Ángel Di María

futebolista argentino

Ángel Fabián Di María Hernández (Rosário, 14 de fevereiro de 1988) é um futebolista argentino que atua como meio-campista ou ponta-direita. Atualmente joga no Paris Saint-Germain.

Ángel Di María
Ángel Di María
Di María atuando pela Seleção Argentina
Informações pessoais
Nome completo Ángel Fabián Di María Hernández
Data de nasc. 14 de fevereiro de 1988 (33 anos)
Local de nasc. Rosário, Argentina
Nacionalidade argentino
italiano
Altura 1,80 m
canhoto
Apelido Fideo[1]
Di Magia
Informações profissionais
Clube atual Paris Saint-Germain
Número 11
Posição meia ou ponta-direita
Clubes de juventude
2001–2005 Rosário Central
Clubes profissionais
Anos Clubes
2005–2007
2007–2010
2010–2014
2014–2015
2015–
Rosário Central
Benfica
Real Madrid
Manchester United
Paris Saint-Germain
Seleção nacional
2007
2008
2008–
Argentina Sub-20
Argentina Olímpica
Argentina
Medalhas
Jogos Olímpicos
Ouro Pequim 2008 Equipe

CarreiraEditar

Rosario CentralEditar

Di María iniciou sua carreira profissional no Rosario Central em 2005, sendo promovido das categorias de base do clube argentino com apenas 17 anos. Em janeiro de 2007, o Rubin Kazan, da Rússia, chegou a oferecer um contrato para Di María, que acabou recusando.[2] Após grande atuação no Mundial Sub-20 de 2007, onde marcou três gols e conquistou o título com a Argentina, o jogador chamou a atenção de grandes clubes da Europa. No clube de Rosário, atuou em 35 partidas e balançou as redes em 6 oportunidades.

BenficaEditar

 
Di María no Benfica

Após diversas sondagens, Di María acabou assinando com o Benfica, de Portugal, por 6 milhões de euros (aproximadamente 8,3 milhões de dólares).[3] Di María foi contratado pelo clube português com o intuito de substituir Simão Sabrosa, que acabara de deixar o clube para atuar pelo Atlético de Madrid. Conquistou a titularidade no Benfica em pouco tempo e viu o seu contrato melhorado, com um aumento substancial de seu salário.

Mas apenas na temporada 2009–10 é que o jovem extremo conseguiu demonstrar todo seu potencial com a camisa do Benfica; muitos dizem que isso aconteceu graças à confiança depositada nele pelo treinador Jorge Jesus. No clube português, esteve perto da marca dos 100 jogos (disputou 97) e conseguiu marcar 17 vezes até maio de 2010. Na temporada 2009–10, foi líder de assistências, oferecendo diversos passes para gols aos seus companheiros, sendo considerado o melhor jogador da Liga Portuguesa nessa época. Um dos seus melhores jogos ao serviço do Benfica foi no dia 22 de outubro de 2009, contra o Everton, pela Liga Europa da UEFA, em que Di María deu três assistências para gols, sendo o resultado final 5 a 0 e a maior derrota da equipa inglesa em competições europeias até à data.[4][5] Outra das suas melhores exibições foi contra o Olhanense na antepenúltima jornada da Liga Portuguesa, tendo feito duas assistências, uma delas de passe de letra, marcando ainda um dos gols, numa vitória por 5 a 0 do Benfica.

Marcou o seu primeiro hat-trick da carreira num jogo contra o Leixões que o Benfica venceu por 4 a 0, e Di María viu ainda um dos seus gols ser mal anulado, perdendo a chance de ter feito um poker. Antes de sair do clube da Luz, Di María agradeceu a Jorge Jesus por toda a confiança que depositou nele, referindo que até então tinha sido o único treinador que tinha acreditado nas suas potencialidades como jogador profissional e disse ainda que deve ao Benfica tudo o que é hoje.

