Turquemenistão

país na Ásia Central

República do Turquemenistão
Türkmenistan Respublikasy
Bandeira
Brasão de armas
Bandeira Brasão de armas
Lema: Türkmenistan Bitaraplygyň watanydyr

"O Turcomenistão é a pátria da Neutralidade"

Hino nacional: Türkmenistan Respublikasynyň Döwlet Gimni
Gentílico: turquemeno,[1][2] turcomeno,[2][3] turquemenistanês,[2][4]

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Localização do Turquemenistão
Capital Asgabade
37°58′N 58°20′E
Cidade mais populosa Asgabade
Língua oficial turcomeno
Governo República presidencialista sob uma de facto ditadura totalitária unipartidaria[5]
• Presidente Serdar Berdimuhamedow
• Vice-presidente Raşit Meredow
• Presidente da Assembleia Gülşat Mämmedowa
• Presidente do Conselho Popular Gurbanguly Berdimuhamedow
• Reconhecida 12 de dezembro de 1991 
Área  
  • Total 491 210 km² (52.º)
 • Água (%) 4,9
 Fronteira Cazaquistão, Uzbequistão, Afeganistão e Irã
População  
  • Estimativa para 2014 5 171 943 hab. (117.º)
 • Densidade 10,5 hab./km² (208.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2014
 • Total US$ 82,151 bilhões (101.º)
 • Per capita US$ 14 174 (103.º)
PIB (nominal) Estimativa de 2014
 • Total US$ 47,542 bilhões (91.º)
 • Per capita US$ 8 203 (78.º)
IDH (2021) 0,745 (91.º) – alto[6]
Moeda Manate turcomeno (TMT)
 • Verão (DST) +5
Cód. Internet .tm
Cód. telef. +993

O Turquemenistão ou Turcomenistão[7][8][9] (turcomeno: Türkmenistan, pronunciado: [tyɾkmeniˈθtan]; cirílico: Түркменистан), oficialmente República do Turquemenistão ou República do Turcomenistão, é um país situado na Ásia Central. Faz fronteira com o Cazaquistão a noroeste, Uzbequistão a nordeste e leste, Afeganistão a sudeste, Irã ao sul e sudoeste, e o mar Cáspio a oeste.

O atual Turquemenistão encontra-se em territórios que já foram caminhos usados por civilizações por séculos. Na Idade Média, Merv (atual Mary) era uma das grandes cidades do mundo islâmico, e um importante ponto de parada na Rota da Seda, uma imensa rota usada para o comércio com a China até meados do Século XV. Anexado ao Império Russo em 1881, o Turquemenistão chegou a ter um papel proeminente no movimento antibolchevique na Ásia Central. Em 1924, o Turquemenistão tornou-se uma república constituinte da União Soviética, a República Socialista Soviética do Turcomenistão (RSS Turcomena); tornou-se independente após a dissolução da URSS em 1991.[10]

A taxa de crescimento de 11% do PIB turquemeno em 2012 veio após vários anos de um elevado crescimento econômico, embora proveniente de uma economia muito básica e não diversificada, sustentada pela exportação de uma única commodity.[11] Possui a quarta maior reserva de gás natural do mundo.[12] Apesar de ser rico em recursos naturais em algumas áreas, a maior parte do país é coberta pelo Deserto de Caracum. A partir de 1993, os cidadãos turcomenos receberam eletricidade, água e gás natural do governo gratuitamente, auxílio planejado inicialmente para durar 10 anos, posteriormente estendido até 2030, mas encerrado em 2017 pelo presidente Gurbanguly Berdimuhammedow, devido a queda nos preços de petróleo e gás que impactaram a economia do país.[13][14]

O Turquemenistão foi governado pelo presidente vitalício Saparmyrat Nyýazow (chamado de "Türkmenbaşy") até sua morte em 21 de dezembro de 2006. Gurbanguly Berdimuhammedow foi eleito o novo presidente em 11 de fevereiro de 2007. Gurbanguly Berdimuhammedow foi reeleito presidente em 2012 com 97%[15] do votos e, novamente, em 2017 com 97,67%[16] dos votos.

