Usuário(a):Andreas Herzog/Arquivo 2008

Replacement filing cabinet.svg
Arquivo
2004 | 2005 | 2006
2007 | 2008 | 2009
2010 | 2011 | 2012
2013 | 2014 | 2015
2016 | 2017 | 2018
2019 | 2020

Nomes dos paísesEditar

Andreas, gostava de o convidar a votar numa proposta de alteração de alguns nomes de países em Discussão:Lista de países. Obrigado. Gameiro (discussão) 13h05min de 14 de Janeiro de 2008 (UTC)

  • Prezado... houve algum caso de vandalismo? Se não, não há necessidade de proteção - basta colocar as mesmas como tuas vigiadas e, ocorrendo algo, aí sim, cabe a medida... Abraços, Conhecer ¿Digaê 17h19min de 16 de Janeiro de 2008 (UTC)

QueluzEditar

Bom dia Andreas, reverti a sua edição em Queluz (cidade), pois o artigo Queluz (Sintra) é sobre a freguesia (que faz neste momento parte da cidade de Queluz); por outro lado, aínda não tive oportunidade de editar o Queluz (Sintra), para não haver informações duplicadas. Note que, mesmo o INE faz essa separação: basta verificar o nº de habitantes nas publicações daquela entidade, quando fala em cidades e em freguesias; e a própria página da junta de freguesia de Queluz, faz a separação entre

Por outro lado aínda, é a povoação de Queluz que evoluiu para vila e depois para cidade, e não a freguesia, que é (ou era) composta por várias povoações, incluíndo a povoação de Queluz.

As fontes estão lá. Cumprimentos, Carlos MSG 09h14min de 29 de Janeiro de 2008 (UTC)

ProtecçãoEditar

Olarecas. Creio que já está! Bom trabalho, -- Nuno Tavares 00h15min de 1 de Fevereiro de 2008 (UTC)

Linha de sucessão ao trono de PortugalEditar

Olá Andreas, reverti a edição de um Ip que inseriu no artigo para sua versão. O Ip colocou na minha discussão um aviso dizendo que as informações dele eram corretas, como foi você que removeu antes preferi manter sua versão. Podes me dar uma luz sobre o assunto? Cumprimentos. Fabiano msg 22h04min de 9 de Março de 2008 (UTC)

Visconde da LourinhãEditar

Prezado Andreas, Necessitei abrir o verbete Visconde da Lourinhã. Quando e se puderes podes fazer-me uma conferência nele, que a nobreza não é a minha área? Grato, Carlos Luis Cruz (discussão) 13h06min de 26 de Março de 2008 (UTC)

Portuguese TimorEditar

User Merbabu is trying to erase the infobox included on the article Portuguese Timor. This kind of infobox exists in many other articles in Wikipedia. He is just trying to impose his own view in the article. Is there some action that can be done against it? Emerson

Convite para o WikiTugaEditar

Olá Andreas Herzog! Gostava de te convidar a participar no primeiro encontro nacional de wikipedistas em Portugal, denominado WikiTuga, que se realizará em Coimbra, na data proposta de 7 de Junho de 2008. O objectivo é, entre outros assuntos, debater a criação da Wikimedia Portugal. Se estiveres interessado, inscreve-te! Waldir msg 22h40min de 28 de Abril de 2008 (UTC)

Linha de sucessão ao trono de PortugalEditar

Olá Andreas Herzog.

Já estou ao par do que esteja acontecendo. Como ainda vou ficar por aqui por algumas horas, travei alguns verbetes e vigiarei outros. Abraços.--OS2Warp msg 23h08min de 28 de Abril de 2008 (UTC)

Nome da Senhora DuquesaEditar

Caro usuário Andreas Herzog: Caso não saiba, Hilda Toledano era o pseudónimo literário da Duquesa D. Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gota Bragança, não tendo nunca ela tido Hilda Toledano como nome de baptismo (facto esse que poderá confirmar em todas as fontes bibliográficas disponíveis). Como tal, agradece-se que não cometa vandalismo nem copie informação das Wikipédias estrangeiras que contêm inúmeros erros sobre as personalidades portuguesas. Queira, por favor, tornar o artigo sobre D. Maria Pia de Bragança para o seu título original (que era o título que estava correcto). Obrigado. 84.90.92.195 (discussão) 00h33min de 30 de Abril de 2008 (UTC)

Herzog, por que movimentou o verbete supracitado? Está apenas a fomentar a guerra de edições da qual reclamou para OS2Warp, como também em edições como esta. Sabe-se que Hilda Toledano era o pseudônimo da dita. Agora, se para a justiça portuguesa, bem como de outros países, o nome dela é reconhecidamente Maria Pia, como aliás deve constar nos autos do julgamento dos anos 1980 sobre o espólio dos Bragança, não há por que tomar essa atitude agora. Cumprimentos. --Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 01h53min de 30 de Abril de 2008 (UTC)
Agradece-se que restabeleça o título correcto e original do artigo e que não apague a lista dos membros da Casa de Bragança-Wettin no artigo da linha de sucessão, pois estes também se alegam activamente como pretendentes ao trono de Portugal. Não cometa vandalismo, promova antes uma Wikipédia isenta e sem tomadas de posição de parte a parte. Obrigado. 84.90.92.195 (discussão) 16h00min de 30 de Abril de 2008 (UTC)

