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Partido Republicano da Ordem Social

partido político brasileiro
(Redirecionado de PROS)
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Partido Republicano da Ordem Social
Número eleitoral 90
Presidente Eurípedes de Macedo Júnior
Fundação 4 de janeiro de 2010 (9 anos)
Registro 24 de setembro de 2013 (5 anos)[1]
Sede Brasília
Ideologia Republicanismo
Espectro político Centro-esquerda[2][3]
Membros  (2017) 97 392 filiados[4]
Deputados federais (2018)[5]
10 / 513
Senadores (2018)
3 / 81
Deputados estaduais (2018)[6]
20 / 1 024
Cores      Azul

     Laranja

Página oficial
pros.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Republicano da Ordem Social (PROS) é um partido político do Brasil fundado em 4 de janeiro de 2010, mas que obteve seu registro definitivo pelo TSE apenas em 24 de setembro de 2013.[7][8] Seu número eleitoral é o 90 e suas cores são o azul e o laranja.[9] O atual presidente do PROS é Eurípedes Júnior[8] No início de outubro de 2013 anunciou-se que o então governador do Ceará, Cid Gomes e seu irmão, Ciro Gomes, iriam se filiar ao novo partido[10], mas deixaram o partido em 2015.[11]

Nas eleições de 2014, o PROS compôs a coligação "Com A Força do Povo", que reelegeu a presidente Dilma Rousseff e na maioria dos estados apoiou candidatos a governador cujos partidos nacionalmente eram da base do então governo federal.[12]

Índice

IdeologiaEditar

Tendo como uma das bandeiras a Reforma tributária, o principal objetivo do partido é o de diminuir impostos sem afetar a capacidade de atuação do Estado.[13]

Um deputado do partido propôs a proibição de aplicativos de trânsito que notificassem policiamento e blitz, como o aplicativo Waze.[14]

Eleições de 2014Editar

As primeiras eleições do PROS foram as eleições gerais de 2014, nas quais votou-se o presidente da república, os governadores, os senadores, os deputados federais e os deputados estaduais. Na votação para presidente e vice-presidente, o PROS apoiou a reeleição Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB), respectivamente. No primeiro turno, a chamada Coligação com a Força do Povo foi formada também pelo PSD, pelo PP, pelo PR, pelo PRB, pelo PDT e pelo PCdoB, totalizando 9 partidos.[12]

Nas eleições estaduais, o PROS lançou poucos candidatos a governadores, senadores (e suplentes), pois em quase todos os estados fez parte de coligações grandes, em que os partidos negociam entre si os cargos da chapa. O PROS só saiu sozinho (chapa pura) no estado da Paraíba, porém, lá, quase não disputou o cargo de senador, pois a candidata e os seus suplentes (Leila Fonseca, Zinho e Hélder Vieira) tiveram suas candidaturas indeferidas pelo TSE por problemas nas documentações (regularizadas após substituição feita pelo partido - Lindinalva Farias entrou no lugar de Hélder Vieira). No entanto, os candidatos a governador e a vice na Paraíba (Major Fábio e Olavo Filho) tiveram suas candidaturas aceitas e participaram normalmente da disputa. Nos outros estados, nem todos os candidatos do PROS a esses cargos tiveram já suas candidaturas avaliadas pelo TSE, mas a maioria foi aceita. No Amapá, a candidata do PROS a 1a suplente ao senado (Cleidineide Batista) renunciou. No total, o PROS ainda tem 3 candidatos para cada um desses cargos (governador, vice, senador, suplentes 1os e 2os), que ou já foram deferidos ou foram ainda avaliados.[12]

