Joana Fomm

Joana Maria Fomm (Belo Horizonte, 14 de setembro de 1939) é uma atriz brasileira.[1] Estreou na carreira artística em 1964 na telenovela O Desconhecido, da RecordTV, mesmo período no cinema, quando viveu Lúcia em Um Morto no Telefone. No entanto, seu primeiro destaque nas telonas foi como Nídia em Crime de Amor, eleita Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Secundária pelo Festival Internacional de Cinema de Teresópolis e Prêmio Governador do Estado, respectivamente.

Joana Fomm
Joana no Festival de Gramado em 2013.
Nome completo Joana Maria Fomm
Nascimento 14 de setembro de 1939 (81 anos)
Belo Horizonte, MG
Nacionalidade brasileira
Ocupação atriz
Atividade 1962–presente
Cônjuge Francisco Milani (c. 1959–61)
Nelson Xavier (c. 1964–66)
Astolfo Araújo (c. 1969–71)
Ricardo Gouveia (c. 1973–83)

Sua trajetória na Rede Globo começou em 1977 na telenovela Sem Lenço, Sem Documento. Contudo, foi no papel da vilã Yolanda Pratini, em Dancin' Days, exibido no ano seguinte, que Joana Fomm destacou-se nacionalmente na televisão, sendo premiada como Melhor Atriz no Troféu APCA. Além disso, outro papel de destaque foi na pele de Lúcia Gouveia em Corpo a Corpo, interpretando Fausta; e em Bambolê. Em 1989, viveu Perpétua em Tieta, eleita pelo Troféu Imprensa como Melhor Atriz.

No cinema, foi eleita Melhor Atriz duas vezes pelo Festival de Brasília nas obras A Vida Provisória (1968) e Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia (1990). Além disso, também foi eleita na categoria pelo Prêmio Air France pela sua atuação no longa As Gatinhas (1970).

BiografiaEditar

Carreira na televisãoEditar

 
Joana Fomm em 1961.

Iniciou sua trajetória em 1964 na telenovela O Desconhecido, na RecordTV.[2] Três anos depois, foi para Rede Globo para trabalhar em O Homem Proibido e, em 1968, interpretar a agente federal Linda Hastings em A Gata de Vison.[3][4] Concluiu a década na pele da desconhecida em A Última Valsa; além de viver Mina e Cléo nas obras A Última Valsa, Nenhum Homem É Deus e João Juca Jr. (as duas últimas foi pela Rede Tupi), respectivamente.[5][6][7]

No início da década de 1970, participou das telenovelas As Bruxas, A Fábrica e Bel-Ami, todas na Rede Tupi, como Sofia, Maria Cecília e Betina, respectivamente.[8][9][10] Em 1973, voltou para a RecordTV para interpretar Catarina em Vendaval, mas no ano seguinte, voltou para a emissora anterior como Jeanne Derier em Ídolo de Pano; no mesmo período, ainda participou do teleteatro Yerma na TV Cultura.[11][12][13] Em 1975, de volta ao canal onde teve mais trabalhos, foi Marina em Ovelha Negra e Andrezza em A Viagem; além de viver Paula em Papai Coração um ano depois.[14][15][16] Em 1977, retornou para a Rede Globo na pele de Hilda em Sem Lenço, sem Documento e concluiu o decênio como Yolanda em Dancin' Days, personagem que lhe garantiu o Troféu APCA como Melhor Atriz; e como Vânia Lucas em Os Gigantes.[17][18][19][20]

No começo da década de 1980, foi Melissa na telenovela Coração Alado, além de viver uma mulher que dançou numa boate em Baila Comigo e Virgínia em Brilhante.[21][22][23] Em 1982, interpretou Natália em Elas por Elas e, no ano seguinte, esteve no elenco da personagem Maria Alice em Quarta Nobre, no episódio "Alice & Alice"; foi Laura em Louco Amor; além de fazer participação em Caso Especial no episódio "A Idade Sem Razão" e viver Helô em Eu Prometo.[24][25][26][27] Em 1984, encarnou na pele de Lúcia Gouveia em Corpo a Corpo e, dois anos mais tarde, viveu Joana Duarte e Thelma Rezende em Cambalacho e Roda de Fogo, respectivamente.[28][29][30] Concluiu a década participando da obra Bambolê como Fausta e teve papel em destaque como Perpétua em Tieta, personagem que lhe garantiu o Troféu Imprensa de Melhor Atriz.[31][32][33]