Diferenças ortográficas


Caro editor,
Sua contribuição para a Wikipédia é bem-vinda. A Wikipédia em português é escrita e lida por falantes portugueses, brasileiros, africanos, timorenses e não só. Por isso devemos conviver com todas as variantes da língua e ser tolerantes para com as diferenças ortográficas.

Assim, não mude a ortografia da norma brasileira para a norma luso-africana (por exemplo, projeto para projecto; ótimo para óptimo etc) nem o contrário (como no artigo "Conde de Castelo Melhor"). Para mais informações recomendo-lhe a página Versões da língua portuguesa.

Claro que está à vontade para emendar erros ortográficos reais e que não derivem das diferenças entre normas estabelecidas da língua portuguesa.

Obrigado pelo interesse demonstrado e boas contribuições!--Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 00h24min de 4 de Maio de 2008 (UTC)

RosárioEditar

O cromo é um lunático. Por mim apaga-se tudo. Vê este linque :) [1] Fica bem, Muriel (discussão) 08h29min de 7 de Maio de 2008 (UTC)

Pesquisa WikipédiaEditar

Caro wikipedista,

Estou entrando em contato com você para pedir a sua cooperação. Sou doutoranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG/Brasil) e minha tese trata da Wikipédia Lusófona. Após estudar as políticas oficiais e recomendações da Wikipédia, entro agora na fase de coleta de dados qualitativos sobre os wikipedistas registrados que contribuem para o desenvolvimento e sustentação dessa rede social online.

Eu gostaria de convidá-lo a participar ativamente da minha pesquisa, contando a sua experiência na Wikipédia, as suas expectativas em relação ao projeto colaborativo e quaisquer outras informações que você considerar interessantes. A sua participação, como de todos wikipedistas independentemente de localização geográfica, é muito importante para que possamos conhecer melhor na área acadêmica esse e outros fenômenos de colaboração coletiva na contemporaneidade.

Um web site especialmente criado para divulgar e informar os objetivos e metodologia da pesquisa, vinculado ao domínio da UFMG, foi criado no endereço http://www.fafich.ufmg.br/interacoeswikipedistas. Neste web site também há informações de como serão os contatos com os wikipedistas interessados em participar, prioritariamente através do e-mail tjohnson@fafich.ufmg.br.

Coloco-me à disposição para quaisquer sugestões e esclarecimentos que se fizerem necessários quanto à pesquisa e espero contar com o seu apoio.

Atenciosamente,

Telma Johnson Doutoranda em Comunicação Social Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Belo Horizonte, Brazil

Telma Johnson--201.80.196.70 (discussão) 19h50min de 8 de Maio de 2008 (UTC)

Guarda-morEditar

Não encontro fonte que me permita denominar o director da Torre do Tombo entre 1998 e 2001 como «guarda-mor» pelo que me parece preferível suprimir essa menção.

Que lhe parece?

Acscosta (discussão) 17h40min de 10 de Maio de 2008 (UTC)


Obrigado pela ligação.

Tinha andado à procura da página da TT na Internet e constatei que desapareceu ([2])! Não consigo compreender, da parte de responsáveis por este tipo de instituições, a falta de bom senso em relação à continuidade da informação na Internet!

A minha leitura, mais formalista porventura, é de que a menção, constante da antiga página, a «Guardas-Mores e Directores» significa que, até um determnado momento, se designaram guardas-mores e a partir desse momento se passaram a designar directores (penso que também se designaram presidentes, quando a TT foi um instituto público, sendo essa a designação típica do dirigente máximo de um instituto público).

Mantenho por isso, e salvo melhor informação, a opinião de que deveríamos suprimir a referência a guarda-mor no artigo em causa.

Acscosta (discussão) 18h31min de 10 de Maio de 2008 (UTC)

RespostaEditar

Absolutamente nada contra sua pessoa. De fato, quando lhe ofereci a palavra para chegarmos a um consenso, você simplesmente me ignorou. Em relação a suas edições, apenas me manifestei em verbetes que, direta ou indiretamente, estão na minha lista de vigiados e que, na minha concepção, não estão de acordo – como bem pode perceber que foram apenas três de suas várias edições, o que injustifica sua paranóia.

