Usuário:Porantim/Arquivo maio 2010

Discussão de Porantim
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Yasmin LucasEdit

Olá!!
Tem um usuário que insiste em colocar informações falsas em um artigo que eu lutei muito pra que fosse incluído na Wikipedia, tirando credito de informações que sao investigadas a fundos antes de serem inclusas nesse artigo. Gostaria de saber o que pode ser feito pra inibir esse tipo de ação, são dois usuarios que fazem isso, mas Vossa Excelencia tem conhecimento que, por mais que se bloqueie logins e IP's, vandalos sempre criam outros usuários.

Saudações libertárias

--Tiegor Ouvidoria 20h41min de 3 de maio de 2010 (UTC)

WikiRio 4.0
<font="3">Tudo acertado! O que era bom agora vai ficar mais rápido com o motor 4.0 Total Flex rsrsrsrsr!

O WikiRio 4.0 promente fazer história dentro da Wikipédia (eu acho). O quarto encontro dos wikipedistas no Rio de Janeiro acontecerá num lugar importante da cidade, no Largo da Carioca. Vamos encher os camêlos com altos papos sobre a Wikipédia e nos conhecer! Veja mais sobre o encontro aqui.

Você está convidado! O encontro será no dia 22 de Maio, no Bob’s perto do Shopping PromoInfo/Info shopping no Largo da Carioca - Centro - Rio de Janeiro, RJ. O encontro será as 14:00hs. Vamos todos! AkamaruVP

O artigo Joaquim Carriço foi proposto para eliminaçãoEdit

O artigo Joaquim Carriço, criado ou editado por você, foi nomeado para eliminação semirrápida. A justificativa dada pode ser vista na própria página. Você pode melhorar o artigo de forma a enquadrá-lo nas normas da Wikipédia, no entanto não pode impugnar uma nomeação sem uma justificativa válida. Boas contribuições. --RafaAzevedo disc 14h25min de 5 de maio de 2010 (UTC)

Yasmin LucasEdit

Olá! Estou a falar do usuário FCDaniloSantos, que hora aparece como DaniloSantosTV, hora aparece como DECSantosonline, e outro que nem registrado é (Mas esse eu sei que infelizmente a Eikipedia não pode faze nada contra).

Saudações libertárias

--Tiegor Ouvidoria 20h58min de 5 de maio de 2010 (UTC)


Mais uma vez o usuário informado voltou a colocar informações falsas no artigo citado. Sinceramente não aguento mais isos, amigo.

Saudações libertárias

--Tiegor Ouvidoria 18h19min de 12 de maio de 2010 (UTC)

Maiores palavras de línguasEdit

O verbete Maiores palavras de línguas foi nomeado para eliminação por votação, por ter sido considerado, por algum editor, não condizente com a Wikipédia; isso significa que o verbete talvez não satisfaça os critérios de notoriedade estabelecidos pela comunidade ou se encaixe no descrito em O que a Wikipédia não é.

A votação foi iniciada aqui. Caso tenha direito ao voto, pode fazê-lo na seção Apagar ou Manter; em qualquer hipótese, pode usar a seção Comentários para expor seus argumentos. Boas contribuições! Braswiki (discussão) 23h59min de 5 de maio de 2010 (UTC)

Trecho inconsistenteEdit

Porantim,

No verbete "Antonio Meneghetti" o 6o parágrafo da Biografia precisa ser retirado por estar em desacordo com os padrões da Wiki, apresentando as seguintes inconsistências: 1) A referência [14] não leva a lugar algum: http://www.ontopsicologia.org/pg/menegh/ 2) Os títulos estão todos referenciados na seção "Títulos e honrarias" 3) A Universidade Pro Deo, de Nova Iorque existe 4) Na página oficial do autor, não há nenhuma referência a esse título da Universidade Pro Deo.

Atenciosamente,

C.B.

TítulosEdit

Porantim,

Obrigado pela observação. Reescrevi o texto conforme a referência.

A Academia Internacional de Informatização publica em seu website sua lista de membros, conforme as categorias a que pertencem.

O ano foi retirado da biografia oficial, e consta o nome de Antonio Meneghetti na lista de membros desta Academia ("Acadêmicos" => scholars, em inglês).

Att.,

C.B.

Biografias de Pessoas Vivas (BLP's) e OntopsicologiaEdit

Caro Porantim,

Vamos lá ?!?

Várias entidades sérias da ciência mundial - na Rússia, no Brasil, na Itália, na Ucrânia, na China, entre outros países - reconhecem a ciência ontopsicológica, incluindo-a em seus programas de graduação, pós-graduação e pesquisa. As fontes fornecidas são Academias, Universidades, Ministérios de Governos, Associações e Organizações dedicadas à Psicologia e à ciência.

