Partido Socialista Brasileiro (1985)

partido político no Brasil

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) é um partido político brasileiro de centro-esquerda fundado em 1985 e registrado oficialmente em 1988.[4][1] Foi criado por um grupo político que reivindicou a legenda e sigla do antigo PSB. O partido utiliza como símbolo uma pomba da paz[4] e suas cores são vermelho, amarelo e branco.[15] Com 637.495 filiados em junho de 2022, o PSB é o nono maior do país, sendo localizados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais os estados com mais membros.[8]

Partido Socialista Brasileiro
peessebista • socialista
"Socialismo e Liberdade."
Número eleitoral 40[1]
Presidente Carlos Siqueira[2]
Vice-presidente Paulo Câmara
[2]
Presidente de honra Ariano Suassuna (até 2014)[3]
Fundação 2 de julho de 1985 (37 anos)[4]
Registro 1 de julho de 1988 (34 anos)[1]
Sede Brasília, DF
Ideologia

Minoria:

Espectro político Centro-esquerda[7]
Think tank Fundação João Mangabeira
Ala jovem Juventude Socialista Brasileira (JSB)
Ala feminina Mulheres Socialistas
Antecessor Partido Socialista Brasileiro
Membros (2022) 637.495 filiados[8]
Afiliação internacional
Governadores (2022)
4 / 27
Prefeitos (2020)[11]
254 / 5 568
Senadores (2022)[12]
1 / 81
Deputados federais (2021)[13]
23 / 513
Deputados estaduais (2018)
70 / 1 024
Vereadores (2020)[14]
3 029 / 56 810
Cores      Vermelho
     Amarelo[15]
Página oficial
www.psb40.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O partido teve membros ocupando importantes postos nos governos dos presidentes Itamar Franco, Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.[4] Colocou-se como oposição aos governos de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso e, em determinados momentos, também aos governos de Dilma e de Temer.[4] Atualmente a maior parte dos deputados federais do partido faz oposição ao governo de Jair Bolsonaro.[16]

HistóriaEditar

No início de 1985, com a redemocratização, foi fundado um novo Partido Socialista Brasileiro, resgatando o mesmo programa e manifesto apresentados em 1947, por João Mangabeira.

Entre os signatários do partido, estavam os juristas Evandro Lins e Silva, Evaristo de Morais Filho e o escritor Rubem Braga. Para presidir a primeira comissão provisória foi escolhido o linguista Antônio Houaiss, que no ano seguinte deixou a presidência do partido para o senador Jamil Haddad. A secretaria-geral ficou com Roberto Amaral (ex-PCBR).

O novo PSB nasceu buscando conquistar espaços em um eleitorado de esquerda já integrado a outros partidos (como o PT e o PDT). Em 1986, apesar da intensa mobilização, o PSB elegeu apenas uma deputada para a Constituinte. Mas, dois anos depois, rompido com Brizola, o prefeito do Rio de Janeiro, Saturnino Braga, deixou o PDT para retornar ao PSB, sua antiga agremiação. Em 1988, Arthur Virgílio Neto é eleito prefeito de Manaus pela legenda. Mais tarde, trocaria o PSB pelo PSDB.

Em 1989, o PSB coligou-se ao PT e ao PCdoB para formar a "Frente Brasil Popular", que lançou a primeira candidatura de Luís Inácio Lula da Silva à presidência. O PSB indicou, então, a vaga para vice, com o senador gaúcho José Paulo Bisol (ex-PMDB e PSDB).

Era ArraesEditar

No início de 1990, após desligar-se do PMDB, o governador de Pernambuco, Miguel Arraes, anunciou sua adesão ao PSB. Candidato a deputado federal no mesmo ano, Arraes foi o mais votado do país e levou consigo mais 4 parlamentares.

Em 1992, elegeu prefeitos nas seguintes capitais: São Luís (com Conceição Andrade), Natal (Aldo Tinôco) e Maceió (com Ronaldo Lessa). Além de ganhar em outras cidades.

Situando-se entre Brizola e Lula, Arraes buscou no PSB a afirmação de sua liderança em nível nacional, consolidada em 1993, quando foi eleito presidente do partido, e no ano seguinte, quando assegurou o apoio do partido à candidatura de Lula (rompendo com o governo Itamar Franco e retirando seu ministro da Saúde, Jamil Haddad). No auge de sua popularidade, Arraes obteve 54% dos votos para o governo de Pernambuco (coligação PSB-PT-PPS-PDT) e foi eleito já no primeiro turno.

Além de Arraes, o PSB também conquistou em 1994 o governo do Amapá, com João Capiberibe, e uma vaga para o Senado no Pará, com Ademir Andrade.

O crescimento eleitoral do PSB intensificou as adesões nos anos seguintes. Em 1995, filiou-se o senador Antônio Carlos Valadares, de Sergipe, e em 1997 a ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (rompida com o PT). No entanto, o partido vetou a entrada de Ciro Gomes (ex-PSDB), o que facilitou uma nova aliança nacional com o PT, apoiando novamente Lula para a presidência em 1998.

