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Jornal Nacional

telejornal brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Jornal Nacional (desambiguação).
Jornal Nacional
Logotipo do telejornal, popularmente conhecido pela sua sigla, "JN"
Informação geral
Também conhecido(a) como JN
Formato Telejornal
Gênero jornalismo
Duração 45 a 50 minutos[nota 1]
Estado em exibição
Criador(es) Armando Nogueira
Desenvolvedor(es) Central Globo de Jornalismo
País de origem Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es)
Produtor(es)
Produtor(es) supervisor(es) Fátima Baptista
Editor(es)
Distribuída por Rede Globo
Globoplay
TV Globo Internacional
Apresentador(es) William Bonner
Renata Vasconcellos
Tema de abertura "The Fuzz" (instrumental)
Compositor da música-tema Frank De Vol
Localização Rio de Janeiro
Exibição
Emissora de televisão original Rede Globo
Formato de exibição 1080i (HDTV)
Transmissão original 1 de setembro de 1969 – presente
Cronologia
Jornal da Globo (1969)
Programas relacionados

Jornal Nacional (também conhecido pela sigla JN) é um telejornal brasileiro produzido pela Rede Globo e exibido desde 1º de setembro de 1969.[1] É caracterizado por ser compacto[2] e de linguagem simplificada. É exibido no horário nobre, de segunda-feira a sábado. Recebeu diversos prêmios[qual?] ao longo de sua existência.

História

Décadas de 1960 a 1980

O telejornal entrou 1969, com a apresentação de Cid Moreira e foi o primeiro programa gerado no Rio de Janeiro em rede nacional. No encerramento da edição, Cid Moreira disse: "É o Brasil ao vivo aí na sua casa. Boa noite".[3]

Márcia Mendes foi a primeira mulher a apresentar o telejornal, em um 8 de março, Dia Internacional da Mulher.[4] Em 1977, Glória Maria torna-se a primeira repórter brasileira a entrar no ar ao vivo.[carece de fontes?] Na ocasião foram inaugurados equipamentos portáteis para geração de imagens. Em 1978, o filme de 16 milímetros começa a ser substituído com a instalação da ENG (Eletronic News Gathering), que permitia a edição eletrônica de videoteipe (VT), e a edição em VT aumentou a velocidade do telejornalismo.[3]

Em 1983, houve novas mudanças: o Jornal Nacional ganhou a sua primeira vinheta eletrônica.[carece de fontes?] A dupla de apresentadores também mudou: no lugar de Sérgio Chapelin, que apresentava o JN com Cid Moreira, entrou Celso Freitas, que já apresentava eventualmente o telejornal. Moreira e Freitas ficaram juntos no JN até 1989, mesmo ano em que o telejornal estreou abertura, cenário, e logotipos novos.[3]

Década de 1990

Nos anos 1990, a qualidade do telejornalismo praticado pela emissora apresentou grande melhora. O Jornal Nacional passou a apresentar grandes furos de reportagem, como a violência policial na Favela Naval em Diadema, e a entrevista com PC Farias, no período em que este se encontrava foragido. Outras reportagens de repercussão foram a apuração dos casos de fraude na previdência social, com a prisão de Jorgina de Freitas e o escândalo dos precatórios, entre outros.

Em 1991, pela primeira vez, uma guerra foi transmitida ao vivo, a Guerra do Golfo. Em 1994, pela primeira vez, uma cobertura de Copa do Mundo é ancorada ao vivo do país-sede, os Estados Unidos. Também em 1994, o Jornal Nacional completava 25 anos. No dia 15 de março de 1994, por determinação do Tribunal de Alçada Criminal do Rio de Janeiro, a Rede Globo foi obrigada através do Jornal Nacional, a ler um direito de resposta do então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, a acusações feitas pelo telejornal.[5]

Em 1996, Cid Moreira (que apresentava o telejornal desde sua estreia) e Sérgio Chapelin passam a bancada para William Bonner e Lilian Witte Fibe. Em 1998, Fátima Bernardes substituía Lilian Witte Fibe, formando com William Bonner, com quem era casada na época, a dupla que esteve no ar até 2011.

Década de 2000

 
O apresentador e editor-chefe, William Bonner.

