Quatro por Quatro

telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo
Disambig grey.svg Nota: Para o sistema de transmissão veicular, veja Tração nas quatro rodas.

Quatro por Quatro é uma telenovela brasileira produzida pela TV Globo e exibida de 24 de outubro de 1994 a 22 de julho de 1995 em 233 capítulos.[2] Substituiu A Viagem e foi substituída por Cara & Coroa, sendo a 51ª "novela das sete" exibida pela emissora.

Quatro por Quatro
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 50 minutos
Criador(es) Carlos Lombardi
País de origem Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Ricardo Waddington
Câmera multicâmera
Roteirista(s) Maurício Arruda
Ronaldo Santos
Elenco
Tema de abertura 'Picadinho de Macho", Sandra de Sá
Exibição
Emissora original TV Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 24 de outubro de 1994 – 22 de julho de 1995
Episódios 233
Cronologia
A Viagem
Cara & Coroa

Escrita por Carlos Lombardi, com colaboração de Maurício Arruda e Ronaldo Santos, teve direção de Alexandre Avancini e Luiz Henrique Rios, com direção geral de Ricardo Waddington.

Contou com as atuações de Betty Lago, Elizabeth Savalla, Cristiana Oliveira, Letícia Spiller, Humberto Martins, Marcos Paulo, Tato Gabus Mendes e Diogo Vilela.[3]

ProduçãoEditar

 
As protagonistas Letícia Spiller, Elizabeth Savalla, Cristiana Oliveira e Betty Lago na cena em que suas personagens se conhecem.

Originalmente Quatro por Quatro estrearia apenas no final de 1995, porém a telenovela que substituiria A Viagem foi cancelada a dois meses da estreia. Em setembro de 1994, Carlos Lombardi foi avisado pelo diretor de programação Mário Lúcio Vaz que seu projeto havia sido adiantado e entraria no ar em 56 dias.[4] Na época o autor havia apenas avisado o diretor do que se tratava sua novela, mas não havia nem escrito a sinopse ainda, tendo que desenvolver toda a história e entregar os dez primeiros capítulos em um mês para que as gravações iniciais ocorressem duas semanas antes da estreia – o primeiro capítulo terminou de ser gravado no dia da estreia.[4]

Quando Boni, diretor da Globo, retornou de férias e viu as chamadas da novela, mandou tirar do ar e cancelar a trama a uma semana da estreia, por não concordar com quatro mulheres protagonistas em vez de um casal tradicional. Porém Márcio Lúcio o convenceu que a trama estava coerente com o universo jovem da época e teria boa aceitação do público.[4] Pelo imprevisto, foi prometido para Carlos que a novela teria apenas 120 capítulos, mais curta que o normal. Mas no dia da estreia, a trama foi anunciada com 160 capítulos e foi estendida ainda mais, até atingir 233 capítulos, devido à boa audiência.[5] O autor declarou que sua intenção era exatamente apresentar uma comédia "leve e rasgada" para fazer contraponto à antecessora, que era "densa e dramática", e citou como referências a telenovela Guerra dos Sexos (1983) e o filme Ela É o Diabo (1989). Ambas tinham como temática a revanche das mulheres.[6]

Quatro por Quatro foi citada como inovadora por trazer quatro protagonistas mulheres em vez de um casal central, como era o padrão das telenovelas até então.[7]

