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Tibagi
  Município do Brasil  
Vista do Canyon Guartelá, área rural de Tibagi.
Vista do Canyon Guartelá, área rural de Tibagi.
Símbolos
Bandeira de Tibagi
Bandeira
Brasão de armas de Tibagi
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Cidade dos Diamantes[1]"
Gentílico tibagiense[2]
Localização
Localização de Tibagi no Paraná
Localização de Tibagi no Paraná
Tibagi está localizado em: Brasil
Tibagi
Localização de Tibagi no Brasil
Mapa de Tibagi
Coordenadas 24° 30' 32" S 50° 24' 50" O
País Brasil
Unidade federativa Paraná
Municípios limítrofes Ventania, Piraí do Sul, Castro, Carambeí, Ponta Grossa, Ipiranga, Ivaí, Reserva, Imbaú e Telêmaco Borba
Distância até a capital 226 km
História
Fundação 1794 (225 anos)[3]
Emancipação 18 de março de 1872 (147 anos)
Aniversário 18 de março
Administração
Prefeito(a) Rildo Emanoel Leonardi (PMDB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [4] 2 951,567 km²
População total (estimativa populacional — IBGE/2019[5]) 20 522 hab.
Densidade 6,95 hab./km²
Clima Subtropical (Cfa)
Altitude 748 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2000 [6]) 0,686 médio
PIB (IBGE/2012[7]) R$ 489 953 mil
PIB per capita (IBGE/2012[7]) R$ 25 148,99

Tibagi[nota 1] é um município brasileiro localizado na região dos Campos Gerais do estado do Paraná, a 200 km da capital, Curitiba, sendo a cidade fundada em 1872. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 20 522 habitantes.[5][8]

EtimologiaEditar

O termo é referência ao rio Tibagi, que nasce nos Campos Gerais, corta o território municipal e joga suas águas no Rio Paranapanema. Etimologicamente é denominação de origem Tupi, "Tibagy": o rio do pouso, o rio da parada.

HistóriaEditar

A história registra que bem antes da povoação da região, o Rio Tibagi foi objeto de passagem de numerosas expedições e bandeiras, que levavam os intrépidos aventureiros sertão a dentro.

A notícia de que o rio Tibagi era rico em ouro e pedras preciosas atraiu, para a região, milhares de pessoas com o pensamento de fácil enriquecimento. Depois das "entradas" dos paulistas, por ali estiveram muitos curitibanos, mas nada se efetivou em termos de povoamento.

Segundo o mapa histórico e geográfico da Província de Misiones (1585-1896), os padres jesuítas implantaram diversas "reduções" na então República do Guairá, atual Estado do Paraná, e que pertencia à Espanha por força do Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 por Espanha e Portugal. Algumas dessas reduções foram implantadas às margens do rio Tibagi, e o objetivo dos padres era aldear os povos indígenas e doutriná-los. Fizeram história as reduções de San José (1626), San Javier (1622) e Encarnacion (1625).

Os primitivos moradores de Tibagi procediam de São Paulo, e seu estabelecimento na região foi lento e durou vários anos, até que fosse definitivamente escolhida a localização do povoado.

