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Cronologia da Guerra das Malvinas

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Esta é uma cronologia da Guerra das Malvinas.

1982Editar

2 de abril: Centenas de soldados argentinos ocupam as ilhas Falklands/Malvinas.

O governo britânico corta relações diplomáticas com a Argentina e aprova o envio de força naval para o Atlântico Sul (Task Force).

3 de abril: O general Mario Menendez é nomeado governador militar das ilhas A Argentina também toma a ilha de Geórgia do Sul.

População celebra nas ruas de Buenos Aires.

O Conselho de Segurança da ONU aprova a resolução 502, que pede a retirada de todas as tropas das ilhas e negociações de paz.

No Parlamento britânico, o governo de Margaret Thatcher é duramente criticado por não prever a ação argentina.

4 de abril: Tropas argentinas ocupam Goose Green e Darwin.

5 de abril: As primeiras das 40 embarcações britânicas que compõem a força-tarefa partem para o Atlântico Sul. No total, a Grã-Bretanha envia 20 mil homens.

Sob críticas, o ministro de Relações Exteriores do país, Lord Carrington, se demite e é substituído por Francis Pym.

O Peru declara seu apoio ao governo argentino.

7 de abril: O governo britânico anuncia que pretende impor uma zona de exclusão ao redor das ilhas de 320 km no dia 26 de abril.

8 de abril: A Fuerza Aérea Argentina inicia ponte aérea ilhas-continente.

12 de abril: A zona de exclusão marítima imposta pelos britânicos começa a vigorar.

14 de abril: Após visitas a Buenos Aires e Londres, o então secretário de Estado americano, Alexander Haig, encarregado de mediar o conflito, retorna para os Estados Unidos para reunião com o presidente Ronald Reagan.

17 de abril: Haig apresenta um plano de paz ao governo militar argentino.

22 de abril: A força-tarefa britânica entra nas águas das Malvinas.

Pym chega a Washington para reunião com Haig.

25 de abril: Os britânicos retomam as ilhas Geórgia do Sul.

A primeira-ministra Margaret Thatcher conclama os britânicos a "festejarem".

26 de abril: Thatcher diz que o tempo para diplomacia está se esgotando.

27 de abril: Militares apresentam ao gabinete de guerra britânico os planos para liberar as ilhas.

Haig envia a Londres uma proposta final para evitar o conflito.

30 de abril: O presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, torna público seu apoio à Grã-Bretanha e impõe sanções econômicas à Argentina.

1º de maio: Aviões britânicos atacam a pista de pouso de Porto Stanley. Três aviões argentinos são derrubados.

Pym volta a Washington, agora como aliado dos Estados Unidos.

2 de maio: O submarino britânico HMS Conqueror afunda o cruzador argentino General Belgrano, fora da zona de exclusão. O ataque resulta na morte de 323 argentinos; 680 são resgatados.

Francis Pym se encontra com o secretário-geral da ONU, Javier Perez de Cuellar.

3 de maio: Barcos de patrulha da Argentina são atacados.

4 de maio: Uma aeronave Super Etendard argentina afunda o destróier britânico HMS Sheffield, com um míssil Exocet. Cerca de vinte britânicos morrem.

Caça britânico é derrubado.

Os britânicos iniciam o bombardeio de Porto Stanley.

12 de junho: As tropas britânicas tomam a posição argentina no Monte Longdon, nos arredores de Porto Stanley, depois de longa batalha. O confronto resulta em 50 mortes entre argentinos e 29 entre os britânicos.

O Monte Harriet também é tomado.

O destróier britânico HMS Glamorgan é atingido na região, matando 13 britânicos.

13 de junho: Combates em Monte Tumbledown Combates em Wireless Ridge Combates em Mount William.

14 de junho: Tropas britânicas entram em Port Stanley As tropas argentinas são derrotadas. O General Mário Menendez se rende ao General de Divisao Jeremy Moore. Cerca de 9.800 soldados entregam suas armas.

1986Editar

  • 16 de maio - General Leopoldo Galtieri é condenado à prisão pela derrota na guerra.

Ligações externasEditar