Escolha do elencoEditar

Carlos escreveu as quatro protagonistas para serem interpretadas por Eliane Giardini, Bruna Lombardi, Malu Mader e Adriana Esteves como Auxiliadora, Abigail, Tatiana e Babalu, respectivamente, porém nenhuma delas acabou integrando a obra.[8] Bruna e Adriana recusaram – a primeira não queria deixar a Rede Manchete, onde apresentava o Gente de Expressão, enquanto a segunda enfrentava uma crise de depressão pelas críticas que recebeu em Renascer, as quais fizeram ela rescindir seu contrato com a Rede Globo.[4] Já Eliane e Malu foram barradas pela direção, uma por ser considerada ainda "crua" em seus papéis anteriores, enquanto a outra estava reservada para Irmãos Coragem, a qual nunca chegou a integrar.[4] No lugar delas foram escaladas Elizabeth Savalla, Betty Lago, Cristiana Oliveira e Letícia Spiller, que originalmente interpretaria Duda, papel que passou para Luana Piovani.[9] Alexandre Frota chegou a ser escalado como Raí, porém foi substituído por Marcello Novaes quando Ricardo Waddington assumiu a direção.[10] O capoeirista Beto Simas apareceu na abertura lutando contra as quatro esgrimistas.[11]

Saída de atoresEditar

Em abril de 1995 Diogo Vilela pediu para deixar a trama por estar descontente com seu pouco espaço, uma vez que o romance entre Tatiana e Bruno havia ganhado o público e seu personagem Fortunato ficou sem função.[12] Na mesma época Drica Moraes também pediu para deixar o elenco, uma vez que já tinha programado gravar o filme As Meninas e não contava com o esticamento da novela em mais três meses.[13]Bianca Byington ficou descontente com o encaminhamento de sua personagem na reta final, que se tornaria uma compulsiva sexual louca e seria internada em uma clínica psiquiátrica junto com o personagem de Marcelo Serrado, e se recusou a continuar gravando, sendo que seu desfecho foi apenas descrito pelos demais personagens.[14] Devido a rejeição do público para o romance de Gustavo e Auxiliadora, Elizabeth Savalla acabou sendo afastada da trama principal e mudou-se para o núcleo de Neuza Borges e Tony Tornado, onde passou a interpretar a mulata Maria do Socorro e ganhou uma veia cômica, sendo explicado que ela havia se arrependido de ter traído as amigas.[15]

Figurino e influência na modaEditar

O figurino das personagens, criado pelo estilista Lessa de Lacerda, se tornou extremamente popular entre o público, sendo que entre 1994 e 1995 foi constatado que tamanco de madeira com meia colorida e o cropped "ciganinha" – com os ombros caídos – utilizados pela personagem de Letícia Spiller eram os itens mais procurados em lojas e inspiraram redes de varejo a lançarem coleções semelhantes.[16] Outro item altamente comercializado foram os prendedores de cabelo gigantes e exagerados também utilizados pela personagem.[17] Os cortes de cabelo de Elizabeth Savalla, um chanel com franja, e de Betty Lago, um curto alongado jogado para trás, eram os mais buscados entre mulheres mais velhas nos salões de cabeleireiro.[18] Além disso, gírias como "bofe" (homem bonito), "mona" (homossexual ou amiga mulher), "uó" (algo ruim) e "babado" (fofoca), que até então eram utilizadas apenas no universo LGBT, se tornaram constantes nos diálogos da personagem de Letícia, e passaram a ser utilizadas pelo público geral.[19]

EnredoEditar

Ângela é a menina com receio de conhecer o verdadeiro pai, Bruno, o médico que não conseguiu salvar a mulher a quem amava, Mércia, no momento do parto. Traumatizado com a perda, entregou a criança para ser criada pelo médico Gustavo Rossini, o Gustavão e foi refugiar-se no Amazonas, fugindo de todos e do passado. Mas o passado está de volta na figura de Suzana, uma sósia de Mércia que na verdade é sua irmã gêmea, e que enlouquece Bruno num jogo de sedução. De volta ao Rio de Janeiro, Bruno está disposto a reconquistar a filha, mas terá que enfrentar Gustavo, que detém a guarda de Ângela.

