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Pedro Fernandes Neto
Pedro Fernandes em 2017.
Secretário Estadual de Educação do Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 2019
até a atualidade
Governador Wilson Witzel
Antecessor Wagner Victer
Sucessor -
Deputado estadual do Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 2007
até 31 de dezembro de 2018
Secretário Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro
Período 6 de outubro de 2017[1]
até 2 de abril de 2018[2]
Prefeito Marcelo Crivella
Antecessor Leda de Azevedo
Sucessor João Mendes de Jesus
Secretário Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social do Rio de Janeiro
Período 3 de fevereiro de 2017[3]
até 31 de julho de 2017[4]
Governador Luiz Fernando Pezão
Antecessor Gustavo Reis Ferreira
Sucessor Gustavo Reis Ferreira
Secretário Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro
Período 12 de janeiro de 2017[5]
até 3 de fevereiro de 2017[3]
Governador Luiz Fernando Pezão
Antecessor João Marcos Borges Mattos
Sucessor -
Período 3 de fevereiro de 2014[6]
até 4 de abril de 2014[7]
Governador Sérgio Cabral Filho
Antecessor Zaqueu Teixeira
Sucessor João Carlos Mariano Santana Costa
Secretário Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro
Período 2 de abril de 2008[8]
até 4 de junho de 2008[9]
Prefeito Cesar Maia
Antecessor Rosa Fernandes
Sucessor David Beserra Lessa
Dados pessoais
Nome completo Pedro Henrique Fernandes da Silva
Nascimento 22 de abril de 1983 (36 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Rosa Maria Orlando Fernandes
Pai: José Ubirajara Moreira da Silva
Cônjuge Heloise Armada Fernandes
Partido Sem filiação atualmente
Anteriores:
PFL
MDB
SD
PDT
Profissão Dentista
Político
Website [1]

Pedro Henrique Fernandes da Silva, mais conhecido como Pedro Fernandes ou Pedro Fernandes Neto (Rio de Janeiro, 22 de abril de 1983), é um dentista e político brasileiro. É filho da vereadora carioca Rosa Fernandes e neto do ex-deputado estadual Pedro Fernandes Filho. Atualmente sem filiação partidária, Pedro Fernandes é titular da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) desde janeiro de 2019.[10] O político já foi filiado aos seguintes partidos políticos: Partido da Frente Liberal (PFL); Movimento Democrático Brasileiro (MDB); Solidariedade (SD); e Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Professor universitário e graduado em Odontologia, Pedro Fernandes fez MBA na Fundação Getulio Vargas, pós-graduação em políticas públicas no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) e cursos de extensão nas seguintes universidades estrangeiras: Harvard (EUA), Salamanca (ESP) e George Washington (EUA).[11] Atualmente é doutorando em Gestão pela FGV, cujo curso é realizado em parceria com a ESC Rennes.[12]

Antes de exercer cargos eletivos, Pedro Fernandes foi assessor parlamentar e subprefeito do Grande Irajá e Penha.[11] Entre 2007 e 2018, Pedro foi deputado estadual pelo estado do Rio de Janeiro. O político também teve passagens por diversas secretarias tanto do Governo do Estado do Rio de Janeiro quanto da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em 2008, foi candidato a vice-prefeito do Rio de Janeiro na chapa de Solange Amaral.[13] Já em 2018, Fernandes foi candidato a governador do Rio de Janeiro pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT).[14]

Índice

Vida pessoalEditar

Pedro Fernandes Neto é filho de Rosa Maria Orlando Fernandes, vereadora do município do Rio de Janeiro, e de José Ubirajara Moreira da Silva, falecido em 2018 devido a um acidente aéreo. No dia 27 de julho de 2018, a aeronave que José Ubirajara pilotava desapareceu quando sobrevoava o mar entre os municípios catarinenses de Itapema e de Navegantes. No dia seguinte ao incidente, alguns pertences o piloto foram localizados.[15] O corpo da vítima foi encontrado somente na tarde do dia 18 de agosto de 2018 a 10 km da costa de Itajaí (SC).[16]

Carreira políticaEditar

9ª Legislatura da Alerj (2007–2011)Editar

Nas eleições de 2006, Pedro Fernandes Neto, como candidato pelo Partido da Frente Liberal (PFL), recebeu 68.812 votos e foi eleito para exercer o cargo de deputado estadual na 9ª legislatura (2007–2011) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).[17]

