Carlos Gregório

Carlos Gregório
Nome completo Carlos Alberto Mendes Gregório
Nascimento 31 de agosto de 1947 (73 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Ocupação Ator Diretor Escritor e Roteirista
Cônjuge Isabela Santiago

Carlos Alberto Mendes Gregório (Rio de Janeiro, 31 de agosto de 1947) é um ator, diretor e roteirista brasileiro formado pelo Conservatório Nacional de Teatro. Na televisão, teve muito destaque em obras como Saramandaia, Veredas, Direito de Amar, Vale Tudo, entre outros. Em 1990, na telenovela História de Ana Raio e Zé Trovão, viveu o vilão Ubiratan Hernandez, principal comparsa de Leopoldo Miranda "Canjerê" vivido pelo ator Nelson Xavier. Em 2010 o ator foi convidado a participar de elenco da série A Vida Alheia, onde interpretou Júlio, o marido da personagem de Marília Pêra.[1] Três anos mais tarde, foi responsável por escrever sua primeira telenovela: Além do Horizonte, junto com seu parceiro titular Marcos Bernstein, entretanto a trama foi um fracasso inédito.[2]

Atuou em trinta e um filmes nacionais dirigidos por nomes consagrados do cinema nacional, com destaque em 1974 no filme Guerra Conjugal, interpretando Nelsinho, sendo eleito 'Melhor Ator' pelo Prêmio APCA, assim como, em 1986 na pele do personagem Rui em Baixo Gávea, premiado no Troféu Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília. Além disso, Carlos Gregório também foi roteirista de um grande sucesso do cinema nacional, Se Eu Fosse Você, protagonizado por Tony Ramos e Glória Pires.

Quanto à vida pessoal, Carlos Gregório é casado com Izabela e tem duas filhas.[3]

BiografiaEditar

Carlos Gregório é filho de José Luiz Gregório, alagoano de Olho D´Água das Flores e de Joselina Mendes, carioca.[4]

Começou sua carreira no teatro, participando de peças como O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, Galileu, Galilei, de Brecht, Na Selva das Cidades e O Anti-Nelson Rodrigues.[5]

Ao acompanhar um amigo que foi até o Conservatório de Teatro para se matricular no curso de teatro, Carlos Gregório viu que aquele era o seu lugar. À época o curso de teatro no Conservatório Nacional de Teatro não era universitário. Depois se transformou na Escola de Teatro da Faculdade de Teatro do Rio. Para entrar no Conservatório era preciso passar em um um concurso. Carlos Gregório foi da mesma turma dos atores Marcos Nanini, Pedro Paulo Rangel, Luiz Armando Queiróz. Uma turma considerada histórica do Conservatório.

 
Luiz Armando Queiroz (na foto atuando na peça O Marido vai à Caça), foi da mesma turma de Carlos Gregório no Conservatório de Teatro. Uma turma histórica.[6]

Quando terminou o curso havia alguns amigos de Gregório fazendo a peça Galileu, Galileu; de Brecht, no Teatro Oficina. O espetáculo ficou em cartaz por dois meses em São Paulo e depois foi para o Rio de Janeiro. Com a saída de um dos atores Gregório foi indicado para substituí-lo no espetáculo. Enquanto viajava por alguns estados brasileiros com Galileu, Galilei o grupo ensaiava o próximo espetáculo: Na Selva das Cidades, também de Brecht. Depois dessa peça o grupo se dissolveu. Atores como Othon Bastos, Pedro Paulo Rangel e André Valli já haviam saído do grupo antes do seu término. Os atores José Celso Martinez Correa e Renato Borghi foram para a Europa. De volta ao Brasil resolveram fazer o filme Prata Palomares. O roteiro foi escrito por André Farias que convidou Carlos Gregório e Renato Borghi para serem os protagonistas. As gravações ocorreram em Florianópolis durante três meses. Em 1978 fez com Fernanda Montenegro a peça A Mais Sólida Mansão. Por causa da censura da época os atores tinham que fazer uma apresentação da peça para os censores. Só assim poderiam conseguir o aval para se apresentarem ao público em geral. Gregório lembra da peça Calabar, que não foi censurada até a véspera da estreia. A censura só ocorreu na fase do ensaio geral, ou seja, todo o dinheiro já tinha sido investido no espetáculo.[7]

