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A Red Bull Racing, popularmente conhecida como Red Bull ou pela sua abreviação RBR e atualmente competindo como Aston Martin Red Bull Racing, é uma equipe de automobilismo baseada no Reino Unido que compete no Campeonato Mundial de Fórmula 1 sob uma licença austríaca. A equipe disputou a categoria sob uma licença britânica entre 2005 e 2006 e compete sob uma licença austríaca desde 2007.[7] É uma das duas equipes de Fórmula 1 de propriedade da empresa de bebidas Red Bull GmbH, sendo a outra a Scuderia Toro Rosso. A Red Bull Racing foi criada após a Red Bull comprar a equipe Jaguar Racing no final de 2004, e é gerenciada por Christian Horner desde sua formação em 2005.[8]

Áustria Red Bull Racing-Honda
Logotipo da Red Bull Racing.png
Nome completo Aston Martin Red Bull Racing
Sede Milton Keynes, Reino Unido
Fundador(es) Dietrich Mateschitz
Chefe de equipe Helmut Marko
(conselheiro da Red Bull GmbH)
Christian Horner
(chefe de equipe)
Diretor técnico Adrian Newey
(chefe técnico)
Pierre Waché
(diretor técnico)
Site oficial redbullracing.redbull.com
Nome anterior Jaguar Racing
Temporada de Fórmula 1 de 2019
Pilotos 10. França Pierre Gasly[1]
23. Tailândia Alexander Albon[2]
33. Países Baixos Max Verstappen[1]
Pilotos de teste Suíça Sébastien Buemi[3]
Chassis RB15[4]
Motor Honda[5]
Pneus Pirelli
Combustível Esso/Mobil
Histórico na Fórmula 1
Estreia GP da Austrália de 2005
Último GP GP de Abu Dhabi de 2019
Grandes Prêmios 287 (286 largadas[6])
Campeã de construtores 4 (2010, 2011, 2012 e 2013)
Campeã de pilotos 4 (2010, 2011, 2012 e 2013)
Vitórias 62[6]
Pódios 165[6]
Pole Position 62[6]
Voltas rápidas 65[6]
Pontos 4 724,5[6]
Posição no último campeonato
(2019)
3º (417 pontos)

Na temporada de 2006, conseguiu o seu primeiro pódio com o terceiro lugar de David Coulthard no GP de Mônaco, e três anos depois, no GP da China de 2009, sua primeira pole position e vitória com Sebastian Vettel. Entre 2010 e 2013, a Red Bull dominou a Fórmula 1, com quatro títulos de construtores enquanto Vettel conquistava o tetracampeonato.

HistóriaEditar

OrigensEditar

Em 2004, após cinco temporadas frustradas com a equipe Jaguar Racing, a sucessora da antiga Stewart de Jackie Stewart, a Ford anuncia sua retirada da Fórmula 1 vendendo a Jaguar Racing para a Red Bull do magnata austríaco Dietrich Mateschitz. Além da F1, quando patrocinava a equipe Sauber, a Red Bull ainda patrocinava algumas equipes e pilotos na GP2 Series, tendo a equipe Red Bull Junior Team e incluindo os pilotos Enrique Bernoldi, Christian Klien, Patrick Friesacher, Vitantonio Liuzzi e Scott Speed. Com o chassi Red Bull RB1, semelhante ao Jaguar R5, a Red Bull Racing faria sua primeira temporada em 2005

2005: Primeira temporadaEditar

Fazendo sua estréia em 2005, a Red Bull contou com os pilotos David Coulthard, vindo da McLaren, Christian Klien e o italiano Vitantonio Liuzzi. Foi uma boa surpresa na temporada, se mostrando constante nos pontos, fazendo 34 pontos e como melhores posições dois quartos lugares, no GP da Austrália e da Europa conquistados por Coulthard. Neste ano a equipe utilizou os motores V10 da Cosworth[9] junto com os pneus Michelin.[10][11]

Em 23 de abril de 2005, a Red Bull anuncia um acordo com a Ferrari no fornecimento de motores.[12]

2006: Primeiro pódioEditar

Para 2006 a equipe utiliza os motores V8 da Ferrari, pneus Michelin, e como dupla, o mesmo da temporada passada, Coulthard e Klien.