Um campo de gás natural do país, conhecido como a Porta do Inferno, atrai frequentemente a atenção da mídia, além de ser um grande ponto turístico da região.

HistóriaEditar

Os primeiros habitantes do Turquemenistão foram as tribos nômades turcas provenientes da região do atual Cazaquistão desde o século X até o início do XX. A partir do século XI, essas tribos passaram por um processo de islamização. Entre os séculos XV ao XVII, o território turcomano foi controlado a partir do século XVI pela tribo chaudor, ao norte, e pela tribo salor, ao sul. Os chaudor tornaram-se vassalos do canatos uzbeques de Quiva e Bucara, enquanto os salor ficavam sob o domínio do Império Safávida. No século XVIII, o domínio passou para os teques e os iomudes, tribos rivais com base respectivamente no oásis da Corásmia e às margens dos rios Atreque, Tejém e Murgabe. A partir dessa época, os russos gradualmente reduzem os canatos à condição de protetorados. Os turcomanos, no entanto, resistem à dominação. Na segunda metade do século XIX, os russos fundaram o porto de Krasnovodsk, a leste do mar Cáspio, que logo se transformou em área militar russa. Na batalha de Gok Tepe, em 1881, cerca de 150 mil turcomanos foram mortos pelo Exército Imperial Russo. Como resultado dessa batalha, o território passou a constituir a província Transcaspiana dos russos, e oito anos depois recebeu um governo-geral. Em 1895, a Rússia e o Reino Unido dividiram entre si o Turquemenistão.

A revolta contra o czar russo Nicolau II aconteceu em 1916 em Tejen. Em 1918, os bolcheviques invadiram o território com o apoio de 1 200 militares britânicos. Aproveitando-se da debilidade do poder bolchevique instalado na Rússia e contando com a proteção de uma guarnição britânica, os turcomanos estabeleceram um governo independente. No ano seguinte, os britânicos se retiraram, e o Exército Vermelho capturou Krasnovodisk e a capital, Asgabade, até que em 1925 o Turquemenistão começou a fazer parte oficialmente da União Soviética. Sua capital passou a se chamar Poltoratsk, em homenagem a um revolucionário local. De 1920 até 1923, os ocupantes dividiram o vasto território do então chamado Turquestão em cinco repúblicas socialistas: Turquemenistão, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão.

Em maio de 1990, o presidente foi preso e exilado. Em 22 de agosto de 1990, o Soviete Supremo (Parlamento) declarou a independência do país, fato que só demorou dois meses para se concretizar, com a eleição do primeiro presidente do novo país.

A independência do Turquemenistão foi proclamada em 27 de outubro de 1991, sob a liderança do único candidato à presidência, Saparmurat Niyazov e, no ano seguinte, tornou-se o primeiro país da Ásia Central a aprovar uma nova constituição, que institui o Halk Maslahat (Conselho do Povo) como o órgão supremo do governo. No mesmo ano, o Partido Comunista do Turquemenistão mudou seu nome para Partido Democrático do Turquemenistão. O país aderiu-se então à Comunidade de Estados Independentes (CEI). Em 1993, o Turquemenistão adotou o manate como moeda nacional para sair da área de influência do rublo, procurou ampliar a indústria petrolífera. Em julho de 1995, mil pessoas protestaram contra o governo e a situação econômica. Vários manifestantes foram presos. Em dezembro, em resposta a críticas internacionais, Niyazov anunciou que criará um instituto de direitos humanos no país. Este passou a funcionar em outubro de 1996. Em junho de 1997, o Halk Maslahat aprovou novo código criminal, que mantém a pena de morte para assassinato premeditado, crimes contra o governo, atentado contra o presidente ou porte de drogas. Em reunião com o presidente da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em abril de 1998, Niyazov concordou em libertar oito prisioneiros detidos nos protestos de 1995.

