O Clone

telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo
O Clone
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Glória Perez
País de origem Brasil
Idioma original português
Produção
Diretor(es) Jayme Monjardim
Elenco
Tema de abertura "Sob o Sol" de Sagrado Coração da Terra
Exibição
Emissora original Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 1 de outubro de 2001 – 14 de junho de 2002
Episódios 221
Cronologia
Programas relacionados El clon (2010)

O Clone é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo, transmitida originalmente de 1 de outubro de 2001 a 14 de junho de 2002 em 221 capítulos, com o último capítulo reexibido em 15 de junho de 2002.[1][2] Substituiu Porto dos Milagres e foi substituída por Esperança, sendo a 61ª novela das oito exibida pela emissora. Escrita por Glória Perez, com direção de Teresa Lampreia e Marcelo Travesso, teve direção geral de Mário Márcio Bandarra, Marcos Schechtman e Jayme Monjardim, também diretor de núcleo.[2]

Contou com as participações de Murilo Benício, Giovanna Antonelli, Juca de Oliveira, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Stênio Garcia, Dalton Vigh e Daniela Escobar.[1]

ProduçãoEditar

Para escrever a novela, Glória Perez debruçou-se sobre o tema do "cruzamento do antigo com o moderno", mesma premissa que havia usado em Explode Coração (1995). Ela queria juntar algo do futuro – nesse caso, a possibilidade da clonagem humana – com a cultura muçulmana, que segundo ela "procura se preservar tal qual qual era há centenas de anos". Seu interesse por tal cultura veio de quando acompanhava pela televisão as guerras no Oriente Médio e "ficava curiosa para saber mais sobre aquelas pessoas, como viviam, como era seu cotidiano".[3] Ao mesmo tempo, ficou muito impressionada com ovelha Dolly, que havia sido clonada. Segundo a autora, esses dois temas se entrelaçavam com a ideia de que "de um lado, o universo muçulmano, inteiramente submisso a Deus. De outro, o Ocidente, que declarava, com Nietzsche, 'Deus está morto', e buscava substituí-lo, instituindo novos deuses, os geneticistas, que, em seus laboratórios, tomavam para si a criação da vida".[4]

A autora entregou a sinopse da novela à direção da Rede Globo em 1999 e foi colocada na fila de produção de novelas das oito.[5] Nessa fase, títulos como Segunda Chance e Começar de Novo foram cogitados para a novela.[6] Inicialmente, a diretora-geral da emissora, Marluce Dias da Silva tinha dúvidas se a trama faria sucesso, e acabou colocando no ar a novela Porto dos Milagres, de Aguinaldo Silva.[7] Enfim, após a resistência que durou cerca de um ano, a novela recebeu o aval da diretora. Porém, segundo a autora, os problemas para colocar a novela no ar não haviam terminado. Segundo ela, "O Clone enfrentou uma campanha orquestrada. Houve uma flagrante tentativa de ridicularizar, inviabilizar o projeto. Não me interesso por especular as origens do movimento, mas a ferocidade dele me deu ainda mais certeza de que tinha um sucesso nas mãos: ninguém atira tantas pedras em cachorro morto".[7]

Glória enfrentou dificuldades com a diretora reservada para a trama, Denise Saraceni, que não tinha afeição com o tema sobre a cultura muçulmana e não tinha afinidades com a autora. Outro diretor, Luiz Fernando Carvalho, chegou a ler a sinopse, mas não conseguiu se adequar ao texto de Glória. Jayme Monjardim foi então o diretor escolhido, o que fez a novela ser adiada novamente, já que ele estava dirigindo a minissérie Aquarela do Brasil.[8] O autor comentou que se apaixonou pela sinopse "na mesma hora e ainda estou apaixonado. Quem tinha que fazer a novela, fez. Acredito muito nessa coisa do destino". Glória concordou, dizendo: "Não lamento a ausência de ninguém. O Jayme diz e eu acredito piamente que Alá interferiu na escalação deste elenco".[8]

Como parte da preparação para a novela, os atores e a equipe assistiram a palestras, filmes e leram textos sobre os costumes muçulmanos, clonagem e drogas. Os atores visitaram clínicas de fertilização e laboratórios de clonagem, tiveram aulas de expressões árabes e prática de orações, além de aulas de dança do ventre para compor seus personagens.[9][10] Para os assuntos referentes à cultura muçulmana, a autora contou com a consultoria dos xeques Jihad Hassan Hammadeh, vice-presidente da World Assembly of Muslim Youth (WAMY), e Abdelbagi Sidahmed Osman, sudanês presidente e Imam da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro. Nas gravações do núcleo muçulmano no Rio de Janeiro, a equipe foi assessorada pelos irmãos marroquinos Karima e Ahmed Elmaataoui, que acabaram incorporados ao elenco como serviçais do personagem de Stênio Garcia.[9] Por conta da novela ser dividida em várias fases, alguns atores foram rejuvenescidos para a primeira fase. Por conta disso, vários atores trabalharam com o rosto repuxado por adesivos. Quando seus personagens envelheceram, eles passam a gravar sem os adesivos.[11] Para este efeito, a equipe de maquiagem contou da ajuda da americana Lynn Barber, ganhadora do Oscar de melhor maquiagem e penteados de 1989 por seu trabalho no filme Driving Miss Daisy.[12]

GravaçõesEditar

 
A equipe da novela tentou gravar no Egito, o que não foi permitido pelo governo local.

