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Simone Tebet

Político brasileiro
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Simone Tebet
Senadora pelo Mato Grosso do Sul
Período 1º de fevereiro de 2015
até atualidade
8ª Vice-governadora do Mato Grosso do Sul
Período 1º de janeiro de 2011
até 1º de janeiro de 2015
Governador André Puccinelli
Antecessor Murilo Zauith
Sucessor Rose Modesto
17ª Secretária de Governo do Mato Grosso do Sul
Período 25 de abril de 2013
até 4 de janeiro de 2014
Governador André Puccinelli
Antecessor Osmar Jeronymo
Sucessor Osmar Jeronymo
39ª Prefeita de Três Lagoas
Período 1º de janeiro de 2005
até 31 de março de 2010
Vice-prefeitos Luiz Akira (2005-2009)
Márcia Moura (2009-2010)
Antecessor Issam Fares
Sucessor Márcia Moura
Deputada Estadual pelo Mato Grosso do Sul
Período 1º de fevereiro de 2003
até 1º de janeiro de 2005
Dados pessoais
Nascimento 22 de fevereiro de 1970 (49 anos)
Três Lagoas, MS, Brasil
Nacionalidade brasileira
Alma mater Universidade Federal do Rio de Janeiro
Partido MDB (2002-atualmente)
Profissão Professora universitária

Simone Nassar Tebet (Três Lagoas, 22 de fevereiro de 1970) é uma advogada, professora e política brasileira, atualmente Senadora da República pelo estado do Mato Grosso do Sul, eleita pelo MDB, seu primeiro e único partido.

BiografiaEditar

Filha do político Ramez Tebet, Senador e ex-presidente do Congresso Nacional falecido em 2006, vinda de tradicional família árabe-brasileira de Três Lagoas, formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É especialista em Ciência do Direito pela Escola Superior de Magistratura; mestre em Direito do Estado, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutoranda em Direito Constitucional.

Começou a lecionar em universidades no ano de 1992,[carece de fontes?] tendo trabalhado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Universidade Católica Dom Bosco, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal e Faculdades Integradas de Campo Grande.

Foi consultora técnica jurídica da Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul entre os anos de 1995 e 1997 e foi diretora técnica legislativa entre 1997 e 2001.

Trajetória PolíticaEditar

Foi eleita prefeita de Três Lagoas nas eleições de 2004, sendo reeleita em 2008. No ano de 2010, renunciou à prefeitura para entrar na chapa de André Puccinelli ao governo do Mato Grosso do Sul.

Nas eleições de 2010, foi eleita vice-governadora do estado. Entre abril de 2013 e janeiro de 2014, Simone chefiou a secretaria de governo.

Nas eleições de 2014, foi eleita senadora pelo Mato Grosso do Sul.

Nas eleições de 2018, após a prisão do então candidato ao governo do estado, André Puccinelli, Simone foi indicada candidata a governadora. Porém, desistiu da disputa por questões familiares.

Simone Tebet é, ainda, diretora de assuntos municipalistas da Associação dos Municípios do Mato Grosso do Sul e membro do Conselho de Representação do Centro Oeste da Confederação Nacional dos Municípios.

Atuação no SenadoEditar

Em agosto de 2016, votou a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff, em dezembro daquele mesmo ano, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[1] Nas eleições para a presidência do Senado Federal do Brasil, Simone esteve como pré-candidata à presidente da casa. Porém, seu partido indicou o senador Eunício Oliveira para disputar tal cargo. Em julho de 2017, a senadora votou a favor da reforma trabalhista.[2]

Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[3][4]

Em abril de 2018 foi escolhida líder da bancada do MDB no Senado Federal, a maior naquela casa. Cargo que desempenhou até janeiro de 2019.[5]

Em fevereiro de 2019, foi eleita presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, a mais importante da casa, tornando-se a primeira mulher a presidir o colegiado. A indicação de Simone para a presidência da comissão foi bem aceita pelos colegas senadores, além de ter agradado ao Palácio do Planalto.[6] A senadora também disputou a indicação do MDB para a candidatura à presidência do Senado Federal. No entanto, Renan Calheiros foi indicado, mas este acabou renunciando após desentendimentos no plenário do Senado.

Em junho de 2019, votou contra o Decreto das Armas.

Referências