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Década de 2000

(Redirecionado de Anos 2000)
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A década de 2000 compreende o período de tempo entre 1º de janeiro de 2000 e 31 de dezembro de 2009.

Apesar de socialmente aceitável – tido como lógico, é errôneo cronologicamente afirmar que esse período de tempo caracterize-se como a primeira década do século XXI, haja vista que esta iniciou em 1º de janeiro de 2001 e terminou em 31 de dezembro de 2010, pelo fato do calendário gregoriano não possuir o ano zero e o tempo passar a ter sido contado a partir do ano um.

SÉCULOS: Século XXSéculo XXISéculo XXII
DÉCADAS: 195019601970198019902000201020202030 • 2040 • 2050
ANOS: 20002001200220032004200520062007200820092010
Ataques de 11 de setembroEuroGuerra do IraqueGuerra ao TerrorMídia socialJogos Olímpicos de 2008Crise financeira de 2007–082004
A partir da esquerda, no sentido horário: A World Trade Center em chamas e a Estátua da Liberdade durante os ataques de 11 de setembro; o euro entra na moeda europeia em 2002; uma estátua de Saddam Hussein sendo derrubada durante a Guerra do Iraque; as tropas norte-americanas que dirigem em direção a um helicóptero do exército durante a Guerra ao Terror; mídias sociais através da Internet se espalham em todo o mundo; um soldado chinês olha para os Jogos Olímpicos de 2008 se iniciando; uma crise econômica, o maior desde a Grande Depressão, atinge o mundo em 2008; um tsunami do Oceano Índico após um terremoto mata mais de 250 mil pessoas no Boxing Day de 2004.

Índice

PolíticaEditar

MundialEditar

Na política internacional, este período é marcado por ações militares dos Estados Unidos em países do Oriente Médio, na chamada Guerra ao Terrorismo: Guerra do Afeganistão e Guerra do Iraque, além do apoio militar dos Estados Unidos a Israel na Segunda Guerra do Líbano e no conflito israelo-palestino. A região também foi marcada por conflitos internos, como a disputa entre os partidos Hamas e Fatah na Palestina, entre sunitas e xiitas no Iraque e entre o Talebã e líderes tribais no Afeganistão.

Os conflitos entre os Estados Unidos e o Oriente Médio foram desencadeados pelos atentados terroristas ao World Trade Center em Nova Iorque (em 11 de setembro de 2001). Iniciam-se as invasões americanas nos países do Oriente Médio e chegam ao fim as ditaduras de Saddam Hussein no Iraque e dos Talibans no Afeganistão, o que, em certo ponto, beneficiou o atual inimigo dos Estados Unidos: o Irã, pois seus piores inimigos eram a ditadura de Saddam Husseim e o regime Taliban. Os países da União Europeia passam, em sua maioria, a adotar o euro como moeda comum entre os países membros do bloco e para as transações financeiras internas, substituindo as moedas nacionais, sendo algumas exceções o Reino Unido, a Suécia e a Dinamarca, que permaneceram com suas moedas nacionais. Nos países da América Latina, onde partidos de esquerda chegam ao poder através de eleições, inicia-se também uma onda de antiamericanismo, destacando-se o bolivarianismo de Hugo Chávez, presidente venezuelano, apoiado por Evo Morales, o primeiro indígena a ser eleito presidente da Bolívia. Por outro lado, o regime socialista de Cuba - ainda liderado por Fidel Castro, já idoso e com a saúde debilitada - experimenta uma certa abertura, apesar do bloqueio à ilha. O cenário político e econômico da Rússia muda drasticamente com a chegada do centrista e conservador Vladimir Putin na presidência, sucedendo o liberal Boris Iéltsin. As relações entre a Rússia e os Estados Unidos se intensificam. A Rússia experimenta uma onda de terrorismo após as guerras da Chechênia, que incluem a invasão do teatro Dubrokva e o massacre de Beslan. Os conflitos geopolíticos entre a Geórgia — aliada da OTAN — e a Rússia — contraria à expansão das zonas militarizadas controladas pelos EUA — culmina na Guerra da Ossétia, em 2008. A ONU aprova o Relatório Goldstone, segundo o qual o governo israelense, o exército de Israel e a organização palestina Hamas teriam possivelmente praticado crimes de guerra durante a Operação Chumbo Fundido, mas o relatório é contestado por Israel.

No BrasilEditar

A década de 2000 ficou marcada como a década em que a esquerda política brasileira teve um representante seu eleito presidente do país, através de um legítimo processo democrático. O primeiro brasileiro operário a alcançar a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu-se em 2002,[1] após quatro tentativas anteriores, e foi reeleito em 2006.

A reeleição do ex-presidente Fernando Collor de Mello para o Senado, pelo Estado de Alagoas, também causou polêmica.

A década de 2000 também se destacou por vários casos de corrupção, como o caso Waldomiro Diniz, o "Mensalão", escândalos envolvendo José Sarney e a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, sobre o DETRAN, e também o Escândalo do Mensalão no Distrito Federal. A visita do Papa Bento XVI também marcou a década no Brasil, além da descoberta de petróleo na camada pré-sal, da auto-suficiência em petróleo e da produção de biocombustíveis. O Brasil ganhou destaque internacional por condenar o golpe militar em Honduras em 2009 e por receber a visita do polêmico presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que contesta a versão oficial dos atentados de 11 de setembro e acusa os sionistas de manipular números e fatos acerca do holocausto de judeus, para chantagear a Europa e obter a criação do estado de Israel.

LíderesEditar

EconomiaEditar

 
Xangai, um dos símbolos boom econômico da China na década.

Na economia, após os anos 1990 terem sido marcados pelas privatizações e redução do papel do estado, na década de 2000 tem início o enfraquecimento do neoliberalismo, com a retomada dos investimentos públicos nos setores estratégicos de infraestrutura, o que sempre ocorreu na China, sendo um dos motores de seu crescimento. Ocorre também na Rússia e na Argentina (recém-saídos de graves crises econômicas), no Brasil e em alguns países da Europa. A economia mundial passa por um dos maiores períodos de prosperidade e estabilidade da história, até o final do ano de 2007, quando é desencadeada a Crise do crédito hipotecário de alto risco, que coloca em risco a economia de vários países, principalmente dos desenvolvidos. Alguns destaques:

  • O Euro torna-se a moeda oficial da maioria dos países da União Europeia a partir de janeiro de 2002.
  • Foi uma das décadas mais estáveis e prósperas da economia mundial até o final do ano de 2007 quando a Crise econômica de 2008-2009 colocou em risco a economia mundial levando vários países a entrar em recessão.
  • O Brasil consegue acumular mais reservas do que a dívida externa, recebendo status de credor. Embora, apresentando crescimento econômico médio-baixo em comparação com a média dos países emergentes, o país mantém sua economia estável.
  • A China atinge um crescimento econômico sem precedentes.
  • Crise financeira afeta o mundo no final da década.

AcontecimentosEditar

 
Barack Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos.


Desastres naturaisEditar

  • O sismo e tsunami do Oceano Índico de 2004 foi um terremoto submarino que ocorreu às 00:58:53 UTC de 26 de dezembro de 2004, com epicentro na costa oeste de Sumatra, na Indonésia.
  • Em Miamar, ciclone Nargis em 2008 deixou 136 366 mortos.
  • O terremoto de Sichuan, na China, com 87 476 vítimas mortais.
  • Cerca de 73 340 pessoas morreram em um terremoto no Paquistão em 2005.
  • 72 210 mortos nas ondas de calor na Europa em 2003.
  • Temporal alaga cidades de Pouso Alegre e Santa Rita do Sapucaí, no Brasil.

Saúde públicaEditar

No final da década, o mundo se depara com a 1ª pandemia do terceiro milênio: A Gripe A, além do SARS e da Gripe aviária.

TecnologiaEditar

 
Visualização gráfica de várias rotas em uma porção da Internet mostrando a escalabilidade da rede.

Nesta década a partir de meados, a Internet se consolida como veículo de comunicação em massa e armazenagem de informações, principalmente após a fase da World Wide Web e a Globalização da informação atinge um nível sem precedentes históricos. A diminuição dos preços de acesso e as conexões de banda larga, que substituíram as conexões discadas da década anterior, permitiram que as pessoas passassem mais tempo na Internet e possibilitaram não somente o acesso a informações, mas também a transferência de vídeo, áudio e softwares. Recursos da Internet como as redes sociais, a comunicação por mensagens instantâneas, a tecnologia VoIP e o comércio eletrônico modificaram em grande extensão a maneira como as pessoas se relacionam entre si, tanto em nível pessoal quanto em nível profissional.[3]

Já no final da década, os tubos de raios catódicos deixaram de ser fabricados para televisores e monitores de computador, dando lugar à tela de plasma e o LCD.[4] O formato padrão das novas telas fabricadas também mudou, de 4:3 (aproximadamente quadrado) para 16:9 (retangular, ou widescreen).[5]

Ainda dentro do âmbito tecnológico, começa a ocorrer o fenômeno de convergência de mídias, ou seja, dispositivos usados para gravar dados e arquivos de mídia nos computadores passam a ser utilizados também em outros equipamentos, como aparelhos de som e reprodutores de mídia (sucessores do videocassete).[6] Destaques:

CiênciaEditar

 
O sistema solar é reformulado.

ReligiãoEditar

Pontificado de Bento XVI

A década marca ainda o fim do pontificado de João Paulo II,[7] o terceiro mais longo da História, com sua morte em 2 de abril de 2005. O conclave elege em seu lugar em 19 de abril o alemão Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que toma o nome de Bento XVI, tornando-se o 266º Papa.[8] Até o fim da década, Bento XVI publica três encíclicas e um livro, e visita quinze países, nos cinco continentes.[9] Libera universalmente o uso da "forma extraordinária do Rito Romano" e determina a criação de ordinariatos pessoais para acolher os numerosos anglicanos que convertem-se ao Catolicismo.

Devido aos ataques de 11 de setembro, cresce a islamofobia nos países do ocidente.

Surge o movimento de neo-ateísmo promovido principalmente por nomes como Richard Dawkins, Daniel Dennett, Sam Harris e Christopher Hitchens[10] e algumas organizações como Freedom From Religion Foundation, American Atheists, Camp Quest e a Rational Response Squad.

EsportesEditar

 
Encerramento das Olimpíadas de Sydney.
 
Parte da região do Olympic Green à noite. Em destaque os edifícios do Estádio Nacional e do Centro Aquático Nacional de Pequim, palcos dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008.

Eventos futebolísticosEditar

Eventos Futebolísticos da década de 2000
Ano Evento Local Campeão
2001 40ª Copa América   Colômbia   Colômbia (1º título)
5ª Copa das Confederações   Japão e   Coreia do Sul   França (1º título)
2002 17ª Copa do Mundo FIFA   Japão e   Coreia do Sul   Brasil (5º título)
23ª Copa das Nações Africanas   Mali   Camarões (4º título)
2003 6ª Copa das Confederações   França   França (2º título)
2004 12º Campeonato Europeu de Futebol   Portugal   Grécia (1º título)
41ª Copa América   Peru   Brasil (7º título)
24ª Copa das Nações Africanas   Tunísia   Tunísia (1º título)
13ª Copa da Ásia   China   Japão (3º título)
2005 7ª Copa das Confederações   Alemanha   Brasil (2º título)
2006 18ª Copa do Mundo FIFA   Alemanha   Itália (4º título)
25ª Copa das Nações Africanas   Egito   Egito (5º título)
2007 42ª Copa América   Venezuela   Brasil (8º título)
14ª Copa da Ásia   Indonésia,   Malásia,   Tailândia e   Vietnã   Iraque (1º título)
2008 13º Campeonato Eurpoeu de Futebol   Áustria e   Suíça   Espanha (2º título)
26ª Copa das Nações Africanas   Gana   Egito (6º título)
2009 8ª Copa das Confederações   África do Sul   Brasil (3º título)

CulturaEditar

ArquiteturaEditar

Conclusão do Burj Khalifa Bin Zayid (árabe: برج خليفة; "Torre de Khalifa"), anteriormente conhecido como Burj Dubai, é um arranha-céu localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sendo a maior estrutura e, consequentemente, o maior arranha-céu já construído pelo homem, com 828 metros de altura. Sua construção começou em 21 de Setembro de 2004 e foi inaugurado no dia 4 de janeiro de 2010. Foi rebatizada devido ao empréstimo feito por Khalifa bin Zayed Al Nahyan, xeque do emirado de Abu Dhabi

ArtesEditar

Nas artes, tendências ligadas a pós-modernidade continuam se manifestando na medida em que suportes como o happening, a instalação, o vídeo, a "arte digital" entre outros mantém-se na ordem do dia de Bienais e mostras internacionais, ainda que desde a década de 1980 os suportes tradicionais tenham sido revitalizados. Na música erudita, coexistem duas tendências: uma, de valorização do tradicional em detrimento do experimentalismo, renovando as formas consagradas até o Romantismo, o que pode ser verificado pelas obras mais recentes de compositores consagrados como Penderecki[11] e Arvo Pärt, que readotaram o tonalismo; a outra, de continuidade e desenvolvimento do experimentalismo do Século XX, como ocorre nos trabalhos de John Adams, Philip Glass, entre outros.

CinemaEditar

Diversão eletrônicaEditar

  • A indústria dos jogos eletrônicos desbanca Hollywood, assumindo em alguns momentos o posto de industria do entretenimento mais cara, sofisticada e lucrativa.
  • Os jogos eletrónicos começam a ser encarados como um tipo de arte, com alguns como Bioshock ganhando premios em revistas e publicações de diferentes ramos artísticos.
  • Nascimento dos jogos que envolvem a união familiar e exercícios físicos, através do console de mesa Wii e do acessório Wiifit da Nintendo.
  • Com o avanço da internet, os MMORPG (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game) se tornam uma febre.
  • Lançados os consoles de Sexta Geração: PlayStation 2 da Sony em 2000, Xbox da Microsoft e Game Cube da Nintendo em 2001. Essa sexta geração é marcada pela entrada da gigante americana Microsoft no mercado dos videogames, bem como pelo fato de ser a última geração de aparelhos na qual a Sega ainda atuava na área de consoles. Atualmente, a empresa japonesa atua apenas na área de jogos eletrônicos.
  • Lançados os consoles de Sétima Geração: Xbox 360 da Microsoft em 2005, Wii da Nintendo em 2006 e PlayStation 3 da Sony no ano de 2007. Nesta geração a Nintendo consegue ampliar de modo considerável sua participação no mercado com seu Nintendo Wii
  • Ascensão dos portáteis como plataforma popular de jogos.

ModaEditar

  • Na Década de 2000 a moda foi se simplificando, tendo como blusas de cor unica e cabelos onde o liso reinava. A maior inspiração para moda desta década provém dos anos 70.
  • É lançada a moda das calças Saint-Tropez (de cintura baixa); As calças "boca-de-sino","baggy" e "boot-cut" dominaram os guarda-roupas dos jovens e adultos durante toda a década, juntamente com calças de joelho rasgado; Além de all-stars e óculos de lentes coloridas, que também tornam-se sucesso entre o público adolescente.
  • No público feminino, a moda foi adquirindo inspirações de 30 e 20 anos atrás, tornando-se uma década bem eclética em questão de vestimentas. Dos anos 70, voltaram: As famosas calças flare e boca-de-sino de cinturas baixíssimas, que eram usadas muitas vezes com tops curtíssimos, mostrando boa parte do abdômen; Cintos grandes e largos, cabelos alisados, maquiagens minimalistas; sapatos e botas de plataforma, tamancos, Gloss (com ou sem glitter), boinas, braceletes; brincos de argola e blusas de frente única. E dos anos 80: Os famosos sapatos de bico e saltos finos e vestidos mais justos e curtos. Além de novas tendências como: Calças cargo bastante largas ou em estilo militar; Conjuntos de moletom, pulseiras de cristal swarovski, cabelos com mechas fortíssimas, piercing no umbigo e até gravatas para as mais despojadas.
  • No público masculino, voltam-se os estilos: Surfista, hippie e punk rock. Entre as vestimentas mais utilizadas estavam: Os camisões praianos, estampados ou de uma única cor; Bonés Von Dutch, cabelos moicanos ou pigmalião (muitas vezes com luzes); Camisas de gola alta; calças de cintura baixas muito largas (com ou sem correntes); Sapatos esportivos dos mais diversos tipos e cores e o uso de acessórios metálicos.
  • No final da década, a moda entra num momento retrô, voltam a se usar roupas mais exageradas e com mais cores, com influências da moda brega dos anos 80, e a da primeira metade dos anos 90. Esses estilos tomariam mais força e se tornariam símbolo da década seguinte, a década de 2010.

MúsicaEditar

 Ver artigo principal: Música da década de 2000
  • No dia 25 de Junho de 2009 morre o cantor Michael Jackson
  • Em 2003 a cantora Amy Winehouse começa a fazer sucesso em Camdem (terra natal), e logo após torna-se um grande sucesso mundialmente.
  • O gênero nu metal, se populariza nos anos 2000, com o sucesso do Linkin Park, Evanescence, Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Papa Roach, entre outras bandas.
  • Houve um grande sucesso da house music, tanto em sua forma mais pura quanto na segunda metade da década, em suas formas mais eletrônicas e comerciais com gêneros como electro house e tech-house.
  • O teen pop entra em crise, e os fãs do gênero viram sua então maior expoente, Britney Spears, amadurecer artisticamente. Após abrir a década com dois discos recordistas em vendas, Oops!...I Did It Again (mais exclusivamente voltado ao público adolescente) e Britney (marcando sua transição para o adult pop), a cantora trouxe álbuns como In The Zone, Blackout (considerado pela crítica especializada um dos melhores álbuns da década) e Circus, que representaram uma nova fase sonora e decisiva em sua carreira, tornando-a uma artista de enorme impacto e influência mundial para a cultura pop.
  • O R&B continua a ser muito bem sucedido graças a artistas como Mariah Carey, Chris Brown, Ne-Yo, Usher, Beyoncé, Alicia Keys e Rihanna.
  • A partir de 2000, o rap está novamente em voga, que é dirigido por artistas como Eminem e 50 Cent.
  • Rock alternativo evolui e encontra grandes artistas como o Muse, o U2, Depeche Mode e Foo Fighters (sendo as três últimas bandas famosas desde as décadas de 80 e 90).
  • Nos anos 2000 o mundo assistiu o sucesso de Coldplay com seu primeiro álbum, Parachutes, e principalmente e o segundo, A Rush Of Blood To The Head, que vendeu mais de 20 milhões de cópias. Mais dois seguiram no decurso da década, graças ao qual a banda britânica é um dos conjuntos de música mais bem-sucedidos.
  • O Radiohead de Thom Yorke vive no início da década um momento muito positivo, criando Amnesiac, In Rainbows e especialmente Kid A, sendo o último considerado pela prestigiada revista Rolling Stone como o melhor álbum da década. Outra banda da paisagem britânica, o Oasis (já famosa desde os anos 90) retorna as paradas de sucesso no meio da década com o álbum Do not Believe the Truth, que vende 8 milhões de cópias, resultando em uma grande turnê mundial, que acaba por ser uma das mais bem sucedidas da década.
  • O gênero soul-pop dos anos sessenta também volta ao mainstream, especialmente após o grande sucesso internacional de Amy Winehouse, seguido de novos nomes como Adele.
  • Na Europa, o indie rock se espalha, e de fato cresce a popularidade de grupos como Kaiser Chiefs, White Stripes, Arctic Monkeys e Strokes, My Chemical Romance e Tokio Hotel.
  • Nos últimos anos, realizaram-se inúmeras reuniões entre bandas veteranas muito bem sucedidas, com shows e turnês especiais de grupos como Duran Duran, Take That, Led Zeppelin, Pink Floyd, The Police, Genesis, Spice Girls, AC/DC e o retorno da formação histórica do Iron Maiden.
  • Nos últimos anos da década surgem no cenário musical as cantoras pop Katy Perry e Lady Gaga.

TelevisãoEditar

Referências

Ligações externasEditar