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Disambig grey.svg Nota: Para seu primeiro álbum lançado em 1975, veja Di Melo (álbum).
Di Melo
Di Melo no Vaidapé na Rua.jpg
Di Melo no dia 21 de março de 2016, em entrevista para o programa Vaidapé na Rua, da rádio paulistana Cidadã FM.
Nome completo Roberto de Melo Santos
Conhecido(a) por "Imorrível"[nota 1]
Boby d'Melo
Bob di Melo
Nascimento 22 de abril de 1949 (70 anos)
Recife, Pernambuco, Brasil
Cônjuge Jô Abade (c. 2000)
Filho(s) Gabi di Abade
Ocupação cantor
compositor
poeta
artista plástico
ator
escritor
Carreira musical
Período musical 1965-presente
Instrumento(s) vocais
violão
Assinatura
Assinatura Di Melo Melhorada.svg
Página oficial
imorriveldimelo.wixsite.com

Roberto de Melo Santos, mais conhecido como Di Melo (Recife, 22 de abril de 1949) é um músico, poeta, artista plástico, ator e escritor brasileiro.[1][2][3][4][5]

É conhecido entre os adeptos da música popular brasileira, principalmente, por conta de seu primeiro álbum, lançado em 1975 pela EMI-Odeon, que vem se tornando cult nos últimos anos e hoje é procurado por DJs do mundo inteiro.[6]

Sofreu um acidente de motocicleta nos anos 90, fato que fez muitas pessoas acreditarem por um longo período que o artista estava morto.[6][7] No meio tempo entre 1999 e 2008 lançou vários discos independentes, mas apenas em 2009 retornou aos palcos, ganhando mais destaque na mídia,[8] dois documentários sobre sua vida[9][6] e uma aparição em um clipe do grupo The Black Eyed Peas.[6]

Possui estimadamente, no total, mais de 400 canções (muitas delas ainda não registradas),[6][10] dois livros escritos (porém ainda não publicados),[4] uma atuação teatral[5] e inúmeras pinturas.[11][12]

BiografiaEditar

Primeiras experiências musicaisEditar

Seu padrinho, nascido em Portugal, era dono de uma das maiores casas de ferragem de Pernambuco. Quando criança, ficou lá por um período de apenas oito dias, porque ao invés de trabalhar, Di Melo estava sempre tocando violão, até que um dia seu padrinho eliminou sua mesada.[11] Aos treze anos de idade, escreveu sua primeira composição.[13] Em sua adolescência, ganhava dinheiro guardando e lavando carros,[3] entalhando madeira, pintando quadros e performando nos bares do Aroeira e Bumba Meu Bar.[11] O artista costumava se encontrar com seus amigos após missas, para organizar concertos improvisados.[13]

Em 1965[13], o então organista de Roberto Carlos, Vanderlei, ouviu suas canções e sugeriu que Di Melo fosse para São Paulo. Então viajou à cidade, acompanhado por ele. Porém Di Melo não se adaptou ao frio da cidade e logo voltou à Recife.[3][11] Nesta época, atuou na peça teatral O Arame Farpado no Continente Perdido.[5] Sempre procurava oportunidades com os músicos que lá apareciam. Em 1968, apresentou algumas composições para Jorge Ben Jor, que lhe deu o cartão do importante empresário Roberto Colossi. Ele partiu outra vez para São Paulo e lá, Roberto o apadrinhou.[4][8][6][13]

No começo dos anos 1970, Di Melo era conhecido por pessoas mais íntimas como Boby d'Melo (ou ainda Bob di Melo),[14] chegando a assinar suas primeiras composições com esse pseudônimo.[6] Roberto Colossi, então, levou o artista para fazer shows para a caravana da rede de lojas Ducal Roupas. Neste período (década de 1970) era muito comum entre os artistas brasileiros a realização de caravanas para gravadoras, rádios, teatros, etc..[11]

Entre os anos de 1973 e 1974, num período de aproximadamente um ano e meio, viveu na cidade de Tóquio, no Japão, onde frequentava o bar Saci Pererê. Em Tóquio, compôs três canções: "Kilariô", "Minha Estrela" e "Se o Mundo Acabasse em Mel", que mais tarde seriam lançadas oficialmente.[6] Após este período, Di Melo viajou também à França (onde conheceu sua então namorada) e à Alemanha.[15]

EMI-Odeon e primeiro álbumEditar

 
Di Melo jovem, em data desconhecida.

