Embu das Artes

município da Microrregião de Itapecerica da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo, no estado de São Paulo, no Brasil
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Embu das Artes, ou simplesmente Embu, é um município da Região Metropolitana de São Paulo, na Microrregião de Itapecerica da Serra, no estado de São Paulo, no Brasil. Localiza-se na Zona Sudoeste da Grande São Paulo, em conformidade com a lei estadual nº 1.139, de 16 de junho de 2011[4] e, consequentemente, com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo (PDUI).[5] Sua população estimada em 2019 foi de 273 726 habitantes. A sua área é de 70,398 km², o que resulta em uma densidade demográfica de 3 888,3 hab/km².[1] É considerado, oficialmente, uma estância turística.

Estância Turística de Embu das Artes
  Município do Brasil  
Igreja de Nossa Senhora do Rosário, antiga matriz, hoje o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas. Esta igreja foi o ponto inicial da cidade.
Igreja de Nossa Senhora do Rosário, antiga matriz, hoje o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas. Esta igreja foi o ponto inicial da cidade.
Símbolos
Bandeira de Estância Turística de Embu das Artes
Bandeira
Brasão de armas de Estância Turística de Embu das Artes
Brasão de armas
Hino
Gentílico embuense
Localização
Localização da Estância Turística de Embu das Artes em São Paulo
Localização da Estância Turística de Embu das Artes em São Paulo
Estância Turística de Embu das Artes está localizado em: Brasil
Estância Turística de Embu das Artes
Localização da Estância Turística de Embu das Artes no Brasil
Mapa da Estância Turística de Embu das Artes
Coordenadas 23° 38' 56" S 46° 51' 07" O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes Cotia (Oeste e Noroeste)
Taboão da Serra (Nordeste)
São Paulo (Leste)
Itapecerica da Serra (Sul)
Distância até a capital 36 km
História
Fundação c. 1690 (331–332 anos)
Emancipação 18 de fevereiro de 1959 (63 anos)
Administração
Prefeito(a) Ney Santos (Republicanos, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 70,398 km²
População total (estimativa IBGE/2019[1]) 273 726 hab.
Densidade 3 888,3 hab./km²
Clima Subtropical (Cfb)
Altitude 775 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[2]) 0,735 alto
PIB (IBGE/2016[3]) R$ 10 004 646,90 mil
PIB per capita (IBGE/2016[3]) R$ 37 832,19
Sítio http://www.cidadeembudasartes.sp.gov.br/ (Prefeitura)
http://www.cmembu.sp.gov.br/ (Câmara)

Também a grandes sociedades esportivas como o Clube de Futebol Vasco do Embu.

Sua história curiosa lhe trouxe uma especialização contemporânea imprevista: ser uma cidade especialmente vocacionada para acolher artistas. Isto aporta dividendos turísticos à cidade. Por causa disso, em 2011, a denominação oficial da cidade foi alterada de Embu para "Embu das Artes".

TopônimoEditar

"Embu" é uma corruptela do nome da aldeia jesuítica que deu origem à cidade: Mboy. Existem duas propostas etimológicas para o topônimo Mboy:

  • é um termo oriundo do tupi antigo mboî'y ("rio das cobras", a partir da junção dos termos mboîa, "cobra" e 'y , "rio")[6][7][8]
  • se origina do termo tupi antigo mboîa ("cobras").[9]
 
Artesãos de Embu confeccionando seus produtos na praça central da cidade

Estância TurísticaEditar

 Ver artigo principal: Estância turística

Embu das Artes é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

HistóriaEditar

A região do município de Embu das Artes era originalmente habitada por povos indígenas das etnias tupiniquins e guaranis e o surgimento da cidade está intimamente ligado à catequese indígena.

Na segunda metade do século XVII, sítios começaram a se formar na região do município, com plantações de mandioca, legumes e algodão.

Em 1607, Fernão Dias Paes (tio do bandeirante Fernão Dias, o "caçador de esmeraldas"), Pero Dias e Braz Esteves adquirem terras na região do município. Em 24 de janeiro de 1624, Fernão e sua esposa, Catarina Camacho, doam terras para os padres jesuítas.

