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Guarapari

Cidade do Espírito Santo
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Guarapari é um município brasileiro no litoral do estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na Região Metropolitana de Vitória e sua população em 2018 era de 122 982 habitantes.[2] A sua distância até Vitória é de 51 quilômetros; e até Brasília, 1 264 km.

Município de Guarapari
"Cidade Saúde"
Vista da Praia do Morro

Vista da Praia do Morro
Bandeira de Guarapari
Brasão de Guarapari
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1 de janeiro de 1679 (340 anos)[1]
Gentílico guarapariense[2]
Lema Per oras sanatur
"A saúde vem do mar"
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição[3]
CEP 29200-000 a 29229-999[4]
Prefeito(a) Edson Magalhães (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Guarapari
Localização de Guarapari no Espírito Santo
Guarapari está localizado em: Brasil
Guarapari
Localização de Guarapari no Brasil
20° 39' 28" S 40° 30' 39" O20° 39' 28" S 40° 30' 39" O
Unidade federativa Espírito Santo
Região intermediária

Vitória IBGE/2017[5]

Região imediata

Vitória IBGE/2017[5]

Municípios limítrofes Vila Velha, Anchieta, Alfredo Chaves, Viana e Marechal Floriano
Distância até a capital 50 km
Características geográficas
Área 591,815 km² [2]
Distritos Guarapari (sede), Rio Calçado e Todos os Santos[6]
População 122 982 hab. (ES: 9º) –  estatísticas IBGE/2018[2]
Densidade 207,8 hab./km²
Altitude 15 m
Clima tropical quente superúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,731 alto PNUD/2010[7]
PIB R$ 2 077 623,92 mil IBGE/2016[8]
PIB per capita R$ 17 098,94 IBGE/2016[8]
Página oficial
Prefeitura www.guarapari.es.gov.br
Câmara www.cmg.es.gov.br

Índice

TopônimoEditar

O topônimo "Guarapari" é de origem indígena onde "Guara" se refere à ave de pelagem vermelha Guará, e "parim" se refere à arma utilizada pelos povos indígenas locais para a caça do animal, que era muito comum na região. Com o tempo, passou-se a adotar o nome "Guarapari" no lugar de "Guaraparim", pois o primeiro era mais utilizado.

HistóriaEditar

 
Fachada da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, construída no século XVII.

Por volta do ano 1000, os índios que ocupavam o litoral sul do atual estado do Espírito Santo foram expulsos para o interior do continente devido à invasão de povos tupis procedentes da Amazônia. No século XVI, quando chegaram os primeiros exploradores europeus à região, a mesma era habitada por um desses povos tupis: os temiminós.[9]

Em 1585, o padre jesuíta José de Anchieta fundou uma missão jesuíta para catequizar os índios da região: a aldeia do Rio Verde ou aldeia de Santa Maria de Guaraparim. A aldeia possuía um convento e uma igreja dedicada a santa Ana. Para a sua inauguração, Anchieta compôs o Auto Tupi. Em 1677, foi construída a igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 1679, a aldeia de Guaraparim foi elevada à categoria de vila. Em 1835, foi criada a comarca de Guarapari. Em 1860, a comarca recebeu uma visita do imperador brasileiro dom Pedro II. Em 1878, passou à condição de município. Em 1891, adquiriu o status de cidade.

No final do século XIX, colonos europeus (italianos, em sua maioria, que aportaram no Rio Benevente) se instalaram no interior do município, fundando as localidades de Todos os Santos e Rio Calçado, entre outras. A principal atividade econômica dessas famílias era o café, além do plantio que faziam para a própria subsistência. Em 1948, teve instalada a sua câmara[10]. Em meados dos anos 1960/1970, Guarapari tornou-se nacionalmente famosa em decorrência das propriedades pretensamente medicinais de suas areias monazíticas. Por este motivo, houve uma onda turística crescente em torno da cidade.

GeografiaEditar

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[11] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Vitória.[5] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Guarapari, que por sua vez estava incluída na mesorregião Central Espírito-Santense.[12]

A cidade, assim como toda a região central do Espírito Santo, possui vários afloramentos graníticos e muitas enseadas e baías protegidas. A sede da cidade é a nível do mar, mas, graças à proximidade com a região serrana do estado, alguns distritos da cidade chegam a mil metros de altitude.

