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Tóquio

capital e uma das 47 províncias do Japão
(Redirecionado de Tókio)
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Japão Tóquio

東京 (Tōkyō)

 
Do topo, à esquerda: Shinjuku, Tokyo Sky Tree, Rainbow Bridge, Shibuya, Edifício da Dieta Nacional.
Do topo, à esquerda: Shinjuku, Tokyo Sky Tree, Rainbow Bridge, Shibuya, Edifício da Dieta Nacional.
Bandeira de Tóquio
Bandeira
Brasão de armas de Tóquio
Brasão de armas
Localização de Tóquio
País  Japão
Prefeitura Tóquio
Área
- Total 2,189 08 km²
População (1 de novembro de 2015)
 - Total 13 503 810[1]
    • Densidade 6,354 hab./km²
Website www.metro.tokyo.jp

Tóquio (em japonês: 東京, transl Tōkyō, pronunciado: [/toːkʲoː/] (Sobre este somescutar ), literalmente "capital do Leste"), oficialmente Metrópole de Tóquio (東京都 Tōkyō-to?),[2] é a capital do país e de uma das 47 prefeituras do Japão. Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Em 2015, Tóquio possuía 13 491 000 habitantes,[3] cerca de 11% da população do país,[3] e a Região Metropolitana de Tóquio possui mais de 37 milhões de habitantes, o que torna a aglomeração de Tóquio, independentemente de como se define, como a área urbana mais populosa do mundo.[4] Um de seus monumentos mais famosos é a Torre de Tóquio. Foi fundada em 1457, com o nome de Edo ou Yedo. Tornou-se a capital do Império em 1868 com a atual designação. Sofreu grande destruição duas vezes; uma em 1923, quando foi atingida por um terremoto; e outra em 1944 e 1945, quando bombardeios americanos destruíram grande parte da cidade, sendo que no total foi destruída 51% de sua área[5] e mortas mais de 80 mil pessoas.

Embora seja considerada um dos maiores centros financeiros do mundo[6] (ao lado de Nova Iorque e Londres[7]), e uma "Cidade Global Alfa++", ela não é, tecnicamente, uma cidade. Não há no Japão uma cidade chamada "Tóquio". Na verdade, Tóquio é designada como uma metrópole ( to?),[8] similar a uma prefeitura do Japão ( ken?), e é constituída por 23 bairros ( ku?), 26 cidades primárias ( shi?), cinco cidades secundárias ( cho ou machi?) e oito vilas diferentes ( son ou mura?). Cada uma delas possui um governo que opera no nível regional. Também fazem parte de seu território pequenas ilhas no Oceano Pacífico, localizadas a cerca de mil quilômetros ao sul.

Mais de nove milhões de pessoas vivem dentro dos 23 distritos autônomos que constituem a parte central de Tóquio.[3] Estes 23 distritos definem a "Cidade de Tóquio" que possui 9 241 000 habitantes.[3] Sua população aumenta em 2,4 milhões ao longo do dia, devido aos estudantes e trabalhadores de prefeituras vizinhas, que vão à Tóquio para estudar e trabalhar.[3] A população total dos bairros de Chiyoda, Chuo e Minato, que compõem a região central, e onde está localizado o principal centro financeiro do país, é de 375 mil habitantes; porém, mais de dois milhões de pessoas trabalham na região.[3]

Tóquio é o principal centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural do Japão. Assim sendo, possui a maior concentração de sedes de empresas comerciais, instituições de ensino superior, teatros e outros estabelecimentos comerciais e culturais do país. Também possui um sistema de transporte público altamente desenvolvido, com numerosas linhas de trens, metrô e de ônibus, bem como o Aeroporto Internacional de Tóquio.

EtimologiaEditar

Era originalmente conhecida como Edo, que significa "estuário".[9] Seu nome foi mudado para Tóquio (Tóquio: (leste) + quio (capital)) quando se tornou a capital imperial em 1868, em linha com a tradição da Ásia Oriental de incluir a palavra "capital ('京'?) no nome da cidade da capital.[9][10]

Durante o início do período Meiji, a cidade também era chamada de "Tōkei", uma pronúncia alternativa para os mesmos caracteres chineses que representam "Tóquio".[11] Alguns documentos oficiais sobreviventes em inglês usaram a ortografia "Tokei".[11] Entretanto, agora essa pronunciação é considerada obsoleta.[12]

HistóriaEditar

FundaçãoEditar

 
Pintura do século XVII, ilustrando o Castelo de Edo (atual Palácio Imperial do Japão) e seus arredores

Apesar que desde tempos antigos existiam pequenas populações e templos nas colinas cercando a Baía de Tóquio (東京湾 Tōkyō-wan?), considera-se que a fundação formal de Tóquio foi em 1457,[13] quando um vassalo do clã Uesugi (上杉氏 Uesugi-shi?), Dōkan Ōta (太田 道灌 Oota Doukan?) construiu o Castelo de Edo (江戸城 Edo-jō?), assim a área que rodeava o castelo começou a se chamar Edo (江戸 literalmente "estuário"?).[14][15] Shogunato Tokugawa (徳川幕府 Tokugawa bakufu?), que havia tomado o castelo em 1590 e que tinha o controle quase absoluto do Japão, estabeleceu seu governo em Edo, em 1603, isso deu início ao Período Edo (江戸時代 Edo-jidai?), na história japonesa.[13][16] Edo cresceu e por volta do século XVIII se tornou uma das cidades mais populosas do mundo com mais de 1 milhão de habitantes.[17] A nobreza, junto com o Imperador do Japão, permaneceram em Quioto, que seguiu sendo a capital oficial, porém apenas de maneira protocolar.[18]

