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Acidente nuclear de Fukushima I
Imagem de 16 de março de 2011 dos quatro prédios dos reatores danificados. Da direita para a esquerda: Unidades 1, 2, 3 e 4.
JAPAN EARTHQUAKE 20110311.png
Mapa mostrando o epicentro do terremoto e a posição das centrais nucleares afetadas.
Localização Ōkuma, Fukushima
 Japão
Data 11 de março de 2011 (8 anos)

Acidente nuclear de Fukushima Daiichi (福島第一原子力発電所事故 Fukushima Dai-ichi Loudspeaker.svg? pronúncia genshiryoku hatsudensho jiko?) foi um desastre nuclear ocorrido na Central Nuclear de Fukushima I em 11 de março de 2011, causado pelo derretimento de três dos seis reatores nucleares da usina.[1] A falha ocorreu quando a usina foi atingida por um tsunami provocado por um maremoto de magnitude 8,7.[2]

A usina começou a liberar quantidades significativas de material radioativo em 12 de março,[3] tornando-se o maior desastre nuclear desde o acidente nuclear de Chernobil, em abril de 1986, e o segundo (depois de Chernobil) a chegar ao nível 7 na Escala Internacional de Acidentes Nucleares,[4] inicialmente liberando cerca de 10-30% da radiação do incidente anterior.[5]

A Comissão de Investigação Independente do Acidente Nuclear de Fukushima considerou que o desastre nuclear foi "artificial" e que suas causas diretas eram todos previsíveis. O relatório também descobriu que a usina era incapaz de aguentar o terremoto e o tsunami. Um estudo separado feito por pesquisadores da Universidade de Stanford descobriu que as usinas japonesas operadas pelas maiores empresas de serviços públicos eram particularmente desprotegidas contra possíveis tsunamis.[2] Dois funcionários da Tokyo Electric Power Company (TEPCO) morreram de ferimentos causados ​​pelo terremoto e outros seis receberam exposição à radiação acima do limite de tempo de vida.[6] Em setembro de 2018, uma morte por câncer resultou em um acordo financeiro para a família de um ex-operário da estação.[7][8] Um relatório do Comitê Científico das Nações Unidas sobre os Efeitos da Radiação Atômica[9] e da Organização Mundial da Saúde não projetou aumento nos abortos, natimortos ou distúrbios físicos e mentais em bebês nascidos após o acidente.[10] Mais de 171 mil pessoas foram evacuadas e ainda não puderam voltar para suas casas.[6] Estima-se que 1.600 mortes tenham ocorrido, principalmente entre idosos que viviam em casas de repouso, devido a más condições de evacuação.[11][12]

Um programa contínuo de limpeza intensiva para descontaminar as áreas afetadas e desmantelar a usina levará de 30 a 40 anos.[13] Uma barreira no solo, construída na tentativa de evitar uma maior contaminação das águas subterrâneas,[14] diminuiu a quantidade de água contaminada coletada.[15] Em agosto de 2013, no entanto, uma enorme quantidade de água radioativa foi detectada. Houve contínuos vazamentos de água contaminada na usina e alguns no mar. Trabalhadores da fábrica estão a tentar reduzir os vazamentos através de algumas medidas, como a construção de muros subterrâneos químicos, mas eles ainda não têm melhorado significativamente a situação.[16]

O acidenteEditar

 
Vista aérea de Sendai em 12 de março de 2011.
 
A usina vista do mar em 2013.