Uma equipe de vinte pessoas, incluindo atores, diretores e produção, viajaram em 10 de julho de 2001 para o Marrocos.[12][13] A equipe passou cerca de um mês no país africano gravando algumas cenas iniciais, e também foram registradas algumas imagens de Marrakech, Quarzazate, Erfoud, Fès e El Jadida. Após as gravações no Marrocos, as cores fortes da região foram imitadas nos Estúdios Globo: "Estamos usando uma textura diferente, trabalhando com uma temperatura de cor bastante alta. Nas externas, usamos uma média de 27 filtros para nos aproximar da luz do Marrocos. E há sempre vários pontos de luz, como janelas e abajures, como referência nas gravações em estúdio", explicou o diretor de fotografia, Adriano Calheiro Valentim.[12] A equipe tentou gravar no Egito, o que foi vedado pelo governo egípcio, e a emissora recorreu a filmar os personagens em imagens sobrepostas que compradas de uma produtora local.[14]

Em janeiro de 2002, época em que Albieri (Juca de Oliveira) e Edna (Nívea Maria) viajaram aos Lençóis Maranhenses, Roseana Sarney, então governadora do Maranhão e pré-candidata à Presidência da República pelo então Partido da Frente Liberal (PFL), teria feito um acordo de merchandising com a Rede Globo. Em troca da exibição de cenas de pontos turísticos do estado, o governo arcaria com os custos de transporte e alimentação, e providenciaria a segurança e liberação dos locais para gravação. A Central Globo de Comunicações afirmou que o merchandising foi acertado em contrato, enquanto a informação foi negada pela assessoria de comunicação do governo, que afirmou não ter havido pagamento em dinheiro nem permuta; no entanto, assessores ligados a Roseana confirmaram o acordo. A emissora teria oferecido o acordo de merchandising ao governo, que teria aceitado. Divulgar o Estado, àquele momento, em um programa com grande audiência era "o sonho" da governadora, nas palavras de um assessor próximo a ela.[15] As cenas finais da novela tiveram gravações em Natal, no Rio Grande do Norte. As gravações nas dunas simulavam as areias do deserto do Marrocos.[16]

Escolha do elencoEditar

Letícia Spiller foi a primeira opção para viver a protagonista Jade, mas recusou o papel para se dedicar a projetos teatrais.[17] Por essa recusa, que se somava a outras anteriores, a atriz acabou suspensa por oito meses de trabalhos da emissora.[7] Ana Paula Arósio também foi cotada, mas a atriz também recusou o papel.[18] Giovanna Antonelli acabou ficando com a personagem. Para interpretar os personagens Lucas, Diogo, e Léo foi cotado Fábio Assunção, que recusou o convite. Murilo Benício se ofereceu para interpretar os três personagens.[19] Eduardo Moscovis iria interpretar Said, mas o personagem ficou com Dalton Vigh.[8] Um mal-entendido quase deixou Reginaldo Faria fora do elenco. Ao ser consultado, o ator explicou que estava fazendo teatro. E o personagem Leônidas, que estava reservado inicialmente para ele, foi oferecido a Raul Cortez. Travou-se então uma batalha entre O Clone e As Filhas da Mãe pelo ator e Silvio de Abreu, autor da última, não abriu mão de Cortez.[8]

A autora teve ainda de desistir de José Mayer para interpretar Ali, pois, com a dificuldade de Manoel Carlos em achar um galã para a minissérie Presença de Anita, Mayer acabou sendo cedido. Além disso, o ator preferiu a minissérie por ser um trabalho menos cansativo e evitou emendar duas novelas.[20] O personagem acabou ficando com Stênio Garcia, que à época estava em A Padroeira e seu personagem teve de morrer às pressas na novela.[8] Viviane Victorette foi vencedora de um concurso promovido pelo programa Caldeirão do Huck e, com isso, ganhou a personagem Regininha, uma dependente química amiga de Mel.[2] Cerca de 22 atores entraram na trama apenas na terceira fase, entre eles Débora Falabella, Marcello Novaes, Solange Couto, Juliana Paes, Mara Manzan, Cissa Guimarães, Victor Fasano entre outros.[21] A vilã Alicinha (Cristiana Oliveira) também entrou na terceira fase da trama, no capítulo 60, exibido em 8 de dezembro de 2001.[22] No capítulo 127, exibido em 25 de fevereiro de 2002, o ator Luciano Szafir entrou na trama para interpretar Zein, um árabe que abandonou os costumes islâmicos e que se casa com Jade.[23]

Cenografia e figurinosEditar

 
A cidade cenográfica marroquina da trama foi a primeira a reproduzir o oriente nos Estúdios Globo.