Em 1690, o jesuíta Belchior de Pontes transfere a missão jesuítica de Bohi ou M´Boy, criado em 1554, para o local que hoje é a sede do município e inicia a construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a velha matriz. O Padre Belchior faleceu em 1719 e seu substituto no aldeamento, Domingos Machado, ordena a construção da residência anexa dos religiosos, concluída em 1740.

Em 1759, o Marquês de Pombal, chefe de governo do Reino de Portugal, ordenou a expulsão de todos os jesuítas da América Portuguesa. Com isso, o aldeamento de M´Boy entra em declínio e os indígenas que ali habitavam acabaram o deixando ou se misturando com os não-indígenas que viviam no povoado.

O povoamento, antigo aldeamento, tinha uma economia agrícola, com lavradores e fabricantes de cachaça, e os produtos eram vendidos em São Paulo, sobretudo na região de Pinheiros. O desenvolvimento era lento, pelas dificuldades de comunicação e transportes. Entre o final do século XIX e a década de 1940, os carros de bois eram o principal meio de transporte.

Em 1880, foi criado, dentro da Vila de Itapecerica, o distrito de M'Boy.

No final do século XIX, a Diocese de São Paulo contrata o engenheiro Henrique Bocolini, responsável pelas primeiras obras de restauração da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Nesta época e no início do século XX, a cafeicultura, principal fonte econômica do Brasil e praticada em todo o Estado de São Paulo, não pôde ser praticada em M'Boy, pois suas terras eram impróprias.

Nas décadas de 1920 e 1930, as olarias de M'Boy contribuíram muito para a produção de tijolos para o crescente distrito e também para a cidade de São Paulo, em pleno crescimento. Nesta época, chegam no distrito os primeiros imigrantes japoneses, hoje numerosa em Embu.

Em 1938, o distrito de M'Boi teve sua denominação alterada para "Embu", uma corruptela do antigo nome do distrito. Anos mais tarde, surge o movimento emancipacionista.

Em 18 de fevereiro de 1959, a Lei Estadual n° 5285 eleva o distrito de Embu à categoria de município, desmembrado de Itapecerica da Serra. O município foi instalado em 1° de janeiro do ano seguinte.

O município começa a ganhar destaque na década de 1960, quando vários artistas, entre pintores, escultores, músicos e cantores, acabam encontrado no município de Embu o local perfeito para praticar sua arte. Dentre os principais artistas de Embu das Artes estão: Cássio M'Boy, professor de vários artistas e conhecido de membros da Semana de Arte Moderna de 1922; Tadakiyo Sakai, escultor e ceramista e discípulo de Cássio; Solano Trindade, fez produção artística da cultura afro-brasileira e introduziu a tradição dos orixás; Assis do Embu e Ana Moysés. A arte embuense ganha destaque em 1964, com o Primeiro Salão das Artes.

No final do anos 1960, outros artistas e hippies se fixam em Embu. Seus trabalhos eram expostos nos finais de semana, originando a Feira de Artes de Embu das Artes, que ocorre todos os fins de semana desde 1969 e é um motor turístico da cidade.[10][11][12][13]

Mudança de nomeEditar

Em 23 de outubro de 2009, o Prefeito de Embu, Chico Brito, deu início ao processo para que o município fosse, oficialmente, chamado de "Embu das Artes". Em 25 de novembro, o prefeito e o vice deram início ao ato a favor da realização de um plebiscito para a coleta de assinaturas.[14]

Para que fosse acrescentado ao nome do município a denominação "das Artes", foi necessário a realização de um plebiscito em que pelo menos um por cento dos eleitores do município deveriam participar. O plebiscito foi anexado a um projeto de lei que foi enviado pelos poderes executivo e legislativo embuense para sanção do prefeito. Em seguida, o documento foi protocolado no Tribunal Regional Eleitoral, que convocou uma eleição para mudança do nome.[15]

Segundo o prefeito, a oficialização do município para "Estância Turística de Embu das Artes" foi para que a cidade tivesse sua identidade e que não fosse mais confundida com Embu-Guaçu.

As três primeiras assinaturas do abaixo-assinado foram do prefeito Chico Brito, de Annis Neme Bassith, um dos líderes do processo de emancipação do município, e do Presidente da Câmara Municipal Silvino Bomfim. O prefeito declarou:

Isso é um desejo da população e dos vereadores. Dificilmente você vai encontrar alguém contra.
— Chico Brito[14]

O abaixo-assinado passou por toda a cidade através da campanha "Embu das Artes - Todo Mundo Quer", lançada pela prefeitura.

