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Aquidauana

Município brasileiro de Mato Grosso do Sul
Disambig grey.svg Nota: Para o rio, veja Rio Aquidauana.
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Aquidauana é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul localizada na Mesorregião dos Pantanais Sul-Mato-Grossenses e a Microrregião de Aquidauana.[9] Situada na Serra de Maracaju a 139 km de capital de Mato Grosso do Sul, e 203 km de Bonito, a cidade de Aquidauana compreende a área norte do Estado, desde o Morrinho do Pimentel, na divisa com Corumbá e Rio Verde até Anastácio, ao sul.

Município de Aquidauana
"Princesa do Sul"
"Portal do Pantanal"
"Cidade Natureza"
Morro do Paxixi, no distrito de Camisão

Morro do Paxixi, no distrito de Camisão
Bandeira de Aquidauana
Brasão indisponível
Bandeira Brasão indisponível
Hino
Aniversário 15 de agosto
Fundação 15 de agosto de 1892 (127 anos)
Emancipação 18 de dezembro de 1906
-de Miranda
Gentílico aquidauanense
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Imaculada Conceição
CEP 79200-000[1]
Prefeito(a) Odilon Ribeiro (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Aquidauana
Localização de Aquidauana em Mato Grosso do Sul
Aquidauana está localizado em: Brasil
Aquidauana
Localização de Aquidauana no Brasil
20° 28' 15" S 55° 47' 13" O20° 28' 15" S 55° 47' 13" O
Unidade federativa Mato Grosso do Sul
Região intermediária

Corumbá IBGE/2017[2]

Região imediata

Aquidauana-Anastácio IBGE/2017[2]

Municípios limítrofes Sul: Anastácio, Dois Irmãos do Buriti, Miranda
Leste: Corguinho, Rio Negro, Terenos
Norte: Rio Verde de Mato Grosso
Oeste: Corumbá.
Distância até a capital federal: 1 218 km
estadual: 139 km
Características geográficas
Área 16 958,496 km² (MS: 4º)[3]
Área urbana 8,634 km² (BR: 369º MS: 6º) – est. Embrapa[4]
Distritos Aquidauana (sede), Camisão, Cipolândia, Piraputanga e Taunay
População 47 162 hab. (MS: 9º) –  est. IBGE/2015[5]
Densidade 2,771[5] hab,/km²
Altitude 149 m[6]
Clima Tropical Aw
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,688 (MS: 35°) – médio PNUD/2010[7]
Gini 0,56 (MS: 76º) – PNUD/2010[7]
PIB R$ 572 482,374 mil (MS: 17º) – IBGE/2012[8]
PIB per capita R$ 12 460,71 (MS: 69º) - IBGE/2012[8]
Página oficial
Prefeitura www.aquidauana.ms.gov.br
Câmara www.cmaquidauana.ms.gov.br

É conhecida por Cidade Natureza, devido a variedade de flora e fauna. Possuindo muitas atrações, a cidade encanta com seus cenários únicos. Proporciona excelente vista da planície a partir da serra de Piraputanga e Maracaju. A cidade possui vários rios para pesca entre os mais piscosos do país e diversos pontos para safáris fotográficos e passeios ecológicos. No entanto o rio que dá nome a cidade é o principal deles. Caminhadas, passeios a cavalo ou de barco oferecem fantástico lazer aos visitantes, além de momentos de beleza e emoção ao entrarem em contato com uma das maiores concentrações de aves e animais do planeta. Algumas pousadas e fazendas já dispões de opções de passeios ecológicos e safáris fotográficos. Sua concorrente direta, futuramente, talvez venha a ser a do turismo ecológico, já que o Pantanal possui todas as condições favoráveis a essa exploração.

Sob a proteção de Nossa Senhora da Conceição, o município, que na época da fundação tinha cerca de quarenta pessoas, hoje beira os cinquenta mil habitantes, sendo o 7ª maior centro urbano do estado. Conecta-se ainda com o município de Anastácio através da Ponte da Amizade que cruza o Rio Aquidauana. Juntas, as duas cidades somam mais de 70 mil habitantes. Seu nome no idioma Guaicuru significa "Rio Estreito". A cidade tem grande importância para o Pantanal (disputa com Cáceres (Mato Grosso) a segunda colocação em importância na região, pois a primeira é Corumbá, que é considerada a Capital do Pantanal), pois serve de acesso terrestre a região. Por ser o início do pantanal, possui variada biodiversidade.

