Estatísticas da Copa Libertadores da América

Estatísticas gerais da Copa Libertadores da América.

Os dados abaixo não incluem o Campeonato Sul-Americano de Campeões. A CONMEBOL, nas estatísticas presentes em seu sítio, não unificou o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 às estatísticas da Copa Libertadores. Cabe observar, entretanto, que a CONMEBOL cita a competição de 1948, em seu sítio, como a antecedente concreta que se tornou a Copa Libertadores, e como título de campeão sul-americano de clubes ao seu campeão, Vasco da Gama. Ao menos nos anos 1996 e 1997, a CONMEBOL equiparou o dito campeonato à Copa Libertadores, uma vez que, com base neste título, o Comitê Executivo da CONMEBOL, em 29 de abril de 1996, autorizou o Vasco da Gama a participar da edição de 1997 da Supercopa Libertadores, competição aberta apenas aos campeões da Copa Libertadores, e que não era aberta à participação de campeões de outras competições da CONMEBOL, como a Copa CONMEBOL.

Dados geraisEditar

Equipes com mais participaçõesEditar


Clubes País Participações
  Nacional   Uruguai 47
  Peñarol   Uruguai 47
  Olimpia   Paraguai 41
  Cerro Porteño   Paraguai 40
  River Plate   Argentina 35
  Sporting Cristal   Peru 34
  Colo-Colo   Chile 33
  Bolívar   Bolívia 32
  Universitario   Peru 30
  Boca Juniors   Argentina 28
  Emelec   Equador 28
  Alianza Lima   Peru 26
  Universidad Católica   Chile 26
  Barcelona SC   Equador 25
  The Strongest   Bolívia 25
  El Nacional   Equador 24
  Universidad de Chile   Chile 23
  Deportivo Táchira[1]   Venezuela 22
  Atlético Nacional   Colômbia 21
  Oriente Petrolero   Bolívia 21
  Deportivo Cáli   Colômbia 20
  Independiente   Argentina 20

RecordesEditar

Recordes geraisEditar

ClubesEditar

  • Clube que mais marcou gols em uma edição:  Cruzeiro, 46 gols marcados, sofrendo 17 e com saldo de 29 gols, na edição de 1976.
  • Maior campeão:  Independiente com 7 títulos.
  • Maior público em uma única partida: 114.500 pessoas na partida entre   Cruz Azul 3 x 0   River Plate, 30 de maio de 2001, Estádio Azteca, Cidade do México, México[2]
  • Maior público como mandante em uma única edição:  Flamengo, em 1981. Segundo uma lista divulgada em 2015 pela Conmebol, o Flamengo registrou um público somado de 516.382 espectadores nos seis jogos que disputou no Maracanã na Copa Libertadores da América de 1981[3].
  • Mais vice-campeonatos:   Peñarol e   Boca Juniors - 5 vezes.
  • Mais finais:   Boca Juniors - 11 vezes
  • Mais participações:   Nacional e   Peñarol com ambos 47 participações até a edição de 2019.
  • Mais pontos no ranking geral:   River Plate com 604 pontos (até 2019).
  • Melhor campanha na fase de grupos:   Boca Juniors (2015) - 18 pontos em seis jogos, e 17 gols de saldo.[4]
  • Pior campanha na fase de grupos:   Zamora (2015) - 0 pontos, 21 gols sofridos e saldo de -18 [4]
  • Campeão com melhor aproveitamento:   Cruzeiro, quando venceu a edição de 1976 com 88,46% de aproveitamento (13 jogos, 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota).
  • Campeão com pior aproveitamento:   LDU Quito, quando venceu a edição de 2008 com 47,61% de aproveitamento (14 jogos, 5 vitórias, 5 empates e 4 derrotas)
  • Mais partidas disputadas:   Nacional, com 381 partidas (até 2019).
  • Mais vitórias:   River Plate, com 171 vitórias (até 2019).
  • Mais vitórias consecutivas:   Vasco da Gama, com 8 vitórias.
  • Mais vitórias como visitante em uma única edição:   Palmeiras (2018), com 5 vitórias.
  • Maior invencibilidade em casa:   Bolívar - se manteve invicto em La Paz em 23 partidas (17 vitórias e 6 empates). A série começou após a derrota frente ao Oriente Petrolero, em 5 de julho de 1988, e terminou na derrota por 1 a 0 frente ao Olimpia, pela terceira fase (gol contra de Sandy, aos 87 minutos) da edição de 1994. Curiosamente a vitória que inicia a série foi contra o mesmo Olimpia em 1988 (2 a 0).
  • Maior invencibilidade - Sporting Cristal, 17 jogos sem perder
  • Mais empates:   Nacional, com 103 empates (até 2019).
  • Mais derrotas:   Peñarol, com 123 derrotas (até 2019).
  • Mais gols feitos:   River Plate, marcou 573 gols (até 2019).
  • Mais gols sofridos:   Peñarol, tomou 440 gols (até 2019).
  • Partida com mais gols já registrada:   Peñarol 11 x 2   Valencia, em 15 de março de 1970.
  • Maior goleada já registrada em uma partida válida pela final:   São Paulo 5 x 1   Universidad Católica, em 19 de maio de 1993.
  • Clube que mais sofreu expulsões:   América - em 8 partidas recebeu 10 cartões vermelhos.
  • Menos Tempo Entre o Rebaixamento no Campeonato Nacional e a Conquista da Libertadores:   River Plate (2015), 50 meses depois do rebaixamento.[5]
  • Maior goleada de um clube visitante :