Em 2000, o Jornal Nacional mudou o cenário de estúdio e passou a ser apresentado de dentro da própria redação. Pela matéria Feira das Drogas, o repórter investigativo do telejornal, Tim Lopes, ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo em 2001. No ano seguinte, Lopes foi morto por narcotraficantes da Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro, onde havia sido feita a reportagem.[6] Em 2001, o JN foi indicado ao Emmy de 2002 de melhor cobertura jornalística, pela cobertura dos ataques de 11 de setembro de 2001. Nas eleições de 2002, o Jornal Nacional inovou, realizando entrevistas ao vivo no próprio cenário, com quatro candidatos à presidência.[3]

Em 2006, num link direto com a Estação Espacial Internacional, William Bonner entrevistou o astronauta Marcos Pontes, primeiro brasileiro a viajar no espaço. No mesmo ano, Pedro Bial apresentou a Caravana JN que, durante dois meses, fez reportagens por todo o Brasil, sobre as eleições gerais. A cada duas semanas, o Jornal Nacional foi apresentado ao vivo por William Bonner e Fátima Bernardes, de uma cidade representativa de sua região.[3]

Em 2008, a cobertura do sequestro de Eloá Pimentel pelo ex-namorado fez o Jornal Nacional ser indicado pela quinta vez em sete anos ao Prêmio Emmy Internacional de notícias de 2009.[3]

Década de 2010-presente

Em agosto de 2010, o Jornal Nacional inicia seu projeto em relação às eleições naquele ano, com o JN no Ar, que utilizava um avião para visitar cidades dos vinte e seis estados e do Distrito Federal. O projeto, que tornou-se fixo no ano seguinte, foi lançado na cidade de Macapá.

Em 3 de junho de 2011, o JN entrevistou com exclusividade o então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, dezoito dias depois do político ser acusado de ter ampliado seu patrimônio em vinte vezes entre 2006 e 2010, prestando serviços de consultoria. Nesse período, Palocci havia exercido mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Dilma Rousseff. Sob forte pressão política e da população brasileira, o ministro aceitou falar somente para o telejornal, concedendo a entrevista em seu gabinete, no Palácio do Planalto, ao repórter Júlio Mosquéra. A entrevista, exibida com vários minutos de duração, fez com que o editor-chefe e apresentador [William Bonner]], encurtasse vários outros blocos naquela edição, para que pelo menos a metade da entrevista fosse levada ao ar, já que a entrevista na íntegra durou horas. A entrevista foi divida em duas partes, ocupando dois blocos do telejornal daquela sexta-feira, sendo a primeira manifestação pública de Palocci desde que uma reportagem do jornal impresso Folha de S.Paulo havia divulgado o aumento do patrimônio do político.[7]

Em 6 de agosto de 2011, William Bonner e Fátima Bernardes leram, no último bloco, um resumo de um documento com os princípios editoriais das Organizações Globo, que em 2014 passaria a ser Grupo Globo. O texto descrevia as normas e condutas que os veículos do grupo deveriam seguir para que, segundo a empresa, houvesse o compromisso de oferecer um jornalismo de qualidade. Uma carta do presidente do grupo, Roberto Irineu Marinho, e dos vices João Roberto Marinho e José Roberto Marinho apresentava o documento. A íntegra do texto Princípios editoriais do Grupo Globo poderia ser acessada a partir dos menus de todos os sites jornalísticos do grupo.[8]

 
Apresentadora do Jornal Nacional entre 2011 e 2014, Patrícia Poeta.

Mudanças importantes na apresentação do telejornal foram anunciadas pela emissora em uma coletiva de imprensa em 1º de dezembro de 2011. Depois de quase quatorze anos (1998–2011), Fátima Bernardes deixaria a bancada do JN para apresentar o programa de variedades Encontro com Fátima Bernardes, que entrou na grade da Globo em 2012, ocupando o lugar do infantil TV Globinho. Quem a substituiu, dividindo a apresentação com Bonner foi Patrícia Poeta, que estava havia cinco anos no Fantástico. Patrícia, por sua vez, foi substituída no Show da Vida por Renata Ceribelli.[9] Uma edição especial do Jornal Nacional ocorreu no dia 5 de dezembro de 2011, quando Fátima Bernardes passou a ancoragem a Patrícia Poeta.[10] A nova âncora assumiu todas as funções da antecessora no JN, tornando-se também editora-executiva do telejornal, além de apresentadora.[11]