Gustavo é um famoso médico, casado com Abigail, uma psicóloga que sempre lutou para manter o casamento fracassado. Humilhada pelo marido, Abigail decide dar a volta por cima e se vingar de Gustavo. Após um incidente no trânsito, ela vai presa com outras três mulheres com histórias parecidas, também humilhadas pelos seus respectivos homens: a batalhadora Auxiliadora, que sempre lutou para fazer com que o marido, Alcebíades (Alce), prosperasse com suas padarias, mas que foi trocada por uma garota. A tímida Tatiana, que foi abandonada no altar pelo noivo, Fortunato e a manicure Babalu, que deu o maior flagrante no namorado, o mecânico Raí, na cama com outra mulher, Norma Shirley.

Na cadeia, as quatro mulheres unem forças e travam um pacto de vingança contra os homens que as traíram e as fizeram sofrer: cada uma será responsável pela punição do "ex" da outra. Abigail fingirá ser a irmã mais velha, Calpúrnia, "Pupu", para infernizar a noivinha Elisa Maria, ainda perturbando Alce com seu maior temor, "doenças imaginárias", para assim retomar seus bens. Auxiliadora, por sua vez, se passará por uma espanhola para descobrir as falcatruas do médico mau-caráter. Mas acaba se envolvendo e se apaixonando por Gustavo, o que acaba prejudicando e pondo a vingança em risco. Também se passará pela hilária mulata Maria do Socorro. Tati fingirá ser uma mineirinha recatada para humilhar o mecânico mulherengo Raí. Antes mesmo de pôr o plano em ação, ela acaba se apaixonando por Bruno. Grávida dele, teme que o mesmo a deixe, por isso esconde o fato e é Ângela quem a ajuda nessa parte. Babalu vai trabalhar na casa da avó de Bruno, onde Bibi arruma emprego de jardineiro para Fortunato, para assim vingar Tati, infernizando a vida dele.

ReprisesEditar

Foi reexibida pelo Vale a Pena Ver de Novo de 31 de agosto de 1998 a 12 de março de 1999, em 140 capítulos, substituindo O Salvador da Pátria e sendo substituída por O Rei do Gado.

Foi reexibida na íntegra pelo Canal Viva de 19 de maio de 2010 a 8 de abril de 2011, sendo substituída por Vamp, abrindo a faixa de reprises às 15h30. Junto com Por Amor foram as primeiras novelas a serem exibidas no canal.[20]

Outras mídiasEditar

Foi disponibilizada na íntegra na plataforma de streaming Globoplay em 7 de novembro de 2022.[21]

ElencoEditar

Ator/Atriz Personagem[2][22]
Betty Lago Abigail Rossini (Bibi) / Calpúrnia Fontes / Sharon Smith
Elizabeth Savalla Auxiliadora Fontes / Carmen Almodóvar / Maria do Socorro
Cristiana Oliveira Tatiana Tarantino (Tati) / Raio de Sol / Maria das Dores
Letícia Spiller Barbarela Lourdes de Almeida (Babalu)
Humberto Martins Dr. Bruno Herrera Franco
Marcos Paulo Dr. Gustavo Rossini
Marcello Novaes Raimundo Schillatti (Raí)
Tato Gabus Mendes Alcebíades Augusto Fontes (Alce)
Helena Ranaldi Suzana Salles
Marcelo Faria Dr. Gustavo Rossini Júnior (Ralado)
Luana Piovani Drª. Maria Eduarda Maciel (Duda)
Kadu Moliterno Samuel Spadafora (Samuca)
Rômulo Arantes Pedro Pereira (Pedrão)
Françoise Forton Clarisse Pereira
Leonardo Vieira Vinícius Loducca
Bianca Byington Elizabeth Herrera Franco (Beth)
Diogo Vilela Fortunato
Marcelo Serrado Dr. Danilo de Almeida
Drica Moraes Denise Frateschi de Almeida
Jorge Dória Seu Santinho
Bete Mendes Fátima de Almeida Pasquim
Oswaldo Loureiro Olegário Pasquim
Tássia Camargo Maria Bataglia
Lisandra Souto Elisa Maria Botelho Prado
Neuza Borges Teresa
Márcia Real Isadora Herrera Franco (Vó Dora)
Daniel Dantas Celso Herrera Franco
Nina de Pádua Drª. Fabíola Herrera Franco
Inês Galvão Marta Rocha
Paulo Guarnieri Átila Fontes
Paulo César Grande Thiago
Jorge Pontual Guilherme
Alexandre Salcedo Alexandre
Alberto Baruque Tufik
Íris Bustamante Drª. Silvia Magalhães (Silvinha)
Hugo Gross Dr. Leandro
Fabiana Ramos Paula
Karla Muga Drª. Daniela Pereira
Luciana Coutinho Norma Shirley
Andréa Dantas Elzinha
Nestor de Montemar Carlos Magno
Tatyane Goulart Ângela
Eduardo Caldas Dinho
Diego Larrea Eugênio Pereira
Ingrid Fridmann Ju
Fernanda Nobre Lolô
Luíza Curvo Renata