Sismo e tsunamiEditar

 Ver artigo principal: Sismo e tsunami de Tohoku de 2011

O terremoto Tōhoku de 9,0 MW ocorreu às 14:46 de sexta-feira, 11 de março de 2011, com o epicentro perto de Honshu, a maior ilha do Japão.[17] Produziu forças g de terra máximas que excederam as tolerâncias do projeto do reator sísmico. No entanto, os valores de choque estavam dentro das tolerâncias de design nas unidades 1, 4 e 6.[18]

O terremoto provocou um tsunami de 13 a 15 metros que chegou aproximadamente 50 minutos depois. As ondas superaram o paredão de 5,7 metros da usina,[19] inundando os porões dos prédios de turbinas da usina e desativando os geradores a diesel de emergência[20] em aproximadamente 15h41.[21]

Explosão dos reatoresEditar

Devido à falta de arrefecimento pela água, os reatores, mesmo desativados, aqueceram levando a uma fusão parcial do núcleo nos reatores 1, 2 e 3; explosões de hidrogênio destruíram o revestimento superior dos edifícios de alojamento dos reatores 1, 3 e 4; uma explosão danificou o confinamento dentro do reator 2; e múltiplos incêndios eclodiram no reator 4. Além disso, as barras de combustível armazenado em piscinas de combustível irradiado das unidades 1-4 começaram a superaquecer os níveis de água nas piscinas abandonadas. Receios de vazamentos de radiação levaram a uma evacuação de 2000 km de raio ao redor da planta. Os trabalhadores da fábrica sofreram exposição à radiação e foram temporariamente evacuados em vários momentos. Em 11 de abril, as autoridades japonesas designaram a magnitude do perigo em reatores 1, 2 e 3 no nível 7 da Escala Internacional de Acidentes Nucleares (INES).[22] A energia foi restaurada para partes da central nuclear em 20 de março, mas máquinas danificadas por inundações, incêndios e explosões permaneceram inoperantes.[23]

ConsequênciasEditar

 
Mapa da zona de exclusão da área atingida pela radiação nos arredores da usina.
 
Mapa das áreas contaminadas ao redor da usina em abril de 2011.
 
Centro da cidade de Namie abandonado em 2011.
 
Aviso de níveis perigosos de radiação em Kashiwa em fevereiro de 2012.
 
Técnicos da Agência Internacional de Energia Atômica visitam a usina em 2013.

Medições realizadas pelo Ministério da Ciência e Educação do Japão nas áreas do norte do Japão entre 30 e 50 km da área apresentaram níveis altos de césio radioativo, suficientes para causar preocupação.[24] Alimentos produzidos na área foram proibidos de serem vendidos. Foi sugerido que as medições mundiais de iodo-131 e de césio-137 indicaram que os lançamentos radioativos de Fukushima são da mesma ordem de grandeza que os lançamentos de isótopos do desastre de Chernobil em 1986;[25][26][27] O governo de Tóquio recomendou que a água da torneira não deve ser usada temporariamente para preparar alimentos para crianças. Contaminação por plutônio[28][29] foi detectada no solo em dois locais da central nuclear.[30]

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) anunciou em 27 de março que os trabalhadores da central foram internados por precaução, em 25 de março, por terem sido expostos a níveis de radiação entre 2 e 6 Sv em seus tornozelos quando em pé na água na unidade 3.[31][32][33] A reação internacional ao acidente também era preocupante. O governo japonês e a TEPCO (empresa japonesa de energia elétrica) têm sido criticados por má comunicação com o público[34][35] e esforços de limpeza improvisados.[36] Especialistas dizem que uma força de trabalho de centenas ou mesmo milhares levariam anos ou décadas para limpar a área.[37] Em 20 de março, o chefe de gabinete do secretário Yukio Edano anunciou que a estação seria desativada logo que a crise acabar.

Vazamentos de material radioativoEditar

Em 9 de abril de 2013, houve vazamento de água radioativa proveniente dos tanques subterrâneos de armazenamento, contaminando  o solo e as água nas proximidades. A Tepco (Tokyo Electric Power Company) informou que o vazamento havia sido mínimo e que fora controlado, sendo que a água radioativa já havia sido armazenada numa área restrita. Na ocasião, a usina de Fukushima já tinha armazenado mais de 270 mil toneladas de água altamente radioativa, consumindo mais de 80% da capacidade de armazenamento da usina. A Tepco adiantou que a quantidade de água contaminada deve dobrar nos próximos três anos e que planeja atender a demanda de armazenamento através da construção de centenas de tanques de água adicionais, em meados de 2015.[38]