Edo sofreu inumeráveis desastres, entre os que se encontram centenas de incêndios, destacando-se o Grande Incêndio de Edo (Edo Taika) de 1657,[19] onde estima-se que morreram 108 mil pessoas; nesse mesmo acontecimento, também conhecido como incêndio de Furisode, a maior parte da cidade foi destruída, incluindo o Castelo de Edo e seus arredores.[20] Outros desastres que sofreu Edo foram à erupção do Monte Fuji em 1707,[21] o Terremoto do Grande Edo em 1855 e outros terremotos menores em 1703, 1782 e 1812.[22][23]

Século XIXEditar

Em 1853, o comandante americano Matthew Perry desembarcou na Baía de Tóquio, à frente de uma frota de quatro navios de guerra, como um enviado do governo americano, com a missão de instituir relações diplomáticas e comerciais entre o Japão e os Estados Unidos.[24] Perry voltou em 1854, à frente de uma frota maior do que a anterior, e assinou um tratado diplomático entre os líderes de governo do Japão.[24]

Aos fins de 1868, como o caso do shogunato em todo o Japão e o inicio da Restauração Meiji, o Imperador se mudou ao Castelo Edo, convertendo no Palácio Imperial do Japão e estabeleceu a mesma alteração de nome de Edo para Tóquio, "a capital do leste".[10][13] No entanto, o Imperador não deixou estabelecido de maneira legal que Tóquio era a nova capital do Japão.[13] Algumas pessoas creem que, devido a esse fator, Kioto seria a capital oficial ou co-capital do país.[13] Em 1871 aboliram-se os han ou feudos, e formalmente criaram-se as prefeituras, entre elas a Prefeitura de Tóquio; e ao ano seguinte a prefeitura expandiu-se ha área ocupada pelos 23 Bairros Especiais que atualmente possui.[25]

A partir de 1872, começou a construir-se a primeira linha de metropolitano ligando Tóquio com Yokohama[26] e em 1925 construiu-se a Linha Yamanote, linha de metropolitano urbano que é uma das mais importantes de Tóquio na atualidade.[27] Em 1889 estabeleceu-se a Cidade de Tóquio (東京市 Tōkyō-shi?) com 15 bairros, logo em 1893 os distritos de Tama que uniram-se a prefeitura.[28]

Uma versão de impressão fotocromática de um panorama de Edo entre 1865 e 1866

Século XXEditar

 
Ginza em 1933 em Tóquio

Em 1914 inaugurou-se a Estação de Tóquio e, em 1927, inaugurou-se a primeira linha de metrô subterrânea, que ligava Asakusa e Ueno.[28] O Grande terremoto de Kanto (関東大震災 Kantō daishinsai?) golpeou Tóquio em 1923, com um saldo de aproximadamente 140.000 pessoas mortas e desaparecidas e 300 mil residências destruídas.[28]

Depois da tragédia iniciou-se um plano de reconstrução que não pode ser completado devido a seu alto custo.[13][28] No dia 8 de janeiro de 1932, ocorreu em Tóquio o Incidente Sakuradamon, uma tentativa de assassinato contra o Imperador Hirohito por um ativista da independência da Coreia, então ocupada pelo Japão.[29] Em 1936 inaugurou-se o edifício da Kokkai (Dieta do Japão);[30] também nesse mesmo ano ocorreu o Incidente de 26 de fevereiro (二・二六事件 Ni-niroku jiken?), no que 1.400 oficiais do exército japonês ocuparam o edifício da Kokkai, o Kantei (Residência do primeiro-ministro) e outros lugares de Tóquio numa intenção de golpe de Estado, que foi sufocado três dias depois.[31]

Durante a Segunda Guerra Mundial, na década de 1940, o governo japonês decidiu instituir a Província Metropolitana de Tóquio.[28] A partir desta iniciativa extinguiu-se aquilo que era conhecido como Cidade de Tóquio (東京市 Tōkyō-shi?).[28] Durante a mesma guerra, foi intensamente bombardeada a partir de 1942 até 1945.[5] Por causa disto, em 1945 a população de Tóquio era a metade que em 1940.[13] Os bombardeios mais pesados a atingiram em 1944 e 1945, destruindo aproximadamente um terço da cidade, e matando mais de 80 mil pessoas.[5][nota 1] Tóquio tinha cerca de 7,3 milhões de habitantes em 1940; no final da guerra, a população havia caído pela metade, para cerca de 3,5 milhões.[28][32] Ao terminar a guerra, em setembro de 1945, foi ocupada militarmente e passou a ser governada pelas Forças Aliadas.[13] O general Douglas MacArthur estabeleceu os quartéis da ocupação no que atualmente é o edifício DN Tower 21 (anteriormente conhecido como Dai-Ichi Seimei), em frente ao Palácio Imperial.[13] Na segunda metade do século XX, Estados Unidos aproveitou Tóquio como um centro importante de logística durante a guerra da Coreia.[13] Na atualidade, onde permanecem sobe controle estadunidense a Base Aérea de Yokota e algumas poucas instalações militares menores.[13]

Tóquio depois de intenso bombardeio realizado pelos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial
Vista da cidade nos anos 1960