No entanto, além da derrota de Lula, Miguel Arraes não teve sucesso em sua campanha pela reeleição em Pernambuco, sendo derrotado pelo PMDB de Jarbas Vasconcelos. A perda foi compensada, em parte, pela eleição de Ronaldo Lessa como governador de Alagoas e pela volta de Saturnino Braga ao Senado, representando o estado do Rio de Janeiro.

Triênio de GarotinhoEditar

Em 2000, o PSB aceitou a filiação do governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, recém-saído do PDT após entrar em choque com Leonel Brizola. Alguns setores do partido, porém, temiam que que acontecesse o mesmo que aconteceu nos anos 1950, durante a aproximação com o janismo.

A adesão do governador fluminense acarretou a desfiliação do senador Saturnino Braga e do prefeito de Belo Horizonte, Célio de Castro. Ambos seguiram em direção ao PT.

Em 2002, Garotinho foi lançado candidato a presidente pelo PSB, com apoio dos pequenos PGT e PTC. Com uma plataforma populista e assistencialista, Garotinho obteve 15 milhões de votos (17,9%) em sua candidatura presidencial, ficando em terceiro lugar na disputa. Também mostrou sua força no próprio estado, ao eleger sua esposa, Rosinha Matheus como governadora.

O partido também foi favorecido nacionalmente, elevando sua bancada para 22 parlamentares, e conquistando, além do Rio de Janeiro, os governos estaduais de Alagoas (Ronaldo Lessa, reeleito), Espírito Santo (Paulo Hartung) e Rio Grande do Norte (Wilma de Faria). No segundo turno da eleição presidencial, o PSB apoiou Lula, o que permitiu ao partido participar do governo, com a pasta da Ciência e Tecnologia (com Roberto Amaral).

O inevitável choque entre Garotinho (com sua pretensão de candidatar-se novamente em 2006) e o presidente Lula ampliou o crescente atrito entre o ex-governador e o partido, que só foi resolvido em agosto de 2003, quando a Direção Nacional do PSB realizou um recadastramento e a ficha de Garotinho não foi aceita pelo partido e significou a saída da governadora Rosinha Garotinho, sua esposa e doze deputados federais.

Retorno do grupo de ArraesEditar

A saída de Garotinho permitiu ao grupo político fiel a Miguel Arraes reassumir o prestígio perdido em 1998. No governo, Roberto Amaral foi substituído pelo deputado Eduardo Campos, neto e herdeiro político de Arraes (que morreria em agosto de 2014).

Fiel aliado ao governo Lula, o PSB ampliou suas filiações (chegando a 29 deputados federais) e também compensou a perda de dois governadores (Paulo Hartung, para o PMDB; e Ronaldo Lessa, para o PDT), ambos em choque com Arraes, com a filiação do ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (ex-PPS) e da senadora Patrícia Saboya.

Em 2006, o PSB anunciou apoio informal (sem coligação) à reeleição de Lula à presidência.

Em 2010, numa grande estratégia política que se provou vantajosa ao partido, a candidatura de Ciro Gomes foi deixada de lado em apoio a então ministra Dilma Rousseff. Em troca, o PT abriu mão da cabeça de chapa em diversos estados do Norte, do Nordeste e do Espírito Santo para apoiar os socialistas. O resultado foi que se tornou o segundo partido em número de governos estaduais, atrás apenas do PSDB. Em 2012, buscou um certo distanciamento de seus aliados tradicionais nas capitais, principalmente do PT, o que o ajudou a atingir o maior número de capitais e um aumento expressivo no número de prefeituras (de 310 em 2008 para 434 no primeiro turno de 2012). A candidatura do ex-presidente da sigla, Eduardo Campos, à Presidência da República nas eleições de 2014 foi anunciada pelo PSB em 14 de abril de 2014.[17]

Em 13 de agosto de 2014, o candidato a presidência Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo com um avião particular de campanha, na cidade de Santos, litoral de São Paulo.[18]

Em 2014 também, o PSB negocia processo de fusão (ou incorporação) com o Partido Popular Socialista (PPS), com possibilidades de participação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e do Partido Ecológico Nacional (PEN), dentre outros.[19][20]

Já fazendo parte da oposição ao governo Bolsonaro, em 2021 o PSB participou de negociações para aprovar uma federação partidária com PT, PCdoB e PV. Em 2022 o partido anunciou que não participaria da federação, porém daria apoio a candidatura de Lula nas eleições [1].

