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Partido Justicialista
Partido Justicialista
Presidente José Luis Gioja
Fundação 1946
Sede Buenos Aires, Argentina
Ideologia Peronismo [1][2][3]
Facções:
Sincretismo[4][5]
Kirchnerismo[6][7]
Conservadorismo[8][9]
Espectro político Terceira via
Centro-esquerda[10][11][12]
Membros  (2012) 3.626.728[13]
Afiliação nacional Unidade Cidadã
Afiliação internacional Internacional Democrata Centrista
Câmara de Deputados
34 / 257
Senado
24 / 72
Governos regionais
14 / 24
Cores Azul claro e Branco
Página oficial
www.pj.org.ar
Juan Domingo Perón
Eva e Juan Perón

O Partido Justicialista (PJ), também conhecido como Partido Peronista, é o maior partido político argentino. Foi fundado pelo general Juan Domingo Perón, cujo sobrenome baptizou este movimento político: o Peronismo.[14]

Apesar de ser tachado de autoritário pelos seus opositores, o PJ só chegou ao poder na Argentina através da via eleitoral e democrática: Juan Domingo Perón em 1946, 1952 e em outubro de 1973, Héctor Cámpora em maio de 1973, Carlos Menem em 1989 e em 1995, Néstor Kirchner em 2003 e Cristina Kirchner em 2007 e em 2011, foram eleitos diretamente pelo povo. Adolfo Rodríguez Saá foi eleito pelo congresso argentino após a renúncia do presidente Fernando de la Rúa (filiado à União Cívica Radical, o maior rival do Partido Justicialista) em dezembro de 2001. Eduardo Duhalde também foi eleito desta mesma forma após a renúncia do próprio Rodríguez Saá, ocorrida em janeiro de 2002.

Isabel Perón chegou à presidência da Argentina após a morte de seu esposo Juan Domingo Perón, ocorrida a 1º de julho de 1974. Isabelita era então a vice-presidente da Argentina.

Também no bojo da crise política, social, moral e económica de 2001/2002, o cargo de Presidente da Argentina foi desempenhado, em carácter provisório, pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Camaño e pelo presidente da Câmara de Senadores, Ramón Puerta, ambos peronistas.

Candidatos presidenciais do PJEditar

Presidências do PJEditar

Resultados eleitoraisEditar

Eleições presidenciaisEditar

Data Candidato(s) 1ª Volta 2ª Volta Notas
CI. Votos % CI. Votos %
1946 Juan Domingo Perón 1.º 1 487 866
52,8 / 100,0
1951 Juan Domingo Perón 1.º 4 745 168
62,5 / 100,0
1958 Banido
1963
04/1973 Héctor Cámpora 1.º 5 907 464
49,6 / 100,0
09/1973 Juan Domingo Perón 1.º 7 359 252
60,1 / 100,0
Banido de 1976 a 1983
1983 Ítalo Lúder 2.º 5 995 402
40,2 / 100,0
1989 Carlos Menem 1.º 7 954 191
47,5 / 100,0
1995 Carlos Menem 1.º 8 687 511
49,9 / 100,0
1999 Eduardo Duhalde 2.º 7 255 586
38,3 / 100,0
2003 Carlos Menem 1.º 4 741 202
24,5 / 100,0
Desistiu da 2ª Volta
Néstor Kirchner 2.º 4 313 131
22,3 / 100,0
Presidente Eleito
2007 Cristina Kirchner 1.º 8 652 293
45,3 / 100,0
Alberto Rodríguez Saá 4.º 1 459 174
7,6 / 100,0
2011 Cristina Kirchner 1.º 11 865 055
54,1 / 100,0
Alberto Rodríguez Saá 4.º 1 745 354
8,0 / 100,0
Eduardo Duhalde 5.º 1 285 830
5,9 / 100,0
2015 Daniel Scioli 1.º 9 338 449
37,1 / 100,0
2.º 12 317 329
48,7 / 100,0
Sergio Massa 3.º 5 386 965
21,4 / 100,0
Alberto Rodríguez Saá 6.º 412 577
1,6 / 100,0

Ligações externasEditar

  1. Claeys, Gregory (2013). CQ Press, ed. Encyclopedia of Modern Political Thought (set). [S.l.: s.n.] p. 617 
  2. Ameringer, Charles D. (1992). Greenwood, ed. Political Parties of the Americas, 1980s to 1990s: Canada, Latin America, and the West Indies. [S.l.: s.n.] p. 43 
  3. «The persistence of Peronism». The Economist. 15 de outubro de 2015 
  4. Galvan, D.; Sil, R. (2007). Springer, ed. Reconfiguring Institutions Across Time and Space: Syncretic Responses to Challenges of Political and Economic Transformation. [S.l.: s.n.] p. 107 
  5. Weitz-Shapiro, Rebecca (2014). Cambridge University Press, ed. Curbing Clientelism in Argentina. [S.l.: s.n.] p. 19 
  6. Jalalzai, Farida (2015). Routledge, ed. Women Presidents of Latin America: Beyond Family Ties?. [S.l.: s.n.] p. 27 
  7. Agustín, Óscar G.; Briziarelli, Marco (2017). Springer, ed. Podemos and the New Political Cycle: Left-Wing Populism and Anti-Establishment Politics. [S.l.: s.n.] p. 195 
  8. Gallego-Díaz, Soledad (19 de outubro de 2011). «El peronista Duhalde intenta conservar una parcela de poder en Buenos Aires». El País 
  9. Silva, Eduardo; Rossi, Federico (2018). University of Pittsburgh Press, ed. Reshaping the Political Arena in Latin America: From Resisting Neoliberalism to the Second Incorporation. [S.l.: s.n.] 
  10. Morrow, John A. (2012). Cambridge Scholars Publishing, ed. Religion and Revolution: Spiritual and Political Islām in Ernesto Cardenal. [S.l.: s.n.] p. 154 
  11. Gunson, Phil; Thompson, Andrew; Chamberlain, Greg (2015). Routledge, ed. The Dictionary of Contemporary Politics of South America. [S.l.: s.n.] p. 223 
  12. Kohut, David; Vilella, Olga (2016). Rowman & Littlefield, ed. Historical Dictionary of the Dirty Wars. [S.l.: s.n.] p. 291 
  13. «Wayback Machine». Web.archive.org. 18 de janeiro de 2013. Consultado em 13 de outubro de 2017. Arquivado do original em 18 de janeiro de 2013 
  14. «El General Perón nos dejó un legado, que tenemos que honrar y ser sus continuadores.». pj.org.ar. Consultado em 22 de setembro de 2017 
  15. Pardo, Daniel (21 de maio de 2019). «Como Cristina Kirchner tenta transformar o próprio julgamento em trunfo na eleição argentina» (em inglês)