Tendências do Partido Socialismo e Liberdade

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O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) do Brasil é formado por diversas organizações que já existiam antes da criação do Partido e que atuam como "tendências" do PSOL. O estatuto do PSOL garante que as tendências possam se organizar em qualquer âmbito, seja municipal, estadual ou nacional [1]. A seguir estão listadas as tendências atuais e antigas do PSOL:

AtuaisEditar

Primavera SocialistaEditar

Fundada em junho de 2019, reúne antigas correntes como a APS-CC (Ação Popular Socialista - Corrente Comunista), Coletivo Rosa Zumbi e outros coletivos regionais. A Primavera Socialista é atualmente a maior tendência do PSOL e conta com nomes como Juliano Medeiros (presidente nacional do partido) e Ivan Valente (deputado federal).[2].

Coletivo Primeiro de MaioEditar

O Coletivo Primeiro de Maio é um grupo interno do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).[3]

Em 2013 apoiou o nome de Luciana Genro como pré-candidata à presidência da república, em contraposição ao nome do senador Randolfe Rodrigues .[4]

Corrente Socialista de Trabalhadoras e TrabalhadoresEditar

Fundamenta-se no legado teórico do ucraniano León Trotsky e do argentino Nahuel Moreno.[5] Atualmente, a CST organiza-se como corrente interna do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), sendo uma das organizações fundadoras desse partido, atuando, com outras correntes, na ala mais à esquerda da sigla.[6][7][8] Tendo como estratégia a revolução socialista, a CST diz propor-se a cooperar na construção de uma organização revolucionária, tentando fortalecer a unidade entre as organizações de esquerda combativa. A CST é a seção no Brasil da Unidade Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional (UIT-QI)[9] e sua figura pública mais conhecido é o paraense João Batista Oliveira de Araújo "Babá" (ex-deputado federal pelo Pará e vereador no Rio de Janeiro a partir de fevereiro de 2015).[10]

A Corrente Socialista dos Trabalhadores surge por volta do ano de 1992 de uma cisão da Convergência Socialista (CS), antiga corrente do Partido dos Trabalhadores (PT), quando essa fora expulsa da sigla. Enquanto a maioria da Convergência Socialista, organização que era filiada internacionalmente à LIT-QI, decidia construir um novo partido, a cisão que deu origem a CST tinha uma outra análise da conjuntura. A CST, então, rompe nacionalmente com a CS e internacionalmente com a LIT-QI, retornando para o PT, onde atuou por mais 11 anos, enquanto que a CS acaba por fundar o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Mais tarde, a CST filia-se à UIT-QI, organização internacional que contém partidos que também romperam com a LIT-QI.[11]

Um pouco antes da eleição presidencial de Luis Inácio Lula da Silva, a CST já considerava o rompimento com o PT, por discordar dos rumos tomados pelo partido. A ideia se concretizou após a expulsão do então deputado Babá, dirigente da CST, por esse não concordar com a Reforma da Previdência imposta pelo PT. A partir de então, junto com outras organizações da esquerda radical oriundas do PT, como o Movimento Esquerda Socialista (MES), e com outras cisões mais recentes do PSTU, como o Coletivo Socialismo e Liberdade (CSOL), a CST impulsionou a criação do PSOL, que obteve registro em 2005.[11]

A CST publica o periódico quinzenal Combate Socialista.[12]

Movimento Esquerda Socialista (MES)Editar

Oriunda de uma cisão da Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST), reunindo inicialmente, principalmente militantes no Rio Grande do Sul. No campo internacional, tem proximidade com o Secretariado Unificado (SU-QI). Saiu do PT em 2003, sendo uma das fundadoras do PSOL. Uma de suas figuras públicas mais conhecidas é a deputada Luciana Genro.[11] Atualmente é, nacionalmente, a segunda maior força política que atua no PSOL, tendo 3 dos 10 deputados federais do PSOL (Samia Bomfim, David Miranda e Fernanda Melcchiona).

Esquerda MarxistaEditar

É uma organização trotskista, seção brasileira da CMI (Corrente Marxista Internacional), que alega combater pela construção de uma Internacional revolucionária marxista de massas, pela reconstrução da 4ª Internacional sobre a base do seu programa de fundação, o Programa de Transição, como uma tendência do movimento operário internacional.[13][carece de fontes?]