OrganizaçãoEditar

Parlamentares federaisEditar

Senadores atuais (1)
UF Senador(a)
e Legislaturas
Imagem
SC Dário Berger*
55ª e 56ª
Observações: O senador marcado com o símbolo * foi eleito em 2014 por outro partido.
Deputados federais atuais (29)[13]
UF Deputado(a) UF Deputado(a)
AP Camilo Capiberibe PE Milton Coelho+
BA Lídice da Mata³ PE Tadeu Alencar²
CE Denis Bezerra PR Luciano Ducci²
DF Israel Batista RJ Alessandro Molon³
ES Paulo Foletto RJ Marcelo Freixo*
GO Elias Vaz RN Rafael Motta²
MA Bira do Pindaré RO Mauro Nazif³
MG Emidinho Madeira RS Heitor Schuch²
MG Júlio Delgado RS Liziane Bayer
MG Vilson da FETAEMG
PA Cássio Andrade SP Jefferson Campos
PB Gervásio Maia SP Ricardo Silva+
PE Danilo Cabral³ SP Rodrigo Agostinho
PE Felipe Carreras² SP Rosana Valle
PE Gonzaga Patriota SP Tabata Amaral*
Observações: Em 2018, o PSB elegeu 32 deputados federais.[21] Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos por outros partidos. Os números (a partir de 2) indicam a quantidade de mandatos exercidos no cargo. Átila Lira (PI) foi expulso em agosto de 2019. Rodrigo Coelho (SC) saiu do Partido em outubro de 2021. Luiz Flávio Gomes (SP) morreu em abril de 2020. João Henrique Caldas (AL) e João Campos (PE) tornaram-se, em janeiro de 2021, prefeitos de Maceió e de Recife respectivamente.

Parlamentareis estaduaisEditar

Deputados estaduais atuais (70)
UF Deputado(a) UF Deputado(a)
AC Janilson Leite* PE Clodoaldo Magalhães
AC Manoel Moraes PE Diogo Moraes
AM Serafim Corrêa PE Francismar Pontes
AP Cristina Almeida PE Gleide Angelo
BA Alex Lima PE Isaltino Nascimento
BA Ângelo Almeida+ PE Laura Gomes+
BA Fabiola Mansur PE Paulo Dutra+
BA Marcelinho Veiga PE Simone Santana
BA Marquinho Viana PE Waldemar Borges
CE Audic Mota PI Gustavo Neiva
CE Nizo Costa* PR Alexandre Curi
DF José Gomes PR Artagão Junior
DF Roosevelt Vilela PR Jonas Guimarães
ES Bruno Lamas PR Luiz Claudio Romanelli
ES Dary Pagung* PR Tiago Amaral
ES José Freitas+ RJ Carlos Minc
ES Sergio Majeski RJ Rubens Bomtempo+
GO Lissauer Vieira RN Hermano Morais*
MA Edson Araújo RN Souza Neto*
MG Bernardo Mucida+ RO Chiquinho da Emater
MG Cleiton Oliveira* RO Ismael Crispim
MT Dr. Eugênio RR Jânio Xingu
MT Max Russi RS Dalciso Oliveira
PA Fábio Figueiras RS Elton Weber
PB Adriano Galdino RS Franciane Bayer
PB Buba Germano SC Laércio Schuster
PB Cida Ramos SC Nazareno Martins
PB Estela Bezerra SE Luciano Pimentel
PB Hervázio Bezerra SP Barros Munhoz
PB Jeová Vieira Campos SP Caio França
PB Pollyana Dutra SP Carlos Cezar
PB Ricardo Barbosa SP Rafael Silva
PE Adalto Santos SP Roberto Engler
PE Aglailson Victor SP Vinícius Camarinha
PE Aluísio Lessa TO Ricardo Ayres
Observações: Em 2018, o PSB elegeu 64 deputados estaduais.[21] Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2018 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. Marcelo Tavares (MA) e Lucas Ramos (PE) tornaram-se secretários estaduais em fevereiro de 2019 e agosto de 2020 respectivamente. Ed Thomas (SP) tornou-se prefeito de Presidente Prudente em janeiro de 2021. Bruno Souza (SC), Rafa Zimbaldi (SP), Roberto Andrade (MG) saíram do partido.

| style="width: 50%;text-align: left; vertical-align: top; " |

GovernadoresEditar

Governadores atuais
UF Governador Imagem
ES Renato Casagrande  
MA Carlos Brandão  
PB João Azevêdo  
PE Paulo Câmara  
Observação: O governador João Azevêdo (PB), eleito pelo PSB em 2018, saiu do partido em dezembro de 2019, mas retornou em fevereiro de 2022. Carlos Brandão foi eleito vice-governador pelo Republicanos em 2018, se filiou ao PSB em 2022, tornou-se governador com a renúncia de Flávio Dino, eleito pelo PCdoB e que ingressou no partido em 2021.