Duas cidades cenográficas foram construídas na Central Globo de Produção: uma réplica em menor escala da medina de Fez e outra simulando o bairro carioca de São Cristóvão. O destaque era a cidade marroquina, a primeira construção do Estúdios Globo a reproduzir o mundo oriental. Era composta de duas ruas principais e seis transversais de, no máximo, 1,8 metros de largura, com paredes largas de oito metros de altura, simulando construções de tijolo e pedras. A rua principal era mais larga pela necessidade de movimentação dos equipamentos de gravação. A cidade abrigava o pátio da casa de Ali (Stênio Garcia), formado por uma fonte e paredes com desenhos em mosaico, a casa de Said (Dalton Vigh) e oito lojas comerciais. Cerca de 50 figurantes atuavam nas gravações na cidade, todos recrutados em testes para se adequar ao tipo físico desejado, e com alguma intimidade com os hábitos e a língua árabe. A boate Nefertiti, de Zein (Luciano Szafir), também foi construída nos estúdios com uma fachada semelhante a uma ruína e decorada com esculturas egípcias, colunas, pirâmide, sarcófagos e múmias integrados aos shows de dança que aconteciam no local.[9]

Cerca de 700 peças do figurino foram compradas no Marrocos pela produtora de arte Tiza de Oliveira e o figurinista Paulo Lois, entre 30 tapetes, 200 lenços, cem pratos de cobre, 40 bules, 150 peças de roupas, cem pares de sapatos, vestidos de noiva, jóias, além de várias outros objetos. O vestido de casamento de Latiffa (Letícia Sabatella), como exemplo, foi adquirido em Fez e foi um dos destaques da gravação da cerimônia. Na segunda fase da trama, passada em 2000, os figurinos ganharam a assinatura de Marília Carneiro.[9] "Além de ser mais barato, tínhamos mais opções, já que os marroquinos vivem do artesanato. Comprei coisas que só lá eu poderia descobrir que existiam, como uma fibra vegetal que eles esfregam nos dentes após as refeições para limpá-los", contou Tiza.[24]

IncidentesEditar

No final de janeiro de 2002, alguns atores da novela foram diagnosticados com dengue, entre eles Stênio Garcia, Elizângela e Reginaldo Faria.[25] Para reverter o tempo perdido, o elenco não ganhou folga no Carnaval e ainda gravaram em dias extras.[26] Além disso, a novela também abordou o assunto da dengue e mostrou como se prevenir.[27]

ParticipaçõesEditar

O bar de Dona Jura (Solange Couto) recebia frequentemente convidados famosos, como Zeca Pagodinho, Neguinho da Beija-Flor e Ana Maria Braga.[28] O cantor Alessandro Safina, intérprete da canção "Luna", tema de Yvete (Vera Fischer) e Leônidas (Reginaldo Faria), gravou uma participação na trama na cena em que se apresentava no brechó de Yvete. As cenas foram ao ar no capítulo 50, em 27 de novembro de 2001.[29] Antes de interpretar a personagem Monique na trama, Cynthia Falabella substituiu a irmã Débora Falabella em alguns capítulos no papel de Mel, quando Débora teve de se ausentar da trama por motivo de saúde. As cenas foram ao ar no capítulo 181. A semelhança entre as duas irmãs foi tão grande que as cenas de Mel destruindo seu quarto ficaram tão reais que o público não soube distinguir Cynthia de Débora.[30] Humberto Martins fez uma participação nos últimos capítulos da novela. Na história, ele interpretou Aurélio Sobreiras, marido da vilã Alicinha, que veio reivindicar parte dos bens que ela conseguiu dando golpes. As primeiras cenas do personagem foram exibidas no capítulo 218, no dia 11 de junho de 2002.[31]

