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Companhia Paulista de Trens Metropolitanos

(Redirecionado de CPTM)
Companhia Paulista de Trens Metropolitanos
CPTM (Logo).svg
Logo da empresa
Trem Linha Coral CPTM.jpg
Trem da série 8500 operando na Linha 11-Coral, com comunicação visual da CPTM.
Informações
Local Macrometrópole de São Paulo
Tipo de transporte Trem metropolitano
Número de linhas 7
Número de estações 94
Tráfego 2,752 milhões (2017)
Tráfego anual 827,7 milhões[1] (2017)
Website www.cptm.sp.gov.br
Funcionamento
Início de funcionamento 28 de maio de 1992 (27 anos)
Operadora(s) CPTM
Dados técnicos
Extensão do sistema 273 km
Bitola 1,60 m
Eletrificação 3.000V DC catenária
Velocidade média 60 km/h
Velocidade máxima 90 km/h
Mapa da Rede

CPTM.svg

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) é uma sociedade de economia mista operadora de transporte ferroviário vinculada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. Criada pela lei nº 7.861[2] de 28 de maio de 1992, a partir de ferrovias já existentes na Região Metropolitana de São Paulo.

A CPTM possui atualmente 94 estações ativas em sete linhas, que totalizam 273 km na sua malha ferroviária.[3] Este sistema faz parte da Rede Metropolitana de São Paulo. Cada uma das linhas tem uma de suas extremidades localizada no município de São Paulo. A outra extremidade (incluindo extensões operacionais) fica localizada em outro município da Região Metropolitana, exceto a extensão da Linha 7 que ultrapassa os limites territoriais da Região, atendendo a Aglomeração Urbana de Jundiaí.

Índice

HistóriaEditar

 
Estação de Paranapiacaba.

A história das ferrovias no estado de São Paulo remontam ao ano de 1867 com a construção da primeira ligação entre as cidades de Santos, São Paulo e Jundiaí pela São Paulo Railway, inaugurada em 16 de fevereiro de 1867, que atravessava o planalto paulista descendo a serra do mar. Em 1946 a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ), controlada pelo governo federal, assumiu a operação da estrada de ferro que hoje forma as linhas 7 - Rubi e 10 - Turquesa.

Na década de 1870, a Companhia São Paulo e Rio de Janeiro construiu a Estrada de Ferro do Norte, uma linha férrea que conectava São Paulo às cidades do Vale do Paraíba. Em 1890, esta ferrovia foi incorporada pela Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). Atualmente constitui em parte a atual linha 11 - Coral e linha 12 - Safira.

No ano de 1926, foi construída pela EFCB uma variante ao tronco principal chamado de Variante de Poá, que hoje forma em sua totalidade a linha 12 - Safira da CPTM. Por outro lado, a Estrada de Ferro Sorocabana construiu, em 1875, uma ligação entre as cidades de São Paulo e Sorocaba, que corresponde parcialmente à atual linha 8 - Diamante. Em meados de 1937 a Estrada de Ferro Sorocabana construiu um ramal ligando as cidades de Mairinque a de Santos com o objetivo de derrubar o monopólio que a SPR possuía na ligação entre o planalto paulista e o litoral. Mais tarde com o objetivo de encurtar a distancia entre a capital paulista e a cidade de Santos foi construído, em 1957, o ramal de Jurubatuba que partia da estação Imperatriz Leopoldina e ia até a estação Evangelista de Souza no ramal Mairinque-Santos, formando hoje, em parte, a Linha 9 - Esmeralda da CPTM.

Em 1957 as ferrovias federais são unificadas numa única empresa estatal, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA), entre elas a EFCB e a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (EFSJ). As seções urbanas da RFFSA de todo o pais originaram, nos anos 1970, a Empresa Brasileira de Transporte Urbano (EBTU) sendo substituída, em 1984, pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Em 1971, todas as ferrovias controladas pelo governo paulista foram unificadas para formar a Ferrovia Paulista S/A (FEPASA), entre elas a Estrada de Ferro Sorocabana. A FEPASA criou então, a FEPASA DRM, que era uma divisão que administrava o transporte de passageiros dentro das regiões metropolitanas do estado de São Paulo.