Em junho de 2008, Pedro Fernandes foi escolhido como candidato a vice-prefeito do Rio de Janeiro na chapa de Solange Amaral, candidata a prefeita pelo Democratas (DEM) nas eleições daquele ano.[13] No 1º turno das eleições municipais de 2008, realizado no dia 5 de outubro, Solange obteve 128.596 votos (3,92% do total de votos válidos), ficando de fora do 2º turno.[18] Anteriormente, o político havia sido titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do município do Rio de Janeiro entre abril e junho de 2008, durante a gestão do prefeito Cesar Maia.[8][9]

Em seu primeiro mandato como deputado estadual, Pedro foi autor de três leis estaduais: a Lei 5038/07, que obriga hospitais, unidades médicas de atendimento emergencial e laboratórios da rede privada de saúde a se adaptarem ao atendimento de obesos mórbidos graves;[19] a Lei 5330/08, feita em conjunto com outros cinco deputados estaduais, que estabelece a obrigatoriedade da inclusão do CPF ou do CNPJ do consumidor nas contas de água e esgoto;[20] e a Lei 5390/09, elaborada por Pedro e pelo deputado estadual Chiquinho da Mangueira, que dispõe sobre a fabricação, a comercialização, a estocagem e a queima de fogos de artifício no estado do Rio de Janeiro.[21]

10ª Legislatura da Alerj (2011–2015)Editar

 
Pedro Fernandes em 2011.

Nas eleições de 2010, Pedro foi reeleito deputado estadual para a 10ª legislatura (2011–2015) da Alerj. Na ocasião, como candidato pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), obteve 69.571 votos.[22]

Em 3 de fevereiro de 2014, Pedro Fernandes Neto foi nomeado titular da Secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) pelo então governador Sérgio Cabral em substituição ao deputado estadual Zaqueu Teixeira.[6] O político ocupou a pasta até o dia 4 de abril de 2014, quando foi exonerado devido à proximidade das eleições de 2014.[7]

11ª Legislatura da Alerj (2015–2019)Editar

Nas eleições de 2014, o político foi novamente reeleito deputado estadual para a 11ª legislatura (2015–2019) da Alerj. Dessa vez como candidato pelo Solidariedade, Pedro teve 75.366 votos.[23]

No dia 22 de fevereiro de 2016, o deputado estadual Pedro Fernandes Neto encontrou, durante inspeção na Central Geral de Abastecimento (CGA) da Secretaria de Estado de Saúde, responsável pelo armazenamento, pela logística e pela distribuição de medicamentos e de materiais médico-cirúrgicos para unidades de saúde do Rio de Janeiro, mais de 300 toneladas de medicamentos e materiais hospitalares fora da validade. O consórcio LogRio, composto pelas empresas Facility e Prol e responsável pela CGA na época, alegou que emitia relatórios periodicamente para a Secretaria de Saúde comunicando a proximidade do vencimento dos materiais.[24] Em 2018, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) ajuizou uma ação civil pública para apurar a prática de corrupção relacionada ao desperdício de toneladas de medicamentos. Vinte pessoas, incluindo Sérgio Côrtes e Sérgio Cabral, são alvos do processo, que irá apurar as responsabilidades civil e penal relacionadas ao caso. Segundo Cesar Romero, ex-subsecretário de Saúde, as empresas que assumiram a gestão da CGA, Facility e Prol, ambas do empresário Arthur Soares, não tinham qualquer experiência em logística de saúde.[25]

No dia 12 de janeiro de 2017, Pedro Fernandes foi nomeado pelo governador fluminense Luiz Fernando Pezão como titular da Secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), cargo que havia ocupado anteriormente no início de 2014.[5] Menos de um mês depois, o político foi remanejado para a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social (SECTIDS), onde ficou até julho.[3][4] O motivo da exoneração de Pedro da SECTIDS, que pediu demissão do cargo de secretário, fora o atraso no pagamento de servidores da secretaria na época.[26]

Em 6 de outubro de 2017, Pedro Fernandes assumiu a chefia da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH) do município do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o dia 2 de abril de 2018, quando foi exonerado devido à proximidade do fim do prazo de desincompatibilização de cargos para quem pretendia concorrer nas eleições de 2018.[1][2]