Em meados da década, seu empresário Roberto Colossi adoeceu, deixou de empresariar diversos artistas e faleceu pouco tempo depois. Então Di Melo voltou à São Paulo e começou a performar na noite dos bares paulistanos, como por exemplo: Lei Seca, Aleluia e Janela para o Mundo. Certa vez, Alaíde Costa organizou uma competição no bar Jogral, na qual Di Melo participou. Alaíde, então, o apresentou para o diretor da EMI-Odeon, Moacir Meneghini Machado, que aprovou suas composições e o contratou.[4][13]

O artista, então, começou a gravar o que seria um álbum. Em apenas oito dias, tudo já estava finalizado (fotos, design gráfico e visual da capa, gravações, etc.).[16] Para a divulgação do futuro álbum, a EMI-Odeon lançou o compacto promocional "Kilariô".[17]

No dia 14 de janeiro de 1975,[18] o álbum é lançado pela gravadora no disco que leva seu nome e conta com as participações de Hermeto Pascoal e Heraldo do Monte. Foram feitas apenas três mil cópias para divulgação nas rádios. Segundo o próprio Di Melo, o álbum "saía de uma rádio e tocava na outra."[4] As principais canções de sucesso, além de "Kilariô", foram "A Vida em Seus Métodos Diz Calma" e "Se o Mundo Acabasse em Mel".[6][19] Em uma entrevista de 2019 para a revista CartaCapital, Di Melo explicou que atualmente tem dificuldade em cantar "Kilariô", pois, segundo ele, foi muito prejudicado na época em que compôs a canção e, sempre que a canta, lembra dos fatos.[3]

Rescisão, acidente e rumoresEditar

Os músicos Wando e Jair Rodrigues gravaram músicas de Di Melo ("Volta" e "Paspalho", respectivamente) e mesmo com os discos vendendo em grande quantidade,[4] ele recebeu no trimestre apenas onze cruzeiros pelos direitos autorais.[6] Indignado, pediu rescisão da gravadora EMI-Odeon[6][20] e voltou a cantar nos bares e cantinas, principalmente na Camorra, onde cantava músicas italianas.[6]

Na opinião do próprio Di Melo, o mesmo era vítima do sentimento de inveja por parte de outros artistas. Segundo ele, começou na época "uma onda de despeito" para com o artista. Em uma entrevista de 2016 para o site EntreCultura, revelou que até hoje não ganha dinheiro com os direitos autorais e que muitas pessoas utilizam seu trabalho sem a devida autorização.[4] Apesar dos problemas, o mesmo nunca parou de compor.[13] Durante os anos 80, viajou por várias regiões do Brasil e do Paraguai com o também músico Geraldo Vandré.[15] Nesse meio tempo, compuseram doze canções.[12]

Em algum dia do começo da década de 90, estava em Pinheiros, São Paulo, saindo do bar Avenida, quando sofreu um acidente de motocicleta numa ponte. Dois caminhões estavam indo em direção ao veículo de Di Melo, que, alcoolizado, viu que não conseguiria passar entre eles e pulou da ponte, caindo no rio. O acidente deixou-o com grandes dificuldades de locomoção durante seis meses. Então começaram-se os duradouros rumores de que ele teria falecido.[6][7][13]

Di Melo começou uma fisioterapia, se recuperou e em 1997,[21] as músicas do primeiro disco voltam a tocar nas pistas de dança. A redescoberta de seu trabalho se dá através de DJs ingleses, quando a música "A Vida em Seus Métodos Diz Calma" aparece na coletânea Blue Brazil 2.[1][6][13]

