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Hidekazu Takayama
Deputado federal pelo Paraná
Período 1º de fevereiro de 2003
até 31 de janeiro de 2019
Deputado estadual do Paraná
Período 1º de fevereiro de 1996
até 31 de dezembro de 2003
Vereador de Curitiba
Período 1º de janeiro de 1989
até 31 de janeiro de 1993
Dados pessoais
Nascimento 20 de abril de 1948 (71 anos)
Rolândia, Paraná
Partido PSC
Profissão pastor
professor

Hidekazu Takayama (Rolândia, 20 de abril de 1948) é um pastor e político brasileiro, filiado ao Partido Social Cristão (PSC) e ex-deputado federal pelo Paraná.

BiografiaEditar

Filho de Antonio Izami Takayama e Maria Schizuka,[1] Takayama é um dos mais notórios membros da Assembleia de Deus.[2]

Atualmente, é deputado federal pelo Paraná na 5ª Legislatura (2015-2019).

Foi membro da Mesa Diretora da Câmara, sendo 4º Suplente, no biênio 2013-2014.

Em 2011, o Supremo Tribunal Federal aceitou uma denúncia contra ele, feita pelo Ministério Público Federal. O parlamentar foi acusado de desviar os salários de 12 pessoas que trabalharam para ele entre os anos de 1999 e 2003, quando ocupou o cargo de deputado estadual no Paraná.[3]

Em abril de 2015, foi internado em um hospital de Curitiba após sofrer um infarto.[4] No mesmo ano, em setembro, o deputado federal declarou que os próprios homossexuais são responsáveis pelos dos crimes de homofobia, em “briguinhas íntimas”.[5]

No dia 6 de outubro de 2015, na chapelaria do Congresso (entrada comum dos prédios da Câmara e do Senado), o deputado foi atendido e hospitalizado após levar um soco do motorista do senador Delcídio do Amaral, caiu no chão, bateu a cabeça e desmaiou com o golpe. Segundo investigação, a agressão foi motivada por uma briga de trânsito, na qual Hidekazu bateu no motorista primeiro, e depois foi atingido pelo golpe que o apagou.[6] Ele foi socorrido e levado para o Serviço Médico da Câmara, onde foi constatado um edema no olho direito, um corte na boca e uma fratura no nariz.

Em 17 de abril de 2016, votou pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[7] Desde a mesma data, Takayama foi escolhido como líder da chamada bancada evangélica, a qual critica e é contra a união homossexual e a favor do Estatuto da Família, que reconhece apenas o casamento heterossexual.[8]

Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[9] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[9][10]

Em 16 de junho de 2017, em entrevista ao portal do HuffPost, Hidekazu afirmou que homens não foram feitos para executar atividades domésticas.[11]

Em agosto de 2017 votou pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer.[12][13]

Após quatro mandatos como deputado federal, não foi reeleito nas eleições gerais de 2018.[14]

Referências

  1. «Perfil no Portal da ALEP». Assembléia Legislativa do Paraná. Consultado em 8 de abril de 2015 
  2. Perfil na Câmara dos Deputados
  3. «STF abre processo contra Takayama por desvio de dinheiro». Gazeta do Povo 
  4. «Deputado federal Hidekazu Takayama está internado em Curitiba». Paraná. 3 de abril de 2015 
  5. «Takayama diz que crimes contra homossexuais ocorrem por causa de "briguinhas íntimas"». Gazeta do Povo 
  6. Braziliense, Correio. «Vídeo mostra que deputado Takayama agrediu motorista antes de levar soco». Correio Braziliense 
  7. «Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra». EBC. 17 de abril de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016 
  8. «Adão e 'Evo' não pode, diz novo presidente da bancada evangélica». Folha de S.Paulo 
  9. a b G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  10. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  11. «'Homem não foi feito para atividades de casa', diz presidente da bancada evangélica». HuffPost Brasil. Consultado em 24 de junho de 2017 
  12. «Doze deputados do RS votam a favor de Temer e 18 contra». Correio do Povo. 2 de agosto de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017 
  13. «Temer tem a pior aprovação desde o fim da ditadura, diz Ibope». Carta Capital. 27 de julho de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017 
  14. «Saiba quais são os 157 deputados que não conseguiram se reeleger». Congresso em Foco. 8 de outubro de 2018. Consultado em 13 de março de 2018 
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