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Democratas (Brasil)

partido político brasileiro
(Redirecionado de DEM)
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O artigo ou secção Partido da Frente Liberal deverá ser fundido aqui. (desde novembro de 2017)
Se discorda, discuta sobre esta fusão aqui.
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Democratas (DEM) é um partido político brasileiro de centro-direita[10][11][12][13][14][15] cuja ideologia política é o Liberalismo.[16][nota 1] É membro da Internacional Democrata Centrista (junto com diversos outros partidos de centro-direita como a CDU na Alemanha e Os Republicanos na França) e também da União Internacional Democrata (que reúne partidos de direita como os Republicanos dos Estados Unidos). Foi refundado em 28 de março de 2007, em substituição ao Partido da Frente Liberal (PFL).[nota 2] Seu código eleitoral é o 25,[17] seus membros são chamados de demistas[18] e suas cores oficiais são o azul, o verde e o branco. O Democratas são a primeira agremiação brasileira desde o fim do bipartidarismo em 1979 sem "Partido" no nome,[carece de fontes?] e também cuja sigla não é um acrônimo.

Democratas
DEM logotipo.jpg
Número eleitoral 25
Presidente José Agripino Maia
Fundação 11 de setembro de 1986 (31 anos)
Registro 28 de março de 2007 (10 anos)[1]
Sede Brasília, DF
Ideologia
Espectro político Centro-direita [2]
Ala jovem Juventude Democratas
Antecessor Partido da Frente Liberal (1985–2007)
Membros  (2016) 1 095 712[3]
Afiliação internacional
Governadores (2014)[4]
0 / 27
Prefeitos (2016)[5]
267 / 5 568
Senadores (2016)[6]
3 / 81
Deputados federais (2014)[7]
28 / 513
Deputados estaduais (2014)[8]
43 / 1 024
Vereadores (2016)[9]
2 900 / 56 810
Cores
Página oficial
www.dem.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O partido compôs a oposição ao governo Lula e ao governo Dilma (2011–2016) e faz parte da base aliada do governo Temer.[carece de fontes?] Possui a oitava maior bancada na Câmara Federal, e a sexta no Senado Federal, além de governar 267 prefeituras.[19]

A exemplo de seu antecessor imediato o novo partido possui raízes na política nordestina de onde provém a maior parte de sua bancada.[20] Houve uma redução dessa presença na região, porém, com a migração do clã Sarney para o PMDB e a morte de Antônio Carlos Magalhães em 2007. Ainda assim, metade dos senadores do partido é oriunda do Nordeste, dentre os quais o ex-vice-presidente da República Marco Maciel; na Câmara dos Deputados um terço da bancada representa os estados nordestinos (só a Bahia contribui com nove representantes).[quando?] Na Região Sudeste o partido elegeu dezenove representantes, sendo sete deputados e um senador por Minas Gerais e cinco deputados federais pelo estado do Rio de Janeiro.[quando?] No estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o partido detém quatro deputados federais,[quando?] 11 deputados estaduais e 45 prefeituras.[quando?] Já no Rio de Janeiro, sob César Maia, que não pode aspirar a uma nova reeleição por estar em segundo mandato consecutivo, lançou a deputada federal Solange Amaral como candidata do partido, mas não logrou êxito.[quando?] Eduardo Paes, do PMDB foi o eleito. Rodrigo Maia, filho de César Maia, primo de José Agripino Maia, foi o primeiro presidente do DEM, eleito em 28 de março de 2007.[carece de fontes?] Assim como Rodrigo Maia, Antônio Carlos Magalhães Neto dá continuidade à linhagem política paterna.[carece de fontes?]

Nas eleições de 2006 e 2008, houve redução da bancada do partido na Câmara dos Deputados e do número de prefeituras administradas pelo partido.[carece de fontes?] O DEM governou de março de 2006 a 2011 a maior cidade do país, São Paulo, com Gilberto Kassab até a criação do PSD.[carece de fontes?] Em 2012, o partido elegeu João Alves Filho prefeito em Aracaju e Antônio Carlos Magalhães Neto em Salvador, suas duas únicas capitais.[carece de fontes?] Isso não impediu que o partido elegesse 278 prefeitos, número inferior ao registrado em 2008, em que pese o declínio da oposição, incluindo PSDB e PPS e a formação do terceiro PSD. Curiosamente, o PSD de Kassab, prefeito paulistano, que elegeu 497 prefeitos em 2012, venceu em 33 cidades em São Paulo. Atrás do DEM, que elegeu 45 prefeitos neste Estado.[carece de fontes?]