A ciência felizmente caminha a passos firmes, sólidos. Podemos considerá-los lentos, mas é preciso ter muita calma na hora de escrever sobre ela, evitando desentendimentos e idéias próprias pré-concebidas.

Porém, uma vez que ela avança, se nossas percepções estavam equivocadas, devemos corrigi-las à luz dos fatos, visto que não é possível o oposto.

Você pode, pessoalmente, não querer aceitar esses fatos, mas isso não deve interferir na sua capacidade crítica. A WP não é um espaço para manifestação de opiniões pessoais, posições extremistas, sensasionalistas, nem é um blog que cita outros blogs.

Sua versão não tem qualquer respaudo científico, pois está "totalmente referenciada" em opiniões: 2 blogs, com artigos assinados pelos mesmos críticos anônimos e pseudônimos de sempre, e uma notícia de jornal.

Você quer mesmo comparar suas "fontes" com estas?

  • Universidade Estatal de São Petersburgo
  • Universidade Federal de Santa Catarina
  • Universidade La Sapienza de Roma
  • Ministério da Educação do Brasil
  • International Union of Psychological Science (IUPsyS)
  • World Council for Psychotherapy
  • ONU/UNESCO
  • Títulos e honrarias concedidos em diversos países, registrados por várias televisões, jornais e revistas, todos referenciados.

Desculpe, mas não dá nem para começar a discutir.

Você quer afirmar que as entidades acima não tem nenhum critério, nenhuma competência para dizer o que é ciência, mas que seus blogs sim ?

Você mesmo me ensinou que blog não é fonte. Sendo de crítica anônima, você termina desrespeitando os princípios para edição de Biografias de Pessoas Vivas.

Há um espaço para escrever opiniões, e são os blogs e os jornais. E isso é muito bom, mas também há muito lixo nesses blogs.

Há, porém, um outro tipo de espaço, e a Wikipédia se propõe a ser um espaço desse tipo, onde devemos escrever artigos científicos sérios, com base em fontes científicas sérias.

A palavra ciência, por exemplo, cita 40 fontes. Estamos chegando ao mesmo número de fontes na página Ontopsicologia (31) e batemos a mesma marca na página Antonio Meneghetti (40). Penso que não seria preciso, para um bom entendedor, tantas fontes em um tema tão específico, tão "sem importância" para o grande público.

Para um bom entendedor, bastaria ler com calma, como a UNIVERSIDADE ESTATAL DE SAO PETERSBURGO define Ontopsicologia:

"Em sentido científico moderno, segue organicamente a tradição da psicanálise e da psicologia humanista existencial mas, ao mesmo tempo, é uma escola científica independente, com suas próprias descobertas, métodos e instrumentos de análise e intervenção."

E, logo em seguida, comparar com as suas fontes:

Os blogs "Onto Provocation" e "CamCris" afirmam: "Cuidado! É uma panacéia falaciosa, clone de religiões!".

Qual a dificuldade que você está tendo para compreender os textos? Como posso lhe ajudar? Qual parte do texto você não entendeu?

Entre um blog e uma definição de uma UNIVERSIDADE, que deu ao mundo vários premios Nobel, você é mesmo capaz de ter dúvida?

O que dizer do governo brasileiro? Eles erraram ao aprovar a criação da Faculdade Antonio Meneghetti? Erraram ao conceder o título de "cidadão honorário brasileiro"? Os cientistas ucranianos erraram ao conceder o título de professor honorário citado na página? Também errou a Academia Internacional de Informatização? Será que eles ainda não tiveram oportunidade de ler suas fontes?

Fiz contribuições a diversos artigos da WP, tais como inteligência, Edmund Husserl, behaviorismo radical, afetividade, ambiente. Todos esses artigos estavam sem qualquer fonte, ou praticamente nenhuma referência/fonte.

O que você disse a respeito dessas contribuições?

"...essa coisa de intus legere actionem não tem nenhum respaudo científico... esse Meneghetti é famoso por inventar coisas..."

Forneci as fontes necessárias e ficou demonstrado apenas que você tem idéias pré-concebidas acerca de qualquer coisa que se refira à Ontopsicologia e a Antonio Meneghetti. Você não deve levar isso na pessoal, não estamos aqui para defender posições pessoais, mas para criar artigos de qualidade.

É plenamente compreensível, visto que as áreas de conhecimento são muitas, que você não conheça nada de Etimologia, Psicologia ou Ontopsicologia.

Basta ver os artigos que você edita para entender quais são seus interesses: (Juliana Paes, Tibia (jogo eletrônico), alcoolismo, Resident Evil Zero, Guns N' Roses, Nirvana (banda), anarquismo, Role-playing game).

Todos excelentes temas, mas não têm qualquer relação com qualquer coisa que se pareça, nem de longe, com "ciência".