Em 2013 a Globo reconheceu em editorial lido no Jornal Nacional, 49 anos depois e pressionada pelas manifestações de junho do mesmo ano,[12][13][14] que o apoio ao golpe militar de 1964 e ao regime subsequente foi um "erro".[15] No dia 18 de março de 2013, um problema técnico fez com que o Jornal Nacional não apresentasse as manchetes do dia na abertura do jornal.[16][17] Além da tela ter ficado escura, ocorreu o efeito "fast forward" (que acelera a imagem), distorcendo a voz da apresentadora e William Bonner e Patrícia Poeta iniciaram o noticiário sem a apresentação da pauta daquela edição.[18][19] O apresentador comunicou que a abertura do telejornal "havia sido totalmente prejudicada por um problema técnico", e que iria começar "assim mesmo o Jornal Nacional sem as manchetes do dia".[20][21]

Entre 20 de abril e 24 de abril de 2015, como parte das comemorações dos cinquenta anos da Rede Globo, o telejornal exibiu uma série especial sobre as matérias e coberturas jornalísticas da emissora nas últimas cinco décadas, contadas através de relatos dos âncoras, repórteres, jornalistas e outros membros envolvidos. No último episódio exibido, o Jornal Nacional teve seu último bloco especialmente ancorado por Cid Moreira e Sérgio Chapelin, que junto aos titulares William Bonner e Renata Vasconcellos encerraram a edição.[22] Em 27 de abril, ainda em comemoração aos cinquenta anos da emissora, o telejornal estreou um novo cenário, além de assumir uma característica mais informal, com a interação dos âncoras com os repórteres através de um telão.[23]

Em 19 de junho de 2017, após mais de dezessete anos no mezanino da redação da Globo no Rio de Janeiro, o telejornal passou a ser apresentado dentro de uma nova newsroom construída especialmente para o programa e para o portal de notícias G1, além do posto avançado para a GloboNews. O espaço ocupava uma área de 1370 m² na Central Globo de Jornalismo, localizado na sede da emissora no Rio de Janeiro. Dentre as inovações apresentadas, a redação, que antes era separada do mezanino, ficava em volta do cenário, com um formato circular. As câmeras e gruas passaram a ser controladas remotamente, dispensando o uso dos operadores junto ao cenário. A parte circular do cenário passou a apresentar um painel translúcido curvado de quinze metros de largura, onde os apresentadores passaram a interagir com os repórteres em entradas ao vivo, além de outro painel retrátil com ilustrações, com altura de 3 metros e largura de 16 metros, posicionado sobre a redação. O Jornal Nacional também passou a contar com dezoito ilhas de edição, possibilitando a edição e produção de várias matérias ao mesmo tempo.[24]

Apresentadores

Ao longo de quase cinquenta anos, vários apresentadores já passaram pelo Jornal Nacional.

Hilton Gomes e Cid Moreira comandaram a primeira edição do Jornal Nacional, em 1º de setembro de 1969. No ano seguinte, Hilton foi substituído por Sérgio Chapelin, que formou com Cid Moreira a dupla que mais tempo apresentou o telejornal. Em 1979, Chapelin foi para o Jornal da Globo e o cenário passou a ser menor, com lugar para apenas um apresentador. Cid Moreira estreou o novo cenário em 2 de abril de 1979, data da estreia da segunda versão do Jornal da Globo. Com a extinção temporária do JG em 1981 (voltaria ao ar no ano seguinte), Chapelin voltou à bancada do JN com Cid Moreira, onde permaneceu até 1983, quando foi contratado pelo SBT, tornando-se apresentador de programas de auditório, sendo substituído por Celso Freitas. Mesmo voltando à emissora no ano seguinte, Chapelin somente voltaria a apresentar o JN em 1989, permanecendo na bancada com Cid Moreira até 1996. Evandro Carlos de Andrade, à época diretor de jornalismo da Globo, promoveu uma grande mudança no telejornal. substituindo Moreira e Chapelin por William Bonner e Lilian Wite Fibe, que assumiram a bancada como parte do projeto de substituir locutores por jornalistas na apresentação dos telejornais da emissora. Mais mudanças ocorreram no telejornal quando Lilian Witte Fibe, depois de uma reunião com a cúpula da emissora, decidiu afastar-se, entrando em férias até a volta ao Jornal da Globo em fevereiro de 1998, e pelos próximos dois meses, vários apresentadores interinos passariam pelo JN. Várias apresentadoras foram cotadas, e Sandra Annenberg, então apresentadora do Jornal da Globo em São Paulo, entrou provisoriamente para o time do JN.[25] Uma semana e meia depois, ela foi convidada a apresentar o Jornal Hoje, trocando de posto com Mônica Waldvogel.[26] Pouco mais de uma semana depois, Waldvogel foi substituída por Carlos Nascimento, trocado dias depois por Ana Paula Padrão, posteriormente substituída por Fátima Bernardes em 30 de março de 1998, fazendo dupla com seu marido William Bonner.

