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Paulo Roberto Nunes Guedes

economista e ministro brasileiro
Disambig grey.svg Nota: "Paulo Guedes" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Paulo Guedes (desambiguação).
Paulo Guedes
Ministro da Economia do Brasil
Período 1 de janeiro de 2019
até atualidade
Presidente Jair Bolsonaro
Antecessor cargo criado
Dados pessoais
Nascimento 24 de agosto de 1949 (69 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade de Chicago
Ocupação economista

Paulo Roberto Nunes Guedes (Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1949) é um economista brasileiro. É o atual ministro da Economia do Brasil.[1]

Mestre e doutor pela Universidade de Chicago, foi professor da PUC-Rio e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). É um dos fundadores do Banco Pactual e de vários fundos de investimentos e empresas. Foi um dos fundadores do Ibmec,[2] criado para ser um instituto de pesquisas sobre o mercado financeiro. Foi também um dos fundadores do think tank liberal Instituto Millenium.

Guedes foi anunciado pelo então presidente eleito Jair Bolsonaro como titular do Ministério da Economia, criado mediante a fusão dos ministérios da Fazenda, do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, da Indústria, Comércio Exterior e Serviços[3] e parte do Ministério do Trabalho como políticas de emprego.

Índice

Carreira

Nascido no Rio de Janeiro, Paulo Guedes é filho de uma servidora do Instituto de Resseguros do Brasil e de um vendedor de material escolar, aposentados, e possui um irmão caçula, Gustavo Henrique Nunes Guedes.[4][5] Estudou no Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) entre 1961 e 1967. Naquele período, Guedes morou com a família no Bairro Barroca, na capital mineira, onde passou a infância e a juventude.[6] Graduou-se na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais e realizou mestrado na Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 1974, ingressou no Departamento de Economia da Universidade de Chicago, com auxílio de bolsa do CNPQ. Por não ter tido sua pós-graduação brasileira reconhecida, obteve novo mestrado antes de ingressar no programa de doutoramento, concluído em 1978,[7] numa instituição referência do pensamento econômico (considerada entre as tradicionais 10 melhores do mundo [8], frequentemente caracterizada por jornais latino americanos de liberal).[9][10][11][12][13]

Também atuou como docente em regime parcial[7][14] na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na FGV e no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) no Rio de Janeiro. Durante a ditadura militar chilena, aceitou um cadeira de docência em tempo integral Universidade do Chile,[7][14] então sob intervenção militar.[5] Segundo o jornalista chileno Cristián Bofill, "quando Guedes voltou de Chicago para o Brasil com seu doutorado, sentiu-se marginalizado. Os economistas que tinham a hegemonia naquele momento não lhe deram nem as posições acadêmicas nem os cargos no governo que ele sentia que merecia. Então, nos anos oitenta vem para o Chile, onde é recrutado por Selume [ex-diretor de Orçamento do regime de Pinochet, que então dirigia a Faculdade de Economia e Negócios da Universidade do Chile]. Queria conhecer em primeira mão as reformas que os Chicago boys estavam promovendo no país."[15]

Guedes diz pretender fazer no Brasil as reformas que foram feitas no Chile de Pinochet: banco central independente, câmbio flutuante, equilíbrio fiscal e o regime de capitalização da previdência.[16]

Foi diretor-técnico, sócio e docente do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC) na década de 1980, onde atuou por dezesseis anos.[5][17]

Em 1983, foi um dos quatro fundadores do Banco Pactual, onde atuou como chefe executivo e chefe estrategista. Ao deixar o Banco, montou junto com outro ex-Pactual, André Jakurski, a gestora de recursos JGP Nextar Fund,[18][5] onde era um dos responsáveis pela supervisão da gestão do Fundo JGP Hedge e pela estratégia das operações. Também tornou-se membro do conselho diretor da PDG Realty S.A Empreendimentos e Participações, da Abril Educação S.A.[carece de fontes?] e da Localiza Rent a Car S.A.[19] Também foi sócio-fundador do grupo financeiro BR Investimentos, que viria a ser da Bozano Investimentos, também sob seu controle.[5]