Candidatura ao governo do Rio de Janeiro em 2018Editar

No dia 8 de dezembro de 2017, Pedro Fernandes publicou um vídeo em sua página pessoal no Facebook onde anunciava sua intenção de disputar o cargo de governador do Rio de Janeiro na eleição do ano seguinte.[27] Em 19 de fevereiro de 2018, o então deputado estadual foi anunciado como pré-candidato a governador pelo Partido Humanista da Solidariedade (PHS).[28] No entanto, devido à intervenção da executiva nacional do PHS no diretório regional do partido, a ideia de lançar a candidatura de Pedro Fernandes pela legenda foi deixada de lado.[29] Na janela de trocas partidárias de 2018, o político optou por sair do MDB e filiou-se no dia 28 de março ao Partido Democrático Trabalhista (PDT).[30]

Em 8 de maio de 2018, Pedro Fernandes foi lançado pelo PDT como pré-candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro nas eleições daquele ano. O evento de lançamento ocorreu em um clube de Olaria e contou com a presença de Ciro Gomes e de Carlos Lupi.[31]

No dia 3 de agosto de 2018, durante a convenção estadual do PDT, a candidatura de Pedro Fernandes a governador pela legenda foi oficializada.[14] Três dias depois, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) indicou o deputado estadual Dr. Julianelli para ser o candidato a vice-governador da chapa de Pedro. A aliança regional entre PDT e PSB no Rio de Janeiro beneficiou o candidato à presidência Ciro Gomes, que teve mais inserções em programas eleitorais na TV e na rádio no estado.[32]

No 1º turno, Pedro Fernandes obteve 466.954 votos (6,11% do total de votos válidos), ficando de fora do segundo turno e não se elegendo ao cargo disputado.[33] Para o 2º turno, o PDT declarou apoio à candidatura de Eduardo Paes (DEM), mas Fernandes optou por apoiar o outro candidato da situação, Wilson Witzel (PSC), alegando que o ex-juiz federal mudaria o modelo político que vinha dominando o estado há décadas.[34] O apoio de Pedro a Witzel recebeu críticas de membros do PDT, resultando na posterior desfiliação do político da legenda.[35]