GeografiaEditar

 
Topografia do Turquemenistão

Com 488 100 km², o Turquemenistão é o 52.º maior país do mundo. O país está situado entre as latitudes 35º e 43ºN, e longitudes 52º e 67ºE. Mais de 80% do país é coberto pelo Deserto de Caracum. O centro do país é dominado pela Depressão de Turan.[17]

As áreas montanhosas localizam-se no leste e no sul. Os rios ausentes na maior parte do território, sulcam as regiões de fronteiras, como o rio Amu Dária, que forma parte da fronteira Turquemenistão-Uzbequistão, e o Murgabe, que nasce no Afeganistão.

 
Deserto de Caracum

ClimaEditar

O Turquemenistão está localizado em um dos desertos mais secos do mundo e, por isso, alguns lugares tem uma precipitação média anual de apenas 12mm. A temperatura mais alta registrada na capital [[]] é de 48 °C e em Kerki, no interior do país nas margens do rio Amu Dária, 51,7 °C.

O clima é um árido subtropical desértico, com pouca chuva. Os invernos são frescos e secos, com períodos de chuva entre janeiro e maio.[18]

SubdivisõesEditar

O Turquemenistão está dividido em cinco províncias (welaýaty) e uma cidade independente, Asgabade, que desmembrou-se de Ahal em 1996. As províncias são chefiadas por um governador e são subdivididas em distritos (etraplar), que podem ser distritos ou cidades.

 
Divisão Capital Área[19] População (2005)[19] Código
Asgabade Asgabade 470 km² 1 032 000
Ahal Anau 97 160 km² 939 700 1
Balkan Balkanabat 139 270 km² 553 500 2
Daşoguz Daşoguz 73 430 km² 1 370 400 3
Lebap Türkmenabat 93 730 km² 1 334 500 4
Mary Mary 87 150 km² 1 480 400 5

DemografiaEditar

Muitos dos cidadãos turquemenos são da etnia turcomena, com consideráveis minorias de uzbeques e russos. Pequenas minorias incluem cazaques, tártaros, ucranianos, armênios, azeris e balúchis. A percentagem da etnia russa caiu de 18,6% em 1939 para 9,5% em 1989.[20]

De acordo com um anúncio em Asgabade em fevereiro de 2001, 91% da população era turquemena, 3% era uzbeque e 2% russo. Entre 1989 e 2001, o número de turquemenos no país dobrou (de 2,5 para 4,9 milhões), enquanto o número de russos caiu dois terços (de 334 mil para cerca de 100 mil).[21]

As maiores densidades demográficas ocorrem na costa do Mar Cáspio, ao longo dos rios e dos oásis. O deserto é despovoado.

Cidades mais populosasEditar

PolíticaEditar

 Ver artigo principal: Política do Turquemenistão
 
Serdar Berdimuhamedow, atual presidente do país.

O Turquemenistão é uma república presidencialista. O presidente é o chefe de governo e de estado e tem controle quase absoluto da vida do país.

Depois de 69 anos como parte da União Soviética, o Turquemenistão declarou sua independência em 27 de outubro de 1991. O presidente vitalício Saparmyrat Nyýazow, um burocrata do Partido Comunista da União Soviética, governou o Turquemenistão de 1985, quando ele se tornou o chefe do Partido Comunista do Turcomenistão, até sua morte em 2006. Ele manteve o controle absoluto sobre o país após o colapso da União Soviética. Em 28 de dezembro de 1999, Nyýazow foi declarado presidente vitalício do país pelo Parlamento.

Desde dezembro de 2006, com a morte de Nyýazow, os líderes do país fizeram tentativas para abrí-lo. Seu sucessor, Gurbanguly Berdimuhammedow, revogou algumas das políticas mais criticadas de Nyýazow. Na educação, o governo Berdimuhammedow aumentou a educação básica de nove para dez anos, e o ensino superior foi estendido de quatro para cinco anos. Ele também tentou aumentar os contatos com o ocidente, que aspirava melhorar as relações para ter acesso ao gás natural turquemeno. Gurbanguly, contudo, manteve a face autoritária do governo e o país permaneceu como um dos mais fechados e autoritários do mundo, segundo a Human Rights Watch e a Repórteres sem Fronteiras.[22][23][24] Em março de 2022, ele foi sucedido no poder por seu filho, Serdar Berdimuhamedow.

