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Adriana Calcanhotto

Cantora brasileira de MPB
(Redirecionado de Adriana Calcanhoto)
Adriana Calcanhotto
Calcanhotto em 2015
Informação geral
Nome completo Adriana da Cunha Calcanhotto
Também conhecido(a) como Adriana Partimpim e Adrix
Nascimento 3 de outubro de 1965 (54 anos)
Origem Porto Alegre
País  Brasil
Gênero(s) mpb, pop, samba, bossa nova
Cônjuge Suzana de Moraes (1985-2015)
Instrumento(s) Vocal
Violão
Extensão vocal Meio-soprano
Período em atividade 1990 — presente
Gravadora(s) BMG Brasil/Ariola Records

Sony Music Entertainment

Página oficial www.adrianacalcanhotto.com

Adriana da Cunha Calcanhotto (Porto Alegre, 3 de outubro de 1965) é uma cantora, compositora, intérprete, instrumentista,[1] produtora musical, arranjadora, escritora[2] e ilustradora brasileira[3], além de atuar como professora[4][5] e embaixadora da Universidade de Coimbra, em Portugal[6]. As suas composições abordam estilos variados: samba, bossa nova, pop e baladas. Dentre as características de repertório, observa-se a regravação de antigos sucessos da MPB e arranjos diferenciados, com seus principais sucessos em tom melancólico. Também gravou uma série de discos de música infantil sob a alcunha Adriana Partimpim.

BiografiaEditar

Infância e famíliaEditar

É filha de Carlos Calcanhoto, baterista de jazz e bossa nova, e de Morgada Assumpção Cunha, bailarina e professora de Educação Física. Aos seis anos ganha da avó o primeiro instrumento: um violão. Aprendeu a tocar o instrumento e também, mais tarde, a cantar. Logo emergiu nas influências musicais (MPB) e literárias (Modernismo Brasileiro). Ficou fascinada pelo Movimento antropofágico de Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e outros nomes daquele movimento cultural.

A vida artística iniciou-se em bares de Porto Alegre, como o Fazendo Artes, situado próximo à I Cia. de Guardas do Exército, próximo ao Parque Farroupilha, e o Porto de Elis, na av. Protásio Alves. Também trabalhou em peças teatrais e depois se lançou em concertos e festivais por todo o país no estilo voz e violão.

Os primeiros álbunsEditar

O primeiro disco, Enguiço, lançado em 1990 pela gravadora CBS, trouxe canções de autoria (a faixa título e Mortaes) e regravações de clássicos da MPB (Sonífera Ilha, do grupo Titãs, Caminhoneiro de Roberto e Erasmo Carlos, Disseram que Voltei Americanizada, gravada por Carmem Miranda, e Nunca, do conterrâneo Lupicínio Rodrigues).

Naquela estação, por sua vez, integrou a trilha sonora da telenovela global Rainha da Sucata, de Sílvio de Abreu (1990). Tal música lançou a carreira da cantora e tornou-a conhecida. No ano seguinte, recebeu o Prêmio Sharp de revelação feminina. No segundo trabalho, Senhas, de 1992, o repertório estava focado nas canções de autoria, com destaque para Esquadros e Mentiras; esta última foi incluída na trilha da novela Renascer, de Benedito Ruy Barbosa.

Em 1994, a fórmula dá sinais de cansaço e desgaste devido à exposição excessiva na mídia. Por isso, nesse mesmo ano lançou o LP A Fábrica do Poema, com algumas doses de experimentalismo (poemas de Augusto de Campos, Gertrude Stein, textos do cineasta Joaquim Pedro de Andrade e parcerias com Waly Salomão, Arnaldo Antunes, Antônio Cícero e Jorge Salomão). Neste disco, que também foi o último a ter versão em vinil, os destaques foram Metade e Inverno. Prosseguiu com o álbum Maritmo, que simulou uma incursão pela dance music (Pista de dança, Parangolé Pamplona), samplers (Vamos comer Caetano), e a regravação de Quem vem para beira do mar, de Dorival Caymmi, além dos hits radiofônicos Vambora, de sua autoria, e a regravação Mais Feliz, de Cazuza.

Uma das participações foi uma performance na livraria Argumento, no Rio de Janeiro, musicando poemas do poeta português Mário de Sá Carneiro em 1996. Um deles, O Outro acabou por entrar no CD Público (2000), que trazia regravações dos antigos sucessos entre outras canções consagradas e também rendeu um DVD, lançado no ano seguinte pela gravadora BMG.

