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Barcelona Sporting Club

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O Barcelona Sporting Club é um clube equatoriano de futebol da cidade de Guayaquil. É o clube mais popular do Equador com 43% da preferências de e-mail nacional.[1]

Barcelona
Barcelona SC escudo.png
Nome Barcelona Sporting Club
Alcunhas Colossal
Todos, menos unos cuantos
El Ídolo del Astillero
Natalicio Ídolo del Ecuador
Los Amarillos
Toreros
Fundação 1 de maio de 1925
Estádio Estádio Monumental Isidro Romero Carbo
Capacidade 57.267 lugares
Presidente Equador José Francisco Cevallos
Treinador Uruguai Guillermo Almada
Patrocinador Equador Pilsener
Material (d)esportivo Equador Marathon
Competição Campeonato Equatoriano
Website http://www.barcelonasc.com.ec/
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Barcelona, também conhecido como Barcelona de Guayaquil, foi fundado em 1º de maio de 1925 no bairro de Astillero, na cidade de Guayaquil. Um grupo de jovens espanhóis torcedores do Barcelona da Catalunha, apaixonados por futebol e conhecidos como "La gallada de la Modelo", se reuniram na casa do catalão Eutimio Pérez e escolheram o nome em homenagem ao time do coração e a cidade da maioria dos fundadores. Participa da Série A do Equador desde 1957, portanto, é o clube equatoriano que disputou mais vezes a Série A em todas as temporadas, tem a maior torcida com 43% da preferência nacional e é o maior campeão do Equador com 15 títulos, também é o primeiro clube equatoriano a jogar uma libertadores em 1961 e o segundo clube com mais participações em Libertadores de seu pais, 24 no total, perdendo apenas para o maior rival o Emelec com 26. Após fazer uma bela campanha e ser campeão nacional pela quarta vez em 1970, e jogar a libertadores do ano seguinte num grupo com Emelec, Atlético Junior e Deportivo Cali, após seis jogos, três vitorias, um empate e duas derrotas, e terminar empatado com Emelec e fazer um jogo de desempate para ver quem avança, após vencer por 3-0 o Clásico del Astillero em Guayaquil, entra na segunda fase no grupo B com Estudiantes e Unión Española, sendo eliminado com duas vitórias e duas derrotas, no mesmo ano conquista seu quinto titulo nacional. Na década de 70 Passa nove temporadas sem levar o título nacional e vê um rival a altura surgir, o El Nacional, já na década de 80 conquista mais cinco títulos equatorianos, se consolidando como um dos maiores no Equador, na década de 90, começa bem na libertadores e faz sua melhor campanha, caindo no Grupo A ao lado de The Strongest, Oriente Petrolero e mais uma vez o Emelec, com duas vitorias, dois empates e duas derrotas, passa as oitavas de finais, onde enfrentou e passou por (2-0) e (2-2) o Progreso do Uruguai, nas quartas de finais mais um grande "Clásico del Astillero" pela libertadores, com um 0 a 0 no primeiro jogo, a decisão foi para o segundo jogo, no Estadio Isidro Romero Carbo em Guayaquil, num jogo difícil, com um pênalti pegado pelo golero Morales do Barcelona, a os (31') minutos, Manuel Uquillas sobe de cabeça e abre o placar apos um cruzamento da direita, diante de um público de 54 412 pessoas, e levar o colossal amarelo a semi final mais uma vez em sua história, agora estava em seu caminho River Plate para chegar a final, após perder de (1-0) na Argentina, e com gol do Uruguaio Luis Alberto Acosta vence por (1-0) em casa, as equipes decidiram nos pênaltis, com Morales pegando um pênalti e outro no travesão indo pra fora o resultado foi de 4 a 3 para o colossal, entrando para a história como o primeiro clube do Equador a jogar uma final da Copa Libertadores da América. Na final histórica para o clube, o Olimpia do Paraguai seria o adversário a ser batido, no primeiro jogo em Assunção, no Defensores del Chaco, com um publico de 35 000, o clube viu Amarilla aos (25') e Samaniego aos (78') fazer 2-0 para o Olimpia, no jogo de volta em Guayaquil, com um publico de 55 000 no Estádio Monumental, Trobbiani abre o placar para o Barcelona aos (62'), mas vê Amarilla fazer e decretar o Bicampeonato da América para o clube paraguaio aos (81'). No mesmo ano é vice campeão nacional, voltando a vencer em 1991 o seu décimo primeiro título nacional, já em 1992 chega a semi final da Taça libertadores, passando por Colo-Colo nas oitavas, perdendo por (1-0) e ganhando por (2-0), o Cerro Porteño com 1-1 nas duas partidas, passando por 4-2 nos pênaltis, mas diante do São Paulo, perdeu de 3-0, foi herói e quase buscou o empate, ganhando por 2-0 o segundo jogo da semi final. Ainda na melhor década do clube, conquista mais dois campeonatos equatorianos em 1995 e 1997. Em 1998 chega mais uma vez em uma final de Libertadores, eliminando mais uma vez o Colo-Colo nas oitavas por (2-1) e (2-2), nas quartas de finais passa pelo Bolivar, após (1-1) e goleada por (4-0), na semi final, passa por Cerro Porteño após ganhar de 1-0 no primeiro jogo e perder de 2-1 no segundo, nas penalidades ganha por 4-3 e avança para a final, o adversário era o Vasco com um timaço, perdendo de (2-0) em São Januário com um público de 36 273, gols de Donizeti (7') e Luizão a os (35'), no jogo de volta em Guayaquil, com um público de 82 000, viu Luizão (24') e Donizeti (45') marcarem para o Vasco e De Avila (79') descontar para o Barcelona, mas não foi o suficiente para o clube equatoriano e mais uma vez foi vice, frustrando o sonho dos seus torcedores de ser campeão da América pela primeira vez. Os anos 2000 o clube passa em branco sem ser campeão de nada, e por cima vê seu rival, a LDU ganhar tudo nacionalmente e internacionalmente. No Campeonato Equatoriano de 2012 faz boa campanha ganhando ambas as duas etapas, sendo campeão pela décima quarta vez em sua história, na Copa Libertadores da América de 2013, é eliminado na segunda fase em um grupo com Boca Juniors, Nacional e Toluca, ficando em último no grupo, com apenas uma vitoria, três empates e duas derrotas, na Copa Sul Americana do mesmo ano, dá vexame e é eliminado pelo Mineiros de Guayana, da Venezuela na primeira fase, no nacional, consegue apenas um quinto lugar na tabela agregada. Em 2016, volta a levantar mais uma taça do Equador depois de quatro anos, a décima quinta do maior campeão nacional do país.