EnredoEditar

Primeira fase

A história começa no início da década de 1980. Leônidas Ferraz (Reginaldo Faria) é um empresário viúvo com uma vida resumida aos seus negócios, pai de gêmeos idênticos: Diogo e Lucas (Murilo Benício).[32] Após a morte de sua mãe no Rio de Janeiro, onde moravam, a jovem muçulmana marroquina Jade (Giovanna Antonelli) volta para a cidade marroquina de Fez para viver com seu tio Ali (Stênio Garcia), que também cuida de sua outra sobrinha Latiffa (Letícia Sabatella). Seguidor fiel das tradições muçulmanas, Ali busca encontrar bons maridos para as sobrinhas.[32] Diogo e Lucas vão passar uns dias em Fez junto com o padrinho de Diogo, o geneticista Augusto Albieri (Juca de Oliveira). Os irmãos conhecem novos amores: Diogo se encanta pela bela Yvete (Vera Fischer) e passam juntos uma noite de amor. Visitando a casa de Ali, um grande amigo de Albieri, Lucas conhece e se apaixona perdidamente por Jade, sendo correspondido, mas são impedidos de ficarem juntos devido aos costumes muçulmanos, já que Ali quer que Jade se case com Said (Dalton Vigh). Ela se recusa, pois não aceita as tradições muçulmanas e se dispõe a fugir de seu país para se casar com Lucas no Rio de Janeiro. Eles passam a viver uma história de amor encontrando-se perigosamente às escondidas.[32] Ainda em Fez, Diogo é apresentado pelo pai a Yvete, descobrindo que ela é a namorada desconhecida de seu pai e imediatamente a reprova. Yvete não se entrega e cria intrigas para continuar com Leônidas que decide apoiar a namorada. Brigado com o pai, Diogo volta ao Rio de Janeiro e acaba sofrendo um acidente fatal de helicóptero. Leônidas, arrasado e cheio de remorsos, distancia-se de Yvete.[32]

Lucas ainda está em Fez, e como Latiffa se casou com Mohamed (Antonio Calloni), irmão de Said, e se mudará com ele para o Rio de Janeiro, Jade recebe autorização para ir com eles e Lucas. Lá, Lucas decide se casar com ela e levá-la para a casa do pai, mas Leônidas o proíbe. Jade então foge da casa de Latiffa e envia uma carta à casa de Ali em Fez dizendo-lhe que nunca mais voltará. Desesperado, Lucas diz que o casamento é impossível naquele momento.[32] Sem alternativa, Jade volta para Fez e aceita se casar com Said. Mesmo apaixonado por Jade, ele a faz sofrer muito.[32] Depois de mais uma tentativa de fuga com Lucas frustrada, Jade vê que é impossível fugir, e chega à conclusão de que Deus não destinou realmente Lucas à sua vida e rompe com ele.[32] Jade sofre muito no casamento com a dominação e frieza de Said, e passa a ser uma péssima esposa e dona de casa.[32] Enquanto isso, Albieri também se abala muito com a morte do afilhado e resolve criar um clone humano com células de Lucas para assim "retrazer Diogo". As células de Lucas são acidentalmente usadas para inseminar Deusa (Adriana Lessa), uma mulher que sonha em ser mãe. Acreditando ter feito uma inseminação artificial comum, Deusa dá à luz ao filho sem saber que é um clone.[32] Albieri acaba se afeiçoando enormemente ao filho de Deusa; sua obsessão pelo garoto a assusta, que decide ir embora com o filho de volta para a sua cidade, Belém.[32]

Segunda fase

Já na década de 2000, Jade ainda está casada com Said, mas nunca esqueceu Lucas completamente. Said e Jade tiveram uma filha, Khadija (Carla Diaz). Said casa-se posteriormente também com a jovem Ranya (Nívea Stelmann) e tem um filho com ela. Jade fica muito feliz com isso, pois pode convencê-lo a se separar, mas ele não a ouve e só a faz sofrer. Em outro momento, em um ato de fúria com Jade, ele a repudia três vezes, o que significa divórcio, mas se arrepende. No entanto, pelos costumes muçulmanos o marido só pode voltar atrás nessa decisão caso arranje um outro marido para sua mulher, para que este também a repudie. Said então solicita ao amigo Zein (Luciano Szafir), um mulherengo convicto, que se case de fachada com Jade por um dia, para que ela possa voltar para ele depois. Zein se apaixona por Jade, assim tornando-se mais um disputando seu amor. Já Lucas casou-se a bela e fria Maysa (Daniela Escobar), com quem teve uma filha, Mel (Débora Falabella), que desenvolve sérios problemas com drogas. Léo reencontra Albieri ocasionalmente nos Lençóis Maranhenses. Ele acompanha o padrinho em uma viagem a Fez, onde Albieri visitará seu amigo Ali. Lá, Léo conhece Jade e se apaixona por ela, e vem a disputar com Lucas o amor de Jade. Quando o clone é descoberto, Leônidas briga na justiça com Deusa pela paternidade de Léo, que entra em desespero alegando não saber nada sobre a clonagem e fica horrorizada ao saber que ele não é seu filho biológico.

