Abrir menu principal

Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda

Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde junho de 2019). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda
Barrensis de Pirai-Voltaredondensis
Localização
País Brasil
Arquidiocese metropolitana Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
Estatísticas
População 761 mil
Área 4768 km²
Informação
Rito romano
Criação 4 de dezembro de 1922
Padroeiro(a) Santa Ana
Governo da diocese
Bispo Luiz Henrique da Silva Brito
Bispo emérito Dom João Maria Messi, O.S.M.
Dom Francisco Biasin
Jurisdição diocese
Página oficial www.diocesevr.com.br
dados em catholic-hierarchy.org

A Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda é uma divisão territorial da Igreja Católica Apostólica Romana no estado do Rio de Janeiro.

Índice

HistóricoEditar

Em 26 de janeiro de 1965 foi aprovado por um Concílio Consistorial reunido na cidade de Roma o pedido feito pelo então bispo, Dom Agnelo Rossi, no ano de 1959, acerca da Extensão da então Sé para a cidade de Volta Redonda.A partir deste momento, a cidade de Barra do Piraí e a cidade de Volta Redonda passam a ser a Sé da Diocese. Daí deriva o nome de Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. No dia 8 de abril de 1965, Dom Altivo Pacheco Ribeiro transfere a parte administrativa da Diocese para a cidade de Volta Redonda e a partir deste momento, de acordo com a Bula Consistorial de 26 de janeiro de 1965, o Bispo Diocesano deverá residir 6 meses no Bispado na Sé de Barra do Piraí e 6 meses no Bispado na Sé de Volta Redonda. Também, a Igreja de Santa Ana, em Barra do Piraí é reconfirmada como Catedral Diocesana, e a Igreja Nossa Senhora das Graças,no Jardim Paraíba, em Volta Redonda, é confirmada como Cocatedral Diocesana provisória (até a construção da nova Cocatedral, na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda). Em 1978, no terreno destinado pela Companhia Siderúrgica Nacional para a construção da Cocatedral Diocesana, o Bispo Dom Waldyr Calheiros de Novais instala a Cúria Diocesana de Barra do Piraí-Volta Redonda.

Criação da Diocese de Barra do PiraiEditar

A Diocese de Barra do Piraí foi criada em 4 de dezembro de 1922 a partir da Bula Pontifícia Ad Supremum Apostolicae Sedis, do Papa Pio XI. Seu vasto território foi desmembrado da Diocese de Niterói. Com a ereção da Diocese, no dia 23 de julho de 1923, a Matriz de Sant`Ana, em Barra do Piraí é elevada a categoria de Catedral Diocesana. Com a instalação da Diocese é nomeado seu Administrador Apostólico Monsenhor José Maria Parreira Lara, sucedido em maio de 1925 por Monsenhor Alfredo da Silva Bastos. Esses dois dedicados administradores apostólicos lançaram as bases da nova diocese. Nesta época da instalação da nova Diocese, no Sul-fluminense, os municípios (nomes atuais) que faziam parte do território da Diocese eram: Barra do Piraí onde ficava a , Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Volta Redonda, Pinheiral, Barra Mansa, Quatis, Rio Claro, Porto Real, Resende, Itatiaia, Valença, Rio das Flores, Vassouras, Miguel Pereira, Paty do Alferes, Paraíba do Sul, Três Rios, Levy Gasparian, Sapucaia, Paracambi, Japeri, Queimados, Nova Iguaçu, Nilópolis, Belford Roxo, São João de Meriti, Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica, Angra dos Reis e Parati. Nada menos que uma Diocese com seus 33 municípios.

Novas DiocesesEditar

. Diocese de Valença - No dia 27 de março de 1925, o papa Pio XI, cria a Diocese de Valença com seus 09 municípios desmembrados da Diocese de Barra do Piraí, sendo nomeado seu Administrador Apostólico Monsenhor José Maria Parreira Lara, na época Administrador Apostólico da Diocese de Barra do Piraí.

. No ano de 1958, Dom Agnelo Rossi, faz o pedido da Extensão da Sé da Diocese para a cidade de Volta Redonda junto à Congregação dos Bispos, em Roma.