Sobre o biografado, não vi o que lhe mereça menção – sua bibliografia nada mais demonstra do que o afazer de qualquer doutor. Decerto, é aqui mencionado apenas por pretender nobreza, visto que como ele há uma infinidade de doutores. --Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 00h01min de 11 de Maio de 2008 (UTC)

E desde já: não sei se você é que tem algo contra, mas não se deve alterar variante da língua. Sabe bem disso e se insistir informarei a um administrador o ocorrido. --Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 00h11min de 11 de Maio de 2008 (UTC)

Duque de BragançaEditar

Olá; nesta edição informou que D. Pedro II do Brasil passou a usar, desde a proclamação da República, o título de duque de Bragança de jure. Poderia, por favor, informar referência bibliográfica que corrobore essa informação? Grato. --Tonyjeff ¿Uíqui-o-quê? 23h19min de 14 de Maio de 2008 (UTC)


Wikiprojeto:História e SociedadeEditar

Olá, Andreas Herzog/Arquivo 2008, receba as nossas boas-vindas.


Notamos teu interesse em História e gostaríamos de te convidar a participar do desenvolvimento do Projeto História e Sociedade, tendo como objetivo o aumento e melhoria do conteúdo sobre História na Wikipédia Lusófona.

Boa estadia na Wikipédia!  . Saudações!

Tosão (discussão) 23h54min de 18 de Maio de 2008 (UTC)

WikiTuga é já dia 7!Editar

Olá Andreas Herzog! Desculpa estar a chatear mais uma vez, mas precisamos *mesmo* que confirmes a tua presença (ou ausência...) no 1º Encontro Nacional de Wikipedistas em Portugal, WikiTuga, que se realizará Coimbra, a 7 de Junho de 2008.

Caso a data não seja conveniente, por favor indica o(s) dia(s) que te convêm mais na página de discussão, para que se possa encontrar um compromisso que sirva à maioria. Não deixes de assinar aqui, indicando se irás ou não, para que possamos ter uma percepção da quantidade de pessoas com que podemos contar!

Cumprimentos, Waldir msg 18h40min de 25 de Maio de 2008 (UTC)

OrãEditar

Desculpe, Andreas, mas não me é possível concordar com a sua opinião. Pelo mesmo raciocínio, teríamos que adotar "Iran", "Afghanistan", "Uzbekhistan" e outras grafias que você consideraria "neutras", a julgar pelo seu raciocínio acerca de "Oran". Estamos na wikipédia em português, é uma das grafias em português que devemos adotar para a cidade de Orã (a exceção é o título de filmes e livros estrangeiros, que segue regras próprias). Gabbhhhein? 14h52min de 26 de Maio de 2008 (UTC)

Convite para o Portal da AnarquiaEditar

Saudações anarquista wikipedista!

 
Este usuário é um frequentador
do Portal da Anarquia.

Gostaria de te convidar para fazer parte da criação e manutençaõ do Portal da Anarquia da Wikipédia. Você pode adicionar seu nome na lista de participantes e contribuir com alguns artigos e organização do projeto. Os verbetes que contemplam várias vertentes do anarquismo, a história desta forma de organização e a biografia de seus expoentes

Saudações libertárias.

--Phil f. loius 12h57min de 27 de Maio de 2008 (UTC)

Andreas HerzogEditar

Agradecemos que não edite arbitrariamente os artigos da Wikipédia; ao fazê-lo, obriga que outros editores percam tempo valioso a reverter as suas a(c)ções. Se não quiser ser considerado como um vândalo (o que poderá levar a um bloqueio seu na Wikipédia, impedindo-o assim de editar), utilize esta página para realizar os seus testes de edição.

Cumprimentos. Acscosta (discussão) 21h24min de 30 de Maio de 2008 (UTC)

Não entendo o que se passou aqui pois eu não escrevi este texto.

Vou solicitar aos administradores uma intervenção

Acscosta (discussão) 21h27min de 30 de Maio de 2008 (UTC)

Terá, segundo me dizem, sido erro do sistema, ou click involuntário num botão.

Se foi o segundo caso, as minhas desculpas.

Acscosta (discussão) 22h11min de 30 de Maio de 2008 (UTC)

Contribuições do usuárioEditar

Bom dia Andreas

O senhor pode verificar as contribuições do 84.90.92.195 D​ C​ E​ F ? Algumas eu reverti por ter ocorrido remoção indevida de conteudo mas tem outras que eu não sei se são caso de vandalismo ou não.

Amplexos Tumnus msg 12h08min de 9 de Junho de 2008 (UTC)

Ainda não tive outra resposta Tumnus msg 13h04min de 10 de Junho de 2008 (UTC)

Re: Duarte e o RosárioEditar

Citação: Lampiao escreveu: «Caro senhor José Travassos Valdez, esclareça-me um ponto sff. O senhor Poidimani é português?»

