Abrir menu principal

Cássia Eller

cantora e compositora brasileira
Question book-4.svg
Esta página cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2018). Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Cássia Eller
Informação geral
Nome completo Cássia Rejane Eller
Nascimento 10 de dezembro de 1962
Morte 29 de dezembro de 2001 (39 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Gênero(s)
Cônjuge Maria Eugênia Vieira Martins (1987–2001)
Filho(s) Chico Chico
Instrumento(s)
Extensão vocal Contralto
Período em atividade 19812001
Gravadora(s)
Afiliação(ões)

Cássia Rejane Eller[1][2] (Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 1962Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2001[3] foi uma cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Foi uma das maiores representantes do rock brasileiro dos anos 90 e eleita a 18ª maior voz e 40ª maior artista da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil.[4] Lançou cinco álbuns de estúdio em vida: Cássia Eller (1990), O Marginal (1992), Cássia Eller (1994), Veneno AntiMonotonia (1997) e Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo (1999). Seu sexto álbum de estúdio, Dez de Dezembro (2002) foi lançado postumamente. O álbum mais bem sucedido de Cássia foi o Acústico MTV (2001), com mais de 1 milhão de cópias vendidas e um prêmio Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock.

Cássia morreu aos 39 anos em 29 de dezembro de 2001, após um infarto do miocárdio causado por uma malformação de seu coração.[5]

BiografiaEditar

Filha de um sargento paraquedista do Exército e de uma dona de casa. O nome foi sugerido pela avó, devota de Santa Rita de Cássia.[1]

Nascida no Rio de Janeiro, aos 6 anos mudou-se com a família para Belo Horizonte. Aos 10, foi para Santarém, no Pará.[carece de fontes?] Aos 12 anos, voltou para o Rio. O interesse pela música começou aos 14 anos, quando ganhou um violão de presente. Aprendeu a tocar violão e falar inglês com as músicas dos Beatles.[6] Aos 18 anos chegou a Brasília, para onde sua família se mudou. Ali, cantou em coral, fez testes para musicais, trabalhou em duas óperas como corista, além de se apresentar como cantora de um grupo de forró.[carece de fontes?] Também fez parte, durante um ano, do primeiro trio elétrico de Brasília, denominado Massa Real, e tocou surdo em um grupo de samba. Trabalhou em vários bares (como o Bom Demais), cantando e tocando.[carece de fontes?] Despontou no mundo artístico em 1981, ao participar de um espetáculo de Oswaldo Montenegro.[7]

Um ano mais tarde, aos 19 anos, querendo sua liberdade pessoal, foi para Belo Horizonte atrás de um lugar para morar e um emprego, onde conseguiu assim que chegou, e passou a trabalhar como servente de pedreiro. "Fiz massa e assentei tijolos", contava.[carece de fontes?] Lá, alugou um pequeno quarto, onde ficou vivendo. Na escola, não chegou a terminar o ensino médio, por causa dos shows que fazia, cada dia num turno diferente, não tinha horário para se dedicar ao estudos.[8]

CarreiraEditar

Caracterizada pela voz grave e pelo ecletismo musical, interpretou canções de grandes compositores do rock brasileiro, como Cazuza, Renato Russo e Rita Lee, além de artistas da MPB como Marisa Monte, Caetano Veloso e Chico Buarque, passando pelo pop de Nando Reis, rap de Xis e o incomum de Arrigo Barnabé e Wally Salomão, até sambas de Riachão e rocks internacionais de Janis Joplin, Jimi Hendrix, Beatles, John Lennon e Nirvana.

As maiores influências musicais de Cássia eram John Lennon, Paul McCartney e Nina Simone.[6]

Teve uma trajetória musical bastante importante, embora curta, com algo em torno de dez álbuns próprios gravados no decorrer de doze anos de carreira. De fato, somente em 1989 sua carreira decolou. Ajudada por um tio seu, gravou uma fita demo com a canção "Por enquanto", de Renato Russo. Este mesmo tio levou a fita à PolyGram, o que resultou na contratação de Cássia pela gravadora. Sua primeira participação em disco foi em 1990, no LP de Wagner Tiso intitulado "Baobab".[carece de fontes?]