Forças ArmadasEditar

 
Blindados T-90SA e T-72UMG do exército turcomano.

Durante a era soviética, o Turquemenistão fazia parte do Distrito Militar do Turquestão. Após o colapso do comunismo, o país herdou boa parte dos antigos equipamentos militares soviéticos e sua doutrina, ao mesmo tempo que manteve laços com a Federação Russa. A nação é dividida em cinco distritos militares. De acordo com um relatório do Janes Information Services, de 2009, as "forças armadas do Turquemenistão eram, mesmo para os padrões da Ásia Central, mal mantidas e financiadas".[25] O país possui cerca de 36 000 militares no serviço ativo e depende de conscrição para manter suas necessidades básicas de defesa.[26]

EconomiaEditar

 Ver artigo principal: Economia do Turquemenistão

O Turquemenistão é um país predominantemente desértico, com uma agricultura intensiva em oásis irrigados, e com vastas reservas de petróleo e gás natural. Metade de sua área irrigada é plantada com algodão, do qual o país já foi o 10º produtor mundial. Colheitas fracas nos últimos anos levaram a um declínio da produção em quase 50%.

 
Principais produtos de exportação do Turcomenistão em 2019 (em inglês).

Na mineração, o país se destaca por ser um dos 5 maiores produtores do mundo de iodo (3º lugar em 2019).[27] O país exporta algum petróleo (era o 45º maior exportador de petróleo do mundo em 2012, 67 mil barris/dia).[28] No gás natural, o Turcomenistão era o 10º maior produtor mundial, e o 8º maior exportador, no ano de 2015.[29]

Com um regime ex-comunista no poder, e com uma estrutura social baseada em tribos, o Turquemenistão tem adotado reformas econômicas com cautela, e espera apoiar-se nas exportações de gás natural e de algodão para sustentar sua ineficiente economia. As metas de privatização são limitadas. Entre 1998 e 2005 o país sofreu com a falta de rotas adequadas para exportar gás natural e com a necessidade de pagar os juros de uma grande dívida externa de curto prazo. Ao mesmo tempo, no entanto, as exportações totais do país cresceram cerca de 15% ao ano entre 2003-2006, principalmente devido aos altos preços externos do gás natural e do petróleo. Em 2006, Asgabade subiu os seus preços de exportação de gás para o seu principal cliente, a Rússia de US$66 por 1 000  para US$100 por 1 000 m³.

Setor primárioEditar

A agricultura do país não é muito grande. Tinha, como maiores produções, no ano de 2019: trigo, algodão, tomate, batata, melancia e uva.[30] Na pecuária, se destaca por produzir um volume expressivo de leite de vaca,[31] além de ser um dos 15 maiores produtores mundiais de .[32] O país tem exportações agropecuárias pequenas. As maiores exportações de produtos agropecuários processados do país em termos de valor, em 2019, foram: tomate (U$ 20 milhões), algodão (U$ 9 milhões), couro (U$ 5,4 milhões), (U$ 3 milhões), uva (U$ 1,8 milhões) e ácidos graxos (U$ 1,5 milhões), entre outros.[33]

Após a independência em 1991, as fazendas coletivas e estatais da era soviética foram convertidas em "associações de agricultores".[34] Praticamente todas as culturas arvenses são irrigadas devido à aridez do clima. A principal cultura em termos de área plantada é o trigo, seguido do algodão.[35]