Olá, mais uma vez, Lampiao. Penso que esse nome que me citou é do usuário Reifazdeconta D​ C​ E​ F. Eu não sou essa pessoa. Em relação à pergunta que me efectuou, passo a responder: D. Miguel II era alemão, Duarte Nuno era austríaco e Duarte Pio é suíço (e, recentemente, parece que foi processado por ter falsificado a sua pretensa nacionalidade portuguesa). Quanto a D. Maria Pia, ela sim, era portuguesa (nascida em Lisboa) e D. Rosário é italiano. Ou seja, na data de início da corrida à sucessão do trono de Portugal, apenas a D. Maria Pia de Bragança se encontrava com nacionalidade válida para corresponder a isso. Ao deter essa validade, à partida seriam os seus descendentes quem poderia continuar a sucessão. Sendo Duarte Pio e Rosário ambos estrangeiros, observa-se qual dos seus antecessores teria mais validade: Duarte Nuno ou Maria Pia. Sendo um estrangeiro e outro português, penso que a resposta é clara. Espero ter respondido à sua questão. Um abraço. Anjo-sozinho (discussão) 18h57min de 10 de Junho de 2008 (UTC)
Dizer que Duarte Pio nasceu na Embaixada de Portugal é daquelas fábulas que só entram na cabeça de quem gosta de sonhar. Além disso, a urgente necessidade de Duarte Nuno falsificar a nacionalidade do filho deveu-se ao facto dele mesmo reconhecer que já nem parente do Rei era e que na sua frente estavam nada mais nada menos que 36 primos e seis tias (sendo uma dessas pessoas a própria mulher de D. Manuel II, D. Augusta Vitória, prima em 3º grau de D. Manuel II e descendente de D. Maria II). Duarte Nuno pensou que podia realizar o velho sonho miguelista de colocar-se na frente de todos - recorrendo ao afastamento forçado de D. Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gota Bragança, filha legitimada de D. Carlos I -, através da falsificação dos registos de nascimento, o seu e o do seu filho, fazendo-os passar por nacionais portugueses (quando não tinham senão direito a um processo de naturalização). Não obstante, o próprio Duarte Pio também decidiu enganar os portugueses apresentando-se a todos como "Duarte Pio João Miguel Gabriel (e mais não sei quantos arcanjos) de Bragança", quando, na verdade, o seu nome é simplesmente Duarte Pio de Bragança. Contudo, parece que nem os arcanjos lhe valem neste processo (porque Deus não gosta de pantomineiros). 84.90.92.195 (discussão) 20h13min de 10 de Junho de 2008 (UTC)
É sempre bom recordar aos apoiantes da Causa Miguelista que: «Art. 86º - A Senhora D. Maria II, por graça de Deus, e formal abdicação e cessão do Senhor D. Pedro I, Imperador do Brasil, reinará sempre em Portugal». Duarte Pio não descende de D. Maria II, ao contrário de D. Maria Pia de Bragança que era sua bisneta. 84.90.92.195 (discussão) 20h13min de 10 de Junho de 2008 (UTC)

Recomendações de leituraEditar

Caro Andreas Herzog: tenho notado uma enorme exaltação da sua parte nos últimos dias por causa da questão dinástica portuguesa, mas venho, por este meio, não só recomendar que se acalme como também dizer-lhe que "os meus propósitos" não são nada contrários aos seus. Acontece que, numa questão tão delicada quanto esta, não podemos - nem devemos - partir de "verdades absolutas" (como tem sido o tratamento dado às alegações feitas por Duarte Nuno e Duarte Pio de Bragança. Em vez disso, devemos procurar analisar toda a História e tentar compreender as legações dos membros da Casa de Bragança e dos membros da Casa de Bragança-Wettin (evitando-se as disputas e discussões às quais temos assistido). Entende? Ora bem, como resposta ao pedido que me efectuou, recomendo-lhe a leitura de um livro do biógrafo do Rei D. Carlos I: Jean Pailler; Maria Pia: A Mulher que Queria Ser Rainha de Portugal, Lisboa: Bertrand, 2006; e recomendo mais ainda a leitura de um livro antigo de Manuel de Bettencourt e Galvão intitulado Ao Serviço d'El-Rei (Cadernos Políticos), Lisboa: Gama, 1949, pp. 123-129, e a leitura de Fernando Luso Soares: Maria Pia, Duquesa de Bragança contra D. Duarte Pio, o senhor de Santar, Lisboa: Minerva, 1983. Depois dessas leituras credíveis, gostava que tornasse a dar feedback sobre a questão dinástica. Um abraço. 84.90.92.195 (discussão) 22h56min de 10 de Junho de 2008 (UTC)

Questão dinástica portuguesaEditar

Preferi abrir um Wikipedia:Pedidos de opinião/Questão dinástica portuguesa. Tumnus msg 13h19min de 11 de Junho de 2008 (UTC)

Acho que consegui incluir tudo na proposta de votação. Será que dá pra começar no dia 25 de Junho ? Podemos discutir alterações em Wikipedia Discussão:Votações/Questão dinástica portuguesa. Tumnus msg 15h36min de 23 de Junho de 2008 (UTC)

D. Maria Pia de Bragança e D. Rosário Poidimani (esclarecimento)Editar

Caro Andreas Herzog,

Em virtude das recentes conclusões publicadas pelo utilizador Gonçalo Veiga sobre as pretensões de D. Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gota Bragança e de D. Rosário Poidimani, e, em especial, dado o conjunto de informações erradas e outras incompletas sobre toda a delicada - e controversa - questão dinástica portuguesa, procedi também eu a uma profunda investigação sobre os factos existentes e sobre o histórico judicial do assunto em debate. Assim sendo, apresento abaixo as devidas conclusões (com a informação completa).