O plebiscito ocorreu em 1 de maio de 2011 e 66,48% dos eleitores optaram pela nova denominação.[16]

Em 6 de setembro de 2011, o então Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin sancionou a Lei Estadual 14.537/11, que, oficialmente, passou a denominar o município como "Embu das Artes".[17]

GeografiaEditar

Situado no oeste da Grande São Paulo, o município tem os seguintes limites: a sudoeste, oeste e norte, com Cotia; a noroeste, Taboão da Serra; a sul, com o Itapecerica da Serra e o bairro paulistano de Capão Redondo.

HidrografiaEditar

O sistema hidrográfico de Embu é dividida em áreas de três bacias principais, todas afluentes do Rio Tietê:

Estima-se que 59% do território encontra-se sob área de proteção aos mananciais, sendo o Rio Embu-Mirim (trata-se de uma extensão do Rio M'Boi Mirim) um dos principais contribuintes da Represa Guarapiranga.

ClimaEditar

O clima é tipo C, segundo a Classificação de Köppen, subtropical ou mesotérmico de latitudes médias e com grande quantidade de chuvas no verão. A região possui altitude média, juntamente com ilhas de vegetação de Mata Atlântica, que amenizam a temperatura.[18] O índice pluviométrico é de aproximadamente 1 530 milímetros por ano e a temperatura média anual gira em torno dos 18 °C, e.[19]

Dados climatológicos para Embu das Artes
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 25,3 25,3 24,7 23 21 20,1 19,7 20,7 21,7 22,4 23,6 24,5 22,7
Temperatura média (°C) 20,6 20,7 20,1 18,2 16 14,8 14,2 15,2 16,5 17,6 18,8 19,8 17,7
Temperatura mínima média (°C) 16 16,2 15,5 13,4 11,1 9,6 8,8 9,8 11,3 12,8 14,1 15,1 12,8
Precipitação (mm) 243 226 174 86 72 56 44 49 83 146 148 205 1 532
Fonte: Climate-Data.org[19]

DemografiaEditar

PopulaçãoEditar

Dados gerais Valores
População total (2016)[20]
264.448
Por sexo
Masculino
125 152
Feminino
130 117

EstatísticasEditar

Dados Valores
Densidade demográfica (hab./km²)
2 962,38
Mortalidade infantil (Por mil habitantes)
18,26
Expectativa de vida (Anos)
70
Taxa de fecundidade (Filhos por Mulher)
2,44
Taxa de alfabetização (Em Porcentagem)
92,31
Taxa de natalidade (por mil habitantes)[21]
18,60

(Fonte: IPEADATA)

Índice de Desenvolvimento HumanoEditar

Dados Valores
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M)
0,772
Índice de Desenvolvimento Humano (Renda)
0,691
Índice de Desenvolvimento Humano (Longevidade)
0,750
Índice de Desenvolvimento Humano (Educação)
0,874

(Fonte: IPEADATA)

InfraestruturaEditar

Abastecimento de águaEditar

Segundo a SABESP (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o município é abastecido por dois sistemas: o Guarapiranga e o Alto Cotia, este último contribui com o seu subsistema principal, utilizando águas do Rio Cotia, localizado a oeste de Embu.

ComunicaçõesEditar

A cidade foi atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB) até 1973,[22] quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica,[23] sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[24] para suas operações de telefonia fixa.

TransportesEditar

O Embu é servido de redes rodoviárias. A malha prevê as ligações da cidade com a capital e demais municípios da sub-região. Composta por rodovias, vias arteriais urbanas e estradas (municipais/estaduais), tem a principal dentre essas vias a BR116 - Rodovia Régis Bittencourt, cruzando o território municipal de nordeste a sudoeste por uma extensão de 9,2 km.