Fortalecer o PSOLEditar

Fortalecer o PSOL é uma tendência interna do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e é um dos setores que atualmente compõem a direção majoritária conhecida por Unidade Socialista (US).

Uma parte do grupo que compõe a corrente se organizou no início dos anos 2000 como Movimento de Unidade Socialista (MUS), ainda no Partido dos Trabalhadores (PT), a partir de uma cisão do Movimento Esquerda Socialista (MES).[14] Com a criação do PSOL, o MUS junta-se com cisões de outras organizações oriundas do PT e passa a compor o PSOL.[5] Dentro dessa corrente (MUS), porém, nunca houve uma fusão completa, contribuindo para que mais tarde os grupos se separassem.[8].

Um dos principais motivos que originou o agrupamento (chamado na época de MUS) foi a divergência com o resto do MES sobre a saída do PT em 2003, por acreditar que deveriam permanecer ainda no partido. Porém o processo de fundação do PSOL (metade de 2004) acaba por pressionar mais rupturas do PT. No final de 2004, o MUS junta-se com cisões da Democracia Socialista (DS) e da Articulação de Esquerda (AE), ambas correntes pertencentes à esquerda petista, e então forma-se o Enlace, que passa a atuar no PSOL.[5] Na composição nacional do Enlace, os militantes do antigo MUS tiveram hegemonia somente no estado do Rio Grande do Sul.[15]

No primeiro Congresso do PSOL (2007), o Enlace saiu sozinho em uma chapa para a votação de direção do partido, não conseguindo obter vitória.[16] Porém, no II Congresso (2009), o Enlace uniu-se à Ação Popular Socialista (APS) e dessa vez obtiveram a direção do partido.[8] Durante as eleições de 2010, surge uma divergência entre a direção nacional do Enlace e os militantes do Rio Grande do Sul. Após a decisão do MES (corrente que dirige o PSOL-RS) de abrir mão de um dos dois candidatos a senador pelo partido, para apoiar o candidato Paulo Paim do PT, o Enlace gaúcho votou à favor da decisão, contrariando a direção nacional da corrente, que se manifestou desautorizando-os.[17] É no ano seguinte, que o setor rompe com Enlace, assinando uma tese individualmente para o congresso do PSOL.[18] Isso se dá, principalmente, pelo fato do Enlace deixar de apoiar a APS (maioria da direção do partido) por causa das políticas que visam trasformar a sigla em um partido de massas e popular, não buscando atuar somente para o trabalhador, mas também com ele. O MUS, discordando do resto do Enlace e rompendo com ele, continuou (junto à corrente TLS) unido à APS, compondo uma chapa com ela no congresso e vencendo novamente.[18]

No IV Congresso, em 2013, o Fortalecer o PSOL, junto com a APS e com outros agrupamentos, assina a tese "Unidade Socialista por um PSOL Popular", que reivindica a atual direção partidária.[19].

Liberdade, Socialismo e RevoluçãoEditar

Liberdade, Socialismo e Revolução (LSR) é a seção brasileira do Comitê por uma Internacional dos Trabalhadores (CIT).

O SR surgiu em 1996, a partir da luta dos membros brasileiros do CIT, ativos desde o lançamento do jornal Militante Socialista em 1988. Depois de participar do processo que deu origem ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) em 1994, desligaram-se desse partido imediatamente após a Conferência Internacional que deliberou pela filiação do PSTU à Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional (LIT-QI) para construir uma alternativa de esquerda revolucionária diretamente junto aos movimentos de massas, [20].