Em 1991, interpretou Carmem Maura na telenovela Vamp e, nos dois anos seguintes, participou dos episódios "Romance Moderno", "Mal Secreto" e "Laços de Sangue" no programa Você Decide, além de viver Salustiana Tiribiçá em Fera Ferida.[34][35][36] Em 1994, foi para o SBT na pele de Eugênia Carlota em As Pupilas do Senhor Reitor.[37] Encerrou o decênio como Yara em Razão de Viver, no SBT; e como Semíramis Torgano em Serras Azuis na Rede Bandeirantes.[38][39]

No início da década de 2000, interpretou Olga na telenovela Esplendor, além de viver Rita em Porto dos Milagres e fazer uma participação especial como a advogada Cecília Leal em O Clone.[40][41][42] Em 2003, deu vida a Dinorá em Agora É que São Elas e, no ano seguinte, encarnou na pele de Caridad e Margot em Kubanacan e Metamorphoses, respectivamente.[43][44][45] Em 2005, viveu Miriam Viridiana em Bang Bang, concluindo a década, três anos mais tarde, nas séries Casos e Acasos como Elete no episódio "A escolha, a operação e a outra"; e em Dicas de um Sedutor como Mãe Januária, no episódio "Maktub".[46][47][48]

Em 2010, começou interpretando a mãe Denise em As Cariocas, no episódio "A Desinibida do Grajaú" e, quatro anos mais tarde, foi Soraya na série As Canalhas, do canal fechado GNT, além de viver Odete na telenovela Boogie Oogie.[49][50][51] Em 2015, deu vida a Dona Lúcia em Magnífica 70 e Maria Helena em Os Experientes.[52][53] No ano seguinte, esteve no elenco de Malhação: Pro Dia Nascer Feliz como Dona Cléo.[54] Em 2017, fez uma participação em Questão de Família na GNT, viveu Teresa em Apocalipse, encerrando o decênio como Irmã Graça em Sob Pressão.[55][56][57]

Carreira no cinemaEditar

 
Joana Fomm e o ator Adriano Reys no programa Noite de Gala (1962).

Estreou nas telonas em 1964 interpretando Lúcia em Um Morto ao Telefone, papel que lhe destacou como Melhor Atriz Revelação pelo Festival Internacional de Cinema de Teresópolis.[58] No ano seguinte, deu vida a Nídia em Crime de Amor, personagem eleita Melhor Atriz Coadjuvante pelo Festival Internacional de Cinema de Teresópolis e Melhor Atriz Secundária pelo Prêmio Governador do Estado.[59] Posteriormente, atuou em Três Histórias de Amor, viver Bárbara em Todas as Mulheres do Mundo e esteve no elenco de El ABC del Amor.[60][61][62]

Em 1968, participou de cinco longas: Dolores Duran em A Noite do Meu Bem; Ellen em Edu, Coração de Ouro; foi a irmã de Bebel em Bebel, Garota Propaganda; Heloísa em O Homem Nu e Lívia em A Vida Provisória, este último papel foi consagrado como Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Brasília.[63][64][65][66][67] No ano seguinte, esteve no elenco de Um Sonho de Vampiros e Macunaíma como Sofará.[68][69]

No início da década de 1970, esteve nas telonas quatro vezes: Elas (argumento e roteiro); Luíza em Gamal, o Delírio do Sexo; Rose em O Palácio dos Anjos e Sílvia em As Gatinhas; esta última lhe garantiu o Prêmio Air France e Festival de Santos como Melhor Atriz.[70][71][72][73] Em 1971, participou dos filmes As Noites de Iemanjá como uma mulher e Fora das Grades como Marly.[74][75] No ano seguinte, participou de Os Desclassificados como Clara e esteve no elenco de Vozes do Medo.[76][77] Em 1976, foi Helena em Marília e Marina e encerrou o decênio fazendo uma participação especial como Rosamaria em Um Brasileiro Chamado Rosaflor.[78][79]

Na década de 1980, Joana Fomm participou de quatro filmes: interpretou a mãe de Celeste Beijo na Boca; fez uma aparição em O Cavalinho Azul como mãe; esteve na pele de Ana Almeida em Espelho de Carne e viveu uma mulher no curta-metragem Tempo de Ensaio.[80][81][82][83] Em 1990, deu sua vida a Maria em Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia, papel em destaque que lhe rendeu o Festival de Brasília como Melhor Atriz (segunda vez na carreira).[84]