Por sua atuação no filme Prata Palomares foi indicado ao diretor Joaquim Pedro para fazer o filme Os Inconfidentes. Contratado, viajou a Ouro Preto - MG para as gravações. O roteiro foi todo escrito de acordo com o autos da devassa da Inconfidência Mineira. Pouco depois Joaquim Pedro o convida para o filme Guerra Conjugal em que fez o protagonista de uma das três histórias do longa. Os outros protagonistas foram Lima Duarte e Jofre Soares. Por Guerra Conjugal, Carlos Gregório ganhou o seu primeiro prêmio, o APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte. Depois fez uma participação no filme O Homem do Pau Brasil, também dirigido por Joaquim Pedro. Em determinado ano ficou sabendo por José Wilker que Daniel Filho queria conversar com ele. Não deu muita importância ao fato e não foi conversar com Daniel, pois era do cinema, da contra cultura. Porém, dois anos depois, casado e com filho procurava por trabalho. O mercado do cinema estava muito complicado. Naquele momento percebeu que mesmo para fazer teatro era melhor que estivesse na televisão, pois a TV já tinha influência na produção de Teatro. Procurou por Fábio Sabatti, seu colega de elenco em Os Inconfidentes. Sabatti tinha um cargo executivo e o indicou para Walter Avancini. Foi chamado para uma entrevista, participou de reuniões de elenco até que Avancini o contratou. O primeiro trabalho para a TV foi na novela Saramandaia (1976). Com o fim das gravações da primeira novela inicia Despedida de Casado, de Walter George Durst. Estudos e ensaios haviam sido realizados, mais de vinte capítulos gravados. Porém a novela foi censurada definitivamente. Com isso, Walter Avancini pediu ao Walter Durst outro texto. Assim surgiu a novela Nina, com texto baseado na obra de Galeão Coutinho. O elenco de Despedida de Casado foi aproveitado para a nova novela. Despedida de Casado não foi censurada por questões políticas, mas sim por questões morais.[8]

TelevisãoEditar

Iniciou sua trajetória em 1976 na telenovela Saramandaia, da Rede Globo como delegado Petronílio Peixoto.[9] Nos três anos seguintes, deu vida a Nélio, Taio e Padre Justino em Nina, Pecado Rasgado e Os Gigantes, respectivamente.[10][11][12] No início da década de 1980, viveu Sandro Moreira em Baila Comigo e atuou na pele do personagem Juca em Elas por Elas.[13][14] Em 1984, participou das minisséries Marquesa de Santos como Boaventura (Barão de Sorocaba) e Rabo de Saia como Quinquim de Salles.[15][16] No ano seguinte, foi José Simplício em Veredas.[17] Concluiu o decênio interpretando Josmar em Tudo ou Nada, da Rede Manchete; além de retornar para a emissora global em Direito de Amar como Cirineu Farfan e em Vale Tudo como o terapeuta Gerson.[18][19][20]

No início da década de 1990, viveu o pai de Renato na telenovela Rainha da Sucata; participou do programa Fronteiras do Desconhecido no episódio "Maria do Cais"; esteve na minissérie Desejo como Arnaldo, além de interpretar Ubiratan Hernandez em A História de Ana Raio e Zé Trovão e e fez participação especial em Pantanal como o caminhoneiro Expedito.[21][22][23][24][25] Em 1993, participou das obras Família Brasil e Agosto como Antônio Carlos (Tonho) e Maia, respectivamente.[26][27]

Em 1994, deu vida a Walter Wanderley na telenovela Quatro por Quatro, além de atuar como doutor Silvino na minissérie Memorial de Maria Moura.[28][29] Dois anos depois, interpretou Michel Renault em O Fim do Mundo e Altino em Anjo de Mim.[30][31] Em 1997, fez aparição em Por Amor como diretor do hospital e, no ano seguinte, esteve no elenco de Torre de Babel como Paulo; em Hilda Furacão como doutor Alencastro e fez parte do elenco de Meu Bem Querer.[32][33][34][35] Concluiu o decênio na pele de Barcelos em Força de um Desejo.[36]

Na década de 2000, viveu doutor Carlos na telenovela Esplendor, Domingos Martins Correa em A Padroeira e Rodrigo na minissérie O Quinto dos Infernos.[37][38][39] Em 2003, deu vida a Ariovaldo em Kubanacan e doutor Jaime em Carga Pesada, no episódio "A Vaca do Milhío".[40][41] No ano seguinte, esteve na pele de Fábio na série A Diarista, cujo episódio "Aquele com os Adolescentes".[42] Em 2005, viveu Rodriguez em Alma Gêmea e, cinco anos mais tarde, foi Júlio em A Vida Alheia.[43][44]

CinemaEditar

 
No filme Poeta de Sete Faces, Gregório interpretou Carlos Drummond de Andrade (foto).