ClimaEditar

O clima guarapariense é caracterizado como tropical quente superúmido (tipo Aw segundo Köppen),[13][14] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual em torno dos 24,4 °C, tendo invernos amenos e verões chuvosos com temperaturas altas. O mês mais quente, janeiro, tem temperatura média de 27 °C, sendo a média máxima de 32 °C e a mínima de 23 °C. E o mês mais frio, junho, possui média de 22 °C, sendo 26 °C e 18 °C as médias máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.[14] O índice pluviométrico é de aproximadamente 1 084 mm, sendo agosto o mês mais seco e dezembro o mais chuvoso.[14]

Dados climatológicos para Guarapari
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 31,5 31,4 29,8 28,3 27,2 26,3 26,7 26,9 27,4 28,3 29,5 28,9 28,5
Temperatura média (°C) 27,3 27,1 25,8 24,2 22,9 22 22,3 22,8 23,6 24,6 25,6 25 24,4
Temperatura mínima média (°C) 23,1 22,9 21,9 20,2 18,7 17,8 18 18,7 19,9 21 21,8 21,1 20,4
Precipitação (mm) 121 70 94 88 66 47 56 44 64 107 158 169 1 084
Fonte: Climate-Data.org[14]

Ecologia e meio ambienteEditar

Radioatividade natural

As praias de Guarapari são famosas por possuírem um nível alto de radioatividade natural, proveniente das chamadas areias monazíticas, ricas nos elementos urânio e tório.[15] Em alguns pontos das praias foram registradas leituras de até 20μSv/h (175 mSv por ano),[16][17] uma dose equivalente à que seria recebida ao se tirar uma radiografia de tórax a cada cinco horas.[18] Na cidade os níveis de radiação são muito inferiores; um estudo realizado com 320 habitantes encontrou uma dose média de 0.6 µSv/h, ou 5.2 mSv por ano.[19] Foram observados índices significativamente aumentados de mortalidade por câncer de esôfago, estômago, pulmão e próstata.[15]

Situado no extremo norte do município, na faixa litorânea, o parque possui 1 500 hectares de área, protegendo o ecossistema restinga, uma rica flora composta por orquídeas, bromélias, clúsias e outras espécies típicas de restinga. Conta com uma fauna variada: de pererecas endêmicas a saguis-da-cara-branca, cutias, jiboias, quatis, tamanduás, jacarés, macacos e veados. Possui três lagoas de águas avermelhadas, mas somente uma, a Lagoa de Caraís, é aberta a visitação. O parque possui, também, duas trilhas para visitação:

  • Trilha da Clúsia - trilha que possibilita ao visitante um contato mais intimo com a natureza, da uma impressão que está dentre uma mata fechada.
  • Trilha da Restinga - uma trilha relativamente maior, com grau de dificuldade fácil. Leva o turista até a Lagoa de Caraís. Possui 1,5 quilômetros de extensão.

O parque recebeu esse nome em homenagem ao biólogo Paulo C. Vinha, assassinado cruelmente nos limites do parque enquanto fazia um levantamento fotográfico sobre líquens e fungos. Sua sede fica próxima ao bairro de Setiba, onde conta com guardas e uma estrutura básica de apoio ao turista.

Parque Natural Municipal Morro da Pescaria

Situado ao final da Praia do Morro, esse é o Parque mais visitado no Espírito Santo. É um Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (Unesco).

Cultura e lazerEditar

CulináriaEditar

Dentre todos os atrativos turísticos de Guarapari, a culinária capixaba merece uma atenção especial. Dos vários pratos baseados em frutos do mar, destacam-se a moqueca capixaba, a torta capixaba, a muma de siri e a caranguejada.

Famosa internacionalmente, a moqueca capixaba é o prato mais conhecido da culinária do Espírito Santo. O nome "moqueca" designa um estilo de preparar o alimento que consiste no cozimento sem água apenas com os vegetais e frutos do mar. Ao contrário da moqueca baiana, a capixaba não leva azeite de dendê e nem leite de coco.

Logo em seguida, vem a torta capixaba, preparada com vários frutos do mar, como siri desfiado, camarão, ostra e sururu, além de bacalhau e palmito. É prato tradicionalmente consumido durante a Semana Santa em algumas casas capixabas.

TurismoEditar

 
Praia do Morro durante alta temporada.
 
Setiba, em Guarapari
 
Prainha em Setiba

Principal cidade turística do Espírito Santo, Guarapari atrai diversos turistas do mundo inteiro graças às suas belezas naturais e às areias monazíticas (radioativas), com virtudes alegadamente terapêuticas, apesar de os benefícios no tratamento de artrite ou reumatismo não terem comprovação científica.[20] Com mais de 30 praias e boa rede hoteleira, chega a atrair 700 000 turistas no verão,[21] sendo que, em 1994, a cidade recebeu 1 500 000 turistas, enfrentando graves problemas no abastecimento de energia e água, tendo sido, no entanto, realizadas medidas que resolveram o problema.

O município possui clubes aquáticos, além de aquários, exposições marinhas, praias e passeios de mergulho.