Patrimônio Histórico-culturalEditar

Capela de São LázaroEditar

Sua origem está ligada a uma imagem do santo São Lázaro esculpida em madeira pelo artista Cássio M'Boy nos anos 1920. A imagem atraiu grande número de devotos e, em 1934, foi construída uma capela para abrigá-la. Em 1969, a capela foi restaurada, aproximando-se das linhas da arquitetura jesuítica da igreja do Conjunto Nossa Senhora do Rosário.[25]

Museu de Arte SacraEditar

Sua arquitetura apresenta características do estilo barroco paulista e um acervo rico em imagens de anjos, santos e personagens bíblicos, quase todos entalhados em madeira, modelados em terracota ou em armações em roca, produzidas entre os séculos XVII e XIX.

A principal obra do museu é o "Senhor Morto", esculpido em uma tora de madeira, bem como as imagens de Nossa Senhora das Dores e da Santa Ceia, em roca, de autoria do Padre Macaré. As demais obras foram esculpidas pelos jesuítas e índios.[26]

Foi a primeira construção arquitetônica tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no Estado de São Paulo em 1938, passando por restauração posterior, pela mesma instituição nos anos de 1939 e 1941. O arquiteto responsável pelo projeto de restauro foi Luís Saia, sendo um arquiteto de destaque para o estudo e compreensão das primeiras intervenções de restauro no Brasil. O edifício também é protegido pelo CONDEPHAAT desde 1974.

Conjunto Nossa Senhora do RosárioEditar

É formado pela igreja e pela antiga residência dos padres, conjugadas numa mesma edificação. Trata-se de uma das mais importantes construções jesuítas em São Paulo, caracterizadas pela simplicidade das linhas retas.

A igreja começou a ser construída por volta de 1700 pelo Padre Belchior de Pontes. A intenção era a de que ela tivesse capacidade para que os índios e vizinhos pudessem comodamente observar os preceitos a que estavam obrigados, como registrou o Padre Manuel da Fonseca no livro "A Vida do Venerável Padre Belchior de Pontes", diferentemente da antiga capela da fazenda de Catarina Camacho situada não muito longe dali.[27]

Centro HistóricoEditar

No Centro Histórico, encontra-se grande quantidade de galerias de arte, lojas de móveis rústicos e lojas de artesanato, bem como uma grande variedade gastronômica de comida típica brasileira e culinária internacional.[28]

Centro Cultural Mestre Assis do EmbuEditar

O Centro Cultural Mestre Assis do Embu oferece ao público, gratuitamente, acesso à arte, cultura e ao conhecimento. Ocupa, hoje, o histórico prédio da prefeitura. Nele, o público tem à disposição três salas para exposições e o auditório Cássio M’Boy, com capacidade para 150 pessoas destinado a palestras, recitais, espetáculos musicais e teatrais.

Instalada em frente ao Centro, fica a tenda Embu das Artes ao Vivo, onde artistas do município montaram uma extensão de seus ateliês, possibilitando ao público acompanhar em tempo real todo o processo criativo de pintores, escultores, ceramistas e forjadores da cidade.[29]

 
Brasão de armas

SímbolosEditar

O Brasão de armas da cidade de Embu foi instituído em 19 de novembro de 1962, pela lei N°130. Abaixo, estão as características explicadas e justificadas segundo as leis:

  • Escudo Português - Apresenta uma ponta arredondada, formato já consagrado pela heráldica de domínio, exalta os primitivos colonos portugueses do Embu.[30]
  • Gibão Bandeirante de Ouro - Com o qual partiram de Embu para o ataque aos Jesuítas no sul e, depois, para a exagerada investida contra a corda arbitrária de Tordesilhas, encimados pelo emblema da Companhia de Jesus, IHS, com uma cruz e três cravos, localizado no terço superior do escudo, que corresponde ao pensamento: sede espiritual, que bem merecem os santos da catequese.[30]
  • Tudo de Prata - Metal que simboliza a pureza.[30]
  • Coroa mural de Ouro de quatro Torres Ameadas e sua Porta cada uma - Distintivo de armas municipais, em metal, e forma já fixados pela heráldica brasileira.[30]
  • Timbre - O ponto de honra; acima da própria coroa, representa aquilo que se timbra em ostentar: "Cocar Indígena".[30]
  • Cocar Indígena de Penas coloridas ao Natural - Referente aos primitivos aldeamentos de silvícolas: nobre semente do Embu.[30]
  • Cartela Colonial do Século XVIII – Elemento inspirado na obra da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, servindo para fixar simbolicamente a data da fundação do Embu.[30]
  • GENVINVM GENVS – expressão que, traduzida do latim, significa "raça genuína", "estirpe legítima". É uma referência ao clã mameluco formado sob o signo da Fé Cristã (o IHS da Companhia de Jesus).[30]

