Economia de mercado

Existe economia de livre mercado, economia de mercado ou sistema de livre iniciativa quando os agentes econômicos agem de forma livre, com mínima intervenção do Estado.[1] É, portanto, um mercado idealizado, onde todas as ações econômicas e individuais respeitam a transferência de dinheiro, bens e serviços voluntariamente. Contudo, o cumprimento de contratos voluntários é verificada pelos indivíduos participantes. A propriedade privada é protegida pela lei e ninguém pode ser forçado a trabalhar para terceiros.

O mercado livre é defendido pelos proponentes do liberalismo econômico.

Diferentemente do que ocorre na economia planificada ou economia de estado, onde a produção econômica é dirigida pelo Estado, na Economia de mercado a maior parte da produção econômica é gerada pela iniciativa privada. A Indústria, o comércio e a prestação de serviços são controlados por cidadãos particulares, ou seja, são empresas do setor privado que detêm a maior parcela dos meios de produção.

O livre mercado é uma das principais características do modelo nórdico.

O Estado tem o papel de regulamentação e fiscalização da economia, além de atender setores prioritários como: energia, segurança, educação e saúde, entre outros.

Pode-se, então, afirmar que nos países denominados de capitalistas domina uma economia de mercado, e no seu oposto temos os países socialistas, onde predomina uma economia primariamente estatal.

Entre estes dois domínios opostos, encontra-se ainda os denominados sistemas econômicos mistos. Sua finalidade centra-se na harmonização em diversos âmbitos do domínio do setor privado (livre iniciativa) e do setor público (empresas estatais).

Ver tambémEditar

ContrasteEditar

ReferênciasEditar

  1. «Economia de mercado». Biblioteca Nacional da Alemanha (em alemão). Consultado em 10 de maio de 2020 
  Este artigo sobre economia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.