Três Praias

Conjunto de pequenas praias separadas por rochedos, praticamente sem ondas, com areia fina e escura. A água é esverdeada e transparente, boa para mergulho e pesca submarina. Possui um extensa área de lazer, sombreada por árvores e coqueiros. O acesso é feito de carro ou a pé, e não é preciso pagar. Há estacionamento mas são proibidas as práticas de camping e uso de churrasqueiras.

Santa Mônica

Praia com areias amarronzadas e ondas fracas. Os condomínios que a rodeiam funcionam como clubes de férias.

Praia de Setiba Pina (ou Setibão) e Setiba

Localizadas 10 quilômetros ao norte da Município Saúde, destacam-se pelas águas azuladas e transparentes. A primeira é a preferida dos surfistas, tem faixa de areia inclinada e castanheiras. Liga-se por uma estrada de terra à praia de Setiba, que tem águas calmas e boas para a pesca. Uma ilhota de formação rochosa separa as duas principais praias de Setiba.

Praia das Virtudes

Ganhou este nome por ser a praia preferida das freiras. Localizada no centro de Guarapari, é cercada por edifícios de alto padrão. Tem água esverdeada e areia clara e fofa. Paredões de pedra contornam a praia dos dois lados.

Praia d'Ulé

Esta praia fica no extremo norte do município e parte de sua área pertence ao Parque Estadual Paulo César Vinha. Tem ondas grandes e areia fofa. É geralmente frequentada por turistas e por surfistas. Foi renomeada há pouco tempo por um morador que possui um bar em suas proximidades e, para dar maior conhecimento ao seu estabelecimento, passou a chamá-la de Praia da Sereia (seu bar: Sereia's Bar). Como isso foi aceito, ele mandou construir um monumento em forma de sereia na beira da praia, para atrair mais turistas.

O nome Ulé dado à praia foi em homenagem a um cientista estrangeiro pesquisador de restingas que por ali passou e identificou a formação dunar ali existente há muitas décadas atrás.

Praia do Riacho

Com ondas fortes, areia clara, grossa e solta, é pouco frequentada e boa para a pesca. Seus 5,5 quilômetros de extensão foram urbanizados e iluminados recentemente.

Prainha ou Praia de Muquiçaba

Pequena enseada com mar tranquilo e areia escura. Serve de ancoradouro natural para os barcos de pesca. Não é indicada ao banho.

Praia dos Padres

Faz parte do complexo da Enseada Azul, mas fica escondida atrás de um morro coberto por uma mata. O acesso é feito por uma trilha, a partir da praia da Bacutia. Com apenas 50 metros de extensão, tem águas verdes e ondas fortes. O dono do terreno em frente à praia cobra pelo estacionamento.

Praia do Morro

Com quase três quilômetros de extensão, esta é uma das maiores praias de Guarapari. Do lado direito, as ondas são fortes, boas para o surfe, do lado esquerdo as águas são calmas. A areia é clara, fina e solta. A vida noturna é movimentada durante todo o verão. O turista encontra bares com música ao vivo, restaurantes e quiosques.

 
Orla da Praia do Morro
 
Praia das Castanheiras
Praia dos Namorados, das Castanheiras e do Meio

O conjunto formado por estas praias é um dos principais cartões postais de Guarapari. Com faixas rajadas de marrom e amarelo de areia monazítica, pedras enormes intercalam-se com arrecifes, formando piscinas naturais. Durante a maré baixa, as crianças podem observar os peixes que ficam nestas piscinas. A água é transparente e tranquila. Na "pedra da Paquera", na ponta da praia do Meio, localiza-se o Clube Siribeira. Os turistas desfilam no largo calçadão sombreado pelas castanheiras.

Praia da Fonte

Com águas calmas, é ideal para crianças. Entretanto, o acesso é difícil devido às construções particulares feitas ao redor da praia. Possui uma estrutura de cimento conhecida como "trampolim", de onde se pode pular para a água. Apresenta uma grande biodiversidade marítima, com aparição de grande número de tartarugas. Durante a tarde, é possível se avistarem tartarugas bem de perto.

Perocão

Este é um reduto de pescadores artesanais. Do pequeno porto pesqueiro, partem barcos para passeios nas Três Ilhas. Escondida por um recanto de pedras, fica a praia do Boião, com mar aberto ao fundo, que forma piscinas naturais na maré baixa. Seguindo pelas pedras, em direção às Três Praias, está a Praia do Morcego, um paraíso escondido formado por uma pequena faixa de areia cercada por pedras, vegetação e mar. Um espaço ideal para quem busca tranquilidade e belas paisagens.

Enseada Azul

Formada pelas praias de Guaibura, Bacutia e Mucumã, interligadas por areias brancas e finas. A área próxima à praia foi loteada e ganhou um bairro com casas de veraneio: Nova Guarapari. O costão rochoso do lado direito foi ocupado irregularmente, mas ainda é possível fazer passeios na área. Deste lado da praia, o mar é calmo e as águas formam um espelho esverdeado. No lado oposto, existe um mirante no alto de um morro. A água é tão cristalina que é possível se mergulhar a 8 metros de profundidade e encontrar o cargueiro alemão que naufragou em 1942 a 300 metros da areia.