Real MadridEditar

 
Di María cobrando um escanteio em partida pelo Real Madrid

Em junho de 2010 confirmou sua transferência para o Real Madrid por aproximadamente 25 milhões de euros, assinando um contrato de seis anos com o clube espanhol.[6][7] Contrato esse que podia chegar aos 37 milhões de euros (dependendo do seu desempenho e dos objetivos alcançados pelo Real Madrid), tornando-o na transferência mais cara da Liga Portuguesa até então.

No time espanhol foi um dos grandes destaques logo em sua temporada de estreia, formando um quarteto ofensivo muito habilidoso e eficiente ao lado de Cristiano Ronaldo, jogando pelos lados do campo, Mesut Özil pelo meio e Gonzalo Higuaín como referência na área. No dia 20 de abril de 2011, ele foi o responsável pela assistência para a cabeçada de Cristiano Ronaldo que resultou no gol do título da Copa do Rei para os merengues.

Na temporada 2011–12 foi um dos principais destaques do clube merengue na conquista do Campeonato Espanhol, pondo fim à sequência de títulos consecutivos do rival Barcelona. O argentino Di María foi o grande protagonista da vitória final sobre o Barça em pleno Camp Nou tendo marcado o primeiro gol e dado o passe para o português Cristiano Ronaldo definir a vitória merengue por 2 a 1. Também se destacou no clássico contra o Atlético de Madrid no Santiago Bernabéu, onde foi autor de seu primeiro hat-trick pelo Real Madrid, que venceu por 5 a 2. Di María também foi importante na campanha merengue na Liga dos Campeões da UEFA, na qual o clube foi eliminado na semifinal pelo Bayern de Munique.

Na temporada 2012–13, novamente o Real falhou em conquistar o décimo título da Liga dos Campeões. O clube merengue foi novamente eliminado na semifinal para uma equipe alemã, desta vez o Borussia Dortmund, com direito a goleada de 4 a 1 no Signal Iduna Park, em Dortmund.[8]

Fez mais um gol contra o time do Real Valladolid no dia 4 de maio de 2013, na vitória por 4 a 3, resultado que fez o Real assumir a segunda colocação do Campeonato Espanhol.[9] Também marcou na vitória de goleada por 6 a 2 sobre o Málaga no dia 8 de maio.

Na temporada 2013–14, conquistou o sonhado título décimo da Liga dos Campeões. Após isso Di María, que estava vivendo seu melhor momento no Real, se transferiu ao Manchester United, surpreendendo quase todos.

Manchester UnitedEditar

No dia 26 de agosto de 2014 o Manchester United confirmou sua contratação por cinco anos, pelo valor recorde de 59,7 milhões de libras esterlinas, equivalente a 74,9 milhões de euros.[10]

Estreou pelo novo clube no dia 30 de agosto, contra o Burnley, pela Premier League de 2014–15, e marcou seu primeiro gol contra o Queens Park Rangers no dia 14 de setembro, pela mesma competição.[11]

Paris Saint-GermainEditar

 
Di María no Paris Saint-Germain

No dia 6 de agosto de 2015, se transferiu para o Paris Saint-Germain por quatro temporadas e cerca de 63 milhões de euros.[12] Seu primeiro gol pelo clube francês em partidas oficiais aconteceu na estreia pela Liga dos Campeões de 2015–16 na vitória sobre o Malmö, da Suécia.[13] Di María estourou rapidamente no Paris Saint-Germain, se tornando um dos principais jogadores da equipe na temporada 2015–16, onde venceu o Campeonato Francês, a Copa da França e a Copa da Liga Francesa. Di María também se tornou o futebolista com mais assistências dadas em uma única temporada, contabilizando 22 numa só temporada.[14]

Na temporada seguinte Di María seguiu em grande fase, se tornando na principal estrela da equipe após a saída do sueco Zlatan Ibrahimović para o Manchester United. Agora com total liberdade dentro de campo, o argentino assumiu o posto de grande destaque individual da equipe, sendo ainda mais participativo nas jogadas ofensivas. No jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões de 2016–17 contra o Barcelona, Di María acabou com o jogo marcando dois belos gols, um de falta e outro numa ótima finalização de fora da área, na partida que acabou com resultado esmagador de 4 a 0 para o time parisiense. Porém no jogo de volta o mesmo Di Maria teve uma atuação apagada, assim como toda a equipe do PSG que apenas assistiu o Barcelona desfazer a vantagem construída pelo time francês e vencer o jogo por 6 a 1 no Camp Nou, resultado que eliminou o time de Paris da Liga dos Campeões.