Índice

HistóriaEditar

AntecedentesEditar

 Ver artigo principal: Partido da Frente Liberal

O Democratas é o sucessor do antigo Partido da Frente Liberal (PFL), que por sua vez foi uma dissidência do antigo Partido Democrático Social (PDS), sucessor da Aliança Renovadora Nacional. É considerado como o herdeiro ideológico da antiga União Democrática Nacional (UDN).

Diagrama da origem histórica do partido
Aliança Renovadora Nacional
(ARENA) 1966–1979
Partido Democrático Social
(PDS) 1980–1993
Partido Democrata Cristão
(PDC) 1985–1993
Partido Social Trabalhista
(PST) 1988–1993
Partido Trabalhista Renovador
(PTR) 1985–1993
Frente Liberal
(FL)
Partido Progressista Reformador
(PPR) 1993–1995
Partido Progressista
(PP) 1993–1995
Partido da Frente Liberal
(PFL) 1985–2007
Partido Progressista Brasileiro
(PPB) 1995–2003
Democratas
(DEM) 2007–presente
Partido Progressista
(PP) 2003–presente
Fonte: [21][22]
 
Partido da Frente Liberal

Refundação do partidoEditar

 
Convenção de refundação, em 2007.

Em 28 de março de 2007, o partido muda de nome para recuperar sua imagem após péssimos resultados nas eleições de 2006, em que perdeu dezenove cadeiras na Câmara dos Deputados e uma cadeira no Senado, além de conquistar apenas o governo do Distrito Federal. O primeiro nome escolhido foi "Partido Democrata" (PD). Entretanto, decidiram modificar sua sigla para DEM e seu nome para "Democratas". A eleição do deputado fluminense Rodrigo Maia como presidente do partido indica uma mudança de núcleo do Nordeste para o Rio de Janeiro e São Paulo.[23]

A tentativa de uma nova imagem para o antigo PFL não chegou a ser uma aspiração isolada, na verdade quando da organização da ainda Frente Liberal um dos nomes cogitados para a nova agremiação foi o de "Partido Liberal Progressista" (PLP), contudo tal ação não vingou. Segundo a Fundação Getúlio Vargas durante o governo Collor uma informação atribuída ao Ministro da Justiça Jarbas Passarinho (e por ele negada com veemência) dava conta de que o PDS e PFL teriam a intenção de se reagrupar no "Partido Social Liberal" (PSL), aliás o termo "social" surgiu como alternativa para uma mudança de nome do partido algum tempo depois, entretanto havia quem apregoasse somente a alteração na expressão "frente" de modo a preservar a sigla PFL. Durante a transição para a nova sigla foi revelado por Jorge Bornhausen que "PFL" era uma denominação provisória apesar de decorridos vinte e dois anos desde a fundação do partido e a expressão "democratas" serve como um contraponto ao que ele qualificou de "onda de populismo" na América do Sul.[carece de fontes?]

O partido trocou seus líderes por uma geração mais jovens como Gilberto Kassab ou Kátia Abreu.[24][25]

Como uma das maiores conquistas até o momento, o partido conseguiu a derrubada da CPMF, tendo sua bancada fechado questão no Senado Federal contra a contribuição, defendendo a filosofia liberal de redução da carga tributária.[25]

Para as eleições de 2010, DEM, PSDB e PPS formalizaram um pré-acordo para a constituição da coligação oposicionista, intitulada "Bloco Democrático-Reformista". Assim, o DEM lançou o deputado do Rio de Janeiro, Índio da Costa, como candidato a vice-presidente na chapa do candidato a presidente do PSDB, José Serra.

Em novembro de 2009, o partido defrontou-se com o escândalo Mensalão do GDF ou mensalão do DEM de Brasília,[26] envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. No entanto, como o partido deliberou pela expulsão de Arruda, o mesmo pediu desfiliação do partido no dia 10 de dezembro de 2009, para evitar um desgaste político ainda maior.

Cisão de 2011 e negociações de fusãoEditar

 
Sede do partido em Belo Horizonte.