O tribunal da Sacra Rota Romana não só não arquivou o processo em questão, como o caso foi julgado até ao final e possui três momentos distintos:

  • Primeiro momento: Em 1972 é interposta uma acção contra D. Maria Pia de Bragança na qual Duarte Nuno reclama: "pretende-se que o autor tenha a faculdade de pedir a supressão do acto de baptismo dos registos da paróquia de Madrid (...) ou que seja cancelado o nome do rei D. Carlos I do assento de baptismo como pai de Maria Pia Saxe Coburgo de Bragança". Depois, na data de 6 de Dezembro desse mesmo ano, o tribunal da Sacra Rota Romana não reconhece a Duarte Nuno a legitimidade necessária para ser proponente de uma acção dessa natureza (por este não possuir um grau de parentesco próximo ao último rei de Portugal);
  • Segundo momento: Duarte Nuno, na data de 27 de Junho de 1973, faz uma nova apelação e, por decisão de 26 de Outubro de 1974, os padres auditores deliberam que o recorrente tem legitimidade para a causa apresentada. Todavia, e por sua parte, D. Maria Pia de Bragança recorre dessa decisão a 1 de Março de 1975 e é ordenado, posteriormente, Duarte Pio como sucessor mortis causa. Desse modo, tornava-se necessário para a decisão processual que este último apresentasse um comprovativo do cumprimento da norma LXXIX das "Regras do tribunal da Sacra Rota Romana". Ora Duarte Pio podendo, e devendo, nessa altura processual e perante a Sacra Rota Romana, fazer a demonstração da sua legitimidade como duque de Bragança, não o faz, remetendo-se apenas ao mais tumular dos silêncios (ver referência bibliográfica: SOARES, Fernando Luso; "Maria Pia, duquesa de Bragança, contra Duarte Pio, o senhor de Santar", págs. 96-99)
  • Terceiro momento: Em 1992 é, então, decretada a sentença final do processo iniciado por Duarte Nuno e no qual é validado em todo o seu vigor o certificado de reconhecimento da paternidade e baptismo de D. Maria Pia de Bragança e do qual constam os dizeres do próprio rei D. Carlos I:

"Eu, El-Rei, faço saber aos que a presente carta virem, atendendo as circunstâncias e qualidades da muito nobre senhora Dona Maria Amélia de Laredó, e querendo dar-lhe um testemunho autêntico da minha real consideração, reconheço por muito minha amada filha a criança a quem dera a luz a mencionada Senhora na freguesia do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa a treze de Março de mil novecentos e sete. Sendo bem-visto, considerado e examinado por mim, tudo o que fica acima inserido e peço às autoridades eclesiásticas ponham-lhe as águas baptismais e os nomes de Maria e Pia, a fim de poder chamar-se com o meu nome, e gozar de ora em diante deste nome com as honras, prerrogativas, proeminências, obrigações e vantagens dos infantes da Casa de Bragança de Portugal. Em testemunho e firmeza do sobredito fica a presente carta por mim assinada. Com o selo grande das minhas armas. Dada no Paço das Necessidades a catorze de Março de mil novecentos e sete. Carlos primeiro, El-Rei."

Já agora, aproveito e levanto a seguinte questão: porque não pode, nem tenta, provar Duarte Pio ser o legítimo duque de Bragança?

Recordemos um pouco a História de Portugal e da Casa de Bragança: o primeiro duque de Bragança a ser rei de Portugal foi, como se sabe, D. João IV. Acontece que, nessa época, não só esse título não era da Coroa como nem sequer fazia parte da Lei Mental. Assim, reconhece-se que foi por livre vontade que D. João IV juntou este título à Coroa fixando que, dali por diante, o título e os respectivos bens do ducado passariam a ser pertença do Príncipe herdeiro de Portugal (mais tarde designado de Príncipe Real) e, ainda, que serviriam para garantir o seu sustento. Quando, em meados do séc. XIX, Mouzinho da Silveira acabou definitivamente com os morgadios, manteve, no entanto, o morgadio do ducado de Bragança (pelo facto deste manter a sua função inicial: dar sustento ao Príncipe Real.