Criação da CPTMEditar

 
Centro de Controle Operacional da CPTM no bairro do Brás, em São Paulo.

A CPTM teve sua criação em 28 de maio de 1992, pelo Governo do Estado de São Paulo (Lei nº 7.861), sendo que a nova Companhia deveria assumir os sistemas de trens da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em substituição à CBTU (Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo STU/SP) e à FEPASA DRM, de forma a assegurar a continuidade e melhoria dos serviços. O efetivo controle do sistema pertencente a CBTU, ocorreu somente no ano de 1994. Já a FEPASA DRM foi incorporada à CPTM em 1996 para que se iniciasse a privatização da malha da FEPASA e permanecesse os serviços de transporte metropolitano de passageiros sob controle do estado.

No início da gestão da CPTM, a ocorrência frequente de panes, assédio contra mulheres, comércio ambulante, greves, entre outros,[4] levaria parte dos passageiros dos trens a causarem uma série de depredações de trens e estações entre 30 de setembro e 16 de outubro de 1996.[5]. Por ter uma malha ferroviária tão extensa e degradada, a CPTM começou a modernizar seus sistemas, investindo 1,5 bilhão de dólares na empresa entre 1995 e 2004.[6]

Expansão e modernizaçãoEditar

Movimento anual de passageiros (em milhões)
 
Fontes: CBTU[7] CPTM [8][9][10][11]

(a) CBTU+FEPASA

(b) Recorde de pass. transportados

Em 1998, foram iniciadas pela CPTM as obras civis básicas da então chamada Linha G, que havia sido planejada há anos pela Fepasa como Ramal do Campo Limpo. O trecho entre Largo Treze e Capão Redondo envolveram a aplicação de 7 km de vias elevadas, 1 km de vias superficiais e 850 metros subterrâneos, além da construção de um pátio para manutenção e manobras em Capão Redondo. Porém, o trecho foi passado ao Metrô em troca do Expresso Leste, construído pela Companhia do Metropolitano de São Paulo. Em 2001, o Governo do Estado de São Paulo transferiu a operação da linha para a Companhia do Metropolitano de São Paulo, passando a chamar-se Linha 5 do Metrô de São Paulo[12].

Em novembro de 2006, foi inaugurado em uma área contígua à Estação Brás, o prédio do CCO (Centro de Controle Operacional) da CPTM, que além dos trens metropolitanos, também responde pela circulação dos trens de carga, nos trechos em que compartilham as vias com os trens de passageiros. O CCO passou a ser responsável pela operação das então seis linhas da CPTM (7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira), que antigamente eram comandadas de pontos distintos. Os painéis na Estação Brás continham somente o controle das linhas 11-Coral e 12-Safira. Já os controles das linhas 7-Rubi e 10-Turquesa eram feitos no CTC (Centro de Tráfego e Controle), na Luz. E por fim, as linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda que eram controladas pelo CCO de Presidente Altino, em Osasco[13].

Desde o ano de 2007, a companhia vem passando por um profundo processo de modernização que visa retirar de circulação todas as frotas antigas, afim de oferecer frotas novas capazes de rodar em qualquer linha conforme a necessidade e com o que há de mais moderno em tecnologia ferroviária, aumentando também sua quantidade de trens e diminuindo intervalos[14].

Para promover "a uniformização da comunicação visual dos dois sistemas e para facilitar a locomoção e a localização dos usuários e de turistas" o Governo do Estado alterou, em março de 2008, a nomenclatura das linhas pertencentes à CPTM, integrando-as à nomenclatura utilizada pelo Metrô de São Paulo. Foi atribuído a cada linha um número (a começar do número 7, somando-se às linhas outras seis linhas do Metrô já em operação, em construção ou em projeto) e o nome de uma pedra preciosa.[15]

Em dezembro de 2013, a CPTM iniciou as obras do projeto do Trem de Guarulhos, renomeado para Linha 13–Jade. A fase I foi definida com 12,2 quilômetros de extensão e três estações (Engenheiro Goulart, Guarulhos CECAP e Aeroporto–Guarulhos), sendo parte do trajeto feita em superfície (4,3 km) e outra em elevado (7,9 km)[16]. Em 31 de março de 2018, após pouco mais de quatro anos de construção, a primeira fase da linha foi inaugurada, sendo a primeira linha totalmente construída e operada pela CPTM.[17]

Atualmente são transportados pelas suas 7 linhas, que cortam 23 municípios, cerca de 2,7 milhão de usuários por dia, atingindo um recorde de mais de 3 milhões de passageiros em novembro de 2013[18].