Tóquio foi novamente reconstruída após o fim da guerra em um programa de reconstrução feito para todo o Japão em 1945, que teve como um de seus objetivos reduzir a densidade populacional das áreas urbanas.[33] O programa procurou reconstruir cinquenta mil hectares de 115 cidades do país, porém contemplou somente 102 cidades e uma área de 28 mil hectares.[34] Em 1947, foi reestruturada para ter a estrutura de 23 bairros que possui hoje em dia.[28] Tóquio experimentou o chamado "milagre econômico" durante as décadas de 1950 e 1960.[13] Em 1954 criou-se a segunda linha de metrô com a Linha Marunouchi e em 1961 com a Linha Hibiya.[35] Em um espaço de 17 anos, a sua população chegou a alcançar a marca de dez milhões de pessoas em 1962.[28] Em 1958 construiu-se a Torre de Tóquio[36] e em 1964 inaugurou-se a primeira linha de Shinkansen (Tokaido Shinkansen[37]), coincidindo com a celebração dos Jogos Olímpicos de Tóquio.[38] Esta prosperidade transformou um país devastado pela guerra na segunda economia do mundo em menos de 20 anos.[13] Durante este período, o governo japonês deu prioridade para a Infra-estrutura e indústrias de manufatura.[13] Como resultado, Japão dominou um amplo ranking de indústrias como a do aço, a automobilística, de semicondutores e eletrodomésticos.[13]

Em 1966, um plano diretor, conhecido como Tama New Town, foi instituído em Tóquio com o objetivo de minimizar a escassez de moradias devido ao alto crescimento populacional.[39][40] Em 1969, foi promulgado o Regulamento de Controle da Poluição, algo que fazia parte de um conjunto de medidas, feitas pelo governo de Tóquio, que tinham como objetivo diminuir a intensidade da poluição atmosférica na região, então ocasionada por fábricas e indústrias químicas.[28][41] Foram devolvidas ao Japão as ilhas Ogasawara em 1968 e a Base Aérea de Tachikawa em 1977.[28][42]

Durante a década de 1970 houve uma migração maciça das áreas rurais para as cidades, Tóquio em especial.[13] Em 1978 inaugurou-se o Aeroporto Internacional de Narita, que serviu principalmente para voos internacionais; enquanto que o Aeroporto Internacional de Tóquio, inaugurado em 1931, serviria principalmente para voos nacionais.[43][44]

 
Rainbow Bridge, situada no norte da Baía de Tóquio

A grande população em Tóquio derivou de um crescimento econômico que terminou na década de 1990, mais precisamente de 1991 até 2000, causando uma recessão durante toda essa década, chamada também A década perdida (失われた10年 Ushinawareta Jūnen?).[45] Em 20 de março de 1995, a cidade concentrou a atenção dos meios internacionais sobre o atentado terrorista do culto Aum Shinrikyo no sistema de trens subterrâneos de Tóquio.[46] Nele morreram doze pessoas e milhares foram afetadas pelo gás nervoso Sarín.[46]

Apesar disso, continuou crescendo; em 1990 construiu-se o Tōchō ou Tóquio City Hall e em 1993 inaugurou-se a Rainbow Bridge sobre a Baía de Tóquio.[28][47] Isto, contudo fez que Tóquio fosse uma das cidades mais dinâmicas do planeta com um amplo ganho de atividades sociais e econômicas.[48]

O Japão é um país que tem executado projetos para ganhar terras ao mar e, desde a década de 1980, a criação de ilhas artificiais vem sendo bastante utilizada.[49] Entre estas ilhas se sobressai Odaiba (お台場?), construída durante o período Edo para proteger a futura Tóquio de invasões marítimas, hoje possui muitos shoppings e áreas de lazer e é um dos pontos turísticos mais populares do Japão.[50] Outros projetos urbanos recentes incluem o Jardim de Ebisu, a ilha Tennozu, o Shiodome, Roppongi Hills e Shinagawa.[51]

Panorama de Tóquio, com o Monte Fuji ao fundo, a partir da Tokyo Skytree

GeografiaEditar

 Ver artigo principal: Região Metropolitana de Tóquio

Está localizada na margem noroeste da Baía de Tóquio. Limita-se com a prefeitura de Chiba a leste, Yamanashi a oeste, Kanagawa ao sul e Saitama ao norte.[2] Fazem também parte de Tóquio ilhas que estão espalhadas no Oceano Pacífico, localizadas a cerca de mil quilômetros ao sul.[8][52] A mais distante delas, Okinotorishima, está a dois mil quilômetros da sua costa.[52]

É o centro da maior região metropolitana do mundo, conhecida como Região Metropolitana de Tóquio-Yokohama.[53] Esta região metropolitana inclui as prefeituras japonesas de Chiba, Kanagawa e Saitama.[2] Cerca de 28% de toda a população do Japão vive na região metropolitana de Tóquio.[2] A população desta é de 37 milhões de habitantes.[54] Na atualidade, é um dos mais importantes centros urbanos do planeta.[55]

Tóquio fica próxima de uma junção tripla localizada na Península de Boso, o que faz com que terremotos de menor intensidade ocorram com frequência na sua região; porém, abalos sísmicos com o epicentro na área continental (excluindo-se as ilhas sob sua jurisdição) são algo raro de acontecer.[56]

Tóquio tem adotado uma medida de redução de gases estufa.[57] O governador Shintaro Ishihara pôs em prática um sistema com o objetivo de reduzir em 25 por cento o nível de emissões de gases em 2020 a partir de 2000.[57]