Gilberto Kassab e outros correligionários insatisfeitos decidem criar em 2011 o Partido Social Democrático (PSD),[27] dedicado a uma orientação política menos conservadora e mais centrista. O Democratas recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral contra a criação da nova sigla, porém sem êxito.[28] O partido perdeu para o PSD dezessete deputados federais, uma senadora (Kátia Abreu), um governador (Raimundo Colombo) e diversos deputados estaduais e vereadores.[29]

Em 2015, foram expostas intensas negociações de fusão com o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), lideradas pelos presidentes das executivas nacionais José Agripino Maia (DEM) e Cristiane Brasil (PTB). A fusão interessava especialmente para o reverter o declínio do partido refundado em 2007 e para Roberto Jefferson, "inimigo declarado" do Partido dos Trabalhadores (PT) condenado no Escândalo do Mensalão. Entretanto, o processo esbarrava nos prazos de filiação partidária das regras eleitorais à medida em que se aproximavam as eleições municipais no Brasil em 2016, como também nas oposições internas com ameaças de desfiliação, destacadamente por parte do demista Ronaldo Caiado e dos petebistas Jovair Arantes e Armando Monteiro (ministro do Governo Dilma), e na dificuldade de compatibilização entre a posição governista do PTB e oposicionista do DEM. Assim, embora a cúpula do Democratas tenha apoiado a fusão imediata em 7 de abril (21 votos a quatro), no dia seguinte a cúpula do PTB rejeitou a fusão imediata por 25 votos contrários, optando manter consulta às bases até setembro. No fim de maio, os dirigentes de ambos os partidos anunciaram a desistência da unificação, porém houve tentativas de reabertura de diálogos, mas foram paralisadas em vista das eleições municipais.[30][31][32][33][34][35][36][37]

Em 2016, a vitória de Rodrigo Maia ao mandato-tampão de Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil mostrou-se uma vitória importante diante da trajetória de declínio desde o início dos governos petistas.[20]

Diante da desconfiança da população brasileira com a classe política intensa à época, a fim da renovação e atração de eleitores e parlamentares foram estudadas mudanças para o partido. Uma delas foi nova renomeação da legenda para "Centro" (nome proposto pelo publicitário Fabiano Ribeiro, da agência de publicidade Propeg, conjuntamente com logomarca nas cores azul e amarelo)[38][39] e para "Movimento da Unidade Democrática" (MUDE).[40][41] A outra foi a fusão ou formação de uma frente partidária (quando ainda se discutia a aprovação de formações de federações partidárias), que incluiu a articulação para incorporar dissidentes do Partido Socialista Brasileiro — estes também disputados pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro.[42][43] Nessa articulação foi incluído também o Partido Social Democrático; os três reunidos numa "união liberal-socialista" possivelmente sob denominações "Partido Liberal Social" (PLS) ou "Centro Democrático".[44][45][46] Uma terceira mudança passa pela possibilidade de alterações no programa partidário para se transformar em uma organização mais centrista na versão tradicional do espectro político, tomando por inspiração a vitória eleitoral de Emmanuel Macron à presidência da França em 2017 e ao passo que a figura de Jair Bolsonaro posiciona-se na extrema-direita brasileira.[47]

Posição ideológicaEditar

O DEM afirma ser defensor da ética, da democracia, do exercício dos direitos humanos, da economia de mercado e do Liberalismo econômico. É apresentado como um partido de centro-direita, sendo afiliado a União Internacional Democrata, são adeptos do capitalismo laissez-faire. Em avaliação geral, os democratas são socialmente centristas e economicamente de direita.[carece de fontes?]

De acordo com o cientista político Jairo Nicolau, a refundação do PFL como DEM teve como objetivo coroar um processo geral de modernização do partido.[48] "O DEM gostaria de ser um partido de direita moderno, com um novo programa e dirigido às camadas médias urbanas; uma espécie de Partido Conservador do Reino Unido", diz.[48] De acordo com ele, isso explicou a saída de membros históricos da direção do partido e a ascensão de jovens dirigentes como Rodrigo Maia, Kátia Abreu e Gilberto Kassab.[48]

Aliado histórico do PSDB, o Democratas foi peça vital para a aprovação do Plano Real, das reformas constitucionais durante o governo FHC bem como da emenda constitucional que garantiu a possibilidade do então presidente Fernando Henrique Cardoso se recandidatar. Marco Maciel, ex-senador pelo PFL de Pernambuco, foi o vice-presidente nos dois mandados de FHC. Em 2002, o partido rompe com o governo na sequência de uma operação da polícia federal envolvendo Roseana Sarney, a então candidata à presidência pelo PFL. Porém nas eleições de 2006 alia-se novamente ao PSDB, sendo o senador pefelista pernambucano José Jorge o candidato a vice-presidente na chapa com Geraldo Alckmin. Tal aliança se repete em 2010 com o deputado federal democrata fluminense Índio da Costa para vice na chapa de José Serra.[carece de fontes?]