Participações especiaisEditar

Ator/Atriz Personagem
Mário Gomes Dr. Plínio Patarra (Patá)
Oscar Magrini Gutierrez
Adriano Reys Dr. Meirelles
Mônica Torres Dra. Lélia
Marilu Bueno Calpúrnia Fontes (verdadeira)
Nildo Parente Albuquerque
Henri Pagnoncelli Delegado Soares
Christine Fernandes Lucy
Maria Ribeiro Vilminha
Carla Regina Jussara
Geórgia Gomide Laura
Mário Lago Henrique Pessoa
Cláudio Corrêa e Castro Seu Vitorino
Oswaldo Louzada Valdemar
Samantha Monteiro Elisângela Loducca
Mércia Paula Fontes
Marly Bueno Mônica Salles
Tony Tornado Adilson
Ingra Liberato Rosa
Roberta Índio do Brasil Isaurinha
Renata Fronzi Vânia
Leina Krespi Presidiária
Vanessa Lóes Ex-namorada de Bruno
Cléa Simões Paciente de Bruno
Romeu Evaristo Comparsa de Tiago
Clemente Viscaíno Patrão de Tatiana
Miwa Yanagizawa Secretária de Gustavo
Célia Biar Amiga de Isadora
Izabella Bicalho Mulher em que Bruno faz parto
Jana Palma Raíssa
Ana Borges Namorada de Ralado
Renato Gaúcho Ele mesmo

Trilha sonoraEditar

NacionalEditar

Quatro por Quatro Nacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1994
Gênero(s) MPB
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Produção André Sperling

Capa: Humberto Martins

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "O Chamado"  Marina LimaSuzana 4:00
2. "Guru"  DaltoVinicius 4:07
3. "Carro e Grana"  LeoniRalado 4:25
4. "Se Eu Me Apaixonar"  Rosana e Edmon CostaBruno e Tatiana 4:16
5. "Paixão"  Alceu ValençaRai e Babalu 4:14
6. "Sempre Te Quis"  Daniela MercuryClarice 4:16
7. "Picadinho de Macho"  Sandra de SáAbertura 2:57
8. "Dança da Solidão"  Marisa Monte e Gilberto GilTema das Quatro Vingadoras 3:34
9. "Clube da Esquina II"  Flávio VenturiniBruno 4:27
10. "Metade"  Adriana CalcanhotoBabalu 3:26
11. "Tão Linda"  Conexão JaperiPedrão 3:37
12. "Saudade"  Nana CaymmiAuxiliadora 4:28
13. "Indeciso Coração"  João BoscoAbigail 4:00
14. "Alguém Como Tu"  Dick FarneyDona Fátima 3:08

InternacionalEditar

Quatro por Quatro Internacional
Trilha sonora de Vários Intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s)
Formato(s)
Gravadora(s) Som Livre
Produção André Sperling