ClimaEditar

A maioria da sua parte continental de Tóquio possui clima subtropical úmido,[58] com verões quentes e úmidos e invernos geralmente frios.[58] Na região, como em grande parte do Japão, o mês mais quente é agosto, com média de 26,4 °C e o mês mais frio janeiro, com média de 5,2 ° C.[59] A temperatura mínima absoluta é de -9,2 °C em 13 de janeiro de 1876, enquanto a máxima absoluta é de 39,5 °C em 20 de julho de 2004.[59] Tóquio é um exemplo de uma ilha de calor urbano, a população da cidade é um contribuição significativa para o clima.[60][61] A queda de neve é ​​esporádica, mas ocorre quase anualmente.[62] Tóquio também costuma ver tufões todos os anos, embora poucos sejam fortes.[60] O mês mais chuvoso desde que os registros começaram em 1876 foi em outubro de 2004, com 780 milímetros de chuva;[59] nos últimos quatro meses registrados para observe que nenhuma precipitação é em dezembro de 1995.[59] A precipitação anual variou de 2.229,6 mm em 1938 até 879,5 mm em 1984.[59]

DemografiaEditar

 
Panorama da cidade a partir da Tokyo Skytree

Possui mais postos de trabalho e locais de recreação cultural do que qualquer outra cidade do Japão, atraindo muitas pessoas do resto do país (especialmente jovens).[carece de fontes?] Sua densidade populacional é alta, de 6.158 pessoas por quilômetro quadrado, sendo a província mais densamente povoada do Japão.[3] 97% da imensa população da prefeitura são descendentes de japoneses. Os dois maiores grupos étnicos minoritários de Tóquio são chineses e coreanos, cada um responsável por menos de 1% da população da prefeitura.[carece de fontes?] Há também pessoas de outras nacionalidades: filipinos, brasileiros, peruanos, americanos, europeus de diversas origens, iranianos, paquistaneses etc.[carece de fontes?]

A religião em Tóquio mostra padrões semelhantes ao do resto do país, onde convivem o Budismo, o Xintoísmo e outros credos. Existe um sincretismo constante, onde é comum as pessoas integrarem duas ou mais religiões na sua prática diária. Das mais de nove mil organizações religiosas na prefeitura, 38% são budistas, 21% xintoístas, e há também 13% de igrejas cristãs.[63]

Habitação e saneamentoEditar

Vista de Tama New Town, maior desenvolvimento habitacional no Japão
Centro financeiro da cidade com a Tokyo Skytree ao fundo

A imensa população de Tóquio cria uma altíssima demanda por residências. No passado, a maioria dos habitantes da prefeitura vivia em casas de um ou dois andares, feitas de madeira, cada uma com seu próprio jardim, quintal e capela religiosa. À medida que a população foi crescendo, tais casas foram demolidas, e no seu lugar, edifícios de apartamentos foram construídos. Atualmente, o tamanho médio das residências em Tóquio é de 63m². De acordo com uma classificação de 2007 feito pelo grupo imobiliário Knight Frank e do Citi Private Bank, subsidiária do Citigroup, Tóquio é a quinta cidade mais cara do mundo quanto ao preço dos imóveis residenciais de luxo: 17 600 euros por metro quadrado.[64][65]

Mesmo assim, a procura por residências continuou a ser mais alta do que a oferta, aumentando preços do terreno e do aluguel - especialmente dentro dos 23 distritos da província.[carece de fontes?] Como resultado, a partir da década de 1970, mais pessoas abandonaram a região dos 23 distritos, mudando-se para Tama (parte da província de Tóquio), ou mesmo para outras cidades vizinhas mais distantes.[carece de fontes?] Em Tama, o governo provincial criou um projeto de residenciamento barato, para famílias de baixa renda.[39][40] Porém, estas residências estão localizadas muito longe dos principais centros comerciais e industriais, e muitos destes trabalhadores de baixa renda são obrigados a usar o transporte público, e passam por vezes mais de quatro horas somente dentro de algum meio de transporte público.[carece de fontes?]

Sua tecnologia aliada aos recursos naturais deram ao Japão acesso à água potável e tratamento de esgoto em quase todo o território nacional.[66] Devido à rápida urbanização de suas grandes cidades, ocorreu a degradação ambiental que causou enchentes, aridez e piora da qualidade da água.[66] Para atenuar os danos causados por esses problemas, foram implantadas medidas para melhorar os mecanismos de coordenação sobre o uso da água e prevenir a sua contaminação.[66] Como resultado, o Japão obteve drásticas melhorias em seus recursos hídricos e de higiene e abastecimento de água potável em seu território.[66] Cidades como Tóquio e Quioto foram as grandes beneficiadas dos projetos.[66] A Seção do Sistema de Distribuição de Água do Governo Metropolitano de Tóquio gerencia a uma rede de abastecimento de água de 26.000 quilômetros.[66] A taxa de vazamento da rede de água de Tóquio é de aproximadamente 3,6%, enquanto a taxa de vazamento de água das grandes cidades do mundo é de cerca de 30%, em média.[66] O modelo de abastecimento de Tóquio é seguido em vários países no mundo sendo que enviaram especialistas nessa área para países em desenvolvimento para fornecer assistência técnica nessa área.[66]

Vista panorâmica de Minato

Governo e administraçãoEditar

Tóquio não é tecnicamente uma cidade, mas sim, uma das 47 províncias do Japão.[10] Ela está dividida em 23 bairros e 39 cidades e vilas diferentes.[67] Cada uma delas possuem poderes municipais, com seus próprios prefeitos e assembleias municipais.[68] Porém, o governo provincial cria leis que valem para todas os distritos e cidades de Tóquio e atua limitando os poderes destes governos locais.[69] O governo provincial também é responsável pelo fornecimento de serviços de esgoto e abastecimento de água, embora outros serviços públicos sejam de responsabilidade regional, tais como moradia e educação.[67]