  Universidad de Chile 0x6 Millonarios 08 de maio de 1960.1° Rodada Fase de grupos.

Clubes que Venceram todos os jogos na Fase de GruposEditar
Pos Ano Equipes Pts % GM GS SG Ref.
1 2015   Boca Juniors 18 100 19 2 +17 [4]
2 2001   Vasco da Gama 18 100 16 5 +11
3 2007   Santos 18 100 12 1 +11
Clubes que Perderam todos os jogos na Fase de GruposEditar
Pos Ano Equipes Pts % GM GS SG Ref.
1 2015   Zamora 0 0 3 21 –18 [4]
2 1979   Jorge Wilstermann 0 0 5 21 –16
3 1979   Alianza Lima 0 0 5 20 –15
4 2011   Guaraní 0 0 2 16 –14
1970   Deportivo Galícia 0 0
5 2017   Zamora 0 0 6 20 -14
6 1985   Sport Boys 0 0 1 14 –13
7 1987   Estudiantes Mérida 0 0 4 17 –13
8 2009   Aurora 0 0 3 15 –12
2004   Cobreloa 0 0
1976   Deportivo Galícia 0 0
11 2007   Alianza Lima 0 0 2 13 –11
12 2007   Deportivo Pasto 0 0 3 14 –11
13 1974   Colo Colo 0 0 3 13 –10
14 1980   Deportivo Táchira 0 0 0 9 –9
15 1982   Deportivo Municipal 0 0 3 12 –9
16 2002   Sporting Cristal 0 0 5 14 –9
17 1998   Atlético Zulia 0 0 3 11 –8
Campeões InvictosEditar

Até 2019, apenas 6 clubes foram campeões invictos. Porém, somente o Estudiantes, da Argentina, conseguiu esta façanha por 2 anos consecutivos.[6]

Até 1999 o campeão da edição da Libertadores do ano anterior já entrava na primeira fase mata-mata após a fase de grupos. Por isso, muitas vezes um time chegava à final sem derrotas. Tanto que das seis vezes que um time foi campeão invicto da Libertadores, em quatro esta equipe estava defendendo seu título[6].

# Equipe Ano(s) Campanha(s) Ref.
1   Estudiantes* 1969 e 1970 4 vitórias em 1969 e 3 vitórias e 1 empate em 1970 [6]
2   Corinthians 2012 8 vitórias e 6 empates
3   Independiente 1964 5 vitórias e 2 empates
4   Boca Juniors* 1978 4 vitórias e 2 empates
5   Peñarol 1960 3 vitórias e 4 empates
  Santos* 1963
  • Nota: (*) - Clubes que estavam defendendo o título. O Estudiantes foi campeão em 1968, assim, defendeu o título tanto em 69, quanto em 70.[6]
Maiores públicos como mandanteEditar
# Equipe Ano Público Ref.
1   Flamengo 1981 516.382 [3]
2   Universidad de Chile 1970 484.018
3   River Plate 1966 483.997
4   Racing 1967 479.327
5   Peñarol 1966 470.883
6   Nacional 1967 465.562
7   São Paulo 1993 427.013
8   Cruzeiro 1997 403.502
9   São Paulo 1994 402.983
10   Barcelona de Guayaquil 1990 393.006
11   Boca Juniors 2003 392.963
12   América 2002 389.908
13   Cruzeiro 1976 388.007
14   Peñarol 1970 383.972
15   Colo-Colo 1973 382.734
16   Botafogo 1973 382.728
17   Nacional 1969 382.358
18   Nacional 1980 381.118
19   São Paulo 1992 379.408
20   River Plate 1986 378.997

JogadoresEditar

  • Jogador com mais partidas disputadas:    Ever Hugo Almeida - por 113 vezes defendeu o Olimpia, entre os anos 1973 e 1990.
  • Maior artilheiro da história:   Alberto Spencer - com 54 gols marcados (48 pelo Peñarol e 6 pelo Barcelona do Equador) entre 1960 e 1972.
  • Maior artilheiro em uma única edição:   Daniel Onega - com 17 gols marcados em 1966, pelo River Plate da Argentina.
  • Jogador mais velho a fazer gol:   Zé Roberto - com 42 anos, fez o terceiro gol da partida pelo Palmeiras na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético Tucumán, em 2017.
  • Jogador mais novo a fazer gol:   Rodrygo Goes - com 17 anos, 2 meses e 6 dias, fez o segundo gol na vitoria do Santos na vitoria por 3 a 1 sobre o Nacional, em 2018.
  • Jogador com mais títulos:   Francisco Sá - 6 vezes: 4 vezes pelo Independente de Avellaneda e duas vezes pelo Boca Juniors.