. Diocese de Nova Iguaçu -No dia 26 de março de 1960, é criada a Diocese de Nova Iguaçu, pelo papa João XXIII, desmembrada da Diocese de Barra do Piraí com seus 10 municípios.

Nesta nova configuração, a Diocese de Barra do Piraí passa a ter em seu território 14 municípios: Barra do Piraí , Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Volta Redonda, Pinheiral, Barra Mansa, Quatis, Rio Claro, Porto Real, Resende, Itatiaia,Angra dos Reis e Parati.

. Diocese de Itaguaí -No dia 14 de março de 1980 é criada pelo Papa João Paulo II, a Diocese de Itaguaí, desmembrada das Dioceses de Barra do Piraí-Volta Redonda e Nova Iguaçu, instalada com 5 municípios.

Processo de criação da Co-sede de Volta RedondaEditar

No período do bispado, de Dom Agnelo Rossi, iniciou-se ainda junto à direção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), gestões para extensão da sede episcopal para o município de Volta Redonda.

Este processo inicia-se logo na sua chegada à nova diocese, conforme sua descrição: “Desde nossa posse, ficamos sabendo de planos para uma extensão da sede episcopal para o município de Volta Redonda e, em nossa posse, o representante da Companhia Siderúrgica Nacional, nos assegurou que a CSN, tudo faria para que isto se concretizasse ”.

A Companhia Siderúrgica Nacional era a grande interessada no processo de extensão da sede episcopal. Segundo a empresa, “(...) a Igreja Católica não podia ignorar a importância de Volta Redonda e deveria manifestá-la de forma patente”.

O próprio bispo diocesano chegou a revelar, que na verdade, não cabia a ele o mérito da ideia do projeto de extensão da Sede Episcopal, mas sim ao general Edmundo de Macedo Soares e Silva, que na época, era presidente da Companhia Siderúrgica Nacional.

As negociações Igreja (Diocese) e a Companhia Siderúrgica Nacional evoluíram timidamente a partir da posse do novo bispo diocesano. Com o aval e a promessa explícita de apoio por parte da CSN, Dom Agnelo Rossi, inicia contatos com a Sagrada Congregação Consistorial, durante sua primeira visita à Roma, ocorrida em fevereiro de 1958.

O longo processo inicia-se oficialmente, quando Volta Redonda recebe a visita de Dom Armando Lombardi, Núncio Apostólico no Brasil, em junho de 1959. Segundo a diocese, esta visita, teve caráter privado, com o objetivo “(...) de conhecer de perto e in loco, problemas da diocese”.[1]

A Companhia Siderúrgica Nacional, no entanto, não via a visita do Núncio Apostólico do Brasil, com a mesma discrição e o caráter reservado da diocese. A empresa noticia tal fato para toda comunidade voltaredondense, na primeira página do jornal ‘O Lingote’ (Jornal de propriedade da CSN), revelando o objetivo da visita de Dom Armando Lombardi, através da manchete: ‘VR – Sede de Cobispado’. Segundo a notícia veiculada, depois de conhecer as instalações da Companhia Siderúrgica Nacional e a cidade de Volta Redonda, “(...) a ilustre autoridade eclesiástica manifestou interêsse (sic), em elevar Volta Redonda, a sede do Cobispado, dada a inegável pujança do seu movimento religioso, decisão esta que certamente será acolhida com intenso júbilo pela população católica volta-redondense ”. A reportagem conclui dizendo que, inclusive, o Núncio Apostólico chegou a verificar um mapa da cidade de Volta Redonda, para escolher previamente o melhor local para a sede do Cobispado.[2]

Na verdade, a visita do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, foi a culminância desse processo que se envolvia os interesses convergentes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Igreja diocesana.