Foi também um dos fundadores do Instituto Millenium, um think tank liberal brasileiro, que promove valores e princípios que garantem uma sociedade livre, como liberdade individual, direito de propriedade, economia de mercado, democracia representativa, Estado de Direito e limites institucionais à ação do governo. [20][21][22][23]

Tem atuado como colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo e das revistas Época e Exame, abordando temas ligados ao mercado de capitais e gestão de recursos. Também publica artigos regularmente no site do Instituto Millenium.[24] Em sua coluna no jornal O Globo, Guedes tem sido um crítico do atual cenário político brasileira, destacando a Operação Lava Jato como referência no combate a corrupção.[25][26]

Indicação para o Ministério da Fazenda

 
Guedes durante a cerimônia de transmissão do cargo do Ministro da Economia.
 
Bolsonaro com Guedes em reunião.
 
Coletiva de imprensa com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
 
Execução do Hino Nacional durante a apresentação da 2ª fase da campanha publicitária da Nova Previdência.
 
Paulo Guedes em audiência pública sobre a reforma da Previdência, na CCJC da Câmara (3 de abril de 2019).

Em novembro de 2017, Guedes foi anunciado pelo pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, como sua escolha para Ministro da Fazenda num eventual governo. Apesar de ter incentivado a candidatura de Luciano Huck[27], Guedes se viu em posição de aliar-se a Bolsonaro após desistência do apresentador. O nome do economista foi bem recebido por uma parcela da mídia, bem como por investidores e banqueiros, em razão de suas posições ultraliberais.[5] Na ocasião, a Bolsa de Valores, que havia começado o pregão em queda, subiu, embora o anúncio tenha sido visto, por uma parte da mídia e dos críticos de Bolsonaro, como um subterfúgio do pré-candidato para contornar sua imagem de corporativista, militarista e antiliberal.[28][29]

O economista jamais foi filiado a qualquer partido, e a sua única atuação na política foi quando participou da elaboração do plano de governo do ex-ministro Guilherme Afif Domingos, quando este se candidatou a presidente da República, nas eleições de 1989.[30][31][32][33][34][35]

Propostas

Embora muito ativo e experiente nos jogos do mercado financeiro, Guedes jamais exerceu função pública. Suas primeiras declarações acerca de suas intenções com respeito à política econômica, foram recebidas com ceticismo por economistas e analistas financeiros, além de causar certo embaraço à própria equipe de transição para o governo Bolsonaro.[16][36] Em sua coluna do jornal O Globo, a jornalista Míriam Leitão observou: "Ao longo da vida pública, o deputado Jair Bolsonaro votou contra todas as propostas de privatização, quebra de monopólio, previdência e até o Plano Real. Votou a favor de privilégios de parlamentares e entrou na carreira política em defesa do soldo de militares e policiais. Nada que nem remotamente lembre a pregação liberal de Paulo Guedes em toda a sua carreira de economista e empreendedor."[29][37]

Guedes propôs a reestruturação da área econômica, com dois organismos principais, o Ministério de Economia e o Banco Central, formal e politicamente independentes. Geralmente considerado como um ultraliberal no campo econômico,[5][38][39] ele tem sido defensor da privatização das estatais brasileiras, da reforma tributária e da reforma da previdência. Quanto à reforma da previdência, prevê a mudança do sistema atual de repartição (o pagamento dos aposentados é feito pelos trabalhadores ativos) pelo modelo de contas individuais de capitalização (cada trabalhador contribuirá durante a vida para sustentar seu benefício previdenciário), o que fez surgir as primeiras críticas. Segundo analistas do mercado, essa proposta de reforma radical da Previdência é suspeita, pois fala-se de capitalização, sem deixar claro como seria feita essa transição. Segundo um analista de uma consultoria de risco, "Guedes diz que pagaria o custo com as privatizações, mas o processo de privatização é longo, então isso não está claro".[16]

