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Estatísticas da Copa Libertadores da América

Estatísticas gerais da Copa Libertadores da América.

Os dados abaixo não incluem o Campeonato Sul-Americano de Campeões. A CONMEBOL, nas estatísticas presentes em seu sítio, não unificou o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 às estatísticas da Copa Libertadores. Cabe observar, entretanto, que a CONMEBOL cita a competição de 1948, em seu sítio, como a antecedente concreta que se tornou a Copa Libertadores, e como título de campeão sul-americano de clubes ao seu campeão, Vasco da Gama. Ao menos nos anos 1996 e 1997, a CONMEBOL equiparou o dito campeonato à Copa Libertadores, uma vez que, com base neste título, o Comitê Executivo da CONMEBOL, em 29 de abril de 1996, autorizou o Vasco da Gama a participar da edição de 1997 da Supercopa Libertadores, competição aberta apenas aos campeões da Copa Libertadores, e que não era aberta à participação de campeões de outras competições da CONMEBOL, como a Copa CONMEBOL.

Dados geraisEditar

Equipes com mais participaçõesEditar

RecordesEditar

Recordes geraisEditar

ClubesEditar

  • Primeiro campeão em final única:   Flamengo em 2019, na cidade de Lima, no Peru.
  • Maior público em uma única partida: 114.500 pessoas na partida entre   Cruz Azul 3 x 0   River Plate, 30 de maio de 2001, Estádio Azteca, Cidade do México, México[2]
  • Maior público como mandante em uma única edição:   Flamengo, em 1981. Segundo uma lista divulgada em 2015 pela Conmebol, o Flamengo registrou um público somado de 516.382 espectadores nos seis jogos que disputou no Maracanã na Copa Libertadores da América de 1981[3].
  • Maior campeão:  Independiente com 7 títulos.
  • Mais vice-campeonatos:   Peñarol e   Boca Juniors - 5 vezes.
  • Mais finais:   Boca Juniors - 11 vezes
  • Mais participações:   Nacional e   Peñarol com ambos 47 participações até a edição de 2019.
  • Mais pontos no ranking geral:   River Plate com 604 pontos (até 2019).
  • Melhor campanha na fase de grupos:   Boca Juniors (2015) - 18 pontos em seis jogos, e 17 gols de saldo.[4]
  • Pior campanha na fase de grupos:   Zamora (2015) - 0 pontos, 21 gols sofridos e saldo de -18 [4]
  • Campeão com melhor aproveitamento:   Cruzeiro, quando venceu a edição de 1976 com 88,46% de aproveitamento (13 jogos, 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota).
  • Campeão com pior aproveitamento:   LDU Quito, quando venceu a edição de 2008 com 47,61% de aproveitamento (14 jogos, 5 vitórias, 5 empates e 4 derrotas)
  • Mais partidas disputadas:   Nacional, com 381 partidas (até 2019).
  • Mais vitórias:   River Plate, com 171 vitórias (até 2019).
  • Mais vitórias consecutivas:   Vasco da Gama, com 8 vitórias.
  • Mais vitórias como visitante em uma única edição:   Palmeiras (2018), com 5 vitórias.
  • Maior invencibilidade em casa:   Bolívar - se manteve invicto em La Paz em 23 partidas (17 vitórias e 6 empates). A série começou após a derrota frente ao Oriente Petrolero, em 5 de julho de 1988, e terminou na derrota por 1 a 0 frente ao Olimpia, pela terceira fase (gol contra de Sandy, aos 87 minutos) da edição de 1994. Curiosamente a vitória que inicia a série foi contra o mesmo Olimpia em 1988 (2 a 0).
  • Maior invencibilidade contra equipes estrangeiras - De 1964 até 1987, o   Independiente jogou como local 51 partidas e nunca foi derrotado frente a uma equipe estrangeira, até que, em 1987, o Peñarol o venceu por 4 a 2. Dessas 51 partidas, ganhou 40, empatou 7 e perdeu 4 (2 vezes para o Estudiantes de La Plata; uma para o River Plate e outra para o Argentinos Juniors).
  • Mais empates:   Nacional, com 103 empates (até 2019).
  • Mais derrotas:   Peñarol, com 123 derrotas (até 2019).
  • Mais gols feitos:   River Plate, marcou 573 gols (até 2019).
  • Mais gols sofridos:   Peñarol, tomou 440 gols (até 2019).
  • Partida com mais gols já registrada:   Peñarol 11 x 2   Valencia, em 15 de março de 1970.
  • Maior goleada já registrada em uma partida válida pela final:   São Paulo 5 x 1   Universidad Católica, em 19 de maio de 1993.
  • Clube que mais sofreu expulsões:   América - em 8 partidas recebeu 10 cartões vermelhos.
  • Menos Tempo Entre o Rebaixamento no Campeonato Nacional e a Conquista da Libertadores:   River Plate (2015), 50 meses depois do rebaixamento.[5]
  • Maior goleada de um clube visitante :

  Universidad de Chile 0x6 Millonarios 08 de maio de 1960.1° Rodada Fase de grupos.