O grande pioneiro do núcleo, que gerou o atual município de Tibagi, foi Antonio Machado Ribeiro, paulista que chegou à região acompanhado de sua família. Foi compadre e capataz do grande proprietário de terras da região José Felix da Silva Passos,casado com a jovem Onistarda. José Felix, teve os dedos da mão esquerda decepadas e foram cortados três dedos da mão direita, além de ferimentos na perna o que lhe fez ficar coxo de uma perna. José Félix tinha sido vítima de um atentado engendrado pela esposa, que o odiava terrivelmente. A mulher foi sentenciada como criminosa, em processo criminal que aconteceu na cidade de Castro. Em 1808, contudo, foi lavrada uma escritura de “perdão”, a pedido do marido. Suas terras se estendiam para além do Rio Alegre, passando pelo rio Tibagi até a cidade Castro. Era dono das fazendas Monte Alegre, Fortaleza, Bela Vista e outras. Amargo e infeliz, o fazendeiro era, contudo, um homem ativo. Em Castro atuou como juiz ordinário, juiz de conselho, ajudante de milícias e capitão de ordenanças em Piraí e Furnas. Por volta de 1796, um amigo de José Félix foi visitá-lo na Fazenda Fortaleza, 17 km da atual cidade de Tibagi. Brígido Álvares recusou escolta do amigo fazendeiro para voltar para Castro. No dia seguinte, com uma flecha em cada olho, sua cabeça foi espetada num dos portões da Fazenda de José Félix. Em represália, o fazendeiro ordenou a seu capataz, Antônio Machado Ribeiro que fosse a busca dos índios Caingangues, que sempre habitaram aquelas terras. Uma carta do século XVIII, cita o ocorrido como a “Chacina do Tibagi”. A matança generalizada dos índios ocorreu nas margens do mesmo Rio Tibagi, uns 50 km mais ao Norte. Aquela colina ficaria conhecida nos séculos seguintes como "Mortandade”, até que Luba Klabin mudasse o nome do local, em 1941. Ali foram construídos um hospital e um hotel, muito próximos de onde hoje se encontra a maior fabricante de papel da América Latina e uma das 7 maiores do mundo: a Klabin do Paraná. Desde então, a sede da Fazenda Monte Alegre do Tibagi, deixou de ser a Fazenda Velha de José Félix da Silva para se transformar na Harmonia.

Antonio Machado Ribeiro como recompensa recebeu de José Felix uma extensa área de terras que ia do Rio Pinheiro Seco até a barra do Rio Santa Rosa. Bastante idoso, Antônio Machado Ribeiro faleceu e deixou, em forma de herança, a propriedade a seus filhos Manoel das Dores Machado e Ana Beja Machado. A família pioneira doou, com o objetivo de se construir uma capela, uma área de 12 mil m² a Nossa Senhora dos Remédios, além da casa em que morava Antonio Machado Ribeiro. Muito tempo depois da construção do templo religioso, a Câmara de Castro, que tinha jurisdição sobre a vila de Tibagi, autorizou a vinda do frei capuchinho, o italiano Gaudêncio, de Gênova, que ali ficou como pároco até a data do seu falecimento.

O povoado de Tibagi foi elevado à categoria de freguesia através da Lei Provincial n° 15, de 6 de março de 1846. Pela Lei Provincial n° 302, de 18 de março de 1872 foi criada a Vila de Tibagi, com território desmembrado do município de Castro, sendo instalada no dia 10 de janeiro do ano seguinte. Foi elevada à categoria de cidade através da Lei Estadual nº 259, de 27 de dezembro de 1897, cuja instalação deu-se nesta mesma data.

O maior nome da política local e um dos maiores do Estado foi Telêmaco Augusto Enéas Morosini Borba, que entrou na vida pública em 1882 elegendo-se alternadamente prefeito municipal de Tibagi e deputado provincial, defendendo as cores do Partido Liberal. Com leis eleitorais na República Velha, Telêmaco Borba conseguiu permanecer no cargo de prefeito por 22 anos, cargo que em vários períodos exerceu ao mesmo tempo com o mandato de deputado estadual. Um recorde na época. Por ocasião da Revolução Federalista, em 1894, obrigou-se ao exílio, mas, ao ser anistiado retomou as lides políticas, elegendo-se deputado pela União Republicana Paranaense, posteriormente recupera o poder municipal, como prefeito. Segundo o historiador Túlio Vargas chamavam-no de "...prefeito vitalício e deputado crônico". Telêmaco Borba também notabilizou-se como sertanista e defensor das causas indígenas, faleceu na cidade de Tibagi, em 23 de novembro de 1918, vitima da gripe espanhola.