No mesmo ano, a canção Devolva-me integrou a trilha da novela Laços de Família como tema de Clara (Regiane Alves) e Fred (Luigi Baricelli). A música também estava presente no álbum Público

Novos álbuns, a Partimpim, livro e apresentaçõesEditar

 
Adriana durante um show, promovendo o álbum "Adriana Partimpim"

Em 2002 foi lançado o álbum Cantada, obra que recebeu um disco de platina, o que significa que vendeu mais de 250 mil cópias no país, e que contou com músicas, dentre outros compositores, de Antonio Cicero, Péricles Cavalcanti e Arnaldo Antunes.

Em 2004, Adriana lançou o álbum Adriana Partimpim, uma seleção de canções para crianças, com o qual ganhou o prêmio Grammy Latino de melhor álbum infantil.[7] No CD, a cantora usou um pseudônimo, utilizado também para o título do disco, feito para crianças, ou como Adriana prefere chamar, “disco de classificação livre”. O título do CD é um apelido de infância e, segundo Adriana, seu pai continua a chamá-la dessa maneira. Esse é o sétimo álbum da carreira e um projeto audacioso iniciado em 1999. Por este trabalho Adriana recebeu os prêmios “Faz Diferença” do jornal O Globo, e na categoria “Melhor Disco Infantil”, o Prêmio Tim e recebeu um disco de ouro, por ter vendido mais de 100.000 cópias no Brasil.

O álbum rendeu, em 2005, um álbum ao vivo intitulado "Adriana Partimpim - O Show". O projeto recebeu um disco de ouro por ter vendido mais de 50 mil cópias no país.

Em 2007, participou da Cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro.

Em 2008, continuando a trilogia com temática sobre o mar[8] iniciada dez anos antes, foi lançado o álbum Maré (2008), uma seleção de canções da nova MPB. Três canções deste trabalho estiveram nas trilhas de novelas da Rede Globo: Mulher Sem Razão, em A Favorita; Três, em Ciranda de Pedra; e Um Dia Desses, em Três Irmãs.

Nesse mesmo ano, Adriana aventurou-se pela primeira vez no texto em prosa e lançou o livro Saga Lusa. O livro é um relato da viagem a Portugal em sua turnê do disco Maré. O relato mostra como foram as 120 horas sem dormir e delirando aos efeitos causados por uma mistura de remédios para curar uma forte gripe. A escrita feita nos momentos de delírio, insônia e medos torna-se a única atividade que Adriana, sentada em frente ao seu computador realiza e com muito bom humor. O livro está repleto de passagens engraçadas nos momentos de delírio, onde a própria escritora ri de si mesma. O livro foi lançado pela Editora Cobogó (Brasil) com capa em 4 cores diferentes e por Quasi Edições (Portugal).

 
Cantora Adriana Calcanhotto tocando um violino promovendo o álbum Maré

Em 2009 é lançado o CD Partimpim Dois, segundo da cantora utilizando seu heterônimo e dedicado às crianças. Posteriormente foi lançado um álbum de vídeo intitulado "Partimpim Dois é Show!".

"O Micróbio do Samba", "Trobar Nova"Editar

Em março de 2011, após Adriana lança o álbum O Micróbio do Samba, dedicado ao samba, o álbum é composto por canções escritas pela própria Adriana, duas canções já haviam sido gravadas por outras cantoras, "Beijo sem" por Teresa Cristina e "Vai saber?" por Marisa Monte.[9] No mesmo período, Adriana esteve empenhada numa turnê musical intitulada "Trobar Nova".[10]

Após uma promoção com shows em algumas casas, é lançado o DVD/CD "Micróbio Vivo", em parceria com o canal de televisão Multishow.[11]

"Tlês", "Olhos de Onda", Prêmio da Música Brasileira e "Loucura"Editar

Em outubro de 2012 foi lançado o álbum Partimpim Tlês, novamente voltado às crianças. O álbum tem músicas de Chico Buarque, Gilberto Gil, Ben Jor, Caymmi e Gonzaguinha.[12] Foi confirmado em março de 2013 que Adriana retornaria aos palcos com um show chamada Olhos de Onda, em abril de 2013, em algumas cidades de Portugal[13][14]. O show virou turnê[15] e mais tarde, em 2014, álbum ao vivo de mesmo nome.