ResistênciaEditar

Tendência surgida da união das seguintes organizações[21] [22] [23][24][25][26]:

  • Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista
O MAIS foi formado a partir de uma ruptura do PSTU tornada pública em julho de 2016, quando 739 militantes assinaram um manifesto de ruptura,[27] [28] e posteriormente fundaram o Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista.[29] [30] [31]
  • Nova Organização Socialista
  • Movimento de Luta dos Trabalhadores
  • Movimento Luta Pelo Socialismo
  • Dissidentes da LSR e Insurgência

Revolução BrasileiraEditar

A Revolução Brasileira é uma organização política brasileira de orientação marxista, que atua como corrente interna do PSOL. Foi constituída a partir da publicação do Manifesto pela Revolução Brasileira, documento lançado publicamente em 15 de abril de 2017[32]. Politicamente, a Revolução Brasileira se diferencia de outras correntes do partido por propor um novo radicalismo político de esquerda no Brasil [33], que se paute numa crítica contundente ao chamado "sistema petucano", entendido como o modus operandi dos governos do PSDB e do PT. Partindo do pressuposto que, no Brasil, se vive uma verdadeira guerra de classes, aprofundado pelo fim de governos conciliatórios e pela eleição do presidente Jair Bolsonaro, a organização entende que a saída para a radicalidade à direita é a radicalidade à esquerda, reafirmando seu compromisso com a construção de uma Revolução Brasileira.[34]

Em 2018, a organização lançou a pré-candidatura de Nildo Ouriques para a presidência da República, tendo retirado a candidatura após divergências com a condução do processo de eleição dos candidatos a presidência e vice-presidência que iriam representar o partido em 2018, que culminou com escolha da chapa encabeçada por Guilherme Boulos e Sônia Guajajara[35] .[carece de fontes?]

AntigasEditar

Coletivo Socialismo e LiberdadeEditar

O grupo surgiu em 2003 a partir de uma cisão no Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e que aderiu à fundação do PSOL em 2004.[36][11] Em 2012 um setor dos militantes do CSOL rompeu com a organização e passou a construir o Coletivo Resistência Socialista (CRS) dentro do PSOL. Em 2013 os membros remanescentes do CSOL se fundem com as tendências psolistas Enlace e CLV, formando a Insurgência.[37]

Ação Popular SocialistaEditar

Corrente que deixou o Partido dos Trabalhadores no fim de setembro de 2005[2]. Fundiu-se com outras correntes para formar a Primavera Socialista.

Coletivo Resistência SocialistaEditar

O grupo surgiu a partir de uma dissidência de 2012 do extinto Coletivo Socialismo e Liberdade (CSOL), outra tendência do PSOL.[38][carece de fontes?]

Dentro do PSOL, o CRS escreveu contribuições para o 4º e 5º Congressos (2013 e 2015) e é uma das correntes radicais pequenas que compõe o chamado Bloco de Esquerda, ala do partido que se opõe a atual direção nacional formada pelo bloco Unidade Socialista (US) e às suas práticas.[38] Entre os membros mais notáveis do CRS está a professora Sônia Meire, candidata em 2014 a governadora de Sergipe pelo PSOL e pela Frente de Esquerda, que conseguiu 4,16% dos votos.[39][carece de fontes?]

Em março de 2016, fundiu-se com outras correntes denominadas como: Movimento ao Socialismo (MAS) e Reage Socialista para dar origem à Nova Organização Socialista[40].[carece de fontes?]

InsurgênciaEditar

A Insurgência é uma organização marxista brasileira. Filiada à Quarta Internacional (antigo Secretariado Unificado), atuando com o status de simpatizante dessa organização, definiu recentemente se tornar sua seção.[41] A Insurgência é uma das representantes do mandelismo (um setor do trotskismo) no país.[5] O grupo atualmente se organiza como corrente interna do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)[8] e surgiu em outubro de 2013 a partir da fusão de outras correntes da sigla (CSOL, Enlace e CLV), anunciada no "Manifesto por uma nova corrente revolucionária". Seus membros mais notáveis são Renato Roseno e Fernando Silva "Tostão". A corrente publica a revista À Esquerda.[17] No movimento sindical organizam-se tanto na INTERSINDICAL como na CSP-Conlutas. Dentro do PSOL, a corrente compôs o chamado Bloco de Esquerda (união entre as correntes que discordam da atual direção do partido e que, após o seu IV Congresso (dezembro de 2013), já constitui metade da sigla).[9]

Em fevereiro de 2014 a Insurgência oficializou o lançamento da pré-candidatura do Renato Roseno à presidência da República,[10].