O Turcomenistão é o décimo maior produtor de algodão do mundo.[36] O país começou a produzir algodão no Vale Murghab após a conquista de Mary pelo Império Russo em 1884.[37][38] Durante a temporada de 2020, o Turcomenistão teria produzido cerca de 1,5 milhão de toneladas de algodão cru. Em 2012, foram utilizados cerca de 7.000 tratores, 5.000 cultivadores de algodão, 2.200 semeadoras e outras máquinas, adquiridas principalmente na Bielorrússia e nos Estados Unidos. Antes da imposição da proibição de exportação de algodão em rama em outubro de 2018, o Turcomenistão exportava algodão em rama para a Rússia, Irã, Coreia do Sul, Reino Unido, China, Indonésia, Turquia, Ucrânia, Cingapura e países bálticos. A partir de 2019, o governo do Turcomenistão mudou o foco para a exportação de fios de algodão e têxteis e vestuário acabados.[39][40][41]

ReligiãoEditar




 
  Muçulmanos (89%)
  Ortodoxos (9%)
  Sem religião (2%)

De acordo com a CIA World Factbook, muçulmanos constituem 89% da população do Turquemenistão, enquanto 9% são seguidores da Igreja Ortodoxa e 2% são representados como sem religião.[42] O islão veio para o país principalmente através de atividades missionárias. Os missionários foram adotados como patriarcas dos clãs ou grupos tribais, tornando-se "fundadores".

Na era soviética, todas as crenças religiosas foram atacadas pelas autoridades como superstição e "vestígios do passado". A escolaridade religiosa e a prática religiosa foi proibida, e a grande maioria das mesquitas foi fechada. No entanto, desde 1990, esforços têm sido feitos para recuperar algum patrimônio cultural perdido durante o regime soviético.

O Turquemenistão está na lista dos quinze "piores" países contra a liberdade religiosa, de acordo com a Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF - www.uscirf.gov), no seu Relatório Anual de 2013, que identifica a situação da liberdade religiosa em todo o mundo, e cita os países que são os menos tolerantes com a liberdade religiosa, o que inclui o Turquemenistão.

Os 15 países mais intolerantes identificados como "países com especial preocupação" citados no relatório deste ano são: Myanmar, China, Egito, Eritreia, Irã, Iraque, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Arábia Saudita, Sudão, Tajiquistão, Turquemenistão, Uzbequistão e Vietnã.

CulináriaEditar

 Ver artigo principal: Culinária do Turquemenistão

A culinária do Turquemenistão não difere muito da dos países vizinhos da Ásia Central, principalmente os que têm um passado de pastores nômadas, e é composta principalmente de arroz, vegetais e carne de carneiro, de vaca e de aves, e laticínios. As refeições começam normalmente com uma sopa, a chorba de carne e vegetais. O pão, do tipo naan é conhecido localmente como “çörek” ou churek, tradicionalmente cozido num tandur, nunca pode faltar. A comida é servida num pano estendido no chão, que os comensais não podem tocar com os pés.[43][44]