No dia 5 de dezembro de 2011, Fátima Bernardes deixa o telejornal para comandar o programa matutino Encontro com Fátima Bernardes, assumindo seu lugar no JN, Patrícia Poeta.

No dia 26 de janeiro de 2013, o jornalista Evaristo Costa foi integrado ao rodízio de sábado do JN. Ocasionalmente, por diversas circunstâncias, o programa foi apresentado por outros jornalistas da casa, como Renato Machado (1982–2011) e Mylena Ciribelli (1996–1999).[27]

 
Atual âncora e editora-executiva do telejornal, Renata Vasconcellos
 
O jornalista Heraldo Pereira, substituto de Bonner nas ausências deste

O telejornal possui oito apresentadores eventuais, que apresentam o telejornal aos sábados ou nas folgas dos âncoras. São eles: Ana Luiza Guimarães, Ana Paula Araújo, César Tralli, Flávio Fachel, Giuliana Morrone, Heraldo Pereira, Maria Júlia Coutinho e Rodrigo Bocardi.[28]

No encerramento da edição do dia 15 de setembro de 2014, A então âncora do noticiário Patrícia Poeta anunciou que no início de novembro daquele ano, depois de três anos na bancada, deixaria o telejornal e seria substituída por Renata Vasconcellos, que vinha do Fantástico especialmente para assumir a vaga,[29] o que ocorreu a partir do dia 31 de outubro de 2014.[30] Patrícia retornou em 2015 para apresentar o programa de variedades É de Casa, que substitui o infantil TV Globinho.

No dia 31 de janeiro de 2015, a jornalista Giuliana Morrone estreou no JN como nova apresentadora eventual. Em 19 de março de 2016, a jornalista Monalisa Perrone estreou como apresentadora eventual.[31][32] Em 10 de setembro de 2016, o jornalista Rodrigo Bocardi estreou como apresentador eventual.[33] Em 12 de outubro de 2017, Ana Luiza Guimarães estreou como apresentadora eventual, na vaga de Evaristo Costa.[34] Em 27 de janeiro de 2018, César Tralli estreou como apresentador eventual, no lugar de William Waack.[35] No dia 5 de janeiro de 2019, Dony De Nuccio estreou como apresentador eventual, no lugar de Alexandre Garcia.[36][37] Em 19 de janeiro, Flávio Fachel estreou como apresentador eventual, no lugar de Chico Pinheiro.[38][39] Em 16 de fevereiro, Maria Júlia Coutinho estreou como apresentadora eventual, no lugar de Carla Vilhena, sendo a primeira mulher negra na bancada do telejornal.[40]

Em 2020, novos apresentadores farão parte do rodízio aos finais de semana, férias dos titulares e feriados, cobrindo vagas de profissionais que deixaram a emissora ou a bancada do jornal. Eles serão os mesmos jornalistas que fizeram parte do rodízio de apresentadores ao longo de 2019, em comemoração dos 50 anos do telejornal. [41]