Índice

EtimologiaEditar

 
Igreja Matriz de Aquidauana em 1938

O nome Aquidauana é de origem indígena (idioma Guaicuru) e significa "Rio Estreito". Seu nome veio do rio honônimo

HistóriaEditar

Aquidauana surgiu a 12 km de Santiago de Xeres, importante porto fluvial para o desenvolvimento da região e 180 km a norte do encontro dos rios Aquidauana e Miranda. Seus primeiros povoadores foram os soldados imperiais que participaram da Guerra do Paraguai e que acabaram se estabelecendo na região depois do fim do conflito, ocupando as terras existentes entre os rios Negro e Aquidauana. Em 15 de agosto de 1892, às margens do rio Moboteteu (atualmente rio Aquidauana), Aquidauana foi implantada por um grupo formado pelo major Teodoro Rondon e pelos coronéis João d'Almeida Castro, Augusto Mascarenhas, Estevão Alves Corrêa, Manuel Antônio Paes de Barros e fazendeiros/moradores da Vila de Miranda. Tornou-se distrito pela lei nº 467, de 18 de dezembro de 1906 e o município foi criado pela lei nº 772, de 16 de julho de 1918, sendo desmembrado de Miranda.

Com a chegada dos trilhos da ferrovia NOB (ou Trem do Pantanal), Aquidauana se desenvolve rapidamente. Com isso foi por alguns anos a cidade mais desenvolvida do sul do antigo Mato Grosso. Com isso tornou-se uma cidade mais aberta e receptiva e com um grande mercado de trabalho para as pessoas que vinham de outras regiões e se estabeleciam ali. Apesar do grande desenvolvimento, em 1917 as oficinas foram transferidas para Três Lagoas, o que fez a cidade declinar como grande entreposto ferroviário. Aquidauana foi o primeiro município do antigo Mato Grosso a possuir energia elétrica, inaugurado em maio de 1928, além do primeiro cinema com tela panorâmica. Em 1948 tornou-se cidade e em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

GeografiaEditar

LocalizaçãoEditar

O município de Aquidauana está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Pantanal Sul-Mato-Grossense (Microrregião de Aquidauana). Localiza-se na latitude de 20º28’15” Sul e longitude de 55°47’13” Oeste. Distâncias:

Geografia físicaEditar

 
Morro do Chapéu, Serra de Maracaju

Relevo e altitudeEditar

Está a uma altitude de 149 m. Está situada numa região da Serra da Piraputanga e Maracaju. Seu território se divide em duas partes: a baixa (dois terços do município) e a alta (Serra de Maracaju/Piraputanga).

Clima, temperatura e pluviosidadeEditar

O clima tropical da região, com média anual de 27°C, caracteriza dois momentos opostos: o período entre outubro e abril é marcado pelas cheias e temperaturas altas. Já de meados de julho ao final de setembro, representam um período de seca, com ocorrência de geadas, e temperatura mais amena de, aproximadamente, 15 °C.

Normais climatológicos de Aquidauana:

Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura Média °C 25.8 26 25.7 23.7 20.6 20.1 19.1 24.8 23.5 24.7 25.5 26.1 23.6
T. Mínima Absoluta °C 15 12.4 8.2 7.4 3.4 0 -1.2 (1) 0.2 2.8 7 10.8 11 -1.2
T. Mínima Média °C 21.8 21.8 21.2 18.7 15.6 14.1 12.5 14.4 17.1 19 19.8 21.5 18.1
T. Máxima Média °C 31.8 32.6 32.3 30.9 28.2 27.6 28 30.3 31.7 31.7 32.6 32.7 30.9
T. Máxima Absoluta °C 37.5 38.5 38.4 37.7 35 35.2 35.3 39.3 40.8 (2) 39.8 39.4 39.2 40.8
Prec. Média mm 293.5 144.3 129.2 105 99.1 56.2 42.8 40.6 97 133.9 167.8 228.3 1537.7
Prec. Máxima 24h mm 89.8 82.6 80.8 133.3 (3) 75.4 62 68.6 58.6 65.4 70.3 90.4 97.6 133.3
Umidade Rel. do Ar % 82 81 80 82 79 76 73 64 67 72 75 81 76
  1. Julho de 1921;
  2. Setembro de 1926;
  3. Abril de 1924.

HidrografiaEditar

O rio Aquidauana, que empresta o nome ao município, tem suas cabeceiras sobre a serra de Maracaju cerca de 1.200 km de leito, juntando-se ao rio Miranda a cem quilômetros de sua foz no rio Paraguai. Sendo o único rio navegável da cidade, sua navegação atende somente fazendas com pequenas embarcações nas épocas das cheias, quando as estradas do Pantanal ficam intransitáveis. Com isso, cumpre um importante papel ao atender a demanda de fazendeiros da região que necessitam de escoamento e trânsito.