Após a venda de Neymar para o PSG, Di Maria se tornou alvo preterido do Barcelona, que chegou a oferecer mais de uma proposta ao clube parisiense, que considerou inviável a sua saída. De acordo com os jornais Di Maria ainda havia chegado a pedir para a diretoria facilitar a sua saída do clube. Com as chegadas de Neymar e Kylian Mbappé, o argentino acabou perdendo espaço no ataque titular do PSG, o que aumentou seu desejo de deixar a equipe. Mesmo assim seguiu tendo boas atuações sempre que teve oportunidade e alguns torcedores do clubes até criticavam a decisão do técnico Unai Emery de deixá-lo na reserva.

No dia 7 de janeiro de 2018, Di María atuou os noventa minutos da partida contra o Rennes, pela Copa da França, e teve uma grande atuação, sendo considerado o melhor jogador da partida. O camisa 11 marcou dois gols e ainda deu assistência para o 2° gol de Mbappé na goleada por 6 a 1 fora de casa. Também se destacou no dia 17 de janeiro, na goleada sobre o Dijon por 8 a 0 no Parc des Princess, em jogo válido pelo Campeonato Francês. Di María marcou os dois primeiros gols da partida, um deles sendo um golaço em que acertou um chutaço de fora da área com curva no ângulo esquerdo do goleiro. Já no segundo, teve apenas o trabalho de empurrar para o gol após receber passe de Neymar.[15] No dia 27 de janeiro voltou a ter uma excelente atuação, marcando mais um gol e iniciando a jogada do segundo gol do brasileiro Neymar na goleada por 4 a 0 sobre o Montpellier, em partida válida pelo Campeonato Francês. No dia 6 de fevereiro foi o grande destaque da vitória por 4 a 1 sobre o Sochaux pela Copa da França, tendo marcado três gols nessa partida, o primeiro deles com menos de 1 minuto.

Depois de muita contestação da torcida, Di María passou a ser utilizado como titular sob o comando de Thomas Tuchel na temporada 2018–19. Em 12 de fevereiro de 2019, o argentino teve grande atuação na vitória sobre o Manchester United por 2 a 0 em pleno Old Trafford no jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões. Hostilizado pela torcida desde o início da partida, o craque decidiu a partida anotando as duas assistências para os gols de Kimpebe e de Mbappé. Ao longo do jogo diversas vaias foram direcionadas ao argentino, além de uma garrafa de cerveja. Di María respondeu as provocações mandando beijo para torcida de seu ex-clube e ainda ameaçou tomar um gole da cerveja que foi atirada em sua direção.

Seleção NacionalEditar

Em 2007, foi um dos convocados por Hugo Tocalli para o Mundial Sub-20, no Canadá.[16] Juntamente com os outros jogadores famosos como Éver Banega, Mauro Zárate e Sergio Agüero, Di María sagrou-se campeão com a Seleção Argentina ao bater a República Tcheca por 2 a 1 de virada.[17]

Em 2008 fez o gol que valeu a medalha de ouro para a Seleção, no torneio de futebol masculino nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008, e também foi eleito o melhor jogador da final nas Olimpíadas.[18]

 
Di María pela Seleção num amistoso contra Portugal em 2011

No dia 6 de setembro de 2008, Di María fez sua estreia pela Seleção principal em uma partida contra o Paraguai.

