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"Controvérsias"Editar

A parte de controvérsias desse artigo está claramente opinativo e não neutro. Uma seção de controvérsias deveria apenas conter um apanhando das controversias em que o biografado está envolvido e não a opinião do editor que escreveu. A redação dessa seção devia ser modificado para preservar a neutralidade do artigo.--SirEdimon (discussão) 06h52min de 14 de julho de 2018 (UTC)

@SirEdimon: Exato. Escrevi sobre isso na seção acima. Da mesma forma que não há uma seção sobre "elogios" também não deve ter sobre "controvérsias", em minha opinião. Infelizmente, quem incluiu essa seção não respeitou o status quo, pois houve contestação. No entanto, como ninguém removeu, possivelmente vai ficar por isso mesmo. Érico (disc.) 07h01min de 14 de julho de 2018 (UTC)
Eu escrevi uma pequena seção sobre os inquéritos que correm contra ele. Eu acho que deveria ser agora uma subseção de controvérsias. Leandro LV (discussão) 20h03min de 14 de julho de 2018 (UTC)
E também escreveu que o texto é "inadequado para nossos propósitos", o que concordo integralmente. No entanto, não removeu por qual motivo? É um absurdo alguém achar que é possível manter uma seção inteira à força apesar das discordâncias expressas nesta página. Érico (disc.) 00h37min de 15 de julho de 2018 (UTC)
Se houver consenso eu posso remover a sessão. Se vocês acharem que é impossível de se consertar. Mas eu não gosto muito de ficar em brigas de edição, por isso não edito muito artigos controversos.--SirEdimon (discussão) 00h52min de 15 de julho de 2018 (UTC)
Eu nem sei por que escreveram uma seção genérica se já existia outra sobre os inquéritos. Isso é material duplicado. Leandro LV (discussão) 02h01min de 15 de julho de 2018 (UTC)

Pelo exposto acima, enquanto a seção "Controvérsias" ali estiver, ela estará acompanhada da tag de parcial. Érico (disc.) 08h12min de 15 de julho de 2018 (UTC)

Removi o último parágrafo da seção de controvérsias porque era excessivamente opinativa. A Wikipedia tem que apenas apresentar o fato frio e pronto.--SirEdimon (discussão) 08h25min de 15 de julho de 2018 (UTC)

Se alguém quiser abrir uma votação, eu já adianto meu voto para remover a seção. Ela não acrescenta nada, até porque já existe uma seção descrevendo os processos contra Temer. A minha impressão quando leio é que fizeram da WP um palanque político. Leandro LV (discussão) 18h31min de 15 de julho de 2018 (UTC)

Sim, claramente o motivo dessa sessão existir é político, tanto é assim que o tom é claramente critico, quando na verdade deveria ser neutro.--SirEdimon (discussão) 18h51min de 15 de julho de 2018 (UTC)
Apoiando a criação de tal votação, de acordo com os motivos mencionados acima.YuriNikolai (discussão) 01h52min de 25 de julho de 2018 (UTC)

@Leandro LV, SirEdimon e YuriNikolai: Votar não é o caminho. Discussões sobre conteúdo devem ser feitas a base do consenso. A partir do momento que não há consenso para a inclusão desta seção, ela deve ser removida para que o status quo seja respeitado. Érico (disc.) 02h06min de 25 de julho de 2018 (UTC)

@Érico: Boa observação. Vou tomar a iniciativa e remover a seção sobre impopularidade, pois isso nunca foi categorizado como controvérsia. Como não tenho certeza sobre o mérito dos outros parágrafos, deixo a cargo de vocês. YuriNikolai (discussão) 02h12min de 25 de julho de 2018 (UTC)

  Comentário: uma das coisas mais "absurdas" é a última linha da seção, na qual diz: "traidor", "golpista" e "ilegítimo". Trecho claramente tendencioso...--Agent010 Yes? 03h10min de 25 de julho de 2018 (UTC)


  Comentário:Por mim, a seção "Controvérsias" nos artigos - em todos - de presidentes deveriam ser removidos, mas por outro lado, deixar a seção "Controvérsias" em apenas aguns artigos seria muito pior. Sobre a controvérsia se um vice presidente luta activamente pela saida do presidente isto o torna "ilegítimo ou traidor", eu não vejo problema, pois ela (a controvérsia) existe. Deveriam os editores, somente descrever que X,Y por motivos 1,2,3 firmam ilegítimo e W, Z por motivos 4,5,6 discordam da ilegítimo. Dr. LooFale comigo 17h27min de 25 de julho de 2018 (UTC)

MIchel Termer Para Michel TemerEditar

A letra "i" do nome michel está em caixa alta, sendo o correto trocar para ficar consistente com as regras da lingua portuguesa.