Rodízio no cinquentenário

Em comemoração ao aniversário de cinquenta anos do Jornal Nacional, em 1.º de setembro, a Rede Globo escalou apresentadores de emissoras locais filiadas à rede em todo o país para apresentar o telejornal aos sábados, de 31 de agosto a 30 de novembro. A cada sábado, o telejornal seria comandado por dois apresentadores de unidades federativas diferentes, sendo um homem e uma mulher. Durante esse período, os apresentadores eventuais ficariam afastados da bancada.[42] A lista dos apresentadores foi divulgada no dia 24 de julho e a sequência em que assumiriam a bancada foi divulgada no dia 2 de agosto. Como o número de selecionados era ímpar (representando cada uma das 27 unidades federativas), a edição de 30 de novembro, último sábado da comemoração, seria apresentada pela jornalista do Rio Grande do Norte Lídia Pace, a qual dividiu a bancada com Mário Motta, jornalista catarinense convidado especialmente (já que o estado de Santa Catarina já fora representado) para a apresentação pelo fato de ser o âncora de um mesmo noticiário local há mais tempo dentre todas as emissoras e afiliadas da Rede Globo, mais de 33 anos. [43] A sequência foi inaugurada em 31 de agosto por Márcio Bonfim, da TV Globo Nordeste (Pernambuco) e Cristina Ranzolin, da RBS (Rio Grande do Sul).[44]

Na tabela abaixo, estão listados os apresentadores, as datas em que assumiriam a apresentação, e seus respectivos telejornais e unidades federativas de origem.[45]

Apresentador Telejornal Emissora Unidade federativa de origem Data na bancada
Márcio Bonfim NE1 TV Globo Nordeste Pernambuco 31 de agosto
Cristina Ranzolin JA RBS Rio Grande do Sul
Ayres Rocha JAC2 TV Acre Acre 7 de setembro
Jéssica Senra Bahia Meio Dia Rede Bahia Bahia
Luana Borba JAM1 TV Amazonas Amazonas 14 de setembro
Sandro Dalpícolo Boa Noite Paraná RPC Curitiba Paraná
Philipe Lemos ES1 TV Gazeta Vitória Espírito Santo 21 de setembro
Ana Lídia Daibes JRO2 TV Rondônia Rondônia
Carlos Tramontina SP2 TV Globo São Paulo São Paulo 28 de setembro
Priscilla Castro JL1 Rede Liberal Pará
Fábio William DF1 TV Globo Brasília Distrito Federal 5 de outubro
Ellen Ferreira JRR1 TV Roraima Roraima
Fabian Londero NSC Notícias NSC TV Santa Catarina 12 de outubro
Aline Ferreira JAP1 TV Amapá Amapá
Thiago Rogeh JA1 TV Anhanguera Palmas Tocantins 19 de outubro
Taís Lopes Bom Dia Ceará TV Verdes Mares Ceará
Lyderwan Santos Bom Dia Sergipe TV Sergipe Sergipe 26 de outubro
Lucimar Lescano MS2 TV Morena Mato Grosso do Sul
Marcelo Magno PI1 TV Clube Piauí 2 de novembro
Mariana Gross RJ1 TV Globo Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Matheus Ribeiro JA2 TV Anhanguera Goiânia Goiás 9 de novembro
Larissa Pereira JPB2 TV Cabo Branco Paraíba
Filipe Toledo AL2 TV Gazeta Alagoas 16 de novembro
Luzimar Collares MT2 TV Centro América Mato Grosso
Giovanni Spinucci JM2 TV Mirante São Luís Maranhão 23 de novembro
Aline Aguiar MG1 TV Globo Minas Minas Gerais
Lídia Pace RN2 InterTV Cabugi Rio Grande do Norte 30 de novembro
Mário Motta Jornal do Almoço NSC TV Santa Catarina

Como parte também das comemorações, o Portal G1 publicou uma série especial com cinco temas de reportagens do Jornal Nacional ao longo dos seus cinquenta anos. Os temas escolhidos para a série foram: comunicação, educação, cidades, trabalho e saúde.[46]Em dezembro de 2019, foram confirmados que os jornalistas que participaram das comemorações do cinquentenário serão os novos apresentadores eventuais a partir de 2020.[47][48]