Secretaria de Estado de Educação (2019–atualidade)Editar

No dia 21 de dezembro de 2018, Pedro Fernandes foi anunciado pelo governador fluminense eleito Wilson Witzel (PSC) como titular da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) a partir de 2019. Pedro havia apoiado Wilzel no 2º turno das eleições de 2018 e participado da transição de governo após as eleições.[36] No mesmo dia, foram anunciados os nomes de Eduardo Lopes (PRB) e de Felipe Bornier (PROS) para a chefia da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA) e da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (SEELJE), respectivamente.[12] A nomeação de Pedro Fernandes para a SEEDUC foi publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ) do dia 1º de janeiro de 2019, embora a cerimônia de posse dos secretários da nova gestão estadual tenha sido realizada no dia seguinte.[37][38][10]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b Magalhães, Luiz (6 de outubro de 2017). «Crivella faz mudanças no secretariado». O Globo. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  2. a b Macedo, Aline; Seara, Berenice (2 de abril de 2018). «Pedro Fernandes é exonerado da Secretaria de Assistência Social». Extra. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  3. a b c Barreira, Gabriel (6 de fevereiro de 2017). «Pezão promove mudanças em secretarias do RJ». G1. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  4. a b «DOERJ 1/08/2017 - Pg. 1 - Poder executivo | Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  5. a b «DOERJ 13/01/2017 - Pg. 2 - Poder executivo | Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  6. a b «DOERJ 4/02/2014 - Pg. 1 - Poder executivo | Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  7. a b «Governo do estado e Prefeitura do Rio mudam 18 secretários; veja lista». G1. 8 de abril de 2014. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  8. a b «Eleições provocam mudanças no secretariado do Rio». Terra. 3 de abril de 2008. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  9. a b «Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro - Poder Executivo • Ano XXII • Nº 50 • Quinta-feira, 5 de junho de 2008 • R$ 0,90» (PDF). Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. p. 3. Consultado em 22 de agosto de 2018 
  10. a b «Witzel comanda transmissão de cargo a secretários do RJ». G1. 2 de janeiro de 2019. Consultado em 3 de janeiro de 2019 
  11. a b «DEPUTADO Pedro Fernandes». Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Consultado em 31 de agosto de 2018 
  12. a b Cappelli, Paulo (21 de dezembro de 2018). «Com últimos três nomes anunciados nesta sexta, Witzel supera número de secretários de Pezão». O Globo. Consultado em 23 de dezembro de 2018 
  13. a b «Deputado Pedro Fernandes será o vice na chapa de Solange Amaral». O Globo. 8 de junho de 2008. Consultado em 31 de agosto de 2018 
  14. a b Alves, Raoni (3 de agosto de 2018). «PDT confirma candidatura de Pedro Fernandes ao governo do RJ». G1. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  15. «Bombeiros encontram mochila de pai de deputado do Rio que pilotava avião e desapareceu no Litoral de SC». G1. 28 de julho de 2018. Consultado em 31 de agosto de 2018 
  16. «Corpo do pai de Pedro Fernandes é achado». O Dia. 18 de agosto de 2018. Consultado em 31 de agosto de 2018 
  17. «Folha Online - Especial - 2006 - Eleições - Apuração - Rio de Janeiro - Deputado Estadual». Folha de S.Paulo. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  18. «Eleições 2008 - Capitais - Rio de Janeiro - Votos Válidos». clicRBS. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  19. «Lei 5038/07 | Lei nº 5038, de 06 de junho de 2007, Governo do Estado do Rio de Janeiro». Jusbrasil. Consultado em 19 de setembro de 2018 
  20. «Lei 5330/08 | Lei nº 5330, de 18 de novembro de 2008, Governo do Estado do Rio de Janeiro». Jusbrasil. Consultado em 19 de setembro de 2018 
  21. «Lei 5390/09 | Lei nº 5390, de 19 de fevereiro de 2009, Governo do Estado do Rio de Janeiro». Jusbrasil. Consultado em 19 de setembro de 2018 
  22. «Confira lista dos 70 deputados estaduais do Rio de Janeiro». Portal SRZD. 4 de outubro de 2010. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  23. «Senador e deputados federais/estaduais eleitos: Apuração e resultado das Eleições 2014 RJ (Fonte: TSE) - UOL Eleições 2014». UOL. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  24. «Mais de 300 toneladas de medicamentos vencidos são encontrados em depósito do governo estadual». O Globo. 22 de fevereiro de 2016. Consultado em 4 de abril de 2018 
  25. Otavio, Chico; Biasetto, Daniel (25 de fevereiro de 2018). «MP-RJ acusa Cabral de corrupção em esquema que deixou toneladas de remédios vencerem». O Globo. Consultado em 4 de abril de 2018 
  26. Abdala, Vitor (11 de julho de 2017). «Secretário pede demissão por causa dos atrasos no pagamento de servidores do Rio». Agência Brasil. Consultado em 31 de agosto de 2018 
  27. «Informe: lançamento de candidatura de Pedro Fernandes surpreende colegas». O Dia. 9 de dezembro de 2018. Consultado em 31 de maio de 2018 
  28. «PHS anuncia seu pré-candidato a governador». PHS-RJ. 20 de fevereiro de 2018. Consultado em 31 de maio de 2018 
  29. Cappelli, Paulo (28 de fevereiro de 2018). «General Braga Netto será convidado a ir à ALERJ prestar esclarecimentos». O Dia. Consultado em 31 de maio de 2018 
  30. Theophilo, Jan (29 de março de 2018). «Haja chumbinho». Jornal do Brasil. Consultado em 27 de julho de 2018 
  31. «Quatro partidos têm pré-candidatos ao Governo do RJ; veja lista». G1. 9 de maio de 2018. Consultado em 31 de maio de 2018 
  32. Moura, Athos (6 de agosto de 2018). «No Rio, PSB indica vice na chapa do PDT para beneficiar Ciro». O Globo. Consultado em 30 de agosto de 2018 
  33. «Wilson Witzel (PSC) e Eduardo Paes (DEM) disputam 2º turno no Rio de Janeiro». Gazeta do Povo. 7 de outubro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018 
  34. «PDT-RJ declara apoio à candidatura de Paes; Pedro Fernandes fecha com Witzel». Jornal do Brasil. 15 de outubro de 2018. Consultado em 23 de dezembro de 2018 
  35. Macedo, Aline (15 de outubro de 2018). «Apoio de Pedro Fernandes (PDT) a Witzel é 'puro eleitoralismo', diz Carlos Lupi». Extra. Consultado em 23 de dezembro de 2018 
  36. Bruno, Cássio (19 de dezembro de 2018). «Pedro Fernandes será confirmado por Witzel o novo secretário de Educação». O Dia. Consultado em 19 de dezembro de 2018 
  37. «DOERJ 1/01/2019 - Pg. 7 - Poder executivo | Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro | Diários Jusbrasil». Jusbrasil. Consultado em 3 de janeiro de 2019 
  38. Cardoso, Lucas (2 de janeiro de 2019). «Novos secretários de Wilson Witzel assumem nesta quarta-feira». O Dia. Consultado em 3 de janeiro de 2019 

Ligações externasEditar