Na prática, esta visita foi também a resposta de uma carta,enviada pelo bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi, em 21 de março de 1959, onde este, expõe oficialmente ao Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, o desejo de estender a sede episcopal para o município de Volta Redonda:

(...)Parece-me Exmo. Sr., chegado o momento oportuno para apresentar oficialmente à Santa Sé (...)como também para aproveitar a coincidente boa vontade da atual diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional, cujo mandato terminará dentro de três anos. (...) Como a CSN faz seus planos antecipados de aplicação de verbas (...) seria conveniente salvo melhor juízo, apressar o pedido junto à Santa Sé para que já em 1960 se pudesse atacar as obras da residência episcopal e da Cocatedral (sic), em terrenos centrais na cidade de Volta Redonda, cedidos pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) à Mitra Diocesana de Barra do Piraí”.[3]

Nesta mesma carta endereçada ao Núncio Apostólico do Brasil, o bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi expõe os motivos da requisitada extensão da Sede Episcopal para o município de Volta Redonda:

1. A posição geográfica de Volta Redonda, já que com a criação da Diocese de Nova Iguaçu, a sede do bispado, em Barra do Piraí, ficaria situada num extremo da diocese, enquanto que em Volta Redonda, ficará localizada num ponto central, com melhores possibilidades de acesso e comunicação com todos os pontos da diocese.

2. A importância econômica de Volta Redonda, sendo o maior centro siderúrgico do Brasil, merecendo maior atenção da Igreja. Além de que, segundo o bispo, quase todas as Igreja Matrizes, localizam-se na periferia da cidade.

3. Volta Redonda apresenta-se com atualmente 85.000 habitantes (em 1959), com projeção de um vertiginoso crescimento populacional nos próximos anos – cerca de 200.000, segundo estimativas param os próximos 10 anos-, devido aos projetos de expansão da Companhia Siderúrgica Nacional. Barra Mansa, cidade contígua à Volta Redonda, possui cerca de 35.000 habitantes. As duas cidades possuem então, mais de metade da população da diocese.

4. Barra do Piraí, atual sede do bispado, possuindo 25.000 habitantes, sem possibilidades de progresso econômico, vivendo na verdade, um ciclo de decadência econômica, não ficaria prejudicada, sendo dotada de benefício como um seminário diocesano, catedral e a residência episcopal.

5. A Companhia Siderúrgica Nacional, por meio de sua atual diretoria, está, segundo o bispo, realmente empenhada em dotar Volta Redonda de todos requisitos para se tornar co-sede do bispado.

Este item expressa, na verdade, obrigações que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), teria que cumprir, incluindo a construção de uma cocatedral, a residência episcopal e a cúria diocesana.[4]

O apoio do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Armando Lombardi, necessita agora, do cumprimento das promessas de apoio, por parte da [[Companhia Siderúrgica Nacional]], que eram insistentemente reiteradas à Igreja Diocesana.

Numa carta, em 1 de agosto de 1959, dirigida ao general Edmundo Macedo Soares, o bispo diocesano, Dom Agnelo Rossi oficializa os pedidos de apoio: “Afim de que se possa concretizar a aspiração da atual diretoria da CSN, de que também Volta Redonda seja sede do Bispado, em vantagens incalculáveis de ordem social, educacional, moral e religiosa para a Cidade do Aço (...) venho, na qualidade de Bispo Diocesano, solicitar da Exma. Diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), as seguintes medidas:

1. Que seja ordenada a transferência, por escritura de doação à Mitra Diocesana de Barra do Piraí, (...) dos terrenos escolhidos (...)junto à Praça Brasil.

2. Tendo exposto meus planos ao Engenheiro Fest, arquiteto da CSN, para que elaborasse o primeiro projeto das construções necessárias ao Bispado em Volta Redonda (...)Peço, portanto, à Exma. Diretoria da CSN, autorize o desenvolvimento dos projeto definidos pelos orgãos competentes.

3. A preferencia seria dada à construção da Residência Episcopal, ficando a Co-catedral (sic) para uma etapa posterior.[5]

A partir das negociações bem sucedidas com a Companhia Siderúrgica Nacional, a empresa cumpre o que havia sido prometido: a construção do bispado foi concluída em 1963, com a CSN, destinando uma vultuosa quantia para o início das obras ( cerca de Cr$ 10.000.0000). A doação foi feita pelos diretores da empresa em 09 de junho de 1960, sendo aprovada pela Assembléia Geral Extraordinária das Companhia Siderúrgica Nacional, em 29 de dezembro de 1960.[6]

Os planos de Dom Agnelo Rossi, no entanto, acabam sendo atrasados por que o entendimentos com a Companhia Siderúrgica Nacional, sofreram algumas interrupções, devido a mudanças na diretoria da empresa. Com a saída de Dom Agnelo Rossi da diocese, em 1963, os planos de extensão da sede episcopal, passaram a ser negociados por Dom Altivo Pacheco Ribeiro, novo bispo nomeado para a diocese de Barra do Piraí.[6]