Cássia Eller sempre teve uma presença de palco bastante intensa, assumia a preferência por álbuns gravados ao vivo e ela era convidada constantemente para participações especiais e interpretações sob encomenda, singulares, personalizadas.[carece de fontes?]

Outra característica importante é o fato de ela ter assumido uma postura de intérprete declarada, tendo composto apenas três das canções que gravou: "Lullaby" (parceria com Márcio Faraco) em seu primeiro disco, Cássia Eller, de 1990 (LP com 60.000 cópias vendidas, sobretudo em razão do sucesso da faixa "Por Enquanto" de Renato Russo); "Eles" (parceria dela com Luiz Pinheiro e Tavinho Fialho), e "O Marginal" (dela com Hermelino Neder, Luiz Pinheiro e Zé Marcos), no segundo disco, O Marginal (1992).[9] Cássia também compôs a canção instrumental "Do Lado do Avesso" (título batizado pelo filho da cantora),[10] que foi lançada em 2012 no CD/DVD póstumo Cássia Eller - Do Lado do Avesso, um registro do show Luz do Solo, gravado em 2001 no antigo ATL Hall no Rio de Janeiro.[11] A canção "Flor do Sol", composta aos 19 anos em parceria com Simone Saback em Brasília em 1982,[12] foi descoberta 30 anos depois e lançada no iTunes no aniversário de 50 anos de Cássia, em 10 de dezembro de 2012.[13] Os produtores mantiveram o violão e a voz da cantora, anteriormente gravados em cassete, mas adicionaram outros instrumentos, entre eles o filho de Cássia (então com 19 anos) tocando o violão da mãe.[12]

Vida PessoalEditar

Cássia era assumidamente bissexual.[14][15] Ela teve um único filho, Francisco Ribeiro Eller (nascido em 28 de agosto de 1993),[16] carinhosamente chamado de Chicão, fruto de um relacionamento casual com um amigo, o baixista Tavinho Fialho,[14] que fazia parte de sua banda.[16][17] Tavinho era casado, mas desde o princípio Cássia despreocupou-o das responsabilidades, pois era seu desejo constituir família com sua companheira, Maria Eugênia Vieira Martins.[14] Tavinho faleceu em um acidente de carro uma semana antes do nascimento de Chicão.[14] O nome Francisco foi inspirado na canção de mesmo nome de Milton Nascimento, gravada por Cássia no álbum Ioiô de Nelson Faria quando ela estava grávida de oito meses.[18] Renato Russo compôs a canção "1º de Julho" para Cássia quando ela estava grávida.[19] A canção foi lançada originalmente no álbum Cássia Eller de 1994, e também foi incluída no álbum A Tempestade da Legião Urbana, lançado em 1996.[19]

Cássia e Maria Eugênia ficaram juntas até o fim da vida da cantora. As duas se conheceram em Brasília em 1987,[20] ficaram amigas e se apaixonaram.[5] A pedido de Cássia, caso viesse a acontecer algo com ela, Maria Eugênia ficaria sendo a responsável pela criação de Francisco, e após seu falecimento, sua companheira criou o menino.[14] Entretanto, após a morte de Cássia, o pai da cantora, Altair Eller, entrou com um pedido na justiça pela guarda do neto.[21] O caso era inédito no Brasil e Maria Eugênia recebeu o apoio da mãe e dos irmãos de Cássia.[22] Em janeiro de 2002, pela primeira vez a Justiça brasileira concedeu a uma mulher a guarda provisória do filho de sua companheira.[23] O juíz responsável pelo caso entrevistou Francisco, conferiu seu desempenho escolar, pesou-lhe as preferências afetivas e, à falta de uma legislação brasileira que tratasse especificamente da adoção de crianças por casais homossexuais, optou por confiá-lo a Eugênia.[5] Em 31 de outubro de 2002, em decisão inédita, a Justiça concedeu à Maria Eugênia a tutela definitiva de Francisco. A tutela foi concedida pelo juiz da 2ª Vara de Órfãos e Sucessões, Luiz Felipe Francisco, depois de um acordo entre Eugênia e o pai de Cássia. O avô abriu mão do pedido de tutela depois que Francisco disse que gostaria de ficar com Maria Eugênia, a quem chama de mãe.[24]