Os habitantes elegem um governador para mandatos de quatro anos de duração.[70] Leis provinciais são discutidas e aprovadas por uma Assembleia Metropolitana.[70] Seus 127 membros são eleitos pela população da província para mandatos de quatro anos de duração.[70][71] Cada distrito, cidade ou vila que faz parte da província possui ao menos um representante na assembleia.[71]

Um dos métodos arrecadação de fundos dá-se através de impostos de propriedade.[67] Cada distrito, cidade ou vila pode criar impostos locais para a manutenção dos serviços realizados por tais subdivisões provinciais.[72] Os impostos são coletados pelo governo de Tóquio e parte destes é repassada para as subdivisões.[67]

O Governo Metropolitano possui alguns símbolos provinciais, os quais são: Flor de cerejeira Yoshino, ginkgo (ginkgo biloba), guincho (Larus ridibundus), além do símbolo metropolitano e o brasão que são usados em facilidades que são de propriedade (ou operadas pelo) do Governo Metropolitano de Tóquio.[73]

SubdivisõesEditar

 
Tóquio atualmente. Áreas pintadas em amarelo sinalizam os 23 bairros de Tóquio, e áreas pintadas em verde sinalizam cidades e vilas que também fazem parte de Tóquio

Forças policiaisEditar

 
Delegacia de Ikegami

A polícia é administrada pelo Departamento Metropolitano de Polícia de Tóquio, o qual se encarrega de manter a ordem cidadã dentro de toda a metrópole, resguardando a segurança das pessoas.[74] Cabe à instituição a tarefa de zelar pela paz e manter a ordem dentro da cidade, além de atuar preventivamente em caso de desastres naturais, como tufões e terremotos, os quais são muito frequentes no Japão.[75][76] Em toda a área comercial e residencial de Tóquio, as forças policiais possuem 102 estações de polícia e 826 postos (koban) repartidos pelos 23 bairros, contando com uma força uniformizada de mais de 43 mil pessoas.[77]

Relações exterioresEditar

Cidades-irmãsEditar

Tóquio é uma cidade-irmã com as seguintes cidades e estados:[78]

EconomiaEditar

Vista panorâmica de Shinjuku

Tóquio é a cidade com maior produto interno bruto (PIB) (medido pelo seu poder de compra) do mundo, calculado em 2008 em US$1,4 trilhão;[83] Se fosse um país independente, seria, efetivamente, a 12.a maior economia do mundo, a frente de países como Espanha, Canadá e Austrália.

Hoje, como um centro financeiro de alcance global,[84] a capital japonesa possui um grande centro internacional de finanças, escritórios centrais de diversas companhias, bancos e seguradoras, e vários pontos de conexão de companhias de transporte, publicações e difusão do Japão.

Tóquio é o principal centro financeiro da Ásia. Foi descrita por Saskia Sassen como um dos três "centros de comando" para a economia mundial, juntamente com a Nova Iorque e Londres.[85] Esta cidade é considerada um cidade global alfa +, listados pelo inventário da GaWC de 2008.[86]

A Bolsa de Valores de Tóquio é uma das mais dinâmicas do mundo. A maioria das instituições financeiras do país, e também multinacionais, tem sua sede em Tóquio, tanto é, que em 2008 verificou-se que das empresas cotadas na Global 500, 47 são baseados em Tóquio, quase duas vezes maior do que o segundo colocado que é a cidade de Paris.[87] A Bolsa de Tóquio também é a segunda maior bolsa de valores do mundo, com uma capitalização de mercado de mais de 549,7 trilhões de yens em dezembro de 2006.[88]

Distrito de luxo de Ginza
Torre de Tóquio, uma das principais atrações da capital japonesa

Muitas das maiores companhias de eletrônica do Japão fabricam seus produtos em Tóquio, que em sua maioria exportam-se para outros países. Entre elas, destacam a Sony, Toshiba e Hitachi. A imprensa também é uma das principais indústrias da cidade. A maioria das empresas de imprensa e publicação do Japão estam radicadas em Tóquio, assim como a maior parte das revistas e periódicos publicados na prefeitura.[carece de fontes?]

Outras indústrias importantes são a petroquímica, fabricação de automóveis, madeireira e telefones movéis. Outros grandes centros industriais localizados na região metropolitana de Tóquio são Yokohama e Kawasaki, ambas grandes produtoras de navios, produtos petroquímicos, automóveis e produtos do ferro e do aço.[carece de fontes?]

Durante o crescimento centralizado da economia japonesa depois da Segunda Guerra Mundial, muitas companhias moveram seus escritórios centrais de cidades como Osaka, que é a capital histórica do comércio, para Tóquio, numa intenção de obter um melhor acesso ao governo. Esta tendência começou lentamente a fazer crescer a população em Tóquio, junto com o custo de vida para se viver na capital.[carece de fontes?]