Congresso Nacional do PSBEditar

Nome Data Local
I Congresso outubro de 1987[4] ?
II Congresso ? ?
III Congresso ? ?
IV Congresso setembro de 1993 Maceió[4]
V Congresso novembro de 1995 Recife[22]
VI Congresso novembro de 1997 Brasília[22]
VII Congresso novembro de 1999 Brasília[22]
VIII Congresso novembro de 2001 Brasília[22]
IX Congresso dezembro de 2003 Brasília[23]
X Congresso agosto de 2005 Brasília[24]
XI Congresso junho de 2008 Brasília[25]
XII Congresso dezembro de 2011 Brasília[26]
XIII Congresso junho de 2014 Brasília[27]
XIV Congresso março de 2018 Brasília[28]
XV Congresso Constituinte da Autorreforma abril de 2022 Brasília[29]

Número de filiadosEditar

Data Filiados[8] Crescimento anual
dez/2006 332.428
dez/2007 396.535   64.107 +19%
dez/2008 423.505   26.970 +7%
dez/2009 411.455   12.050 -3%
dez/2010 492.556   81.101 +20%
dez/2011 564.500   71.994 +15%
dez/2012 581.194   16.694 +3%
dez/2013 583.060   1.866 +0,3%
dez/2014 584.745   1.685 +0,2%
dez/2015 608.092   23.347 +4%
dez/2016 648.197   40.105 +7%
dez/2017 654.235   6.038 +1%
dez/2018 655.896   1.661 +0,3%
dez/2019 618.024   37.872 -6%
dez/2020 644.813   26.789 +4%
dez/2021 635.837   8.976 -1,3%

Desempenho eleitoralEditar

Câmara dos Deputados[30]
Legislatura Bancada % ±
48ª (1987–1991)
1 / 494
0,20   1
49ª (1991–1995)
11 / 503
2,18   10
50ª (1995–1999)
14 / 513
2,72   3
51ª (1999–2003)
18 / 513
3,50   4
52ª (2003–2007)
22 / 513
4,28   4
53ª (2007–2011)
27 / 513
5,26   3
54ª (2011–2015)
35 / 513
6,82   8
55ª (2015–2019)
34 / 513
6,62   1
56ª (2019–2023)
32 / 513
6,23   2

Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.

Eleições estaduaisEditar

Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2022[31]
  Candidatos majoritários eleitos.

Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.

UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) Deputados(as) estaduais eleitos(as)
AC ninguém Dr. Jenilson Leite (PSB) PSB
AL Rodrigo Cunha (UNIÃO) Davi Davino Filho (PP) PSB / UNIÃO / Fed. PSDB Cidadania / PP / PODE
Jó Pereira (PSDB)
AM Ricardo Nicolau (Solidariedade) Bessa (Solidariedade) PSB / Solidariedade
Crisitane Balieiro (PSB)
AP ninguém João Capiberibe (PSB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Fed. PSOL REDE
BA Jerônimo Rodrigues (PT) Otto Alencar (PSD) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / MDB / PSD / Avante
Geraldo Junior (MDB)
CE Roberto Cláudio (PDT) Érika Amorim (PSD) PSB / PDT / PSD / PSC / Patriota / Agir / DC / PMN / PMB
Domingos Filho (PSD)
DF apoio informal à Leandro Grass (PV) apoio informal à Rosilene Corrêa (PT) FE Brasil (PT/PCdoB/PV)
apoio informal à Olgamir Amancia (PCdoB)
ES Renato Casagrande (PSB) Rose de Freitas (MDB) PSB / Fed. PSDB Cidadania / MDB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / PP / PDT / PODE
Ricardo Ferraço (PSDB)
GO Wolmir Amado (PT) Denise Carvalho (PCdoB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV)
Fernando Tibúrcio (PSB)
MA Carlos Brandão (PSB) Flávio Dino (PSB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Fed. PSDB Cidadania / MDB / PP / Patriota / PODE
Felipe Camarão (PT)
MG Alexandre Kalil (PSD) Alexandre Silveira (PSD) PSB / PSD / FE Brasil (PT/PCdoB/PV)
André Quintão (PT)
MS Eduardo Riedel (PSDB) Tereza Cristina (PP) PSB / Fed. PSDB Cidadania / PP / PL / Republicanos / PDT
Barbosinha (PP)
MT Mauro Mendes (UNIÃO) Wellington Fagundes (PL) PSB / UNIÃO / Republicanos / PL / MDB / Fed. PSDB Cidadania / PODE / PROS
Otaviano Pivetta (Republicanos)
PA Helder Barbalho (MDB) apoio informal a Manoel Pioneiro (PSDB) PSB / MDB / Fed. PSDB Cidadania / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / UNIÃO / PP / PDT / PODE / PSD / Avante / Republicanos / PTB / DC
Hana Ghassan (MDB)
PB João Azevêdo (PSB) Pollyanna Dutra (PSB) PSB / PP / PSD / Avante / Solidariedade / Republicanos / PODE / Patriota / Agir / PMN
Lucas Ribeiro (PP)
PE Danilo Cabral (PSB) Teresa Leitão (PT) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Republicanos / MDB / PDT / PP
Luciana Santos (PCdoB)
PI Rafael Fonteles (PT) Wellington Dias (PT) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / MDB / PSD / Solidariedade / PROS / Agir
Themístocles Filho (MDB)
PR ninguém Álvaro Dias (PODE) PSB / PODE / Fed. PSDB Cidadania / PSC / Patriota
RJ Marcelo Freixo (PSB) Alessandro Molon (PSB) PSB / Fed. PSDB Cidadania / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Fed. PSOL REDE
César Maia (PSDB)
RN ninguém Rafael Motta (PSB) PSB / Avante / Agir
RO Daniel Pereira (Solidariedade) Acir Gurgacz (PDT)
indeferido
PSB / Solidariedade / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / PDT
Anselmo de Jesus (PT)
RR Teresa Surita (MDB) Romero Jucá (MDB) PSB / MDB / PL / PMB
Édio Lopes (PL)
RS Vicente Bogo (PSB) Sanny Figueiredo (PSB) PSB
Josiane Paz (PSB)
SC Décio Lima (PT) Dário Berger (PSB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Solidariedade
Bia Vargas (PSB)
SE Rogério Carvalho (PT) Valadares Filho (PSB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / MDB / Solidariedade
Sérgio Gama (MDB)
SP Fernando Haddad (PT) Márcio França (PSB) PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Fed. PSOL REDE / Agir
Lúcia França (PSB)
TO apoio informal a Ronaldo Dimas (PL) Carlos Amastha (PSB) PL / MDB / PODE
apoio informal a Freire Júnior (MDB)
Participação e desempenho do PSB nas eleições estaduais de 2018[31]
  Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 13 senadores).