Durante a crise política que resultou no golpe jurídico parlamentar em 2016, a Insurgência passou por uma grande divisão[42]. Quatro organizações nasceram daí, todas defendendo os princípios de de Karl Marx, Leon Trotsky e Ernest Mandel. Os novos agrupamentos que se originaram da Insurgência são:[43]

  • Insurgência - Um setor manteve o nome original que é liderada Renato Roseno.
  • Comuna - Dentre suas figuras públicas, constam João Machado (SP), Ailton Lopes (CE), Camila Valadão (ES), Jacqueline Parmigiani (PR), Georgia Faust (SC), Alice Carvalho (RS), Paulo Sérgio (RS).
  • Subverta - organização ecossocialista que defende a construção do Bem Viver e atua de forma horizontalizada, apesar da presença de diversas figuras públicas, entre elas Talíria Petrone, deputada federal (RJ), e o deputado estadual do PSOL (RJ), Flávio Serafini.
  • Comunismo e Liberdade - um agrupamento surgido da crise da Insurgência, mas que se desfez em 2019, seus antigos membros ingressaram na Comuna ou se organizaram em outros coletivos.

PráxisEditar

O grupo Práxis é uma corrente de esquerda, de orientação marxista, que atuou como tendência no interior do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) desde o seu processo de formação. Referenciado numa orientação política que rechaça a possibilidade de construção do socialismo num só país - formulação que constitui uma das bases do stalinismo - vincula-se a uma corrente de esquerda em âmbito internacional denominada Socialismo ou Barbárie, presente em diversos países da América Latina.[44][carece de fontes?]

Em julho de 2008, após a II Conferência Eleitoral do PSOL, o Grupo Práxis rompe com o partido.[45][carece de fontes?]

Correlação de Forças no II Congresso Nacional do PSOLEditar

A eleição da Executiva Nacional durante o II Congresso Nacional do PSOL, realizado em 2009, revelou a seguinte correlação de forças[46]:

Tendência Número de dirigentes %
Ação Popular Socialista (APS) 4 23,5
Movimento de Esquerda Socialista (MES) 3 17,6
Movimento Terra e Liberdade (MTL) 3 17,6
Enlace 2 11,75
Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST) 2 11,75
Trabalhadores na Luta Socialista (TLS) 1 5,8
Coletivo Socialismo e Liberdade (CSOL) 1 5,8
Poder Popular 1 5,8
  1. Fundação Getúlio Vargas (ed.). «Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)». Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 22 de julho de 2020 
  2. a b Entrevista com Juliano Medeiros para o Jornalistas Livres: https://jornalistaslivres.org/sem-papas-na-lingua-juliano-medeiros-no-dialogando-de-hoje/. Consultado em novembro de 2020. Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "OESP_APS" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  3. Coletivo Primeiro de Maio. «O que é o Coletivo Primeiro de Maio». Consultado em 6 de julho de 2014. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2018 
  4. Luciana Genro. «Um breve balanço e perspectivas». Consultado em 6 de julho de 2014 
  5. a b c d UIT-QI, tradução por Priscila Guedes. «25 anos do falecimento de Nahuel Moreno». Consultado em 6 de dezembro de 2013  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "REF01" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  6. CST, 2009. «Balanço II Congresso do PSOL». Consultado em 6 de dezembro de 2013 
  7. CST, 2011. «Balanço III Congresso do PSOL». Consultado em 6 de dezembro de 2013 
  8. a b c d Bloco de Esquerda do PSOL. «Resoluções apresentadas pelo Bloco de Esquerda no DNPSOL». Consultado em 6 de dezembro de 2013  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "REF02" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "REF02" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  9. a b UIT-QI. «Seção no Brasil da UIT-QI» (em espanhol). Consultado em 6 de dezembro de 2013  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "REF04" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  10. a b CST. «É PSOL de cara própria, Babá pré candidato». Consultado em 6 de dezembro de 2013  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "REF05" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  11. a b c d Flávio Sposto Pompêo, 2007. «As origens do PSOL» (PDF). Consultado em 6 de dezembro de 2013 
  12. CST. «Combate Socialista». Consultado em 6 de dezembro de 2013 
  13. Quem somos - Esquerda Marxista
  14. Flávio Sposto Pompêo, 2007. «As origens do PSOL» (PDF). Consultado em 2 de março de 2013 
  15. Julio Cesar Gonçalves da Silva. «Partido dos professores: elite partidária e evolução política do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL); Parte 2» (PDF). Consultado em 2 de março de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 20 de dezembro de 2014 
  16. Mário Azeredo (Fortalecer o PSOL), 2007. «PSOL - um partido em construção». Consultado em 2 de março de 2013 
  17. a b Insurgência. «Revista À Esquerda». Consultado em 19 de janeiro de 2014 
  18. a b PSOL-SC. «Resultado do III CNPSOL» (PDF). Consultado em 2 de março de 2013 
  19. Unidade Socialista. «Manifesto ao IV Congresso Nacional do PSOL (Unidade Socialista por um PSOL Popular)» (PDF). Consultado em 2 de março de 2013 
  20. Enthusiastic Socialismo Revolucionário (CWI Brazil) Congress - visitado em 10/01/11
  21. Congresso da NOS aprova fusão com o MAIS, acesso em 22 de maio de 2018.
  22. Processo de Fusão NOS-MAIS entra em sua reta final, acesso em 22 de maio de 2018.
  23. A unificação MAIS/NOS: um pequeno-grande passo em frente, acesso em 22 de maio de 2018.
  24. Movimento de Luta dos Trabalhadores anuncia entrada na organização Resistência, acesso em 22 de maio de 2018.
  25. Conferência do M-LPS debaterá unificação com a Resistência, acesso em 22 de maio de 2018.
  26. https://esquerdaonline.com.br/2019/12/06/carta-de-entrada-a-resistencia/
  27. Dirigentes históricos e centenas de militantes rompem com o PSTU, acesso em 20 de julho de 2016.
  28. MANIFESTO PELA CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIALISTA E REVOLUCIONÁRIA NO BRASIL Arquivado em 10 de julho de 2016, no Wayback Machine., acesso em 20 de julho de 2016.
  29. Nasce o MAIS, uma nova organização de esquerda no Brasil, acesso em 06 de outubro de 2016.
  30. MAIS – MOVIMENTO POR UMA ALTERNATIVA INDEPENDENTE E SOCIALISTA acesso em 06 de outubro de 2016.
  31. Militantes que romperam com PSTU realizaram ato de lançamento do MAIS acesso em 6 de outubro de 2016.
  32. https://revolucaobrasileira.org/11/02/2019/revolucao-brasileira-apresentacao/
  33. «Revolução Brasileira – Apresentação». Revolução Brasileira. 11 de fevereiro de 2019. Consultado em 17 de maio de 2019 
  34. «Manifesto pela Revolução Brasileira – Revolução Brasileira». Consultado em 15 de junho de 2020 
  35. «Oficial: Guilherme Boulos é o pré-candidato do PSOL à Presidência da República». PSOL 50. 10 de março de 2018. Consultado em 17 de maio de 2019 
  36. Julio Cesar Gonçalves da Silva, 2013. «Partido dos professores: elite partidária e evolução política do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL); Parte 1». Consultado em 13 de dezembro de 2015 
  37. Insurgência, 2013. «Nasce uma nova organização da esquerda socialista». Consultado em 13 de dezembro de 2015 
  38. a b CRS, 2015. «Portal Resistência: Teses ao PSOL». Consultado em 13 de dezembro de 2015 
  39. CRS, 2014. «Portal Resistência: Eleições 2014». Consultado em 13 de dezembro de 2015 
  40. Meus Inimigos estão no Poder, autor: Renato Dias, publicado em 2017 pela RD Movimento.
  41. «Insurgência realiza I Conferência Nacional». Insurgência. 6 de julho de 2015 
  42. [«Comunicado à militância» Verifique valor |url= (ajuda). Insurgência. 22 de fevereiro de 2017 
  43. https://www.dm.com.br/cultura/2017/04/um-trotskista-insubordinado.html
  44. Pompeo (2007)
  45. «PSOL está acabado» (PDF). Práxis Corrente Marxista Revolucionária. 1 de julho de 2008. Consultado em 25 de agosto de 2012 
  46. As razões da esquerda radical PCB, PSTU e PSOL: estrutura organizativa e objetivos políticos, acesso em 13 de outubro de 2019.