O músico soube dos boatos de sua morte quando, no final dos anos 90, um amigo jornalista de Londres ligou-o às oito horas da manhã perguntando se o havia acordado. Depois, informou-o de que havia sido feita uma pesquisa a nível mundial, que chegou à conclusão de que Di Melo tinha uma das dez melhores vozes do planeta. Em contrapartida, constava-se que ele havia morrido em um desastre de motocicleta. Ele, então, disse: "Nossa, eu morri e esqueceram de me avisar". Então, Di Melo passou a utilizar o neologismo "imorrível".[12]

Retorno à cena musicalEditar

Voltou às atividades musicais em 1999, sob o nome artístico De Mello.[22] Lançou, então, o álbum Distando Estava, acompanhado pela banda do músico Belchior, pela gravadora Camerati.[2] No decorrer da década de 2000, lançou ainda outros 8 discos pela gravadora independente Medida Provisória Produções (abreviatura MP).[23]

O seu álbum de 1975 foi relançado, em CD, em 2002, dentro da coleção Odeon 100 Anos, coordenada por Charles Gavin[6][16] e teve uma rápida aparição no videoclipe da canção "Don't Stop The Party" dos The Black Eyed Peas.[1][6]

Di Melo em 2010.

Em 2009, voltou a fazer shows[8], em 2011, se apresentou na Virada Cultural[24][25] e em 2014, se apresentou pela primeira vez no festival Psicodália em Rio Negrinho, Santa Catarina.[26]

No dia 12 de novembro de 2015, é lançado o álbum Imorrível pela Casona Produções, que conta com o trabalho de 55 músicos profissionais.[4][27]

Em 2017, foi lançado o curta-metragem Universos, com enredo baseado em seu primeiro álbum. O filme reflete questões cotidianas da cidade de São Paulo. Foi produzido pela CXL Produções, dirigido por Henrique Antonio e protagonizado por Jorge Guerreiro e Viviane Santos.[28]

No dia 4 de junho de 2018, é lançado seu single "A.E.I.O.U." com a banda parisiense Cotonete, pela gravadora francesa Favorite Recordings[29] e para a divulgação, foi feita uma turnê por vários países da Europa.[10]

No dia 27 de maio de 2019, lançou o álbum Atemporal, gravado em São Paulo também com a banda Cotonete. Este disco conta com a participação de sua filha Gabi di Abade, nos vocais de três canções: "A.E.I.O.U.", "Mulher Instrumento" e "Canto da Yara", além de uma parceria inédita com Geraldo Vandré: "Linhas de Alinhar".[10][30] O artista planeja lançar um novo álbum em 2020.[10]

Outras informaçõesEditar

Vida pessoalEditar

Di Melo é filho de Gabriela Dativa dos Santos, cantora e Artur Napoleão de Melo Carneiro Filho, violonista e taxista.[1][4][11]

Em 2000,[10] o artista conheceu sua atual mulher, a baiana Juvenilza Abade dos Santos, apelidada como Jô, em um bloco de carnaval.[31] Ela é responsável pela agenda de shows, entrevistas e gravações de álbuns.[1][6][10][31]

São pais da menina Gabriela, de nome artístico Gabi di Abade, que participa, cantando, em shows e discos do pai.[1][6][10][31]

Características musicaisEditar

Ele teve como influências diversos artistas; nacionais e internacionais. Nomes como Luiz Gonzaga, Elza Soares, Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elis Regina, Tim Maia, Jimi Hendrix, Elvis Presley, Tony Bennett, Frank Sinatra e grupos como The Beatles tiveram grande importância para o artista.[2]

Define seu gênero ou estilo musical como soul, samba rock, black music, funk, jazz rock, balada romântica e bossa luxo.[2]

LivrosEditar

O artista já escreveu dois livros, ainda não publicados: A Mini Crônica da Mulher Instrumento e O Bicho Voador.[4]

Polêmica e opiniõesEditar

Em entrevistas às revistas CartaCapital e Noize, Di Melo expressou muitas opiniões, algumas delas polêmicas. Nesta seção do artigo, estão listadas todas elas.