Clubes que Venceram todos os jogos na Fase de GruposEditar
Pos Ano Equipes Pts % GM GS SG Ref.
1 2015   Boca Juniors 18 100 19 2 +17 [4]
2 2001   Vasco da Gama 18 100 16 5 +11
3 2007   Santos 18 100 12 1 +11
Clubes que Perderam todos os jogos na Fase de GruposEditar
Pos Ano Equipes Pts % GM GS SG Ref.
1 2015   Zamora 0 0 3 21 –18 [4]
2 1979   Jorge Wilstermann 0 0 5 21 –16
3 1979   Alianza Lima 0 0 5 20 –15
4 2011   Guaraní 0 0 2 16 –14
1970   Deportivo Galícia 0 0
5 2017   Zamora 0 0 6 20 -14
6 1985   Sport Boys 0 0 1 14 –13
7 1987   Estudiantes Mérida 0 0 4 17 –13
8 2009   Aurora 0 0 3 15 –12
2004   Cobreloa 0 0
1976   Deportivo Galícia 0 0
11 2007   Alianza Lima 0 0 2 13 –11
12 2007   Deportivo Pasto 0 0 3 14 –11
13 1974   Colo Colo 0 0 3 13 –10
14 1980   Deportivo Táchira 0 0 0 9 –9
15 1982   Deportivo Municipal 0 0 3 12 –9
16 2002   Sporting Cristal 0 0 5 14 –9
17 1998   Atlético Zulia 0 0 3 11 –8
Campeões InvictosEditar

Até 2019, apenas 6 clubes foram campeões invictos. Porém, somente o Estudiantes, da Argentina, conseguiu esta façanha por 2 anos consecutivos.[6]

Até 1999 o campeão da edição da Libertadores do ano anterior já entrava na primeira fase mata-mata após a fase de grupos. Por isso, muitas vezes um time chegava à final sem derrotas. Tanto que das seis vezes que um time foi campeão invicto da Libertadores, em quatro esta equipe estava defendendo seu título[6].

# Equipe Ano(s) Campanha(s) Ref.
1   Estudiantes* 1969 e 1970 4 vitórias em 1969 e 3 vitórias e 1 empate em 1970 [6]
2   Corinthians 2012 8 vitórias e 6 empates
3   Independiente 1964 5 vitórias e 2 empates
4   Boca Juniors* 1978 4 vitórias e 2 empates
5   Peñarol 1960 3 vitórias e 4 empates
  Santos* 1963
  • Nota: (*) - Clubes que estavam defendendo o título. O Estudiantes foi campeão em 1968, assim, defendeu o título tanto em 69, quanto em 70.[6]
Maiores públicos como mandanteEditar
# Equipe Ano Público Ref.
1   Flamengo 1981 516.382 [3]
2   Universidad de Chile 1970 484.018
3   River Plate 1966 483.997
4   Racing 1967 479.327
5   Peñarol 1966 470.883
6   Nacional 1967 465.562
7   São Paulo 1993 427.013
8   Cruzeiro 1997 403.502
9   São Paulo 1994 402.983
10   Barcelona de Guayaquil 1990 393.006
11   Boca Juniors 2003 392.963
12   América 2002 389.908
13   Cruzeiro 1976 388.007
14   Peñarol 1970 383.972
15   Colo-Colo 1973 382.734
16   Botafogo 1973 382.728
17   Nacional 1969 382.358
18   Nacional 1980 381.118
19   São Paulo 1992 379.408
20   River Plate 1986 378.997

JogadoresEditar

  • Jogador com mais partidas disputadas:    Ever Hugo Almeida - por 113 vezes defendeu o Olimpia, entre os anos 1973 e 1990.
  • Maior artilheiro da história:   Alberto Spencer - com 54 gols marcados (48 pelo Peñarol e 6 pelo Barcelona do Equador) entre 1960 e 1972.
  • Maior artilheiro em uma única edição:   Daniel Onega - com 17 gols marcados em 1966, pelo River Plate da Argentina.
  • Jogador mais velho a fazer gol:   Zé Roberto - com 42 anos, fez o terceiro gol da partida pelo Palmeiras na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético Tucumán, em 2017.
  • Jogador mais novo a fazer gol:   Rodrygo Goes - com 17 anos, 2 meses e 6 dias, fez o segundo gol na vitoria do Santos na vitoria por 3 a 1 sobre o Nacional, em 2018.
  • Jogador com mais títulos:   Francisco Sá - 6 vezes: 4 vezes pelo Independente de Avellaneda e duas vezes pelo Boca Juniors.

