macron». Le Point (em francês) 
  83. Pamela Druckerman (2 de fevereiro de 2017). «Sex and the French Elections». The New York Times. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  84. «Emmanuel Macron». Cosmopolis. 27 de agosto de 2016. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  85. Yasmeen Serhan (8 de fevereiro de 2017). «Emmanuel Macron's Unexpected Shot at the French Presidency». The Atlantic. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  86. «Brigitte Macron : la femme d'Emmanuel Macron, la carte com' du couple». Liter@ute. 19 de abril de 2017. Consultado em 22 de abril de 2017. 
  87. «Macron desmente rumores de caso extra-conjugal com outro homem». Observador. 8 de fevereiro de 2017. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  88. Helena Tecedeiro (4 de outubro de 2015). «Macron: o ministro que a esquerda odeia. E os franceses adoram». Diário de Notícias. Consultado em 23 de abril de 2017. 
  89. Richard Balmforth (12 de abril de 2017). «Presidenciável francês Macron desafiou pais para manter romance com professora, diz livro». Reuters. Consultado em 23 de abril de 2017. 

BibliografiaEditar

  • Prissette, Nicolas (2016). Emmanuel Macron en marche vers l'Élysée. [S.l.]: Plon. 240 páginas. ISBN 9782259251532 

Ligações externasEditar

 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Emmanuel Macron


Precedido por
François Hollande
Presidente da França
2017 — atualidade
Sucedido por
-