  • O artista foi acusado de machismo, após polêmicas durante shows. Di Melo, então, declarou que se define como "mulherista".[10]
  • Segundo ele, a música brasileira atual "está resumida a peitos e bundas". Acrescentou que isso "é triste e dolorido", pois hoje um músico não tem mais usufruto de seu trabalho e, ainda, que qualquer música sua "tem nexo e tem plexo, não só sexo."[3]
  • Di Melo também falou sobre a atual situação do Brasil. Segundo ele, apesar dos diversos tesouros que o país tem, nada "vira e não vai virar nunca", e a variedade de problemas que tem o Brasil, está sem o apontamento de soluções eficazes pelas pessoas.[3]
  • O artista criticou as propostas de armamento feitas pelo governo Jair Bolsonaro, dizendo que "liberar armas não é solução, e daqui para frente vai piorar cada vez mais".[3]

LegadoEditar

Segundo Vinícius Feder, colunista do site Soul Art, Di Melo tem tudo para ser reconhecido como um músico de grande legado para a música brasileira, graças a sua trajetória artística.[32] Já segundo Luciano Matos, colunista do site El Cabong, o artista era "um pernambucano que quase ninguém havia ouvido falar" e tornou-se uma "lenda".[5]

Di Melo define seu primeiro álbum, de 1975, como "uma história para a posteridade" e "um som que ultrapassa e perpassa qualquer intempérie".[5] O mesmo álbum, em sua primeira edição, tornou-se uma raridade, com aumento constante de seu preço. Em 2015, o disco podia ser arrematado por 200 reais. Em 2017, a média do preço já era de 600 reais, ou seja, o triplo do primeiro citado.[33] Hoje em dia, é procurado por diversos DJs ao redor do mundo.[6] O artista descobriu sobre a raridade do disco quando encontrou, na Holanda, o mesmo valendo 500 euros.[15]

Em setembro de 2019, o artista teve sua história como alvo de uma crônica escrita por Matheus Medeiros, publicada na revista 440Hz. A descrição da crônica diz que a mesma é sobre "o cultuado Di Melo, seus sumiços e aparecimentos".[34]

O dicionário digital Cravo Albin apresenta, até os dias atuais, uma informação errônea: segundo a página, a morte de Di Melo ocorreu na cidade de Recife, Pernambuco, em data desconhecida. O mesmo dicionário aponta seu nascimento como "circa 1950", ou seja, em algum ano aproximado à 1950.[5][35]

Relação com os fãsEditar

Em 2015, num show em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Di Melo disse que seus fãs "ultrapassam a barreira da beleza" e que os mesmos "engravidam" seu coração.[36] Em entrevista de 2019 à revista Noize, declarou o seguinte:[10]

É um privilégio muito grande. Eu tenho um público belíssimo. São jovens de todas as idades. Inteiramente focados em tudo.

Sua mulher, Jô, disse que é "muito grata" e "fã dos fãs do Di Melo". Definiu-os como um "povo de nível, que pega junto".[10]

Discografia e filmografiaEditar

Entre os anos de 1976 e 1998, em que Di Melo ficou sem gravar ou lançar álbuns, o artista foi compilando novas canções, aproximadamente 400. Destas, aproximadamente 100 foram gravadas para seus álbuns independentes.[12] Algumas outras canções também foram lançadas, nos álbuns Imorrível (2015) e Atemporal (2019).[10][12]

A compilação 32 de Fevereiro é um apanhado de canções de Di Melo gravadas por outros artistas e canções de outros artistas gravadas por Di Melo.[12]

O artista gravou quatro videoclipes musicais: "Kilariô",[37] "Má-Lida",[38] "Papos Desconexos Part. 1"[10] e "Barulho de Fafá", este último para a MTV.[39]

Prêmios e indicaçõesEditar

Di Melo recebeu oito prêmios, apenas no ano de 2012, pelo filme biográfico Di Melo - O Imorrível. Pelo Cine MuBe Vitrine, ganhou o prêmio de melhor curta e a menção especial do júri. No festival Guarnicê de Cinema, ganhou os prêmios de melhor documentário e melhor média-metragem, além do Troféu ABD. Pelo Cine PE, ganhou o prêmio de aquisição pelo Canal Brasil e, no Festival de Gramado, ganhou o prêmio de melhor montagem.