Após a cisão de diversas lideranças, como Gilberto Kassab, Kátia Abreu e Raimundo Colombo, que buscavam uma aproximação com o governo federal e um discurso mais centrista (com a fundação do Partido Social Democrático), o DEM passou a adotar uma postura mais enfática quanto ao ideário do partido, na tentativa de se aproximar do eleitorado mais conservador. O então senador Demóstenes Torres defendia uma guinada à direita por parte do partido. "Existe um eleitorado liberal, de perfil conservador, que precisa de um partido que o represente. Temos de falar a essas pessoas, representá-las no Congresso, com clareza", afirmou numa entrevista à Folha de S. Paulo.[49]

Junto com o PSDB e o PPS, o Democratas formou o maior bloco oposicionista durante o governo Lula e o governo Dilma, único momento em sua história onde foi oposição. Em todos os outros momentos, integrou a base governista.[carece de fontes?]

OrganizaçãoEditar

Juventude DemocratasEditar

 
Atual logotipo da Juventude Democratas.

A Juventude Democratas (JDEM) é um órgão doutrinário de ação partidária de âmbito nacional, de caráter político, cultural e social, integrante da estrutura organizacional do Democratas, com prazo de duração indeterminado. Como finalidade, a JDEM procura difundir a doutrina política adotada pelo partido Democratas, além de incentivar a participação política de jovens visando à ampliação dos quadros do partido e a formação de novas lideranças, apoiando ou promovendo eventos, estudos e pesquisas nas áreas política, econômica e social, destinados à divulgação, debate e discussão de temas ligados à juventude, à sua formação profissional e ao seu desenvolvimento.[50]

Presidentes nacionais da JDEM:

  • ACM Neto (1999-2001)
  • João Roma Neto (2001-2007)
  • Efraim Filho (2007-2011)
  • Henrique Sartori (2011-2013)
  • Hugo Neto (2013-2014)
  • Bruno Kazuhiro (2014-)

Membros notáveisEditar

 
José Agripino, presidente do DEM

Ex-membros:

Participação e desempenho eleitoraisEditar

Participação em eleições parlamentares federaisEditar

Câmara dos Deputados[51]
Legislatura Bancada  % ±
48.ª (1987–1991)
118 / 513
23,00  -0
49.ª (1991–1995)
83 / 513
16,18   35
50.ª (1995–1999)
89 / 513
17,35   6
51.ª (1999–2003)
105 / 513
20,47   16
52.ª (2003–2007)
84 / 513
16,37   21
53.ª (2007–2011)
65 / 513
12,67   19
54.ª (2011–2015)
43 / 513
8,38   18
55.ª (2015–2019)
21 / 513
4,09   22
Senado Federal[52]
Legislatura Bancada  % ±
48.ª (1987–1991) sem dados   0
49.ª (1991–1995) sem dados   0
50.ª (1995–1999)
19 / 81
23,46   0
51.ª (1999–2003)
16 / 81
19,75   3
52.ª (2003–2007)
15 / 81
18,52   1
53.ª (2007–2011)
12 / 81
14,81   3
54.ª (2011–2015)
6 / 81
7,41   6
55.ª (2015–2019)
4 / 81
4,94   2

Bancadas eleitas para legislaturas da Câmara dos DeputadosEditar

Legislatura Eleitos AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
55.ª
(2015-2019)
28 0 0 1 1 3 0 0 0 1 0 4 1 1 1 2 2 0 2 1 2 1 1 1 0 1 4 1

