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Copa América

torneio continental de seleções de futebol da CONMEBOL realizado na América do Sul
Disambig grey.svg Nota: Se procura outros significados, veja Copa América (desambiguação).
Copa América
Conmebol-Copa-America-Logo.png
Dados gerais
Organização CONMEBOL
Edições 45
Outros nomes Taça América
Campeonato Sul-Americano de Futebol
Local de disputa América do Sul
Número de equipes 12
Sistema Fase de Grupos e Mata-Mata
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

A Copa América, conhecido até 1975 como Campeonato Sul-Americano de Futebol (Campeonato Sudamericano de Fútbol em espanhol) é a principal competição entre seleções de futebol das nações da CONMEBOL. Este torneio tornou-se o mais antigo do mundo ao nível de seleções após os Jogos Olímpicos de Londres de 1948, sendo que após está edição as olimpíadas começaram a ser disputadas por seleções que não são considerada as principais, e logo quando em 1984 o British Home Championship foi abolido. A competição determina o campeão continental da América do Sul. Desde a década de 1990, equipes da América do Norte e da Ásia também foram convidadas a participar.

Desde 1993, o torneio tem geralmente 12 equipes – todas as 10 equipes da CONMEBOL e duas equipes adicionais de outras confederações. O México participou de todos os torneios desde 1993, com uma equipe adicional da CONCACAF, exceto em 1999, quando a equipe do Japão completou a lista de 12 equipes. A edição 2016 do evento, Copa América Centenário, contou com dezesseis equipes, com seis equipes da CONCACAF, além das 10 da CONMEBOL. O México, vice campeão em 1993 e 2001, é a equipe bem mais sucedida entre as equipes convidadas.

Oito das dez equipes nacionais da CONMEBOL venceram o torneio pelo menos uma vez em suas 45 edições desde a inauguração do evento em 1916, apenas Equador e Venezuela ainda não venceram. O Uruguai tem o maior número de campeonatos na história do torneio, com 15 copas, enquanto o atual campeão, o Chile, tem duas copas. A Argentina, que sediou a edição inaugural em 1916, sediou o torneio na maioria das vezes, tendo sido anfitriã nove vezes. Os Estados Unidos são o único país não-CONMEBOL a sediar, tendo sediado o evento em 2016. Em três ocasiões (em 1975, 1979 e 1983), o torneio foi realizado em vários países da América do Sul.

O campeão vigente, desde que faça parte da CONMEBOL, tem o direito de participar da próxima edição da Copa das Confederações da FIFA, mas não é obrigado a fazê-lo. A Copa América é o terceiro torneio internacional de futebol mais popular, depois da Copa do Mundo da FIFA e da Eurocopa.

Índice

HistóriaEditar

O inicioEditar

 
A Seleção Uruguaia de Futebol ganhou seu segundo título em 1917.
 
A Seleção Brasileira de Futebol, ganhou seu primeiro título em 1919.

O primeiro time de futebol da América do Sul, Lima Cricket and Football Club, foi fundado no Peru em 1859, e a Asociación del Fútbol Argentino foi fundada em 1893. No início do século 20, o futebol crescia em popularidade e a primeira competição internacional entre equipes nacionais do continente ocorreram em 1910, quando a Argentina organizou um evento para comemorar o centenário da Revolução de Maio. Chile e Uruguai participaram, mas este evento não é considerado oficial pela CONMEBOL. Da mesma forma, para a comemoração do centenário de sua independência, a Argentina realizou um torneio entre 2 e 17 de julho de 1916, com Argentina, Chile, Uruguai e Brasil sendo os primeiros participantes do torneio. Este torneio chamado de Campeonato Sudamericano de Fútbol seria a primeira edição do que hoje é conhecido como Copa América. O Uruguai triunfaria nesta primeira edição depois de empatar em 0-0 com a anfitriã Argentina no último jogo decisivo realizado no Estádio Presidente Perón em Avellaneda.

Vendo o sucesso do torneio, um membro da diretoria da Federação Uruguaia de Futebol, Héctor Rivadavia, propôs a criação de uma confederação das associações da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai, e em 9 de julho, dia da independência na Argentina, a CONMEBOL foi fundada. No ano seguinte, a competição foi jogada novamente, desta vez no Uruguai. O Uruguai ganharia o título novamente para conquistar seu bicampeonato depois de derrotar a Argentina por 1 a 0 na última partida do torneio. O sucesso do torneio ajudaria a consolidar a competição. Após um surto de gripe no Rio de Janeiro, o torneio foi cancelado em 1918, o Brasil sediou o torneio em 1919 e foi coroado campeão pela primeira vez depois de derrotar os atuais campeões por 1 a 0 em uma partida decisiva para decidir o título, enquanto a cidade chilena de Viña del Mar sediou o evento de 1920 que foi ganho pelo Uruguai.

Para a edição de 1921, o Paraguai participou pela primeira vez depois de sua associação de futebol ter se afiliado à CONMEBOL no início do mesmo ano. A Argentina venceu a competição pela primeira vez graças aos gols de Julio Libonatti. Nos anos seguintes, o Uruguai dominaria o torneio, que na época era o maior torneio de futebol do mundo. A Argentina, no entanto, não ficaria muito atrás e disputava a supremacia com os charruas. Depois de perder a final de 1928 nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928, em Amsterdã, a Argentina se vingaria no Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1929 derrotando os uruguaios no último jogo decisivo. Durante este período, a Bolívia e o Peru debutaram no torneio em 1926 e 1927, respectivamente.

Desorganização e intermitênciaEditar

 
Os Carasucias ou caras sujas, nome conhecido pela Argentina que venceu o Campeonato Sul-Americano de Futebol de 1957, realizado no Peru.

Após a primeira Copa do Mundo realizada no Uruguai em 1930, a inimizade entre as federações de futebol do Uruguai e da Argentina impediu que a competição fosse disputada por vários anos. Somente em 1935 foi possível disputar uma edição especial do evento para ser oficialmente reintegrada em 1939. O Peru se tornou a nação anfitriã da edição de 1939 e venceu a competição pela primeira vez. Equador fez sua estréia no torneio.

Em 1941, o Chile sediou a edição daquele ano em comemoração aos 400 anos da fundação de Santiago, para a qual a capacidade do recém construído Estádio Nacional foi ampliada de 30.000 para 70.000 espectadores. Apesar do grande investimento e do sucesso inicial da equipe, os chilenos seriam derrotados na última partida pela Argentina. O Uruguai recebeu e venceu a edição de 1942. O Chile voltaria a ser anfitrião em 1945 e quase disputaria o título contra a Argentina. No entanto, o Brasil estragou essa possibilidade, e a Argentina venceria o torneio novamente em solo chileno.