Apesar de ter poucos candidatos a governador pela própria sigla, o PROS estava em todas as 27 unidades federativas apoiando algum candidato ao cargo. A maioria desses candidatos (21) era de partidos que estavam apoiaram a candidatura de Dilma Rousseff, sendo oito do PT (AC, CE, DF, MG, MS, MT, PI e RS), seis do PMDB (AL, ES, PA, RN, SE e SP), dois do PR (RJ e RO), um do PSD (SC), um do PCdoB (MA) e três do próprio PROS (AM, PB e TO). O PROS apoiu também quatro candidatos de partidos que, nacionalmente, sustentavam a candidatura de Aécio Neves (PSDB) à presidência: dois do PSDB (GO e PR), um do PTdoB (AP) e um do DEM (BA). Os outros dois candidatos a governadores apoiados pelo PROS, em Pernambuco e em Roraima, eram do PSB (da ex-candidata a presidente Marina Silva).[12]

Nessa eleição, o partido só elegeu os Deputados Federais Rafael Motta (Rio Grande do Norte), Givaldo Carimbão (Alagoas), Ronaldo Fonseca (Distrito Federal), Valtenir Pereira (Mato Grosso) e Domingos Neto (Ceará).

Eleições de 2018Editar

Nas eleições parlamentares, o partido elegeu oito Deputados Federais e o Senador Eduardo Girão pelo Ceará.[15][16] Já no plano nacional, está coligado com o PT e PCdoB na chapa presidencial de Fernando Haddad e Manuela d'Ávila.

Onze dias após o primeiro turno das eleiçõe gerais 2018, o presidente e fundador do partido, Eurípedes de Macedo Júnior teve prisão temporária decretada pela Polícia Federal, em ação que apura desvios na prefeitura de Marabá, no estado do Pará. Eurípedes não foi localizado pela polícia e foi considerado foragido.[17]

Participação do partido nas eleições presidenciaisEditar

Ano Imagem Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação
2014 Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, MDB, PSD, PP, PR, PROS, PDT, PCdoB e PRB 54 495 459 51,64
2018 Fernando Haddad (PT) Manuela d'Ávila (PCdoB) PT, PCdoB, PROS e PCO 47 039 579 44,87

Presidentes NacionaisEditar

Foto Nome Mandato Referências
Início Fim
Eurípedes de Macedo Júnior [17]

Referências

  1. «Partidos políticos registrados no TSE». Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Consultado em 7 de novembro de 2015 
  2. Vasconcellos, Fábio (29 de março de 2016). «Maioria dos partidos se posiciona como de Centro. Veja quem sobra no campo da Direita e da Esquerda». O Globo. Globo. Consultado em 8 de fevereiro de 2019 
  3. Shalders, André (11 de setembro de 2017). «Direita ou esquerda? Análise de votações indica posição de partidos brasileiros no espectro ideológico». BBC Brasil. Consultado em 8 de fevereiro de 2019 
  4. «Estatísticas do eleitorado». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 29 de setembro de 2018 
  5. «Bancada da Eleição de 2014 para Deputado Federal (Titulares)». Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de fevereiro de 2015 
  6. «Deputados estaduais 2010». UOL 
  7. Partido Republicano da Ordem Social consegue registro no TSE, Tribunal Superior Eleitoral, 2013-9  Verifique data em: |data= (ajuda).
  8. a b «Apesar de suspeitas, TSE aprova a criação de mais 2 partidos políticos no país», Folha de S. Paulo, 24 de setembro de 2013 .
  9. «Estatísticas / Filiados». Eleições. TSE. Consultado em 10 de outubro de 2014 
  10. Pernambuco, Diario de (30 de setembro de 2013). «Cid Gomes anunciará saída do PSB e filiação ao PROS» 
  11. Braziliense, Correio (18 de agosto de 2015). «Irmãos Cid e Ciro Gomes deixarão PROS para se filiarem ao PDT». Correio Braziliense 
  12. a b c d «TSE - Estatísticas Eleitorais 2014». TSE. Consultado em 10 de outubro de 2014 
  13. «Bandeiras - Partido PROS». Partido PROS 
  14. «Comissão da Câmara aprova projeto para proibir Waze». Veja. Abril 
  15. «Lista completa dos senadores e deputados federais eleitos em 2018». Congresso em Foco. 8 de outubro de 2018 
  16. «Resultado da eleição para senador no Ceará». Eleições 2018 
  17. a b «Alvo de ação da PF, presidente do PROS está foragido; sete são presos». G1 

Ligações externasEditar