Copa do Mundo de 2010Editar

No dia 19 de maio de 2010, Di María foi escolhido pelo técnico da Argentina, Diego Maradona, como um dos 23 convocados para a Copa do Mundo disputada na África do Sul. Na vitória amigável da Argentina por 5 a 0 sobre o Canadá, no dia 24 de maio, Di María marcou seu primeiro gol com a camisa alviceleste. No mundial ele ajudou os hermanos a atingirem as quartas-de-final, jogando nas cinco partidas da Argentina e iniciando quatro delas como titular, sendo um dos destaques da boa campanha da Argentina, que acabou sendo eliminada de forma humilhante para a Alemanha, perdendo por 4 a 0.

Copa América de 2011Editar

Di María atuou em três partidas durante a campanha da Argentina na Copa América de 2011, marcando um gol. Apesar de sediarem a competição, os hermanos acabaram fazendo uma participação decepcionante, sendo eliminados nas quartas de final para o Uruguai.

Copa do Mundo de 2014Editar

Di María atuou em 12 partidas durante a campanha de qualificação da Copa do Mundo FIFA de 2014 e foi convocado pelo treinador Alejandro Sabella. Na partida das oitavas de finais contra a Suíça, Di María marcou o único gol do jogo após 118 minutos, após uma assistência de Lionel Messi, classificando os hermanos para a fase seguinte e mantendo o aproveitamento de 100%.[19] Durante a partida das quartas de final contra a Bélgica, Di María sofreu uma ruptura muscular na coxa e depois foi retirado do campo. Mais tarde, foi anunciado depois da partida que Di María perderia o resto do torneio devido à lesão.[20] Nesse mesmo jogo foi dele a assistência para o gol de Gonzalo Higuaín, que classificou a Argentina para as semifinais. A Argentina terminou o torneio como vice-campeã, perdendo a final no dia 13 de julho para a Alemanha, no Maracanã.[21]

No dia 11 de julho, Di María foi nomeado na lista curta dos dez concorrentes para o Prêmio Golden Ball da FIFA (melhor jogador do torneio).

Já no dia 3 de setembro de 2014, em um amistoso frente aos campeões mundiais da Alemanha, Di María teve uma atuação inspirada nos quatro gols da Argentina em uma vitória por 4 a 2, tendo dado três assistências e marcado um gol.

Copa América de 2015Editar

Em 28 de maio de 2015, Di María foi convocado para disputar a Copa América de 2015. No dia 6 de junho, ele foi selecionado para capitão da equipe na ausência de Lionel Messi para uma partida de preparação contra a Bolívia, onde brilhou marcando dois gols e ajudando na vitória de 5 a 0.[22] Uma semana depois, em sua partida de estreia do torneio contra o Paraguai em La Serena, Di María sofreu uma penalidade que Messi converteu a favor dos hermanos em um empate de 2 a 2. No dia 30 de junho, ele marcou duas vezes e deu uma assistência para Sergio Agüero, sendo eleito o melhor em campo na goleada da Argentina sobre o Paraguai 6 a 1 na semifinal. Na final acabou sendo substituído logo aos 30 minutos de jogo, após sofrer uma lesão. Assistiu do banco de reservas a prorrogação e a disputa por pênaltis, na qual a alviceleste acabou derrotada pelo Chile.

Após a Copa América, teve grande atuação contra o Brasil em partida válida pela terceira rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo 2018. Além de ter iniciado a jogada do gol argentino marcado por Ezequiel Lavezzi, ele fez diversas jogadas de habilidade, humilhando a defesa brasileira e incomodando os adversários durante toda a partida, que acabou empatada por 1 a 1.[23]

2016: Copa América CentenárioEditar

Na partida de estreia da Argentina na Copa América Centenário, no dia 6 de junho, uma revanche da final do torneio anterior contra o campeão, o Chile, Di María marcou um gol e, mais tarde, deu assistência para o gol de Éver Banega em uma vitória por 2 a 1; Di María dedicou o gol a sua avó, que morreu recentemente. Na segunda partida do grupo de seu país contra o Panamá, em 10 de junho, deu mais uma assistência, desta vez para o gol de Nicolás Otamendi, mas novamente acabou se retirando da partida devido uma lesão; a Argentina ganhou o jogo 5 a 0. Ficou de fora o resto do torneio, no qual a Argentina chegou à final da Copa América pela segunda vez consecutiva, mais uma vez perdendo para o Chile nos pênaltis.