Em negrito estão os candidatos filiados ao PSB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.

UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 120 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 204
AC Marcus Alexandre (PT) Jorge Viana (PT) PSB / PT / PV / PRB / PODE / PROS / PCdoB / PDT / PHS / PRTB / DC / PPL / PMB / PSOL 1 PCdoB Manoel Moraes (PSB)
Emylson Farias (PDT) Ney Amorim (PT)
AL Pinto de Luna (PROS) Rodrigo Cunha (PSDB) PSB / PSC / PSDB / PTC / PP / PROS / REDE / DEM / PRB João Henrique Caldas (PSB)
+ 1 PP, 1 PRB, 1 PSDB
4 PP, 2 PSDB, 1 DEM, 1 PROS
Jorge VI (PSDB) Benedito de Lira (PP)
AM David Almeida (PSB) ninguém PSB / PODE / PMN / PROS / PMB ninguém Serafim Corrêa (PSB)
Chico Preto (PMN)
AP João Capiberibe (PSB) Janete Capiberibe (PSB) PSB / PT Camilo Capiberibe (PSB) Cristina Almeida (PSB)
Andréia Tolentino (PSB)
BA Rui Costa (PT) Jacques Wagner (PT) PSB / PT / PP / PODE / PSD / PDT / PCdoB / PR / PRP / PMB / PMN / PROS / PTC / Avante Lídice da Mata (PSB),
Marcelo Nilo (PSB)
+ 8 PT, 4 PSD, 4 PP, 2 PCdoB, 2 PR, 1 PODE
Alex Lima (PSB),
Fabiola Mansur (PSB),
Marcelinho Veiga (PSB),
Marquinho Viana (PSB)
+ 10 PT, 9 PSD, 7 PP, 3 PDT, 1 PODE, 1 PR, 1 PRP, 1 Avante
João Leão (PP) Angelo Coronel (PSD)
CE Camilo Santana (PT) Eunício Oliveira (MDB) PSB / PT / PTB / PP / PDT / PR / DEM / PCdoB / PPS / PRP / PV / PMN / PPL / PRTB / PMB / Patriota Denis Bezerra (PSB)
+ 7 PDT
Audic Mota (PSB)
+ 4 PT
Izolda Cela (PDT) Alberto Bardawil (PODE)
DF Rodrigo Rollemberg (PSB) Leila do Vôlei (PSB) PSB / PDT / PCdoB / PV / REDE 1 PV José Gomes (PSB),
Roosevelt Vilela (PSB)
Eduardo Brandão (PV) Chico Leite (REDE)
ES Renato Casagrande (PSB) Marcos do Val (PPS) PSB / PDT / PSDB / DEM / PPS / PCdoB / PV / DC / SD / PP / PTC / PSC / PPL / PRP / PSD / PHS / PROS / Avante Felipe Rigoni (PSB),
Paulo Foletto (PSB)
Bruno Lamas (PSB),
Sergio Majeski (PSB)
+ 1 DC
Jacqueline Moraes (PSB) Ricardo Ferraço (PSDB)
GO José Eliton (PSDB) Vanderlan Cardoso (PP) PSB / PSDB / PPS / PTB / PSD / SD / PV / NOVO / REDE / Avante / Patriota Elias Vaz (PSB)
+ 1 PSD, 1 PR, 1 SD, 1 PSDB
Lissauer Vieira (PSB)
+ 6 PSDB, 1 PPS
Raquel Teixeira (PSDB) Marconi Perillo (PSDB)
MA Flávio Dino (PCdoB) Weverton Rocha (PDT) PSB / PCdoB / PTB / PT / PDT / PPS / PROS / PRB / PR / DEM / PP / PTC / SD / PPL / Avante / Patriota Bira do Pindaré (PSB)
+ 2 PCdoB, 1 PTB, 1 PRB, 1 DEM
Edson Araújo (PSB),
Marcelo Tavares (PSB)
+ 7 PDT, 6 PCdoB, 5 DEM, 3 PR, 2 PP, 1 PRB
Carlos Brandão (PRB) Eliziane Gama (PPS)
MG Fernando Pimentel (PT) Dilma Rousseff (PT) PSB / PT / PCdoB / DC / PR Emidinho Madeira (PSB),
Júlio Delgado (PSB),
Vilson da FETAEMG (PSB)
+ 8 PT, 1 PR
Roberto Andrade (PSB)
+ 10 PT, 2 PR
Jô Moraes (PCdoB) Miguel Corrêa (PT)
MS Reinaldo Azambuja (PSDB) Nelsinho Trad (PTB) PSB / PSDB / DEM / PPS / PP / PMB / PTB / PSD / PSL / PROS / PMN / SD / Avante / Patriota 2 PSL 2 PSL, 2 PP, 2 SD, 1 PTB
Murilo Zauith (DEM) Marcelo Miglioli (PSDB)
MT Pedro Taques (PSDB) Nilson Leitão (PSDB) PSB / PSDB / PRTB / PSL / PPS / DC / Avante / Patriota / SD 1 SD Dr. Eugênio (PSB),
Max Russi (PSB)
Rui Prado (PSDB)
PA Márcio Miranda (DEM) Flexa Ribeiro (PSDB) PSB / DEM / PSDB / PDT / SD / PMN / PRTB / PPS / PRP Cássio Andrade (PSB)
+ 2 PSDB, 2 DEM
Fabio Figueiras (PSB)
José Megale (PSDB) Sidney Rosa (PSB)
PB João Azevêdo (PSB) Veneziano Vital (PSB) PSB / PDT / PTB / PT / DEM / PR / PODE / PRP / PMN / PRB / PCdoB / PPS / REDE / PROS / Avante Gervásio Maia (PSB)