Outros rios importantes são o Taboco e Negro, circundados pelos paredões da serra de maracaju, nos distritos de camisão e piraputanga – onde se destacam corredeiras e cascatas.

VegetaçãoEditar

Em Aquidauana se combinam vegetações de todo o Brasil (até mesmo da Caatinga e da Floresta Amazônica), e é um dos biomas com maior abundância de biodiversidade do Brasil, embora seja considerada pouco rica em número de espécies.

Geografia políticaEditar

Fuso horárioEditar

Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação a Greenwich.

ÁreaEditar

Ocupa uma superfície de 16 958,496 km². Sua área estende-se desde o Morrinho do Pimentel, na divisa com Corumbá e Rio Verde, no norte, até Anastácio, mais ao sul.

Pantanal
 
Pantanal, o maior ecossistema do estado.

A Unesco reconheceu o Pantanal como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do Planeta integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, é a maior extensão úmida contínua do planeta, possuindo cerca de 250 mil km². Destaca-se pelas inúmeras espécies de animais e vegetações decorrentes do ambiente contraditório que alterna entre períodos úmidos e de estiagem. O Pantanal entretanto não é um só. Existem dez pantanais na região com características diferentes: Nabileque - 9,4 %; Miranda - 4,6%; Aquidauana - 4,9 %; Abobral - 1,6 %; Nhecolândia - 17,8 %; Paiaguás - 18,3 %; Paraguai - 5,3 %; Barão de Melgaço - 13,3 %; Poconé - 12,9 %; Cáceres - 11,9 %.

A beleza proporcionada pela paisagem pantaneira fascina pessoas de todo o mundo fazendo com que o turismo se desenvolva em vários municípios da região. O desenvolvimento de um pensamento ambientalista e social para o pantanal tem levado vários pesquisadores a discutirem o impacto da ocupação humana neste ecossistema. Dentre os principais problemas ambientais destacamos: a pesca predatória; a caça de jacarés; a poluição dos rios da bacia do Paraguai; os garimpos do Estado de Mato Grosso e a poluição das águas pelo mercúrio; a hidrovia Paraguai-Paraná. Tais questões tem sido alvo de uma extensa discussão e algumas ações ambientais por parte dos órgãos ambientais e da comunidade tem coibido tais agressões.

SubdivisõesEditar

A comunidade indígena está presente, distribuída pelas aldeias de Taunay, Limão Verde, Cachoeirinha, Ipegue e Bananal. Distante alguns quilômetros do rio Aquidauana podem ser encontradas algumas aldeias como Bananal, Imbirussu dos Índios Terenas e mais 4 distritos:

  • Camisão: é o distrito mais próximo de Aquidauana, encontrando-se a 18 km da sede do município, junto à Estrada de Ferro NOB, às margens do rio Aquidauana.
  • Cipolândia: Cipolândia limita-se ao norte com o município de Corguinho, a leste com Terenos, ao sul com o município de Dois Irmãos do Buriti e ao oeste e a sudoeste, a sede do município.
  • Piraputanga: possui uma área de aproximadamente 3.000ha. Localiza-se a margem esquerda do rio Aquidauana, na Serra de Maracaju, aproximadamente a 26 km de Aquidauana
  • Taunay: sua economia é baseada quase que exclusivamente na pecuária, contando com uma usina de calcário e diversas áreas de extração de calcário para construção.

ArredoresEditar

Aquidauana tem como vizinhos os municípios de Anastácio, Dois Irmãos do Buriti, Miranda (ao sul), Corguinho, Rio Negro, Terenos (á leste), Rio Verde de Mato Grosso (ao norte) e Corumbá (á oeste).

AdministraçãoEditar

Fundada no início do regime republicano, onde foi instituída a separação administrativa entre a política e a igreja, as ligações entre a igreja e a política ainda eram muito fortes nos povoados e vilas de Aquidauana. Ali as administrações políticas e religiosas pertenciam ao mesmo grupo. A construção da capela ficou a cargo da irmandade da padroeira da cidade (Nossa Senhora da Imaculada Conceição), que era constituída basicamente pelos fundadores e administradores do povoado.