O evento então entrou em um período de grande perturbação. O campeonato não foi jogado regularmente e muitas edições seriam consideradas não oficiais, apenas para serem consideradas válidas mais tarde pela CONMEBOL. Por exemplo, a Argentina seria a primeira (e até agora única) equipe a conquistar três títulos consecutivos ao vencer os campeonatos de 1945, 1946 e 1947. Depois desses três torneios anuais, a competição voltou a ser realizada a cada dois anos, depois três e depois quatro. Houve até dois torneios realizados em 1959, um na Argentina e outro no Equador. Durante esse período, algumas equipes nacionais ficaram indiferentes ao torneio. Alguns não participavam todos os anos, outros enviavam equipes menores; na edição de 1959, realizada no Equador, o Brasil enviou uma equipe do estado de Pernambuco. A Bolívia venceu pela primeira vez quando foi anfitriã em 1963, mas foi derrotada no primeiro jogo do torneio de 1967 pela estreante Venezuela. A fundação da Copa Libertadores em 1959 também afetou a forma como o torneio era visto por seus participantes.

Após oito anos de ausência, o evento foi retomado em 1975 e oficialmente adquiriu o nome Copa América. O torneio não tinha local fixo, e todas as partidas foram disputadas ao longo do ano em cada país. Nove equipes participaram da fase de grupos com o defensor do título entrando nas semifinais. O torneio foi disputado a cada quatro anos usando este sistema até 1987.

RenovaçãoEditar

 
Abertura da Copa América de 2015, no Chile.

Em 1986, a CONMEBOL decidiu voltar a ter um país como anfitrião do torneio e disputá-lo a cada dois anos. De 1987 a 2001, o evento foi realizado a cada dois anos em rotação pelos dez membros da confederação. O formato permaneceria constante com uma primeira rodada de grupos, mas o estágio final variou de ser um novo grupo final ou um sistema de eliminação única para decidir o vencedor. Essa renovação ajudou o torneio, que começou a receber cobertura televisiva na Europa e na América do Norte. A Copa América de 1987 foi realizada na Argentina; esta foi a primeira vez que a nação recebeu uma edição em 28 anos. Apesar de entrar como favoritos ​​por ser o campeão mundial vigente (tendo vencido a Copa do Mundo FIFA de 1986), jogando em casa e tendo uma equipe composta em grande parte por vencedores da Copa do Mundo liderados pelo lendário Diego Maradona, a Argentina terminaria em um decepcionante quarto lugar depois de ser derrotada pelo atual campeão, Uruguai, por 0–1 nas semifinais. O Uruguai derrotaria um time chileno surpreendentemente forte que chegou à final, eliminando o poderoso Brasil por 4-0 na fase de grupos.

O Brasil conquistou seu primeiro título internacional desde a Copa do Mundo FIFA de 1970, ao vencer a Copa América de 1989, disputada em casa. A Argentina, por sua vez, venceu a Copa América após 32 longos anos em 1991 no Chile, graças a um time renovado liderado pelo prolífico goleador Gabriel Batistuta. O torneio da Copa América de 1993 no Equador tomaria sua atual forma. Juntamente com as dez equipes usuais, a CONMEBOL convidou dois países da CONCACAF para participar, México e Estados Unidos.

O Uruguai conseguiu vencer a competição em 1995 como anfitrião, encerrando um período de declínio para o futebol uruguaio. Com a implementação dos anfitriões rotativos, a Colômbia, o Paraguai e a Venezuela sediaram o torneio pela primeira vez. O Brasil entrou em uma série bem-sucedida de vitórias, vencendo quatro dos cinco títulos continentais entre 1997 e 2007. O primeiro, em 1997, foi conquistado depois de derrotar a anfitriã Bolívia por 3 a 1, com gols de Leonardo, Denílson e Ronaldo se tornando cruciais na seleção verde e amarela. A consagração da seleção canarinha veio na altitude da Bolívia. Brasil defenderia com sucesso o título em 1999 depois de bater o Uruguai por 3-0 em Assunção, no Paraguai. No entanto, a Copa América de 2001 viu uma das maiores surpresas da história do esporte, com Honduras eliminando o Brasil nas quartas de final. A Colômbia, a nação anfitriã, venceria a competição pela primeira vez.

De 2001 a 2007, o torneio foi disputado a cada três anos e, a partir de 2007, a cada quatro anos, com exceção do centenário do torneio em 2016.

Deixando de lado um desempenho embaraçoso em 2001, o Brasil se restabeleceu no panteão sul-americano após derrotar a Argentina, nos pênaltis, para vencer a competição de 2004 disputada no Peru. Três anos depois, as duas equipes se encontraram novamente na final, desta vez na Venezuela. Mais uma vez, o Brasil saiu vitorioso depois de esmagar a Argentina por 3-0.

A Argentina sediou a competição de 2011 e foi eliminado pelo Uruguai nas quartas de final por pênaltis. O Uruguai continuaria derrotando o Peru por 2 a 0 nas semifinais para chegar às finais e dominar o Paraguai por 3 a 0, conquistando assim o troféu em solo argentino pela terceira vez e pela segunda vez consecutiva. Esta, a 43ª edição, foi a primeira vez que nem a Argentina nem o Brasil chegaram às semifinais de um torneio em que ambos haviam entrado.

A competição de 2015 foi realizada no Chile, que trocou as posições de hospedagem com o Brasil, tendo em vista a sediar a Copa do Mundo FIFA de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O Chile foi campeão do torneio, seu primeiro título, em casa.

Em 2016, o centenário do torneio foi comemorado com a Copa América Centenário, realizado nos Estados Unidos. O torneio foi o primeiro a ser hospedado fora da América do Sul e teve uma quantidade de participantes ampliada para 16 equipes da CONMEBOL e da CONCACAF. Durante o torneio, meios de comunicação informaram que a CONMEBOL e a CONCACAF estavam negociando uma fusão da Copa América com a Copa Ouro da CONCACAF, torneio continental deste último realizado a cada 2 anos, com os Estados Unidos recebendo torneios regulares. O presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos, Sunil Gulati chamou o relatório de impreciso, dizendo que tal discussão não tinha ocorrido e que um novo torneio teria que ser estabelecido. Pela segunda vez na história, o Chile ganhou o troféu.

TroféuEditar

Na esquerda, o troféu tradicional da Copa América. Na direita, o troféu especial entregue na edição de 2016.