Copa do Mundo de 2018Editar

Esteve presente em todos jogos da classificação dramática da alviceleste para a Copa do Mundo FIFA de 2018. Foi convocado por Jorge Sampaoli para disputar o torneio realizado na Rússia e recebeu muitas críticas após os dois jogos iniciais, nos quais a Argentina apenas empatou com a Islândia em 1 a 1[24] e perdeu de 3 a 0 da Croácia[25], ficando à beira de uma eliminação precoce na fase de grupos. Na última rodada, Di Maria sequer entrou em campo na vitória sobre a Nigéria por 2 a 1, dando lugar a Cristian Pavón.[26]

Nas oitavas de final, contra a França, Sampaoli deu nova oportunidade a Di María, que começou como titular e foi um dos principais personagens da partida mesmo com a eliminação por 4 a 3. Devido ao desempenho abaixo de regular, uma classificação da Argentina seria improvável diante de um adversário qualificado e que acabou por ser a campeã do torneio. Mesmo assim, Di Maria poderia ter sido o grande protagonista de uma improvável classificação da alviceleste, que perdia por 1 a 0 até o momento em que o camisa 7 acertou um excelente tiro de média distância, marcando um dos gols mais memoráveis da Copa do Mundo.[27]

Copa América de 2021Editar

Em 10 de junho de 2021, foi um dos 28 convocados pelo técnico Lionel Scaloni para a disputa da Copa América de 2021, no Brasil.[28]

No dia 10 de julho, na final contra o Brasil realizada no Maracanã, Di María marcou o gol que deu o título para os argentinos. Com a vitória por 1 a 0, a Seleção Argentina acabou com um jejum de 28 anos sem ganhar nenhum título.[29][30][31]

Vida pessoalEditar

Di María é casado com Jorgelina Cardoso desde 2011. A primeira filha do casal nasceu prematura em 2013.[32] Muito ligado ao bairro natal de Perdriel em Rosário, tatuou em seu braço esquerdo o texto: Nacer en la Perdriel fue y será lo mejor que me pasó en la vida.[33]

Di María é apelidado de Fideo, que significa "macarrão" em espanhol, devido ao seu corpo esguio.[34] Ele possui um passaporte italiano pois tem ascendência italiana.[35][36]

EstatísticasEditar

Atualizadas até 20 de dezembro de 2020.[37][38]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Copa
da liga
Competições
continentais
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Rosario Central 2005–06 1 0 0 0 0 0 4 0 0 5 0 0
2006–07 16 1 0 0 0 0 0 0 0 16 1 0
2007–08 18 5 0 0 0 0 0 0 0 18 5 0
Total 35 6 0 0 0 0 4 0 0 39 6 0
Benfica 2007–08 26 0 3 5 0 0 3 0 0 10 1 1 44 1 4
2008–09 24 2 2 0 0 0 5 1 1 5 1 0 34 4 3
2009–10 26 5 12 1 0 0 4 1 1 14 4 6 45 10 19
Total 76 7 17 6 0 0 12 2 2 29 6 7 123 15 26
Real Madrid 2010–11 35 6 11 8 0 6 10 3 3 53 9 20
2011–12 23 5 15 2 0 0 7 2 1 32 7 16
2012–13 32 7 6 9 2 1 11 0 4 52 9 12
2013–14 34 4 17 7 4 2 11 3 6 52 11 25
2014–15 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0
Total 124 22 49 27 6 9 39 8 14 190 36 90
Manchester United 2014–15 27 3 9 5 1 1 0 0 0 0 0 0 32 4 10
Total 27 3 9 5 1 1 0 0 0 0 0 0 32 4 10
Paris Saint-Germain 2015–16 29 10 18 4 0 2 4 2 2 10 3 2 47 15 24
2016–17 29 6 6 4 1 3 3 3 4 7 4 1 43 14 14
2017–18 30 11 6 7 8 3 3 1 2 5 1 1 45 21 12
2018–19 29 12 11 6 5 2 1 0 0 8 2 3 44 19 16
2019–20 26 8 14 3 1 0 3 1 2 9 3 6 41 13 22
2020–21 11 2 4 0 0 0 0 0 0 5 1 2 16 3 6
Total 154 49 59 24 15 10 14 7 10 44 14 15 236 85 94