A cantora era torcedora apaixonada do Clube Atlético Mineiro, tendo sido, inclusive, contatada para recebimento do Galo de Prata, honraria concedida aos torcedores ilustres do Clube. Contudo, com sua morte prematura, o troféu acabou sendo entregue, em 2002, a sua mãe, Nanci Eller, que, à época, disse: "no ano passado a Cássia fez um show em Curitiba, e o Levir Culpi mandou uma camisa do Galo para ela, através de seu filho. Todos os instrumentos dela têm o escudo do Atlético. Ela sempre colocava o escudo nas coisas que ganhava. Inclusive há um escudo na porta do estúdio que a Cássia tinha em sua residência".[25]

Últimos mesesEditar

2001 foi um ano bastante produtivo para Cássia Eller. Em 13 de janeiro de 2001, apresentou-se no Rock in Rio III, num show em que baião, samba e clássicos da MPB foram cantados em ritmo de rock. Neste dia, o organograma de apresentação foi o seguinte: R.E.M., Foo Fighters, Beck, Barão Vermelho, Fernanda Abreu e Cássia Eller. 190 mil pessoas compareceram a esta apresentação.

Entre maio e dezembro, Cássia Eller fez 95 shows. O que levou a cantora a gravar um DVD, nos moldes de sua preferência - ao vivo: o Acústico MTV, gravado entre 7 e 8 de março, em São Paulo, no qual Cássia contou com o um grupo de alto nível técnico e artístico: Nando Reis (direção musical/autoria, voz e violão em "Relicário" / voz em "De Esquina" de Xis), os músicos da banda: Luiz Brasil (Direção musical / Cifras / Violões e Bandolim), Walter Villaça (Violões e Bandolim), Fernando Nunes (baixolão), Paulo Calasans (Piano Acústico e Órgão Hammond), João Vianna (Bateria, Surdo, Ganzá, Ralador e Lâmina), Lan Lan (Percussão e Vocal) e Thamyma Brasil (Percussão), os músicos convidados Bernardo Bessler (violino), Iura (Cello), Alberto Continentino (contrabaixo acústico), Cristiano Alves (clarinete e clarone), Dirceu Leite (sax, flauta e clarineta), entre muitos outros. Este álbum foi composto por 17 faixas, acrescidas do Making Of, galeria de fotos, discografia e i.clip.[1] O álbum vendeu até hoje mais de um milhão de cópias e se tornou o maior sucesso da carreira de Cássia, sendo que até então, apesar das boas vendagens e da experiência, ela não era considerada uma cantora extremamente popular.[26]

No mesmo ano de 2001, ela se apresentaria no Video Music Brasil, da MTV, ao lado de Rita Lee, Roberto de Carvalho e Nando Reis com "Top Top" d'Os Mutantes, presente no seu "Acústico MTV".[carece de fontes?]

No fim do ano, ela se apresentaria na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio, durante os festejos do réveillon. Faleceu dois dias antes, em 29 de dezembro. Foi substituída por Luciana Mello. Em vários pontos do Rio de Janeiro, fez-se um minuto de silêncio durante a homenagem da passagem do ano em memória de Cássia Eller. Vários artistas também prestaram homenagem à cantora em seus shows, na virada do ano.[carece de fontes?]

MorteEditar

 
Sala Cássia Eller em Brasília, este espaço, aberto em 1977 com o nome Sala Funarte, passou por ampla reforma em 2001, sendo rebatizado no ano seguinte, numa homenagem póstuma à cantora.