Durante catorze anos seguidos, foi eleita pela "Economist Intelligence Unit" como a cidade mais cara (ou de custo de vida mais alto) no mundo, tudo isso num período que terminava em 2006.[carece de fontes?] No resultado de 2010 Tóquio ficou em segundo lugar em estudo divulgado pela empresa de consultoria "Mercer", ficando atrás apenas de Luanda, Angola.[89]

TurismoEditar

O turismo é uma das suas principais fontes de renda. Milhões de turistas, boa parte deles estrangeiros, visitam Tóquio anualmente. Além de suas muitas atrações turísticas, a cidade também sedia alguns grandes eventos anuais, como a parada dos bombeiros de Tóquio,[90] em 6 de janeiro, ou o Festival de Sanja, na terceira semana de maio.[91]

Por ser um dos principais pontos históricos e culturais do Japão, a prefeitura de Tóquio recebe mais da metade dos turistas internacionais que chegam ao país, (cerca de 58,3 %). Anualmente, 2,6 milhões de pessoas que visitam Tóquio, representando um ingresso anual de dois bilhões de dólares. Este intenso fluxo de turistas torna-a a sexta cidade mais visitada do mundo, atrás de Londres, Paris, Nova Iorque, Hong Kong e Singapura. Por ser a principal porta de entrada do país, é uma região de desenvolvimento crítico para o turismo internacional. Entre os visitantes que chegam à cidade, 63,8% são provenientes de países asiáticos, 18,5% da América do Norte, 12,7% da Europa e 5,0 % de outros países. As atrações turísticas na prefeitura são numerosas, e são administradas ou supervisadas pelo Governo Metropolitano de Tóquio.[carece de fontes?]

Os turistas que visitam a cidade dispõem de muitos hotéis e restaurantes de qualidade. Dos hotéis, os turistas podem optar por ficar em hotéis construídos e mobiliados em estilo ocidental, ou em Ryokans, hotéis construídos e mobiliados ao estilo japonês. Estes hotéis possuem, por exemplo, portas que se deslocam em um sentido lateral, chamadas de shoji, e de um tapete, chamado de tatame. Quanto aos restaurantes, alguns especializam-se em culinária japonesa, de outras culturas asiáticas, ou pela culinária ocidental.[carece de fontes?]

Possui muitos pontos de interesse. Os mais conhecidos são: a Torre de Tóquio: uma torre de 333 metros de altura,[92] localizada ao sul do Palácio Imperial; o Palácio Imperial do Japão, a residência oficial do imperador;[93] os vários templos budistas de atraem milhões de turistas e religiosos todo ano, como o Templo Meiji em Yoyogi e o templo Sensoji em Asakusa; e os belos jardins e parques, que atraem muitas pessoas, como o Parque Ueno, famoso pelas suas raras espécies de flores, e o Parque Yoyogi.

Parte da cidade vista do Palácio Imperial do Japão.

InfraestruturaEditar

EducaçãoEditar

 
Auditório Yasuda da Tōdai
  • Escolas: O Governo Metropolitano de Tóquio é responsável pela administração, através da instituição Tokyo Metropolitan Board of Education, e pelo fornecimento de verbas de mais de duas mil escolas, sendo que algumas delas são para pessoas com necessidades especiais.[94][95][96] A instituição também é responsável pela administração das propriedades de valor cultural da metrópole.[95]
  • Bibliotecas: O sistema de bibliotecas públicas é conhecido como Tokyo Metropolitan Library, e na verdade consiste em duas bibliotecas: a Biblioteca central e a Biblioteca Tama.[97] Antigamente existia nesse sistema uma terceira biblioteca, a Bibioteca de Hibiya, porém esta terminou sendo fechada em 1º de abril de 2009.[98] A Biblioteca central, ou Biblioteca Nacional da Dieta, está aberta ao público em geral, mas sua função principal é ajudar os membros do parlamento japonês em pesquisas.[99]
  • Educação superior: Possui cerca de 200 instituições de ensino superior. As seis mais proeminentes universidades são conhecidas como As Seis Universidades de Tóquio (东京六大学 'roku Tokyo daigaku'?): Universidade de Keio, Universidade de Tóquio (a mais conhecida, também chamada de "Tōdai"), Universidade de Waseda, Universidade Hosei, Universidade de Meiji e Universidade Rikkyo. As Seis formam centenas de milhares de matriculados, e muitas vezes são comparadas com as universidades de Ivy League, principalmente por estudantes e alunos. A Tōdai é a mais prestigiada, e em 2005 classificou-se na posição 16 entre as 200 maiores universidades do mundo.[carece de fontes?] Sendo que estão localizadas em Tóquio as universidades Keio e Waseda, as principais instituições de ensino superior privado do Japão.[100]

TransportesEditar

Mapa da rede de metrô da cidade
Estação Iidabashi do Metrô de Tóquio

Tóquio, como o centro da Região Metropolitana de Tóquio, é o maior eixo de transporte ferroviário do Japão.[101] Os transportes públicos dentro de Tóquio são dominados por uma extensa rede de limpa e eficiente.[102]

Segundo o relatório anual do Governo Metropolitano de Tóquio de 2006, o número de passageiros do sistema, que inclui ônibus, metrô, trens de superfície e bondes, chega a 43 milhões por dia - ele supera o da população total porque as pessoas fazem mais de uma viagem diariamente.[103] O investimento em transporte de massa foi a saída encontrada pelas autoridades para suportar o grande crescimento populacional de então.[103] A megalópole assumiu em 1966 a liderança do ranking mundial de população, posição que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), manterá ao menos até 2025, quando terá 36,4 milhões de habitantes.[103]

Quanto ao metrô são 283 estações e 292 quilômetros de linhas, cinco vezes a extensão do metrô de São Paulo.[103] A Estação de Shinjuku é a estação de trem mais movimentada do mundo em volume de passageiros.[104] Este sistema ferroviário fica tão lotado nas horas de pico que várias estações empregam funcionários, denominados oshiyas, especialmente designados para empurrar e compactar pessoas dentro dos trens, no momento em que as portas dos trens estão fechando.[103] Porém, antes do trem-bala levava-se 6 horas e meia de viagem entre Tóquio e Osaka.[105] Hoje bastam 2 horas e meia para fazer o percurso de cerca de 500 km.[105]