O Troféu foi confeccionado entre 1916 e 1917 na Casa Escasany, uma joalheria de Buenos Aires, por um preço de 3000 francos suiços, e foi doado para a Confederação Sul-Americana de Futebol pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina. É feito de prata, com uma base de madeira onde há várias placas com os nomes das seleções campeãs de cada edição. Desde a sua criação até os dias de hoje, o campeão da competição tem o direito ao troféu original de forma temporária, até que seja realizado um novo sorteio para a próxima edição, quando deve devolver a CONMEBOL. Após o troféu original ser devolvido, o campeão vigente recebe uma réplica do mesmo, na qual pode ser conservada permanentemente.[1]

Em abril de 2016, um novo troféu foi projetado especificamente para a Copa América Centenário, foi apresentado na sede da Federação Colombiana de Futebol em Bogotá para comemorar o 100º aniversário da competição.[2] O troféu foi projetado pela Epico Studios nos Estados Unidos e fabricado pela London Workshops de Thomas Lyte na Inglaterra. A nova taça tem o formato do troféu original como inspiração, com curvas de ouro sobre a urna grega para representar os 100 anos de futebol no continente americano. Mede 61 cm de altura e pesa 7,1 kg, está coberto por ouro 24 quilates para demonstrar a importância dos 100 anos da competição.[3] Também a um mapa continental da América e os emblemas da CONMEBOL e CONCACAF gravado na parte exterior. No interior, foi feito de prata em homenagem ao original e seu legado de 100 anos. Por último, a base do troféu mostra os nomes das dezesseis equipes participantes em formato de espiral.[4] O nome da seleção campeã também aparecerá incluída no troféu original. A Seleção Chilena de Futebol, foi a seleção campeã, e obteve o direito de manter a taça original permanentemente.[5]

SedesEditar

Em 1984, a CONMEBOL adotou a política de rodízio do direito de sediar a Copa América entre as dez confederações membros. A primeira rotação foi concluída após a Copa América de 2007, realizada na Venezuela. Uma segunda rotação começou em 2011, com os países anfitriões girando em ordem alfabética, começando pela Argentina. O Chile, o México e os Estados Unidos expressaram interesse em sediar o próximo torneio, mas o Comitê Executivo da CONMEBOL decidiu continuar a execução da rotação, dando prioridade da organização a cada uma de suas federações afiliada, cada associação confirma se vai ou não receber uma edição, não tendo a obrigação de fazê-lo. A Argentina confirmou em 24 de novembro de 2008, via representantes da Federação Argentina de Futebol, que sediará a Copa América de 2011.

A Copa América de 2015 seria realizada no Brasil seguindo a ordem de rotação. No entanto, a realização da Copa do Mundo FIFA de 2014 e das Olimpíadas de 2016 resultou na decisão de ser reconsiderada. Embora o presidente da CONMEBOL, Nicolás Leoz, propusesse sediar o torneio continental no México (membro da federação CONCACAF), membros do conselho Brasil e Chile discutiram a possibilidade de trocar os torneios de 2015 e 2019, foi decidido e confirmado pela CBF em fevereiro de 2011 que a Copa América de 2015 permaneceria no Brasil. No entanto, em março de 2012, foi anunciado que o Chile sediará a Copa América de 2015, após o presidente da CBF, Ricardo Teixeira ter demitido-se de sua posição, a CBF concordou em trocar a hospedagem do torneio com o Chile. A troca foi oficializada em maio de 2012.[6] A edição centenária do torneio, a Copa América Centenário, aconteceu em junho de 2016, e foi realizada nos Estados Unidos. A Copa América Centenário marca a primeira vez que o torneio foi realizado por uma nação que não é filiada da CONMEBOL.[7]

 
Mapa de países que já sediaram a Copa América.
País Vezes Edições
  Argentina 9 1916, 1921, 1925, 1929, 1937, 1946, 1959, 1987, 2011
  Uruguai 7 1917, 1923, 1924, 1942, 1956, 1967, 1995
  Chile 7 1920, 1926, 1941, 1945, 1955, 1991, 2015
  Peru 6 1927, 1935, 1939, 1953, 1957, 2004
  Brasil 5 1919, 1922, 1949, 1989, 2019
  Equador 4 1947, 1959, 1993, 2023
  Sem sede fixa 3 1975, 1979, 1983
  Bolívia 2 1963, 1997
  Paraguai 1 1999
  Colômbia 1 2001
  Venezuela 1 2007
  Estados Unidos 1 2016

MascotesEditar

Desde a edição de 1987 na Argentina, os mascotes estão presentes na Copa América.[8][9]

Edição País Mascote Descrição
1987   Argentina Gardelito Versão infantil de Carlos Gardel.
1989   Brasil Tico Um sabiá com o uniforme da Seleção Brasileira de Futebol.
1991   Chile Huaso Um versão estilzada de um huaso chileno nas cores da bandeira do Chile.
1993   Equador Choclito Uma espiga de milho com as cores da bandeira equatoriana.
1995   Uruguai Torito Um touro com uniforme do Uruguai.
1997   Bolívia Tatú Um tatu com o uniforme da Bolívia.
1999   Paraguai Taguá Uma espécie de javali (Catagonus wagneri) encontrada no Chaco do Paraguai.
2001   Colômbia Ameriko Um extraterrestre cujo nome provém da tradução de "América" ao esperanto.
2004   Peru Chasqui Um chasqui, mensageiro pessoal do Império Inca, com o uniforme do Peru.
2007   Venezuela Guaky Uma arara-vermelha-pequena com a camisa da Venezuela.
2011   Argentina Tangolero Um avestruz com o uniforme da Argentina. Iria se chamar Suri, mas o nome foi alterado pelo patrocinador da competição.
2015   Chile Zincha Uma raposa-vermelha.
2016   Estados Unidos Sem mascote

TítulosEditar

Por ediçõesEditar

# Ano Sede Final Semifinalistas
Campeão Placar Vice 3º lugar Placar 4º lugar
1 1916
Detalhes
 
Argentina
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Brasil
[nota 1]  
Chile
2 1917
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Brasil
[nota 1]  
Chile
3 1919
Detalhes
 
Brasil
 
Brasil
1 – 0
(pro)
 
Uruguai
 
Argentina
[nota 1]  
Chile
4 1920
Detalhes
 
Chile
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Brasil
[nota 1]  
Chile
5 1921
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Uruguai
[nota 1]  
Paraguai
6 1922
Detalhes
 
Brasil
 
Brasil
3 – 0  
Paraguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
7 1923
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Paraguai
[nota 1]  
Brasil
8 1924
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Paraguai
[nota 1]  
Chile
9 1925
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Paraguai
[nota 1] [nota 2]
10 1926
Detalhes
 