Cássia Eller faleceu em 29 de dezembro de 2001, no auge de sua carreira, com apenas 39 anos, na clínica Santa Maria no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro após sofrer quatro paradas cárdiacas, em razão de um infarto do miocárdio repentino.[27] A cantora tinha sido internada às 13h e chegou a ficar no CTI (Centro de Terapia Intensiva). Segundo seu empresário, a cantora estava sentindo-se mal e reclamando de enjoos, devido ao excesso de trabalho. Os sintomas, segundo ele, seriam resultado de estresse provocado por excesso de trabalho. "Ela está trabalhando muito. Em sete meses, fez mais de cem shows", dizia.[3] Foi levantada a hipótese de overdose de drogas, já que Cássia tinha admitido publicamente fazer uso de cocaína.[28] Entretanto, Cássia revelou em entrevista à revista Marie Claire de outubro de 2001 que estava sóbria há dois anos.[14] A suspeita foi considerada inicialmente como causa da morte, porém foi descartada pelos laudos periciais do Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro após necropsia.[27][29] Os laudos comprovaram que Cássia morreu de infarto,[27] causado por uma malformação de seu coração.[5] Os exames toxicológicos não encontraram resíduos de álcool nem drogas no corpo da cantora.[27] Os exames histopatológicos revelaram que Cássia estava com problemas cardíacos, como uma coronarioesclerose leve (início de formação de trombos de gordura) e uma fibrose miocárdica (cicatrizes resultantes de outras lesões preexistentes).[27]

Cássia foi sepultada no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro Sulacap, na cidade do Rio de Janeiro.[30][31]

Em 29 de outubro de 2004, o Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com um processo contra os médicos que atenderam Cássia na Casa de Saúde Santa Maria, alegando que o tratamento aplicado pelos médicos fez com que ela tivesse menos chances de sobreviver, sendo assim indiciados por homicídio culposo (sem intenção de matar). A denúncia foi feita com base no laudo pericial que indicava que a primeira das quatro paradas cardiorrespiratórias teria sido causada pela aplicação indevida do medicamento Plasil, contra-indicado para quem usou drogas ou álcool. Entre as falhas atribuídas aos médicos, o promotor citou o fato de Cássia não ter sido submetida a uma lavagem gástrica para eliminar as substâncias tóxicas, não ter recebido sedativos e ter ingerido substâncias que são contra-indicadas para pacientes com parada cardiorrespiratória. A denúncia também considerou que após a primeira parada cardíaca, os médicos deveriam ter feito diálise ou outro procedimento para impedir a progressão do quadro que levou a cantora ao coma e à morte.[32] Em 24 de Novembro de 2004, a juíza da 29ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, Maria Tereza Donatti, rejeitou a denúncia do Ministério Público. Segundo a juíza, os promotores se basearam na suposição de que Cássia teria ingerido álcool e cocaína antes de morrer, o que não ficou comprovado pelo exame toxicológico, e que a denúncia teria que se basear em dados extraídos do inquérito policial e não poderia ser fundada em meras conjecturas. A juíza afirmou ainda que nem as considerações feitas pelas peritas legistas Tânia Donati Paes Rios e Eliani Spinelli, a pedido do MP, dão suporte à acusação. A primeira informou não ser possível apontar com segurança a razão da primeira parada cardíaca sofrida por Cássia. E a segunda, sustentou que Cássia não tinha diversos sintomas típicos de um usuário de estimulante como a cocaína.[33][34]

HomenagensEditar

Em 2002 foi lançada a biografia "Cássia Eller - Canção na Voz do Fogo", escrita por Beatriz Helena Ramos Amaral.[35]

A biografia "Apenas uma Garotinha - A História de Cássia Eller", escrita pelos jornalistas Eduardo Belo e Ana Cláudia Landi foi publicada em 2005.[36]

Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr. compôs a canção "O Dom, A Inteligência e a Voz" para Cássia Eller a pedido da cantora.[37] Cássia faleceu antes de gravar a música, que foi lançada como homenagem a ela no álbum de 2009 do Charlie Brown Jr., Camisa 10 Joga Bola Até na Chuva.[38]

Cássia é mencionada na canção "Back In Vânia" de Nando Reis, lançada no álbum Sei de 2012.[39]