Adicionamente, há questões que se referem a normas de conduta na WP, as quais você não tem observado. Chamo novamente sua atenção, como fiz em discussão no dia 08/04/2010, para que respeite os princípios da WP:

  • Não retire edições referenciadas, como fez com o artigo Ontopsicologia, substituindo-as por textos que usam fontes como blogs de autores anônimos, isso pode tranquilamente se caracterizar por vandalismo da sua parte.
  • Em artigos científicos, prefira como fontes as instituições que se dedicam à ciência, como Universidades, Academias científicas, Congressos científicos, Bibliotecas Nacionais etc.
  • Muito cuidado ao editar Biografias de Pessoas Vivas. Há regras adicionais que se aplicam, a começar pelo estilo de linguagem. Você incluiu "sem querer" uma frase na página "Antonio Meneghetti", usando como fonte um blog com acusações anônimas. A fonte era o blog gratuito CAMCRIS, lembra-se? Clique aqui para criar você mesmo um blog ou subsite gratuitamente nesse domínio, basta ter um email válido. Isso não foi nada coerente da sua parte.

Você sempre foi muito exigente comigo no que tange às fontes. Você me ensinou a fornecer fontes para "cada frase", fontes que devem obviamente ser a origem da informação, não manifestação de opiniões.

Estarei sempre aberto a discussões construtivas, este é o princípio e o espírito que norteia todos aqueles que querem ver uma WP cada dia melhor, mas primeiro arrume fontes científicas que demonstrem a sua tese, ou seja, que todas as instituições acima citadas são meros apoiadores de "uma panacéia falaciosa, clone de religiões", para citar a expressão mirabolantemente criativa das suas "fontes científicas".

Ericoazevedo (discussão) 00h52min de 23 de maio de 2010 (UTC)

ONTOPSICOLOGIA - ELIMINANDO FONTES NÃO CONFIÁVEISEdit

Prezado Porantim,

Vi a discussão acima e também gostaria de contribuir.

Não sei se você já leu todo o texto da referência que você incluiu, mas independentemente do fato de ser realmente um blog e de ter textos com autores anônimos ou que usam nomes inventados, o que já não seria tolerado aqui na Wikipédia, tem um único texto que usa o nome de uma pessoa "real" como assinatura.

Porém, imaginando que realmente não tenha sido um mau uso do nome dele por terceiros, ao se misturar com "críticos anônimos" e "autores que usam nomes inventados", essa fonte realmente perde toda condição de respeitabilidade e cientificidade.

De todo modo, seguem alguns pontos acerca do conteúdo que apenas confirmam esse fato:

  • Incompreensão: o autor mesmo admite não ter entendido nada, quando afirma: A matéria "Na quarta dimensão do Eu" só não é mais pretensiosa porque é mal-escrita, tão mal escrita que não é inteligível. Um cientista quando não entende um assunto, pode falar dele "cientificamente"?
Dou um exemplo clássico de texto "ininteligível":
Os altos e baixos do movimento histórico, que passa de um renovado sensualismo empírico ao ceticismo, depois a um reforçado racionalismo que persegue uma cientificidade já envelhecida, e finalmente ao idealismo alemão e à reação contra ele – tudo isso junto caracteriza a primeira época – a “época moderna” (“Neuzeit”) como um todo. A segunda é constituída por um renovado início, pela retomada da descoberta cartesiana, pela exigência da apoditicidade e, dada a mudada situação histórica (na qual entram todos os fatais desenvolvimentos e todas as filosofias da primeira época), forças de motivação, um radicalismo de pensamento no sentido autêntico e adquirido da apoditicidade (a apoditicidade como problema fundamental), a elaboração do justo método de uma filosofia fundada e que procede apoditicamente – a inerente descoberta do contraste radical entre o que habitualmente se chama conhecimento apodítico e o que no intelecto transcendental esboça o terreno originário e o método originário de qualquer filosofia. Delineia-se assim na filosofia a mais profunda e universal auto-compreensão do ego que filosofa, enquanto depositário da razão absoluta que chega a si mesma, de um ego que em seu apodítico ser-para-si-mesmo implica os seus co-sujeitos e todos os possíveis co-filósofos; a descoberta da absoluta intersubjetividade (objetivada no mundo da humanidade total), daquilo pelo que a razão é em um contínuo progresso, no obscurecimento, no esclarecimento, no movimento de uma clara auto-compreensão; a descoberta do modo de ser concretamente necessário da subjetividade absoluta (e, em definitiva, transcendental) na vida transcendental da constante “constituição do mundo”, e por isso correlativamente a nova descoberta do “mundo essente”, cujo sentido de ser, constituído transcendentalmente, dá um novo sentido ao que, nos graus inferiores, chamava-se mundo e verdade do mundo, conhecimento do mundo; um novo sentido também para a existência humana no mundo já dado espaço-temporalmente, o sentido de uma auto-objetivação da subjetividade transcendental e do seu ser, da sua vida constitutiva, e adicionalmente uma auto-compreensão última do homem enquanto ser responsável do ser humano, uma auto-compreensão como ser no ser-chamado para uma vida na apoditicidade – enquanto homem que exercita a ciência não apenas abstratamente, no sentido usual, mas sim em uma apoditicidade que realiza o seu ser total concreto em uma apodítica liberdade, na apoditicidade apodítica que anima a razão – por meio da qual a humanidade é tal – em toda a sua vida ativa; como dissemos, uma humanidade que se concebe como uma humanidade racional, uma humanidade que compreende ser racional no querer-ser-racional, que compreende que isso significa a infinidade da vida e dos esforços para a razão, que a razão indica justo aquilo para o que o homem, enquanto homem, tende no seu íntimo, o que pode pacificá-lo, que pode torná-lo “feliz”, que a razão não pode ser distinta em razão “teórica”, “prática” e “estética” e similares, que ser-homem implica um ser-teleológico e um dever-ser, e que esta teleologia domina cada ação e cada projeto egológico, que a razão pode reconhecer em tudo, por meio da auto-compreensão, o télos apodítico e que este conhecimento da extrema auto-compreensão não pode assumir outra forma que não aquela da auto-compreensão segundo princípios a priori, de uma auto-compreensão na forma da filosofia.
  • O texto não usa um veículo científico para fazer sua crítica:
A página inicial, onde o subdomínio está hospedado, não é de livre navegação. Ela protesta contra o "imperialismo microsoftiano".
A home-page "Onto Provocation" é no mínimo estranha com "letrinhas em chamas"?
O website se chama e se qualifica como "Onto Provocation, Site de crítica da ontopsicologia", contendo inclusive páginas onde assina "Autor anônimo"
O título é totalmente sensasionalista: "O charlatão que tentou calar o cientista".
  • O texto não cita uma fonte científica sequer: acusa a matéria do ZH de ser mal-escrita, mas extrai trechos incompletos para suportar uma suposta crítica de que "o texto é ardiloso e enganador", ou seja, comete o mesmo erro pseudocientífico de que fala.
  • O texto adota um estilo e tom totalmente inadequados para um trabalho científico. Veja alguns exemplos:
"Era um engodo"
"o texto não é inteligível"
"a matéria (...) é mal-escrita"
"o texto é ardiloso, enganador"
"o autor desconhece o estado de desenvolvimento de qualquer das ciências que estudam o comportamento humano"
"É uma panacéia para todos os males".
"somos assediados por uma nova pseudociência repleta de pretenções"
  • Além disso, diversas afirmações que o texto apresenta, à luz do que já sabemos por meio de inúmeras fontes primárias contidas na página, são ora falsas, ora difamatórias, ora sensasionalistas, tais como:
"Parece que o autor pegou um punhado de polissílabas e termos técnicos científicos, jogou todas num saco e foi sorteando a esmo o que colocaria nas frases" => afirmação DIFAMATÓRIA / SENSASIONALISTA
"Não há pesquisas na área, apenas um punhado de livros" => afirmação FALSA
"(...) a falsa promessa de que eles vão ter sucesso se aprenderem as baboseiras que o autor inventou" => afirmação DIFAMATÓRIA
"um charlatão" => afirmação DIFAMATÓRIA / SENSASIONALISTA.

Como um todo, o texto pode ser sintetizado nos seguintes argumentos:

  • Existem várias pseudociências no mundo
  • Elas se voltam aos bolsos mais abastados
  • Porém (eis a hipótese), os mais abastados não têm senso crítico suficiente para discernimento.
  • Logo (eis a conclusão), o autor escreve o texto para alertá-los e, portanto, defender os interesses dos mais abastados.

Conclusão final=> o texto carece até mesmo de um único silogismo completo na estrutura argumentativa. A conclusão não está contida nas premissas.

Em suma, não posso acreditar que tenha sido escrito por um cientista este texto. E mesmo se foi, não é um texto científico, mas de difamação.

A não compreensão não autoriza a difamação., especialmente aqui na Wikipédia. Pode-se dizer "Não entendi o texto, o texto usa um vocabulário difícil etc.", mas sair por ai escrevendo ''"está errado, é uma baboseira, é um charlatão etc." sem antes sequer compreender o vocabulário de um autor, é uma atitude anti-científica.

Imagine criticar um Heidegger, um Hegel, um Kant, um Husserl, sem compreender os seus específicos vocabulários. Seria no mínimo engraçado.

Incompreensão é compreensível. Crítica difamatória, não pode ser aceita como fonte na Wikipédia.


C.B.