O curto período de bispado de Dom Altivo Pacheco Ribeiro na diocese de Barra do Piraí (1963-1966) foi um período bastante difícil na vida igreja local, sendo marcado por sérios problemas. Nesta época, eram constantes os atritos entre o bispo e alguns padres diocesanos. Na evidência desses atritos, no seu bispado, aconteceu na diocese, uma campanha de padres contra o celibato sacerdotal, que resultou numa crise de vocações e no abandono e afastamento de vários padres do ministério sacerdotal na região.[7]

No seu bispado, Dom Altivo Pacheco Ribeiro, manteve estreitas relações com a Companhia Siderúrgica Nacional, notabilizando-se também por retomar as negociações com a empresa, que concluíram o projeto de extensão da sede da diocese para a cidade de Volta Redonda.

O grande projeto de Dom Agnelo Rossi e da Companhia Siderúrgica Nacional, C.S.N, se realiza então: a residência episcopal se transfere para Volta Redonda e o bispo passa a residir no Palácio Episcopal, um prédio localizado na área nobre da cidade, no bairro Laranjal. Tanto o prédio como o terreno foram doados pela Companhia Siderúrgica Nacional, além do lote na área central da Vila Santa Cecília, destinado à futura Cocatedral e à Cúria Diocesana. A igreja diocesana na verdade se aproveita da aproximação com a empresa para estabelecer sua infra-estrutura.

Como a ‘Catedral de Aço’ ainda não estava construída, adotou-se como medida provisória a elevação da Igreja de Nª. Srª das Graças,no Bairro Jardim Paraíba, como Cocatedral da nova diocese.

A futura Cocatedral, de acordo com o projeto original deveria ser uma construída em estrutura de aço, símbolo da presença suntuosa da Igreja e da Companhia Siderúrgica Nacional, e da solidez que as unia :“(...) construção digna, sóbria e moderna, como convém a Cocatedral de Volta Redonda (...) uma Catedral de Aço”.[8]

As cerimônias de instalação da Co-Diocese de Volta Redonda, foram realizadas no dia 09 de abril de 1965, data do 24º aniversário da Companhia Siderúrgica Nacional, por sugestão do próprio bispo Dom Altivo Pacheco Ribeiro, em homenagem à grande colaboradora e “(...) afim de que o ato se incorporasse ao calendário das datas mais queridas da família siderúrgica e marcasse a comunhão espiritual daqueles que forjam em Volta Redonda a grandeza do país”.[8]

A instalação da codiocese ocorreu num clima de grande festividade em Volta Redonda. A diocese encaminhou convites a várias autoridades de expressão eclesiásticas, civis e militares. Destacou-se a presença do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Sebastião Baggio, Dom José Gonçalves, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, Dom Jaime Câmara, Cardeal Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, acompanhado de alguns bispos auxiliares, estando entre eles, a figura discreta de Dom Waldyr Calheiros de Novais, que no ano seguinte assumiria o pastoreio da diocese, como seu 5º Bispo Diocesano.[9]

O clima de entusiasmo era geral, principalmente porque naquele dia, além da sagração da Igreja de Nª. Srª da Graças como Cocatedral Diocesana (provisória) e da extensão da sede episcopal para Volta Redonda, se realizava a cerimônia de lançamento da pedra fundamental daquela que seria a Catedral de Aço.

A extensão da sede episcopal para Volta Redonda, no entanto, gerou reações de insatisfação em Barra do Piraí, antiga sede episcopal (que se sentiu prejudicada), que acabou culminando mais tarde, em 1985, com um processo que reivindicou o desmembramento de Barra do Piraí da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda. O processo liderado pela Câmara de Vereadores de Barra do Piraí e enviado ao Vaticano, propunha a organização de uma nova diocese, ou melhor “(...) restaurar a antiga Diocese de Barra do Piraí, compreendendo os municípios de Barra do Piraí, Mendes, Paulo de Frontin, Piraí e Rio Claro”. Os argumentos dos diocesanos de Barra do Piraí porém, não obtiveram êxito, e a cidade continuou ligada à Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda.[9]

OrganizaçãoEditar

Atualmente, a Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda, é composta por 12 municípios: Barra do Piraí e Volta Redonda formam a , Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Pinheiral, Barra Mansa, Quatis, Rio Claro, Porto Real, Resende, Itatiaia.