Seleção NacionalEditar

[39]

Ano
Jogos Gols
2008 3 0
2009 5 0
2010 10 2
2011 7 3
2012 6 3
2013 13 1
2014 13 2
2015 13 4
2016 12 3
2017 10 1
2018 5 1
2019 5 0
2020 2 0
Total 104 20

TítulosEditar

Benfica
Real Madrid
Paris Saint-Germain
Seleção Argentina

Prêmios individuaisEditar

Referências

  1. «Angel Di Maria: 15 things you should know about the Manchester United target» (em inglês). Daily Telegraph. 25 de agosto de 2014. Consultado em 3 de outubro de 2017 
  2. «Kurban Berdyev's press conference» (em russo). FC Rubn official website. 24 de janeiro de 2007. Consultado em 2 de abril de 2008. Arquivado do original em 31 de outubro de 2007 
  3. «Di Maria contratado pelo Benfica». 24 de janeiro de 2007. Consultado em 2 de abril de 2008 
  4. «Benfica impôs a maior goleada europeia do Everton». 22 de outubro de 2009. Consultado em 13 de agosto de 2013. Arquivado do original em 8 de maio de 2015 
  5. «Luisão marca de cabeça, e Benfica dá goleada no Everton». GloboEsporte.com. 22 de outubro de 2009. Consultado em 21 de setembro de 2019 
  6. «OFICIAL: Di María no Real Madrid». oGol. 28 de junho de 2010. Consultado em 21 de setembro de 2019 
  7. «Real Madrid confirma contratação de Di María por 6 anos». Estadão. 28 de junho de 2010. Consultado em 21 de setembro de 2019 
  8. «Lewandowski faz história, Dortmund goleia Real Madrid e se aproxima da final». ESPN.com.br. 24 de abril de 2013. Consultado em 12 de julho de 2021 
  9. «Mourinho é vaiado, Kaká e CR7 decidem, e Real adia título do Barça». 4 de maio de 2013. Consultado em 26 de junho de 2016 
  10. «United anuncia Di María, o jogador mais caro da história do futebol inglês». GloboEsporte.com. 26 de agosto de 2014. Consultado em 12 de julho de 2021 
  11. «Manchester United 4 x 0 QPR: Na sua estreia em Old Trafford, Di María comanda goleada do United». Goal. 14 de setembro de 2014. Consultado em 26 de junho de 2016 
  12. «Angel Di Maria s'engage jusqu'en 2019» (em francês). Sítio oficial PSG. 6 de agosto de 2015. Consultado em 26 de junho de 2016 
  13. «Gols de PSG 2x0 Malmö: Di María e Cavani garantem vitória francesa». Guia do Boleiro. 15 de setembro de 2015. Consultado em 12 de junho de 2016. Arquivado do original em 9 de agosto de 2016 
  14. «Di María faz história no PSG». Domínio de Bola. Consultado em 12 de junho de 2016 
  15. «Neymar faz quatro, Cavani iguala recorde de Ibra, e PSG humilha o Dijon». GloboEsporte.com. 17 de janeiro de 2018. Consultado em 12 de julho de 2021 
  16. S.A.P, El Mercurio (18 de junho de 2007). «Sergio Agüero encabeza lista de Argentina para mundial sub 20 | Emol.com». Emol (em Spanish). Consultado em 11 de julho de 2021 
  17. «Argentina conquista título na raça». GloboEsporte.com. 22 de julho de 2007. Consultado em 12 de julho de 2021 
  18. «Argentina conquista bicampeonato olímpico com vitória sobre a Nigéria - 23/08/2008 - UOL Esporte - Olimpíadas Pequim 2008». UOL. 23 de agosto de 2008. Consultado em 12 de julho de 2021 
  19. Dassler Marques (1 de julho de 2014). «Di María derruba Suíça na prorrogação, e Argentina avança». Terra. Consultado em 12 de julho de 2021 