Em junho de 2013, Adriana apresentou, ao lado de Zélia Duncan a edição daquele ano do Prêmio da Música Brasileira.[16]

Em 4 de dezembro 2014, a cantora subiu ao palco do Salão de Atos da UFRGS para realizar uma homenagem a seu conterrâneo Lupicínio Rodrigues. O show, de uma única apresentação, foi gravado e posteriormente lançado como CD e DVD ao vivo sob o nome Loucura. O repertório conta com clássicos do repertório de Rodrigues, como Nervos de aço.

A Mulher do Pau-BrasilEditar

De abril de 2018 a fevereiro de 2019, a cantora esteve empenhada na turnê musical internacional A Mulher do Pau-Brasil, que a levou aos principais palcos do Brasil e de Portugal, onde a gaúcha havia trabalhado como professora convidada previamente pelo curso de Letras da Universidade de Coimbra. O show foi idealizado como “concerto-tese”, ou seja, uma conclusão da residência artística de Adriana Calcanhotto na Universidade, onde esteve nos últimos dois anos entre cursos e apresentações. A imensa repercussão do show gerou uma turnê que começou pela Europa e chegou a diversas cidades brasileiras a partir de agosto. Acompanhada por Bem Gil e Bruno Di Lullo, Adriana elaborou um roteiro com músicas compostas no período lusitano, releituras (a recente “As Caravanas”, de Chico Buarque, por exemplo) e também reencontra clássicos de seu repertório, como “Inverno”, “Vambora” e “Esquadros”.

A inédita canção-título abre o show em tom autobiográfico (“Nasceu no Sul / Foi para o Rio / E amou como nunca se viu”) e também retoma o nome de um espetáculo do início da carreira de Adriana (“A Mulher do Pau Brasil”), ainda em Porto Alegre nos anos 80.

Foi quando começou a ser instigada pelo “Manifesto da Poesia Pau Brasil”, do modernista Oswald de Andrade, e toda a sua influência no movimento tropicalista décadas depois. Tais temas sempre estiveram presentes em sua obra e ressurgiram com intensidade no período português.

Não à toa que “Vamos Comer Caetano”, composta para o disco “Maritmo” (1998), foi retomada no repertório e sublinha o conceito antropofágico da apresentação, através da ideia de devorar, se apropriar e reinventar a informação que vem de fora.

“Costumavam me perguntar se eu já tinha virado portuguesa e eu sempre respondia que não. Nunca me senti tão brasileira como agora”, conta Adriana, que foi nomeada Embaixadora da Língua Portuguesa da Universidade de Coimbra no final de 2015.[17]

Nada Ficou no Lugar e MargemEditar

No dia 18 de dezembro, em 2018, a cantora anunciou em suas redes sociais um álbum em seu tributo, que seria cantado por artistas do novo cenário musical brasileiro, e com músicas clássicas e "lado B" da cantora. O projeto, denominado Nada Ficou no Lugar, foi lançado em partes: No dia 21 de dezembro de 2018, Jonny Hooker, Mahmundi, Rubel, Priscila Tossan, Ava Rocha e O Quadro interpretaram, respectivamente as canções Mentiras, Cariocas, Por que Você Faz Cinema?, Vambora, Âmbar e Negros. Já em 2019, no dia 18 de Janeiro, Baco Exu do Blues ficou com Senhas, Illy com Pelos Ares, Alice Caymmi com Metade, Mãeana com O Amor me Escolheu, Larissa Luz com Vai Saber e ATTØØXÁ com Toda Sexta-Feira. Já no dia 15 de fevereiro, Pode se Remoer ficou com Preta Gil, Seu Pensamento com Duda Beat, Esquadros com Jaloo, Já Reparô com Letrux, Cantada com Arthur Nogueira e Inverno com Taís Alvarenga.[18]

Em 07 de junho de 2019, após um hiato de sete anos de gravações em estúdio, a cantora lançou o seu décimo disco: Margem, o último capítulo de uma trilogia iniciada com Maritmo (1998) e Maré (2008), [19] e que já havia tido 3 músicas reveladas anteriormente por meio de 3 singles e clipes, sendo eles: Ogunté, Margem, e Lá Lá Lá. No dia de lançamento do álbum, foi lançado junto o clipe da balada Dessa Vez. Depois disso, foi a vez de Era Pra Ser e Tua ganharem videoclipe.