AdministraçãoEditar

Câmara municipalEditar

A Câmara Municipal de Embu das Artes é constituída por 12 vereadores, nomeados a seguir[31]:


Eleição Municipal em 2020Editar

A eleição municipal de 2020 tem início no dia 04 de outubro, quando serão eleitos candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.[32]

GaleriaEditar

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b c «IBGE Cidades». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 28 de junho de 2020 
  2. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013 
  3. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 1 de julho de 2018. Consultado em 5 de março de 2019 
  4. «Lei Complementar nº 1.139, de 16 de junho de 2011». Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017 
  5. «Região Metropolitana de São Paulo». Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo. Consultado em 1 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2017 
  6. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 560
  7. Cidades históricas brasileiras. Disponível em http://www.cidadeshistoricas.art.br/embudasartes/emb_his_p.php Arquivado em 4 de junho de 2012, no Wayback Machine.. Acesso em 9 de fevereiro de 2013.
  8. Embudigital. Disponível em http://www.embudigital.com.br/historia-de-embu/ Arquivado em 18 de setembro de 2012, no Wayback Machine.. Acesso em 9 de fevereiro de 2013.
  9. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 560
  10. TEIXEIRA, Maria Regina (4 de outubro de 2005). «Embu das Artes e sua história». Prefeitura Municipal de Embu das Artes. Consultado em 7 de novembro de 2021 
  11. «História e emancipação política». Câmara Municipal de Embu das Artes. Consultado em 7 de novembro de 2021 
  12. «História de Embu». ACISE. Consultado em 7 de novembro de 2021 
  13. «Embu: terra de todas as artes». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 8 de julho de 2008. Consultado em 7 de novembro de 2021 
  14. a b «G1 > Edição São Paulo - NOTÍCIAS - Cidade da Grande SP tenta mudar nome para resolver crise de identidade». Roney Domingos. 23 de Outubro de 2009. Consultado em 4 de Dezembro de 2009 
  15. «Notícia > Ato Pró-Plebiscito Embu das Artes lota a Câmara > Prefeitura de Embu». Maria Regina Teixeira. 26 de Novembro de 2009. Consultado em 4 de Dezembro de 2009 [ligação inativa]
  16. Folha.com. População decide que Embu deve se tornar Embu das Artes. Acesso em 2 de maio de 2011
  17. https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2011/lei-14537-06.09.2011.html. (ALESP).2011 - Consultado em 06 de maio de 2021.
  18. «Aspectos Físicos e Condições Naturais do Clima - Governo Municipal de Embu». 28 de janeiro de 2009. Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  19. a b «Clima: Embu das Artes». Climate-Data.org. Consultado em 17 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 5 de abril de 2015 
  20. «Ney Santos é eleito prefeito de Embu das Artes (SP)». G1. 2 de outubro de 2016. Consultado em 10 de outubro de 2016 
  21. «Natalidade - Governo Municipal de Embu». 28 de janeiro de 2009. Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  22. «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  23. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  24. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  25. «Portal Turístico de Embu». Consultado em 7 de março de 2009. Arquivado do original em 28 de dezembro de 2008 
  26. «Portal Turístico de Embu». Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  27. «Portal Turístico de Embu». Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  28. «Portal Turístico de Embu». Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  29. «Portal Turístico de Embu - Atrações Turísticas». Consultado em 8 de março de 2009. Arquivado do original em 26 de janeiro de 2009 
  30. a b c d e f g h «Brasão da cidade - Governo Municipal de Embu». 28 de janeiro de 2009. Consultado em 7 de março de 2009 [ligação inativa]
  31. «Câmara da Estância Turistica de Embu das Artes». www.cmembu.sp.gov.br. Consultado em 15 de novembro de 2019 
  32. «4 de outubro: falta um ano para as Eleições Municipais de 2020». www.tse.jus.br. Consultado em 15 de novembro de 2019 

Ligações externasEditar

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