Prêmios e indicações

Em 26 de setembro de 2011, o telejornal ganhou o prêmio Emmy Internacional na categoria "notícia" devido à cobertura da expulsão dos traficantes e a ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2010. Foi a sétima vez em nove anos que o telejornal chega à final do "Oscar da televisão mundial", sendo a primeira vitória.[49] Além disso, a morte de Tim Lopes, em 2002, nesta mesma região do Rio de Janeiro agregou um significado especial à cobertura jornalística de 2010.[50]

Ano Prêmio Categoria Indicado Resultado Ref.
2011 Emmy Internacional Notícia Jornal Nacional Venceu [49]
2014 Prêmio F5 Apresentador do Ano (jornalismo/esporte) Renata Vasconcellos Indicado [51]

Notas

  1. O telejornal normalmente possui uma duração de 45 minutos, que pode ser prolongada em caso de coberturas especiais. Em quartas-feiras com transmissões esportivas, a duração é de apenas 30 minutos.

Referências

  1. «Jornal Nacional completa 50 anos com lançamento de livro». G1. Rede Globo. 2 de setembro de 2019. Consultado em 6 de setembro de 2019. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2019 
  2. «Artigo» (PDF). UFJF. 2009. Consultado em 6 de setembro de 2019. Cópia arquivada (PDF) em 6 de setembro de 2019 
  3. a b c d e f «Confira a história do JN». G1. Rede Globo. 21 de abril de 2010. Consultado em 6 de setembro de 2019. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2019 
  4. «Márcia Mendes». Consultado em 14 de fevereiro de 2013 
  5. «"Uma saia justa danada", lembra Cid Moreira sobre Brizola no "JN"». Consultado em 14 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 6 de março de 2011 
  6. «Tim Lopes investigava um baile funk». Folha de S.Paulo. 10 de junho de 2002 
  7. «Palocci fala a TV Globo sobre aumento do patrimonio pessoal» 
  8. «Organizações Globo divulgam documento com princípios editoriais» 
  9. G1 (1 de dezembro de 2011). «Fátima Bernardes comandará novo programa e Patrícia Poeta assume JN». Pop & Arte 
  10. Carla Neves (1 de dezembro de 2011). «Fátima Bernardes fica no "Jornal Nacional" até segunda-feira (5); Patrícia Poeta a substituirá». UOL 
  11. «Patrícia Poeta será a nova apresentadora do 'Jornal Nacional'». Estadão.com.br. 1 de dezembro de 2011 
  12. "Jornal 'O Globo' reconhece que apoio editorial a golpe de 64 foi 'um erro'". Folha de S. Paulo. 31 de agosto de 2013. Página acessada em 16 de novembro de 2013.
  13. Ekman, Pedro. "Globo admite erro sobre ditadura. E o resto?". CartaCapital. 2 de setembro de 2013. Página acessada em 16 de novembro de 2013.
  14. "Pressionado, jornal O Globo admite que errou ao apoiar Golpe de 1964". Terra. 31 de agosto de 2013. Página acessada em 16 de novembro de 2013.
  15. «Apoio editorial ao golpe de 64 foi um erro». O Globo. 1 de Setembro de 2013. Consultado em 7 de Abril de 2014 
  16. Falha na abertura do Jornal Nacional
  17. Gafe! Jornal Nacional apresenta falha técnica na abertura
  18. Gafe no ar: Problema técnico na abertura faz ‘Jornal Nacional’ ir ao ar sem anunciar as manchetes do dia. Assista!
  19. “Jornal Nacional” enfrenta problemas técnicos na abertura; veja[ligação inativa]
  20. «"Jornal Nacional" enfrenta problemas técnicos na abertura; veja». Folha Ilustrada. 18 de março de 2013 
  21. "Jornal Nacional" enfrenta problemas técnicos na abertura. f5.folha.uol.com.br/. Acesso 13 de agosto 2016
  22. «50 anos de jornalismo». Jornal Nacional. Consultado em 21 de junho de 2017 
  23. Vaquer, Gabriel (17 de abril de 2014). «Vaza novo cenário do "Jornal Nacional"; veja foto». Jornal Nacional. Consultado em 13 de agosto de 2016 