Em que parte do texto exatamente isso ocorre.--SirEdimon (discussão) 19h32min de 5 de outubro de 2018 (UTC)

Término do mandatoEditar

O término do mandato na prática é no primeiro dia de janeiro. O presidente eleito ainda nem foi empossado. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 14h27min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

É verdade, até a posse, às 15h do dia primeiro de janeiro, de Bolsonaro, Temer continua como presidente do Brasil. Paladinum2 (discussão) 14h43min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Não existe essa questão de mandato até dia primeiro. A predefinição de contagem faz com que seja colocado primeiro de Janeiro para evitar não contar quatro anos. Mas o mandato e6 até 31 de dezembro é só ver o termo de posse. Achismo é uma coisa, fonte é outra. Até fonte fiável em contrário o mandato termina dia 31 de dezembro. Salvo engano já coloquei fonte nesse sentido (de quando da posse dele) FábioJr de Souza msg 17h34min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Bem, se a posse de Bolsonaro é dia um, e o término do mandato de Temer é 31, eles devem ter tomado posse à meia noite, não? —Pórokhov Порох 17h46min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
O presidente eleito não tem poder de praticar nenhum ato nas primeiras horas antes da posse, no primeiro dia de janeiro, pois nenhum poder lhe foi atribuído. Isso ainda fica a cargo do presidente que deixará o mandato. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 17h52min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

O término do mandato é no dia 31 de Dezembro, 1° de Janeiro o presidente eleito já tem o poder. Danielfaixapreta (discussão) 17h18min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

  Comentário   Discordo da a reversão de @Fabiojrsouza: e nem concordo com @Danielfaixapreta:. O presidente eleito só tem poder quando ele toma realmente posse. Quem já viu ter poder antes da posse? Por mais que seja por algumas horas do primeiro de janeiro, Michel Temer é quem comanda a presidência. Até no artigo de Luiz Inácio Lula da Silva está descrito dessa forma. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 17h48min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

  Concordo com o Pedro Jorge, apenas peço que parem de reverter um ao outro. É assim no artigo de Lula, de FHC, de Itamar, este deve ser igual. Isto já foi discutido, não? —Pórokhov Порох 17h54min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

@Pórokhov: Não vou reverter o Pedro, mas ele está errado. A colocação do 1 de Janeiro é porque existe o costume de colocar uma predefinição de contagem que exige que coloque 1 de Janeiro para fechar quatro anos. Mas se você ver o artigo do Lula, salvo engano, lá existe o termo de posse que mostra que o mandato termina em 31 de dezembro. Essa questão de supostamente não haver presidente no início de Janeiro não é correto. O presidente da Câmara assina qualquer ato urgente. Essa possibilidade ai da não ocorreu então as pessoas não avental isso. No Mais se o temer fosse presidente ele poderia assinar o indulto hoje ( a Imprensa noticiou que só podia até 31). No Mais, na prática não é estar de acordo com o Direito, é mais uma questão de opinião FábioJr de Souza msg 18h07min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Se estivesse com acesso ao PC, inserir fonte do senado mostrando que Temer foi empossado para mandato até 31 de dezembro. Se você me dá uma procuração (mandato) até 31 de dezembro como posso assinar algo em seu nome em 1 de Janeiro ?FábioJr de Souza msg 18h10min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
E como você explica a transmissão de cargo então? Uma pessoa jamais iria transmitir o cargo para o outro no primeiro dia de janeiro sem ser presidente.
Tanto a Empresa Brasil de Comunicação quanto a Câmara dos Deputados do Brasil dizem que o mandato do Temer foi até dia 31/12. aqui e aqui.--SirEdimon (discussão) 18h28min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Pra você ver. São as fontes. O livro de posse no artigo do Lula diz que é 31 de dezembro é querem insistir em 1 de Janeiro @Pórokhov: insiste na opinião anterior mesmo com as fontes? Transmissão de faixa é tradição (quem transmitiu para Dilma foi chefe do cerimonial - que não era presidente).FábioJr de Souza msg 18h32min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Está bem, mas daí teremos que mudar os demais artigos.—Pórokhov Порох 18h37min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Vou ver se encontro algo na Constituição, pq ai fica tudo mais claro.--SirEdimon (discussão) 18h41min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
quem transmitiu para Dilma foi chefe do cerimonial - que não era presidente, isso não vale. De uma forma ou de outra, a presidente ainda era Dilma. Pedro Jorge Nunes da Costa (discussão) 18h42min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
Na Constituição diz apenas que inicia em 1 de Janeiro e tem duração de 4 anos. Mas aparentemente, o presidente só tem poderes ate 31/12 mesmo. Inclusive, aparentemente a data de 01/01 foi colocada exatamente para que o antigo presidente não pudesse fazer manobras no novo ano fiscal, evitando assim a possibilidade de que o antigo mandatario "sabote" ou "prejudique" o mandato do novo mandatário. Por essa lógica, o antigo presidente só teria poderes mesmo até o último dia do ano fiscal. Ou seja, 31/12. Vejam a reportagem da Folha.--SirEdimon (discussão) 18h51min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
É mais que claro @SirEdimon:FábioJr de Souza msg 18h59min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