Perante isto, julgo ser necessário apresentar mais explicações detalhadas sobre algumas situações que podem parecer incoerentes (de acordo com o que acabei de relatar). Senão vejamos:

D. João IV tinha um filho primogénito, D. Teodósio III, que era o príncipe herdeiro e também duque de Bragança. Acontece que, D. Teodósio III morre em 1653 sem filhos, ainda antes do próprio rei D. João IV (que morre em 1656). O duque de Bragança passa, então, a ser o filho secundogénito, D. Afonso VI, que se torna também herdeiro presuntivo por morte do seu irmão. O reinado de D. Afonso VI foi bastante conturbado, sendo-lhe mesmo retirada a regência (que passou para o irmão D. Pedro), mas D. Afonso VI continuou a ser rei de Portugal e duque de Bragança até morrer. Quando morre, sucede-lhe o irmão já regente, com o nome de D. Pedro II. Como D. Pedro II foi rei sem ser duque de Bragança, também não recebe esse título enquanto rei. Quando as Cortes, em 1698, reconhecem o filho de D. Pedro II como sucessor deste, D. João V passa a ser o duque de Bragança. A partir daqui, e até D. Pedro V, tudo vai andando sem sobressaltos excepto quando morre o Príncipe Real sem existir príncipe da Beira e o título passa para um irmão. Foram os casos de D. Pedro que morre com 2 anos; D. José de Bragança, que morre prematuramente com 29 anos e sem filhos; e de D. Francisco António, que morre com 6 anos. No reinado de D. Maria II, o Príncipe Real era o seu filho primogénito, D. Pedro, que também era o duque de Bragança. Quando D. Pedro é aclamado rei como D. Pedro V, ele pretende manter o ducado até ter filhos. Entretanto, acontece que D. Pedro V morre sem filhos e sucede-lhe no trono o seu irmão D. Luís I. Ora este rei nunca tinha sido Príncipe Real, nem Príncipe da Beira e, também não era, duque de Bragança. Quando nasce o futuro rei, D. Carlos I, passa ele a ser o Príncipe Real e também o duque de Bragança. Quando nasce o seu filho primogénito, D. Luís Filipe, o Príncipe Real passa a ser também o duque de Bragança. No momento em que ambos são assassinados, pai e filho, sucede-lhes imediatamente D. Manuel II (que passa de infante a rei sem ter sido Príncipe Real, nem Príncipe da Beira, nem mesmo duque de Bragança, tal e qual como tinha acontecido com o seu avô, D. Luís I). Entretanto, durante esse curto e último reinado, Portugal não chega a ter um Príncipe Real e, como tal, não tem nenhum duque de Bragança. O último Príncipe Real fora D. Luís Filipe, e fora também ele o último duque de Bragança (em tempo de vigência da Monarquia). Após a morte do rei D. Manuel II, o título passa automaticamente para a Princesa Real, D. Maria Pia de Bragança, meia-irmã de D. Manuel II, a quem o rei D. Carlos I concedeu todos os privilégios de infanta da Casa de Bragança (e conforme o confirmou a sentença do tribunal da Sacra Rota Romana em 1992). Esse título (o de duque de Bragança) jamais poderia passar para a linhagem do ramo Miguelista não só porque essa linhagem estava banida perpetuamente, mas porque era liderada apenas por primos em 5º grau do último rei (e, por esse motivo, eles nem sequer representavam parentes válidos face à Lei).

Acrescente-se que, para preservar o estatuto de chefe de casa dinástica, se para tal legitimidade tivessem à luz do direito internacional, e assim, dessa forma, manter o estatuto de soberano não reinante, o ex-infante D. Miguel I e os seus descendentes (no qual se inclui Duarte Pio de Bragança), nunca poderiam ter abdicado dessa soberania como o fizeram ao longo de gerações. Exemplos disso: o ex-infante D. Miguel I quando, em Évoramonte, assinou uma adenda declarando que nunca mais se imiscuiria em negócios deste reino e seus domínios; Miguel II, avô de Duarte Pio, quando serviu no exército Austríaco; o seu filho Duarte Nuno quando mandou os seus partidários obedecer a D. Manuel II; e, inclusive, o próprio Duarte Pio de Bragança, tendo servido voluntariamente na Força Aérea portuguesa e, por esse motivo, jurado bandeira, jurou respeitar a Constituição e as leis da República Portuguesa (na qual se inclui o art.º 288, alínea b, nº 2 "a forma republicana constitui um limite material à própria revisão constitucional") e tornou-se assim num cidadão igual a todos os outros.

Ao referido cidadão Duarte Pio de Bragança, sendo então ele um cidadão igual aos outros, não se compreende as referências de teor falso e ofensivo onde o mesmo referido cidadão se intitula de duque de Bragança e chefe da Casa Real Portuguesa numa clara ofensa aos preceitos legais vigentes e à sentença do Supremo tribunal de Justiça de 18-12-1990, SJ99112120809642 de 12-12-91, que diz:

I - A referência e o uso de títulos nobiliárquicos portugueses só é permitida quando os interessados provem que estavam na posse e no uso do título antes de 5 de Outubro de 1910 e que as devidas taxas foram pagas;

II - Este direito só pode ser comprovado por certidões extraídas de documentos ou registos das Secretarias de Estado, do Arquivo Nacional ou de outros arquivos ou cartórios públicos existentes antes de 5 de Outubro de 1910.