+ 1 PDT, 1 PTB, 1 PRB, 1 PT, 1 DEM
Adriano Galdino (PSB),
Buba Germano (PSB),
Cida Ramos (PSB),
Estela Bezerra (PSB),
Hervazio Bezerra (PSB),
Jeová Vieira Campos (PSB),
Pollyana Dutra (PSB),
Ricardo Barbosa (PSB)
+ 3 PODE, 2 PTB, 1 PCdoB, 1 PRB
Lígia Feliciano (PDT) Luiz Couto (PT)
PE Paulo Câmara (PSB) Humberto Costa (PT) PSB / PCdoB / PT / MDB / PP / PV / PTC / SD / PRP / PRTB / PPL / PMN / Patriota Danilo Cabral (PSB),
Felipe Carreras (PSB),
Gonzaga Patriota (PSB),
João Campos (PSB),
Tadeu Alencar (PSB)
+ 1 PSD, 1 MDB, 1 PCdoB
Adalto Santos (PSB),
Aglailson Victor (PSB),
Aluísio Lessa (PSB),
Clodoaldo Magalhães (PSB),
Diogo Moraes (PSB),
Francismar Pontes (PSB),
Gleide Angelo (PSB),
Isaltino Nascimento (PSB),
Lucas Ramos (PSB),
Simone Santana (PSB),
Waldemar Borges (PSB)
+ 3 PSD, 1 MDB
Luciana Santos (PCdoB) Jarbas Vasconcelos (MDB)
PI Luciano Nunes (PSDB) Wilson Martins (PSB) PSB / PSDB / DEM Átila Lira (PSB) Gustavo Neiva (PSB),
+ 1 PSDB
Cassandra Souza (DEM) Robert Rios (PSB)
PR Cida Borghetti (PP) Alex Canziani (PTB) PSB / PP / PSDB / PTB / PMN / DEM / PROS / PMB Aliel Machado (PSB),
Luciano Ducci (PSB)
+ 2 PP, 2 PROS, 1 DEM, 1 PTB
Alexandre Curi (PSB)
Artagão Junior (PSB),
Jonas Guimarães (PSB),
Luiz Claudio Romanelli (PSB),
Tiago Amaral (PSB),
+ 3 PSDB, 3 PP, 2 DEM, 1 PTB
Coronel Malucelli (PMN) Beto Richa (PSDB)
RJ Pedro Fernandes (PDT) José Bonifácio (PDT) PSB / PDT Alessandro Molon (PSB),
+ 2 PDT
Carlos Minc (PSB)
Dr. Julianelli (PSB)
RN Robinson Faria (PSD) Geraldo Melo (PSDB) PSB / PSD / PSDB/ PTB / PR / PPS / PRB / PMB / PTC / PRP / PROS / Avante Rafael Motta (PSB)
1 PTC, 1 PR, 1 PSD
5 PSDB, 2 PSD, 1 PR, 1 PROS
Tião Couto (PRB)
RO Acir Gurgacz (PDT) Jesualdo Júnior (PSB) PSB / DC / PP / PDT / PTC / SD / PTB / Avante Mauro Nazif (PSB)
+ 1 PP, 1 PDT
Chiquinho da Emater (PSB),
Ismael Crispim (PSB)
Neodi de Oliveira (DC) Carlos Magno (PP)
RR Suely Campos (PP) Ângela Portela (PDT) PSB / PP / PCdoB / PODE / PR / PRTB / PDT / PHS ninguém Jânio Xingu (PSB)
Oleno Matos (PCdoB) Luciano Castro (PR)
RS José Ivo Sartori (PMDB) Beto Albuquerque (PSB) PSB / MDB / PSD / PR / PSC / PMN / PRP / PTC / Patriota Heitor Schuch (PSB),
Liziane Bayer (PSB)
+ 1 PR
Elton Weber (PSB),
Dalciso Oliveira (PSB),
Franciane Bayer (PSB)
José Paulo Cairoli (PSD) José Fogaça (PMDB)
SC Gelson Merisio (PSD) Esperidião Amin (PP) PSB / PSD / DEM / PP / PCdoB / PODE / PRB / PDT / PV / SD / PSC / PROS / PHS / PRP / PPL Rodrigo Coelho (PSB)
+ 1 PRB
Bruno Souza (PSB),
Laércio Schuster (PSB),
Nazareno Martins (PSB)
+ 1 PRB
João Paulo Kleinübing (DEM) Raimundo Colombo (PSD)
SE Valadares Filho (PSB) Antônio Carlos Valadares (PSB) PSB / PDT / PTB / PPL / PROS / PRP 1 PDT Luciano Pimentel (PSB)
Sílvia Fontes (PDT) Henry Clay (PPL)
SP Márcio França (PSB) Maurren Maggi (PSB) PSB / PR / PSC / PPS / PTB / PV / PMB / PODE / PHS / PPL / PRP / PROS / SD / Avante / Patriota Jefferson Campos (PSB),
Luiz Flávio Gomes (PSB),
Rodrigo Agostinho (PSB),
Rosana Valle (PSB)
+ 2 PPS, 1 PSC
Barros Munhoz (PSB),
Caio França (PSB),
Carlos Cezar (PSB),
Ed Thomas (PSB),
Rafa Zimbaldi (PSB),
Rafael Silva (PSB),
Roberto Engler (PSB),
Vinícius Camarinha (PSB),
+ 2 PTB, 2 PPS, 1 PV
Coronel Eliane Nikoluk (PR) Mário Covas Neto (PODE)
TO Carlos Amastha (PSB) Vicentinho Alves (PR) PSB / PODE / PSDB / PR / MDB / PSC 1 PSC, 1 PR, 1 MDB Ricardo Ayres (PSB)
5 MDB, 2 PSDB, 1 PR
Oswaldo Stival Jr (SDB) Ataídes Oliveira (PSDB)