ExibiçãoEditar

O Clone foi a 61a telenovela a ser exibida no horário das oito pela Rede Globo, estreando em 1 de outubro de 2001. Seu último capítulo foi exibido em 14 de junho de 2002, uma sexta-feira, com uma reprise indo ao ar no dia seguinte.[33]

Foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo de 10 de janeiro a 9 de setembro de 2011, em 175 capítulos, substituindo Sete Pecados e sendo sucedida por Mulheres de Areia.[34][35]

Foi reprisada na íntegra pelo Canal Viva de 9 de dezembro de 2019 a 21 de agosto de 2020, substituindo O Cravo e a Rosa e sendo substituída por Mulheres Apaixonadas. Foi a segunda novela mais vista da história do canal, sendo superada apenas por sua antecessora.[36][37][38]

Até 2016, a trama havia sido exportada para 101 países, se tornando a quinta telenovela brasileira mais vendida na história, perdendo apenas para Da Cor do Pecado e Escrava Isaura (104 países), A Vida da Gente (113 países), Caminho das Índias (118 países), e Avenida Brasil, a mais vendida, com 132 países.[39] Nos Estados Unidos, a novela foi exibida pela Telemundo a partir de 15 de janeiro de 2002,[40] enquanto em Portugal a trama foi exibida pela SIC no mesmo ano.[41] Em 7 de abril de 2008, começou a ser reprisada na TV Globo Portugal, para o público português.[42]

Remake

Um remake hispânico da novela foi produzido pela Telemundo em 2010, levando o título de El clon, com atores de diversos países da América Latina, com gravações que ocorreram na Colômbia e nos Estados Unidos.[43][44] A emissora mexicana TV Azteca confirmou um remake de O Clone que deveria sair ao ar em 2014 e que teve o título provisório de Amor del Mediterrâneo; no entanto, essa versão nunca se concretizou.[45]

ElencoEditar

Ator/Atriz Personagem
Giovanna Antonelli Jade El Adib[46]
Murilo Benício Lucas[2]
Diogo[2]
Léo (Leandro)[1][2]
Daniela Escobar Maysa Ferraz[47]
Dalton Vigh Said Rachid[48]
Débora Falabella Mel Ferraz[49][1][2]
Marcello Novaes Alexandre Cordeiro (Xande)
Juca de Oliveira Dr. Augusto Albieri[2]
Reginaldo Faria Leônidas Ferraz (Leãozinho)[2]
Vera Fischer Yvete Simas
Cristiana Oliveira Alice Borges (Alicinha)[1][2]
Marcos Frota Danilo Escobar (Escobar)[50]
Nívea Stelmann Ranya Rachid[51]
Stênio Garcia Ali El Adib[52]
Eliane Giardini Nazira Rachid[53]
Letícia Sabatella Latiffa El Adib Rachid[54]
Antonio Calloni Mohamed Rachid[55]
Victor Fasano Otávio Valverde (Tavinho)[56]
Beth Goulart Lidiane Valverde[57]
Mara Manzan Odete Santos[58]
Juliana Paes Karla Regina Santos[58]
Solange Couto Jurema Cordeiro (Dona Jura)
Antônio Pitanga Sebastião (Tião)
Adriana Lessa Deusa da Silva[59]
Luciano Szafir Zein
Nívea Maria Edna Ferreira Albieri[60]
Cissa Guimarães Clarisse
Carla Cabral Dora
Thiago Fragoso Fernando Escobar (Nando)[61]
Sérgio Marone Maurício Valverde (Cecéu)[62]
Thaís Fersoza Telma Valverde (Telminha)[63]
Viviane Victorette Regina (Regininha)
Osmar Prado Alberto Lobato (Lobato)
Elizângela Noêmia
Ingra Liberato Amina
Tânia Alves Norma
Maria João Bastos Amália
Francisco Cuoco Padre Matiolli
Françoise Forton Simone
Perry Salles Mustafá Rachid
Sthefany Brito Samira Rachid[64]
Yuri Xavier José Roberto (Zé Roberto)
Jandira Martini Zoraide El-Adib
Raul Gazolla Belmiro (Miro)
Totia Meireles Laurinda
Neuza Borges Dalva
Roberto Bonfim Edvaldo
Sebastião Vasconcellos Abdul Rachid (Tio Abdul)[65]
Ruth de Souza Mocinha da Silva[66]
Guilherme Karan José Raposo (Raposão)
Eri Johnson Ligeiro[1]
Sílvio Guindane Basílio
Murilo Grossi Júlio
Myrian Rios Anita
Thalma de Freitas Carolina (Carol)
Kika Kalache Ana (Aninha)
Marcelo Brou Pitoco
Paula Pereira Creuza
Franciely Freduzeski Alberta (Beta)
Eduardo Martini Cotia
João Carlos Barroso Severino[1]
Monica Martelli Dona Selma[1]
Alexandre Zacchia Salim Rachid[1]
Gustavo Ottoni Detetive Ramos[1]
Pedro Nercessian Junqueira[1]
Anja Bittencourt Dona Déia[1]
Nica Bonfim Neuzinha[1]
Eduardo Canuto Gasolina
Carla Diaz Khadija Rachid[67]
Thiago Oliveira Amin Rachid[68]
Carolina Macieira Sumaya Rachid
Nóris Barth Tetê
Luã Ubacker Duda