TreinadoresEditar

  • Técnico que mais dirigiu clubes na Libertadores:   José Walter Roque Méndez - 8 em 12 edições - Valencia FC (1972 e 1974), Deportivo Galicia de Caracas (1975 e 1976), Estudiantes de Mérida (1977 e 1978), Atlético San Cristóbal (1983), Oriente Petrolero (1988), CA Progresso (1987 e 1990), San Jose Oruro (1996) e Deportivo Tachira (2001).
  • Treinador que chegou a final da Copa Libertadores com mais clubes diferentes:   Roberto Scarone é o único treinador que chegou a uma final da Copa Libertadores com três clubes diferentes: Peñarol (1960 e 1961), Nacional de Montevidéu (1967) e Universitario do Peru (1972). Foi campeão duas vezes com o Peñarol.
  • Treinador que mais chegou a final da Copa Libertadores:   Carlos Bianchi (5 vezes) - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001, 2003 e 2004).
  • Mais vitorioso:   Carlos Bianchi, venceu a competição 4 vezes - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001 e 2003).
  • Venceram a competição por 2 clubes diferentes:   Carlos Bianchi - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001, e 2003),   Luiz Felipe Scolari - Grêmio (1995) e Palmeiras (1999),   Paulo Autuori - Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005),   Edgardo Bauza - LDU Quito (2008) e San Lorenzo (2014).
  • Venceram a competição como jogador e treinador:   Humberto Maschio - como jogador (Racing em 1967) e como treinador (Independiente em 1973);   Roberto Ferreiro - como jogador (Independiente, 1964 e 1965) e como treinador (Independiente em 1974);   Luis Cubilla - como jogador (Peñarol, 1960 e 1961 e Nacional em 1971) e como treinador (Olimpia, 1979 e 1990);   Juan Mujica - como jogador (Nacional em 1971) e como treinador (Nacional em 1980);   José Omar Pastoriza - como jogador (Independiente em 1972) e como treinador (Independiente em 1984);   Nery Pumpido - como jogador (River Plate em 1986) e como treinador (Olimpia em 2002);   Marcelo Gallardo - como jogador (River Plate em 1996) e como treinador (River Plate em 2015 e 2018);   Renato Portaluppi - como jogador (Grêmio em 1983) e como treinador (Grêmio em 2017).
  • Não sul-americanos a vencer o torneio:   Mirko Jozić (pelo Colo-Colo, em 1991) e   Jorge Jesus (pelo Flamengo, em 2019) são os únicos treinadores não sul-americanos a vencerem a Copa Libertadores.

ArbitragemEditar

  • Mais finais arbitradas:   Edson Pérez, foi o que mais apitou na última partida de uma final (entre 1960 e 2019) - 4 vezes (1975, 1978, 1980 e 1983).

PaísesEditar

CidadesEditar

  • Cidade que mais teve times campeões:   Buenos Aires,   Argentina - 13 títulos com 5 times diferentes.
  • Cidade com mais participantes:   Montevidéu,   Uruguai - 11 times diferentes desta cidade já participaram da competição (Peñarol, Nacional, Defensor Sporting, Danubio, Wanderers, Cerro, Fénix, Bella Vista, Progreso, Racing e Liverpool).
  • Cidade que mais sediou cerimônias de premiação:   São Paulo,   Brasil - por 10 vezes a capital paulista foi palco da grande decisão da Libertadores.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Incluindo Unión Atlético Táchira
  2. http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u19753.shtml Cruz Azul vence o River Plate e avança às semifinais da Libertadores - Folha Online
  3. a b extra.globo.com/ Com mais de 500 mil espectadores, Flamengo é dono do recorde de público em uma edição de Copa Libertadores
  4. a b c d globoesporte.globo.com/ Boca supera Santos e Vasco e faz melhor campanha da história da fase de grupos
  5. esporte.uol.com.br/ River é campeão da Libertadores após 19 anos e supera Corinthians e Grêmio
  6. a b c d esporte.ig.com.br/ 5 times já foram campeões invictos da Libertadores. Corinthians pode ser o 6º