Estreou nas telonas em 1972 como o homem novo em Prata Palomares, além de viver o padre em Os Inconfidentes.[45][46] Em 1974, esteve no elenco de Guerra Conjugal como Nelsinho, sendo eleito 'Melhor Ator' pelo Prêmio APCA e, no ano seguinte, em A Extorsão como Miguel.[47][48] Em 1977, participou do filme Chuvas de Verão como Paulinho, concluindo a década em A Volta do Filho Pródigo como filho do patrão e Memórias do Medo como Garcia.[49][50][51]

No início da década de 1980, viveu o irmão Fidélis em Engraçadinha, além de atuar em Álbum de Família - Uma História Devassa como Edmundo.[52][53] Em 1982, esteve nos longas O Homem do Pau-brasil como Menotti del Picchia e fez participação especial em O Sonho não Acabou.[54][55] No ano seguinte, participou em Bar Esperança como Camelo e O Rei da Vela como o intelectual Pinote.[56][57] Os anos de 1984 e 1985, integrou a equipe de Para Viver um Grande Amor e em O Rei do Rio.[58][59]

Em 1986, viveu Silas Gonçalves em O Homem da Capa Preta e Rui em Baixo Gávea, este último, sendo eleito no Troféu Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília.[60][61] No ano seguinte, participou do filme Eternamente Pagu e foi Sérgio em O País dos Tenentes, de João Batista de Andrade.[62][63] Encerrou a década no elenco de O Nariz, além de interpretar Álvaro em Doida Demais.[64][65]

Na década de 1990, participou apenas de três longas: A Maldição do Sanpaku como Sivuca; Policarpo Quaresma, Herói do Brasil como doutor Campos e em Mauá - O Imperador e o Rei como o Conde Bonifácio.[66][67][68] No início da década de 2000, interpretou o professor Alberto em Duas Vezes com Helena, parte de um triângulo amoroso envolvendo sua esposa Helena (Christine Fernandes) e seu aluno Polyodoro (Fábio Assunção); além de atuar no filme Tônica Dominante como um maestro.[69][70] Em 2001, viveu Otávio em Xuxa e os Duendes, filme dirigido por Paulo Sérgio Almeida e Rogério Gomes.[71] Nos dois anos seguintes, encarnou em Carlos Drummond de Andrade em Poeta de Sete Faces, além de integrar o elenco do curta-metragem Ex Inferis como Vicente.[72][73]

RealizadorEditar

Curtas-MetragemEditar

Em 1997 dirigiu o seu primeiro curta: Amar..., inspirado no poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade.[74] O filme recebeu nove prêmios em festivais nacionais: direção, melhor filme, roteiro, crítica e júri popular.[75] Gregório foi agraciado com o prêmio de melhor diretor no RioDoce Festival.[76] O curta Loop, que dirigiu em 2002 recebeu dois prêmios por melhor roteiro: no Gramado CineVídeo e no Festival de Curitiba. Em 2006 dirigiu O curta O Silêncio.[77]

Foi agraciado, em 30 de setembro de 2007, com a Comenda Graciliano Ramos da Câmara Municipal de Maceió como reconhecimento à sua trajetória artística, sobretudo no campo das artes cênicas. A iniciativa da homenagem foi do vereador Marcelo Malta.[78]

Séries e FilmesEditar

 
Nelson Rodrigues, o autor da série de contos A Vida como Ela é...

O ator escreve desde sempre, começou com poesias e contos na década de 1970 e no inicio dos anos 1980 recebeu a primeira encomenda de uma história para o cinema. Outras se seguiram. Em 1995 foi contratado pela TV Globo como autor roteirista.[79]

Colaborou na realização do seriado A Justiceira, Linha Direta, Tudo Novo de Novo e na novela A Vida da Gente e no Você Decide, programa idealizado por Paulo José.[80][81]

Em 2006 escreveu junto com Flávia Bessone e Lúcio Manfredi e foi o diretor da série documental JK.Doc, que revisa a trajetória de Juscelino Kubitschek, primeira parceria entre a TV Globo e o canal GNT.[82][83]

O roteiro do filme Aparecida, o Milagre; dirigido por Tizuka Yamazaki tem sua assinatura.[84]

As personagens e situações do filme Se Eu Fosse Você, dirigido por Daniel Filho, também são de sua autoria em parceria com Roberto Frota.[85][86]

Gregório também colaborou como roteirista da série A Vida Como Ela é... série baseada em contos publicados por Nelson Rodrigues no jornal A Última Hora.[87][88]

LiteraturaEditar

Começou a escrever poesias e contos na década de 1970.[89]

Lançou seu primeiro romance: Ruídos e Pequenos Movimentos em setembro de 2005 pela editora Bom Texto.[90]