@Érico: As informações presentes na Wikipédia são baseadas em fontes. Um editor apresentou fonte de que o mandato é até 31 de dezembro. Assim, com base em que (fontes) você pode afirmar que ele foi presidente até as primeiras horas de 2019? Apresente fontes, por favor, pois é com base nelas que as informações devem ser inseridas. FábioJr de Souza msg 20h31min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

  Discordo completamente do revisionismo histórico. Na Wikipédia adotamos desde sempre a data de 1 de janeiro como fim e início dos mandatos. Idem ao caso do Temer. Não viram ele entregando a faixa, hoje, ao Bolsonaro? Se não fosse presidente hoje, o que ele estaria fazendo lá? Não compliquem. Érico (disc.) 22h17min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

  Comentário O teor do termo de posse é importante, ao meu ver: "O mandato inicia-se em 1.º de janeiro de 2019 e encerra-se em 31 de dezembro de 2022" (no caso do presidente Bolsonaro). Sendo assim, não me parece haver dúvida que Temer não poderia assumir qualquer responsabilidade a partir da zero hora do dia 1.º. No entanto, a EC 16 não estabelece o momento exato do início do cargo, se após a assinatura do termo de posse, se após a declaração durante a cerimônia de posse, ou após a transferência de faixa. Mas nem por isso, temos que ser mais realistas do que o rei. O art.80 da Constituição Brasileira determina que na vacância dos cargos de presidente e vice é chamado ao exercício da presidência, o presidente da Câmara dos Deputados. É por esse motivo que não há coincidência nas datas das posses presidencial e do congresso. Não há certeza, até onde eu conheço, se entre a zero hora e as 15h do dia 1.º de janeiro, o cargo está vago ou não, mas acho isso é irrelevante para se discutir aqui. O que importa são as datas e a nação não está sem comando nesse período de algumas horas.--PauloMSimoes (discussão) 23h19min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

Aliás, vi muitas pessoas usando leis e a Constituição para definir a data de posse. Acontece que a lei (de jure) nem sempre é seguida à risca (de facto). Por isso, o Brasil não fica sem um presidente da República durante 15 horas. E, antes da posse de Bolsonaro, Michel Temer era o presidente. É o mesmo que ocorre nos EUA, onde a posse ocorre mais ou menos nesse horário e o mandato presidencial começa e termina em 20 de janeiro. Érico (disc.) 01h43min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

Pode até ser, mas EUA não é Brasil. O termo de posse assinado no rito é claro ao mencionar que "o mandato termina em 31 de dezembro". As leis da nossa prolixa Constituição costumam ser seguidas "ao pé da letra" (exceto em alguns casos, por exemplo, quando o Lewandowski "fatiou" a lei do impeachment, no processo da Dilma). Em uma remotíssima possibilidade, se o espaço aéreo do DF for invadido às 6h da manhã do dia da posse presidencial, vai se saber de onde virá a ordem para abater.--PauloMSimoes (discussão) 06h37min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)
Se Temer não era o presidente em exercício, ppr qual motivo ele passou a faixa? Fica aí a pergunta de "difícil" resposta. Não existe país que, de fato, fica sem presidente. E não importa o que a Constituição diz, mas o que na prática ocorre. Érico (disc.) 10h16min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