TreinadoresEditar

  • Técnico que mais dirigiu clubes na Libertadores:   José Walter Roque Méndez - 8 em 12 edições - Valencia FC (1972 e 1974), Deportivo Galicia de Caracas (1975 e 1976), Estudiantes de Mérida (1977 e 1978), Atlético San Cristóbal (1983), Oriente Petrolero (1988), CA Progresso (1987 e 1990), San Jose Oruro (1996) e Deportivo Tachira (2001).
  • Treinador que chegou a final da Copa Libertadores com mais clubes diferentes:   Roberto Scarone é o único treinador que chegou a uma final da Copa Libertadores com três clubes diferentes: Peñarol (1960 e 1961), Nacional de Montevidéu (1967) e Universitario do Peru (1972). Foi campeão duas vezes com o Peñarol.
  • Treinador que mais chegou a final da Copa Libertadores:   Carlos Bianchi (5 vezes) - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001, 2003 e 2004).
  • Mais vitorioso:   Carlos Bianchi, venceu a competição 4 vezes - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001 e 2003).
  • Venceram a competição por 2 clubes diferentes:   Carlos Bianchi - Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001, e 2003),   Luiz Felipe Scolari - Grêmio (1995) e Palmeiras (1999),   Paulo Autuori - Cruzeiro (1997) e São Paulo (2005),   Edgardo Bauza - LDU Quito (2008) e San Lorenzo (2014).
  • Venceram a competição como jogador e treinador:   Humberto Maschio - como jogador (Racing em 1967) e como treinador (Independiente em 1973);   Roberto Ferreiro - como jogador (Independiente, 1964 e 1965) e como treinador (Independiente em 1974);   Luis Cubilla - como jogador (Peñarol, 1960 e 1961 e Nacional em 1971) e como treinador (Olimpia, 1979 e 1990);   Juan Mujica - como jogador (Nacional em 1971) e como treinador (Nacional em 1980);   José Omar Pastoriza - como jogador (Independiente em 1972) e como treinador (Independiente em 1984);   Nery Pumpido - como jogador (River Plate em 1986) e como treinador (Olimpia em 2002);   Marcelo Gallardo - como jogador (River Plate em 1996) e como treinador (River Plate em 2015 e 2018);   Renato Portaluppi - como jogador (Grêmio em 1983) e como treinador (Grêmio em 2017).
  • Não sul-americanos a vencer o torneio:   Mirko Jozić (pelo Colo-Colo, em 1991) e   Jorge Jesus (pelo Flamengo, em 2019) são os únicos treinadores não sul-americanos a vencer a Copa Libertadores.

ArbitragemEditar

  • Mais finais arbitradas:   Edson Pérez, foi o que mais apitou na última partida de uma final (entre 1960 e 2019) - 4 vezes (1975, 1978, 1980 e 1983).

PaísesEditar

CidadesEditar

  • Cidade que mais teve times campeões:   Buenos Aires,   Argentina - 13 títulos com 5 times diferentes.
  • Cidade com mais participantes:   Montevidéu,   Uruguai - 11 times diferentes desta cidade já participaram da competição (Peñarol, Nacional, Defensor Sporting, Danubio, Wanderers, Cerro, Fénix, Bella Vista, Progreso, Racing e Liverpool).
  • Cidade que mais sediou cerimônias de premiação:   São Paulo,   Brasil - por 10 vezes a capital paulista foi palco da grande decisão da Libertadores.

Ver tambémEditar

Referências

  1. Incluindo Unión Atlético Táchira
  2. http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u19753.shtml Cruz Azul vence o River Plate e avança às semifinais da Libertadores - Folha Online
  3. a b extra.globo.com/ Com mais de 500 mil espectadores, Flamengo é dono do recorde de público em uma edição de Copa Libertadores
  4. a b c d globoesporte.globo.com/ Boca supera Santos e Vasco e faz melhor campanha da história da fase de grupos
  5. esporte.uol.com.br/ River é campeão da Libertadores após 19 anos e supera Corinthians e Grêmio
  6. a b c d esporte.ig.com.br/ 5 times já foram campeões invictos da Libertadores. Corinthians pode ser o 6º