Chile
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Chile
[nota 1]  
Paraguai
11 1927
Detalhes
 
Peru
 
Argentina
[nota 1]  
Uruguai
 
Peru
[nota 1]  
Bolívia
12 1929
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
[nota 1]  
Paraguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Peru
13 1935
Detalhes
 
Peru
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Peru
[nota 1]  
Chile
14 1937
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
2 – 0
(pro)
 
Brasil
 
Uruguai
[nota 1]  
Paraguai
15 1939
Detalhes
 
Peru
 
Peru
[nota 1]  
Uruguai
 
Paraguai
[nota 1]  
Chile
16 1941
Detalhes
 
Chile
 
Argentina
[nota 1]  
Uruguai
 
Chile
[nota 1]  
Peru
17 1942
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Brasil
[nota 1]  
Paraguai
18 1945
Detalhes
 
Chile
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Chile
[nota 1]  
Uruguai
19 1946
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Paraguai
[nota 1]  
Uruguai
20 1947
Detalhes
 
Equador
 
Argentina
[nota 1]  
Paraguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Chile
21 1949
Detalhes
 
Brasil
 
Brasil
7 – 0  
Paraguai
 
Peru
[nota 1]  
Bolívia
22 1953
Detalhes
 
Peru
 
Paraguai
3 – 2  
Brasil
 
Uruguai
[nota 1]  
Chile
23 1955
Detalhes
 
Chile
 
Argentina
[nota 1]  
Chile
 
Peru
[nota 1]  
Uruguai
24 1956
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Chile
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
25 1957
Detalhes
 
Peru
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Uruguai
[nota 1]  
Peru
26 1959
Detalhes
 
Argentina
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Paraguai
[nota 1]  
Peru
27 1959
Detalhes
 
Equador
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Brasil
[nota 1]  
Equador
28 1963
Detalhes
 
Bolívia
 
Bolívia
[nota 1]  
Paraguai
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
29 1967
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
[nota 1]  
Argentina
 
Chile
[nota 1]  
Paraguai
30 1975
Detalhes
Sem sede fixa  
Peru
0 – 1
2 – 0
1 – 0
 
Colômbia
  Brasil e   Uruguai
31 1979
Detalhes
Sem sede fixa  
Paraguai
3 – 0
0 – 1
0 – 0 (pro)
 
Chile
  Brasil e   Peru
32 1983
Detalhes
Sem sede fixa  
Uruguai
2 – 0
1 – 1
 
Brasil
  Paraguai e   Peru
33 1987
Detalhes
 
Argentina
 
Uruguai
1 – 0  
Chile
 
Colômbia
2 – 1  
Argentina
34 1989
Detalhes
 
Brasil
 
Brasil
1 – 0  
Uruguai
 
Argentina
[nota 1]  
Paraguai
35 1991
Detalhes
 
Chile
 
Argentina
[nota 1]  
Brasil
 
Chile
[nota 1]  
Colômbia
36 1993
Detalhes
 
Equador
 
Argentina
2 – 1  
México
 
Colômbia
1 – 0  
Equador
37 1995
Detalhes
 
Uruguai
 
Uruguai
1 – 1
5 – 3 (pen)
 
Brasil
 
Colômbia
4 – 1  
Estados Unidos
38 1997
Detalhes
 
Bolívia
 
Brasil
3 – 1  
Bolívia
 
México
1 – 0  
Peru
39 1999
Detalhes
 
Paraguai
 
Brasil
3 – 0  
Uruguai
 
México
2 – 1  
Chile
40 2001
Detalhes
 
Colômbia
 
Colômbia
1 – 0  
México
 
Honduras
2 – 2
5 – 4 (pen)
 
Uruguai
41 2004
Detalhes
 
Peru
 
Brasil
2 – 2
4 – 2 (pen)
 
Argentina
 
Uruguai
2 – 1  
Colômbia
42 2007
Detalhes
 
Venezuela
 
Brasil
3 – 0  
Argentina
 
México
2 – 1  
Uruguai
43 2011
Detalhes
 
Argentina
 
Uruguai
3 – 0  
Paraguai
 
Peru
4 – 1  
Venezuela
44 2015
Detalhes
 
Chile
 
Chile
0 – 0 (pro)
4 – 1 (pen)
 
Argentina
 
Peru
2 – 0  
Paraguai
45 2016
Detalhes
 
Estados Unidos
 
Chile
0 – 0 (pro)
4 – 2 (pen)
 
Argentina
 
Colômbia
1 – 0  
Estados Unidos
46 2019
Detalhes
 
Brasil
47 2023
Detalhes
 
Equador

Por seleçõesEditar

Seleção Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
  Uruguai 15 (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1956, 1959 (Equador), 1967, 1983, 1987, 1995, 2011) 6 (1919, 1927, 1939, 1941, 1989, 1999) 9 (1921, 1922, 1929, 1937, 1947, 1953, 1957, 1975, 2004) 5 (1945, 1946, 1955, 2001, 2007)
  Argentina 14 (1921, 1925, 1927, 1929, 1937, 1941, 1945, 1946, 1947, 1955, 1957, 1959 (Argentina), 1991, 1993) 14 (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1926, 1935, 1942, 1959 (Equador), 1967, 2004, 2007, 2015, 2016) 4 (1919, 1956, 1963, 1989) 2 (1922, 1987)
  Brasil 8 (1919, 1922, 1949, 1989, 1997, 1999, 2004, 2007) 11 (1921, 1925, 1937, 1945, 1946, 1953, 1957, 1959 (Argentina), 1983, 1991, 1995) 7 (1916, 1917, 1920, 1942, 1959 (Equador), 1975, 1979) 3 (1923, 1956, 1963)
  Paraguai 2 (1953, 1979) 6 (1922, 1929, 1947, 1949, 1963, 2011) 7 (1923, 1924, 1925, 1939, 1946, 1959 (Argentina), 1983) 7 (1921, 1926, 1937, 1942, 1967, 1989, 2015)
  Chile 2 (2015, 2016) 4 (1955, 1956, 1979, 1987) 5 (1926, 1941, 1945, 1967, 1991) 10 (1916, 1917, 1919, 1920, 1924, 1935, 1939, 1947, 1953, 1999)
  Peru 2 (1939, 1975) 0 8 (1927, 1935, 1949, 1955, 1979, 1983, 2011, 2015) 5 (1929, 1941, 1957, 1959 (Argentina), 1997)
  Colômbia 1 (2001) 1 (1975) 4 (1987, 1993, 1995, 2016) 2 (1991, 2004)
  Bolívia 1 (1963) 1 (1997) 0 2 (1927, 1949)
  México 0 2 (1993, 2001) 3 (1997, 1999, 2007) 0
  Honduras 0 0 1 (2001) 0
  Equador 0 0 0 2 (1959 (Equador), 1993)
  Estados Unidos 0 0 0 2 (1995, 2016)
  Venezuela 0 0 0 1 (2011)