GeografiaEditar

O município tem uma área total de 2.951,567 km²[4], representando 1,5597% do estado, 0,5516% da região e 0,0366% de todo o território brasileiro.[4] É o segundo maior município do Paraná em área territorial. Em relação ao relevo, considerando as características geoecológicas, há três unidades principais de paisagens no município: o platô do Arenito Furnas; o vale do Tibagi; e as serras e morros do Grupo Itararé.[9] Tibagi apresenta uma variedade de tipos de solos. As classes de solo identificadas de acordo com a maior expressão geográfica são: Cambissolos, Latossolos, Neossolos, Argissolos, Organossolos, Nitossolos e Gleissolos.[9]

O município está dividido em três distritos administrativos: Tibagi (sede), Alto do Amparo e Caetano Mendes.[8]

Divisão territorialEditar

Na sede municipal destacam-se os bairros centro, Vila São José, Vila Vicentina, Conjunto Habitacional Manoel Ferreira Ribas, Conjunto Habitacional João Francisco de Souza, Conjunto Habitacional Rio Capivari, Conjunto Habitacional Santa Rita, Residencial Divina Providência, Residencial Viverti,[10] Moradia Solimões, Moradias Solidariedade, Loteamento Santa Paula, Risseti, Sagrada Família (Nequinho),[11] Bom Pastor, Beira Rio, Dezoito de Março.[12][13][14] Aos arredores da sede há localidades rurais, como São Domingos, Guartelá,[15] Santo Amaro, Lavras, Conceição,[16] Pinheiro Seco,[17] Barreiro, Rancho Alegre, Santa Rosa (vila rural) e Rincão[18][19][20][21]

Tibagi apresenta muitas outras localidades rurais, distribuídas por todo o território. São bairros, vilas e povoados que formam diversas comunidades, como, por exemplo, na região de Caetano Mendes, a Vila Isabel, Vila Constantino, Vila Amirta,[22] Arroio Grande, Barra Mansa, Boa Vista, Campina Alta, Cerrado Grande,[23] Faxinal dos Mendes, Cachoeirão, Capivari, Limeira, Espigão, Gaias, Morro Chato, Obelisco, Santa Pastorina (vila rural), Vila Salomão e Assentamento Menino Jesus.[24][25][26][21] Já na região de Alto do Amparo, o Faxinal dos Empossados, Agudos, Cachoeira, Estiva, Penha, Iapará, Beraldos, Bom Jardim, Campina, Coreanos, Descalvado, Paiol, Penha, Poços, Santa Maria, São Pedro, Vasto Horizonte, Marabá, Xaxim e Assentamento Dona Tonia.[18][27][21]

HidrografiaEditar

O município está situado na Bacia Hidrográfica do rio Tibagi, sendo que a sede da cidade situa-se à sua margem esquerda. O rio Tibagi é um tributário do rio Paranapanema, que por sua vez é afluente da margem esquerda do rio Paraná. Destacam-se entre os principais afluentes do município os rios: Tibagi, Iapó, Fortaleza, Imbaú, Capivari, Capivari-Mirim, Água Comprida, do Palmito, do Sabão, Lajeadinho, Pinheiro Seco e Santa Rosa.[9] Além dos arroios: das Antas,[28][29] da Cotia, das Cavernas, do Atalho, do Barroso, do Guardinha, do Passo, dos Pampas, Ingrata, lajeado do Tigre, Pedra Branca, São Domingos, dos Macacos, Taboão, Tigrinho,.[9][28]

VegetaçãoEditar

A vegetação do município é caracterizada, por uma combinação de cerrado, campo, matas ciliares e floresta de araucárias (floresta ombrófila mista).[30] Muitas áreas foram substituídas por pastagens, que ocupam quase metade do território tibagiano. Verifica-se também vegetação exótica, sobretudo o cultivo florestal de pinus e eucalipto para obtenção de madeira.[30]

DemografiaEditar

Em 2010, de acordo com o censo, a população total do município era de 19 344 habitantes, sendo 11 668 habitantes na área urbana e 7 676 habitantes na área rural. Deste total, 9 804 eram do sexo masculino e 9 540 do sexo feminino.[31][8] No âmbito da Justiça Eleitoral, sedia o cartório da 17ª zona eleitoral. Havia 13 974 eleitores no município em agosto de 2019, o que representava 0,174% do total do estado do Paraná.[32]