  Comentário Creio que é claro que o mandato se encerra dia 31 de dezembro, afinal o Presidente do Congresso faz a leitura do termo de posse dizendo que o mandato vai do dia 1° de janeiro até 31 de dezembro. Aliás, o país não fica sem presidente, tendo o presidente da Câmara dos Deputados como presidente em exercício.

A prática de passar a faixa é apenas simbólica. Creio que a Wikipédia deve se basear no "jurisdiques" ao invés de práticas simbólicas. Usuário: JhonatanRyan 11h42min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

Não é verdade. Se o presidente em exercício fosse o presidente da Câmara, ele seria empossado nesta condição. O presidente até as primeiras horas do dia 1 de janeiro é o presidente cessante. Érico (disc.) 15h08min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

  Concordo que a data do término do mandato permaneça sendo 31 de dezembro, e que o mesmo seja feito em todos os outros artigos. É absurdo querer levar rituiais simbólicos tão a sério assim. Holy Goo (d . c) 11h49min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

Vou enviar um e-mail ao Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal. Érico (disc.) 21h01min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

  Comentário As fontes oficiais indicam que o mandato termina do dia 31/12 e que o presidente não tem mais nenhum poder no dia 01/01. A passagem da faixa parece ser apenas simbolíca, como o casamento na igreja, não parece ter nenhum valor juridico. E também não é incomum um país ficar sem chefe do executivo por algumas horas. E o presidente da camara ainda é presidente da camara e ele poderia assumir em caso de emergencia.--SirEdimon (discussão) 21h43min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

  Comentário Segundo a Biblioteca da presidência da república, os mandatos acabam no dia primeiro de janeiro, como no exemplo de FHC e Lula: http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/presidencia/ex-presidentes/fernando-henrique-cardoso/fernando-henrique-cardoso http://www.biblioteca.presidencia.gov.br/presidencia/ex-presidentes/luiz-inacio-lula-da-silva/biografia Paladinum2 (discussão) 23h08min de 2 de janeiro de 2019 (UTC)

ProteçãoEditar

@Mwaldeck: É necessária a proteção indefinida para autorrevisores? Pelo que vejo, recentemente as únicas alterações inadequadas eram colocando Temer como ex-presidente, o que acaba-se de concretizar. —Pórokhov Порох 17h19min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

@Pórokhov: Não é necessário de forma indefinida. Mas isso pode ser mudado daqui alguns dias FábioJr de Souza msg 17h40min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)
@Pórokhov e Fabiojrsouza: Eu apenas "subi" a proteção, porque usuários "autoconfirmados", ontem, se antecipando, fizeram ações digamos "afoitas". Mas, de qualquer forma, não mexi no prazo (já estabelecido anteriormente) e que, diga-se de passagem, concordo. Este continuará sendo foco de vandalismos por muito tempo como é dos demais ex-presidentes. A justificativa para o "infinito" é de "12 de fevereiro de 2017" do @Zoldyick: "Vandalismo excessivo: Página bastante acessada". Como eu escrevi acima,   Concordo com o argumento em manter o artigo protegido em infinito. Abraços Mwaldeck msg 17h50min de 1 de janeiro de 2019 (UTC)

PRESIDENTE DO BRASILEditar

Quando você pesquisa Temer, ou Presidente do Brasil no Google, ainda aparece a foto do Temer. Tem como vocês arrumarem?

PrisãoEditar

Em 21 de março de 2019 é preso em uma operação da Lava Jato, foi acusado de receber propina em uma investigação da usina nuclear de angra 3. Permanece na carceragem da polícia federal no Rio de Janeiro.

AtualizaçãoEditar

Alguém atualiza a seção sobre a Lava Jato, por favor. Ele já é réu pela quarta vez. Precisa atualizar a parte sobre os inquéritos também, são dez e não cinco como informado. --Lord Mota 22h42min de 4 de abril de 2019 (UTC)

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