  20. «Di Maria tem lesão muscular e está fora da Copa, diz empresário». UOL. 5 de julho de 2014. Consultado em 12 de julho de 2021 
  21. «Alemanha vence Argentina na prorrogação, é tetracampeã mundial e consagra geração». ESPN.com.br. 13 de julho de 2014. Consultado em 12 de julho de 2021 
  22. «Argentina goleia Bolíva por 5 a 0 em preparativo para Copa América». Estadão. 6 de junho de 2015. Consultado em 12 de julho de 2021 
  23. «Brasil 1 x 1 Argentina: bom resultado para o time de Dunga em Buenos Aires». El País. 13 de novembro de 2015. Consultado em 12 de julho de 2021 
  24. «Argentina vê Messi errar pênalti e tropeça em empate contra a Islândia». UOL. 16 de junho de 2018. Consultado em 12 de julho de 2021 
  25. «Croácia vence com falha feia de goleiro e complica Argentina na Copa». UOL. 21 de junho de 2018. Consultado em 12 de julho de 2021 
  26. «Golaço no fim salva Argentina, que vence Nigéria e vai com Messi às oitavas». UOL. 26 de junho de 2018. Consultado em 12 de julho de 2021 
  27. «Em jogo com duas viradas, França elimina Argentina com show de Mbappé». GloboEsporte.com. 30 de junho de 2018. Consultado em 12 de julho de 2021 
  28. «Com Messi e principais estrelas, Argentina divulga lista de convocados para a Copa América». GloboEsporte.com. 10 de junho de 2021 
  29. «Di María faz o gol que outros não fizeram, e Argentina e Messi finalmente são campeões». Folha de S.Paulo. 10 de julho de 2021 
  30. «Herói do título argentino, Di Maria avisou De Paul sobre marcação de Lodi: "Dorme um pouco"». GloboEsporte.com. 10 de julho de 2021 
  31. «Acabou o jejum! Com gol de Di María, Argentina bate o Brasil e conquista Copa América no Maracanã». LANCE!. 10 de julho de 2021 
  32. «Filha de Di María inspira o craque em campo». estadao.com.br. 3 de julho de 2014. Consultado em 8 de outubro de 2017 
  33. «Di María se hizo un nuevo tatuaje en homenaje a Central y a Rosario» (em espanhol). www.lacapital.com.ar. 9 de março de 2016. Consultado em 8 de outubro de 2017 
  34. Gadd, Michael; Scott, Charlie (24 de agosto de 2014). «Real Madrid midfielder Xabi Alonso says goodbye to Angel Di Maria on Twitter and Instagram – wishing the Argentine luck 'even at Manchester United'». Daily Mail. Consultado em 28 de agosto de 2014 
  35. Sheen, Tom (29 de agosto de 2014). «Marcos Rojo: Why is it taking so long for Manchester United to get a work permit?». The Independent. Consultado em 30 de agosto de 2014 
  36. «Fabian Di Maria, stella del Benfica - Corriere dello Sport.it». Consultado em 18 de novembro de 2015. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  37. «Angel Di María». Soccernet ESPN. Consultado em 2 de setembro de 2012 
  38. «Angel Di María». Transfermarkt. Consultado em 2 de setembro de 2012 
  39. «Di María, Ángel». National Football Teams. Consultado em 2 de setembro de 2012 
  40. «The 100 best footballers in the world - interactive» (em inglês). The Guardian 
  41. «The 100 best footballers in the world 2016 – interactive» (em inglês). The Guardian 
  42. «Ángel Di María» (em espanhol). Marca 

Ligações externasEditar

 
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