A temporada é bem menos constante do que a primeira, tendo a equipe enfrentado problemas. O único fato a se comemorar é o primeiro pódio da equipe, com Coulthard, que chegou em terceiro lugar no GP de Mônaco. O ano para Klien não foi bom. Ele fez apenas dois pontos contra 14 de Coulthard, resultando em sua demissão no antepenúltimo GP da temporada, o da China. Robert Doornbos, que substituiu Klien nas três últimas corridas, também não resolveu e a equipe, com o Red Bull RB2, fez apenas 16 pontos, terminando novamente com o sétimo lugar, desta vez com um gosto mais decepcionante.[13]

2007: Motores RenaultEditar

O ano começa com o lançamento do RB3, o primeiro monolugar desenhado pelo grande projetista Adrian Newey, contratado no final de 2005 e que apenas colaborou com o desenvolvimento do RB2. A expectativa para 2007 foi grande, mantendo Coulthard e contratando o australiano Mark Webber. A mudança mais significativa aconteceu nos pneus, que passaram a ser fornecidos para a categoria apenas pela Bridgestone, assim decretando a retirada da Michelin, então fornecedora da Red Bull.

A dupla fez relativamente uma boa temporada, com Webber conquistando o segundo pódio da equipe, um terceiro lugar no tumultuado GP da Europa. No total foram 24 pontos e um ótimo quinto lugar nos construtores, ficando apenas atrás da Ferrari, BMW Sauber, Williams e Renault após a desclassificação da McLaren. Além dos resultados, a equipe quase foi punida porque a Toro Rosso, equipa satélite da Red Bull, usou na temporada um modelo muito semelhante o que é proibido pelo regulamento.

Para 2008, a equipa manteve a dupla de 2007 e os motores Renault.

2008: Mais do MesmoEditar

Em 2008, a Red Bull utiliza o Red Bull RB4 para a temporada, que mostra ser uma evolução do RB3, sem controle de tração. A equipe teve um início muito bom, pontuando sete vezes seguidas, sendo seis com Webber e chegando até a um pódio no GP do Canadá com Coulthard, porém com o decorrer do campeonato, a equipe acabou perdendo terreno para as demais equipes, inclusive para a sua equipe satélite a Toro Rosso, devido à falta de potência dos motores Renault e o desânimo de David Coulthard que culminou com o anúncio de sua aposentadoria no final da temporada. No final o saldo da equipe foi de 29 pontos conquistados, sendo 21 pontos com Mark Webber e 8 pontos com David Coulthard, e a manutenção do desempenho.

2009: Primeira vitória e primeira dobradinhaEditar

Para 2009, a Red Bull contratou a revelação Sebastian Vettel, vencedor do GP da Itália de 2008, e almeja resultados melhores que os de 2008. No dia 9 de fevereiro de 2009 a equipe apresentou o seu novo modelo RB5 para a temporada 2009.

Conquistou sua primeira pole position, sua primeira vitória e primeira dobradinha da sua história na Fórmula 1, no GP da China, nos dias 18 e 19 de abril, respectivamente, com o piloto alemão Sebastian Vettel (pole-position e vencedor) e o piloto australiano Mark Alan Webber (segundo colocado). Essa situação se repetiu no GP da Grã-Bretanha e, com nova dobradinha, a equipe conquistou sua segunda vitória. No GP da Alemanha, nova dobradinha, desta vez com Mark Webber vencendo e Sebastian Vettel em segundo. A equipe obteve ainda outras 3 vitórias em 2009. Nos GPs do Japão e dos Emirados Árabes com Sebastian Vettel e no GP do Brasil com Mark Webber. A equipe foi a vice-campeã dos construtores de 2009, perdendo somente para a equipe Brawn GP.

2010: Campeã de construtores e pilotosEditar

Em 2010 a equipe contou novamente com os pilotos Sebastian Vettel e Mark Webber. Com o carro visivelmente superior aos demais, ela conquistou pela primeira vez os títulos mundiais de construtores no Brasil e de pilotos em Abu Dhabi, com o piloto alemão Sebastian Vettel, e o 3º lugar com Mark Webber.

2011: Bicampeã de construtores e pilotosEditar

Em 2011, a equipe dominou a temporada. Das 19 corridas, fez 18 poles, e conquistou 12 vitórias. O título de pilotos ficou novamente com Sebastian Vettel, que foi bicampeão na 15ª corrida, no Japão e o bi de construtores veio na 16º prova, na Coreia do Sul. Mark Webber terminou em 3º de novo.

