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Estação Alameda (Metropolitano de Lisboa)

estação do Metro de Lisboa
Metropolitano Lisboa logo.svg Alameda
Uso atual Estação de Metrô Estação de Metro
Linhas MetroLisboa-linha-verde.svg Linha Verde
MetroLisboa-linha-vermelha.svg Linha Vermelha
Sigla AM
Posição Subterrâneo
Coroa tarifária L
Serviços Acesso à deficiente físico Elevador Escada rolante Parque de Estacionamento Banheiro Rede sem fio aberta (Wi-Fi)
Informações históricas
Inauguração MetroLisboa-linha-verde.svg 28 de junho de 1972 (46 anos)
MetroLisboa-linha-vermelha.svg 19 de maio de 1998 (20 anos)
Projeto arquitetônico Manuel Tainha
Intervenções plásticas Noronha da Costa, Costa Pinheiro, Juhana Blomstedt e Alberto Carneiro
Localização
Alameda está localizado em: Metro de Lisboa
Metropolitano Lisboa logo.svg Alameda
Localização na rede (mapa)
38° 44' 12" N 9° 8' 2" O
Concelho bandeiraLSB
Próxima estação
Sentido Telheiras Sentido Cais do Sodré
Areeiro Arroios
Metropolitano Lisboa logo.svg Alameda
Sentido São Sebastião Sentido Aeroporto
Saldanha Olaias
Metropolitano Lisboa logo.svg Alameda

Índice

Alameda é uma estação dupla do Metro de Lisboa, onde se interligam duas linhas: a Linha Verde e a Linha Vermelha. Situa-se no concelho de Lisboa, entre as estações Areeiro e Arroios (Linha Verde), e Saldanha e Olaias (Linha Vermelha).[1]

Esta estação está localizada na Avenida Almirante Reis, junto ao cruzamento com a Alameda Dom Afonso Henriques. A estação possibilita o acesso à Alameda Dom Afonso Henriques e ao Instituto Superior Técnico. À semelhança das mais recentes estações do Metro de Lisboa, está equipada para poder servir passageiros com deficiências motoras; vários elevadores e escadas rolantes facilitam o acesso ao cais.[1]

Estação da Linha VerdeEditar

Foi inaugurada a 18 de junho de 1972 em conjunto com as estações Arroios, Areeiro, Rossio e Alvalade, no âmbito da expansão desta linha à zona de Alvalade. O projeto arquitetónico original é da autoria do arquiteto Dinis Gomes e as intervenções plásticas da pintora Maria Keil. Em 3 de março de 1998 foi concluída a remodelação completa da estação com base num projeto arquitetónico da autoria do arquiteto Manuel Tainha e as intervenções plásticas do pintor Noronha da Costa. A remodelação integrou-se nas obras de prolongamento dos cais de embarque da estação existente e da construção da Linha Vermelha, que implicou a construção de um espaço de ligação à nova estação da Linha Vermelha.[1]

Estação da Linha VermelhaEditar

Foi inaugurada a 19 de maio de 1998 em conjunto com as estações Olaias, Bela Vista, Chelas, e Oriente, no âmbito da construção da Linha Vermelha, com vista ao alargamento da rede à zona da Expo’98.[1]

O projeto arquitetónico é da autoria do arquiteto Manuel Tainha e as intervenções plásticas dos artistas plásticos Costa Pinheiro e Juhana Blomstedt, e do escultor Alberto Carneiro.[1]

IncêndioEditar

Na madrugada do 19 de outubro de 1997, enquanto decorriam as obras de remodelação da estação com o objetivo de construir a Linha Vermelha, ocorreu aí um incêndio, vitimando dois trabalhadores.[2][3]

O incêndio deveu-se a uma enorme explosão que destruiu todo o trabalho feito. Os materiais que estavam a ser usados eram bastante tóxicos e deviam ser manuseados com bastante cuidado, e durante muito tempo acreditou-se que tinha sido o mau manuseamento desses químicos a causa da explosão, até porque essa noite foi caracterizada por um tempo muito instável, com rajadas de vento forte, chuva e trovoada. Porém, veio a descobrir-se meses mais tarde que não existiu uma relação direta com os químicos e com o mau tempo, embora estes dois fatores tenham contribuído para o incidente. Um projetor luminoso ficou ligado por esquecimento e sobreaqueceu alguns desses químicos, provocando libertação de gases tóxicos. Tratando-se de uma zona subterrânea e completamente fechada, a concentração de gases tóxicos atingiu níveis muito elevados e o sobreaquecimento levou à explosão dos mesmos.[carece de fontes?]

CorrespondênciasEditar

Autocarros UrbanosEditar

  Carris Editar

  AerobusEditar

Galeria de imagensEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c d e «Alameda». Diagrama e Mapa da Rede. Metropolitano de Lisboa. Consultado em 26 de fevereiro de 2012 
  2. «Cronologia». Um pouco de história. Metropolitano de Lisboa. Consultado em 27 de fevereiro de 2011 
  3. «Metro de Lisboa não tem condições de segurança». Público.pt. 12 de março de 2002. Consultado em 26 de fevereiro de 2012 

Ligações externasEditar