Portal:Meteorologia

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Meteorologia (do grego: μετέωρον, metéōron, "alto no céu", e λόγος, lógos, "conhecimento") é o estudo científico interdisciplinar da atmosfera que tem como objeto de estudo os processos e as previsões do tempo. Fenômenos meteorológicos são eventos observáveis que são esclarecidos e explicados pela ciência da meteorologia. Estes eventos estão associados a variáveis que existem na atmosfera terrestre. São elas a temperatura, pressão atmosférica, umidade do ar, os gradientes e as interações de cada variável e como elas mudam com o decorrer tempo. A maioria dos fenômenos meteorológicos são observados na troposfera.
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Uma pedra de granizo de grande tamanho com anéis concêntricos

Granizo (ou saraiva) é a forma de precipitação que consiste na queda de pedaços irregulares de gelo, comumente chamados de pedras de granizo. Essas pedras, na Terra, são compostas por água no estado sólido e medem entre 5 e 200 mm de diâmetro, sendo as pedras maiores provenientes de tempestades mais severas. A queda de glóbulos ou pedaços de gelo que têm entre 5 e 50 mm ou mais de diâmetro é denominada saraiva, sendo que este termo também é utilizado por muitos institutos meteorológicos para se referir a qualquer tempestade com queda de gelo.[1] O código Metar classifica como GR o granizo com 5 mm de diâmetro ou mais, enquanto que quando há pedras menores é codificado como GS. É possível, dentro da maioria das tempestades, o granizo ser produzido pelas nuvens cumulonimbus.[2] Sua formação requer ambientes de forte movimento para cima da atmosfera da tempestade (semelhante aos furacões) e baixa altura do nível de congelamento. É mais frequente a formação ocorrer no interior dos continentes, dentro de latitudes médias da Terra, confinando-se a altitudes mais elevadas dentro dos trópicos.

Existem métodos para detectar tempestades de granizo usando imagens de satélites e radares meteorológicos. O granizo geralmente cai em maior velocidade à medida que cresce em tamanho, embora fatores complicadores, como a fusão, o atrito com o ar, o vento e interação com a chuva e outras pedras possam retardar sua descida pela atmosfera da Terra. Avisos de tempo severo são emitidos quando atingem um tamanho prejudicial, pois podem causar danos graves a construções, automóveis e, mais comumente, à agricultura.
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Virga em Greenwich, Inglaterra. Virga é a chuva que se evapora antes de tocar o solo.



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Furacão Nate foi um furacão que percorreu o Oceano Atlântico entre 5 e 10 de setembro pela temporada de furacões no oceano Atlântico de 2005. O fenômeno foi a décima quarta tempestade a ser nomeada naquele ano e as previsões iniciais indicavam que poderia atingir as Bermudas, trazendo grandes prejuízos ao pequeno país, o que na verdade não aconteceu. Nate passou distante, ao sul das ilhas, enquanto alcançava sua força máxima na noite de 8 de setembro. Contudo, o sistema atingiu apenas o status de furacão de categoria 1, a mais fraca dentre as 5 possíveis na escala de Saffir-Simpson.

Depois de se mover para longe das Bermudas, a tempestade entrou em uma região com temperaturas mais baixas na superfície do mar e cisalhamento do vento desfavorável, fazendo-a se enfraquecer para uma tempestade tropical antes de se tornar extratropical em 10 de setembro. O remanescente extratropical foi absorvido mais tarde por um sistema maior.

O furacão não causou danos estruturais enquanto era tropical, embora tenha gerado correntes de retorno, em combinação com outras tempestades, que provocaram a morte de uma pessoa na costa de Nova Jérsei. Nate foi responsável por chuvas leves e fortes ventos na ilha de Bermuda. Os remanescentes dos furacões Nate e Maria contribuíram para fortes chuvas em partes da Escócia e depois na Noruega Ocidental, provocando um deslizamento de terra que matou uma pessoa. Navios da Marinha do Canadá em rota para o Costa do Golfo dos Estados Unidos, carregando suprimentos para ajudar no rescaldo do furacão Katrina, se atrasaram a fim de tentar evitar o mar agitado e as rajadas de vento provocadas por Nate e pelo furacão Ophelia.

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  1. Esac. «Conceitos Importantes». Consultado em 29 de setembro de 2011. Arquivado do original em 4 de outubro de 2011 
  2. Glossary of Meteorology (2009). «Hail». American Meteorological Society. Consultado em 15 de julho de 2009. Arquivado do original em 25 de Julho de 2010