Abrir menu principal
Ambox important.svg
Este artigo ou seção parece estar escrito em formato publicitário ou apologético (desde julho de 2018).
Por favor ajude a reescrever este artigo para que possa atingir um ponto de vista neutro, evitando assim conflitos de interesse.
Para casos explícitos de propaganda, em que o título ou todo o conteúdo do artigo seja considerado como um anúncio, considere usar {{ER|6|2=~~~~}}, regra nº 6 da eliminação rápida.
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde abril de 2017). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

{{Info/Estrutura alta | nome = Estúdios Globo | imagem =

| uso =

| área = 400 000 m² (área construída) | período_construção = 1980–1995
(MG1, MG2 e MG3)}
2014–2019 (MG4)
Estúdios Globo (anteriormente chamado de Projac,[1] abreviatura de Projeto Jacarepaguá) é a denominação dada ao complexo de estúdios da Rede Globo, localizado entre os bairros de Jacarepaguá (lados oeste e norte da Estrada de Curicica) e de Curicica (lados leste e sul da Estrada de Curicica), na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Inaugurado em 2 de outubro de 1995 como parte das comemorações de 30 anos da Globo, é considerado o maior complexo de produção de conteúdo televisivo da América Latina, com uma área total de 1,73 milhão de metros quadrados.[2] O complexo fica situado logo ao lado do Parque Estadual da Pedra Branca, onde está localizado o Maciço da Pedra Branca. O local também mantém a Central Globo de Produção (CGP).

HistóriaEditar

 
Reprodução do rio Ganges para a telenovela Caminho das Índias na cidade cenográfica dos Estúdios Globo.

Os antigos estúdios da Rede Globo, abertos em 1965, ficaram pequenos para as produções da emissora. Em 1975, foi inaugurado o Teatro Fênix, para produções de programas de auditório. Em 1980, constatou-se que as instalações da emissora ficariam impróprias em pouco tempo. Foi projetado então o Projac (na época, chamado de Projeto Jacarepaguá), para abrigar os estúdios, administração, produção, direção; e sair do Jardim Botânico. A grandiosidade do Projac, entre a concepção e a inauguração, constitui-se em uma empreitada que levou quase quinze anos para ficar pronta. No longo intervalo entre a saída da Globo de seus antigos estúdios e a entrada definitiva no Projac, a emissora alugou outros espaços, como a Atlântida Cinematográfica, os estúdios Tycoon, de Cyll Farney, parte dos estúdios de Renato Aragão, os estúdios da TV Tupi no antigo Cassino da Urca, Pólo Rio de Cinema e Vídeo e os estúdios da Herbert Richers, além de produzir alguns programas no Teatro Fênix.[carece de fontes?]

Até 2019, o complexo abrigava dez estúdios de gravação ordenados de A a J, cidades cenográficas, fábrica de cenários, a casa do Big Brother Brasil, a casa de cristal do Mais Você e a casa-estúdio do É de Casa. É como uma pequena cidade, com cinco lanchonetes, quatro restaurantes, bancos.[carece de fontes?]

Em fevereiro de 2007 o diretor-geral da Rede Globo, Otávio Florisbal, anunciou a ampliação do Projac em 30% até 2010, com a construção de novos estúdios, sendo um deles em formato de domo, para gravações em 360º da minissérie Hoje É Dia de Maria, postos de apoio às cidades cinematográficas (que, atualmente, são contentores pré-fabricados), um teatro e um prédio administrativo (para áreas como vendas, recursos humanos e comunicação).[carece de fontes?]

Na década de 1990, o SBT, seu principal concorrente, também construiu um gigantesco centro de televisão (231.000 m² sendo 85.000 m² de área construída), o CDT, terceiro maior centro de TV da América Latina, o núcleo de centro de produções do SBT em São Paulo. Em março de 2005, a Rede Record, desde então sua principal concorrente, fez o mesmo: comprou os estúdios do humorista Renato Aragão e criou um núcleo também no Rio, chamado Casablanca Estúdios (antigo RecNov), cuja área é de 280.000 m². Já a RedeTV! começou a construção do CTD em 2008, para abrigar as suas transmissões digitais, inaugurado em 2009.[carece de fontes?]

Em 2011, o diretor de arte da Rede Globo, Mário Monteiro anunciou que a qualidade do projeto impressionaria os estrangeiros, que "o objetivo era ultrapassar Hollywood", e que isso "seria só uma questão de tempo", com a ampliação em mais quatro estúdios, que ocupariam 300 mil m², fazendo com que a área do Projac passe de 1,6 milhões de m² para 1,9 milhões de m².[3]

Desde o dia 25 de fevereiro de 2016, o complexo de estúdios deixou de ter o nome de Projac e passou a se chamar Estúdios Globo, com antigo selo de encerramento e assinatura. A nova diretoria da emissora aposentou o antigo nome por não considerar mais um título forte e moderno. Desde então, programas de auditório e variedades e novelas passaram a ter assinatura com o nome de Estúdios Globo.[4]

ComplexoEditar

Em 26 de janeiro de 2017, os Estúdios Globo anunciaram a construção do estúdio K, o maior estúdio de telenovelas dentre os outros dez que já existiam, para atender às produções da Rede Globo. O novo espaço teria capacidade de abrigar todos os cenários de uma novela, evitando o trabalho do montagem e desmontagem, otimizando assim a produção.

Em 8 de agosto de 2019 foi inaugurado o Módulo de Gravação 4 (MG4), incorporando três novos estúdios (K, L, M), com área construída de 26 mil m². O complexo passou a ocupar uma área total de 1,73 milhão de m², com treze estúdios de gravação, ampliando a capacidade de produção de novelas, séries, minisséries, realities, formatos originais, programas de humor e variedades.[5]

Ver tambémEditar

Referências

  1. Globo desiste de chamar seu complexo de estúdios de Projac; saiba o novo nome
  2. «Globo inaugura estúdios nesta quinta-feira (8) e amplia seu complexo de produção no Rio». g1. Consultado em 8 de agosto de 2019 
  3. Lambertine, Davi (8 de junho de 2011). «Globo e Record vão ampliar seus complexos de estúdios no RJ». O Dia. Portal Mídia. Consultado em 20 de outubro de 2012. Arquivado do original em 20 de junho de 2011 
  4. Kogut, Patrícia (27 de fevereiro de 2016). «Marco Luque faz teste para série estrelada por Monica Iozzi na Globo». O Globo. Consultado em 27 de fevereiro de 2016. Ver tópico "O significado". 
  5. G1, Globo (8 de agosto de 2019). «Globo inaugura novos estúdios e celebra o talento no maior complexo de produção de conteúdo da América Latina». Grupo Globo. Consultado em 8 de agosto de 2019