Em 1991, fez participação especial em Vai Trabalhar Vagabundo II como Grã-Fina e, cinco anos mais tarde, foi Josefa em Quem Matou Pixote?.[85][86] Joana só voltaria as telonas novamente em 2001 em Copacabana; quatro anos mais tarde, em Quanto Vale ou É por Quilo? e em 2011 no longa O Gerente.[87][88][89] Posteriormente, fez uma aparição em Nova Amsterdã e, logo em seguida, no longa Como se Tornar o Pior Aluno da Escola.[90][91]

Vida pessoalEditar

Joana Fomm nasceu em uma família muito humilde de Belo Horizonte. Sua mãe e sua irmã falecerem em uma enchente quando ainda tinha quatro anos. Sem condições financeiras de criá-la, seu pai, José Honório de Almeida, que posteriormente tornou-se jornalista e escritor, a levou para o Rio de Janeiro, onde a entregou em adoção para um casal de tios distantes. Joana foi registrada e criada pelo jornalista Artur Fomm e sua esposa. Após constantes desconfianças, aos treze anos descobriu ser filha adotiva. Seus pais, que já eram separados, ainda resistiram em lhe dizer a verdade, mas depois revelaram-lhe tudo. Joana, então, conheceu seus pais biológicos por foto. Nesta época sentia grande angústia, visto que tinha que lidar com suas "diversas mães": A mãe que a criou, a mãe de seu pai adotivo, a esposa atual dele e sua falecida mãe biológica, o que iniciou um processo depressivo. Aos vinte anos conheceu seu pai biológico em um concurso de poesias, espantando-se com a semelhança física e até no jeito de dançar, além do gosto por artes literárias. Após um ano, com o falecimento de seu pai biológico, de quem havia ficado próxima, fez com que a sua depressão tenha agravado-se, e Joana começou a fazer análise. Seu pai havia lhe deixado uma carta pouco tempo antes de falecer, em que Joana só conseguiu ler junto com seu psicólogo. [92]

Revelou em entrevistas que sua infância foi muito feliz, apelidada de "peixinho", pois gostava de nadar no mar ou na piscina o dia inteiro. Também se auto intitulou como um "moleque", por gostar de subir em árvores e pular muro. Joana era líder de torcida na escola, revelando sempre ter sido feminista, pois brigava com os meninos para defender a si e as amigas. Joana Fomm começou a interessar-se por teatro aos quinze anos, quando seu primeiro namorado a convidou para entrar em um grupo de teatro. O ensaio com o rapaz não deu certo, e ele decidiu desistir e sair do grupo, pedindo que ela o acompanhasse. Ela não aceitou, e o mesmo passou a pressioná-la para obedecê-lo, pois por ciúmes, não queria que ela participasse das peças teatrais sem ele. Vendo-se em um relacionamento abusivo e já apaixonada pelas artes cênicas, decidiu terminar o relacionamento e continuou a estudar teatro e fazendo cursos de aperfeiçoamento, consagrando-se como uma grande atriz. [93]

A artista foi casada por quatro vezes: com o ator Francisco Milani, de 1959 a 1961, seu único casamento oficializado; posteriormente viveu com o ator Nelson Xavier, de 1964 a 1966, com o escritor Astolfo Araújo, de 1969 a 1971, e com o escritor Ricardo Gouveia, de 1973 a 1983, de quem engravidou e teve seu único filho, o músico Gabriel Fomm Gouveia, nascido de parto normal, no Rio de Janeiro, em 1975. Após o término do seu quarto matrimônio, não quis mais casar-se, apenas manteve relacionamentos casuais com homens anônimos e famosos. [94] A atriz revelou em entrevistas que sempre desejou ser avó, mas seu filho optou em não casar e nem ter filhos. Joana mora com o filho em um apartamento no Leblon, na zona sul carioca.[95]

SaúdeEditar

Em 2007 foi diagnosticada com um câncer de mama, necessitando realizar quimioterapia, e posteriormente fez uma dupla mastectomia, curando-se da doença. A atriz optou em realizar uma cirurgia plástica para colocar silicone, tendo que refazer a cirurgia devido a necessidade de realizar um preenchimento de pele. No mesmo ano também recebeu o diagnóstico de uma doença neurológica incurável, a disautonomia, que afeta o sistema nervoso autônomo, a fazendo perder o controle de alguns órgãos e também dos próprios movimentos, tendo quedas constantes. Para amenizar o efeito da doença e fortalecer sua musculatura, a atriz realiza sessões de fisioterapia e pilates.[96]