"Cássia Eller - O Musical" estreou em 2014 com direção de João Fonseca e Viníciús Arneiro e texto de Patrícia Andrade, e com Tacy de Campos interpretando Cássia.[40] O musical roda o Brasil e continua em cartaz em 2019.[41]

O documentário Cássia Eller dirigido por Paulo Henrique Fontenelle foi lançado em 2015.[42]

Prêmios e indicaçõesEditar

Grammy Latino
Ano Trabalho Categoria Resultado
2000 Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa Indicado[43]
2002 Acústico MTV Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa Venceu[44]
2003 Dez de Dezembro Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa Indicado[45]
MTV Video Music Brasil
Ano Trabalho Categoria Resultado
1995 "Malandragem" Videoclipe de Pop Indicado[46]
1995 "Mr. Scarecrow" (com Herbert Vianna) Videoclipe de Rock Indicado[47]
Prêmio Sharp
Ano Trabalho Categoria Resultado
1991 N/A Revelação Feminina Venceu[48]
1993 N/A Melhor Cantora de Pop/Rock Venceu[48]
1995 N/A Melhor Cantora de Pop/Rock Venceu[48]
1997 Cássia Eller Ao Vivo Melhor Disco de Pop/Rock Venceu[48]
1997 N/A Melhor Cantora de Pop/Rock Indicado[49]
1998 Veneno Antimonotonia Show do Ano Venceu[48]
1998 N/A Melhor Cantora de Pop/Rock Indicado[50]
2002 N/A Melhor Cantora de Pop/Rock Venceu[48]
Prêmio Multishow de Música Brasileira
Ano Trabalho Categoria Resultado
2002 Acústico MTV Melhor CD Venceu[51]
Melhor DVD Indicado[51][52]
Melhor Show Indicado[52]
2007 Rock in Rio: Cássia Eller Ao Vivo Melhor DVD Indicado[53]
Troféu Imprensa
Ano Trabalho Categoria Resultado
2000 N/A Melhor Cantora Venceu[54]
2002 "Malandragem" Melhor Música Venceu[55]

DiscografiaEditar

Álbuns de estúdioEditar

Ano Detalhes do álbum Vendas
1990 Cássia Eller
  • Lançado: Setembro de 1990
  • Gravadora: PolyGram
1992 O Marginal
  • Lançado: Julho de 1992
  • Gravadora: PolyGram
1994 Cássia Eller
1997 Veneno AntiMonotonia
1999 Com Você... Meu Mundo Ficaria Completo
2002 Dez de Dezembro

Álbuns ao vivoEditar

Ano Detalhes do álbum Certificações
Vendas
1996 Cássia Eller Ao Vivo
1998 Veneno Vivo
2001 Acústico MTV
2006 Rock in Rio: Cássia Eller Ao Vivo
  • Lançado: 2006
  • Gravadora: MZA/Artplan
2012 Do Lado do Avesso
  • Lançado: 2012
  • Gravadora: Universal Music
2019 Todo Veneno Vivo
  • Lançado: 2019
  • Gravadora: Universal Music[61]

RecompilaçõesEditar

Ano Detalhes do álbum
1997 Minha História
1997 Música Urbana
1998 Millennium
2000 Cássia Rock Eller
2001 Sem Limite
2002 Série Gold
2002 Luau MTV Cássia Eller
  • Lançado: Fevereiro de 2002
  • Gravadora: Nenhum
2003 Perfil
2003 Participação Especial
2004 A Arte de Cássia Eller
2004 I Love MPB
2005 Novo Millennium
2008 Raridades
2011 Relicário

VideografiaEditar

Ano Álbum Certificações
2000 Com Você… Meu Mundo Ficaria Completo PMB:   Ouro[60]
2001 Acústico MTV PMB:   Diamante[60]
2002 Álbum MTV
2006 Rock in Rio: Cássia Eller Ao Vivo
2011 Cássia Eller Ao Vivo - Violões
2012 Do Lado do Avesso[62]
2019 Todo Veneno Vivo