Note-se: tendo Duarte Pio de Bragança nascido a 13 de Maio de 1945 em Berna, na Suíça, é óbvio de que ele não poderia estar na posse dos referidos títulos antes de 1910. Quanto ao seu pai, Duarte Nuno, também ele não poderia estar na posse dos títulos porque, apesar de ter nascido em 1907, não só estava banido e proscrito pelas leis vigentes como ainda era de nacionalidade austríaca.

Note-se também que: sendo o título em questão – duque de Bragança – pertencente ao Príncipe D. Luís Filipe (assassinado com seu pai, Sua Majestade El-Rei D. Carlos I, a 1 de Fevereiro de 1908), logo após a morte do monarca e do seu herdeiro directo, esse mesmo título passou para a Coroa portuguesa e ficou reservado para o filho de D. Manuel II (não fosse o caso do último rei ter morrido em estranhas circunstâncias, em 1932, e sem deixar descendência). É nessa altura que o título passa para D. Maria Pia de Bragança, meia-irmã de D. Manuel II, e, em 1987, para D. Rosário Poidimani, através de cooptação (um mecanismo jurídico raro, mas possível e permitido pelo direito nobiliárquico internacional).

Conclusão: não estando na posse da chefia da Casa Real Portuguesa, nem tendo direito à mesma, cada vez que Duarte Pio de Bragança se apresenta perante os meios de Comunicação Social como alegado duque de Bragança encontra-se a cometer uma grave ilegalidade e um crime atentatório das leis vigentes em Portugal.

Em relação a todas as questões que o Sr. Gonçalo Veiga levantou a respeito da sucessão do trono, saiba que elas não possuem qualquer cabimento nesta discussão porque não existe nenhum trono em Portugal ao qual se possa suceder. Se algum dia, porventura, se colocar a questão de uma restauração da Monarquia, então aplicar-se-á eventualmente o que D. Manuel II deixou escrito no Pacto de Paris:

1º - Na falta de sucessor directo (como foi o caso do próprio D. Manuel II que não deixou filhos), aceitar-se-á o sucessor indicado pelas Cortes;

2º - Igualmente se aceitará a resolução das Cortes quanto à Constituição política da Monarquia restaurada.

Deste modo, caberá às Cortes decidirem se D. Rosário Poidimani, enquanto duque de Bragança, poderá ser eleito rei; se Duarte Pio, enquanto senhor de Santar, poderá ser eleito rei; se o duque de Loulé ou quaisquer outros pretendentes que lutem por esta mesma Causa poderão, ou não, ser eleitos reis. Recordando o ditado popular: "quem tiver unhas é quem tocará a viola...".

Ao observar-se este escrito deixado pelo último rei de Portugal, fica-se com uma clara noção de que D. Manuel II tinha uma grande consciência das questões dinásticas e dos problemas sucessórios. Porém, fica-se também com a noção de que, na eventualidade de uma restauração da Monarquia, caberá sempre ao povo escolher o seu rei e isso não impede que o legítimo duque de Bragança, D. Rosário Poidimani, se possa apresentar como candidato à Coroa (ou, então, um qualquer plebeu - fundando-se desse modo uma nova Dinastia).

Quanto às questões que o Sr. Gonçalo Veiga levantou sobre o afastamento da infanta D. Cristina, saiba que tal deveu-se ao facto dela ver o desgaste da vida da sua mãe, sempre lutando contra tudo e contra todos (e ainda traída por alguns), e não pretender passar pelo mesmo sofrimento que lhe causaria uma luta similar com os Miguelistas/Duartistas.

Quanto ao facto de D. Rosário Poidimani ser estrangeiro podemos sempre recordar que, por exemplo, na Suécia, o general francês Bernardotte ascendeu ao trono e foi bastante estimado e acarinhado pelo povo. Porém, caberá – como o disse D. Manuel II - ao povo decidir isso em caso de restauração da Monarquia.

De resto, para todos aqueles que advogam a "causa" de Duarte Pio, o senhor de Santar, que é de nacionalidade suíça e que se encontra presentemente a ver desmascaradas as suas mentiras (desde a falsificação da nacionalidade até à falsificação dos seus apelidos), então recomenda-se que façam uma leitura atenta à verdadeira sucessão dos titulares da Casa de Bragança e compreendam que nela nunca existiram Miguéis, nem Duartes.

Após a apresentação desta exaustiva investigação sobre a sucessão dinástica da Casa de Bragança, intitulada Bragança-Wettin desde o segundo casamento da rainha D. Maria II, penso que fica clarificada a legitimidade da reivindicação da senhora D. Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gotha Bragança e do seu herdeiro (por cooptação) em deterimento de Duarte Pio (cujo único título que detém por direito é o de senhor de Santar).