SistemaEditar

TabelaEditar

Mapa da rede da CPTM.
Linha Terminais Comprimento (km) Estações Observações
7
Rubi
LuzFrancisco Morato 38,969 14 Possui extensão operacional. Veja quadro abaixo.
Antiga Linha A - Marrom / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.
8
Diamante
Júlio PrestesItapevi 35,283 20 Possui extensão operacional. Veja quadro abaixo.
Antiga Linha B - Cinza / Antiga Linha Oeste do Trem Metropolitano da FEPASA.
9
Esmeralda
OsascoGrajaú 32,808 18 Antiga Linha C - Celeste / Antiga Linha Sul do Trem Metropolitano da FEPASA.
10
Turquesa
Brás[19]Rio Grande da Serra 34,960 13 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo. Antiga Linha D - Bege / Antigo Trecho da Linha Noroeste-Sudeste da CBTU.
11
Coral (Expresso Leste–Mogi)
LuzEstudantes 50,641 16 Antiga Linha E - Laranja / Antiga Linha Tronco da CBTU.
A baldeação em Guaianases ocorre somente no sentido Estudantes nos dias úteis em horários de pico, e intercaladamente.
12
Safira
BrásCalmon Viana 38,822 13 Antiga Linha F - Violeta / Antiga Linha Variante da CBTU.
13
Jade
Engenheiro GoulartAeroporto–Guarulhos 12,200 3 Possui serviços expressos. Veja segundo quadro abaixo.
Extensões Operacionais
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
7
Rubi
Francisco MoratoJundiaí 21,5 5
8
Diamante
ItapeviAmador Bueno 6,3 3
Serviços Expressos
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
10
Turquesa
(Expresso
Linha 10)
TamanduateíPrefeito Celso Daniel–Santo André 9,278 3
10
Turquesa
(Expresso
Linha 10+)
LuzPrefeito Celso Daniel–Santo André 17,704 5
13
Jade
(Connect)
BrásAeroporto–Guarulhos 25,206 5
13
Jade
(Airport Express)
LuzAeroporto–Guarulhos 27,449 2

Municípios abrangidosEditar

 
Interior de uma composição da CPTM.

A rede da CPTM passa por 23 municípios. Todas as 7 linhas passam pelo município de São Paulo; Osasco e Poá são servidos por duas linhas cada, e os outros 20 municípios são servidos por apenas uma linha cada.

Trem Intra MetropolitanoEditar

 Ver artigo principal: Trem Intra Metropolitano

A CPTM operou um trem urbano na Baixada Santista chamado Trem Intra-Metropolitano (TIM) entre os anos de 1996 e 1999, que ligava os municípios de São Vicente e Santos. Em 2017 foi inaugurado o sistema VLT da Baixada Santista pela EMTU que substituiu o TIM, fazendo um trajeto similar ao anterior.[20].

FrotaEditar

 Ver artigo principal: Frota da CPTM

A frota da CPTM conta com trens de 19 séries diferentes, algumas desativadas por serem mais antigas,[21][22] e outras recém entregues.[23][24][25]

Obras e projetosEditar

Evolução dos investimentos anuais (em milhões)
 
Fontes:CPTM[11]

(a) Recorde de investimentos


A CPTM herdou linhas que no passado foram fundamentais para o desenvolvimento social e econômico do Estado de São Paulo, e que hoje são essenciais para a mobilidade na Grande São Paulo. Estações construídas no século XIX e que nunca foram reformadas, trens antigos e deteriorados, atrasos e falta de segurança nas estações e outros problemas como as invasões da faixa de domínio da empresa, foram alguns dos principais problemas encontrados depois da transferência feita entre o Governo Federal (CBTU) e o Governo do Estado de São Paulo (FEPASA DRM).