Estatísticas e recordesEditar

Maiores goleadasEditar

Estas são as maiores goleadas da história da Copa América:[10][11]

Data Cidade Mandante Placar Visitante
22/01/1942   Montevidéu   Argentina 12 – 0   Equador
10/08/1975   Rosário   Argentina 11 – 0   Venezuela
10/04/1949   São Paulo   Brasil 10 – 1   Bolívia
06/11/1927   Lima   Uruguai 9 – 0   Bolívia
24/03/1957   Lima   Brasil 9 – 0   Colômbia
07/02/1945   Santiago   Argentina 9 – 1   Colômbia
03/04/1949   Rio de Janeiro   Brasil 9 – 1   Equador
20/10/1926   Santiago   Argentina 8 – 0   Paraguai
21/02/1945   Santiago   Brasil 9 – 2   Equador
01/03/1953   Lima   Brasil 8 – 1   Bolívia
18/01/1942   Montevidéu   Uruguai 7 – 0   Equador
28/01/1945   Santiago   Uruguai 7 – 0   Colômbia
04/12/1947   Guaiaquil   Argentina 7 – 0   Bolívia
30/04/1949   Rio de Janeiro   Paraguai 7 – 0   Bolívia
11/05/1949   Rio de Janeiro   Brasil 7 – 0   Paraguai
08/03/1959   Buenos Aires   Uruguai 7 – 0   Bolívia
29/08/1979   Santiago   Chile 7 – 0   Venezuela
26/06/1997   Santa Cruz   Brasil 7 – 0   Peru
30/06/1999   Ciudad del Este   Brasil 7 – 0   Venezuela
18/06/2016   Santa Clara   Chile 7 – 0   México

Classificação históricaEditar

De 1916 até 2016, foram realizadas 45 edições da Copa América. Nesse período, as seleções que mais pontuaram na competição, foram os seguintes:[12][13]

Pos. País Part Tít J V E D GP GC SG Pts
  Argentina 41 14 189 119 39 31 455 173 +282 396
  Uruguai 43 15 197 108 34 55 399 218 +181 358
  Brasil 35 8 178 99 35 44 405 200 +205 332
  Paraguai 36 2 168 62 39 67 253 293 –40 225
  Chile 38 2 177 64 31 82 281 304 –23 223
  Peru 31 2 148 54 35 59 213 232 –19 197
  Colômbia 21 1 113 42 24 47 131 184 –53 150
  Bolívia 26 1 112 20 26 66 104 279 –175 86
  México 10 0 48 19 13 16 66 62 +4 70
10º   Equador 28 0 118 16 22 80 127 311 –184 70
11º   Venezuela 17 0 62 7 13 42 47 171 –124 34
12º   Costa Rica 5 0 17 5 3 9 17 31 –14 18
13º   Estados Unidos 4 0 18 5 2 11 18 29 –11 17
14º   Honduras 1 0 6 3 1 2 7 5 +2 10
15º   Panamá 1 0 3 1 0 2 4 10 –6 3
16º   Japão 1 0 3 0 1 2 3 8 –5 1
17º   Jamaica 2 0 6 0 0 6 0 9 –9 0
18º   Haiti 1 0 3 0 0 3 1 12 –11 0
  • A Colômbia e o Equador não se classificaram nas eliminatórias de 1967 que foi a única edição da história que teve eliminatórias.

Goleadores históricosEditar

 
Zizinho, junto com Norberto Méndez, é o maior artilheiro da Copa América com 17 gols.
 
Norberto Méndez, junto com Zizinho, é o maior artilheiro da Copa América com 17 gols.

Estes são os maiores artilheiros da história da Copa América:[14][15]

  • Em negrito, os jogadores que estão em atividade atualmente.
Pos. Jogador Seleção Gols Jogos Média Edições
1   Norberto Méndez   Argentina 17 17 1.00 1945, 1946, 1947
  Zizinho   Brasil 33 0.52 1942, 1945, 1946, 1949, 1953, 1957
2   Severino Varela   Uruguai 15 15 1.00 1937, 1939, 1942
  Teodoro Fernández   Peru 24 0.63 1935, 1937, 1939, 1941, 1942, 1947
3   Gabriel Batistuta   Argentina 13 16 0.81 1991, 1993, 1995
  José Manuel Moreno   Argentina 16 0.81 1941, 1942, 1947
  Héctor Scarone   Uruguai 18 0.72 1917, 1919, 1923, 1924, 1926, 1927, 1929
  Ademir de Menezes   Brasil 18 0.72 1945, 1946, 1949, 1953
  Jair   Brasil 18 0.72 1945, 1946, 1949
4   Roberto Porta   Uruguai 12 20 0.60 1939, 1941, 1942, 1945
  Ángel Romano   Uruguai 23 0.52 1916, 1917, 1919, 1920, 1921, 1922, 1924, 1926
5   Herminio Masantonio   Argentina 11 8 1.38 1935, 1942
  Didi   Brasil 17 0.64 1953, 1957, 1959
  Paolo Guerrero   Peru 19 0.58 2007, 2011, 2015, 2016
  Víctor Ugarte   Bolívia 30 0.37 1947, 1949, 1953, 1959, 1963
6   Pedro Petrone   Uruguai 10 9 1.11 1923, 1924, 1927, 1929
  Javier Ambrois   Uruguai 11 0.91 1956, 1957
  Ronaldo   Brasil 12 0.83 1995, 1997, 1999
  Eduardo Vargas   Chile 12 0.83 2015, 2016
  Héctor Castro   Uruguai 13 0.77 1926, 1927, 1929, 1935
  Arnoldo Iguarán   Colômbia 14 0.71 1979, 1983, 1987, 1989, 1991
  Óscar Gómez Sánchez   Peru 14 0.71 1953, 1955, 1956, 1957
  Ángel Labruna   Argentina 14 0.71 1946, 1955, 1956
  Enrique Hormazábal   Chile 16 0.63 1953, 1955, 1956

Recordistas em partidasEditar

 
Sergio Livingstone, recordista em partidas pela Copa América

Estes são os jogadores com a maior quantidade de partidas pela Copa América:

  • Em negrito, os jogadores que estão em atividade atualmente.
Pos. Jogador Seleção Partidas Estreia
1   Sergio Livingstone   Chile 34 Copa América de 1941
2   Zizinho   Brasil 33 Copa América de 1942
3   Víctor Ugarte   Bolívia 30 Copa América de 1947
4   Máximo Mosquera   Peru 28 Copa América de 1947
5   Leonel Álvarez   Colômbia 27 Copa América de 1987
  Carlos Valderrama   Colômbia Copa América de 1987
6   Javier Mascherano   Argentina 26 Copa América de 2004
7   Félix Castillo   Peru 25 Copa América de 1947
  Cláudio Taffarel   Brasil Copa América de 1989
  Álex Aguinaga   Equador Copa América de 1987
8   José Bustamante   Bolívia 24 Copa América de 1946
  Teodoro Fernández   Peru Copa América de 1935
  Cornelio Heredia   Peru Copa América de 1947
9   Alberto Achá   Bolívia 23 Copa América de 1945
  Carlos Borja   Bolívia Copa América de 1979
  Ángel Romano   Uruguai Copa América de 1916
  Salvador Villalba   Paraguai Copa América de 1955
  Carlos Sánchez   Equador Copa América de 1947
10   Guillermo Delgado   Peru 22 Copa América de 1953
  Luis Calderón   Peru Copa América de 1947
  Djalma Santos   Brasil Copa América de 1953
  René Higuita   Colômbia Copa América de 1987
  Luis Capurro   Equador Copa América de 1987
  José Milton Melgar   Bolívia Copa América de 1983
  Javier Zanetti   Argentina Copa América de 1995
  Claudio Suárez   México Copa América de 1993

Distinções individuaisEditar

Além de receber o troféu da Copa América até a próxima edição, a seleção campeã recebe ao final da competição uma réplica do troféu e 50 medalhas de ouro. Para a seleção vice campeã, é entregue a Copa Bolívia e 50 medalhas de prata; para a seleção terceira colocada são dadas 50 medalhas de bronze e ao quarto colocado 50 medalhas de cobre. É entregue a todas as seleções participantes um diploma para certificar a sua participação na competição.

Também se premia com um troféu individual para os seguintes: o melhor jogador, o melhor jogador jovem, o artilheiro, o melhor goleiro e a seleção merecedora do "jogo limpo", é entregue o troféu Fair Play.

Melhor jogador por ediçãoEditar

 
Lionel Messi, foi eleito o melhor jogador da edição de 2015.
 
Luis Suárez, foi eleito o melhor jogador da edição de 2011.
 
Alexis Sánchez, foi eleito o melhor jogador da Copa América Centenário.

Estes são os melhores jogadores edição por edição da Copa América:[16]

Edição
Jogador
Seleção
1916   Isabelino Gradín   Uruguai
1917   Héctor Scarone   Uruguai
1919   Arthur Friedenreich   Brasil
1920   José Piendibene   Uruguai
1921   Américo Tesoriere   Argentina
1922   Agostinho Fortes   Brasil
1923   José Nasazzi   Uruguai
1924   Pedro Petrone   Uruguai
1925   Manuel Seoane   Argentina
1926   José Leandro Andrade   Uruguai
1927   Manuel Seoane   Argentina
1929   Manuel Ferreira   Argentina
1935   José Nasazzi   Uruguai
1937   Vicente de la Mata   Argentina
1939   Teodoro Fernández   Peru
1941   Sergio Livingstone   Chile
1942   Obdulio Varela   Uruguai
1945   Domingos da Guia   Brasil
1946   Adolfo Pedernera   Argentina
1947   José Manuel Moreno   Argentina
1949   Ademir Menezes   Brasil
1953   Heriberto Herrera   Paraguai
1955   Enrique Hormazábal   Chile
1956   Óscar Míguez   Uruguai
1957   Omar Sivori   Argentina
1959-I   Pelé   Brasil
1959-II   Alcides Silveira   Uruguai
1963   Ramiro Blacut   Bolívia
1967   Pedro Rocha   Uruguai
1975   Teófilo Cubillas   Peru
1979   Carlos Caszely   Chile
1983   Enzo Francescoli   Uruguai
1987   Carlos Valderrama   Colômbia
1989   Rubén Sosa   Uruguai
1991   Leonardo Rodríguez   Argentina
1993   Sergio Goycochea   Argentina
1995   Enzo Francescoli   Uruguai
1997   Ronaldo   Brasil
1999   Rivaldo   Brasil
2001   Amado Guevara   Honduras
2004   Adriano   Brasil
2007   Robinho   Brasil
2011   Luis Suárez   Uruguai
2015   Lionel Messi (recusado pelo jogador)[17]   Argentina
2016   Alexis Sánchez   Chile

Melhor jogador jovem por ediçãoEditar

 
Sebastián Coates, com o troféu de melhor jogador jovem na edição de 2011.

Desde a Copa América de 2007, a CONMEBOL premia o melhor jogador jovem da competição.

Edição
Jogador
Idade
Seleção
2007   Lionel Messi 20   Argentina
2011   Sebastián Coates 20   Uruguai
2015   Jeison Murillo 23   Colômbia
2016 Não houve premiação

Melhor goleiro por ediçãoEditar

 
Claudio Bravo, eleito por duas vezes (2015 e 2016) o melhor goleiro da competição.

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia o melhor goleiro da competição.

Edição
Jogador
Seleção
2011   Justo Villar   Paraguai
2015   Claudio Bravo   Chile
2016   Claudio Bravo   Chile

Prêmio Fair Play por ediçãoEditar

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia a seleção merecedora pelo "jogo limpo".

Edição
Seleção
2011   Uruguai
2015   Peru
2016   Argentina

Copa Bolívia por ediçãoEditar

Desde a Copa América de 2011, a CONMEBOL premia a seleção vice-campeã com a Copa Bolívia.

Edição
Seleção
1997   Bolívia
1999   Uruguai
2001   México
2004   Argentina
2007   Argentina
2011   Paraguai
2015   Argentina
2016   Argentina

Artilharia por ediçãoEditar

 
O chileno Eduardo Vargas, foi o artilheiro da última edição.
 
Pedro Petrone, foi artilheiro das edições 1923, 1924 e 1927, sendo assim o futebolista que mais vezes aparece nesta lista.
 
Pelé, foi artilheiro da edição de 1959.