Quanto ao "amplo programa de privatizações", que aparece no plano de governo de Bolsonaro, sem especificar quantas ou quais das 147 empresas da União seriam vendidas, também há desconfiança. O objetivo seria utilizar todos os recursos obtidos com as privatizações para pagar a dívida pública.[16] Já o plano de reforma tributária esboçado por Guedes, prevê a simplificação e unificação de tributos federais e a descentralização e municipalização de impostos. O economista chegou a afirmar que pretendia recriar um imposto nos moldes da CPMF, o que não agradou ao mercado: a ideia era a substituição do PIS, COFINS, IPI, IOF e outros - que, somados, representam 30 a 40 por cento do custo dos produtos industrializados - por um imposto único de aproximadamente 0,5% aplicado sobre as movimentações financeiras.[40]

Além disso, Paulo Guedes propôs isenção do IRPF para quem tem renda de até cinco salários mínimos e uma alíquota única de 20 por cento no Imposto de Renda Pessoa Física (IR), tanto para pessoas físicas como para pessoas jurídicas, gerando uma redução do imposto para as faixas de maior renda.[37][41][42] Ainda acenou com a possibilidade de eliminar a contribuição patronal para a Previdência Social (atualmente 20% sobre a folha de salários). Defende também diminuir a tributação dos lucros de empresas (IRPJ e CSLL, sendo que, atualmente, a alíquota incidente é de 34%: 25% de IRPJ + 9% de CSLL. A ideia de Guedes seria reduzir essa alíquota de 34% para 15% e, em contrapartida, taxar em 15% as retiradas de lucros dos sócios, com o intuito de estimular o reinvestimento dos lucros. Todavia, tendo em vista o déficit fiscal do Brasil, muitos analistas consideram que qualquer redução de impostos seja totalmente impraticável. Aos poucos, essas propostas foram sumindo do noticiário. Nas palavras de um executivo do setor financeiro, "ele foi fazendo cálculos e viu que em vez de diminuir, tinha era que aumentar impostos, porque a conta não fechava. Parece fazer declarações sem ver números básicos de economia". Assim, apesar de ter feito fortuna no mercado financeiro, especialmente nos planos dos governos Collor e FHC [43], alguns suspeitam que, em termos de condução da política econômica, Guedes seja "tão neófito quanto Bolsonaro".[16]

Controvérsias

Investigação sobre gestão fraudulenta

Em 2 de outubro de 2018, o Ministério Público Federal (MP) decidiu iniciar uma investigação preliminar acerca de suspeitas de fraude na gestão de fundos de investimentos administrados por Guedes. Desde 2009, esses fundos de investimento receberam aportes no valor de R$1 bilhão de reais, oriundos de fundos de pensão de empresas estatais brasileiras (destacando-se os fundos: Previ, do Banco do Brasil; Petros, da Petrobras; Funcef, da Caixa Econômica Federal, e Postalis, dos Correios) que estão sob investigação de forças-tarefa da Polícia Federal, dentre as quais a Operação Greenfield, cujo foco são as aplicações na modalidade Fundo de Investimento em Participações, FIP.[44][45][46]

Segundo o MP, depois de receber os recursos dos fundos de pensão, o Fundo BR Educacional, administrado por Guedes, investiu o dinheiro de seus cotistas em apenas uma empresa, a HSM Educacional S/A, também controlada por ele. Com os recursos oriundos dos fundos de pensão, a HSM Educacional comprou 100% do capital de outra empresa criada por Paulo Guedes, a HSM do Brasil S/A. Chamou a atenção dos investigadores o ágio de R$ 16,5 milhões pago pelas ações da HSM do Brasil. Depois disso, a HSM do Brasil S/A passou a apresentar prejuízos recorrentes. Segundo o Ministério Público, os fundos de pensão de estatais que aplicaram em dois fundos de investimento controlados por Paulo Guedes teriam perdido R$ 200 milhões.[47] Em dezembro de 2018, a pedido do Ministério Público, foi instaurado inquérito pela Polícia Federal.[48]

Guedes negou as acusações, dizendo que a denúncia foi feita para confundir eleitor.[49]