Participação em eleições presidenciaisEditar

Ano Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos  % Colocação
2014 Aécio Neves (PSDB) Aloysio Nunes (PSDB) PSDB, PMN, SD, DEM, PEN, PTN, PTB, PTC e PTdoB 51 036 040 48,36 2.º
2010 José Serra (PSDB) Indio da Costa (DEM) PSDB, DEM, PTB, PPS, PMN e PTdoB 43 711 388 43,95 2.º
2006 Geraldo Alckmin (PSDB) José Jorge (PFL) PSDB e PFL 37 543 178 39,17 2.º
1998 Fernando Henrique Cardoso (PSDB) Marco Maciel (PFL) PSDB, PFL, PPB, PTB e PSD 35 936 540 53,06 1.º
1994 Fernando Henrique Cardoso (PSDB) Marco Maciel (PFL) PSDB, PFL, PTB 34 364 961 54,27 1.º
1989 Aureliano Chaves Cláudio Lembo sem coligação 600 838 0,83 9.º

ControvérsiasEditar

CorrupçãoEditar

 Ver artigo principal: Mensalão do DEM

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que conta com o apoio de entidades de representação da sociedade civil, movimentos e organizações sociais e religiosas, divulgou em outubro de 2007 um balanço que aponta um ranking de cassações de políticos por corrupção eleitoral. Entre 2000 e 2007, 623 políticos de diversos partidos tiveram seus mandatos cassados, não incluídos casos de cassações por condenações criminais.

No período assinalado, foram 623 cassações de mandatos políticos, abrangendo quatro eleições, todas por corrupção. O DEM lidera este ranking, com um total de 69 cassações (20,4% do total), seguido pelo PMDB, com 66 (19,5%) e pelo PSDB, com 58 (17,1%).[53]

Ver tambémEditar

Notas e referências

Notas

  1. Visto o partido pertencer à Internacional Democrata Centrista (antiga Internacional Democrata Cristã e grupo do qual fazem parte partidos conservadores do mundo todo) e não a Internacional Liberal como os partido puramente liberais.
  2. Cujo nome sempre foi provisório desde a fundação durante a redemocratização.