Possui atualmente 33 716 eleitores (TRE/MS/2013)[10]

EconomiaEditar

As atividades relacionadas à indústria, serviços e agropecuária são a base da economia de Aquidauana. A cidade tem grande importância para o Pantanal (disputa com Cáceres (Mato Grosso) a segunda colocação em importância na região, já que a primeira é Corumbá), pois serve de acesso terrestre e aéreo a região. Aquidauana tem potencial de consumo de 0.02069 em 2008 (595º no Brasil e 9º em MS).[11]

Centro de zona AEditar

Aquidauana, com cerca de 50 mil habitantes e 2 relacionamentos diretos, é um Centro de Zona A. Nível formado por cidades de menor porte e com atuação restrita à sua área imediata; exercem funções de gestão elementares. Aquidauana é uma das 192 cidades no Brasil com a classificação Centro de Zona A. A cidade exerce influência sobre os municípios de Anastácio e Nioaque (Centros Locais).

AgropecuáriaEditar

Na agricultura, atualmente, a cidade possui uma área de lavoura temporária de 9.492 ha onde se destaca o cultivo de milho, mandioca e olerícolas. O mesmo acontece na pecuária, com destaque para a de corte, em uma área de 949.694ha de pastagem natural, e 810.790 cabeças de bovinos, segundo dados do IBGE. Outros ramos de pecuária importantes são a pecuária extensiva de cria e recria sustentada pelas pastagens naturais. O sistema de criação de gado é feito em grandes propriedades, com poucas divisões e manejo de rebanho limitado.

IndústriaEditar

Na indústria há usina de beneficiamento de leite, madeireira, produtos alimentícios, minerais não metálicos, metalúrgica, mobiliário, editorial e gráfica, produtos farmacêuticos e veterinários.

TurismoEditar

 
Serra de Maracaju vista do Vale do Rio Aquidauana

Aquidauana é o Portal do Pantanal, maior planície de inundação contínua do mundo. O turismo da região oferece excelentes opções tanto para quem procura aventura como conforto. São diversas estilos de passeios, acomodações e guias. Um ambiente exclusivo no mundo que proporciona momentos inesquecíveis. O município possui várias aldeias indígenas do povo Terena e muitos atrativos, entre eles quatro distritos (Cipolândia, Piraputanga, Camisão e Taunay, onde está concentrada a maior comunidade indígena do estado) diversas fazendas e local apropriado para a prática de esportes. Possui também símbolos religiosos, como igrejas e capelas, além de anualmente um grande evento, a micareta do Pantanal: a Pantaneta, uma das maiores do gênero na região Centro-Oeste do Brasil. O município tem vários lugares agradáveis para visitar. É possível também conhecer pratos típicos do município em restaurantes tradicionais. Abaixo algumas atrações locais:

Urbanas
  •  
    Serra de Maracaju no distrito de Camisão (Aquidauana)
    Parque Ecológico da Lagoa Comprida (Rua Moisés Albuquerque): com uma extensa área verde e uma grande lagoa, o parque já apresenta as características do ecossistema típicos do Pantanal. Possui pista iluminada para caminhadas, quadra de areia e o Viveiro Municipal. É uma importante área de preservação e de contato com o meio ambiente, além de praticar esportes ou mesmo assistir ao por-do-sol.
  • Parque Municipal do Pirizal: parque situado ás margens do rio Aquidauana e próximo ao Centro da cidade.
  • Praça Afonso Pena: conhecida também por Praça dos Estudantes, localiza-se no acesso da cidade, sendo palco para vários eventos locais. Oferece uma grande área de lazer e entretenimento, com parque infantil, espaço para jogos de mesa e uma concha acústica para eventos. Ali também se encontram a Biblioteca Municipal e a Casa do Artesão.
  • Praça Imaculada Conceição: conhecida também por Praça da Matriz, abriga a Igreja Matriz Imaculada Conceição.
  • Ponte da Amizade Roldão de Oliveira (rio Aquidauana, divisa Aquidauana-Anastácio): também conhecida por Ponte Velha, foi inaugurada em 1926 para interligar Aquidauana e Anastácio, cruzando o rio Aquidauana. Sua arquitetura chama a atenção, sendo construída em ferro e madeira e, apesar de ter apenas uma mão, ainda é utilizada pela população, sendo muito importante para o trânsito entre as duas cidades e turistas.
Rurais
  • Serra de Maracaju: seus enormes paredões de onde se tem uma vista panorâmica espetacular (no distrito de piraputanga).
  • Morro do Paxixi: ideal para os amantes do ecoturismo, é uma enorme pedra de quartzito, bastante procurada por alpinistas.
  • Rio Aquidauana: é o mais importante da cidade. Nasce na Serra de Maracaju e corre em direção ao Rio Miranda, bem próximo do Passo do Lontra e da Estrada Parque do Pantanal. Traça o limite entre os municípios de Aquidauana e Anastácio. As águas calmas são bastante favoráveis à prática de esportes aquáticos, pesca e pesca esportiva. Muitos visitantes e moradores do local tomam banho no rio, que também atrai pescadores.