2012: Tricampeã de construtores e pilotosEditar

Em 2012, o campeonato se demonstrou muito disputado desde o inicio. O bicampeão Sebastian Vettel, o espanhol Fernando Alonso e o finlandês Kimi Raikkonen travaram uma grande disputa até as últimas corridas. O título de construtores veio na penúltima prova, nos Estados Unidos e o de pilotos na última prova no Brasil ficando mais uma vez com o alemão Sebastian Vettel.

2013: Tetracampeã de construtores e pilotosEditar

Em 2013 o campeonato não foi muito diferente dos outros anos para Sebastian Vettel, que foi campeão com 397 pontos, Fernando Alonso ficou na 2ª posição com 242 e seu companheiro Mark Webber terminando na 3ª posição desta vez, com 199 pontos. Tanto o piloto e a equipe tornaram-se campeões na Índia.

2014: Vice de novoEditar

Antes da temporada de 2014, Mark Webber deixou a RBR para correr o Campeonato Mundial de Endurance da FIA, sendo substituído pelo compatriota Daniel Ricciardo. Já na primeira corrida a temporada começou mal, com Vettel abandonando após três voltas com problemas no motor e o segundo lugar de Ricciardo sendo anulado por seu carro violar as regras sobre fluxo de combustível. Embora Ricciardo tenha conquistado três vitórias, o motor Renault continuou atrapalhando a performance da equipe, com os pilotos abandonando em duas corridas cada, e Vettel não vencendo nenhuma corrida e apenas 4 pódios. A equipe foi novamente vice-campeã, perdendo para a Mercedes, que também teve os dois pilotos mais bem colocados. Ricciardo foi o terceiro colocado, com 238 pontos, e Vettel ficou apenas na 5ª posição com 167.

2015: Era Pós-VettelEditar

Vettel deixou a Red Bull para pilotar a Ferrari em 2015, e com a promoção de Ricciardo a piloto principal, a vaga remanescente foi ocupada pelo russo Daniil Kvyat. A equipe não venceu nenhuma corrida, com ambos os pilotos tendo um segundo lugar cada e Ricciardo um terceiro, e ficou apenas na 4ª posição dos construtores.

2016: Motores TAG HeuerEditar

Em 2016, a equipe Red Bull seguiu com os motores Renault, mas o motor foi rebatizado com nome do novo patrocinador, TAG Heuer. Os dois pilotos da temporada anterior foram mantidos até a quarta corrida do ano, quando Daniil Kvyat foi substituído pelo piloto neerlandês Max Verstappen para correr na equipe a partir do quinto GP, o Grande Prêmio da Espanha. Na temporada de 2016, após não ter vencido nenhuma corrida em 2015, a equipe voltou a vencer com Max Verstappen no GP da Espanha e Daniel Ricciardo no GP da Malásia.

2017Editar

Incapazes de acompanhar a Mercedes e a Ferrari, a equipe terminou em terceiro lugar na classificação, não ajudados pela confiabilidade dos motores TAG Heuer (Renault), mas, mesmo assim, Daniel Ricciardo e Max Verstappen demonstraram a sua qualidade, levando três vitórias sendo duas vitórias de Verstappen (Malásia e México) e uma vitória do Ricciardo (Azerbaijão).

2018Editar

Em 25 de setembro de 2017, foi anunciado que a Aston Martin se tornaria o patrocinador título da Red Bull Racing em 2018.[14]

Com a falta de desempenho e confiabilidade de suas unidades de potência TAG Heuer (Renault), em 2018, a Red Bull disputou por vitórias apenas em algumas ocasiões específicas: como no caso do Daniel Ricciardo que venceu na China e em Mônaco e de Max Verstappen na Áustria (foi a primeira vitória da equipe austríaca em casa no circuito de Red Bull Ring) e no México.

A Red Bull terminou a temporada em terceiro lugar no Campeonato de Construtores atrás da Mercedes e Ferrari.

