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Inanna, na mitologia suméria, era uma irmã do deus-sol Utu, que se casou com Dumuzi, pastor como Abel. Dumuzi disputou Inanna com Enkimdu, que era agricultor como Caim. Enkimdu acabaria por ser o escolhido da deusa.[1] Noutras culturas, Dumuzi também é conhecido como Tamuz.

entre os antigos Sumérios, Inanna era a deusa (dingir) do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade. Apesar de ser alvo de culto em todas as cidades sumérias, era especialmente devotada em Ur.

Em sua homenagem, a sacerdotisa Enheduana compôs 42 hinos. estes hinos são uma das principais fontes da mitologia suméria.

Surge, praticamente, em todos os mitos da antiguidade, sobretudo pelas suas características de deusa do amor. Por exemplo, como deusa, apaixonou-se pelo jovem Dumuzi. Após a morte deste, a deusa desceu aos Infernos para o resgatar dos mortos e, assim, dar vida à humanidade. Este foi, depois, transformado no deus da agricultura e da vegetação.

É cognata das deusas semitas da Mesopotâmia (Ishtar), de Canaã (Astarte e Anat), e da Grécia (Afrodite), tanto em termos de mitologia como de significado.

O dia 2 de Janeiro é tradicionalmente consagrado a esta deusa.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Samuel Noah Kramer, Mitologia Suméria, Capítulo 4, Coletânea de mitos, Inanna prefere o fazendeiro [em linha]
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