Capa: Letícia Spiller

N.º TítuloMúsicaPersonagem Duração
1. "Always"  Bon JoviBruno e Tatiana 5:50
2. "Short Dick Man"  GilletteDanilo 4:50
3. "Kiss and Say Goodbye"  N-PhaseRalado e Duda 3:37
4. "It's a Rainy Day"  Ice MCBabalu 4:13
5. "I Swear"  Bill PowerGeral 5:09
6. "Goodnight Girl"  Wet Wet WetÂngela 3:40
7. "Drop On By"  Peter ValentineGeral 4:02
8. "What Did You Do (With My Love)"  Double YouTatiana 4:15
9. "Take a Toke"  C&C Music FactoryBabalu e Raí 5:27
10. "Everlasting Love"  Gloria EstefanAbigail 3:57
11. "Sundown"  Gordon LightfootSuzana 3:33
12. "Is This The Love"  MasterboySamuel Spadafora 5:32
13. "Baby It's You"  SmithVinícius 3:24
14. "Gimme Gimme Your Love"  CameleonPaula 3:46

AudiênciaEditar

O primeiro capítulo de Quatro por Quatro marcou 50 pontos e o último 58, tendo uma média geral de 43 pontos, acima do esperado pela emissora na época.[3]

PrêmiosEditar

Prêmio Contigo! (1995)

Troféu Imprensa (1994)

Prêmio Sated (Sindicato dos Artistas - "Troféu Oscarito")

Referências

  1. «"Quatro por Quatro" substitui espiritismo por vingança feminina». Folha de S.Paulo. 23 de outubro de 1994. Consultado em 18 de novembro de 2017 
  2. a b «Quatro por Quatro». Teledramaturgia. Cópia arquivada em 17 de abril de 2019 
  3. a b «Relembre os dias de comédia da novela Quatro por quatro». Divirta-se Mais. Consultado em 11 de maio de 2020 
  4. a b c d e «Loucura, estresse e um grande fenômeno: Os bastidores de Carlos Lombardi sobre Quatro por Quatro». Na Telinha - UOL. Consultado em 11 de maio de 2020 
  5. «"Quatro por Quatro" substitui espiritismo por vingança feminina». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  6. «"Quatro Por Quatro" peca por primarismo». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  7. «Autor de novelas Carlos Lombardi completa 59 anos neste domingo». Na Telinha - UOL. Consultado em 11 de maio de 2020 
  8. «'Quatro por Quatro' partia da batalha "elas contra eles" há 15 anos». Terra. Consultado em 11 de maio de 2020 
  9. «Ex-paquita vira manicure em sua primeira novela». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  10. «Alexandre Frota lamenta perder papel de Raí em novela e chance com Letícia Spiller: 'Um tesão como a Babalu'». R7. Consultado em 11 de maio de 2020 
  11. «A divertida Quatro por Quatro estreava há 23 anos». Observatório da TV. Consultado em 11 de maio de 2020 
  12. «Coluna Joyce Pascowitch». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  13. «`Quatro por Quatro' ganha personagens». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  14. «Autores "matam" atores rebeldes». Folha de S.Paulo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  15. «OS 25 ANOS DA NOVELA "QUATRO POR QUATRO"». Portal Conteúdo. Consultado em 11 de maio de 2020 
  16. «Veja as personagens de novelas que inspiraram a moda». Observatório da Televisão. Consultado em 11 de maio de 2020 
  17. «Verão 90: Relembre figurinos que fizeram sucesso nas novelas dos anos 90». Observatório da Televisão. Consultado em 11 de maio de 2020 
  18. «Dez vezes em que as novelas ditaram as tendências da moda». Leia Já. Consultado em 11 de maio de 2020 
  19. «20 Anos de "Quatro por Quatro", uma das melhores novelas dos anos 90». UOL. Consultado em 11 de maio de 2020 
  20. «Viva: Canal estreia com Quatro por quatro». Estrelando. 30 de março de 2010. Consultado em 7 de agosto de 2015 
  21. «Confira as estreias de novembro do Globoplay». Globo Imprensa. 4 de novembro de 2022. Consultado em 4 de novembro de 2022 
  22. Quatro por Quatro Memória Globo

Ligações externasEditar