A cantora encontra-se atualmente numa turnê em promoção do disco marinho, num show que une os três álbuns de sua triologia. A apresentação conta também com sucessos que não fazem parte dessa tríade e que podem ou não ter ambiência marítima, como é o caso de Devolva-me e Maresia, além do sucesso de Chico Buarque Futuros Amantes que aparece apenas na edição japonesa do álbum.[20]

Vida pessoalEditar

Assumidamente homossexual desde a juventude, Adriana Calcanhoto teve como cônjuge a cineasta Suzana de Moraes (falecida em 2015[21]), filha do poeta e compositor Vinícius de Moraes, por mais de 25 anos.[22] O casal, que já morava junto há muitos anos, declarou a união civil na Justiça (já que na época o casamento homossexual não era permitido, e só veio a ser regulamentado pelo STF em 2011) e depois comemorou a decisão com cerimônia e uma festa íntima apenas para amigos e familiares, oficializando a união em 2010, levando a uma grande noticiação de sua relação por diversos meios de comunicação, tanto brasileiros[23][24] como portugueses.[25][26]

Embaixadora da Universidade de Coimbra, em Portugal, desde 2015, a brasileira foi professora da Faculdade de Letras dessa mesma universidade nos dois últimos anos, tendo ministrado o curso "Como Escrever Canções" e também cursado Arqueologia.[27][28]

DiscografiaEditar

Discografia de Adriana Calcanhotto
Álbuns de estúdio 11
Álbuns ao vivo 4
Álbuns de compilação 2
Álbuns de vídeo 5
Ano Detalhes do álbum Certificações
Vendas
1990 Enguiço
1992 Senhas
  • Lançado: 1992
  • Gravadora: CBS/Columbia Records
1994 A Fábrica do Poema
1998 Maritmo
2000 Público
2001 Perfil - Adriana Calcanhotto
2002 Cantada
  • Lançado: 2002
  • Gravadora: BMG
2004 Adriana Partimpim
  • Lançado: 2004
  • Gravadora: BMG
2005 Adriana Partimpim - O Show
  • Lançado: 2005
  • Gravadora: BMG
2008 Maré
2009 Partimpim Dois
  • Lançado: 2009
  • Gravadora: Sony Music
2010 Seleção Essencial
  • Lançado: 2010
  • Gravadora: Sony Music
2011 O Micróbio do Samba
  • Lançado: 2011
  • Gravadora: Sony Music
2012 Multishow ao Vivo: Micróbio Vivo
  • Lançado: 25 de junho 2012
  • Gravadora: Sony Music
2012 Partimpim Tlês
  • Lançado: 2012
  • Gravadora: Sony Music
2014 Olhos de Onda
  • Lançado: 6 maio de 2014
  • Gravadora: Sony Music
2015 Loucura
  • Lançado: 31 de julho de 2015
  • Gravadora: Sony Music
2019 Margem
  • Lançado: 2019
  • Gravadora: Sony Music

Trilhas sonorasEditar

Ano Música Álbum
1990 "Naquela Estação" tema de Mariana (Renata Sorrah) Composição: João Donato / Caetano Veloso / Ronaldo Bastos Rainha da Sucata
1993 "Mentiras" tema de Mariana (Adriana Esteves) Composição: Adriana Calcanhotto Renascer
1994 "Metade" tema de Babalu (Letícia Spiller) Composição: Adriana Calcanhotto Quatro por Quatro
1996 "E... O Mundo Não Se Acabou" tema geral Composição: Assis Valente O Fim do Mundo
1996 "Inverno" tema de Tininha e Manuel Boi (Ana Kutner e Taumaturgo Ferreira) Composição: Adriana Calcanhotto Colégio Brasil
1998 "Vambora" tema de Rafaela e Leila (Christiane Torloni e Sílvia Pfeifer) Composição: Adriana Calcanhotto Torre de Babel
1999 "Mais Feliz" tema de Maria Regina (Letícia Spiller) Composição: Dé / Bebel Gilberto / Cazuza Suave Veneno
1999 "A Brasileira" tema geral Composição: Chiquinha Gonzaga Chiquinha Gonzaga
2000 "Devolva-me" tema de Capitu e Fred (Giovanna Antonelli e Luigi Baricelli) Composição: Renato Barros / Lilian Knapp Laços de Família
2002 "Maresia" tema de Diogo (Herson Capri) Composição: Antônio Cícero / Paulo Machado Desejos de Mulher
2002 "Pelos Ares" tema de Lara (Déborah Secco) Composição: Adriana Calcanhotto / Antônio Cícero O Beijo do Vampiro
2003 "Justo Agora" tema de Léo (Débora Falabella) Composição: Adriana Calcanhotto Agora É Que São Elas
2006 "Outra Vez" tema de Anna Maria e Miroel (Deborah Evelyn e Angelo Antonio) Composição: Tom Jobim Páginas da Vida
"Do Fundo do Meu Coração", dueto com Erasmo Carlos tema de Teresa e Arnaldo (Paula Burlamaqui e Rodrigo Phavanello) Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos O Profeta
2008 "Três" tema de Letícia (Paola Oliveira) Composição: Marina Lima / Antônio Cícero Ciranda de Pedra
"Mulher Sem Razão" tema de Donatela (Cláudia Raia) Composição: Dé Palmeira / Bebel Gilberto / Letra: Cazuza A Favorita
"Um Dia Desses", dueto com Moreno Veloso tema de Waldete (Regina Duarte) Composição: Kassin / Letra: Torquato Neto Três Irmãs
2010 "Gatinha Manhosa" tema de Sinval (Kayky Brito) e Fátima (Bianca Bin) Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos Passione
"Canção de Novela" tema de Melina (Mayana Moura) Composição: Adriana Calcanhotto
2011 "Medo de amar" tema de Roberta (Lua Blanco) e Diego (Arthur Aguiar) Composição: Adriana Calcanhotto Rebelde
2012 "Maldito Rádio" tema de Inácio (Ricardo Tozzi) Composição: Adriana Calcanhotto Cheias de Charme
2013 "Lindo Lago do Amor" tema de Stela (Laura Neiva) e Thiago (Pedro Tergolina) Composição: Gonzaguinha Saramandaia
2014 "Me dê Motivo"