Hoje os problemas citados estão sendo contornados, com os investimentos feitos desde 1994. Contudo ainda restam muitos problemas no campo estrutural da empresa compreendendo estações e o headway.

Linha Terminais Comprimento (km) Estações Funcionamento Observações
9
Esmeralda
Grajaú ↔ Varginha[26] 4,5 2 --- Em construção[27]
12
Safira
Calmon VianaSuzano 2,6 1 --- Em construção

Expresso TurísticoEditar

 Ver artigo principal: Expresso Turístico

O Expresso Turístico é um serviço ferroviário inaugurado pela CPTM em 18 de abril de 2009, com o objetivo de integrar pontos de interesse turístico localizados ao longo da malha ferroviária paulista, criando uma nova opção de turismo para a Região Metropolitana de São Paulo.[28]

Diretores presidentesEditar

Nome Data Início Data Término Secretário de Transportes Governador
Oliver Hossepian Sales de Lima 1992 1994 Aloysio Nunes/Fernando Augusto Cunha Luiz Antônio Fleury Filho
Frederico Bussinger[29] 1994 1994 Jorge Fagalli Neto
José Roberto Medeiros da Rosa[30] 1995 1998 Claudio de Senna Frederico Mário Covas/

Geraldo Alckmin

Oliver Hossepian Sales de Lima[31] 1998 2002 Claudio de Senna Frederico (até 2001)/

Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes

Mário Manoel Rodrigues Seabra Bandeira 2003 2006 Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Geraldo Alckmin/

Cláudio Lembo

Álvaro Armond[32] 2007 2008 José Luiz Portella Pereira José Serra/

Cláudio Lembo

Sérgio Henrique Passos Avelleda [33] 2009 2010
Mário Manuel Rodrigues Seabra Bandeira[34] 2010 2014 Jurandir Fernando Ribeiro Fernandes Geraldo Alckmin/

Márcio França

Paulo de Magalhães Bento Gonçalves[35] 2015 2018 Clodoaldo Pelissioni
Pedro Tegon Moro [36] 2019 Atualmente Alexandre Baldy João Doria