FilmografiaEditar

Na televisãoEditar

Ano Título Papel Ref
1976 Saramandaia Delegado Petronílio [9]
1977 Nina Nélio [10]
1978 Pecado Rasgado Taio [11]
1979 Os Gigantes Padre Justino [12]
1981 Baila Comigo Sandro Moreira [13]
1982 Elas por Elas Juca [14]
1984 Marquesa de Santos Boaventura [15]
Rabo de Saia Quinquim de Salles (minissérie) [16]
1985 Grande Sertão: Veredas José Simplício [17]
1986 Tudo ou Nada Josmar [18]
1987 Direito de Amar Sirineu [19]
1988 Vale Tudo Dr Gerson [20]
1990 Rainha da Sucata Osmar [21]
Fronteiras do Desconhecido Sabiá [22]
Desejo Arnaldo [23]
A História de Ana Raio e Zé Trovão Ubiratan Hernandez [24]
Pantanal Expedito (participação especial) [25]
1993 Família Brasil Antônio Carlos (Tonho) [26]
Agosto Maia [27]
1994 Quatro por Quatro Walter [28]
Memorial de Maria Moura Silvino [29]
1996 O Fim do Mundo Michel [30]
Anjo de Mim Altino [31]
1997 Por Amor diretor do hospital onde Helena e Eduarda dão à luz [32]
1998 Torre de Babel Paulo [33]
Hilda Furacão Alencastro [34]
Meu Bem Querer Eriberto [35]
1999 Força de um Desejo Barcelos [36]
2000 Esplendor Dr. Carlos [37]
2001 A Padroeira Domingos Martins Corrêa [38]
2002 O Quinto dos Infernos Rodrigo [39]
2003 Kubanacan Morales [40]
Carga Pesada Jaime [41]
2004 A Diarista Fábio [42]
2005 Alma Gêmea Sr. Rodriguez [43]
2010 A Vida Alheia Júlio [44]

No cinemaEditar

Ano Título Papel Ref
1972 Prata Palomares Homem novo, companheiro [45]
Os Inconfidentes Maciel [46]
1974 Guerra Conjugal [47]
1975 A Extorsão [48]
1977 Chuvas de Verão [49]
1978 A Volta do Filho Pródigo [50]
1979 Memórias do Medo [51]
1981 Engraçadinha Irmão Fidélis [52]
Álbum de Família - Uma História Devassa [53]
1982 O Homem do Pau-Brasil [54]
O Sonho Não Acabou [55]
1983 Bar Esperança [56]
O Rei da Vela [57]
1984 Para Viver um Grande Amor [58]
1985 O Rei do Rio [59]
1986 O Homem da Capa Preta Silas [60]
Baixo Gávea Rui [61]
1987 Eternamente Pagu [62]
O País dos Tenentes Sérgio [63]
1988 O Nariz [64]
1989 Doida Demais Álvaro [65]
1991 A Maldição do Sanpaku Sivuca [66]
1998 Policarpo Quaresma, Herói do Brasil Dr . Campos [67]
1999 Mauá - O Imperador e o Rei [68]
2000 Duas Vezes com Helena Prof Alberto [69]
Tônica Dominante [70]
2001 Xuxa e os Duendes Otávio [71]
2002 Poeta de Sete Faces Carlos Drummond de Andrade [72]
2003 Ex Inferis [73]

Na direçãoEditar

● 1983 - Tragédia Carioca

● 1987 - A Floresta Tenebrosa

● 1997 - Amar... (curta)

● 2005 - O Silêncio (curta)

Como roteiristaEditar

Como autorEditar

● 1997 - A Justiceira

TeatroEditar

● 1960 - Galileu Galilei

● 1970 - Na Selva das Cidades

● 1971 - O Rei da Vela

PrêmiosEditar

Associação Paulista de Críticos de Arte (Apca) - 1975

Melhor Ator .... Guerra Conjugal (1974)

Festival de Brasília (1986)

Melhor ator .... Baixo Gávea (1986)

RioCine Festival (1988)

Melhor ator .... S.O.S. Brunet! (1986) [93]

Referências

  1. «'A Vida Alheia' chega ao fim com reviravolta, prisão e demissão». Terra. Consultado em 7 de setembro de 2020 
  2. «Nilson Xavier - "Além do Horizonte" ignorou o Ibope e manteve sua essência até o fim». tvefamosos.uol.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2020 
  3. «Portal Maltanet - Carlos Gregório faz uma viagem ao passado visitando o local dos seus ascendentes». www.maltanet.com.br. Consultado em 7 de setembro de 2020 
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Ligações externasEditar

Precedido por
José Dumont
por A Hora da Estrela
Troféu Candango de Melhor Ator
por Baixo Gávea

1986
Sucedido por
Paulo Autran
por O País dos Tenentes