ReferênciasEditar

Notas


  1. a b c d «"Saiba mais sobre a cantora Cassia Eller"». Época. 11 de julho de 2005. Consultado em 18 de março de 2014. Cópia arquivada em 6 de maio de 2015 
  2. «Cássia Eller (1960–2001)». IMDb.com 
  3. a b «Cássia Eller morre aos 39 anos no Rio». Folha de São Paulo. 29 de dezembro de 2001 
  4. «As 100 Maiores Vozes da Música Brasileira». Rolling Stone Brasil. 11 de outubro de 2012 
  5. a b c d e Pilz, Silvia (Março de 2007). «Na Moita». Revista Piauí 
  6. a b de Sá, Gabriel (21 de junho de 2015). «Na época dos punks, eu era boa moça, diz Cássia Eller em entrevista rara de 1992». Portal Uai 
  7. «Oswaldo Montenegro relembra primeira vez que ouviu Cássia Eller cantar: 'Eu quase caí pra trás'». GShow. 4 de maio de 2017 
  8. «Dados biográficos de Cássia Eller». Folha de S.Paulo. 26 de outubro de 2004 
  9. «Desenrolando o Novelo». Revista Trip. Julho de 2005: 69 
  10. «Cássia Eller - Do Lado Do Avesso (Instrumental) [Show Luz Do Solo]». YouTube. 19 de julho de 2018 
  11. «Música inédita de Cássia Eller sai em DVD gravado ao vivo em 2001». Jornal Correio. 1 de janeiro de 2013 
  12. a b «Antiga gravação de Cássia Eller é lançada quando ela completaria 50 anos». globoplay. 9 de dezembro de 2012 
  13. «Música inédita de Cássia Eller é lançada em comemoração aos 50 anos da cantora». Rolling Stone. 10 de dezembro de 2012 
  14. a b c d e f Souza, Déborah de Paula (Outubro de 2001). «Cássia Eller - Só Para Provocar». Marie Claire 
  15. «Desenrolando o Novelo». Revista Trip. Julho de 2005: 64-65 
  16. a b Caneppele, Ismael (1 de novembro de 2015). A Vida Louca da MPB. [S.l.]: Leya Brasil. p. 263 
  17. «Cassia Eller no Metrópolis em 1991». YouTube. 10 de dezembro de 2012 
  18. «Homenagem de Milton Nascimento a Cassia Eller». YouTube. 24 de dezembro de 2008 
  19. a b «A Tempestade». legiaourbana.com,br 
  20. «Cássia faz falta». Revista Fórum. 19 de outubro de 2011 
  21. «Cássia Eller: "Ele é meu filho", diz Eugênia». Folha de São Paulo. 6 de janeiro de 2002 
  22. Ilovatte, Nathalia (26 de janeiro de 2015). «Maria Eugênia Vieira fala sobre o filme Cássia Eller: "Tenho muita saudade, mas agora é mais fácil para mim"». R7.com 
  23. «Uma decisão inédita». Istoé Gente. 14 de janeiro de 2002 
  24. da Escóssia, Fernanda (1 de novembro de 2002). «Justiça: Filho de Cássia Eller vai ficar com Eugênia» 
  25. «Galo presta homenagem a Cássia Eller». Portal Terra. 16 de março de 2002 
  26. a b «Relicário: vídeos para lembrar de Cássia Eller após 15 anos de saudades». Folhape. Consultado em 29 de dezembro de 2016 
  27. a b c d e «Laudo final do IML diz que Cássia Eller morreu de infarto». Folha de São Paulo. 31 de janeiro de 2002 
  28. [1]
  29. «Cássia Eller é enterrada ao som de seus sucessos». Folha Online. 30 de dezembro de 2001 
  30. «Começa a cerimônia de enterro de Cássia Eller». Folha de São Paulo. 30 de dezembro de 2001 
  31. «Cássia Eller é enterrada no Rio ao som de Por Enquanto». UOL. 30 de dezembro de 2001 
  32. «Médicos de Cássia Eller são denunciados por homicídio culposo». Folha Online. 30 de outubro de 2004 
  33. «Juíza rejeita denúncia contra médicos de Cássia Eller». Estadão. 24 de novembro de 2004 