2019: Motores HondaEditar

Após doze temporadas e quatro títulos mundiais de construtores e pilotos com motores Renault, a equipe oficializou um acordo com a fabricante japonesa, Honda para utilizar suas unidades de potência nas temporadas de 2019 a 2020.[15]

Ricciardo deixou a Red Bull para pilotar para a equipe Renault em 2019[16] e foi substituído pelo francês Pierre Gasly.[17]

Em 12 de agosto de 2019, durante as férias de verão da Fórmula 1 Pierre Gasly foi substituído para o resto da temporada pelo piloto da equipe-irmã, a Toro Rosso, Alexander Albon, que passará competir ao lado do piloto neerlandês Max Verstappen à partir do Grande Prêmio da Bélgica, em Spa Francorchamps. Gasly retorna à sua antiga equipe para competir ao lado de Daniil Kvyat.[18]

GaleriaEditar

Títulos Mundiais de PilotosEditar

Campeonatos Pilotos Temporadas
4   Sebastian Vettel 2010, 2011, 2012, 2013

Títulos Mundiais de ConstrutoresEditar

Campeonatos Pilotos Temporadas
4   Sebastian Vettel 2010, 2011, 2012, 2013
  Mark Webber

PilotosEditar

Ano Nome Carro Pneus Motor Óleo Pilotos Pilotos de testes Classificação
Pontos
2019 Aston Martin Red Bull Racing RB15 P Honda Mobil   Pierre Gasly*
  Max Verstappen
  Alexander Albon
  Sébastien Buemi
2018 Aston Martin Red Bull Racing RB14 P TAG Heuer (Renault) Mobil   Daniel Ricciardo
  Max Verstappen
  Sébastien Buemi 3º lugar
419 pontos
2017 Red Bull Racing RB13 P TAG Heuer (Renault) Mobil   Daniel Ricciardo
  Max Verstappen
  Pierre Gasly
  Sébastien Buemi
3º lugar
368 pontos
2016 Red Bull Racing RB12 P TAG Heuer (Renault) Total   Daniel Ricciardo
  Daniil Kvyat*
  Max Verstappen
  Pierre Gasly
  Sébastien Buemi
2º lugar
468 pontos
2015 Infiniti Red Bull Racing RB11 P Renault Total   Daniel Ricciardo
  Daniil Kvyat
  Sébastien Buemi 4º lugar
187 pontos
2014 Infiniti Red Bull Racing RB10 P Renault Total   Sebastian Vettel
  Daniel Ricciardo
  Sébastien Buemi
  António Félix da Costa
2º lugar
405 pontos
2013 Infiniti Red Bull Racing RB9 P Renault Total   Sebastian Vettel
  Mark Webber
  Sébastien Buemi Campeã
553 pontos
2012 Red Bull Racing RB8 P Renault Total   Sebastian Vettel
  Mark Webber
  Sébastien Buemi Campeã
460 pontos
2011 Red Bull Racing RB7 P Renault Total   Sebastian Vettel
  Mark Webber
  Daniel Ricciardo Campeã
650 pontos
2010 Red Bull Racing RB6 B Renault Total   Sebastian Vettel
  Mark Webber
  Daniel Ricciardo
  Brendon Hartley
Campeã
498 pontos
2009 Red Bull Racing RB5 B Renault Total   Mark Webber
  Sebastian Vettel
  David Coulthard 2° lugar
153,5 pontos
2008 Red Bull Racing RB4 B Renault Elf   David Coulthard
  Mark Webber
  Sébastien Buemi 7º lugar
29 pontos
2007 Red Bull Racing RB3 B Renault Elf   David Coulthard
  Mark Webber
  Robert Doornbos
  Michael Ammermüller
5º lugar
24 pontos
2006 Red Bull Racing RB2 M Ferrari Shell   David Coulthard
  Christian Klien
  Robert Doornbos
  Robert Doornbos
  Neel Jani
7º lugar
16 pontos
2005 Red Bull Racing RB1 M Cosworth Castrol   David Coulthard
  Christian Klien
  Vitantonio Liuzzi
  Vitantonio Liuzzi
  Scott Speed
  Neel Jani
7º lugar
34 pontos
  • A equipe Red Bul não satisfeita com o desempenho do motor Renault entrou em negociações com outras duas forncedoras de motor: Mercedes e Ferrari, e chegou até a negociar com a Honda, todas sem sucesso e então se viu sem outra alternativa: refazer sua parceria com a Renault, mas o motor seria preparado pela Ilmor e sendo rebatizado com o nome de uma empresa suiça de relógios, a TAG Heuer.[19]
  • Daniil Kvyat foi movido para a Toro Rosso, sendo substituindo na Red Bull pelo piloto neerlandês Max Verstappen.
  • Pierre Gasly foi movido para a Toro Rosso, sendo substituído na Red Bull pelo piloto tailandês Alexander Albon.