Ano Premiação Indicação Categoria Resultado Fonte
2012 Cine MuBE Vitrine Di Melo - O Imorrível Melhor curta (júri popular) Venceu [43]
Menção especial do júri Venceu [43]
Festival Guarnicê de Cinema Melhor documentário Venceu [43]
Melhor média-metragem Venceu [43]
Troféu ABD Venceu [43]
Cine PE Prêmio aquisição (Canal Brasil) Venceu [43]
Festival de Gramado Melhor montagem Venceu [44]

Notas

  1. Na norma culta da língua portuguesa, o termo correto é "imortal". O neologismo "imorrível" se trata de um trocadilho linguístico de Di Melo, assim como "impodível", palavra também criada por ele.

Referências

  1. a b c d e f Melo, Di. «O CANTOR». Di Melo. Consultado em 14 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2016 
  2. a b c d da Fonseca Barbosa, Antonio Carlos (1 de novembro de 2013). «Di Melo». RitmoMelodia - A Revista que Canta o Brasil. Consultado em 20 de abril de 2019 
  3. a b c d e f g Melo Paiva, Fred (22 de junho de 2019). «Di Melo ressurge em parceria com banda francesa». CartaCapital. Consultado em 30 de agosto de 2019 
  4. a b c d e f g h i j «Quem é "imorrível" sempre aparece?». EntreCultura. 26 de setembro de 2016. Consultado em 17 de fevereiro de 2019 
  5. a b c d e f Matos, Luciano (5 de junho de 2012). «Entrevista: Di Melo - O Imorrível». el Cabong. Consultado em 30 de agosto de 2019 
  6. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t Pinheiro, Marcelo (11 de setembro de 2018). «"Nasci, vivo e vou morrer com arte" - Di Melo em primeira pessoa». Showlivre. Consultado em 14 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 14 de setembro de 2018 
  7. a b «Autor de álbum mítico dos anos 1970, Di Melo faz seu primeiro show na Região Sul». GaúchaZH. 25 de fevereiro de 2014. Consultado em 20 de março de 2018 
  8. a b c «Biografia de Di Melo». Letras. Consultado em 11 de março de 2018 
  9. a b «SOU(L) KILARIÔ». Lamparina Filmes. Consultado em 29 de junho de 2019 
  10. a b c d e f g h i j k l Barros, Bruno (27 de maio de 2019). «Entrevista | Em novo disco, Di Melo é atemporal». NOIZE | Música do site à revista. Consultado em 29 de junho de 2019 
  11. a b c d e f Araújo, Peu (20 de dezembro de 2014). «Entrevistamos Di Melo, Compositor de um dos Discos Mais Importantes da Música Negra Brasileira». Vice. Consultado em 4 de agosto de 2019 
  12. a b c d e f Piffero, Luiza (25 de fevereiro de 2014). «Em entrevista, Di Melo conta a história por trás de seu desaparecimento». GaúchaZH. Consultado em 3 de agosto de 2019 
  13. a b c d e f g h Gros, Julien Le (20 de setembro de 2019). «Di Melo, le son intemporel d'un immortel». Pan African Music (em francês). Consultado em 14 de outubro de 2019 
  14. «Di Melo volta a Fortaleza para show na Praia do Futuro». O POVO Online. 17 de maio de 2018. Consultado em 29 de agosto de 2018 
  15. a b c Dantas, Itamar (15 de julho de 2013). «"A vida em seus métodos diz calma"». Álbum Itaú Cultural. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  16. a b «Di Melo, Di Melo». Globosat Play. 22 de setembro de 2017. Consultado em 30 de junho de 2019 
  17. «Di Melo - Kilariô / Pernalonga (1975, Vinyl)». Discogs. Consultado em 8 de setembro de 2019 
  18. Di Melo: Di Melo - Music Streaming - Listen on Deezer (em inglês), consultado em 7 de julho de 2019 