Na Copa Libertadores de 2017 surpreende, ganhando do Palmeiras no jogo de ida das oitavas de final por 1-0 em casa, mas perdendo também por 1-0 no jogo de volta em São Paulo, avançaram para as quartas de final, vencendo o time brasileiro nos pênaltis por 4-3. Na sequência, mesmo com a desvantagem de ter empatado o primeiro jogo das quartas de final em 1-1 com o Santos no Equador, conseguiu a façanha de eliminar a equipe brasileira que até então estava invicta na competição, vencendo no jogo da volta por 1-0 na Vila Belmiro. Por outro lado, nas semi-finais, o Barcelona enfrentou o Grêmio em casa e perdeu de 3-0, deixando a classificação praticamente encaminhada para a equipe brasileira no jogo de volta, na Arena do Grêmio, onde venceu por 1-0. Mas mesmo com a vitória fora de casa, os equatorianos acabaram sendo eliminados pelo placar agregado de 3-1.

Índice

TítulosEditar

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
  Campeonato Equatoriano 15 1960, 1963, 1966, 1970, 1971, 1980, 1981, 1985, 1987, 1989, 1991, 1995, 1997, 2012, 2016

EstádioEditar

Vista panorâmica do estádio.

O clube manda seus jogos no Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, com capacidade para 57.267 torcedores, é o maior e um dos mais importantes estádios do Equador. Foi inaugurado em 27 de dezembro de 1987 em um amistoso entre o Barcelona e o Peñarol do Uruguai, com o placar de 3 a 1 para o clube uruguaio.

RivalidadesEditar

O "Clásico del Astillero" é o maior clássico do futebol equatoriano, disputado entre os times com as maiores torcidas do equador, o Barcelona e o Emelec, sempre quando jogam costumam fazer grandes jogos. É um dos clássicos mais tradicionais do continente Sul Americano.

Campanhas de destaqueEditar

Elenco atualEditar

  • Atualizado em 10 de setembro de 2017.


Goleiros
Jogador
1   Máximo Banguera
12   Victor Mendoza
22   Damián Lanza
Defensores
Jogador Pos.
3   Xavier Arreaga Z
4   Jefferson Mena Z
19   Darío Aimar Z
29   Félix Torres Z
77   Kunty Caicedo Z
16   Erick Castillo LD
31   Pedro Velasco LD
'   Byron Castillo LD
2   Mario Pineida LE
15   Beder Caicedo LE
28   Roosevelt Oyola LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5   Gabriel Marques V
8   Richard Calderón V
14   Segundo Castillo V
18   Matías Oyola V
6   Oswaldo Minda M
10   Damián Díaz M
30   Washington Vera M
'   Santiago Bueno M
Atacantes
Jogador
7   Tito Valencia
37   Ariel Nahuelpan
13   Ely Esterilla
21   José Ayoví
9   Jonathan Álvez
'   Marcos Caicedo
Comissão técnica
Nome Pos.
  Guillermo Almada T
Legenda
  •  : Capitão
  •  : Jogador lesionado/contundido
  • +: Jogador em fase final de recuperação
  • +: Jogador que volta de lesão/contusão
  •  : Jogador suspenso

Futebolistas famososEditar

Nota: A cruz (†) ao lado do nome do jogador indica que ele já faleceu.

Treinadores famososEditar

CuriosidadesEditar

Ver tambémEditar

ReferênciasEditar

Ligações externasEditar

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