MotoresEditar

A equipe da Red Bull iniciou a sua participação no Campeonato de Fórmula 1 com motores V10 da Cosworth. Em 2006 utilizou os motores V8 da Ferrari. Na temporada 2007 passou a utilizar os motores Renault V8 até 2013 e V6 a partir de 2014, sendo nomeado de TAG Heuer entre 2016 e 2018.[9][12][13][20][21] A Red Bull passou a competir com motores Honda a partir da temporada de 2019.[22]

Ver tambémEditar

Referências

  1. a b «Going full Gas in 2019». Red Bull Racing. Red Bull GmbH. 20 de agosto de 2018. Consultado em 20 de agosto de 2018. The Team is delighted to announce that Pierre Gasly will join us from the beginning of the 2019 season, to race alongside Max. 
  2. «ALEX JOINS THE TEAM». Red Bull Racing. Red Bull GmbH. 12 de agosto de 2019. Consultado em 12 de agosto de 2019. Alexander Albon is being promoted to the Team to drive alongside Max, while Pierre will return to the Red Bull sister team, Scuderia Toro Rosso. 
  3. «Há 12 anos na RBR, Buemi seguirá como piloto reserva do time austríaco em 2019». GloboEsporte.com. 15 de janeiro de 2019. Consultado em 18 de janeiro de 2019 
  4. «Christian: The season and beyond». Red Bull Racing Formula One Team (em inglês). Red Bull Racing. 26 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 27 de outubro de 2018 
  5. «Red Bull oficializa acordo com a Honda para 2019». Motorsport.com. Consultado em 23 de junho de 2018 
  6. a b c d e f «Red Bull». STATS F1. Consultado em 26 de novembro de 2018 
  7. «Red Bull still British». sibiul.ro. 2 de junho de 2006. Consultado em 24 de abril de 2017 
  8. «Christian Horner: Team Principal». Infiniti Red Bull Racing. Consultado em 27 de setembro de 2013. Arquivado do original em 14 de julho de 2013 
  9. a b «Cosworth enjoy strongest season since '99». formula1.com. 19 de outubro de 2005. Consultado em 28 de maio de 2014 
  10. «Michelin Red Bull's preferred supplier». formula1.com. 15 de novembro de 2004. Consultado em 28 de maio de 2014 
  11. «Coulthard puts Red Bull ahead». formula1.com. 21 de janeiro de 2005. Consultado em 28 de maio de 2014 
  12. a b «Red Bull secure Ferrari engine deal». formula1.com. 23 de abril de 2005. Consultado em 28 de maio de 2014 
  13. a b «2006 Team Review - Red Bull». formula1.com. 10 de novembro de 2006. Consultado em 28 de maio de 2014 
  14. «Driving Future Innovation». Red Bull Racing. 25 de setembro de 2017. Consultado em 1 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2017 
  15. Team, Red Bull Racing Formula One. «Honda Power From 2019». redbull.com. Consultado em 11 de agosto de 2018 
  16. «Ricciardo to join Hulkenberg at Renault for 2019». formula1.com. Consultado em 11 de agosto de 2018 
  17. «Going full Gas in 2019». Red Bull Racing. 20 de agosto de 2018. Consultado em 20 de agosto de 2018 
  18. «Albon substitui Gasly na Red Bull a partir do GP da Bélgica». Motorsport.com. 12 de agosto de 2019. Consultado em 13 de agosto de 2019 
  19. «Red Bull confirma rumores, encerra novela e rebatiza motor Renault como TAG Heuer para temporada 2016 da F1». 4 de dezembro de 2015 [ligação inativa]
  20. «Red Bull Racing to use Renault engines in 2007». formula1.com. 31 de outubro de 2006. Consultado em 28 de maio de 2014 
  21. «Red Bull and Renault announce enhanced engine agreement». formula1.com. 9 de setembro de 2011. Consultado em 28 de maio de 2014 
  22. «Aston Martin não vê conflito de nomes com Red Bull/Honda». Motorsport.com. Consultado em 1 de dezembro de 2018 

Ligações externasEditar

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