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Isa Penna
Deputada Estadual de São Paulo
Período 15 de março de 2019
até atualidade
Dados pessoais
Nome completo Isadora Martinatti Penna
Nascimento 28 de março de 1991 (28 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade brasileira
Alma mater Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Partido PSOL (desde 2010)
Profissão Advogada

Isadora Martinatti Penna (São Paulo, 28 de março de 1991), é uma advogada trabalhista, feminista, militante dos direitos LGBT e política brasileira, eleita à Assembleia Legislativa de São Paulo pelo Partido Socialismo e Liberdade em 2018. É ativista da Rua - Juventude Anticapitalista e da Frente Povo Sem Medo.[1]

Inicio de vida e carreiraEditar

Ingressou no movimento estudantil em 2009, quando ingressou na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde se formou em 2018. Foi da gestão do Centro Acadêmico 22 de Agosto nos anos de 2010 e 2013, com o grupo “Construção Coletiva”.[2]

Disputou as eleições de 2014 aos 23 anos, quando foi candidata a deputada estadual. Não foi eleita, pois recebeu apenas 6.915 votos. Em 2016, disputou a eleição para a Câmara Municipal de São Paulo e recebeu mais de 12 mil votos, tornando-se a primeira suplente do PSOL. Em março de 2017, Isa Penna assumiu a cadeira de vereadora por 30 dias, após licença de Toninho Vespoli, e junto com Sâmia Bomfim compôs uma bancada 100% feminina e feminista na Câmara de São Paulo durante o mês das mulheres.[2][3]

Em 2018, foi eleita deputada estadual com 53.838 votos, pela coligação PSOL/PCB. Assumiu o cargo de deputada estadual na Alesp em 2019 junto com outros três parlamentares eleitos pelo PSOL.[4][5]

Vida PessoalEditar

Isa se declara feminista e ativista pelos direitos das minorias. Ela se declara bissexual.[6][7]

Em março de 2017, durante suposta discussão com o vereador Camilo Cristófaro (PSB) nas dependências da Câmara Municipal de São Paulo, Cristófaro chamou Isa de "vagabunda" e "terrorista" e disse para ela não se surpreender se tomasse "uns tapas na rua". Isa classificou o episódio como uma "agressão" e uma "...tentativa de intimidação verbal e física". Cristófaro negou as acusações.[8] Em abril de 2017, Isa teve o número celular exposto por meio do WhatsApp, como uma forma de pressioná-la em favor do projeto Escola Sem Partido (que ela é contra). Uma das mensagens  a rotulava como "a favor da doutrinação nas escolas". Isa classificou a situação como uma forma de "intimidação".[9]

Referências