Estes são os artilheiros edição por edição da Copa América:[18]

Edição
Jogador
Seleção
Gols
1916   Isabelino Gradín   Uruguai 3
1917   Ángel Romano   Uruguai 4
1919   Arthur Friedenreich   Brasil 4
  Neco   Brasil
1920   Ángel Romano   Uruguai 3
  José Pérez   Uruguai
1921   Julio Libonatti   Argentina 3
1922   Julio Francia   Argentina 4
1923   Valdino Aguirre   Argentina 3
  Pedro Petrone   Uruguai
1924   Pedro Petrone   Uruguai 4
1925   Manuel Seoane   Argentina 6
1926   David Arellano   Chile 7
1927   Alfredo Carricaberry   Argentina 3
  Segundo Luna   Argentina
  Roberto Figueroa   Uruguai
  Pedro Petrone   Uruguai
  Héctor Scarone   Uruguai
1929   Aurelio González   Paraguai 5
1935   Herminio Masantonio   Argentina 4
1937   Raúl Toro   Chile 7
1939   Teodoro Fernández   Peru 7
1941   Juan Marvezzi   Argentina 5
1942   Herminio Masantonio   Argentina 7
  José Manuel Moreno   Argentina
1945   Norberto Méndez   Argentina 6
  Heleno de Freitas   Brasil
1946   José María Medina   Uruguai 7
1947   Nicolás Falero   Uruguai 8
1949   Jair Rosa Pinto   Brasil 9
1953   Francisco Molina   Chile 7
1955   Rodolfo Micheli   Argentina 8
1956   Enrique Hormazábal   Chile 4
1957   Humberto Maschio   Argentina 9
  Javier Ambrois   Uruguai
1959-I   Pelé   Brasil 8
1959-II   José Sanfilippo   Argentina 6
1963    Carlos Alberto Raffo   Equador 6
1967   Luis Artime   Argentina 5
1975   Leopoldo Luque   Argentina 4
  José Ernesto Díaz   Colômbia
1979   Jorge Peredo   Chile 4
  Eugenio Morel   Paraguai
1983   Jorge Burruchaga   Argentina 3
  Roberto Dinamite   Brasil
  Carlos Alberto Aguilera   Uruguai
  Eduardo Malásquez   Peru
1987   Arnoldo Iguarán   Colômbia 4
1989   Bebeto   Brasil 6
1991   Gabriel Batistuta   Argentina 6
1993   José Luis Dolgetta   Venezuela 4
1995   Gabriel Batistuta   Argentina 4
  Luis García Postigo   México
1997   Luis Hernández   México 6
1999   Rivaldo   Brasil 5
  Ronaldo Nazário   Brasil
2001   Víctor Aristizábal   Colômbia 6
2004   Adriano   Brasil 7
2007   Robinho   Brasil 6
2011   Paolo Guerrero   Peru 5
2015   Eduardo Vargas   Chile 4
  Paolo Guerrero   Peru
2016   Eduardo Vargas   Chile 6

Treinadores campeões por ediçãoEditar

 
Guillermo Stábile, é o treinador mais vitorioso da competição com 6 conquistas.

Estes são os treinadores campeões edição por edição da Copa América:

Edição Treinador Seleção
1916   Alfredo Foglino   Uruguai
1917   Ramón Platero   Uruguai
1919   Haroldo Domingues   Brasil
1920   Ernesto Fígoli   Uruguai
1921   Pedro Calomino   Argentina
1922   Laís   Brasil
1923   Leonardo de Lucca   Uruguai
1924   Ernesto Meliante   Uruguai
1925   Américo Tesoriere   Argentina
1926   Ernesto Fígoli   Uruguai
1927    José Lago Millón   Argentina
1929   Francisco Olazar   Argentina
1935   Raúl Blanco   Uruguai
1937   Manuel Seoane   Argentina
1939   Jack Greenwell   Peru
1941   Guillermo Stábile   Argentina
1942    Pedro Cea   Uruguai
1945   Guillermo Stábile   Argentina
1946   Guillermo Stábile   Argentina
1947   Guillermo Stábile   Argentina
1949   Flavio Costa   Brasil
1953   Manuel Fleitas Solich   Paraguai
1955   Guillermo Stábile   Argentina
1956   Hugo Bagnulo   Uruguai
1957   Guillermo Stábile   Argentina
1959-I   Victorio Luis Spinetto   Argentina
1959-II   Juan Carlos Corazzo   Uruguai
1963   Danilo Alvim   Bolívia
1967   Juan Carlos Corazzo   Uruguai
1975   Marcos Calderón   Peru
1979   Ranulfo Miranda   Paraguai
1983   Omar Borrás   Uruguai
1987   Roberto Fleitas   Uruguai
1989   Sebastião Lazaroni   Brasil
1991   Alfio Basile   Argentina
1993   Alfio Basile   Argentina
1995   Héctor Núñez   Uruguai
1997   Mário Zagallo   Brasil
1999   Vanderlei Luxemburgo   Brasil
2001   Francisco Maturana   Colômbia
2004   Carlos Alberto Parreira   Brasil
2007   Dunga   Brasil
2011   Óscar Tabárez   Uruguai
2015   Jorge Sampaoli   Chile
2016    Juan Antonio Pizzi   Chile

Equipes convidadasEditar

Desde a edição de 1993, duas seleções de outras federações são convidadas a participar da competição. Geralmenete são convidadas seleções pertencentes a CONCACAF e da AFC. No total, são doze as seleções convidadas, mas somente oito delas aceitaram participar do torneio.

Dentre as seleções convidadas, México, com dois vice campeonatos, e Honduras com um terceiro lugar, foram as equipes com melhores resultados.

Seleções da CONCACAFEditar

México

O México é a seleção convidada com a melhor campanha e a que mais vezes participou da competição (10 vezes no total), sendo todas elas de forma consecutiva: 1993, 1995, 1997, 1999, 2001, 2004, 2007, 2011, 2015 e 2016. Além disso, é a seleção convidada com a melhor colocação na classificação histórica, além de ter chegado duas vezes a final, perdendo em ambas.

Costa Rica

Costa Rica é a segunda seleção convidada com mais participações (5 no total) nas edições 1997, 2001, 2004, 2011 e 2016. Seu melhor resultado foi ter chegado as quartas-de-finais nas edições de 2001 e 2004.

Estados Unidos

Os Estados Unidos participou das edições de 1993, 1995, 2007 e 2016. Seu melhor resultado foi um quarto lugar em duas oportunidades (1995 e 2016). Também foi convidado a participar nas edições de 1997, 1999, 2001 e 2004, mas recusou por problemas de calendário. Os Estados Unidos foi o único país a receber uma edição da Copa América fora da América do Sul.