Composição: Michael Sullivan / Paulo Massadas

Geração Brasil
2015 "Devolva-me" tema de Afonso (Caio Paduan)

Composição: Renato Barros / Lilian Knapp

Além do Tempo
2017 "Não Demora"

Composição: Adriana Calcanhotto / Antônio Cícero

A Lei do Amor

Prêmios e indicaçõesEditar

Grammy LatinoEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2006 Melhor Álbum Infantil Latino Adriana Partimpim Venceu
2007 Melhor Canção em Língua Portuguesa Para Lá (interpretada por Arnaldo Antunes) Indicado
2010 Tua (interpretada por Maria Bethânia) Venceu
2011 Mais Perfumado Indicado
2015 Tudo (interpretada por Bebel Gilberto) Indicado

MTV Video Music BrasilEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2001 Escolha da Audiência Devolva-me Indicado
Videoclipe de MPB Devolva-me Indicado

Prêmio da Música BrasileiraEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2016 Melhor DVD Loucura - Adriana Calcanhotto canta Lupicínio Rodrigues Indicado

Prêmio MultishowEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2001 Melhor Cantora Adriana Calcanhotto Indicado
Melhor Música Devolva-me Indicado
Melhor Clipe Indicado
2002 Melhor DVD Adriana Calcanhotto Indicado
2003 Melhor Cantora Indicado
2005 Melhor Clipe Fico Assim Sem Você Indicado

Prêmio Contigo! MPB FMEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2013 Projetos Especiais Adriana Partimpim Tlês Indicado
2014 Melhor Cantora Adriana Calcanhotto Indicado
Melhor DVD Olhos de Onda Indicado

Troféu ImprensaEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2001 Melhor Cantora Adriana Calcanhotto Venceu
Melhor Música Devolva-me Venceu

Prêmio AçorianosEditar

Ano Categoria Indicação Resultado
2006[36] Destaque Nacional Adriana Calcanhotto Venceu