UrbanizaçãoEditar

Aquidauana possui um traçado urbano plano com formato misto e vias de circulação em formato de tabuleiro de xadrez, com exceção da parte histórica, que tem formato não definido.

Moradias

O número de imóveis em Aquidauana totaliza 16.910 residências (sendo 16.858 particulares e 52 públicos), segundo dados do censo do IBGE de 2010, estando em 630ª posição no Brasil e 7ª posição em Mato Grosso do Sul.[12]

Domicílios de Aquidauana[12]
Total de domicílios 16 910 domicílios
Domicílios particulares 16 858 domicílios
Domicílios coletivos 52 domicílios
Domicílios por rendimento per capita[13]
Mais de 5 salários

2,87 %

De 2 á 5 salários

9,84 %

De 1 á 2 salários

18,19 %

De 0,5 á 1 salário

30,34 %

De 0,25 á 0,5 salários

24,35 %

Até 0,25 salários ou sem rendimento

14,41 %

Distribuição por classe social[13]
Classe A

2,87 %

Classe B

9,84 %

Classe C

48,53 %

Classe D

24,35 %

Classe E

14,41 %

Classe alta (A - B)

12,71 %

Classe média (C - D)

72,88 %

Classe consumidora (A - B - C - D)

85,59 %

Classe periférica (E)

14,41 %

Infra-estruturaEditar

Existe na cidade mais de 45 mil habitantes, que contam com razoável infra-estrutura urbana: água tratada, transporte rodoviário e urbano, bancos, hotéis, hotéis-fazendas, pousadas e motéis.

EnsinoEditar

Os cursos superiores, nas universidades da região, como UEMS, UFMS, Uniderp, Unigran e cursos técnicos também apontam para uma cidade com mão-de-obra cada vez mais capacitada, além de contínuos investimentos em ensino, ciência e tecnologia.

Unidades de saúdeEditar

  • Hospital Regional Estácio Muniz
  • Hospital Funrural
  • Hospital da Cassems
  • Pronto Socorro Municipal

TransporteEditar

InterurbanoEditar
Rodoviário

Atendida pelas rodovias BR-262 e BR-419, Aquidauana é atendida também por seu terminal rodoviário de passageiros, que faz a ligação da cidade com o resto do estado, da região e do resto do país. Registra um bom fluxo de passageiros para outras cidades, especialmente em datas comemorativas. Atendida principalmente pelas empresas Andorinha e Expresso Mato Grosso, interliga Aquidauana às seguintes cidades:

  • Campo Grande
  • Corumbá
  • Miranda
  • Bonito
  • Dourados
  • Ponta Porã
Ferroviário

Antigo Trem do Pantanal, este meio de transporte já atendeu Aquidauana conduzindo passageiros com a função de turismo ou de comércio de exportação, partindo de São Paulo a Bauru, de Bauru a Corumbá e de Corumbá à Bolívia, percorrendo 1.618 km em território brasileiro. Depois de mais de 10 anos desativada, a linha de passageiros foi reativada em maio de 2009 pelo governo estadual e federal, mas apenas o trecho Campo Grande-Miranda. Faz parte das metas do governo estadual e federal reativar a linha para passageiros do trecho Miranda-Corumbá lentamente até 2011, o que era para ter acontecido já em 2010. Atualmente a ALL administra a ferrovia (adquirida da Novoeste em 2006), transportando anualmente mais de 2 milhões de toneladas de mercadorias tais como: minério de ferro, minério de manganês, soja, cimento, derivados de petróleo, combustíveis, produtos siderúrgicos dentre outros. Este elemento articula os vetores sócio-econômicos, e através dela ocorre a integração de novos países ao bloco regional Mercosul.

Aéreo

Apesar de Aquidauana possuir seu aeroporto, não há voos regulares por empresas de grande porte, visto que o mesmo está desativado. O aeroporto está situado próximo ao centro da cidade. Além do aeroporto, Aquidauana possui também um aeroclube.

Corredor bioceânicoEditar
 Ver artigo principal: Corredor bioceânico

Aquidauana dispõe de eixos viários que permitem inserir o espaço geográfico, podendo integrar uma rede de influência com os países da América do Sul, chegando até o oceano Pacífico, por um lado, e até o oceano Atlântico, por outro.