Três meses depois, em 9 de julho, a Tepco informou que o nível de césio radioativo da água de um poço na área da usina era 90 vezes maior do que três dias antes, e que a água contaminada poderia se espalhar pelo Oceano Pacífico. A Tepco também informou que os níveis de césio-134 na água do poço estavam em 9.000 becquerels por litro, ou seja, 150 vezes o nível máximo permitido. Já o nível de césio-137 atingira 18.000 becquerels - 200 vezes o nível permitido. Foram os mais altos níveis de césio apresentados desde o desastre de março de 2011.[39]

Contaminação do Oceano PacíficoEditar

A Tepco usa diariamente um grande volume de água para refrigerar os reatores da usina que foram desativados após o acidente. Toda essa água é armazenada em mais de mil tanques construídos no local. Em contato com as varetas de combustível nuclear, a água se torna altamente radioativa e precisa ser armazenada em grandes tanques, onde passa por um processo de purificação. 400 toneladas de água radioativa são produzidas a cada dia em Fukushima.[40]

Em agosto de 2013, quase dois anos e meio após o acidente nuclear, verificaram-se vários vazamentos de material radioativo e, ainda, a possibilidade de um grande transbordamento de água contaminada com material radioativo para o Oceano Pacífico, colocando em estado de emergência o complexo nuclear de Fukushima e acirrando as pressões sobre a Tepco. O governo do Japão acredita que os vazamentos de água estejam ocorrendo há dois anos.[41]

A Tepco havia construído uma barreira subterrânea junto ao mar, mas a água proveniente dos reatores danificados está passando por cima da estrutura de contenção. Segundo um dirigente do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão, o volume de água despejado diariamente no Pacífico é de aproximadamente 300 toneladas. Segundo o jornal Asahi Shinbun, uma força-tarefa do governo japonês calculou em três semanas o prazo para a água contaminada chegar à superfície.[42][43]

Nos últimos dois meses, a Tepco tem trabalhado com o Governo numa solução que consiste em congelar o solo em volta dos reatores, para impedir a saída de água radioativa e seu contacto com a água limpa que vem das montanhas. Para isso, será necessário fazer perfurações no solo e injetar um fluido refrigerante, num perímetro de 1,4 km. A metodologia nunca foi testada nessa escala e poderá custar 40.000 milhões de ienes (310 milhões de dólares).[43]

Até pouco tempo atrás, a Tepco dizia que conseguira manter a água radioativa na região da usina e que havia sido bem sucedida em evitar que essa água fosse para o oceano. Tal afirmação foi contestada, e a Tepco afinal admitiu que provavelmente parte da água contaminada estaria vazando para o mar.[44]

No final de agosto, um vazamento dessa água radioativa usada no resfriamento de um dos reatores danificados fez a Teco elevar o nível de risco de 1 para 3, na Escala Internacional de Acidentes Nucleares (conhecida como escala Ines, sigla de Intencional Nuclear and Radiological Event Scale), que vai até 7. De fato já houve pelo menos quatro vazamentos semelhantes. Aparentemente, a causa desses eventos está na vedação dos tanques de armazenamento. Segundo Neil Hyatt, professor da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, "para manter o ritmo de armazenamento da água radioativa, a Tepco optou por usar tanques com vedação plástica. Rachaduras nessas vedações foram as causas no vazamento". Acredita-se que 30% dos tanques tenham sido construídos dessa forma. [40] Os efeitos da nuvem radioativa chegaram até a costa oeste do Canadá.[45][46]