Participações especiaisEditar

Ator/Atriz Personagem
Beatriz Segall Miss Penélope Brown
Mário Lago Dr. Molina
Joana Fomm Drª. Cecília
Walderez de Barros Sálua El Adib
Nuno Leal Maia Jorge Luís
Paulo Betti Armando
Léa Garcia Lola
Danielle Winits Shirley
Sílvia Pfeifer Cinira
Jonas Bloch Juiz Guimarães[1]
Humberto Martins Aurélio Sobreira
Jayme Periard Roger
Sérgio Mamberti Dr. Vilela
Roberto Pirillo Dr. Tavares[1]
Henri Pagnoncelli  José Victor
Eduardo Galvão Alex[1]
Karina Bacchi Muna
Caio Junqueira Pedro Lobato (Pedrinho)
Cynthia Falabella Monique Lobato (episódios: 11–14 de junho de 2002)
Mel Ferraz (episódio: 5–8 de abril de 2002)
Tony Ramos Namorado de Maysa
Maria Clara Gueiros Graça
Fabiana Alvarez Zuleika
Eloísa Mafalda Vizinha de Jade e Sálua
Samara Felippo Namorada de Diogo / Lucas
Cássia Linhares Elba[1]
Andressa Koetz Soninha
Michelle Franco Michelle
Milena Paula Milena
Aimée Ubacker Aimée
Victor Hugo Curgula Léo (criança)
Pedro Cravo Diogo (criança)
Lucas (criança)
Maria Clara Mendonça Mel (criança)
Haylton Farias Haylton (analista de Lobato)[69][1]
Adalgisa Colombo Ela Mesma
Nana Caymmi Ela mesma
Pelé Ele mesmo[70]
Ronaldinho Gaúcho Ele mesmo[71]
Clodovil Ele mesmo[72]
Ana Maria Braga Ela mesma[73]
Louro José Ele mesmo[73]
Oswaldo Sargentelli Ele mesmo[74]
Zeca Pagodinho Ele mesmo[75]
Molejo Eles mesmos
As Frenéticas Elas mesmas
Alessandro Safina Ele mesmo
Vitor Belfort Ele mesmo
Luciano Huck Ele mesmo
Isabelita dos Patins Ela mesma
Amin Khader Ele mesmo
David Brazil Ele mesmo
Dora Bria Ela mesma[76]
Ney Matogrosso Ele mesmo[77]

Trilha sonoraEditar

 Ver artigo principal: Trilha sonora de O Clone

A trilha musical incidental de O Clone foi criada pelo músico Marcus Viana, integrante do grupo Sagrado Coração da Terra. O resultado é uma fusão do estilo sinfônico com o universo islâmico musical tradicional e elementos de música pop. As canções foram lançadas no álbum Maktub - Trilhas e Temas de O Clone. O tema de abertura da novela, a canção "Sob o Sol", foi composto pelo músico e interpretado pela cantora Malu Ayres. A novela gerou ainda mais cinco trilhas sonoras. As duas tradicionais, contendo as trilhas nacionais e internacionais, e três trilhas sonoras complementares. Uma com as canções apresentadas no Bar da Jura (Solange Couto), O Clone - O Melhor do Bar da Dona Jura, outra com músicas de dança do ventre, O Clone - O Melhor da Dança do Ventre, e uma terceira com o repertório da boate Nefertiti, Isis Lounge - Temple Of Dance. Jade e Lucas ganharam um tema em inglês, chamado "All For Love", na voz do cantor norte-americano Michael Bolton, e que abre a trilha sonora internacional da novela.[78]

RepercussãoEditar

AudiênciaEditar

A novela estreou com uma média de 47 pontos, com picos de 53, igualando-se à sua antecessora, Porto dos Milagres, que também havia estreado com média de 47 pontos, medida pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE).[79] Depois do início do reality show Casa dos Artistas, do SBT, a audiência da novela começou a ser prejudicada, sendo superada por dois pontos em 15 de novembro de 2001.[80] Depois do término do programa da concorrente, e devido à grande audiência que vinha alcançando, em fevereiro de 2002, a trama foi esticada em um mês.[81] No dia 29 de abril de 2002, dia em que foi ao ar o encontro entre Léo e Lucas e a crise de abstinência e internação de Mel, a trama alcançou sua maior média até então: 56 pontos e picos de 65, com 73% de participação.[82][83] Em seus primeiros 180 capítulos exibidos, a novela conquistou 45 pontos de média geral, um recorde em relação às seis novelas anteriormente exibidas no horário.[83] Seu último capítulo registrou 62 pontos de média, com picos de 68 e 77% de participação, a maior média desde Laços de Família em 2001 que alcançou 59 pontos.[84] A trama obteve uma média geral de 47 pontos, com 65,2% de televisores ligados na novela ao horário de sua exibição.[85]