  34. «Juíza rejeita denúncia contra médicos que atenderam Cássia Eller». Folha Online. 24 de novembro de 2004 
  35. «Obra é tributo a Cássia Eller». Estadão. 28 de junho de 2002 
  36. Ney, Thiago (1 de julho de 2005). «Livro revela história e segredos da cantora Cássia Eller». Folha de São Paulo 
  37. «Charlie Brown Jr. - Sobre Cássia Eller/O Dom, a Inteligência e a Voz - Ensaio TV Cultura - 2009». YouTube. 5 de março de 2017 
  38. «Charlie Brown Jr. lança 10º disco "mais entrosado que nunca"». Terra. 30 de setembro de 2009 
  39. «Nando Reis - Back In Vânia: as histórias por trás de cada verso». YouTube. 13 de fevereiro de 2018 
  40. «'Cássia Eller - O musical' estreia temporada no Rio e revela cantora curitibana no papel da famosa roqueira». Extra. 30 de maio de 2014 
  41. «Cássia Eller – O Musical». cassiaelleromusical.com.br 
  42. «Estreia: Documentário sobre Cássia Eller é cinebiografia sem filtros». G1. 28 de janeiro de 2015 
  43. «Veja as principais categorias brasileiras no Grammy Latino». Folha Online. 13 de setembro de 2000 
  44. «2002: Melhor Álbum de Rock: Acústico MTV - Cássia Eller». latingrammy.com 
  45. «Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro fica com Paralamas». Folha Online. 3 de setembro de 2003 
  46. «VMB 1995». Mundo MTV 
  47. «VMB 2001». Mundo MTV 
  48. a b c d e f «História - Prêmio da Música Brasileira». Prêmio da Música Brasileira 
  49. «Confusão marca indicações do Prêmio Sharp». Folha Online. 29 de abril de 1997 
  50. «Sharp 98 homenageia Autran e Jackson». Folha Online. 13 de maio de 1998 
  51. a b «Lágrimas na festa do Prêmio Multishow». ISTOÉ Gente. 17 de junho de 2002 
  52. a b «Veja a lista dos vencedores do Prêmio Multishow de Música». Folha Online. 6 de junho de 2002 
  53. França, Jamari (3 de julho de 2007). «Confira os indicados ao Prêmio Multishow 2007». O Globo Online 
  54. «Troféu Imprensa 2000 - Cássia Eller». YouTube 
  55. «Troféu Imprensa premia os melhores de 2001». Istoé Gente. 15 de abril de 2002 
  56. Marques, Mario (22 de setembro de 2008). «Tio e produtor de Cássia Eller conta segredos da cantora». Terra. Consultado em 6 de maio de 2015. Cópia arquivada em 6 de maio de 2015 
  57. Alexandre Sanches, Pedro (27 de março de 1998). «Cássia Eller ao vivo». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de maio de 2015 
  58. Bryan, Guilherme (10 de dezembro de 2012). «Relembre a trajetória de Cássia Eller, que faria 50 anos nesta segunda, 10». Rolling Stone. Consultado em 13 de maio de 2015 
  59. a b c «Dados Artísticos - Cássia Eller». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 29 de dezembro de 2016 
  60. a b c «Certificados». ABPD. Consultado em 1 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2015 
  61. Ferreira, Mauro (23 de agosto de 2019). «Veneno vivo de Cássia Eller, antídoto para encarar o Brasil de 2019, é aplicado em dose integral». G1 
  62. «Cássia Eller». brasilmusik.de 
Bibliografia
  • LANDI, Ana Cláudia; BELO, Eduardo. Apenas uma Garotinha: a História de Cássia Eller. Edição 1. São Paulo: Planeta, 2005. ISBN 85-89885-52-6
  • AMARAL, Beatriz H.R. Cássia Eller: Canção na Voz do Fogo. Edição 1. São Paulo: Escrituras, 2002. ISBN 85-7531-048-8

Ligações externasEditar