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Ferrovia Norte-Sul

Ferrovia federal longitudinal do Brasil
Ferrovia Norte-Sul (EF-151)
Vista da Ponte Ferroviária de Estreito MA, parte da Ferrovia Norte-Sul.
Mapa EF Norte Sul.png
Verde: em operação; Vermelho: em construção; Azul: em projeto
EF EF-151
Sigla ou acrônimo FNS
Área de operação Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e São Paulo
Tempo de operação 1996–Presente
Bitola bitola irlandesa
1 600 mm (5,25 ft)
Extensão 2 184 km (1 360 mi)
(4 155,6 km (2 580 mi) projetados)[1]
Interconexão Ferroviária Estrada de Ferro Carajás
Ferrovia Centro-Atlântica
Linha Tronco (Estrada de Ferro Araraquara)
Operadora VLI Multimodal S.A.
(Açailândia (MA) à Porto Nacional (TO))
Rumo Logística
(Porto Nacional (TO) à Estrela d'Oeste (SP))
Website Valec Ferrovia Norte-Sul

A Ferrovia Norte-Sul (EF-151) é uma ferrovia longitudinal brasileira, em bitola larga, projetada para ser a espinha dorsal do sistema ferroviário nacional, interligando as principais malhas ferroviárias das cinco regiões do país. Seu projeto atual foi concebido num eixo norte-sul na região central do território brasileiro, possibilitando a conexão entre as malhas ferroviárias que dão acesso aos principais portos e regiões produtoras do país, que até então estavam regionalmente isoladas. Quando concluída, possuirá a extensão de 4.155 quilômetros e cortará os estados de Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, conectando os extremos do país.

Atualmente, seu traçado efetivo vai de Açailândia (MA) a Estrela d'Oeste (SP). Porém, apenas o trecho entre Açailândia (MA) e Porto Nacional (TO) está totalmente operacional, sob responsabilidade da concessionaria VLI. Já o trecho entre Porto Nacional (TO) e Anápolis (GO), tem suas obras concluídas desde 2014, mas segue não operacional. Por fim, o trecho entre Ouro Verde de Goiás (próximo a Anápolis) e Estrela d'Oeste (SP) segue em fase final de obras, sob responsabilidade da VALEC. Estes dois últimos trechos citados foram concedidos a Rumo Logística, em 28 de março de 2019[2]. A extensão Norte até o estado do Pará e a extensão Sul até o estado do Rio Grande do Sul, seguem em projeto sem data para execução.

CaracterísticasEditar

Concebida sob o propósito de ampliar e integrar a malha ferroviária nacional, a ferrovia Norte-Sul se conecta com a Estrada de Ferro Carajás em Açailândia (MA), de onde é possível chegar ao porto do Itaqui. A partir de Porto Franco (MA), com a implantação da ligação a Eliseu Martins (PI), se conectará com a ferrovia Transnordestina, em construção pela Transnordestina Logística S.A., o que permitirá acesso alternativo da produção aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). Futuramente se conectará com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste-FIOL, em Figueirópolis (TO) e com a FICO, em Campinorte (GO). Em Anápolis (GO), a Norte-Sul se conecta com com a Ferrovia Centro-Atlântica, porém esta opera em bitola métrica, demandando transbordo. Já em Estrela d'Oeste, no estado de São Paulo, a ferrovia se conecta com a malha Paulista da Rumo Logística, dando acesso ao porto de Santos e ao polo econômico e industrial de São Paulo. A partir da malha paulista, também é possível acessar a Ferronorte, que segue até o estado de Mato Grosso.

A ferrovia possui raio mínimo de curva de 343 metros e rampa máxima de 0,6%, o que permite uma velocidade máxima de 83 quilômetros por hora.[3][4] Ao longo de parte de seu trajeto em Goias e em Tocantis, a ferrovia segue paralela à Rodovia Belém-Brasília (BR-153; BR-226 e BR-010) e ao leito do Rio Tocantins.

HistóriaEditar

 
Ferrovia Norte Sul em cruzamento com Rodovia Belém-Brasília, em Imperatriz-MA

O projeto da Ferrovia Norte-Sul começou a ser discutido em 1985, durante o governo do presidente José Sarney, com um traçado inicial que previa a extensão de aproximadamente 1.550 km, entre Açailândia (MA) e Anápolis (GO).

As obras do primeiro trecho entre Açailândia (MA) e Porto Franco (MA), com 215 km, se iniciaram em 1987, mas foram concluídas apenas em 1996 durante o governo Fernando Henrique Cardoso[5][6].