Eleições presidenciaisEditar

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos Posição
1989 Luiz Inácio Lula da Silva

(PT)

José Paulo Bisol

(PSB)

Frente Brasil Popular
(PT, PSB e PCdoB)
31.076.364 (44,23%)
1994 Luiz Inácio Lula da Silva

(PT)

Aloizio Mercadante

(PT)

Frente Brasil Popular pela Cidadania
(PT, PSB, PCdoB, PPS, PV e PSTU)
17.122.127 (27,04%)
1998 Luiz Inácio Lula da Silva

(PT)

Leonel Brizola

(PDT)

União do Povo Muda Brasil
(PT, PDT, PSB, PCdoB e PCB)
21.475.218 (31,71%)
2002 Anthony Garotinho

(PSB)

José Antonio Figueiredo

(PSB)

Brasil Esperança
(PSB, PGT e PTC)
15.180.097 (17,86%)
Segundo turno: apoio ao candidato vitorioso Luís Inácio Lula da Silva (PT)[32]
2006 Luiz Inácio Lula da Silva

(PT)

José Alencar

(PRB)

A Força do Povo
(PT, PRB e PCdoB)
apoio informal do PSB[33]
58.295.042 (60,83%)
2010 Dilma Rousseff

(PT)

Michel Temer

(PMDB)

Para o Brasil seguir Mudando
(PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB, PSC, PRB, PTC e PTN)
55.752.529 (56,05%)
2014 Marina Silva

(PSB)

Beto Albuquerque

(PSB)

Unidos pelo Brasil
(PSB, PHS, PRP, PPS, PPL e PSL)
22.176.619 (21,32%)
Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Aécio Neves (PSDB)[34]
2018 Primeiro turno: neutralidade. Segundo turno: apoio ao candidato derrotado Fernando Haddad (PT), com liberação dos diretórios do DF e de SP.[35]
2022 Luiz Inácio Lula da Silva

(FE Brasil)

Geraldo Alckmin

(PSB)

Brasil da Esperança
(FE Brasil, PSB, Solidariedade, Fed. Psol REDE, Avante, Agir e PROS)