  1. Eixo para o Atlântico: sistema viário muito utilizado, permitindo o acesso a países da Europa, pois existe relação comercial de Mato Grosso do Sul com o bloco regional da União Europeia, favorecendo também a integração fluvial do Brasil pelo rio Paraguai até a Argentina e Uruguai. Apesar disso, produtos oriundos da região fronteiriça do Brasil atualmente exportados pelos portos do Atlântico estão com a sua competitividade ameaçada. Além dos longos percursos rodoviários, a má conservação das estradas está causando o encarecimento dos fretes. Além disso, as tarifas portuárias em Santos e em outros portos do litoral brasileiro são consideradas muito altas para padrões mundiais, além do congestionamento verificado ser outro entrave.
  2. Eixo para o Pacífico: como o Brasil precisa incrementar cada vez mais o seu comércio exterior com os países da Ásia, necessita cada vez mais de saídas rodoviárias para o Oceano Pacífico por estradas pavimentadas e confiáveis, de molde a baratear os fretes globais. Os mercados do Pacífico, em especial os do Japão, China e os dos Tigres Asiáticos (Coreia do Sul, Taiwan e Singapura), vêm crescendo progressivamente, especialmente o da China. Por outro lado, a produção de grãos nas regiões Centro-Oeste e Norte vem crescendo ano após ano em proporções surpreendentes. O eixo de acesso ao oceano Pacífico se concretizou depois da implantação da ferrovia que liga o Brasil à Bolívia, na década de 1950 e favorece a integração do Brasil com dois países andinos (Bolívia e Chile), utilizando acesso terrestre do Brasil (Corumbá) ao porto de Arica, localizado na cidade de mesmo nome, no Chile. A integração é possível por via terrestre, pela Bolívia, utilizando sistema ferroviário ou rodoviário, e no Chile (a comunicação se dá por sistema rodoviário, com os quais pode se manter acordos que promovam a integração social, cultural, econômica e política.
Transporte urbanoEditar
  • Moto-táxi: essa modalidade de transporte faz um estrondoso sucesso na cidade, sendo muito requisitado pela população, especialmente porque em Aquidauana não há opção de ônibus urbanos para atender a população.
  • Táxi: trata-se de uma opção de transporte mais exclusiva disponível á população, pois possui um preço mais elevado. Igual ao moto-táxi, também é muito requisitado especialmente porque a cidade carece de opção de ônibus urbanos circulando.

Ordem públicaEditar

Forças armadasEditar

Comando do Exército
Organização Sigla
7ª Delegacia do Serviço Militar (30ª C S M) 7ª Del SM/30ª CSM
9º Batalhão de Engenharia de Combate 9º B E C

DemografiaEditar

Crescimento populacional
Censo Pop.
198034 482
199139 34214,1%
200043 44010,4%
201045 6145,0%
Est. 201647 3233,7%
Fonte: SEMAC[14] e IBGE[5][15]

O município de Aquidauana possuía uma população de 45.614 habitantes em 2010 segundo o IBGE (o que coloca a cidade em nono lugar no estado) e densidade de 2,69 hab/km².[5] Segundo o mesmo censo, 22 851 pessoas eram homens e 22 763 dos habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 35 926 pessoas viviam na zona urbana e 9 688 na zona rural.[16] Já segundo estatísticas divulgadas em 2014, a população municipal era de 46 998 habitantes e densidade demográfica de 2,771 hab/km².[5]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor 0,688 em 2010, o 35º maior entre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul e o 2 224º maior entre os 5 560 municípios do Brasil.[7]

Outros dois indicadores destacados de Aquidauana é o índice Gini (0,56)[7] e o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal-IFDM (0.6424).[17]

ReligiãoEditar

 
Exemplo de uma imagem de Imaculada Conceição, padroeira do município de Aquidauana

A cidade de Aquidauana manteve desde o seu nascimento forte união com a igreja. Prova disso e que, frequentemente, as administrações do povoado e da capela eram confundidas pelo fato de ambas serem obra do mesmo grupo. A construção da capela da padroeira era constituída basicamente pelos fundadores do povoado, que assumiram sua administração.

Conforme o Censo de 2010 do IBGE, a população aquidauanense é formada por grupos religiosos como cristãos com 83,99% da população, sendo divididos em católicos (45,91%), evangélicas de missão (4,33%), evangélicas de origem pentecostal (19,92%), restauracionista (0,50%) e outros cristãos (13,33%). Há ainda os reencarnacionistas (1,72%), afro-brasileiras (0,07%), orientais (0,18%), indeterminado (1,93%) e Não religiosos (12,12%).[18][19]

CristãosEditar

É de longe o maior grupo religioso presente nos aquidauanenses, totalizando 83,99% de sua população.[18]

CatólicosEditar

Aquidauana localiza-se no Brasil, país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009,[20] ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.[21]

A Igreja Católica reconhece como padroeiros da cidade Nossa Senhora da Imaculada Conceição. O município pertence à Circunscrições eclesiásticas da Regional Oeste I (que atende Mato Grosso do Sul) e de acordo com a divisão resolvida pela Igreja Católica, o município de Aquidauana pertence à Província Eclesiástica de Campo Grande, mais precisamente à Diocese de Jardim e é sede de uma paróquia. Seu atual bispo, desde maio de 2009, é o bispo prelado brasileiro João Gilberto de Moura. O Grupo católico é formado por 45,91% da população, sendo a Católica Apostólica Romana com 45,82%, Católica Apostólica Brasileira 0,05% e Católica Ortodoxa com 0,04%.[18][19]

Igreja Matriz
 
Igreja Matriz de Aquidauana

A Igreja Matriz Imaculada Conceição é uma igreja avistada já na entrada da cidade para quem está chegando. Construída em 1930 e inspirada no estigo gótico-medieval (apesar de alguns negarem, é cópia da igreja de Notre Dame de Paris), é um dos principais destaques do conjunto arquitetônico da cidade e a primeira construção de Aquidauana inspirada nos modelos medievais.[18][19]

ProtestantesEditar

Embora seu desenvolvimento tenha sido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes. De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população local era composta 36,86% de protestantes.[18][19]

Evangélicos de missãoEditar

Os evangélicos de missão totalizam 4,33% da população. Destes, 0,10% são luteranos, 1,26% são presbiterianos, 1,47% são batistas e 1,51% são adventistas.[18][19]

Evangélicos neopentecostaisEditar

Os evangélicos neopentecostais totalizam 19,92% da população. Destes, 5,39% é da Igreja Assembleia de Deus, 0,86% da Congregação Cristã do Brasil, 0,39% da Igreja o Brasil para Cristo, 3,54% da Igreja Evangelho Quadrangular, 0,82% da Igreja Universal do Reino de Deus, 1,18% da Igreja Deus é Amor, 0,60% da Comunidade Evangélica e 7,14% de outras evangélicas de origem pentecostal.[18][19]

Templos

Em Aquidauana existem diversos templos evangélicos pentecostais (Assembleia de Deus, IURD, Congregação Cristã do Brasil) e outras.

RestauracionistaEditar

Representado por 0,50% da população. Abrange a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ou Mormon (0,07%) e Testemunhas de Jeová (0,43%).[18][19]

Outros cristãosEditar

Em Aquidauana existem também cristãos de outras denominações, representado por 13,33% da população. Destes 12,61% são de outras igrejas evangélicas e 0,72% são de outras religiosidades cristãs.[18][19]

Outras denominaçõesEditar

O município é representada por variados outros credos, existindo também religiões de várias outras denominações tais como Testemunhas de Jeová, Maçônica, Messiânica, entre outras. São elas:

ReencarnacionistasEditar

Possui 1,72% do total, sendo 1,70% espírita e 0,02% espiritualista.[18][19]

Afro-brasileirasEditar

Possui 0,07% do total, sendo todos da umbanda.[18][19]

Orientais ou asiáticasEditar

Com 0,18% da população, se divide entre o Judaísmo (0,06%), Budismo (0,02%), Igreja Messiânica Mundial (0,06%) e outras religiões orientais (0,04%).[18][19]

IndeterminadosEditar

Opções indeterminadas respondem por 1,93% da população, sendo os mal definidos respondendo por 1,82%, 0,06% dos que tem múltipla religiosidade e 0,05% dos que não sabem que religião são.[18][19]

Não religiososEditar

O Grupo das pessoas não religiosas respondem por 12,12% da população, sendo os sem religião convictos 11,79 e ateus 0,03%.[18][19]

CulturaEditar

Por ser uma cidade histórica, Aquidauana é uma cidade culturalmente completa.

  • Casa do Artesão: Dispõe de pequenos souvenires com temas pantaneiros. Está dentro da estrutura da Praça dos Estudantes, juntamente com a Biblioteca Municipal Francisco Alves Correa e a Concha Acústica Curioso e Barqueirinho.
  • Clube do Laço Pantaneiro (Rod. Aquidauana - Cera, km 7): fundado em 1983 por um grupo de pecuaristas, foi o pioneiro, inspirando a criação de outros pela região. O clube possui pista de provas, quadra de esportes, bosque, área social, área de camping e pista de areia. Promove-se competições.
  • Mercado Municipal (Rua 7 de setembro, 937): Projetado inicialmente para ser feira livre, esse espaço foi inaugurado em 1962, funcionando atualmente para venda de alimentos. São 22 permissionários que trabalham com frutas, grãos, verduras, carnes e itens típicos da região como o mel e seus derivados, rapadura, peixes nativos, ervas naturais e outros.
  • Museu de Arte Pantaneira (rua Cândido Mariano, 462): construído em 1918, o imóvel já foi ocupado pela Caixa Econômica Federal, Asilo dos Idosos, Escola Padre Anchieta e Secretaria de Obras. A inauguração do Museu aconteceu em 1999, mas foi em 2002 que ganhou o nome de Museu de Arte Pantaneira Manoel Antonio Paes de Barros em homenagem a um dos fundadores da cidade de Aquidauana. Possui um vasto acervo de itens historicamente importantes como armamentos e artefatos usados na Guerra do Paraguai, registros oficiais do Município, objetos de comunicação, além de obras de arte de artistas regionais. É um dos museus mais completos de todo o Mato Grosso do Sul.

EventosEditar

Abaixo seguem os eventos locais de Aquidauana:

Janeiro
  • 20 - Festa de São Sebastião
Fevereiro
  • Carnaval
Abril
  • 09 - Procissão do Fogo
  • 19 - Feira do Índio
Maio
  • 1º - Festa do Trabalhador na Colônia de Férias da ACIAA
  • 08 - Audição do Dia das Mães
Junho
  • 10 - Procissão de Corpus Christi
  • Festas Juninas
  • Arraia do Fogo/Pantaneiro
Agosto
  • 07 - Audição do Dia dos Pais
  • 07 a 15 - Expoaqui: realizada no Parque de Exposição local, é uma exposição agropecuária e industrial, com shows, rodeios e várias atrações
  • 15 - Aniversário da Cidade – Desfile Cívico
  • 15 - Concurso de Miss Aquidauana
Setembro
Outubro
  • Feira do Peixe
  • 12 - Festa do Clube do Laço Pantaneiro: Exposição agropecuária e industrial durante uma semana com shows, rodeios e várias atrações
Novembro
  • 18ª Prova de Santa Delfina – Canoagem
Dezembro
  • 08 - Dia da Padroeira: Nossa Senhora Imaculada Conceição; Procissão das Flores
  • 18 - Audição de Natal

Pescaria artesanalEditar

Muito comum na região, esse tipo de pesca é feita pelos moradores ribeirinhos, que a definem como ato de carrerear. O pescador sobe alguns km com sua canoa rebocada por uma chalana ou outro barco a motor e meticulosamente vem batendo pacus, sempre controlando com perfeição a velocidade e o trajeto da lagoa. Ele procura poços ou locais propícios a esse tipo de peixe: com a mão controla o remo e outra segue movimentando a vara. Assim que fisga o pacu, encosta na praia mais próxima e só então o tira da água.

Referências

  1. «CEP de cidades brasileiras». Correios. Consultado em 31 de Julho de 2008 
  2. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 2 de fevereiro de 2018 
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  4. «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Julho de 2008 
  5. a b c d e «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1 de julho de 2015» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 9 de outubro de 2015. Consultado em 9 de outubro de 2015 
  6. «Mato Grosso do Sul». Embrapa. Consultado em 19 de julho de 2011 
  7. a b c d Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). «Perfil do município de Aquidauana - MS». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Consultado em 28 de dezembro de 2013 
  8. a b «Produto Interno Bruto dos municípios 2008-2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2014 
  9. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_DTB_2008
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  12. a b «População do Brasil» (PDF). Domicílios particulares permanentes. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2010. Consultado em 5 de agosto de 2011 
  13. a b «Classes sociais do Brasil». Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita - Resultados Preliminares do Universo. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2010. Consultado em 3 de agosto de 2011 
  14. Dados de Aquidauana - SEMAC MS
  15. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_Censo_2016
  16. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). «Censo Populacional de 2010» (PDF). Consultado em 3 de junho de 2012 
  17. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IFDM
  18. a b c d e f g h i j k l m n Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). «População residente por religião». Consultado em 6 de abril de 2012 
  19. a b c d e f g h i j k l m «Censo 2010 - Lista municípios e religiões, Exibir Registro». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Consultado em 14 de maio de 2013. Arquivado do original em 8 de agosto de 2014 
  20. Cristiane Agostine (8 de outubro de 2009). «Senado aprova acordo com o Vaticano». O Globo. Consultado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011 
  21. Fernando Fonseca de Queiroz (outubro de 2005). «Brasil: Estado laico e a inconstitucionalidade da existência de símbolos religiosos em prédios públicos». Jus Navigandi. Consultado em 26 de março de 2010. Arquivado do original em 22 de setembro de 2011 

Ligações externasEditar