Jamaica

A Jamaica é a quarta seleção com mais participações(2 no total). Foi convidada a participar da edição de 2015, onde foi eliminada na fase de grupo sem ganhar nenhuma partida e sem anotar nenhum gol. Participou novamente na edição de 2016, onde novamente foi eliminada na primeira fase.[19]

Honduras

Honduras participou da edição de 2001 obtendo o terceiro lugar. Foi convidada em caráter de urgência após a Argentina se retirar por medidas de segurança.[20]

Haiti

O Haiti participou da edição de 2016. Na sua estreia continental, seria eliminado na fase de grupos, depois de perder para o Peru, Brasil e Equador, ficando no último lugar do grupo com 12 gols contra e apenas 1 gol marcado no jogo contra o Brasil.

Panamá

O Panamá participou da edição de 2016, na sua estreia continental, seria eliminado na fase de grupos depois de vencer a Bolívia e perder para a Argentina e Chile, ficando em terceiro lugar no grupo com 3 pontos e com 4 gols a favor e 10 gols contra.

Canadá

O Canadá foi convidado a participar da edição de 2001, mas decidiu não participar porque não conseguiu reunir seus principais jogadores a tempo porque a Copa Ouro da CONCACAF que seria realizada naquele ano foi adiada para o ano seguinte e os jogadores canadenses que foram convocados saíram dias antes da Copa América.

Seleções da AFCEditar

Japão

O Japão participou da edição 1999, sendo eliminada na fase de grupos. Também foi convidado a participar de 2011, mas devido ao terremoto daquele ano se retirou do torneio,[21] embora mais tarde viria a confirmar a sua presença [22] e, em seguida, se retirou definitivamente. Também foi convidado a participar da edição 2015,[23] porém, retirou-se devido a problemas no calendário ao ter outros compromissos assumidos anteriormente. O Japão já tem presença confirmada na Copa América de 2019.[24]

China

A China foi convidada para participar da edição 2015, devido à qual se retirou do torneio devido a problemas no calendário, tendo anteriormente assumido compromissos.[25]

Catar

O Catar participará da edição de 2019.[24]

Seleções da UEFAEditar

Espanha

A Espanha foi convidada para participar da edição de 2011, mas sua federação recusou-se a participar, argumentando que não queria interromper as férias dos jogadores espanhóis.[26] Também foi convidada para participar da edição de 2019, porém devido a recém criada Liga das Nações da UEFA não pode participar do torneio.[24]

Portugal

Assim como a Espanha, Portugal foi convidado para a edição de 2019 e não pode por competir na Liga das Nações da UEFA no mesmo ano.[24]

Tabela demonstrativaEditar

Seleções  
1993
 
1995
 
1997
 
1999
 
2001
 
2004
 
2007
 
2011
 
2015
 
2016
 
2019
Edições
  Costa Rica  –  – G  – QF QF  – G  – G  – 5
  Haiti  –  –  –  –  –  –  –  –  – G  – 1
  Honduras  –  –  –  –  –  –  –  –  –  – 1
  Jamaica  –  –  –  –  –  –  –  – G G  – 2
  Japão  –  –  – G  –  –  –  –  –  – Q 2
  México QF QF G G QF  – 10
  Panamá  –  –  –  –  –  –  –  –  – G  – 1
  Catar  –  –  –  –  –  –  –  –  –  – Q 1
  Estados Unidos G  –  –  –  – G  –  –  – 4

Notas

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai aj ak al am an ao ap aq ar as at au av aw ax ay az ba bb bc bd Tais colocações foram decididas pelo sistema de pontos corridos.
  2. Esta edição contou com a participação de apenas três equipes.

Referências

  1. «Descubra la evolución del trofeo de la Copa América» (em espanhol). RT. 30 de maio de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  2. «CEvento histórico marcou a exposição do troféu da Copa América Centenário». Lance. 29 de abril de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  3. «Quase centenário, troféu da Copa América tem 9 kg e será entregue pela 44ª vez». ESPN. 10 de junho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  4. «Conmebol apresenta troféu da Copa América Centenário». Estadão. 29 de abril de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  5. «Com apenas seis campeões, Chile festeja o título da Copa América». Globo Esporte. 3 de julho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  6. «Chile troca com o Brasil e será a sede da Copa América em 2015». Gazeta do povo. 24 de março de 2012. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  7. «Copa América 2016 será nos Estados Unidos e terá seleções da Conmebol e Concacaf». ESPN. 1º de maio de 2014. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  8. «Todos as mascotes da Copa América». Quadro de medalhas. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  9. «Mascotes da Copa América». MSN. 20 de junho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  10. «Las 10 mayores goleadas en la historia de la Copa América» (em espanhol). Diário AS. 20 de maio de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  11. «As maiores goleadas da Copa América». Campeões do Futebol. 20 de junho de 2011. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  12. «Confira a classificação histórica de pontos da Copa América». Goal. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  13. «Tabla histórica de campeones de la Copa América» (em espanhol). Deportes RCN. 29 de maio de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  14. «Os maiores artilheiros da história da Copa América». Fox Sports. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  15. «Copa América Centenario: Ellos son los 10 goleadores históricos» (em espanhol). Publimetro. 3 de junho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  16. RSSSF. «The Copa América Archive - Trivia». Consultado em 26 de junho de 2018. 
  17. «Messi rejeitou prêmio de melhor jogador da Copa América, diz "El País"». SporTV. 6 de julho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  18. «Copa América: Veja quem foram os artilheiros da competição em cada edição». Torcedores.com. 17 de junho de 2016. Consultado em 24 de junho de 2018. 
  19. Canal 13 (29 de maio de 2014). «Jamaica y México jugarán la Copa América 2015» (em espanhol). Consultado em 24 de junho de 2018. 
  20. «Honduras fue la gran revelación de la Copa América» (em espanhol). Fútbol de Colombia. 31 de julho de 2001. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  21. «Japão desiste de participar da Copa América na Argentina». Globo Esporte. 16 de maio de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  22. «Seleção japonesa confirma participação na Copa América». Globo Esporte. 16 de março de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  23. «Seleção do Japão jogará Copa América de 2015 como convidada». TERRA. 17 de agosto de 2013. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  24. a b c d «Com Catar e Japão, Copa América de 2019 terá 12 seleções». Globoesporte 
  25. «Jamaica será invitado a la Copa América del 2015». Pasion de Primera. 28 de maio de 2014. Consultado em 26 de junho de 2018. 
  26. «España no irá a la Copa América». El Mundo.es. 13 de abril de 2011. Consultado em 26 de junho de 2018. 

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar