Janet Jackson

Cantora americana
Disambig grey.svg Nota: Para o álbum lançado em 1982, veja Janet Jackson (álbum).

Janet Damita Jo Jackson (Gary, 16 de maio de 1966) é uma cantora estadunidense. Ela é irmã do cantor Michael Jackson. Em 1982, deu início a sua carreira de cantora. Janet Jackson tem sete álbuns número um em vendas, tendo vendido mais de 60 milhões de álbuns e 70 milhões de singles. Janet está presente na lista de recordistas de vendas de discos e em várias listas de melhores álbuns de todos os tempos.[3] Ganhadora de cinco prêmios Grammy, ela foi a primeira e única mulher negra a ganhar o prêmio de produtora do ano, além de ganha-lo em 6 categorias diferentes.[4][5][6][7][8] Jackson já atuou em outras áreas como, escritora, estilista e empresária; tendo sua primeira linha de roupas lançada em 2001.[9][10]

Janet Jackson
Janet Jackson durante a sua tourné State of the World Tour a 14 de Outubro de 2015
Nome completo Janet Damita Jo Jackson
Conhecido(a) por Dunk
JJ
Princesa do Pop
Princess Jackson
Miss Jackson
Rainha do R&B[1][2]
Nascimento 16 de maio de 1966 (55 anos)
Gary, Indiana
Nacionalidade norte-americana
Progenitores Mãe: Katherine Jackson
Pai: Joseph Walter Jackson
Parentesco Família Jackson
Cônjuge James DeBarge (c. 1984–85)
René Elizondo Jr. (c. 1991–2000)
Wissam Al Mana (c. 2012–17)
Filho(a)(s) 1
Ocupação
Carreira musical
Período musical 1973–presente
Gênero(s)
Instrumento(s)
  • Vocal
  • teclado
Gravadora(s)
Página oficial
JanetJackson.com

Seu álbum Rhythm Nation está na lista dos 50 melhores álbuns da história, segundo a Rolling Stone.

Em 1993, lançou seu álbum Janet, que se tornou um dos mais vendidos da história. Desde então, a fim de separar sua imagem à de sua família, após ter sua própria identidade artística definida, Jackson assina como "Janet". Cinco álbuns consecutivos de Janet foram listados como os mais vendidos da história dos Estados Unidos.[11][12] Em 1999, Janet recebeu o prêmio Legend, no World Music Awards, por mais de 100 milhões de álbuns vendidos no mundo. No mesmo ano, ela foi eleita a segunda maior artista musical da década de 1990, apenas atrás de Mariah Carey.[13][14][15][16] Em 2004, Janet protagonizou o maior escândalo televisivo da história estadunidense, o escândalo do Super Bowl, com o cantor Justin Timberlake, o que atrapalhou o desempenho de seus álbuns posteriores, já que toda a "culpa" foi colocada em suas costas pela mídia norte-americana.[17] Em 2006, foi anunciado que Janet Jackson foi o item "Mais Buscado na Internet" e o "Mais Buscado em Notícias" de acordo com o Livro Guinness de Recordes Mundiais.[18]

Sua longevidade nas paradas e coreografias em apresentações renderam-lha os títulos de sétima maior artista de todos os tempos e melhor dançarina feminina de todos os tempos.[19][20] Aaliyah, Britney Spears, Ciara, Missy Elliott, Justin Bieber, Rihanna, Mýa, Jennifer Lopez, Mary J. Blige são alguns nomes que definem Janet como inspiração, seja pelo estilo musical, seja pela dança.[21][22][23][24] Com mais de 65 milhões de gravações vendidos nos Estados Unidos, sendo mais de 26 milhões de álbuns e ocupando a 11ª posição entre as artistas femininas solo recordistas de vendas de discos da história do país.[25] Em 2009, Janet recebeu o título americano no Hall da Fama do Rock and Roll.[26] No mesmo ano, Jackson foi eleita a 30ª artista da década de 2000, com mais de 19,874 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos na década.[5][27][28][29]

Janet Jackson foi eleita a quinta maior artista de R&B de todos os tempos, e por esse motivo é chamada de "The R&B Queen" ("a Rainha do R&B"). Seu single "Nothing" foi pré-nomeado ao Oscar de 2011.[5][30] Após protagonizar dois filmes, Janet prepara-se para lançar seu primeiro livro, "True You" e fazer sua maior turnê global até hoje, que irá comemorar seus 35 singles números-um no mundo inteiro, em 2011.[31][32][33] Em 2013, a Forbes anunciou que fortuna de Janet alcançou a marca de US$ 1,2 bilhão de dólares, fazendo dela a única cantora e atriz negra bilionária da história do entretenimento.[34]

BiografiaEditar

1966-1985: Início da vida e carreiraEditar

 
Jackson (embaixo, à esquerda) em uma fotografia de 1977 durante as gravações de The Jacksons

Janet Damita Jo Jackson nasceu em 16 de maio de 1966, em Gary, Indiana, a mais nova de dez filhos, filha de Katherine Esther (nascida Scruse) e Joseph Walter Jackson.[35] Os Jackson eram de classe média baixa e devotas Testemunhas de Jeová, embora Jackson mais tarde se abstivesse de qualquer religião organizada.[36] Desde jovens, seus irmãos começaram a se apresentar como Jackson 5 na área de Chicago-Gary.

Em março de 1969, o grupo assinou um contrato de gravação com a Motown Records, e logo teve seu primeiro sucesso no topo das tabelas musicais. A família então se mudou para o bairro de Encino, em Los Angeles.[35] Jackson inicialmente desejou se tornar uma jóquei de corridas de cavalos ou advogada na área do entretenimento, com planos de se sustentar atuando. Apesar disso, ela foi dirigida para uma carreira no entretenimento e considerou a ideia depois de se gravar no estúdio.[35]

Aos sete anos, Jackson se apresentou no MGM Casino em Las Vegas Strip.[35] Uma biografia revelou que seu pai, Joseph Jackson, era emocionalmente retraído e disse a ela para se referir a ele apenas por seu primeiro nome quando criança.[35] Ela começou a atuar no programa de variedades The Jacksons em 1976.[35]

Em 1977, ela foi selecionada para ter um papel principal como Penny Gordon Woods na sitcom Good Times.[35] Mais tarde, ela estrelou em A New Kind of Family e mais tarde conseguiu um papel recorrente em Diff'rent Strokes, interpretando Charlene Duprey das temporadas três a seis.[35] Jackson também desempenhou o papel de Cleo Hewitt durante a quarta temporada de Fame, mas expressou indiferença em relação à série, em grande parte devido ao estresse emocional de seu casamento secreto com o cantor de R&B James DeBarge. Jackson mais tarde falou sobre seu tempo no programa em uma entrevista com Anderson Cooper, revelando que o elenco ocasionalmente pregava peças nela, mas ela falou com carinho sobre eles.[37][38][39]

Quando Jackson tinha dezesseis anos, seu pai e empresário Joseph Jackson arranjou um contrato para ela com a A&M Records.[35] Seu álbum de estreia, Janet Jackson, foi lançado em 1982. Foi produzido por Angela Winbush, René Moore, Bobby Watson de Rufus e Leon Sylvers III, e supervisionado por seu pai Joseph.[35] Ele alcançou a posição de número 63 na Billboard 200 e o sexto lugar na parada Top Black Albums, recebendo pouca promoção.[40][41][42] O álbum apareceu no décimo lugar da tabela anual Top Black Albums de 1983, enquanto a própria Jackson era a vocalista feminina de mais alta classificação na tabela Black Album Artists.[43]

O segundo álbum de Jackson, Dream Street, foi lançado dois anos depois.[35] Dream Street alcançou a posição de número 147 na Billboard 200, e número 19 na parada Top Black Albums.[41][42] O single principal "Don't Stand Another Chance" alcançou a nona posição na parada Black Singles Chart.[44] Ambos os álbuns consistiam principalmente de música bubblegum pop.[45]

1986-1988: O sucesso de ControlEditar

Depois do lançamento de Dream Street, Jackson decidiu separar seus negócios de sua família.[46] Mais tarde, ela comentou:

Eu só queria sair de casa, sair debaixo do meu pai, era uma das coisas mais difíceis que eu tinha que fazer, dizendo que eu não queria trabalhar com ele.[11]

O executivo da A&M Records, John McClain, havia contratado Jimmy Jam e Terry Lewis para trabalhar no novo álbum de Janet. Dentro de seis semanas, Jackson, Jam e Lewis começaram seu terceiro álbum de estúdio, Control. Jackson lembrou que durante a gravação do álbum, foi ameaçada por um grupo de homens, fora de seu hotel em Minneapolis.[47]

Ao invés de fugir, fui defender Jimmy e Terry. É assim que músicas como "Nasty" e "What Have You Done for Me Lately" nasceram, de um senso de autodefesa.
— Janet Jackson, sobre o tal fato.[47]

Lançado em 13 de janeiro de 1986, o primeiro single de seu terceiro álbum,"What Have You Done for Me Lately", atingiu o número quatro na Hot 100 da Billboard. Lançado em 4 de fevereiro de 1986, Control debutou em #84 na Billboard 200. Quatro meses depois, o álbum liderou a Billboard 200 e a R&B/Hip-Hop Albums por duas semanas, vendendo mais de 250.000 cópias em cada, na época, um recorde de vendas para uma artista feminina.[48][49]

Além de um sucesso comercial, Control foi um sucesso de crítica. Segundo o The New York Times, Janet ultrapassou artistas como Diana Ross, Donna Summer e Whitney Houston. O álbum foi nomeado a 12 American Music Awards, um recorde até hoje. Control foi certificado 5x Platina pela RIAA, até o álbum hoje vendeu mais 6,883 milhões de cópias nos Estados Unidos e 14 milhões no mundo inteiro.[50][51][52][12][53][54][55]

Devido ao sucesso de Control, em janeiro de 1987 foi lançado Control: The Remixes. O álbum de remixes alcançou boas posições na Europa e no Japão, onde foi lançado. O álbum vendeu mais de 2 milhões de cópias no mundo, recebendo o certificado de Platina no Reino Unido.[54][56]

Sem motivo aparente, Janet não faz uma turnê mundial para promover o álbum, apenas o promove em programas de televisão. A promoção do álbum é finalizada em fevereiro de 1988.[54]

1989-1991: Rhythm Nation e contratos multi-milionáriosEditar

Em janeiro de 1989, Janet renova seu contrato com a A&M Records, por 32 milhões de dólares, e um salário de mais de 500.000 dólares por mês.[11]

Em 22 de agosto de 1989 foi lançando "Miss You Much", o primeiro single de seu quarto álbum de estúdio, "Janet Jackson's Rhythm Nation 1814".[54][55]

"Rhythm Nation" foi lançado em 19 de setembro de 1989, debutando em #28 na Billboard 200 e em #87 na Billboard R&B/Hip-Hop Albums, vendendo 104.000 cópias. Na semana seguinte, o álbum atingiu o número #1 na Billboard 200, onde liderou por 4 semanas; o álbum também liderou a Billboard R&B/Hip-Hop Albums, por 2 semanas. "Rhythm Nation" foi o segundo álbum mais vendido de 1989; e o mais vendido de 1990, mesmo sem atingir a primeira posição nesse ano, fato único até hoje. O sucesso nas vendas equiparou Janet ao seu irmão, Michael Jackson. O álbum vendeu 14 milhões de cópias mundialmente, sendo 10,1 milhões nos Estados Unidos; recebendo certificações de multi-platina pelo mundo. "Rhythm Nation" ficou por 130 semanas na Billboard 200, um recorde para a época.[7][11][54][51][55][55][57]

"Rhythm Nation" também foi um sucesso de crítica, recebendo notas mínimas de 90% de aprovação. Todos os seus oito singles foram #1 no mundo, em 4 anos consecutivos (1989,1990,1991 e 1992), fato até hoje único.[7][10][54][58]

Em 1990, Janet inicia sua primeira turnê mundial, a "Rhythm Nation World Tour", que acaba em 1991. A turnê arrecadou mais de 30 milhões de dólares e foi assistida por 3 milhões de pessoas, sendo a terceira mais bem sucedida de 1990/1991.[59]

Em maio de 1991, Janet assinou o maior contrato fonográfico na época. Janet renunciou seu contrato com a A&M Records, por uma proposta de 50 milhões de dólares, para lançar 2 álbuns, com a Virgin Records. Segundo a Forbes, Jackson foi a cantora mais bem sucedida de 1991, com 85 milhões de dólares ganhos naquele ano.[11][54][60]

1992-1996: Janet, Design of A Decade e depressãoEditar

Em agosto de 1992 Janet foi contratada para estrelar o filme Poetic Justice, com o rapper Tupac. As gravações começaram em 22 de setembro, e terminaram na última semana de novembro, do mesmo ano.[11][54]

Durante e após as gravações do filme, Jackson começou a gravar seu primeiro álbum pela Virgin Records, Janet. O álbum foi gravado entre setembro de 1992 e fevereiro de 1993. O primeiro single, 'That's the Way Love Goes", foi o primeiro single, na época, a debutar em #3 na Hot 100 da Billboard.[11][54]

Para promover o álbum, Janet foi capa da revista Rolling Stone. Na capa, Jackson aparece semi-nua, e seus seios são segurados por uma mão, a de seu ex-marido René Elizondo, Jr..[11]

Janet, foi lançado em 18 de maio de 1993, vendendo 100.000 cópias no primeiro dia. Na primeira semana, o álbum vendeu 350.000 cópias, e Janet bateu seu próprio recorde, de 225.000 cópias vendidas na segunda semana em que "Rhythm Nation" liderou a Billboard 200; além disso, a primeira certificação do álbum pela RIAA, foi de 6x Platina, um recorde dividido com Whitney Houston, em sua trilha sonora do filme The Bodyguard. "janet." foi o teceiro álbum consecutivo de Janet a liderar a Billboard 200 e seu primeiro a debutar nessa posição. O álbum permaneceu em #1 na Billboard 200 por 6 semanas e em #1 na Billboard R&B/Hip-Hop Albums por 17 semanas. Ao todo, vendeu 10,8 milhões de cópias nos Estados Unidos e 20 milhões de cópias mundialmente. "janet." ficou 150 semanas na Billboard 200 e Janet quebrou seu próprio recorde.[7][11][12][54][51][55][57][61][62]

Todos os singles de Janet tratavam sobre relacionamentos amorosos e parte deles eram de natureza sensual, o que fez muitos a considerarem imitação de Madonna, mas posteriormente disse em entrevista que "trata-se de Dance Music, apenas". O primeiro single, "That's the Way Love Goes", ficou por 10 semanas em #1 na Hot 100 da Billboard e liderou as paradas mundiais por 12 semanas. Cinco, dos dez singles lançados pelo álbum lideraram as paradas mundiais.[7][10][54][63]

Em julho de 1993, Poetic Justice estreou em primeiro lugar nos cinemas dos Estados Unidos, com doze milhões de dólares arrecadados no primeiro final de semana.[64]

Em novembro 1993, Janet iniciou sua maior turnê em termos de duração (até 2010), para promover o álbum.[53]

Durante o caso de pedofilia do seu irmão Michael, Janet cancelou alguns concertos de sua turnê para apoia-lo. Janet brigou com sua irmã LaToya, devido ao lançamento do livro "La Toya: Growing Up in the Jackson Family", que acusava Joe e Michael de abuso sexual infantil.[60][65]

 
Michael, irmão de Janet, com quem ela colaborou em "Scream"

Em 1995, Janet colaborou no single "Scream" de seu irmão Michael, uma resposta às acusações de pedofilia. O vídeo do single, foi o mais caro da história, com mais de 7 milhões de dólares gastos em dias de gravações.[66]

Após o final da "Janet World Tour", em outubro de 1995, Jackson anunciou o lançamento de sua primeira compilação. A compilação foi em comemoração foi dos dez anos de sucesso de Janet, sendo que seus últimos 3 álbuns haviam vendido mais de 14 milhões de cópias, cada.[61][67]

"Design of a Decade 1986/1996" debutou em #4 na Billboard 200 e na R&B/Hip-Hop Albums, com 202.000 cópias vendidas na primeira semana. E atingiu a terceira posição em ambas as paradas na segunda semana de vendas, vendendo em um mês, quatro milhões de cópias no mundo. A compilação foi certificada 2x Platina nos Estados Unidos, por 3,9 milhões de cópias vendidas, e 3x Platina na Europa. Até hoje o álbum vendeu 10 milhões de cópias mundialmente.[5][51][68][69][70]

Dois singles foram lançados pela compilação.[7][10][54]

Em janeiro de 1996 Janet assinou o maior contrato fonográfico da história para um único álbum. Ela renovou com a Virgin Records, por 80 milhões de dólares. Era planejado um novo álbum para o mesmo ano.[10][71][72]

Devido a uma depressão, Janet se manteve longe da mídia em 1996.[10]

1997-1999: The Velvet RopeEditar

Em agosto de 1997, foi lançado "Got 'til It's Gone", o primeiro single do novo álbum de Jackson, "The Velvet Rope".[54]

O álbum foi lançado em 6 de outubro de 1997, debutando em primeiro lugar nas principais paradas mundiais; mas nos Estados Unidos, mesmo debutando na liderança, a vendas na primeira semana foram inferiores de "janet.", cerca de 220.000 cópias.[73][74]

Para crítica, o álbum foi o melhor da carreira de Janet, sendo o mais maduro e o melhor trabalhado no R&B. A Slant Magazine notou a profundidade do álbum, enquanto a Rolling Stone o nomeou na Lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos. A inspiração do álbum era a depressão e a violência na infância sofrida por Jackson.[75][76]

Ao final de 1997, dois meses após seu lançamento, o álbum havia vendido mais de quatro milhões de cópias mundialmente, recebendo certificações de platina em diferentes países. Mesmo assim, o álbum foi considerado um fracasso em 1997, sendo o 115º álbum mais vendido no ano. Para promover o álbum nesse ano, Jackson apostou no seu status de Pop Star, recebendo títulos e prêmios pelo mundo. Janet recebeu estátuas nos museus Madame Tussauds.[77][78]

Em 1998, com o sucesso do single "Together Again", o álbum voltou para o Top 10 das principais paradas mundiais. Até hoje, o álbum vendeu 3,649 milhões de cópias nos Estados Unidos e 10 milhões de cópias mundialmente.[5][7][54][51][61][70]

No mesmo ano, Janet iniciou a "The Velvet Rope World Tour", para promover o álbum. O concerto no Madison Square Garden foi transmitido pela HBO para mais de 15 milhões de estadunidenses. Esse especial foi nomeado para quatro Emmy Awards e ganhou um.[79][80]

Em 1999 Janet recebeu junto a Cher o Legend Award, nos World Music Awards, por mais de 100 milhões de álbuns vendidos.[13]

2000-2003: Nutty Professor II: The Klumps e All For YouEditar

Em janeiro de 2000, Janet foi contratada para protagonizar o filme Nutty Professor II: The Klumps, por 16 milhões de dólares.[55] O filme estreou em primeiro lugar nos cinemas do mundo todo, com cinquenta milhões de dólares arrecadados no primeiro final de semana, somente nos Estados Unidos. Ao todo o filme arrecadou 200 milhões de dólares nos Estados Unidos e 350 milhões no mundo todo. Janet contribuiu para a trilha sonora do filme com o single "Doesn't Really Matter", que foi o primeiro e único single de Janet a debutar em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard, na primeira semana de vendas. O single também serviu o próximo álbum de Jackson, "All For You".[7][64]

Em outubro de 2000, René Elizondo, Jr. abriu um processo de divóricio de Janet. O fato foi uma polêmica, já que Janet escondia o casamento da mídia e de seu pai, Joe Jackson. Os dois se separaram um mês depois. Elizondo criou mais polêmica ao abrir um processo de 190 milhões de dólares contra Janet. René pedia os milhões de dólares, cerca de 28% da fortuna de Janet na época, pois havia trabalhado nos álbuns anteriores de Jackson. Ela foi determinada a pagar 25 milhões de dólares a ele.[55][81][82][83]

Em janeiro de 2001, Janet lançou o single "All for You". Somente com o lançamento nas rádios, o single debutou em 14 no Hot 100 da Billboard, batendo um recorde mantido até hoje. "All for You" alcançou o número um no Hot 100 da Billboard, onde ficou por 8 semanas, sendo assim a maior permanência de um single no topo da parada em 2001. Em relação a todas as paradas, "All For You" foi o terceiro single mais bem sucedido de 2001.[7][54][84][85]

O álbum vendeu mais de 500 mil cópias no primeiro dia de lançamento nos Estados Unidos, sendo o maior número da carreira de Janet e o seu quinto álbum consecutivo a liderar a Billboard 200. No mundo, All For You dominou as principais paradas, como a do Japão e a do Reino Unido. A certificação inicial do álbum pela RIAA foi de 2x Platina, sendo assim o décimo-primeiro álbum mais vendido de 2001, com 3,4 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e 9 milhões de cópias vendidas no mundo todo.[10][51][70][86][87][88][89][90][91][92]

Em julho de 2001, Jackson iniciou a All For You World Tour. Devido aos Ataques de 11 de setembro de 2001, a maior parte da turnê foi cancelada. Em fevereiro de 2002, Janet gravou um DVD no último concerto da turnê, em Honolulu; Janet afirmava que era sua última turnê, pois estava "exausta". A turnê arrecadou 100 milhões de dólares mundialmente, sendo assistida por 2 milhões de pessoas em 72 concertos.[93][94][95] O DVD Janet Jackson - Live in Hawaii foi à venda em junho de 2002. O concerto foi transmitido pela HBO, sendo assistido por 15 milhões de estadunidenses, o mesmo número do especial da The Velvet Rope World Tour. O Especial concorreu a um Emmy e ganhou um. No Brasil o especial foi transmitido exclusivamente em um canal da DirecTV.[96][97][98]

2004-2005: O escândalo do Super Bowl, Damita Jo e aparições em programas de TVEditar

Em 1 de fevereiro de 2004, ao se apresentar no intervalo do Super Bowl com o cantor Justin Timberlake, Jackson protagonizou o escândalo do Super Bowl, após Timberlake deixar um de seus seios à mostra para mais de 150 milhões de estadunidenses. O fato tomou grandes proporções, Jackson e Timberlake se desculparam ao vivo na televisão americana; mas meses depois, Janet se dizia arrependida de pedir desculpas, por um ato em que não teve culpa.[17]

Eu peço desculpas se ofendi alguém. Esta realmente não foi a minha intenção. MTV, CBS e NFL não tinham conhecimento da performance final.
— Janet Jackson, sobre o tal fato.[99]

Janet admitiu que mostraria suas roupas íntimas no final da apresentação, mas que o estilista errou nas medidas e seus seios ficaram a mostra. Em 2009, a CBS, que transmitia a partida, foi determinada a pagar uma multa de US$ 550 mil. Além disso, ainda em 2004, Janet processou o estilista Alexander McQueen, que desenho a roupa; ele foi determinado a pagar US$ 100 mil a Jackson, por danos morais. Em 2008, Jackson se reencontrou com McQueen e afirmou que tudo estava bem entre os dois; ele foi responsável pela linha de lingerie lançada por Janet, no mesmo ano.[17][99]

Tal escândalo tomou proporções jamais vividas por nenhum outro artista devido a uma apresentação. Foram cerca de 540.000 ligações feitas de telespectadores norte-americanos à organização do evento para reclamar do caso, considerando a performance obscena e desnecessária. Durante todo o ano de 2004 a mídia tratou o caso com extrema relevância, o que fez com que contratos de participações de seriados e de sua nova turnê fossem cancelados. O caso foi tão noticiado que muitos consideraram a hipótese de George W. Bush, presidente dos Estados Unidos na época, o qual tentava a reeleição, tivesse manipulado a mídia para dar ênfase à "Wardrobe Malfunction" para a invasão no Afeganistão não ficar em muita evidência no país. Defensores da raça negra alegaram que Janet estava sendo vítima de preconceito, já que todo o peso do fim da apresentação foi colocado às costas de Janet e Justin saiu ileso do êscandalo.

O single do novo álbum de Jackson foi lançado um dia depois ao incidente. Devido ao escândalo, o single e seu videoclipe foram boicotados pelas principais rádios redes de televisão, o que também aconteceria com singles posteriores. Lançado no final de março do mesmo ano, Damita Jo debutou em segundo lugar na Billboard 200 e na Billboard R&B/Hip-Hop Albums, com 384.297 cópias vendidas na primeira semana, contra 486.000 de Confessions de Usher.[7][100] Com uma imagem necessitando ser reparada, Janet fez muitas aparições em programas de TV naquele ano. Evitava falar sobre o incidente, mas em todo lugar que ia, era o assunto mais falado. Entrevistas em programas como Ellen Degeneres Show e Late Night with David Letterman (no dia anterior à estreia de seu álbum) foram as mais comentadas. A série Will & Grace contou com sua participação em um episódio, assim como o Saturday Night Live. Mesmo com todo o escândalo que protagonizou, até o final de 2004, o álbum havia vendido 1,2 milhão de cópias nos EUA e 3 milhões no mundo todo, sendo certificado platina pela RIAA dois meses depois do lançamento.[12][101]

2006-2007: 20 Y.O. e Why Did I Get Married?Editar

Para promover seu nono álbum de estúdio, 20 Y.O., Janet apareceu na capa da revista Us Weekly em junho de 2006, a qual se tornou uma das edições mais vendidas nos Estados Unidos. Janet, então, lançou 20 Y.O. em setembro de 2006, que estreou em 2º lugar na Billboard 200. Janine Coveney da Billboard informou que o título do álbum, "20 anos", representa "uma celebração da libertação alegre e faz história estilo musical de seu primeiro álbum de sucesso de 1986, Control".

O primeiro single do álbum foi "Call on Me", com a participação do rapper Nelly. A canção alcançou o Top 20 na Inglaterra e chegou ao número 25 na Billboard Hot 100. 20 Y.O. foi disco de platina e vendeu 679.000 cópias nos EUA e 1,2 milhões mundialmente. A revista Billboard informou que Jermaine Dupri, quem co-produziu 20 Y.O., deixou sua posição como produtor musical da Virgin após o "desempenho decepcionante" do álbum de Janet Jackson.

Ainda naquele ano, ela estrelou ao lado de Tyler Perry o filme Why Did I Get Married?. Sucesso nas críticas, estreou em primeiro lugar nos cinemas americanos, arrecadando U$ 21,4 milhões em sua primeira semana.

2015–2019: UnbreakableEditar

Em 16 de maio de 2015, Jackson anunciou planos de lançar um novo álbum e embarcar em uma turnê mundial. Ela vai lançar seu novo álbum no outono de 2015 sob sua própria gravadora, Rhythm Nation Records, distribuído pela BMG Rights Management. O lançamento de Rhythm Nation marca Jackson como um dos poucos músicos do sexo feminino afro-americanos a estabelecer uma gravadora. Em 15 de junho de 2015, Jackson anunciou o primeiro conjunto de datas para a parte norte-americana do seu Unbreakable World Tour. Em 22 de junho, o primeiro single "No Sleeep" foi lançado do próximo álbum. BET apresentou Jackson com seu Ultimate Icon: Music Dance Visual award no BET Awards 2015, que também contou com uma homenagem a ela realizada por Ciara, Jason Derulo e Tinashe. Foi anunciado que ela iria lançar uma linha de jóias de luxo chamado de "Janet Jackson Unbreakable Diamonds collection", uma junção entre ela e Paul Raps Nova York. Em 19 de setembro, ela irá se apresentar no festival de música iHeartRadio no MGM Grand Garden Arena.

Em 3 de janeiro de 2017 nasceu o primeiro filho da cantora, Eissa Al Mana. Janet Jackson foi casada de 2012 a 2017 com o seu quinto marido o magnata Wissam Al Mama.[102][103]

DiscografiaEditar

Álbuns de estúdioEditar

TurnêsEditar

 
Janet durante a Rock Witchu Tour em 2008.
Nome Álbum(ns) associado(s) Data de Inicio Data de fim Etapas Número de

apresentações

Rhythm Nation World Tour Janet Jackson's Rhythm Nation 1814 1 de março de 1990 11 de fevereiro de 1991 5 122
janet. World Tour Janet 24 de novembro de 1993 26 de abril de 1995 7 123
The Velvet Rope World Tour The Velvet Rope 16 de abril de 1998 30 de janeiro de 1999 6 123
All for You World Tour All for You 7 de junho de 2001 16 de fevereiro de 2002 3 72
Rock Witchu Tour Discipline 10 de setembro de 2008 1 de novembro de 2008 1 16
Number Ones: Up Close and Personal Number Ones 4 de fevereiro de 2011 5 de dezembro de 2011 8 81
Unbreakable World Tour Unbreakable 31 de agosto de 2015 26 de março de 2016 2 37
State of the World Tour 7 de setembro de 2017 17 de dezembro de 2017 1 56

RecordesEditar

  • Jackson é uma das cantoras que mais vendeu gravações no Estados Unidos de acordo com a RIAA, sendo colocada em primeiro lugar em algumas publicações.[5][26][104]
  • Álbum feminino com mais tempo na Billboard 200 - janet.(1995-1997)[5][105]
  • Álbum feminino com mais tempo na Billboard 200 - The Velvet Rope(2000-2001)[5][105]
  • 3ª Cantora com mais arrecadamentos em turnês - US$ 571,000,000 (2008)[106]
  • 10 singles #1 na Hot 100 da Billboard - (2001)[7]
  • 35 singles #1 mundialmente - (2009)[31]
  • Listada pela Forbes em 46 listas, tendo acumulado uma fortuna de US$ 750 milhões, sendo 150 milhões na década passada.(2010)[107] Em 2013, a Forbes anunciou que Janet Jackson é a cantora negra mais rica de todos os tempos, sendo a única bilionária do mundo, tendo alcançado uma fortuna avaliada em US$ 1,2 bilhão.[108]
  • Mais de 40 milhões de singles vendidos nos Estados Unidos.[29][109]

FilmografiaEditar

CinemaEditar

Ano Filme Personagem Posição nas bilheterias Arrecadação nos Estados Unidos Arrecadação em todo o mundo Notas
1986 "Eddie Murphy Raw" ("Eddie Murphy - Sem Censura") Ela mesma (participação especial) 1 US$21,458,229[64]
1987 "Tough Guys" ("Os últimos durões") Ela mesma (participação especial) 1 US$50,504,655[64]
1990 "Ghost Dad" Ela mesma (participação especial) 1 US$24,707,633[64] US$25,421,633
1990 "Malcolm X" Ela mesma (participação especial) 1 US$48,169,910[64]
1993 "Poetic Justice" ("Sem Medo no Coração") Justice 1 US$27,515,786[64]
2000 "Nutty Professor II: The Klumps" ("Professor Aloprado 2") Denise 1 US$200,000,000[64] US$350,000,000[64]
2007 "Why Did I Get Married?" ("Por Que Eu Me Casei?") Patricia 1 US$55,204,525[64] US$55,862,886[64]
2010 "Why Did I Get Married Too?" ("Por Que Eu Me Casei Também?") Patricia 2 US$60,095,852[64] US$60,655,184[64]
2010 "For Colored Girls" ("Para Garotas de Cor") Jo 3 US$40,000,000[64]

TelevisãoEditar

PrêmiosEditar

 Ver artigo principal: Prêmios de Janet Jackson

Ver tambémEditar

Notas e referências

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Ligações externasEditar

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