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Cópia arquivada» (PDF). Consultado em 29 de maio de 2015. Arquivado do original (PDF) em 29 de maio de 2015 
  2. «Lei Nº 7.861». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 2 de junho de 2011. Arquivado do original em 1 de novembro de 2011 
  3. «Resumo Executivo 2018» (PDF). Imprensa Oficial de São Paulo. 9 de abril de 2019. p. 5. Consultado em 7 de julho de 2019 
  4. Suzy Gasparini (7 de maio de 1995). «Superlotação ameaça vida de usuário do trem urbano». Folha de S. Paulo, Ano, Edição nº Caderno Folha ABCD, páginas 1 e 
  5. Fabio Schivartche/Otavio Cabral (15 de outubro de 1996). «Depredação suspende trens por 4 meses». Folha de S. Paulo, ano 76, edição nº 24667 Caderno São Paulo , página 1. Consultado em 10 de fevereiro de 2013 
  6. [ligação inativa] «Sobre a CPTM». CPTM. Arquivado do original em 2 de outubro de 2007 
  7. CBTU (1993). «Superintendência de Trens Urbanos de São Paulo» (PDF). Relatório Anual 1992, página 24. Consultado em 3 de março de 2019 
  8. FAGUNDES, Homero Gottberg (1998). «A remodelação das linhas B e C da CPTM» (PDF). Revista dos Transportes Públicos - ANTP - Ano 20, página 93. Consultado em 3 de março de 2019 
  9. CPTM (11 de abril de 2003). «RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2002» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Ano edição, página 3. Consultado em 3 de março de 2019 
  10. CPTM (2018). «RELATÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO 2017» (PDF). Portal CPTM. Consultado em 3 de março de 2019 
  11. a b Companhia do Metropolitano de São Paulo (23 de março de 2019). «RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 2018» (PDF). Diário Oficial do estado de São Paulo, Volume 129, Número 55, Caderno Empresarial, Página 2. Consultado em 24 de março de 2019 
  12. https://www.metrocptm.com.br/trem-da-frota-f-da-linha-5-aparece-com-pintura-da-viamobilidade/
  13. http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/governador-inaugura-novo-centro-de-controle-operacional-da-cptm/
  14. Eurico Baptista Ribeiro Filho e Márcio Machado (2013). «Renovação da frota de trens eleva padrão de conforto» (PDF) 613 ed. Brasil Engenharia: 87. Consultado em 13 de julho de 2014 
  15. «Linhas da CPTM ganham novos nomes». Governo do Estado de São Paulo. 3 de abril de 2008. Consultado em 26 de junho de 2018 
  16. «Apresentação de audiência pública para linha 13 Jade» (PDF). cptm.sp.gov.br. Consultado em 3 de agosto de 2013. Arquivado do original (PDF) em 12 de maio de 2013 
  17. «CPTM completa 25 anos: Um trem rumo à Cumbica». Revista Engenharia, Ano 74, nº 634. Julho–agosto de 2017 
  18. «CPTM bate recorde de passageiros transportados». UOL. Consultado em 31 de dezembro de 2013 
  19. CPTM (27 de dezembro de 2011). «CPTM altera modelo operacional nas Linhas 7 e 10». Consultado em 10 de janeiro de 2012. Arquivado do original em 18 de janeiro de 2014 
  20. «Alckmin entrega o primeiro trecho do VLT da Baixada Santista». Governo do Estado de São Paulo. 31 de janeiro de 2017 
  21. Igor Roberto (25 de maio de 2018). «Trem Mais Antigo Da CPTM Fará Sua Despedida Neste Sábado, Dia 26». Rede Noticiando. Consultado em 3 de julho de 2018 
  22. Ricardo Meier (5 de junho de 2017). «Novo trem coreano da CPTM está prestes a estrear na Linha 7». Metrô CPTM. Consultado em 11 de março de 2018 
  23. Renato Lobo (18 de julho de 2018). «CPTM recebe novos trens e companhia realoca unidades entre linhas». Via Trólebus. Consultado em 20 de julho de 2018 
  24. «Entrega e Operação dos Trens» (PDF). CPTM. Consultado em 26 de julho de 2018. Arquivado do original (PDF) em 2 de julho de 2018 
  25. «Frota de Trens - CPTM». Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Consultado em 28 de fevereiro de 2018. Arquivado do original em 12 de junho de 2018 
  26. «CPTM - Plano de expansão e novos projetos» (PDF). Consultado em 10 de janeiro de 2012. Arquivado do original (PDF) em 28 de novembro de 2010 
  27. Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (24 de setembro de 2012). «Página da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo sobre a licitação para contratação das obras». Consultado em 9 de agosto de 2013 
  28. «Expresso Turístico». CPTM. Consultado em 2 de dezembro de 2018. Arquivado do original em 23 de maio de 2016 
  29. «Currículo de Bussinger exclui ligação com Marta». Folha Online. 27 de novembro de 2004. Consultado em 4 de maio de 2019 
  30. Marcelo Oliveira (1 de novembro de 1997). «Transporte de carga compromete trilhos». Folha Online. Consultado em 4 de maio de 2019 
  31. Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas (8 de novembro de 2013). «Justiça chega aos homens do propinoduto». Istoé. Consultado em 4 de maio de 2019 
  32. «Álvaro Armond é o novo Diretor Presidente da CPTM». Abifer. 19 de janeiro de 2007. Consultado em 4 de maio de 2019 
  33. Secretaria Especial de Comunicação (9 de abril de 2018). «Sérgio Avelleda é novo chefe de gabinete do prefeito Bruno Covas». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 4 de maio de 2019 
  34. Rodrigo Gomes (8 de agosto de 2016). «Conselheiro de Alckmin em privatização de metrô e trens é réu por cartel». Rede Brasil Atual. Consultado em 4 de maio de 2019 
  35. «Alckmin escolhe engenheiro para presidência da CPTM». Estadão. 23 de fevereiro de 2015. Consultado em 4 de maio de 2019 
  36. Alexandre Pelegi (18 de janeiro de 2019). «Novo Presidente da CPTM divulga vídeo prometendo gestão participativa». Diário do Transporte. Consultado em 4 de maio de 2019 

Ligações externasEditar