No primeiro capítulo de sua reprise no Vale a Pena Ver de Novo, exibido em 10 de janeiro de 2011, a trama estreou com 15 pontos,[86] elevando a média para 18 pontos e picos de 21 na Grande São Paulo com a exibição da morte de Diogo quatro dias depois.[87] Em seu primeiro mês no ar, a reapresentação teve uma média de 16 pontos, cinco a mais do que sua antecessora Sete Pecados.[88] Em 28 de fevereiro, O Clone marcou 20 pontos, um aumento de três pontos na média habitual da reprise até então.[89] No dia 18 de julho, a trama bateu mais um recorde de audiência, cravando 22 pontos, sua maior audiência até então.[90] Em seu último capítulo, exibido no dia 9 de setembro, O Clone marcou 23 pontos com 55% de participação,[91] com média geral de 17 pontos.[92] A reapresentação da telenovela aumentou em quatro pontos a audiência da faixa, sendo o melhor índice desde a reexibição de Alma Gêmea (2009).[93]

Análise da críticaEditar

Em sua estreia, a revista Veja comentou que a novela era bonita, mas que haviam pontos a esclarecer, como o efeito sonoro que introduzia os personagens principais e as situações de tensão. A revista também elogiou a direção de Monjardim, que "caprichou na parte estética", com cenas que "primam pela beleza dos ângulos escolhidos e pela iluminação perfeita", e notou a "esplendorosa" atuação de Vera Fischer.[94] Amelia Gonzalez dO Globo escreveu uma crítica positiva, dizendo: "Numa troca de olhares sob véus deu para perceber que o casal protagonista da trama de Glória Perez tem química. E é forte". Ela também notou que "além da beleza e do rigor já conhecidos da direção de Jayme Monjardim", os atores deram à trama o tom certo, resultando em "cheiro de sucesso no ar".[95] Por sua vez, Silvia Rogar da Veja disse que a trama era "estapafúrdia" e notou a falta de cuidado com sua produção, cuja iluminação era "das piores que já se viu. Não tem nuances e tinge todos os ambientes de um tom alaranjado. Além disso, nos closes, realça (quando não aumenta) as imperfeições de pele dos atores", e finalizou dizendo que "no tempo de Boni, uma novela da Globo jamais teve esse tipo de problema", e que esses desleixos técnicos levavam a crer que O Clone representava "mais um passo da emissora rumo à mexicanização de seus produtos".[96]

A jornalista Cláudia Croitor da Folha de S.Paulo escreveu uma crítica mista à novela, dizendo que, apesar das "belíssimas paisagens e ótimos efeitos especiais", a novela consistia em "aulas (chatinhas) de cultura islâmica e a clara tentativa de ser o mais politicamente correto possível", criticando também o fato dos personagens muçulmanos falarem cada frase duas vezes, uma em árabe, outra em português, classificando esse fato como "irritante" e dizendo que "legendas seriam menos enfadonhas". Por outro lado, elogiou as atuações do casal de protagonistas e de Vera Fischer, cuja presença "deve ser um dos pontos altos".[97] Passados dois meses de exibição, a mesma revisora notou que havia uma certa monotonia na trama, já que desde a sua estreia, "pouca coisa mudou na história da muçulmana apaixonada por um não-muçulmano e do clone do não-muçulmano", pois o telespectador continuava vendo os mesmos personagens tendo as mesmas reações diante das mesmas situações".[98]

Recepção do públicoEditar

O Clone estreou pouco depois dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, o que poderia prejudicar a boa aceitação da trama entre os telespectadores, já que um dos núcleos principais era de personagens muçulmanos. No entanto, a novela tornou-se um sucesso entre o público.[99] O sucesso da telenovela fez crescer a demanda de viagens para o Marrocos, fazendo com que as agências de viagens lançassem pacotes de ida para o país onde se passava a história.[100] A telenovela abordou assuntos como uso de drogas e alcoolismo. Por meio dessa amostra, os número de dependentes que procuraram instituições anti-drogas cresceu consideravelmente.[101] Além disso, a típica pulseira da personagem Jade, que liga o punho a um dedo por uma fina corrente enfeitada com pedras coloridas, chamada iswarah, fez sucesso com vendedores ambulantes e joalheiros.[102] Depois da dança do ventre demonstrada na novela, a procura por aulas da dança chegou a 80%.[103]