A Diocese, passa a ser subdividida em 04 Regiões Pastorais:

- Região Pastoral de Barra do Piraí: Barra do Piraí, Piraí, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin;

- Região Pastoral de Volta Redonda: Volta Redonda e Pinheiral;

- Região Pastoral de Barra Mansa: Barra Mansa, Quatis, Rio Claro, Porto Real;

- Região Pastoral de Resende: Resende e Itatiaia.

Coordenadores das Regiões Pastorais:

Região Pastoral de Barra do Piraí - Pe. Luís Claudio Moreira

Região Pastoral de Volta Redonda - Pe. Matias Ramos Moreira da Costa

Região Pastoral de Barra Mansa - Pe. Alexandre Barbosa da Silva

Região Pastoral de Resende - Pe. Rafael Ferreira

Bispos residentesEditar

- Dom Luiz Henrique Da Silva Brito - Bispo Diocesano

- Dom Francisco Biasin (Bispo Emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda);

- Dom Frei João Maria Messi, OSM (Bispo Emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda).

Paróquias e padresEditar

Região Pastoral de Barra do Piraí:

- Paróquia Única de Barra do Piraí: Pe. Juarez Carvalho Sampaio (Pároco);

. Setor da Catedral de Santana (Barra do Piraí) e Setor Sagrada Família (Distritos de Dorândia, Vargem Alegre e Vila Maia em Barra do Piraí) : Pe. Paulo Sérgio de Almeida (Vigário Paroquial) e Pe. José Vidal (Vigário Paroquial);

. Setor de São Benedito (Barra do Piraí): Pe. Juarez Carvalho Sampaio (Pároco e Coordenador da Pastoral Diocesana) e Pe. Luís Cláudio Moreira (Vigário Paroquial);

. Setor Santa Terezinha (Barra do Piraí): Pe. José Luiz Reis (Vigário Paroquial);

. Setor Santa Terezinha (Santanésia em Piraí): Pe. Joaquim Rojo Hernandez (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santana (Piraí): Pe. Paulo Sérgio Nogueira (Pároco);

- Paróquia Santa Cruz (Mendes): Pe. Alexandre da Silva Melo (Pároco);

- Paróquia São João Batista (Engenheiro Paulo de Frontin): Pe. Marcelo Augusto Monteiro Fachina (Pároco);

- Paróquia Sacra Família (Distritos de Sacra Família e Morro Azul em Paulo de Frontin): Pe. Marcelo Augusto Monteiro Fachina (Pároco);

Região Pastoral de Barra Mansa:

- Paróquia Matriz de São Sebastião (Barra Mansa): Congregação do Verbo Divino (SVD);

- Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Barra Mansa): Congregação do Verbo Divino (SVD);

- Paróquia Santo Antônio (Barra Mansa): Pe. Deivi Santana de Oliveira (Pároco) e Pe. Alexandre Barbosa da Silva (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santa Cruz (Barra Mansa): Pe. José Arimatéia de Souza (Pároco) e Pe. Inácio Lima (Vigário Paroquial);

- Paróquia Nossa Senhora da Piedade (Rio Claro): Pe. Silvio Rafael Juliano (Pároco e Vigário Geral);

- Paróquia Santo Antônio (Distrito de Lídice em Rio Claro): Pe. Giuliani Antonio Fantini (Pároco);

- Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Quatis): Pe. Gildo Nogueira Gomes (Pároco);

- Paróquia Nossa Senhora das Dores (Distrito de Floriano em Barra Mansa e Porto Real): Pe. Ronaldo da Costa Santos (Administrador Paroquial);

Região Pastoral de Resende:

- Paróquia da Matriz de Nossa Senhora da Conceição (Resende): Pe. Carlos Alberto da Silva (Pároco);

- Paróquia São Sebastião (Resende) e Área Pastoral Penedo-Serra de Mauá:: Pe. Francisco Alves da Silva (Pároco) e Pe. Antônio Carlos de Aguiar Moura (Vigário Paroquial);

- Paróquia de Nossa Senhora de Fátima (Resende): Pe. Alcides Alves da Silva (Pároco);

- Paróquia Santa Cecília (Resende): Congregação do Cristo Ressuscitado;

- Paróquia Sagrada Família (Resende): Pe. Maurício Carvalho de Oliveira (Pároco), Pe. Rafael Ferreira (Pároco Insolidum) e Pe. Carlos Alberto Gomes da Silva Júnior (Vigário Paroquial e Reitor do Seminário Maior Dom Oscar Romero), Dom Francisco Biasin (vigário cooperador).