Durante o primeiro governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva, houve a determinação para a retomada da ferrovia até Porto Nacional (TO) e posteriormente até Anápolis (GO).

O primeiro trecho entre Porto Franco (MA) - Araguaína (TO) com 146 km, foi inaugurado em 2007.[7]

Em outubro de 2007, a operação do trecho da Ferrovia Norte-Sul entre Açailândia (MA) e Porto Nacional (TO) foi concedido pela VALEC à Vale, por um período de 30 anos. A companhia foi a única interessada no leilão, pagando o valor mínimo de R$ 1,478 bilhão de reais, sendo R$ 740 milhões em 21 de dezembro de 2007, quando da assinatura do contrato e os 50% restantes pagos em duas parcelas, corrigidas pelo IGP-DI e acrescidas de juros de 12% ao ano, vencendo em dezembro de 2008 e de 2009.

O trecho concedido foi de 722 km, porém somente o trecho entre Açailândia (MA) e Araguaína (TO), com 361 km de extensão, estava concluído em outubro de 2007. Com o dinheiro pago pela concessão, foi realizada a construção do trecho entre Araguaína (TO) e Porto Nacional (TO), com 359 km de extensão.[8]

Em dezembro de 2008 foi entregue mais um trecho da ferrovia, que passou a operar de Açailândia(MA) até Colinas (TO), sendo 250 km de ferrovia no estado de Tocantins e 490 km desde o seu início[9][10].

Em março de 2010 foi inaugurado o trecho entre Colinas (TO) - Guaraí (TO) com 133 km[11][12].

O trecho entre Colinas (TO) e Porto Nacional (TO), que foi previsto inicialmente para 2009 e inaugurado em setembro de 2010 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, somente passou a operar no final de 2012, com a entrega oficial para a concessionária apenas em 2013.

Em 2011 a Vale S.A. desmembrou a operação da Norte-Sul e a uniu a Ferrovia Centro-Atlântica, criando uma empresa dedicada à logística chamada Valor da Logística Integrada - VLI, que passou a operar e administrar o trecho Açailândia (MA) - Porto Nacional (TO).[13][14]

 
Como se pode ler na faixa, primeiro trem de minério na FNS carregado em Porto Nacional. Antes o carregamento era em Guaraí.

Em janeiro de 2011, foram iniciadas as obras do trecho entre Ouro Verde de Goiás (GO) - cidade a cerca de 40 quilômetros a noroeste de Anápolis - e Estrela d'Oeste (SP), com 684 km de extensão[15]. Este trecho é o primeiro fora do projeto inicial da FNS, que tinha o traçado projetado apenas até Anápolis (GO), e posteriormente foi modificado para seguir até o porto de Rio Grande (RS).

O trecho com mais 855 km entre Porto Nacional (próximo a Palmas) (TO) e Anápolis (GO), que era prevista para 2010, somente foi entregue em 2014 pela presidente Dilma Rousseff[16][17], entretanto sem nenhum terminal operacional neste trecho, requerendo investimentos de 700 milhões de reais em pátios intermodais de cargas, viadutos e sinalização, pelo novo operador[18].

Já o trecho entre Ouro Verde (GO) e Estrela d'Oeste (SP) que tinha sua conclusão prometida para o segundo semestre de 2018, teve a obra encerrada com cerca de 95% de execução, onde o seu término ficou a cargo do futuro operador do trecho central[19].

 
Pátio de obras da Ferrovia Norte Sul em Indiara-GO, em 13 de outubro de 2014.

No dia 20 de julho de 2018, o presidente Michel Temer assinou a medida provisória 845/2018, que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário (FNDF). Esta medida garante que todo o valor pago pela outorga da concessão do trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela d'Oeste (SP) da FNS, seja revertido integralmente para a construção do Prolongamento Norte, ligando Açailândia (MA) ao Porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA)[20].

No dia 28 de março de 2019, o governo do presidente Jair Bolsonaro realizou o leilão do trecho central de 1.537 km da Ferrovia Norte-Sul, entre Porto Nacional (TO) e Estrela d'Oeste (SP). A Rumo Logística arrematou a ferrovia pelo valor de 2.719.530.000 de reais (o que representa um ágio de 100,29% sobre o lance mínimo de 1.353.550.000 de reais), por um contrato de concessão de 30 anos, não prorrogável. Além da vencedora Rumo, participou do certame a VLI Multimodal S.A., que ofereceu 2.065.550.000 de reais, representando um ágio de 52,6% em relação ao valor mínimo de outorga.[21] O contrato de concessão foi assinado em Anápolis, no estado de Goiás, em 31 de julho de 2019[22].