Ver tambémEditar

Referências

  1. Wakatsuki, Yoko (20 de fevereiro de 2014). «New radioactive water leak at Japan's Fukushima Daiichi plant». cnn.com. Cópia arquivada em 1 de março de 2014 
  2. a b Phillip Lipscy, Kenji Kushida, and Trevor Incerti. 2013. "The Fukushima Disaster and Japan’s Nuclear Plant Vulnerability in Comparative Perspective." Environmental Science and Technology 47 (May), 6082-6088.
  3. «Explainer: What went wrong in Japan's nuclear reactors». IEEE Spectrum. 4 de abril de 2011. Consultado em 24 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de julho de 2011 
  4. «"Analysis: A month on, Japan nuclear crisis still scarring"». Consultado em 24 de agosto de 2014. Arquivado do original em 14 de abril de 2011  'International Business Times (Australia). 9 April 2011, retrieved 12 April 2011; excerpt, According to James Acton, Associate of the Nuclear Policy Program at the Carnegie Endowment for International Peace, "Fukushima is not the worst nuclear accident ever but it is the most complicated and the most dramatic...This was a crisis that played out in real time on TV. Chernobyl did not." «Cópia arquivada». Consultado em 24 de agosto de 2014. Arquivado do original em 18 de abril de 2011 
  5. Frank N. von Hippel (setembro–outubro de 2011 vol. 67 no. 5). «The radiological and psychological consequences of the Fukushima Daiichi accident». Bulletin of the Atomic Scientists. pp. 27–36. Consultado em 24 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2011  Verifique data em: |data= (ajuda)
  6. a b Richard A. Clarke; R.P. Eddy (2017). Warnings: Finding Cassandras to stop catastrophe. [S.l.]: Harper Collins. p. 84 
  7. «Japan acknowledges first radiation death from nuclear plant hit by tsunami». ABC News. 6 de setembro de 2018. Consultado em 30 de abril de 2019 
  8. «No, The Cancer Death Was Probably Not From Fukushima». Consultado em 30 de abril de 2019 
  9. «Increase in Cancer Unlikely following Fukushima Exposure – says UN Report». Unis.unvienna.org 
  10. «Fukushima disaster predicted to raise cancer rates slightly» 
  11. Smith, Alexander (10 de setembro de 2013). «Fukushima evacuation has killed more than earthquake and tsunami, survey says». Consultado em 11 de setembro de 2013. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2013 
  12. «Stress-induced deaths in Fukushima top those from 2011 natural disasters». Arquivado do original em 27 de setembro de 2013 
  13. Justin Mccurry (10 de março de 2014). «Fukushima operator may have to dump contaminated water into Pacific». The Guardian. Consultado em 10 de março de 2014. Cópia arquivada em 18 de março de 2014 
  14. Peter Fairley (20 de outubro de 2015). «Startup Time for Fukushima's Frozen Wall. Here's Why it Should Work». IEEE. Consultado em 13 de novembro de 2015 
  15. «Tepco's 'ice wall' fails to freeze Fukushima's toxic water buildup». 8 de março de 2018. Consultado em 30 de abril de 2019 – via www.reuters.com 
  16. «Japan nuclear plant suffers worst radioactive water leak». cbcnews. 8 de fevereiro de 2013. Consultado em 12 de fevereiro de 2013. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2014 
  17. «Magnitude 9.0 – near the East coast of Honshu, Japan». Earthquake.usgs.gov. Consultado em 17 de março de 2011. Arquivado do original em 12 de março de 2011 
  18. «Fukushima faced 14-metre tsunami». World Nuclear News. 24 de março de 2011. Consultado em 24 de março de 2011. Cópia arquivada em 16 de junho de 2011 
  19. Eric Talmadge (1 de julho de 2011). «AP: First 24 hours shaped Japan nuke crisis». Google.com. Consultado em 13 de julho de 2011 
  20. «The 2011 off the Pacific coast of Tohoku Pacific Earthquake and the seismic damage to the NPPs» (PDF). Consultado em 13 de julho de 2011. Arquivado do original (PDF) em 22 de maio de 2011 
  21. «TEPCO press release 3». Tepco (Nota de imprensa). 11 de março de 2011. Cópia arquivada em 25 de abril de 2011 
  22. MARTIN FACKLER (11 de março de 2011). «Powerful Quake and Tsunami Devastate Northern Japan». The New York Times (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  23. KOSAKU NARIOKA (20 de março de 2011). «Japan Nuclear Fight May Have Turned Cornern». The Wall Street Journal (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  24. «Caesium fallout from Fukushima rivals Chernobyl». New Scientist. Consultado em 30 de março de 2011. Cópia arquivada em 30 de março de 2011 