Ver também

Referências

  1. Quem é Paulo Guedes, o novo ministro da Economia do Brasil. Por Anaís Motta. Portal iG, 8 de fevereiro de 2019.
  2. Após mais de uma década, Ibmec volta a São Paulo. Por Joana Cunha. Folha de S. Paulo, 16 de fevereiro de 2017.
  3. «Ministério da Economia unificará Fazenda, Planejamento e Indústria, diz Paulo Guedes». G1 
  4. «Fundo ligado a Paulo Guedes lucrou R$ 590 mil com informação privilegiada». UOL Eleições 2018. Consultado em 3 de janeiro de 2019 
  5. a b c d e f g Gaspar, Malu (setembro de 2018). «O fiador». revista piauí. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  6. Ayer, Flávia (16 de dezembro de 2018). «Contemporâneos de Paulo Guedes em BH o classificam como avesso à política e bom de bola». em.com.br. Consultado em 13 de maio de 2018 
  7. a b c Mena, Fernanda (9 de outubro de 2018). «Economista de Bolsonaro, Paulo Guedes viveu mudança radical em Chicago». Folha de S.Paulo: A26. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  8. «Economics & Econometrics». Top Universities (em inglês). 2 de março de 2017. Consultado em 17 de fevereiro de 2019 
  9. 'Chicago Boys' mostra o neoliberalismo e sua gênese na América Latina. Por Luiz Zanin Oricchio. O Estado de S. Paulo, 12 de abril de 2016.
  10. Escola de Chicago floresce no autoritarismo. Esse estranho vínculo entre os modelos autoritários e o ultraliberalismo pode se repetir no Brasil. Por Joaquín Estefanía. El País, 26 de outubro de 2018.
  11. «Nobel Laureates». The University of Chicago (em inglês). Consultado em 15 de outubro de 2018 
  12. Nasar, Sylvia (4 de novembro de 1993). «Nobels Pile Up for Chicago, but Is the Glory Gone?». The New York Times (em inglês). Consultado em 15 de outubro de 2018 
  13. DOE-RJ (31 de março de 2014). «BR Investimentos LTDA» 
  14. a b Oliveira, Joana (9 de outubro de 2018). «Plano econômico de Paulo Guedes, guru de Bolsonaro, depende de uma 'bala de prata' para funcionar». El País. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  15. O laço de Paulo Guedes com os ‘Chicago boys’ do Chile de Pinochet. Por Rocío Montes. El País, 31 de outubro de 2018.
  16. a b c d e Plano econômico de Paulo Guedes, guru de Bolsonaro, depende de uma ‘bala de prata’ para funcionar. El País, 9 de outubro de 2018.
  17. «Origens do IBMEC e o Desenvolvimento do Mercado de Capitais» (PDF). p. 94 Capítulo 10 – Depoimento de Paulo Guedes. Cópia arquivada (PDF) em 5 de fevereiro de 2019 
  18. Leandro Prazeres (18 de outubro de 2018). «Fundo ligado a Paulo Guedes lucrou R$ 590 mil com informação privilegiada». UOL Eleições. Consultado em 6 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 3 de janeiro de 2019 
  19. Lara Rizério (27 de novembro de 2017). «Quem é Paulo Guedes, o ministro da Fazenda se Bolsonaro for presidente». InfoMoney. Consultado em 6 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 7 de janeiro de 2019 
  20. https://www.institutomillenium.org.br/institucional/quem-somos/
  21. Silveira, Luciana Fabricação de ideias, produção de consenso: estudo de caso do Instituto Millenium. Campinas: Unicamp, 2013.
  22. https://exame.abril.com.br/blog/instituto-millenium/
  23. https://www.facebook.com/imillenium
  24. «Paulo Guedes - Instituto Millenium». institutomillenium.org.br. Consultado em 18 de abril de 2018 
  25. Rizério, Lara (26 de novembro de 2017). «Quem é Paulo Guedes, o possível ministro da Fazenda se Bolsonaro for presidente». infomoney.com.br. Consultado em 18 de abril de 2018 
  26. Pierry, Flávia (26 de fevereiro de 2018). «'Privatiza tudo': Quem é e o que pensa o 'guru' de Bolsonaro para a economia». Brasília: Gazeta do Povo 
  27. https://piaui.folha.uol.com.br/o-outro-candidato-na-vida-do-posto-ipiranga/