A atriz revelou em entrevistas que após o nascimento de seu filho, a depressão que possuía desde a adolescência agravou-se, tendo desenvolvido depressão pós-parto, ansiedade e síndrome do pânico. Até hoje a atriz faz tratamento psicoterápico e psiquiátrico, tomando antidepressivos e ansiolíticos. [97]

FilmografiaEditar

TelevisãoEditar

Ano Título Personagem Notas
1964 O Desconhecido Marília
1967 O Homem Proibido Lali[98]
1968 A Gata de Vison Linda Hastings West
1969 A Última Valsa Jucelina
Nenhum Homem É Deus Mina
João Juca Jr. Cléo
1970 As Bruxas Sofia
1971 A Fábrica Maria Cecília Gonçalves
1972 Bel-Ami Betina Vianna Perez (Beth)
1973 Vendaval Catarina
1974 Ídolo de Pano Jeanne Derier
Yerma Yerma Especial de fim de ano
1975 Ovelha Negra Marina
A Viagem Andrezza Muniz Veloso
1976 Papai Coração Paula
1977 Sem Lenço, sem Documento Hilda Sodré
1978 Dancin' Days Yolanda de Souza Matos Pratini
1979 Os Gigantes Vânia
1980 Coração Alado Melissa Ribas Serrano
1981 Baila Comigo Garota de programa Episódio: "18 de junho"
Brilhante Virgínia Sampaio
1982 Elas por Elas Natália Cardoso
1983 Quarta Nobre Maria Alice Episódio: "Alice & Alice"
Louco Amor Laura Dumont Episódio: "11 de abril"
Caso Especial Sormélia Episódio: "A Idade Sem Razão"
Eu Prometo Heloísa Pompílio (Helô)
1984 Corpo a Corpo Lúcia Gouveia
1986 Cambalacho Joana Duarte Episódio: "10 de março"
Roda de Fogo Thelma Rezende
1987 Bambolê Fausta Galhardo
1989 Tieta Perpétua Esteves Batista
1991 Vamp Carmem Maura de Araújo Góes
1992 Você Decide Nice Episódio: "Romance Moderno"
Matilde (Tide) Episódio: "Mal Secreto"
1993 Sara Episódio: "Laços de Sangue"
Fera Ferida Salustiana de Azevedo Picanço
1994 As Pupilas do Senhor Reitor Eugênia Carlota
1995 Explode Coração Clarete Episódios: "6–8 de novembro"
1996 Razão de Viver Yara
1998 Serras Azuis Semíramis Trajano Torgano
2000 Esplendor Olga Norman
2001 Porto dos Milagres Rita Vieira
2002 O Clone Cecília Participação
2003 Agora É que São Elas Dinorá Silveira
2004 Kubanacan Caridad Episódios: "6–7 de janeiro"
Metamorphoses Margot Dubois
2005 Bang Bang Miriam Viridiana McGold
2008 Casos e Acasos Eliete Episódio: "A Escolha"
Dicas de um Sedutor Mãe Januária Episódio: "Maktub"
2010 As Cariocas Denise Episódio: "A Desinibida do Grajaú"
2014 As Canalhas Soraya Episódio: "Soraya"
Boogie Oogie Odete Dias[99] Episódios: "5 de novembro–3 de dezembro"
2015 Magnífica 70 Lúcia Souto[100] Temporada 1
Os Experientes Maria Helena dos Santos[101] Episódio: "Folhas de Outono"
2016 Malhação: Pro Dia Nascer Feliz Dona Cléo (Maria Cleonice Soares)[102] Temporada 24
2017 Questão de Família Flavia Episódio: "Impulso"
Apocalipse Teresa Santero[103] Episódios: "23 de novembro–8 de dezembro"
2019 Sob Pressão Irmã Graça [104][105] Episódio: "2 de maio"
Episódio: "13 de junho"