Referências

  1. «http://dicionariompb.com.br/adriana-calcanhotto/dados-artisticos». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 29 de julho de 2019  Ligação externa em |titulo= (ajuda)
  2. Cultural, Instituto Itaú. «Adriana Calcanhotto». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 29 de julho de 2019 
  3. «Fora de cena, Adriana Calcanhotto vira ilustradora de livro de Vik Muniz». O Globo. 18 de setembro de 2011. Consultado em 29 de julho de 2019 
  4. «Adriana Calcanhotto voltará a dar aulas na Universidade de Coimbra - Cultura». Estadão. Consultado em 29 de julho de 2019 
  5. «Adriana Calcanhotto fala de vida como professora em Portugal e explica funk 150 em novo álbum». G1. Consultado em 29 de julho de 2019 
  6. Guimarães, Cleo. «Adriana Calcanhotto é condecorada embaixadora da Universidade de Coimbra». Gente Boa - O Globo. Consultado em 29 de julho de 2019 
  7. «Adriana Calcanhoto leva Grammy latino por disco infantil». Consultado em 7 de junho de 2010 
  8. Adriana Calcanhotto lança "Maré", 2º álbum de sua trilogia marítima
  9. Luiz Fernando Vianna (16 de março de 2011). «'O micróbio do samba' traz o olhar peculiar de Adriana Calcanhotto sobre o gênero». O Globo 
  10. À vontade, Adriana Calcanhotto mistura experimentalismo e hits em 'Trobar Nova'
  11. Adriana Calcanhotto reinventa seu repertório de samba em DVD ao vivo
  12. Roberta Pennafort (6 de outubro de 2012). «Adriana Calcanhotto lança 'Partimpim Tlês', novo disco infantil». Estadão. Consultado em 21 de janeiro de 2013 
  13. Adriana Calcanhotto a solo leva “voz e violão” a Torres Novas, Leiria e Torres Vedras
  14. Adriana Calcanhotto: "Continuo achando que há excesso de música"
  15. «Adriana Calcanhotto volta a SP com show "Olhos de Onda"; há ingressos». musica.uol.com.br. Consultado em 23 de julho de 2019 
  16. Zélia Duncan dá dica a Calcanhotto para Prêmio da Música Brasileira
  17. «A mulher do Pau-Brasil – Adriana Calcanhotto». Consultado em 11 de junho de 2019 
  18. «Demolição da obra de Adriana Calcanhotto fica completa com o pior volume do disco 'Nada ficou no lugar'». G1. Consultado em 25 de agosto de 2019 
  19. Mauro Ferreira (24 de maio de 2019). «Adriana Calcanhotto explica a maré que a levou até 'Margem', álbum que fecha trilogia sobre o mar». G1 Pop & Arte. Consultado em 26 de maio de 2019 
  20. «Adriana Calcanhotto surfa em ondas brandas no show 'Margem'». G1. Consultado em 25 de agosto de 2019 
  21. «Morre, aos 74 anos, a atriz e cineasta Suzana de Moraes». 27 de janeiro de 2015. Consultado em 27 de janeiro de 2015 
  22. «Adriana Calcanhoto fala sobre a doença da mulher, Suzana de Moraes». Agosto de 2014 
  23. Adriana Calcanhotto oficializa união com filha de Vinicius de Moraes Arquivado em 12 de setembro de 2010, no Wayback Machine. em abril.com.br/
  24. Adriana Calcanhotto oficializa relação com filha de Vinicius de Moraes, diz jornal em revistaquem.globo.com/
  25. Adriana Calcanhotto oficializa união com filha de Vinicius de Moraes em TVI 24; tvi24.iol.pt
  26. ADRIANA CALCANHOTTO casa-se com filha de VINÍCIUS DE MORAES[ligação inativa] em revista VIP- vip.pt, 9 de Setembro de 2010
  27. «Adriana Calcanhoto voltará a dar aulas na Universidade de Coimbra, em Portugal». entretenimento.uol.com.br. Consultado em 5 de julho de 2019 
  28. «″Vou fazer escavações arqueológicas em Idanha-a-Velha″». www.dn.pt. Consultado em 5 de julho de 2019 
  29. a b c d e «Álbuns certificados da cantora Adriana Calcanhoto». ABPD. Consultado em 31 de julho de 2015 
  30. Paiano, Enor (2 de dezembro de 1995). «Brazilian Pop Music: Hard to define, but easy to sell». Estados Unidos: Nielsen Company. Billboard (em inglês). 107 (48). 56 páginas. ISSN 0006-2510. Consultado em 20 de junho de 2015 
  31. «Dudu Marote - Dados Artísticos». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 20 de junho de 2015 
  32. «CERTIFICADOS – Pro-Música Brasil». pro-musicabr.org.br. Consultado em 20 de julho de 2019 
  33. Guss de Lucca (11 de outubro de 2010). «Adriana Partimpim lança DVD ao vivo». Último Segundo. iG. Consultado em 20 de junho de 2015 
  34. Luiz Fernando Vianna (27 de agosto de 2005). «Adriana Calcanhotto vira Partimpim e abre a caixa de brinquedos». Folha de S.Paulo. UOL HOST. Consultado em 20 de junho de 2015 
  35. «Discos de Ouro e Platina (Portugal)». Associação Fonográfica Portuguesa. 2009. Consultado em 18 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 6 de março de 2009 
  36. Prefeitura Municipal de Porto Alegre. «Vencedores do Prêmio Açorianos de Música - 2006». Consultado em 2 de maio de 2018 

Ligações externasEditar