  28. Como deputado, Bolsonaro defende privilégios e eleva gasto público. Análise de votos em 27 anos no Congresso mostra prática oposta a discurso liberal de campanha. Por Raquel Landim e Flavia Lima. Folha de S. Paulo, 21 de setembro de 2018.
  29. a b PSL: o liberal e o capitão. Por Míriam Leitão. O Globo, 25 de agosto de 2018.
  30. «Paulo Guedes, o liberal do militar». veja.abril.com.br. 2 de dezembro de 2017 
  31. Estadão Conteúdo (12 de fevereiro de 2018). «Economista propõe Plano Liberal para Bolsonaro». epocanegocios.globo.com. Consultado em 18 de abril de 2018 
  32. Bloomberg (2 de abril de 2018). «"Chicago Boy" ajuda a acalmar banqueiros receosos com Jair Bolsonaro». infomoney.com.br. Consultado em 18 de abril de 2018 
  33. Caleiro, João Pedro (30 de janeiro de 2018). «Paulo Guedes critica "patrulhamento" por conversar com Bolsonaro». exame.com.br 
  34. Scalzaretto, Natália (27 de novembro de 2017). «Bolsonaro diz que negocia com Paulo Guedes para economista ser ministro da Fazenda em eventual governo». Reuters BR. Consultado em 18 de abril de 2018 
  35. Fraga, Domingos (27 de novembro de 2017). «Bolsa sobe com anúncio de Paulo Guedes para Ministro da Fazenda de Bolsonaro». noticias.r7.com 
  36. Bolsonaro e aliados correm para entender e explicar 'nova CPMF' de Paulo Guedes. Por Guilherme Seto e Talita Fernandes. Folha de S. Paulo, 19 de setembro de 2018.
  37. a b Proposta sobre imposto gera crise na campanha de Bolsonaro. Candidato do PSL é obrigado a desmentir guru econômico sobre criação de tributo. Por Eduardo Bresciani, Marcello Corrêa, Gustavo Schmitt, Silvia Amorim, Luís Lima e Sérgio Roxo. O Globo, 20 de setembro de 2018.
  38. Economista de Bolsonaro, Paulo Guedes viveu mudança radical em Chicago. Economista entrou na universidade americana como keynesiano e saiu ultraliberal. Por Fernanda Mena. Folha de S. Paulo, 9 de outubro de 2018.
  39. Bolsonaro presidente: Investidor ultraliberal, polemista e investigado: as faces de Paulo Guedes, guru econômico de Jair Bolsonaro. Por Luiz Antônio Araujo. BBC Brasil, 29 outubro 2018.
  40. «Paulo Guedes nega proposta de 'nova CPMF', mas estuda tributação única sobre transações financeiras». O Globo. 19 de setembro de 2018 
  41. «Mudança no imposto de renda que planeja economista de Bolsonaro pode agravar a desigualdade e a crise». El País. Consultado em 26 de outubro de 2018 
  42. «Bolsonaro defende isenção de IR para até 5 salários mínimos e diz que não fará indicações políticas em ministérios». G1 
  43. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/11/planos-economicos-fizeram-fortuna-de-superministro-paulo-guedes.shtml
  44. Fundos de Investimento em Participações (FIP). B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão.
  45. «MPF apura se economista da campanha de Bolsonaro cometeu irregularidades na gestão de fundos de investimento». G1. 10 de outubro de 2018. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  46. Brooks, Brad; Brito, Ricardo (15 de outubro de 2018). «Economic guru for Brazil's presidential front-runner faces fraud probe». Reuters (em inglês). Consultado em 15 de outubro de 2018 
  47. Procuradoria adia depoimento de Paulo Guedes após pedido da defesa. Futuro ministro da Economia é alvo de inquérito que apura se ele causou prejuízos a fundos de pensão. Por Mariana Oliveira. G1, 4 de dezembro de 2018.
  48. PF abre inquérito para investigar elo de Paulo Guedes com suspeitas em fundos de pensão. Por Vladimir Netto. G1, 1º de dezembro de 2018.
  49. Fabrini, Fábio (10 de Outubro de 2018). «Paulo Guedes nega fraudes e diz que investigação é para confundir eleitor». Folha de S. Paulo. Consultado em 11 de outubro de 2018 

Ligações externas