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Disambig grey.svg Nota: Para o ensaio de Max Horkheimer, veja Teoria crítica. Para a conceituação filosófica, veja Crítica (filosofia).
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"O crítico de arte", pintura de Georges Croegaert (1848-1923).

Crítica (do grego κριτικός, kritikós, "apto a julgar") é uma opinião ou juízo de valor.[1][2] Quando acrescido do sufixo "ismo", tem um significado mais amplo.[3] Na filosofia, é um ramo do racionalismo, e faz referência a um conceito formulado por Immanuel Kant. Atualmente, o termo se aplica principalmente a ramos como artes plásticas, cinema, jornalismo etc.[4][5]

Crítica de arteEditar

A crítica de arte é a discussão ou avaliação da arte.[6][7] Os críticos de arte geralmente criticam arte no contexto da estética ou da teoria da beleza.[8][9] Um dos objetivos da crítica de arte é construir uma base racional para a apreciação da arte,[10][11] mas é questionável se tal crítica pode transcender circunstâncias sociopolíticas dominantes.[12]

A variedade de movimentos artísticos resultou em uma divisão da crítica de arte em diferentes disciplinas que podem usar diferentes critérios em seus julgamentos.[13][14] A divisão mais comum no campo da crítica é entre crítica e avaliação histórica, que é uma forma de história da arte, e a crítica contemporânea do trabalho de artistas vivos.[15][16]

Apesar da percepção de que a crítica de arte é uma atividade de muito menor risco do que fazer arte, opiniões sobre a arte corrente são sempre sujeitas a drásticas correções com a passagem do tempo.[17] Críticos do passado são, frequentemente, ridicularizados por favorecer artistas agora ridicularizados (como os pintores acadêmicos do fim do século XIX), ou por rejeitar artistas agora venerados (como o trabalho inicial dos impressionistas.[18][19][20] Alguns movimentos artísticos chegam a ser nomeados depreciativamente pelos críticos, com o nome sendo adotado posteriormente pelos artistas do estilo como uma espécie de emblema de honra do movimento (por exemploː impressionismo, cubismo), com o sentido original negativo sendo esquecido.[21][22]

Os artistas, frequentemente, têm uma relação difícil com seus críticos. Usualmente, os artistas precisam de opiniões positivas dos críticos para que seus trabalhos sejam vistos e comprados; infelizmente para os artistas, às vezes somente as futuras gerações são capazes de entender suas obras.[23][24]

Existem muitas variáveis que determinam o julgamento artístico de alguém, como estética, conhecimento ou percepção.

MetodologiaEditar

A crítica de arte inclui um aspecto descritivo,[25] onde a obra de arte é traduzida em palavras.[26][27][28][29] A avaliação da obra de arte que se segue à descrição (ou é intercalada com ela) depende tanto do trabalho do artista quanto da experiência do crítico.[30][31][32] Uma atividade com tal alta dose de subjetividade possibilita que existam diversas maneiras de exercê-la.[33][34][35] Como extremos em um possível espectro,[36] enquanto alguns simplesmente registram suas impressões imediatas sobre a obra,[37][38] outros preferem uma abordagem mais sistemática, baseada em conhecimento técnico, teoria estética e conhecimento do contexto sociocultural no qual o artista está inserido, para descobrir suas intenções.[39][40][41]

HistóriaEditar

Os críticos de arte, provavelmente, surgiram junto com a arte, como evidenciado nas obras de Platão, Vitrúvio ou Agostinho de Hipona, que contêm formas iniciais de crítica de arte.[42] Ricos mecenas empregaram, pelo menos desde o início da renascença, avaliadores intermediários de arte para ajudá-los na aquisição de obras.[43][44]

OrigensEditar

A crítica de arte, como um gênero literário, adquiriu sua forma moderna no século XVIII.[45] O primeiro uso da expressão "crítica de arte" foi obra do pintor inglês Jonathan Richardson, na sua publicação de 1719 "Um ensaio sobre toda a arte da crítica". Na sua obra, ele tentou criar um sistema objetivo para ranquear as obras de arte. Sete categorias, incluindo desenho, composição, invenção e coloração, receberam notas de zero a dezoito, que se combinavam para formar uma nota final. A expressão que ele introduziu rapidamente se popularizou, especialmente conforme a classe média inglesa começava a ser mais consciente em suas aquisições de obras de arte, como símbolos de ostentação do seu status social.

Na França e Inglaterra de meados do século XVIII, o interesse público por arte começou a se disseminar, e arte era regularmente exibida nos salões de Paris e nas exibições de verão de Londres. Os primeiros escritores que adquiriram reputação como críticos de arte na França do século XVIII foramː Jean-Baptiste Dubos, com seu "Reflexões críticas sobre a poesia e sobre a pintura" (1718),[46] que angariou a aclamação de Voltaire pela sagacidade de sua abordagem à teoria estética;[47] e Étienne La Font de Saint-Yenne, com seu "Reflexões sobre algumas causas do estado presente da pintura na França", que falava sobre o salão de 1746,[48] comentando sobre a estrutura socioeconômica da produção do então popular estilo barroco,[49] o que levou à percepção de sentimentos antimonarquistas no texto.[50]

O escritor francês do século XVIII Denis Diderot desenvolveu muito a crítica de arte. Seu texto "O salão de 1765"[51] foi uma das primeiras tentativas de capturar a arte em palavras.[52] De acordo com o historiador de arte Thomas E. Crow, "quando Diderot assumiu a crítica de arte, estava iniciando a primeira geração de escritores profissionais que viviam de oferecer descrições e julgamentos de pintura e escultura contemporânea. A demanda por tais comentários era produto da igualmente nova instituição de exibições públicas, gratuitas e regulares de arte contemporânea".[53]

Enquanto isso, na Inglaterra, uma exibição da Real Sociedade de Artes em 1762 e, posteriormente, em 1766, provocou uma enxurrada de panfletos críticos anônimos. Jornais do período, como o "Crônica de Londres", começaram a publicar colunas de crítica de arteː uma forma que deslanchou a partir da criação da Academia Real Inglesa em 1768. Na década de 1770, o "Crônica da manhã" se tornou o primeiro jornal a comentar, sistematicamente, a arte exposta nas exibições.

Século XIXEditar

Do século XIX em diante, a crítica de arte se tornou uma profissão mais comum,[54] desenvolvendo, às vezes, métodos formais baseados em teorias estéticas particulares.[55][56][57] Na França, na década de 1820, surgiu uma divisão entre os proponentes das tradicionais formas neoclássicas de arte e a nova moda romântica. Os neoclássicos, liderados por Étienne-Jean Delécluze, defendiam o ideal clássico e preferiam formas finamente acabadas na pintura. Os românticos, como Stendhal, criticavam os velhos estilos por estes seguirem excessivamente fórmulas e serem isentos de qualquer emoção. Ao contrário, defendiam as novas nuanças emocionais, idealísticas e expressivas da arte romântica. Um debate similar, porém menos ruidoso, também ocorreu na Inglaterra.

Um dos proeminentes críticos na Inglaterra da época foi William Hazlitt, um pintor e ensaísta. Ele escreveu sobre seu profundo prazer na arte e sua crença de que as artes poderiam ser usadas para estimular a generosidade de espírito da humanidade. Ele fez parte de uma maré crescente de críticos ingleses que começava a ficar descontente com a direção crescentemente abstrata das paisagens de William Turner.

Um dos grandes críticos do século XIX foi John Ruskin. Em 1843, ele publicou "Pintores modernos", no qual ele defendeu, vigorosamente, o trabalho de William Turner dos ataques de seus críticos, os quais acusavam Turner de ser infiel à realidade. Através de diligente análise e atenção ao detalhe, Ruskin conseguiu demonstrar o contrário, no que o historiador Ernst Gombrich chamou de "o mais ambicioso trabalho de crítica científica de arte já tentado". Ruskin se tornou famoso por sua prosa rica e fluente. Posteriormente, ele diversificou sua atuação, publicando trabalhos sobre arquitetura e arte renascentista, incluindo "As pedras de Veneza".

Outra figura dominante na crítica de arte do século XIX foi o poeta francês Charles Baudelaire. Seu primeiro trabalho publicado foi a crítica "Salão de 1845",[58] que atraiu imediata atenção por sua ousadia.[59] Muitas de suas opiniões críticas era novidade na época,[60] como por exemplo sua defesa de Eugène Delacroix.[61] Quando a famosa pintura Olympia (1865), de Édouard Manet, um retrato de uma cortesã nua, gerou escândalo por seu flagrante realismo,[62] Baudelaire apoiou, secretamente, seu amigo.[63] Ele dizia que a crítica deve ser parcial, apaixonada, política - ou seja, baseada num ponto de vista único, mas também baseada num ponto de vista que abre as portas para o maior número possível de horizontes". Ele tentou retirar o debate das velhas posições binárias das décadas anteriores, dizendo que "o verdadeiro pintor será aquele que conseguir extrair, da vida contemporânea, seu aspecto épico, nos fazendo ver e entender, em cores ou através de desenho, quão grandes e poéticos nós somos, com nossas gravatas e botas polidas".

Em 1877, John Ruskin ridicularizou a pintura "Noturno em preto e douradoː o foguete cadente", depois que seu autor, James McNeill Whistler, a exibiu na galeria Grosvenorː[64] "eu já havia visto, e ouvido, muita insolência cockney; mas nunca esperei ouvir um tolo pedir duzentos guinéus para arremessar um pote de tinta no rosto das pessoas".[65] A crítica levou Whistler a processar Ruskin por difamação.[66][67] O processo judicial subsequente revelou ser uma vitória pírrica para Whistler.[68][69][70]

Virada para o século XXEditar

Por volta do final do século XIX, um movimento em direção à abstração, em oposição a algum conteúdo específico, começou a ganhar terreno na Inglaterra, sob a liderança do dramaturgo Oscar Wilde. No início do século XX, essas atitudes começaram a se unir numa filosofia coerente, através dos trabalhos dos membros do Grupo de Bloomsbury Roger Fry e Clive Bell.[71] Sendo um historiador de arte na década de 1890, Fry ficou intrigado com a nova arte modernista e sua fuga da representação tradicional. A exibição de 1910 do que ele chamou de "arte pós-impressionista" atraiu muitas críticas por sua iconoclastia. Ele defendeu a si próprio vigorosamente em uma palestra, argumentando que a arte estava tentando descobrir a linguagem da pura emoção, mais do que a severa e, na sua opinião, desonesta captura científica do cenário.[72] O argumento de Fry provou ser muito influente na época, especialmente entre a elite progressista. Virginia Woolf observouː "por volta de dezembro de 1910 [quando Fry deu sua palestra], o caráter humano mudou".

Independentemente, e ao mesmo tempo, Clive Bell argumentou, em seu livro "Arte" (1914), que toda obra de arte tinha sua própria "forma significante", e que o assunto convencional era irrelevante. Esse livro criou as bases para a abordagem formalista da arte.[73]

O Commons possui imagens e outros ficheiros sobre Crítica

Referências

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