 
Cerimônia de assinatura do contrato de concessão do trecho central da Norte-Sul com a Rumo Logística, em 31 de julho de 2019.

TraçadoEditar

Trecho Data de inauguração[23] Comprimento (km) Comprimento desde Açailândia (km) Inicio das obras Observações e Conexões
Barcarena (PA) - Açailândia (MA) Indefinido 493 450 2019 (previsto) Em projeto
Açailândia (MA) - Porto Franco (MA) 1996 215 215 1987 Estrada de Ferro Carajás em Açailândia (MA), MA-122 próximo a João Lisboa (MA), BR-010 próximo a Imperatriz (MA), MA-138 próximo a Porto Franco (MA), Ramal ferroviário de 28 km ligando a fábrica da Suzano em Imperatriz até a ferrovia.[24]
Porto Franco (MA) - Aguiarnópolis (TO) 2007 42 247 ? Ponte sobre o Rio Tocantins entre as cidades de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), BR-226 próximo a Aguiarnópolis (TO). Patio Multimodal de Aguiarnópolis.
Aguiarnópolis (TO) - Araguaína (TO) 2007 114 361 ? Patio Multimodal de Araguaína/Babaçulândia (TO)[25]
Araguaína (TO) - Colinas do Tocantins (TO) 2008 153 514 ? Patio Multimodal de Colinas (TO)[25]
Colinas do Tocantins (TO) - Guaraí (TO) Março 2010[26] 100 614 ? Patio Multimodal de Guaraí (TO)[25]
Guaraí (TO) - Palmas (TO) 21 de setembro de 2010 150 764 2007[27] Pátio Multimodal de Palmas/Porto Nacional às margens da TO-080, próximo ao distrito de Luzimangues (Porto Nacional - TO).[25]
Palmas (TO) - Uruaçu (GO) 2012 456 1220 2008[28] Concluida Pátio Multimodal de Gurupi (TO)[25] e entroncamento com a Ferrovia Oeste-Leste em Figueirópolis (TO).
Uruaçu (GO) - Anápolis (GO) 2014 280 1500 2008[28][29] Inaugurada[30]
Ouro Verde (GO) - Estrela D'Oeste (SP) Previsto para 2º semestre de 2018 684 2184 2011[31] Em construção
Estrela D'Oeste (SP) - Panorama (SP) Indefinido 264 2548 Indefinido Em projeto
Panorama (SP) - Chapecó (SC) Indefinido 951 3499 Indefinido Em estudo
Chapecó (SC) - Rio Grande (RS) Indefinido 833 4332 Indefinido Em estudo

Prolongamento sulEditar

O trecho em estudo, ligando Panorama (SP) e Rio Grande (RS), é atualmente chamado de Prolongamento Sul. A princípio, o projeto foi dividido em dois trechos:

Inicialmente o trecho ligando Panorama (SP) e Porto Murtinho (MS), sob a identificação EF-267, foi chamado de prolongamento sul da Ferrovia Norte-Sul.[32] Porém, este trecho foi incluído no Plano Nacional de Viação no dia 8 de maio de 2008, não mais como parte da FNS e sim como uma ferrovia que se conectará a ela, chamada Ferrovia do Pantanal.[33]

Prolongamento norteEditar

O trecho ligando o Porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA) e Açailândia (MA) é chamado de prolongamento norte da Ferrovia Norte-Sul,[32] fazendo parte da EF-151. Estima-se que este trecho terá 450 km.

RamaisEditar

Atualmente a ferrovia conta com dois ramais ferroviários:

Trechos em operaçãoEditar

Porto Nacional (TO) - Açailândia (MA)Editar

O trecho de 720 quilômetros entre Porto Nacional (TO) e Açailândia (MA), e operado pela VLI Multimodal S.A., proprietária da concessionária Ferrovia Norte-Sul S.A.. A operação no trecho possibilita uma economia de 8% no transporte de grãos até o Porto do Itaqui (São Luís), comparado ao uso de caminhões. O trecho transporta, principalmente, soja (55%), celulose (25%) e combustíveis (10%). [34]

 
Locomotiva VLI 8264 (EMD SD70), em São Luís, MA.

A carga principal da Ferrovia Norte Sul é a soja, embarcada em Porto Franco-MA e em Colinas do Tocantins-TO [35][36], mas também transporta celulose para a Suzano Maranhão, que construiu um ramal próprio de 28 km da fábrica em Imperatriz (MA) até a ferrovia, com destino ao Porto do Itaqui [37].

Pela ferrovia é feito o transporte de combustíveis de São Luís até o terminal em Porto Nacional, e há a previsão de transportar álcool do Tocantins para o porto de Itaqui[38][39]. O volume movimentado pelo terminal subiu de 110 milhões para 270 milhões de litros combustível de 2014 a 2016.[40]

Entre 2012 e 2015, o escoamento de grãos aumentou de 2,6 para 4,2 milhões de toneladas, 55% do volume total escoado no trecho. [41]O Terminal Integrador Porto Nacional tem capacidade para armazenar até 60 mil toneladas de grãos e movimentar 2,6 milhões de toneladas por ano. O Terminal de Palmeirante (TO) possui um armazém de 90 mil toneladas e pode expedir até 3,4 milhões por ano[42].

De 2014 a 2017, foram escoados 11,7 milhões de toneladas de grãos entre Porto Nacional (TO) e o Porto de Itaqui (São Luís).[43]. De janeiro a outubro de 2017, foram escoados 5,5 milhões de toneladas de grãos, superando em mais de 30% o que foi registrado em todo ano de 2015.[44]

O trecho em operação tem capacidade para transportar até 9 milhões de toneladas de grãos por ano, mas sofre com a falta de vias de acesso aos trilhos.[45]

Começou a funcionar em abril de 2017 um eixo que faz a travessia de caminhões com destino a Porto Nacional por balsas de Santana do Araguaia (PA) até Caseara (TO), por 4 quilômetros do Rio Araguaia[46]. Assim, viagens que levavam 20 horas passaram a levar duas, elevando em 7% o volume recebido do Leste e Nordeste de Mato Grosso e do Sul do Pará.[47]

O Porto do Itaqui transportou 1,184 milhão toneladas de papel e celulose de janeiro a outubro de 2017, produzidos pela unidade da Suzano Papel e Celulose em Imperatriz(MA), trazidos pela Ferrovia Norte Sul e Ferrovia Carajás.[48]

A duração da viagem entre Porto Nacional e o Porto de Itaqui tem, em média, 3,5 dias.[49]

Porto Nacional (TO) - Anápolis (GO)Editar

Desde a inauguração até a concessão, o trecho entre Porto Nacional e Anapólis promoveu sob gestão da Valec, o transporte de 18 locomotivas (fev/2015), 26 mil toneladas de farelo de soja (dez/2015), 13 mil toneladas de madeira triturada (dez/2016 a mar/2017), 8 mil ton. de minério de manganês (out/2017) e 62 barras de trilhos de 240 metros cada - aprox. 1000 ton. (dez/2017).[50]. A capacidade de transportar novas cargas neste trecho inaugurado em 2014, era limitado tanto pela falta de terminais[51], quanto pela incapacidade de fazer esta carga chegar a um porto, limitada pela capacidade na Estrada de Ferro Carajás que somente poderia absorver novos trens após a conclusão da duplicação em 2018[52][53].