  25. «Aktuelle Informationen». Web site of the Central Institute for Meteorology and Geodynamics (ZAMG), Austria's national weather service agency (dados em alemão). Consultado em 12 de abril de 2011. Arquivado do original em 29 de abril de 2011 
  26. MacKenzie, Debora (24 de março de 2011). «Fukushima radioactive fallout nears Chernobyl levels». New Scientist (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014. Cópia arquivada em 25 de março de 2011 
  27. Charlie Martin, Science and Technology Editor. «New Scientist and the Wall of Zeros». Pajamas Media 
  28. FREDRIK DAHL (19 de março de 2011). «Japan mulls Fukushima food sale ban: IAEA». Reuters (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  29. Justin McCurry (23 de março de 2011). «Tokyo water unsafe for infants after high radiation levels detected». The Guardian (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  30. «"Results of Pu measurement in the soil in Fukushima Daiichi Nuclear Power Plant", TEPCO Attachment to press release 28 March 2011» (PDF). Tepco (em inglês). 23 de março de 2011. Consultado em 11 de julho de 2014 
  31. «Tainted Water at 2 Reactors Increases Alarm for Japanese». The New York Times (em inglês). 27 de março de 2011. Consultado em 11 de julho de 2014 
  32. «Fukushima Nuclear Accident Update Log». AIEA (em inglês). 2 de junho de 2011. Consultado em 11 de julho de 2014 
  33. KANAKO TAKAHARA and KAZUAKI NAGATA (26 de março de 2011). «Level of iodine-131 in seawater off chart». Japan Times. Consultado em 27 de março de 2011 
  34. Wieland Wagner (15 de março de 2011). «Problematic Public Relations:Japanese Leaders Leave People in the Dark». Der Spiegel (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  35. «China urges Japan's openness amid panic buying of salt». Channel News Asia (em inglês). 17 de março de 2011. Consultado em 11 de julho de 2014 [ligação inativa] 
  36. Veronika Hackenbroch, Cordula Meyer e Thilo Thielke (8 de agosto de 2011). «A Hapless Fukushima Clean-Up Effort:'We Need Every Piece of Wisdom We Can Get'». Der Spiegel (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  37. Julie Makinen, Ralph Vartabedian (9 de abril de 2011). «Containing a calamity creates another nuclear nightmare». Der Spiegel (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  38. «Radioactive water leaks from Fukushima nuclear plant». Agence France-Presse, Reuters e Associated Press (em inglês). DW. 8 de dezembro de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  39. «Radioactive cesium level soars 90-fold at Fukushima in just 3 days». Reuters (em inglês). Russia Today. 9 de junho de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  40. a b «Japão eleva gravidade de vazamento radioativo em Fukushima; entenda». BBC. 21 de agosto de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  41. «Usina de Fukushima libera água contaminada no mar "há 2 anos", diz Japão». Reuters. 7 de agosto de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  42. «Vazamento de água radioativa cria nova emergência em Fukushima». O Globo. 5 de agosto de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  43. a b «Governo japonês vai intervir em Fukushima para conter água radioactiva». Público (jornal). 7 de agosto de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  44. «Fukushima libera 300 ton de água contaminada no mar». Grupo Estado. O Estado de S. Paulo. 7 de agosto de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 
  45. CHARLIE SMITH (4 de dezembro de 2013). «Government research shows Fukushima radiation spike over southwestern British Columbia in 2011». Straight.com (em inglês). Consultado em 11 de julho de 2014 
  46. «Report reveals highest level of radioactive xenon-133 to hit Canada after Fukushima over 6,000% more than gov't website claims». ENENews (em inglês). 8 de dezembro de 2013. Consultado em 11 de julho de 2014 

Ligações externasEditar