AeroportosEditar

É servida pelo Tokyo International Airport (東京国際空港 Tōkyō Kokusai Kūkō?) (ou Aeroporto de Haneda (羽田空港 Haneda Kūkō?)), o quinto aeroporto mais movimentado do mundo, e que atende principalmente a voos domésticos.[106][107] Passaram pelo aeroporto 66.935.990 passageiros em um período de doze meses de fevereiro de 2007 até fevereiro de 2008.[108]

Outro aeroporto que se destaca, o Aeroporto Internacional de Narita[108], está localizado na cidade de Narita, província de Chiba, e movimenta principalmente os voos internacionais que servem Tóquio.[43] Movimentou mais de 40.5 milhões de passageiros em 2017.[43]

CulturaEditar

 
Sede da Fuji TV em Odaiba

A maior parte da população é budista,[63] e, assim sendo, centenas de templos dessa religião estão localizados na província, embora muitos dos habitantes de Tóquio vão à estes templos apenas em cerimônias especiais como casamentos e funerais, por exemplo, preferindo praticar seus atos religiosos em casa.

Dado à imensa densidade populacional da região, a maior parte dos apartamentos e casas da cidade são pequenas, desenhados para abrigar uma família de dois adultos e duas ou três crianças. Muitas delas são mobiliadas segundo estilo japonês, embora outros sigam um padrão mais ocidental.[carece de fontes?]

A maioria das pessoas usam vestimentas ocidentais, no dia a dia. Algumas pessoas mais velhas - especialmente mulheres - porém, ainda usam o quimono, uma roupa típica japonesa. Roupas tradicionais japonesas são usados, geralmente, apenas em dias ou eventos especiais.[carece de fontes?] Harajuku, um bairro de Shibuya, é conhecido internacionalmente por seu estilo e da moda jovem.[109]

Muitos dos mais prestigiados artistas japoneses trabalham em Tóquio. Alguns ainda usam métodos e técnicas japoneses, que foram usadas pelos seus ascendentes e passam de geração a geração, e outros artistas preferem usar métodos e técnicas ocidentais. É o centro nacional da música, drama e do teatro japonês. Duas formas de drama japoneses, no e kabuki, são as formas favoritas de entretenimento da população da província.[carece de fontes?]

MuseusEditar

Tóquio tem dezenas de museus da arte, história, ciência e tecnologia. O museu mais importante do Japão é o Museu Nacional de Tóquio, dentro das dependências do Parque Ueno.[110][111] O museu é administrado pelo governo do país, através de uma instituição de administração independente conhecida como National Institute for Cultural Heritage.[112][113] O conjunto de edifícios que formam o museu contém a maior coleção de arte japonesa no mundo (90 mil peças). O alcance museográfico abriga a história do Japão, desde tempos pré-históricos até a era moderna.

O Museu Metropolitano de Arte (東京都美術館 Tōkyōto Bijutsukan?), fundado em 1926,[114] está dividido em uma galeria que expõe os trabalhos de artistas nacionais contemporâneos; e uma destinada a trabalhos de artistas estrangeiros. O museu Shitamachi, localizado na esquina sudeste do parque Ueno, está dedicado a preservar a cultura tokiota da era Edo. O Mingeikan é um museu fundado por Yanagi Muneyoshi em 1931, consagrado para o artesanato popular de todo o país. O museu Goto mostra a coleção privada de arte budista, propriedade de Goto Keita, presidente da Tokyu Corporation. Neste museu se encontram rollos pertencentes ao século XII, que contam a legenda de Genji em pinturas de Fujiwara Takayoshi. No Museu da Espada Japonesa, ou Tōken hakubutsukan (刀剣博物館?), regido pela Associação para a Conservação de Arte da Espada Japonesa,[115] encontram-se mais de seis mil peças, trinta das quais catalogadas como tesouro nacional. O Museu Metropolitano de Fotografia de Tóquio (東京都写真美術館 Tōkyō-to Shashin Bijutsukan?), localizado em Ebisu,[116] tem exposições permanentes de fotógrafos nacionais e estrangeiros. Onde atualmente o museu possui uma coleção de aproximadamente 20.000 fotografias, cerca de 30.000 livros e 720 títulos de periódicos em fotografia e imagens visuais.[117]

Entre os museus de ciência e tecnologia mais destacados há dois na ilha artificial de Odaiba: o Museu de Ciências Marítimas, e o Museu Nacional de Ciência Emergente e Inovação.[carece de fontes?]