Referências

  1. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «TSE - Partidos políticos registrados no TSE». Consultado em 7 de novembro de 2015 
  2. [1]
  3. Tribunal Superior Eleitoral (abril de 2016). «Filiados». Consultado em 8 de maio de 2016 
  4. Isabel Braga e Sérgio Roxo (28 de outubro de 2014). «Partidos discutem fusões para fazer oposição a Dilma». O Globo. Consultado em 9 de fevereiro de 2015 
  5. «Resultados da eleição municipal de 2016». Google Política e Eleições 
  6. «Senadores em 2016». Senado Federal 
  7. «Bancada da Eleição de 2014 para Deputado Federal (Titulares)». Câmara dos Deputados. Consultado em 3 de fevereiro de 2015 
  8. «Deputados estaduais 2014». UOL 
  9. «Vereadores Eleitos no País em 2016». G1 
  10. «Cesar Maia fala sobre eleições de 2012 no Rio». Diariodorio.com 
  11. «Kassab quer comando do DEM». iG. Ultimosegundo.ig.com.br 
  12. «Partidos iniciam articulação para 2011». Redebrasilatual.com.br [ligação inativa] 
  13. Luiz Carlos Azenha (19 de Agosto de 2010). «Guinada a direita». Vi o mundo. Viomundo.com.br. Consultado em 10 de Novembro de 2010 
  14. «DEM recusa ideia de fusão com o PSDB». Estadão.com.br 
  15. «DEM: CANDIDATURA PRÓPRIA EM 2014». Blogdemocrata.com.br 
  16. Adriana Vasconcelos. «Líder do DEM, senador Demóstenes Torres diz que companheiros de oposição têm batido cabeça». Consultado em 2 de dezembro de 2012. Cópia arquivada em 21 de maio de 2015 
  17. Tribunal Superior Eleitoral:. «Partidos políticos registrados no TSE». Tse.jus.br. Consultado em 25 de julho de 2007 
  18. Nobre, Juliana (14 de outubro de 2015). «Demistas rebatem opositores sobre propaganda de Salvador: não têm o que fazer». Bocão News. Consultado em 5 de setembro de 2017 
  19. «Prefeitos - Democratas». dem.org.br. Consultado em 5 de janeiro de 2017 
  20. a b Venturini, Lilian (16 de julho de 2016). «O que é o DEM, partido de agenda liberal que está 'renascendo'». O que é o DEM, partido de agenda liberal que está ‘renascendo’. Nexo Jornal. Consultado em 17 de julho de 2016 
  21. TSE. «Histórico de partidos». Consultado em 26 de outubro de 2016 
  22. Cambraia, Marcio Rodrigo Nunes (outubro–dezembro de 2010). «A Formação da Frente Liberal e a Transição Democrática no Brasil (1984-85)». Revista On-Line LIBERDADE E CIDADANIA. Fundação Liberdade e Cidadania. Consultado em 26 de outubro de 2016 
  23. «PFL muda de nome e coloca Rodrigo Maia no comando». UOL. VALOR Economico. 27 de março de 2007. Consultado em 28 de março de 2016 
  24. Revista IstoÉ, nr. 2049, de 18 de fevereiro de 2009, pg. 51-2
  25. a b Revista IstoÉ, nr. 2049, de 18 de fevereiro de 2009, pg. 52
  26. «Imagens do mensalão do DEM de Brasília chocam o Brasil». Globo.com. Video.globo.com 
  27. «Cronologia da criação do PSD de Gilberto Kassab». Site da Folha de S. Paulo 
  28. «TSE concede registro ao PSD, que concorrerá em 2012». Veja 
  29. Daiene Cardoso e Gustavo Uribe (27 de dezembro de 2011). «DEM já admite até ter candidato próprio em 2014». O Estado de S. Paulo. Consultado em 5 de janeiro de 2017 
  30. «Fusão entre PTB, DEM e PRB deve ocorrer ainda este ano». Midia News. Consultado em 17 de julho de 2016 
  31. «"Aliança não é casamento", diz presidente do PTB». Consultado em 17 de julho de 2016 
  32. «Dirigentes de DEM e PTB desistem de fusão das duas siglas». 30 de maio de 2015. Consultado em 17 de julho de 2016 
  33. «Depois de DEM-PTB, ACM articula fusão PSB-PPS». Consultado em 17 de julho de 2016 
  34. «Benito admite negociação de fusão do PTB com o DEM». Consultado em 17 de julho de 2016 
  35. «Executiva do DEM aprova fusão do partido com o PTB - 07/04/2015 - Poder - Folha de S.Paulo». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 17 de julho de 2016 
  36. «PTB rejeita fusão imediata e constrange o DEM». Consultado em 17 de julho de 2016 
  37. «Fusão entre DEM e PTB volta a ser negociada». Consultado em 17 de julho de 2016 
  38. «Herdeiro da Arena, Democratas agora se chamará Centro, diz colunista». Sul21. 3 de setembro de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  39. Jardim, Lauro (3 de setembro de 2017). «DEM já tem novo nome. Saiba qual é». Coluna de Lauro Jardim. O Globo. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  40. «Não se engane: os partidos que estão mudando de nome para te ludibriar em 2018 - Portal Fórum». Portal Fórum. 14 de agosto de 2017 
  41. «Diante de crise política, partidos mudam de nome para atrair eleitores em 2018». G1 
  42. «Disputa de força entre Temer e Maia abre cenário para um novo DEM». Jornal Opção. 22 de julho de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  43. «Michel Temer trava batalha contra o DEM de Rodrigo Maia por deputados do PSB». Jornal do Brasil. 18 de julho de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  44. «Possível fusão do DEM, PSD e PSB pode colocar no mesmo palanque, adversários políticos em Mutuípe». Mídia Bahia. 17 de julho de 2017 
  45. «DEM estuda fusão com egressos do PSB para formar novo partido, diz colunista». Blog do Gordinho. 10 de julho de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  46. «Com possível fusão, novo partido pode se tornar a maior bancada da Câmara de Três Lagoas». www.hojemais.com.br. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  47. Conteúdo Estadão (14 de agosto de 2017). «Por novos filiados, DEM muda programa para ser de 'centro'». Jornal O POPULAR. Consultado em 11 de outubro de 2017 
  48. a b c Nicolau, Nicolau (13 de agosto de 2010). «O Declínio Inequívoco do PFL». Papo Político. Papopolitico.com.br 
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  50. [2]
  51. Bancada na Eleição Portal da Câmara dos Deputados. Acessado em 19 de abril de 2016.
  52. Senadores Portal do Senado Federal. Acessado em 19 de abril de 2016.
  53. «Balanço mostra 623 cassações de mandatos de 2000 em diante por corrupção». G1/Globo.com. Consultado em 23 de março de 2014 

BibliografiaEditar

  • CANTANHEDE, Eliane (2007). O PFL. São Paulo: Publifolha 
  • Revista ISTO É: Brasil 500 Anos - Atlas Histórico. São Paulo: Editora Três. 1998 

Ligações externasEditar