Um dos grandes destaques da trama foi Dona Jura, interpretada por Solange Couto. Dona de um bar e do pastel mais famoso da região, ela fez o bordão "não é brinquedo não" virar sucesso nacional.[28] A personagem Odete (Mara Manzan) também foi um sucesso. Na trama, a personagem popularizou o bordão "cada mergulho é um flash" entre os telespectadores.[104] Outros bordões ditos na trama e que se tornaram bastante populares foram: "Bom te ver!", que era dito por Ligeirinho (Eri Johnson) e "excelente!", de seu amigo inseparável Raposão (Guilherme Karam), além de "é ruim, hein?", frase que era sempre dita por Yvete (Vera Fischer), "jogada ao vento", dita por Jade (Giovanna Antonelli), e "tem que ser muito artista", dita por Clarice (Cissa Guimarães). Além disso, um dos bordões mais famosos da novela foi "você vai arder no mármore do inferno", frase que continuou a ser dita principalmente por religiosos.[105]

ReconhecimentoEditar

O Clone rendeu a Glória Perez inúmeros prêmios no Brasil e no exterior. Prêmios foram concedidos para a autora pelo FBI e a Drug Enforcement Administration (DEA) – os dois principais órgãos do governo norte-americano responsáveis pelo controle do tráfico de drogas, em razão da campanha pelos dependentes químicos. Gloria também foi homenageada pela Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad) e recebeu o prêmio Personalidade dos anos 2001 e 2002, concedido pelo Conselho Estadual Antidrogas do Rio de Janeiro.[106] Em 2013, um ranking listando os 50 maiores programas dos últimos 50 anos, elaborado em Cannes pela The WIT, empresa especializada em pesquisar tendências de conteúdo televisivo e programação digital pelo mundo, classificou O Clone em sua lista, figurando como o único programa brasileiro.[107] Além disso, a trama foi eleita pelo jornal espanhol 20 minutos como a segunda melhor telenovela brasileira, atrás de Avenida Brasil, e uma das cinquenta melhores de todos os tempos pelo portal Terra.[108][109]

Prêmios e indicaçõesEditar

Ano Prêmio Categoria Indicado Resultado
2001 Melhores do Ano Música-Tema "A Miragem" (Marcus Viana) Venceu
2002 Troféu Imprensa[2] Melhor Novela Glória Perez Venceu
Melhor Atriz Giovanna Antonelli Indicado
Vera Fischer Indicado
Troféu Internet[110] Melhor Novela Glória Perez Venceu
Melhor Atriz Giovanna Antonelli Venceu
Prêmio APCA 2002[111] Melhor Atriz Eliane Giardini Venceu
Melhor Atriz Revelação Sthefany Brito Venceu
Meus Prêmios Nick[112] Atriz Favorita Giovanna Antonelli Venceu
Prêmio Qualidade Brasil RJ[113] Melhor Telenovela Glória Perez Venceu
Melhor Autora de Telenovela Glória Perez Venceu
Melhor Ator de Telenovela Murilo Benício Venceu
Melhor Atriz de Telenovela Giovanna Antonelli Venceu
Melhor Ator Coadjuvante de Telenovela Stênio Garcia Venceu
Melhor Atriz Coadjuvante de Telenovela Jandira Martini Venceu
Melhor Atriz Revelação de Telenovela Carla Diaz Venceu
Prêmio Austregésilo de Athayde[114][115] Melhor Telenovela Glória Perez Venceu
Melhor Ator Murilo Benício Venceu
Melhor Ator Revelação Thiago Fragoso Venceu
Melhor Atriz Revelação Débora Falabella Venceu
Melhores do Ano[116] Melhor Atriz Giovana Antonelli Venceu
Melhor Ator Murilo Benício Indicado
Melhor Ator Coadjuvante Juca de Oliveira Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante Eliane Giardini Indicado
Letícia Sabatella Venceu
Solange Couto Indicado
Melhor Atriz Revelação Débora Falabella Venceu
Melhor Atriz Infantil Carla Diaz Venceu
Sthefany Brito Indicado
Troféu Radar Atriz Revelação Adriana Lessa Venceu
Festival de Cinema e Televisão de Natal[117] Atriz Revelação Viviane Victorette Venceu
Prêmio Contigo! de TV[118] Melhor Novela Glória Perez Venceu
Melhor Autor Venceu
Melhor Atriz Giovanna Antonelli Indicado
Melhor Ator Murilo Benício Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante Letícia Sabatella Venceu
Melhor Ator Coadjuvante Antonio Calloni Venceu
Melhor Par Romântico Murilo Benício e Giovana Antonelli Venceu
Melhor Vilã/vilão Cristiana Oliveira Indicado
Melhor Tema de Abertura "Sob o Sol" (Sagrado Coração da Terra) Indicado
Melhor Diretor Jayme Monjardim Venceu
Melhor Atriz Infantil Carla Diaz Venceu
Melhor Cenário Raul Travassos, May Martins e Gilson Santos Venceu
Melhor Figurino Paulo Lóes e Marília Carneiro Venceu
2003 Prêmio INTE[119][2] Melhor Atriz Giovanna Antonelli Venceu
Melhor Autor Glória Perez Venceu
Melhor Telenovela Venceu

BibliografiaEditar

Referências

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Ligações externasEditar