  24. «Tecnologia, inovação e a notícia no centro da nova redação da Globo». Jornal Nacional. 19 de junho de 2017. Consultado em 21 de junho de 2017 
  25. «Jornal Nacional - Memória Globo - Rede Globo». Consultado em 28 de fevereiro de 2010. Arquivado do original em 2 de fevereiro de 2009 
  26. «Sandra Annenberg deixa a bancada do jornal nacional». Consultado em 3 de abril de 2019 
  27. Metacafe - Jornal Nacional (Rede Globo) - 1997
  28. Jornal Nacional - Redação - 2012
  29. «Patrícia Poeta deixa o JN; Renata Vasconcellos assume em novembro». Jornal Nacional - Catálogo de Vídeos. 15 de setembro de 2014. Consultado em 16 de setembro de 2014 
  30. UOL SP (15 de setembro de 2014). «Patrícia Poeta deixará o "Jornal Nacional" em novembro». UOL Televisão. Consultado em 15 de setembro de 2014 
  31. Ricco, Flávio (19 de março de 2016). «Após 17 anos de Globo, Monalisa Perrone apresenta JN pela primeira vez». TV e Famosos. Universo Online. Consultado em 19 de março de 2016 
  32. Castro, Daniel (19 de março de 2016). «Monalisa no JN». Bloco de Notas. Notícias da TV. Consultado em 19 de março de 2016 
  33. Jimenez, Keila (2 de setembro de 2016). «Candidatos a sucessão de Bonner ganham forte concorrente». KTV. R7.COM. Consultado em 2 de setembro de 2016 
  34. Vaquer, Gabriel. «Ana Luiza Guimarães estreia na bancada do Jornal Nacional e é celebrada por colegas | Observatório da TV». Observatório da Televisão. Consultado em 13 de outubro de 2017 
  35. Ricco, Flávio (24 de janeiro de 2018). «César Tralli estreia no "Jornal Nacional" em rodízio de apresentadores». UOL. Consultado em 24 de janeiro de 2018 
  36. Ricco, Flávio (5 de janeiro de 2019). «Dony de Nuccio estreia hoje na bancada do "Jornal Nacional"». UOL. Consultado em 5 de janeiro de 2019 
  37. «Dony de Nuccio vira plantonista do Jornal Nacional». www.ofuxico.com.br. Consultado em 4 de janeiro de 2019 
  38. «Globo exclui Chico Pinheiro do rodízio de bancada do "Jornal Nacional"». tvefamosos.uol.com.br. Consultado em 31 de dezembro de 2018 
  39. «Chico Pinheiro sai do Jornal Nacional». www.ofuxico.com.br. Consultado em 4 de janeiro de 2019 
  40. «Maria Júlia Coutinho será a primeira mulher negra na bancada do "Jornal Nacional"». m.natelinha.uol.com.br 
  41. Castro, Daniel (6 de dezembro de 2019). «Elogiado por Bonner, apresentador de SC entra para o rodízio do Jornal Nacional». Notícias da TV. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  42. Jornal Nacional escala apresentadores de todo o Brasil para comemorar os 50 anos
  43. Mário Motta, com 53 anos de carreira jornalística, ocupa a bancada do Jornal Nacional
  44. Cristina Ranzolin e Márcio Bonfim são recebidos por Bonner e Renata Vasconcellos no "Jornal Nacional"
  45. Globo define rodízio de apresentadores em edição comemorativa do Jornal Nacional
  46. «JN 50 anos: veja as cinco reportagens da série especial». Portal G1. Agosto de 2019 
  47. «Jornalista da TV Bahia, Jéssica Senra passa a integrar rodízio de apresentadores do Jornal Nacional». G1. Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  48. TEMPO, O. (5 de dezembro de 2019). «Aline Aguiar é uma das novas plantonistas do 'Jornal Nacional', da Globo». Diversao (em inglês). Consultado em 6 de dezembro de 2019 
  49. a b Pop & Arte (26 de setembro de 2011). «Jornal Nacional ganha o Emmy Internacional». G1 
  50. «Jornalistas da Globo comentam cobertura vencedora do Emmy e citam Tim Lopes». Portal Imprensa. 28 de setembro de 2011 [ligação inativa]
  51. 1.folha.uol.com.br (1 de janeiro de 2014). ««Prêmio F5 - Apresentador do Ano (jornalismo/esporte)»». Consultado em 13 de agosto de 2016 

Bibliografia

Ligações externas