Creio também que não restam quaisquer dúvidas sobre o facto de não se poder falar em direitos de sucessão a algo que não existe – o trono – e que, caso e quando venha a existir, caberá às Cortes definirem as regras de acordo aliás com os tempos actuais (volvidos agora que estão quase cerca de 100 anos desde a queda da Monarquia em Portugal).

Penso que todos os utilizadores e administradores já perceberam o fundo desta questão.

Agradeço toda a atenção dispensada. Um abraço. Anjo-sozinho (discussão) 23h15min de 21 de Junho de 2008 (UTC)

Adelaide de BragançaEditar

Olá Andreas. Foi decidido por votação a fusão dos artigos sobre os pretendentes ao trono português: Maria Pia de Saxe-Coburgo-Gota Bragança, Rosário Poidimani, Miguel II de Bragança, Duarte Nuno de Bragança e Duarte Pio de Bragança, e seus descendentes. Sendo Adelaide de Bragança descendente de Miguel II de Bragança, a votação é válida para o artigo. Para além disso, os artigos Miguel II de Bragança e dos seus outros filhos foram todos fundidos em Casa de Bragança. Agradecia que não desfizesse a fusão. Obrigado. Pcjrm (discussão) 23h03min de 31 de Julho de 2008 (UTC)

Brasão de AlmeirimEditar

Olá. Há alguns anos fizeste upload desta imagem para o Commons. Tenho andado em busca do brasão do município de Almeirim (este é apenas a freguesia), o único município português cujo brasão não existe na Wikipédia. O site de onde são originários todos estes brasões [3] aparentemente deixou de existir, e com ele se perdeu o contacto de Sérgio Horta, o criador. Contacto-te para saber se porventura possuis o contacto desta pessoa, talvez ele consiga arranjar o brasão do município que falta. Se puderes, responde-me na minha talk page da Wikipédia inglesa. Obrigado. Cumprimentos, Húsönd (discussão) 00h13min de 13 de Agosto de 2008 (UTC)

Nomes e títulosEditar

Caro Andreas, não me lembro se alguma vez interagimos neste espaço, mas hoje ao ver o seu post na Esplanada, fui ver as causas do desencanto e decidi escrever-lhe e pedir-lhe que reconsidere. Não sei se viu as minhas opiniões sobre os assuntos acima... Penso que são semelhantes às suas, mas decidi não me desgastar em discussões e concentrar-me nos conteúdos. Não me lembro do exemplo, mas já me aconteceu revisitar um artigo passados vários meses e finalmente revertê-lo à forma que eu considero correta, uma vez que os usuários que o tinham modificado já se tinham "aposentado", pois a única contribuição que sabem é modificar coisas sem importância - como não sabem contribuir de outra forma, quando vêem o seu trabalho "terminado", desistem... Enquanto que nós ficamos, porque sabemos que uma Enciclopédia é uma coisa viva, dinâmica e sempre incompleta. Abraço apertado. --Rui Silva (discussão) 08h04min de 8 de Setembro de 2008 (UTC)

Olá Andreas, gostaria que continuasse conosco, não deixe que pequenas coisas o afastem do que gosta de fazer, editar, criar artigos não é para qualquer um saiba disso e você criou vários muito bem. Um grande abraço Jurema Oliveira (discussão) 16h06min de 8 de Setembro de 2008 (UTC)

Comece a usar já o Acordo Ortográfico na WP-ptEditar

Caro/a Andreas Herzog,

Vários governos lusófonos estão a tomar medidas em prol da futura implementação das novas normas do Acordo Ortográfico de 1990 (AO) nos seus respetivos países. Assumindo um papel pioneiro, a Wikipédia de língua portuguesa decidiu começar a aceitar, desde já, as regras do AO em pé de igualdade com as normas ainda em vigor nos diversos países lusófonos. Os calendários de adoção do AO irão variar de país para país, mas é certo que, mais tarde ou mais cedo, todos terão de se adaptar a uma nova forma de escrever.

Assim sendo, venho convidá-lo/a começar a utilizar já o AO. Terá de alterar os seus hábitos de escrita, mas verá que tais alterações não são muito profundas e, na maioria dos casos, são relativamente fáceis de adotar. Para começar, recomendo-lhe que leia a página de ajuda Como usar o acordo ortográfico. Poderá esclarecer as suas dúvidas consultando o dicionário disponível gratuitamente e/ou recorrendo ao nosso consultório ortográfico, ou seja, ao subprojeto Facilitar do Projeto Acordo Ortográfico. E comece, já hoje na WP, a praticar a forma como vai ter de escrever, amanhã, em todo o lado! Vai ver que não é difícil! Um abraço, Manuel de Sousa (discussão) 13h07min de 5 de Outubro de 2008 (UTC)

Sexto WikiactividadeEditar

Começou o Sexto Wikiactividade. Inscrevam-se e participem. Bons artigos! Lijealso 00h03min de 1 de Dezembro de 2008 (UTC)