Em 2010, segundo dados do censo daquele ano, a população residente no município era composta por 12 351 brancos (63,85%); 6,154 pardos (31,81%); 729 pretos (3,76%); 109 amarelos (0,58%) e nenhum indígena declarado.[8] Tibagi conta atualmente com três comunidades negras tradicionais localizadas na área rural (Conceição, São Damásio e Guartelá).[16]

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,686

  • IDH-M Renda: 0,615
  • IDH-M Longevidade: 0,668
  • IDH-M Educação: 0,774

ReligiãoEditar

De acordo com o censo de 2010 existe diversas comunidades religiosas no município, predominantemente cristãs.[33] Entre a população residente, o censo mostrou 15 058 pessoas que declararam-se católicas apostólica romana, 3 427 pessoas que declararam-se evangélicas, 29 pessoas que declararam-se espíritas.[33] Ainda mostrou 13 pessoas que declararam ter religião oriental, 51 Testemunhas de Jeová, 19 de outras religiosidades cristãs, 58 de religiões não determinadas, 687 pessoas que declararam não ter religião e nenhuma pessoa declarou ter religião de tradições indígenas.[33]

Dentre as principais instituições religiosas destacam-se a Igreja Católica Apostólica Romana,[18] Igreja Adventista do Sétimo Dia, Igreja Luterana, Igreja Batista, Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo, Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, Igreja Evangélica Reformada,[34] entre outras.[33]

TurismoEditar

Cachoeira da Ponte de Pedra no Parque Estadual do Guartelá, em 2014.

Atrativos naturaisEditar

Atrativos culturaisEditar

EconomiaEditar

A economia tibagiana é baseada na agricultura, silvicultura, apicultura, pecuária (suinocultura e bovinocultura), prestação de serviços e extração mineral (argila, caulim, areia e quartzo, diabásio, ouro e diamante).[76][30] A agricultura no município desenvolveu-se a partir da década de 1960, com a chegada de imigrantes holandeses vindo de Castro e Carambeí,[21] que perceberam que as terras da região eram propícias para o cultivo de soja.[30] No setor primário de Tibagi, além da produção de soja, também recebe destaque as culturas temporárias como milho, trigo e feijão.[30] Já em relação as culturas permanentes, destacam-se a produção de banana, maracujá, tangerina, laranja, limão e pêssego.[30] Em Tibagi o setor industrial é pouco desenvolvido, destacando-se fábricas de polvilho, indústria de produção de sementes, indústrias de beneficiamento de cereais, indústria de artefatos de cimentos, indústria de beneficiamento e desdobramento de madeira (serraria), indústria de carnes e subprodutos (embutidos).[30]

Usinas hidrelétricas

InfraestruturaEditar

SaúdeEditar

Em 2019, o município possuía 22 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos e serviços odontológicos, sendo 10 públicos municipais e 12 privados. Apresenta cinco unidades Estratégia Saúde da Família (ESF) - Amparo, São José, São Bento, Caetano Mendes e 18 de Março;[27][77][78][79] Na localidade de Cachoeirão possui uma Unidade Básica de Saúde (UBS).[80] Tibagi apresenta uma unidade hospitalar, o Hospital Luiza Borba Carneiro, com 30 leitos.[81][82]

EducaçãoEditar

TransporteEditar

RodoviasEditar

ServiçosEditar

TelevisãoEditar

Tibagi possui várias retransmissoras de emissoras de televisão, que conta com os seguintes canais:

Canais abaixo sintonizados apenas na sede do município
  • 58 - TV Evangelizar - Curitiba / PR
  • 54 - Rede TV - São Paulo / SP
  • 48 - TV Aparecida - Aparecida / SP
  • 44 - RICTV (RecordTV) - Curitiba / PR
  • 41 - RPC TV (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR
  • 40 - TV Esporte Interativo - Rio de Janeiro / RJ
  • 38 - TV Verdade (TV Alterosa) Belo Horizonte / MG
  • 35 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 33 - TV Educativa (TV Cultura) - Ponta Grossa / PR
  • 29 - TV Novo Tempo - Jacareí/ SP
  • 27 - TV Canção Nova - Cachoeira Paulista / SP
  • 22 - Rede Mercosul (Record News) Curitiba / PR
  • 17 - TV Bandeirantes - Curitiba / PR
  • 15 - Rede Vida - São José do Rio Preto / SP
Canais sintonizados no Distrito de Caetano Mendes (Porteira Grande)
  • 12 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 10 - RPC / TV Esplanada (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR
Canais sintonizados no Distrito de Alto Amparo (São Bento)
  • 12 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 10 - RPC / TV Esplanada (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR

RádioEditar

Jornais semanais e diáriosEditar

Jornal de Tibagi
  • A Gazeta de Tibagi (extinto)
  • Folha da Cidade - edição Tibagi
  • Folha da Redação

InternetEditar

Provedores de Internet via rádio
  • Tibagi Digit@l (Serviço gratuito fornecido pela prefeitura)

CulturaEditar

ArtesanatoEditar

O município conta com a Associação Tibagiana de Artesanato, onde são produzidos, expostos e comercializados artigos diversos feitos com matéria-prima local.[30][9]

GastronomiaEditar

Tibagi possui uma rica herança gastronômica, mesclando tradições tropeiras, caboclas, faxinalenses[21] e europeias.[1][84][85] No município é encontrado a paçoca de carne, feita com carne desfiada e temperada, socada no pilão com farinha.[85][86] O prato servia como refeição aos tropeiros que levavam esse alimento em suas viagens.[85][40][1] Já o biscoito de polvilho é um produto típico da região, sendo levemente salgado e crocante, amplamente consumido e encontrado nos estabelecimentos comerciais de Tibagi.[85][87] O polvilho é bastante comum na culinária tibagiana[21] e pode ser inserido de várias formas, como também no tradicional bolinho frito de polvilho.[1][88] Ainda pode ser bastante encontrado a carne no tacho do Guartelá,[1][88] a quirera com carne de porco,[60] o quibebe[60], o pinhão assado ou cozido, o mel[89] e a broa de milho, além dos típicos cafés coloniais nas fazendas.[40][85][90][91][92] Em Tibagi é possível também visitar um alambique e provar cachaças artesanais.[93][94][95][96]

EventosEditar

O principal evento de Tibagi é o carnaval.[30][97] Outros eventos culturais e religiosos também movimentam o município e fazem parte do calendário local, como: a Festa da Santinha, na Capela Santa Pastorina;[30][72][98][99][100] a Festa de Ação de Graças pela Colheita;[30][101][102][103] a Festa de Nossa Senhora dos Remédios;[30][36][104][105] e o Festival de Inverno.[30][106]

GaleriaEditar

Notas

Referências

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  2. «Gentílico - tibagiense». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 10 de dezembro de 2018 
  3. Emanoelle Wisnievski (24 de junho de 2010). «Aconteceu! Fundação de Tibagi foi em 28 de junho de 1794». Prefeitura Municipal de Tibagi. Consultado em 25 de julho de 2018 
  4. a b c «Área Territorial Brasileira - TIBAGI». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2016. Consultado em 14 de setembro de 2017 
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  9. a b c d e f g h i j k l m Nair Fernanda Mochiutti (2013). «O patrimônio geológico no desenvovimento territorial em Tibagi, Paraná» (PDF). Universidade Federal de Santa Catarina. Consultado em 5 de outubro de 2019 
  10. «Caixa e Prestes garantem execução das obras do Viverti em Tibagi». Diário dos Campos. 11 de junho de 2016. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  11. «'Nequinho' o bairro de muitos nomes». Prefeitura Municipal de Tibagi. 25 de maio de 2012. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  12. «Ruas dos bairros Risseti e Bom Pastor ganham pavimentação». Prefeitura Municipal de Tibagi. 18 de junho de 2018. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  13. «Novas Academias de Saúde são instaladas em bairros e comunidades». Câmara Municipal de Tibagi. 11 de maio de 2016. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  14. «Prefeitura e Defesa Civil prestam atendimento à famílias afetadas por temporal». Prefeitura Municipal de Tibagi. 31 de maio de 2019. Consultado em 19 de setembro de 2019 
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