GastronomiaEditar

Possui um elevado número de restaurantes, enquanto em comparação grandes cidades como Paris e Nova Iorque possuem cerca de 20.000 restaurantes a região metropolitana de Tóquio possui mais de 160 000.[118][119] Em novembro de 2007, foi lançado no guia Michelin lançou seu guia de restaurantes finos, sendo que Tóquio, ganhou 191 estrelas no total, ou aproximadamente o dobro do seu concorrente mais próximo, no caso Paris.[119] Oito estabelecimentos foram agraciados com o máximo de três estrelas, 25 receberam duas estrelas e 117 ganhou uma estrela.[120] Dos oito melhores restaurantes avaliados, três oferecem jantares finos tradicional japonês, duas casas de sushi e três servem culinária francesa.[120] Em 2008, foi declarada capital gastronómica do mundo novamente pelo guia de restaurantes Michelin.[121]

Os pratos representativos são sobá (荞麦?), o macarrão frio, considerados como os melhores em Tóquio,[122] tempurá (てんぷら天麸罗?),[123] oden (御田, おでん?)[122] e sushi (寿司, 鮨, 鮓?). Edo era conhecida pela pressa de seus moradores, e no século XIX Yohei Hanaya criou uma forma fácil de fazer sushis.[124] O Chankonabe (ちゃんこ鍋?) é o alimento comido por lutadores de sumô.[125] Por causa do vínculo indissolúvel a cidade com esta arte marcial, o Chankonabe tornou-se um alimento popular, então há uma abundância de restaurantes especializados em Chankonabe.[125]

EsportesEditar

Os esportes favoritos da população de Tóquio ainda são o judô e o sumô, esportes que fizeram parte da cidade por séculos. Porém, esportes ocidentais, como futebol, boliche, golfe, badminton, tênis e especialmente o basebol estão ficando cada vez mais populares entre a população da cidade, especialmente entre os jovens.[carece de fontes?]

Os Jogos Olímpicos de Verão de 1964 foram realizados em Tóquio,[126] e ocasionaram um grande impacto no aspecto urbano da cidade, pois foram construídas grandes obras de infra-estrutura desportiva, turística, de comunicações e de serviços.[126] A infra-estrutura desportiva ainda é utilizada. Entre outras instalações, encontram-se o Estádio Olímpico de Tóquio, o Nippon Budokan (arena de artes marciais), e o Ginásio Nacional Yoyogi. Foi candidata para os Jogos Olímpicos de Verão de 2016, mas acabou perdendo para o Rio de Janeiro.[127][128] Quatro anos mais tarde, foi eleita sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2020.[129]

 
Arena de sumô em Tóquio

SumôEditar

Igual ao resto do país, o sumô (相撲, sumō, às vezes 大相撲, ōzumō) tem um lugar destacado entre os esportes em Tóquio. No Estádio Nacional de Sumô, localizado em Ryogoku, ocorrem os torneios de janeiro, maio e setembro, que atraem muitos espectadores. O imperador do Japão assiste pessoalmente ao torneio de maio. Os treinamentos de sumô são sempre em estábulos, ou baias, e muitos permitem a entrada de espectadores. Aliás no Japão o sumô também deve o impulso de o Imperador Meiji ter sido um praticante do esporte.[130]

Outras Artes marciaisEditar

Na cidade se praticam de maneira amadora e profissional outras artes marciais, especialmente o judô, incluído em 1964 como esporte olímpico,[131] além do kendo, do caratê, do kyudo e do aikido.

BeisebolEditar

Atualmente, o esporte mais popular em Tóquio é o beisebol (baseball), esporte ocidental mais popular da província.[132] Os jogos da liga profissional de basebol do Japão são realizados no Estádio de Tóquio, que possui capacidade para mais de 50 mil pessoas. É sede de uma das equipes mais populares de beisebol do país, os Yomiuri Giants (読売ジャイアンツ Yomiuri Jaiantsu?), que jogam com locais os Tokyo Dome (東京ドーム Tōkyō Dōmu?).[carece de fontes?] Também sedia a equipe Tokyo Yakult Swallows (東京ヤクルトスワローズ Tōkyō Yakuruto Suwarōzu?), que joga no estádio Meiji Jingu Stadium.[133]

FutebolEditar

A Liga profissional japonesa de futebol, conhecida como J. League (Jリーグ J Rīgu?), fundada em 1993,[134] tem em Tóquio duas equipes: o F.C. Tokyo (FC東京 Efushī Tōkyō?) e o Tokyo Verdy 1969 (東京ヴェルデ1969?). Ambas jogam no Estádio de Tóquio.

Entre os anos 1980 e 2004 a cidade foi sede da Copa Intercontinental de Clubes, que enfrentava os ganhadores da Copa da Europa (atual Liga dos Campeões) e a Copa Libertadores da América. A partir de 2005 o campeonato internacional passou ao formato de Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, cujos clubes de todas as confederações do mundo se enfrentam no mês de dezembro.[135] Tóquio e Yokohama foram sedes da competição nos intervalos de 2005-2008, 2011-2012 e 2015-2016.[136]

Notas

  1. Estimativas diferentes foram feitas sobre o número de causalidades nos bombardeios.[5] O governo estadunidense declarou que por volta de 88 mil pessoas morreram, 41 mil ficaram feridas e mais de um milhão ficaram desabrigadas.[5] O Corpo de Bombeiros de Tóquio, no entanto, estimou 97 mil mortos e 125 mil feridos.[5] O Departamento Metropolitano de Polícia estabeleceu o número de 124.711 vítimas, incluindo mortos e feridos e 286.358 construções e lares destruídos.[5]

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BibliografiaEditar

LivrosEditar

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PeriódicosEditar

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  • Emi, Cláudia; Endo, Claudio; Solari, Guilherme (2008). «Senhores passageiros bem vindos ao trem-bala». Made in Japan (131) 
  • Ichinose, Toshiaki; Shimodozono, Kazuhiro; Hanaki, Keisuke (1999). «Impact of anthropogenic heat on urban climate in Tokyo». Atmospheric Environment. 33. doi:10.1016/S1352-2310(99)00132-6 
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  • Phillips, Cathy (2005). «Time Out Tokyo». Time Out Guides. ISBN 9781904978374 
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Ligações externasEditar