Praia da Cerca

Com apenas 350 metros, possui areia amarela e ondas boas para surfe. A ocupação imobiliária começou há poucos anos. Localiza-se logo após o morro da Pescaria, que a separa da Praia do Morro. Ao seu lado, de acesso através de uma trilha feita pelas pedras, está a Praia do Carlito: praia pequena, de areia grossa e muito frequentada por surfistas devido a suas ondas. Dá acesso às Três Praias.

Praia de Meaípe

Esta aldeia de pescadores é, hoje, um dos lugares mais badalados do Estado. A 6 quilômetros do centro do município, com acesso pela Rodovia do Sol (ES-60), esta praia já foi considerada uma das dez mais bonitas do Brasil pela Revista Quatro Rodas. As ondas são fracas e a areia grossa é contornada por castanheiras. Lugar bom para se passar as férias, Meaípe tem "barraquinhas" na beira das praias, onde você encontra vários petiscos para passar uma perfeita estadia na praia.Point dos modismos de verão, a vida noturna é agitada. Os restaurantes do local preparam os melhores frutos do mar do município. As mulheres do vilarejo, em sua maioria esposas de pescador, fazem as rendas de bilro, artesanato característico do município. Panos, caminhos de mesa, golas, rendas de metro em bico e entremeios são produzidos por encomenda. Os trabalhos estão expostos na Casa das Rendeiras, na orla marítima de Meaípe.

Praia da Areia Preta

Com faixas douradas e escuras, esta é a principal praia de areia monazítica de Guarapari. Além dos idosos que se enterram nas areias em busca de suas propriedades medicinais, muitos jovens frequentam o local. É pequena, com apenas 200 metros de extensão, e tem ondas fortes. Uma trilha sobre as pedras, no lado direito, leva à prainha das Pelotas, aos pés de uma falésia.

Aldeia da Praia

Conjunto de praias calmas, de areia branca, que ficam entre rochedos. Como foram ocupadas por lindas casas, o condomínio se torna fechado. Tornaram-se, praticamente, praias particulares. O acesso é difícil. Para chegar ao local, os aventureiros podem seguir pelas pedras da Praia da Cerca.

Praia do Sol

Como a região é de difícil acesso, esta praia de 5 quilômetros de extensão é praticamente deserta. Fica 19 quilômetros ao Norte do Centro de Guarapari. As ondas são fortes e a areia é clara. Também faz parte do Parque Paulo César Vinha.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Guarapari - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada (PDF) em 21 de março de 2019 
  2. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Guarapari». Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  3. FolhaOnline.es. «A padroeira de Guarapari, Nossa Senhora da Conceição, ganha dia de festa e homenagem». www.folhaonline.es. p. 1. Consultado em 7 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 4 de março de 2019 
  4. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  5. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 21 de março de 2019 
  6. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Guarapari - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  7. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 29 de julho de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 
  8. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  9. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição. São Paulo. Ática. 2003. p. 19.
  10. Prefeitura municipal Guarapari Espírito Santo. Disponível em http://www.guarapari.es.gov.br/v3/index.php/historia-de-guarapari.html. Acesso em 30 de abril de 2013.
  11. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  12. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 21 de março de 2019 
  13. Biblioteca IBGE. «Brasil - Climas». Consultado em 21 de março de 2019. Arquivado do original em 12 de outubro de 2013 
  14. a b c d Climate-Data.org. «Clima: Guarapari». Consultado em 21 de março de 2019. Cópia arquivada em 21 de março de 2019 
  15. a b Rodrigues Melo, Letícia (2009). «Avaliação da Incidência e Mortalidade por câncer na População Residente em região com anomalia geológica na ocorrência de urânio: Estudo de caso: Monte Alegre, PA» (PDF). Instituto Oswaldo Cruz. Consultado em 20 de julho de 2018 
  16. National Center for Biotechnology Information - [1]
  17. Health Research Foundation, Japan -
  18. EPA,OAR,ORIA,RPD, US. «Radiation Sources and Doses | US EPA». US EPA (em inglês). Consultado em 20 de julho de 2018 
  19. Fujinami, N.; Koga, T.; Morishima, H. (1 de maio de 2000). «External exposure rates from terrestrial radiation at Guarapari and Meaipe in Brazil» (em English) 
  20. «Rolar na areia não cura artrite ou reumatismo»  Revista SUPERINTERESSANTE, ed. 152.
  21. «Mapa da Cultura - Guarapari»  Secretaria de Estado da Cultura - ES.

Ligações externasEditar