- Paróquia São José (Itatiaia): Congregação do Cristo Ressuscitado;

Região Pastoral de Volta Redonda:

- Área Pastoral de São João Batista (Distrito de Arrozal - Piraí/RJ): Pe. Raju Karingozhakal Joseph (Pe. Jacob) (Pároco);

- Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Volta Redonda): Pe. Flávio Luís Alves (Pároco Sólidum), Pe. Miguel Francisco da Silva (Pároco Insolidum) e Pe. Tiago Signorini de Miranda (Pároco Insolidum e Diretor Geral da Rádio Diocesana);

- Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Pinheiral): Pe. Clésio Vieira (Pároco) e Pe. Antonio Alves de Melo (Vigário cooperador);

- Paróquia Nossa Senhora das Graças (Volta Redonda): Pe. Nilson José dos Santos (Pároco Sólidum), Pe. Jorge Rodrigues da Silva (Pároco Insolidum) e Pe. Arlindo Luiz F. da Silva (Vigário Paroquial);

- Paróquia Santa Cecília (Volta Redonda): Pe. Vanderley de Oliveira (Pároco e Vigário Judicial), Pe. Francisco Xavier Nobuo Sano (Vigário Paroquial) e Dom João Maria Messi (vigário cooperador);

- Paróquia Santo Agostinho (Volta Redonda): Pe. Matias Ramos Moreira da Costa (Pároco);

- Paróquia Santo Antônio (Volta Redonda): Pe. Carlos Henrique Ferreira Rocha (Pároco Sólidum), Pe. Carlos Antônio Xavier (Vigário Paroquial) e Pe. Normando Cayovette (Vigário Paroquial);

- Paróquia São Luiz Gonzaga (Volta Redonda): Pe. Raphael Guimarães Duque (Pároco);

- Paróquia São Paulo Apóstolo (Volta Redonda): Pe. José Antônio Perry (Pároco Sólidum e Chanceler da Cúria Diocesana) e e Pe. Samuel Moreira Camargo (Vigário Paroquial);

- Paróquia São Sebastião (Volta Redonda): Pe. Alércio Carvalho (Pároco), Pe. Alex de Carvalho (Vigário Paroquial) e Pe. Sérgio Brandão Criado (Procurador Diocesano, Vigário Paroquial e Reitor do Seminário Propedêutico Sagrada Família).

Padres Diocesanos fora da Diocese:

- Universidade Gregoriana (Roma): Pe. Leandro Nunes Teixeira (estudos: Mestrado e Doutorado);

- Seminário Diocesano Dom Oscar Romero (Petrópolis): Pe. Carlos Alberto Gomes da Silva Júnior (Reitor do Seminário);

- Fazenda da Esperança (Guaratinguetá SP): Pe. Márcio Luiz Moreira Moraes (missão);

Diáconos PermanentesEditar

- Adalberto Carlos Fontes;

- Antônio Magno de Sousa;

- Carlos Henrique Côrrea Baptista;

- Carlos Roberto da Silva;

- Clementino Araújo Silva;

- José Márcio Gonçalves Lopes;

- José Maria Ferreira;

- José Mauro de Almeida;

- José Roberto Araújo;

- José Wellington Magalhães de Castro;

- Lázaro Corrêa de Mattos;

- Luiz Antônio de Motta Carvalho;

- Márcio Antunes Fernandes;

- Norberto Antoniol;

- Ronaldo de Azevedo Lima;

- Sebastião Teixeira Ramos;

- Sinésio Felicio;

- Valdir Matias Claudins Pedrosa.

BisposEditar

Referências

Ligações externasEditar