  19. «Di Melo - Di Melo». AllMusic (em inglês). Consultado em 29 de junho de 2019 
  20. «Di Melo». Dia da Música. Consultado em 11 de março de 2018 
  21. «Various - Blue Brazil Vol. 2 (Blue Note In A Latin Groove)». Discogs. Consultado em 2 de julho de 2019 
  22. Mello, De, Distando Estava, Camerati, 1999, CD
  23. a b c «Discografia». Di Melo. Consultado em 24 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de julho de 2017 
  24. «O verdadeiro balanço do funk, rap, samba e soul na Virada Cultural». Guia Folha. 17 de abril de 2011. Consultado em 29 de junho de 2019 
  25. Galli, Marcelo (15 de abril de 2011). «Di Melo, o 'imorrível', apresenta-se na Virada Cultural». Estadão. Consultado em 29 de junho de 2019 
  26. Faust, Jader (3 de fevereiro de 2014). «Psicodália 2014, o festival que já entrou para a história». Vamos Curtir um Barato. Consultado em 14 de maio de 2019 
  27. a b c «Di Melo». Discogs (em inglês). Consultado em 24 de fevereiro de 2018 
  28. a b «UNIVERSOS». 27 de outubro de 2018. Consultado em 23 de setembro de 2019 
  29. «Di Melo - A.E.I.O.U.». Discogs (em inglês). Consultado em 24 de agosto de 2018 
  30. a b Teinert, Dieter. «COTONETE & DI MELO - Atemporal - FVR148LP». deejay.de (em alemão). Consultado em 14 de abril de 2019 
  31. a b c Andery, Rafael (24 de abril de 2016). «Após décadas de hiato profissional, Di Melo volta aos palcos». Folha de S.Paulo. Consultado em 4 de agosto de 2019 
  32. Feder, Vinícius (13 de setembro de 2012). «Achados & Perdidos: Di Melo, O Imorrível». SOUL ART. Consultado em 15 de setembro de 2019 
  33. Araújo, Pedro Henrique (1 de junho de 2017). «Valorizados pelos colecionadores, vinis chegam a custar 5.000 reais». Veja São Paulo. Consultado em 15 de setembro de 2019 
  34. Melo, Di (25 de setembro de 2019). «Di Melo no Instagram: "CRONICA POR @mathe.medeiros @440hzmag"». Instagram. Consultado em 5 de outubro de 2019 
  35. «Di Melo». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 15 de setembro de 2019 
  36. Baldessarelli, Leonardo (15 de junho de 2015). «Di Melo | Todos os adjetivos do mundo». NOIZE | Música do site à revista. Consultado em 5 de outubro de 2019 
  37. «O imorrível Di Melo lança clipe oficial da clássica canção 'Kilariô'». Livre Opinião. 27 de setembro de 2016. Consultado em 2 de agosto de 2019 
  38. «Di Melo - Má lida (VideoClipe Oficial)». Di Melo Oficial. 24 de fevereiro de 2019. Consultado em 2 de agosto de 2019 
  39. «Cantor e compositor pernambucano Di Melo lança segundo disco 'Imorrível'». CartaCampinas. 9 de novembro de 2016. Consultado em 2 de agosto de 2019 
  40. «Di Melo no Estúdio Showlivre (Ao Vivo)». Deezer. 13 de outubro de 2016. Consultado em 13 de setembro de 2019 
  41. «Di Melo no Estúdio Showlivre, Vol. 2 (Ao Vivo)». Deezer. 19 de outubro de 2018. Consultado em 13 de setembro de 2019 
  42. «Di Melo no Estúdio Showlivre 2019». Showlivre. Consultado em 15 de outubro de 2019 
  43. a b c d e f PortaCurtas. «Di Melo - O Imorrível». Porta Curtas. Consultado em 1 de agosto de 2019 
  44. «Festival de Gramado 2012: Vencedores». Cenas de Cinema. 19 de agosto de 2012. Consultado em 1 de agosto de 2019 

Ligações externasEditar