Referências

  1. a b c TSE. «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de abril de 2021 
  2. a b PSB (9 de fevereiro de 2019). «Membros da Executiva Nacional». Consultado em 2 de dezembro de 2021 
  3. «PSB relembra Ariano Suassuna». PSB 40. Consultado em 4 de dezembro de 2021 
  4. a b c d e f g PSB. «Nossa História». Consultado em 7 de abril de 2021 
  5. a b c «Propostas de Teses Para o Novo Programa do PSB» (PDF). Consultado em 13 de Julho de 2021 
  6. «Tabata Amaral anuncia filiação ao PSB». 17 de setembro de 2021. Consultado em 2 de dezembro de 2021. Após cerca de dois anos de impasse na Justiça, parlamentar teve autorização do Tribunal Superior Eleitoral para se desfiliar do PDT sem perder mandato. 
  7. André Shalders (11 de setembro de 2017). «Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico». BBC Brasil. Consultado em 10 de fevereiro de 2019 
  8. a b c TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 16 de agosto de 2022 
  9. Aliança Progressista. «Parties & Organisations» (em inglês). Consultado em 7 de abril de 2021 
  10. UOL (30 de agosto de 2019). «PSB critica Venezuela e sai do Foro de São Paulo». Consultado em 7 de abril de 2021 
  11. G1 (16 de novembro de 2020). «PSDB e MDB perdem o maior nº de prefeituras e PT encolhe pela 2ª eleição seguida; DEM e PP são os que mais ganham em 2020». Consultado em 7 de abril de 2021 
  12. Senado Federal. «Senadores em Exercício 55ª Legislatura (2019 - 2023)». Consultado em 7 de abril de 2021 
  13. a b Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 7 de abril de 2021 
  14. G1 (17 de novembro de 2020). «DEM, PP e PSD aumentam número de vereadores no Brasil; MDB, PT, PSDB, PDT e PSB registram redução». Consultado em 7 de abril de 2021 
  15. a b «Manual de identidade visual do Partido Socialista Brasileiro» (PDF). Partido Socialista Brasileiro. Consultado em 19 de agosto de 2022 
  16. Congresso em Foco (15 de março de 2021). «Radar do Congresso: Governismo». Consultado em 7 de abril de 2021 
  17. G1 (14 de abril de 2014). «PSB anuncia chapa com Campos para presidente e Marina como vice». Consultado em 7 de abril de 2021 
  18. G1 (13 de agosto de 2014). «Eduardo Campos morre». Globo. Consultado em 7 de abril de 2021 
  19. Rodrigo Martins (19 de outubro de 2014). «"A ideia é puxar o PSDB para a esquerda", diz presidente do PSB». Carta Capital. Consultado em 7 de abril de 2021 
  20. João Domingos, Agência Estado (14 de outubro de 2014). «Com derrota de Marina, PSB e PPS retomam projeto de fusão». Política Livre. Consultado em 7 de abril de 2021 
  21. a b EBC (28 de outubro de 2018). «Eleições 2018: Confira lista completa dos candidatos eleitos». Consultado em 7 de abril de 2021 
  22. a b c d Fundação João Mangabeira (9 de maio de 2011). «Fragmentos da História do Partido Socialista Brasileiro – PSB». Consultado em 7 de abril de 2021 
  23. ALESP (8 de dezembro de 2003). «Beto Albuquerque eleito é vice-presidente nacional do PSB». Consultado em 7 de abril de 2021 
  24. ALESP (4 de agosto de 2005). «Parlamentar participa de congresso em São Bernardo». Consultado em 7 de abril de 2021 
  25. Congresso em Foco (6 de junho de 2018). «Congresso do PSB tem início com Erundina e Berzoini». Consultado em 7 de abril de 2021 
  26. PSB (28 de novembro de 2011). «Portal PSB entrevista Carlos Siqueira sobre o XII Congresso Nacional». Consultado em 7 de abril de 2021 
  27. PSB (23 de maio de 2014). «PSB realiza em junho o Congresso Nacional Extraordinário e o XIII Congresso Nacional». Consultado em 7 de abril de 2021 
  28. PSB (3 de março de 2018). «Carlos Siqueira é reeleito presidente nacional do PSB». Consultado em 7 de abril de 2021 
  29. Folha de Pernambuco (27 de abril de 2022). «Com Lula e Alckmin, PSB promove XV Congresso Constituinte da Autorreforma em Brasília». Consultado em 30 de abril de 2022 
  30. Bancada na Eleição Portal da Câmara dos Deputados. Acessado em 7 de abril de 2021.
  31. a b TSE. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 7 de abril de 2021 
  32. Folha de S.Paulo (9 de outubro de 2002). «Garotinho declara apoio a Lula; PFL recomenda voto em Serra». Consultado em 7 de abril de 2021 
  33. Folha de S.Paulo (28 de junho de 2006). «Sem PSB, Lula perde 2 minutos por dia». Consultado em 7 de abril de 2021 
  34. G1 (8 de outubro de 2014). «PSB anuncia apoio ao tucano Aécio Neves no segundo turno da eleição». Consultado em 7 de abril de 2021 
  35. G1 (9 de outubro de 2018). «PSB decide apoiar Haddad no segundo turno das eleições presidenciais». Consultado em 7 de abril de 2021 

Ligações externasEditar