Ver tambémEditar

Referências

  1. «Lista dos Estados, territórios e moedas». Código de Redação Interinstitucional. Consultado em 17 de junho de 2021 
  2. a b c http://www.priberam.pt/dlpo/turcomeno
  3. http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23
  4. http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=toponyms&action=toponyms&act=list&letter=t
  5. «Turkmenistan country profile, Political Rights and Civil Liberties». Freedom House. 10 de janeiro de 2018 
  6. «Relatório do Desenvolvimento Humano 2021/2022» (PDF). Programa de Desenvolvimento das Nações Unida. Consultado em 8 de setembro de 2022 
  7. «Ministério das Relações Exteriores do Brasil» 
  8. «Dicionário Priberam (O dicionário registra "Turquemenistão" como forma europeia e "Turcomenistão" como forma brasileira)» 
  9. Xavier Fernandes, I. (1941). Topónimos e Gentílicos. Primeiro Volume. [S.l.]: Editora Educação Nacional Ltda., Porto  (O português Xavier Fernandes, em 1941, regista apenas "Turcomenistão)
  10. «The World Factbook». Cia.gov. Consultado em 25 de novembro de 2013 
  11. «Turkmen GDP ups by 11.1 per cent since early 2012». En.trend.az. 17 de dezembro de 2012. Consultado em 25 de novembro de 2013 
  12. «Turkmenistan». Consultado em 6 de novembro de 2012 
  13. «Turkmenistan's Leader Promises Citizens Free Gas, Electricity and Water Through 2030» (em inglês). Fox News. 25 de outubro de 2006. Consultado em 21 de dezembro de 2014. Arquivado do original em 11 de agosto de 2014 
  14. «Turcomenistão põe fim à água e eletricidade gratuitas para todos». economia.uol.com.br. Consultado em 6 de junho de 2021 
  15. «Presidente do Turcomenistão reeleito com 97% dos votos». VEJA. Consultado em 12 de janeiro de 2018 
  16. «Presidente do Turcomenistão é reeleito com 97,67% dos votos». TERRA. Consultado em 12 de janeiro de 2018 
  17. «Geography of Turkmenistan» (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  18. «Information About Turkmenistan» (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  19. a b «Turkmenistan: Provinces, Major Cities & Towns» (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  20. «Migrant resettlement in the Russian federation» (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  21. «Composição étnica do Turquemenistão em 2001» (em russo). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  22. «Meet the dictator who rules secretive Turkmenistan, who portrays himself as an action hero and shows off by lifting gold bars in parliament». Business Insider. Consultado em 19 de março de 2022 
  23. World Report 2017: Turkmenistan. [S.l.]: Human Rights Watch. 12 de janeiro de 2017. Consultado em 30 de junho de 2017. Cópia arquivada em 30 de junho de 2017 
  24. Turkmenistan Arquivado 2020-04-06 no Wayback Machine
  25. Josh Kucera, Centre of Attention: Central Asia, Jane's Defence Weekly, 14 de outubro de 2009
  26. «2022 Turkmenistan Military Strength». Globalfirepower.com. Consultado em 15 de julho de 2022 
  27. USGS Iodine Production Statistics
  28. Annual petroleum and other liquids production
  29. CIA. The World Factbook. Natural gas - production.
  30. «Agricultura do Turcomenistão». FAO. Consultado em 21 de maio de 2021 
  31. Pecuária do Turcomenistão, pela FAO
  32. Wool production by FAO
  33. Exportações da Bielorrússia, pela FAO
  34. Türkmenistanyň Geografiýasy (em Turcomeno). Ashgabat: Bilim Ministrligi. 2010. Consultado em 21 de maio de 2021 
  35. Türkmenistanyň Ýyllyk Statistik Neşiri 2019 Ýyl (em Turcomeno). Ashgabat: State Committee of Statistics of Turkmenistan. 2020 
  36. Wright, Steph (7 de setembro de 2020). «Top Cotton Producing Countries in the World» (em inglês). World Atlas. Consultado em 27 de janeiro de 2021 
  37. Lipovsky, Igor (1995). «The Central Asian cotton epic». Central Asian Survey. 14 4 ed. University of St Petersburg. Consultado em 27 de janeiro de 2021 
  38. Cotton Campaign. «Turkmenistan's Forced Labor Problem». Cotton Campaign. Consultado em 27 de janeiro de 2021 
  39. «Turkmenistan to Privilege US Farm Machinery Manufacturers». Satrapia. 26 de julho de 2012. Consultado em 4 de agosto de 2012 
  40. «Turkmen president instructs to accelerate sowing of raw cotton». Azernews. 1 de maio de 2019 
  41. Muradov, Sapar (11 de fevereiro de 2019). «Turkmenistan will decrease the export of raw cotton and increase the production of finished products from it». Orient. Consultado em 14 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 15 de abril de 2021 
  42. «CIA - The World Factbook» (em inglês). Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  43. (em inglês) Culinária do Turquemenistão no site Orexca.com
  44. «Culinária do Turquemenistão» (em inglês). Aramco.com. Consultado em 1 de julho de 2013. Arquivado do original em 6 de setembro de 2013