CinemaEditar

Ano Título Personagem
2017 Como se Tornar o Pior Aluno da Escola Professora Beth
2016 Nova Amsterdam Tia Leontina
2011 O Gerente Narradora[106]
2005 Quanto Vale ou É por Quilo? Maria Amélia
2001 Copacabana Rita
1996 Quem Matou Pixote? Josefa
1991 Vai Trabalhar Vagabundo II Grã-Fina
1990 Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia Maria
1986 Tempo de Ensaio Mulher [107]
1985 Espelho de Carne Ana Almeida
1984 O Cavalinho Azul Mãe
1982 Beijo na Boca Mãe de Celeste
1977 Contos Eróticos Joana
1976 Marília e Marina Helena
Um Brasileiro Chamado Rosaflor Rosamaria
1972 Os Desclassificados Clara
Vozes do Medo
1971 As Noites de Iemanjá Mulher
Fora das Grades Marly
1970 Elas Joana
Gamal, o Delírio do Sexo Luíza
As Gatinhas Sílvia
O Palácio dos Anjos Rose
1969 Um Sonho de Vampiros
As Armas
Macunaíma Sofará
1968 A Noite do Meu Bem Dolores Duran
Edu, Coração de Ouro Ellen
Bebel, Garota Propaganda Maria
O Homem Nu Heloísa
A Vida Provisória Lívia
1967 El ABC del Amor
Todas as Mulheres do Mundo Bárbara
1966 Três Histórias de Amor Isabel[108]
1965 Crime de Amor Nídia
1964 Um Morto ao Telefone Lúcia

Prêmios e IndicaçõesEditar

Ano Premiações Categoria Nomeação Resultado
1964 Festival de Cinema de Teresópolis Melhor Atriz Revelação
Um Morto ao Telefone
Venceu
1966 Festival de Cinema de Cabo Frio[109] Melhor Atriz (menção honrosa)
Três Histórias de Amor
Venceu
Prêmio Governador do Estado Melhor Atriz Coadjuvante - Cinema
Crime de Amor
Venceu
Festival de Cinema de Teresópolis Melhor Atriz Coadjuvante Venceu
1967 Troféu Dedo de Deus - Teresópolis [110] Melhor Atriz Coadjuvante Venceu
1968 Festival de Cinema de Brasília Melhor Atriz Coadjuvante
A Vida Provisória
Venceu
1970 Prêmio Air France de Cinema Melhor Atriz
As Gatinhas
Venceu
Festival Nacional de Cinema de Santos Melhor Atriz Venceu
1979 Prêmio APCA de Televisão Melhor Atriz
Dancin' Days
Venceu
1990 Festival de Cinema de Brasília Melhor Atriz
Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia
Venceu
Festival de Cinema de Natal Melhor Atriz Venceu
Troféu Imprensa Melhor Atriz
Tieta
Venceu
1996 Prêmio Guarani do Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante
Quem Matou Pixote?
Indicada
2004 Festival Guarnicê de Cinema Menção Honrosa
Homenagem
Venceu
2019 Prêmio CinEuphoria Carreira Honorária Venceu

Referências

  1. «Joana Fomm». Memória Globo. 30 de janeiro de 2002. Consultado em 10 de janeiro de 2015 
  2. Xavier, Nilson. «O Desconhecido». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  3. «Ficha Técnica - O Homem Proibido (1967)». Memória Globo. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  4. «A Gata de Vison». Memória Globo. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  5. «Ficha Técnica - A Última Valsa». Memória Globo. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  6. Xavier, Nilson. «Nenhum Homem É Deus». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  7. Xavier, Nilson. «João Juca Jr.». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  8. Xavier, Nilson. «As Bruxas». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  9. Xavier, Nilson. «A Fábrica». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  10. Xavier, Nilson. «Bel-Ami». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  11. Xavier, Nilson. «Vendaval». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  12. Xavier, Nilson. «Ídolo de Pano». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  13. «Teleteatro - Yerma». Secretaria de Educação do Paraná. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  14. Xavier, Nilson. «Ovelha Negra». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  15. Costa, Fábio (2018). «A Viagem: os 43 anos do clássico de Ivani Ribeiro». Observatório da TV. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  16. Xavier, Nilson. «Papai Coração». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  17. «Ficha Técnica - Sem Lenço, Sem Documento». Memória Globo. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  18. Costa, Fábio (2018). «Dancin' Days: um dos maiores sucessos da Globo completa 40 anos». Observatório da TV. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  19. Xavier, Nilson. «Troféu APCA». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
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  21. Xavier, Nilson. «Coração Alado». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2020 
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  23. «Ficha Técnica - Brilhante». Memória Globo. Consultado em 29 de agosto de 2020 
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  109. Três Histórias de Amor Cinemateca
  110. Crime de Amor - Cinemateca

Ligações externasEditar

 
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Joana Fomm

Precedida por
Beatriz Segall
por Vale Tudo
Troféu Imprensa de Melhor Atriz
por Tieta com Tereza Rachel por Que Rei Sou Eu?

1990
Sucedida por
Jussara Freire
por Pantanal