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Valec: Ações e Projetos». Consultado em 25 de março de 2013. Arquivado do original em 15 de março de 2013 
  2. «Corrupção e má gestão marcam a história da ferrovia Norte-Sul | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  3. [1]
  4. http://felipemonteirodecarvalho.blogspot.com/2010/01/velocidade-maxima-das-ferrovias.html
  5. "Empresa apresenta Ferrovia Norte Sul em Água Boa". In: Webtranspo[ligação inativa]
  6. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 1 de maio de 2009 
  7. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 28 de abril de 2010 
  8. «Folha Online - Dinheiro - Única interessada, Vale leva ferrovia Norte-Sul por R$ 1,4 bi - 03/10/2007». Consultado em 28 de Outubro de 2009 
  9. «Revista Ferroviária: notícias sobre ferrovias, metrôs, trens e indústria ferroviária no Brasil». Consultado em 28 de outubro de 2009 
  10. «Portal Stylo - Trecho Colinas-Guaraí da Ferrovia Norte-Sul deve ser entregue em abril». Consultado em 28 de outubro de 2009 [ligação inativa]
  11. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2010 
  12. http://mgondim.blogspot.com/2009/08/apresentacao-sobre-ferrovia-norte-sul.html
  13. Valor Econômico (1 de novembro de 2012). «Criação da VLI». RevistFerroviária. Consultado em 9 de novembro de 2014 
  14. http://jmonline.com.br/novo/?noticias,6,POL%CDTICA,58906
  15. https://www.opopular.com.br/editorias/economia/começam-as-obras-do-ramal-sul-da-norte-sul-1.80524
  16. Paula Resende e Fernanda Borges (22 de maio de 2014). «Inaugurado trecho da FNS em Goiás». G1. Consultado em 9 de novembro de 2014 
  17. Valec. «Terminais e Pátios da FNS». Valec. Consultado em 9 de novembro de 2014. Arquivado do original em 9 de novembro de 2014 
  18. «Corrupção e má gestão marcam a história da ferrovia Norte-Sul | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  19. http://www.avancarparcerias.gov.br/ferrovia-ef-151-sp-mg-go-to-ferrovia-norte-sul
  20. https://exame.abril.com.br/brasil/temer-cria-fundo-ferroviario-e-prioriza-investimentos-no-para/
  21. Leilão da Ferrovia Norte-Sul renderá R$ 2,7 bilhões ao Governo Federal
  22. Rumo assina contrato de concessão da Ferrovia Norte-Sul em Anápolis
  23. «Governo quer criar mais 12 mil km de trilhos em 10 anos - Estadao.com.br». Consultado em 28 de Outubro de 2009 
  24. «Suzano Papel e Celulose inicia produção na fábrica de Imperatriz – Jornal Pequeno». Jornal Pequeno. 2 de janeiro de 2014 
  25. a b c d e http://conexaoto.com.br/noticia/gaguim-discute-infraestrutura-de-patios-multimodais-com-presidente-da-valec/7545
  26. Inauguração do trecho Colinas-Guaraí
  27. [2]
  28. a b http://www.oempreiteiro.com.br/index.php?id_mat=1009&home=not&tabela=materias[ligação inativa]
  29. http://www1.folha.uol.com.br/poder/1120319-pf-aponta-superfaturamento-na-obra-da-ferrovia-norte-sul.shtml
  30. http://blog.planalto.gov.br/ferrovia-norte-sul-entra-em-operacao-comercial/
  31. http://www.iturama.mg.gov.br/Noticias/ferrovia-nortesul-iturama-busca-expandir-desenvolvimento-por-meio-da-extensao-sul.html[ligação inativa]
  32. a b «Cópia arquivada» (PDF). Consultado em 28 de maio de 2009. Arquivado do original (PDF) em 16 de abril de 2014 
  33. «EMI-3-MT-MP-MF-Mpv-427-08». Consultado em 28 de outubro de 2009 
  34. «Corrupção e má gestão marcam a história da ferrovia Norte-Sul | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 2 de fevereiro de 2018 
  35. http://br.search.yahoo.com/r/_ylt=A0geu8EuQG9PinYALz7z6Qt.;_ylu=X3oDMTBybjFrcjVnBHNlYwNzcgRwb3MDNARjb2xvA2FjMgR2dGlkAw--/SIG=12tc68ktp/EXP=1332719790/**http%3a//www.jornalpequeno.com.br/2011/5/31/o-misterio-do-tegram-157538.htm[ligação inativa]
  36. http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/Ferrovia-Norte-Sul-FNS/Colinas-terminal-ferroviario.shtml
  37. Suzano (21 de março de 2014). «Suzano Inaugura fábrica em Imperatriz». Suzano. Consultado em 9 de novembro de 2014 
  38. Raizen. «Terminal de Distribuição de Porto Nacional vai atender diversos estados». Raizen. Consultado em 9 de novembro de 2014. Arquivado do original em 9 de novembro de 2014 
  39. Daniel Lopes (17 de abril de 2012). «Base da Petrobras em Porto Nacional vai distribuir combustível para cinco Estados». Tocantins Hoje. Consultado em 9 de novembro de 2014 
  40. «Corrupção e má gestão marcam a história da ferrovia Norte-Sul | EXAME». exame.abril.com.br. Consultado em 4 de fevereiro de 2018 
  41. «Safra recorde intensifica transporte de grãos sobre trilhos no Brasil». Agronegócio | Gazeta do Povo 
  42. «Safra recorde intensifica transporte de grãos sobre trilhos no Brasil». Agronegócio | Gazeta do Povo 
  43. «Norte-Sul sai atrás de carga para fazer ferrovia render». Folha de S.Paulo 
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  47. «Norte-Sul sai atrás de carga para fazer ferrovia render». Folha de S.Paulo 
  48. Redação. «Portos e Navios - Itaqui movimenta 16,3 milhões de toneladas de janeiro a outubro». Consultado em 4 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2018 
  49. «Norte-Sul sai atrás de carga para fazer ferrovia render». Folha de S.Paulo 
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  53. Hiroshi Bogea (28 de outubro de 2014). «Paralisação da duplicação da Ferrovia Carajás desemprega duas mil pessoas». Hiroshi Bogea. Consultado em 9 de novembro de 2014 

Ligações externasEditar